Artisan Developing World Fund
Manager: Artisan Partners Limited Partnership · Estratégia: Long only growth · Geografia: EM · Global
Performance por trimestre
Posições core
Sem posições core (mínimo 3 cartas de histórico).
Temas recorrentes
Cartas publicadas
Q1 2026 3175 palavras
O Artisan Developing World Fund (Investor Class ARTRX) registou −4,34% no primeiro trimestre de 2026, ficando aquém do MSCI ACWI Index (−3,20%). O trimestre desenrolou-se em duas fases: pressão sobre Internet de consumo (Tencent, Sea, Shopify, Amazon) por receios de desintermediação por IA, seguida de recuperação parcial via posições defensivas (RTX, L3Harris, Woodward, BAE) e exposição a inflação (Linde, Baker Hughes). Energia foi o sector top do trimestre com retornos acima de 30%; small-cap value liderou nos índices americanos. A gestora encerrou Netflix, Snowflake e RELX por convicção decrescente sobre durabilidade face à disrupção por IA, e iniciou Edwards Lifesciences, Eli Lilly e ROBLOX. Aerospace, defesa e cuidados de saúde permanecem áreas de elevada convicção.
Q2 2025 1322 palavras
O Artisan Developing World Fund rendeu 14,40% no segundo trimestre de 2025 (Investor Class ARTYX), à frente dos 11,99% do MSCI Emerging Markets Index. Lewis Kaufman descreve um trimestre em que a dúvida sobre o excepcionalismo norte-americano se transmitiu ao mercado obrigacionista e ao dólar, e não às acções. A carteira junta nomes não-norte-americanos reforçados no período pós-tarifas de Abril — MercadoLibre, Sea, Adyen e MakeMyTrip — a passporters domiciliados em mercados desenvolvidos que beneficiam de um dólar mais fraco, como Coca-Cola, Mastercard e Netflix. MercadoLibre, CrowdStrike, Nubank e Sea figuram entre os cinco maiores contribuidores. A gestão sublinha a continuidade — as dez maiores posições têm antiguidade média de 5,96 anos.