Hotchkis & Wiley Large Cap Fundamental Value Fund

Manager: Hotchkis & Wiley Capital Management · Estratégia: Large cap value · Geografia: US

Cartas publicadas
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Posições core
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Temas recorrentes
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Performance por trimestre

-1%0%+1%+1%+2%+2%+3%Q4 2024Q1 2025Q2 2025Q3 2025Q4 2025Q1 2026Russell 3000 Value Index: Q1 2025 +1,64%Russell 3000 Value Index: Q1 2026 +2,10%Hotchkis & Wiley Large Cap Fundamental Value Fund: Q1 2025 +2,27%Hotchkis & Wiley Large Cap Fundamental Value Fund: Q1 2026 +0,36%
Hotchkis & Wiley Large Cap Fundamental Value FundRussell 3000 Value Index

Posições core

Sem posições core (mínimo 3 cartas de histórico).

Temas recorrentes

Sem temas recorrentes (mínimo 2 cartas).

Cartas publicadas

Q1 2026 1180 palavras

O Hotchkis & Wiley Large Cap Fundamental Value Fund subiu 0,36% no T1 2026 contra 2,10% do Russell 1000 Value, ficando aquém em ~174 pontos base. O sobrepeso em software empresarial (Workday, Salesforce) foi o principal detractor isolado, seguido por seguradoras de saúde (Elevance Health). O contributo positivo veio de energia, com APA, Ovintiv e Olin a beneficiarem da subida do Brent para $127/bbl após o conflito EUA-Israel-Irão e o fecho do Estreito de Ormuz. As gestoras articulam tese contrarian em software: receios de disrupção por IA considerados exagerados, com retenção bruta de clientes a 97% (Workday) e 92% (Salesforce). Mantêm convicção em energia por subabastecimento estrutural global e em seguradoras por reprecificação anual permitir recuperação de margens.

Q1 2025 820 palavras

O Hotchkis & Wiley Value Opportunities Fund subiu 2,27% no primeiro trimestre de 2025, superando o Russell 3000 Value Index (+1,64%) em cerca de 63 pontos base. O período marcou a maior vitória trimestral do valor sobre o crescimento desde o início dos anos 2000, com o índice de valor a avançar 1,6% contra -10,0% do índice de crescimento e as Magnificent Seven a recuarem -14%. A selecção de títulos em industriais foi o principal contributo positivo, com Siemens, Philip Morris e Babcock em destaque. Workday, Olin e Ecovyst foram os maiores detractores. As gestoras realçam a carteira a 8x lucros normalizados contra 17x do índice de valor, defendendo uma margem de avaliação atractiva num mercado caro.