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Sector: Energia · 1 fundos · 2 cartas

Fundos
1
Cartas
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Última actualização
Q2 2026

Convicção fund × trimestre

Q4 2024
Q1 2025
Q2 2025
Q3 2025
Q4 2025
Q1 2026
Blue Tower Asset Management, LLC
top core média starter sem posição

Teses por gestor

Blue Tower Asset Management, LLC Q2 2026 nova posição conv. média

Segunda perna do sleeve de energia construído no Q1 2026. A tese de entrada foi de cobertura assimétrica: acima de 150 dólares por barril, os ganhos compensariam o dano no resto da carteira. Sem disrupção material dos mercados, a posição penalizou o resultado. A justificação sobrevive à cobertura: avaliações do sector abaixo da mediana histórica e produtores que resistiram a aumentar investimento apesar dos picos de preço, libertando fluxo de caixa para dividendos, recompras e desalavancagem.

"In a scenario where oil prices reached extreme levels above $150/barrel, the gains in those energy stocks would offset losses in the rest of the portfolio"

"Num cenário em que os preços do petróleo atingissem níveis extremos acima de 150 dólares por barril, os ganhos nessas acções de energia compensariam as perdas no resto da carteira"

Posição construída no Q1 2026; primeira carta em que é articulada com tese autónoma

Blue Tower Asset Management, LLC Q1 2026 nova posição conv. média

Produtora norte-americana de petróleo e gás aberta em Março, em conjunto com a Petrobras. Oskoui explicita que a casa não costuma investir neste tipo de acções de matérias-primas por preferir empresas com barreiras à entrada sólidas, maior qualidade dos lucros e menores necessidades de investimento de manutenção. A tese assenta nas forças idiossincráticas da empresa, nos preços correntes e no papel de equilíbrio das exposições de risco da carteira perante um choque energético prolongado.

"We typically do not invest in these commodity stocks as we prefer to invest in companies with strong barriers to entry, higher earnings quality, and lower maintenance capital expenditure requirements"

"Habitualmente não investimos nestas acções de matérias-primas porque preferimos investir em empresas com barreiras à entrada sólidas, maior qualidade dos lucros e menores necessidades de investimento de manutenção"