A incerteza macro em torno de inflação, taxas de juro e política da Fed é descrita como persistente ao longo do trimestre, ainda que expectativas de resultados em melhoria tenham sustentado a confiança dos investidores. A alteração de expectativas quanto a cortes de taxas foi apontada como motor directo da realização de mais-valias em ouro. Na perspectiva para o segundo semestre, custos de financiamento mais altos e pressões inflacionistas persistentes são identificados como factores que deverão pesar em segmentos específicos da economia norte-americana.
Trajectória de política monetária do Fed
Pillar: Macro e crédito · 311 cartas · 166 fundos · 7 trimestres
Como gestores articulam este tema (268 variantes)
- "Higher for longer" e suporte fiscal/desregulatório
- Alívio mais lento da Fed e taxas estruturalmente mais altas
- Alívio monetário mais lento e taxas estruturalmente altas
- Antecipação de cortes de taxas e ciclo de liderança das small caps
- Bancos centrais aliviam, mas a Fed sinaliza pausa
- Bancos centrais do G-7 com viés acomodatício
- Bancos centrais em caminhos divergentes e taxas longas em alta
- Bancos centrais em caminhos divergentes — cortes da Fed, pausas de BoE e BoJ e subida das yields longas
- Bancos centrais em modo de alívio — Fed, BCE e BoE cortam; Japão diverge
- Bancos centrais ocidentais cortam; Banco do Japão em rota inversa
- Caminho acomodatício da Reserva Federal
- Caminho da Fed — cortes esperados no segundo semestre de 2025
- Caminho de política do Fed — corte de Setembro como inflexão
- Caminho de política monetária da Fed e tailwind fiscal
- Caminho de política monetária da Fed e tailwinds duplos fiscal-monetário
- Caminho de política monetária do Fed
- Caminho do Fed — corte de Setembro como inflexão de easing
- Ciclo de cortes Fed medido — não rápido — dependente de cooling de core services e wages
- Ciclo de cortes da Fed e expansão das margens bancárias
- Ciclo de cortes da Fed e risco de regresso do tom restritivo
- Ciclo de cortes do Fed a beneficiar empresas pequenas e sensíveis às taxas
- Ciclo de cortes do Fed e maior atractividade dos yields de dividendo
- Ciclo de cortes do Fed e rotação de money market funds para dividendos
- Ciclo de easing da Fed — cortes em 2025 e expectativa para 2026
- Corte de 25 pb da Fed em Dezembro a suportar small caps
- Corte de 25 pb da Fed em Setembro a suportar small caps
- Corte de 25 pb da Fed em Setembro a suportar small/mid caps
- Corte do Fed — suporte a housing/refinancing e ao consumer borrowing
- Corte do Fed — suporte a housing/refinancing e ao crédito ao consumidor
- Cortes da Fed e curva mais inclinada como suporte às margens dos bancos
- Cortes da Fed e descida da inflação como vento de cauda
- Cortes da Fed e divergência crescente entre bancos centrais
- Cortes da Fed maiores do que o mercado antecipa
- Cortes de juros menos certos com risco de reaceleração da inflação
- Cortes de juros retirados do preço e risco de estagflação
- Cortes de taxas da Reserva Federal como vento favorável aos mercados
- Cortes de taxas da Reserva Federal e estímulo orçamental num quadro de fim de ciclo
- Cortes do Fed e relief para mercados
- Cortes do Fed em resposta a fragilidade do mercado de trabalho
- Cortes do Fed iniciados em 2024 como headwind operacional para brokers
- Credit market expansion como alavanca para rating agencies
- Descida das taxas de curto prazo como vento favorável para acções e dividendos
- Divergência dos bancos centrais — Fed, BoE e BCE
- Divergência entre bancos centrais e Fed em risco bilateral
- Dois cortes da Fed com Powell a equilibrar inflação e actividade
- Dovish Fed e suporte para capital markets businesses
- Entre o alívio da Fed e o risco de inflação cíclica
- Estímulo fiscal e monetário — propagação desigual
- FOMC corta 25 bp e mantém abordagem data-dependent
- Fed a abrandar o ritmo de cortes com risco de via menos acomodatícia
- Fed a baixar juros contra inflação acima da meta e os vigilantes obrigacionistas
- Fed a sinalizar alívio mais lento e taxas estruturalmente mais altas
- Fed adopta abordagem mais cautelosa aos cortes e reverte o rally pós-eleitoral
- Fed corta mas sinaliza cautela; yields obrigacionistas em alta como vento contrário
- Fed corta pela terceira vez consecutiva mas as taxas longas sobem
- Fed corta taxas curtas mas taxas longas sobem — o aperto que ninguém pediu
- Fed corta taxas; inflação aproxima-se da meta
- Fed corta, mas o mercado obrigacionista tem outras ideias
- Fed cortou mais do que o mercado descontava
- Fed de Warsh firme — taxas elevadas por mais tempo
- Fed de mãos atadas entre inflação e recessão
- Fed delivery de corte de 25 bps em Setembro com signalling de easing
- Fed disponível para cortar no Outono como suporte para as acções
- Fed dovish tilt em Junho amid cooling inflation
- Fed dovish — expectativa de cortes a curto prazo
- Fed e BoJ em pausa enquanto BoE e BCE cortam — divergência G4
- Fed e yields — janela de cortes mais estreita
- Fed easing path e teste de independência em 2026
- Fed easing tail-end e market backdrop construtivo
- Fed em ciclo de cortes — combustível para risk assets
- Fed em ciclo dovish — três cortes consecutivos
- Fed em descida mas yield do 10 anos sobe 100 pontos base
- Fed em direcção mais hawkish — abordagem comedida e só dois cortes em 2025
- Fed em easing cycle — cortes Q4 e mais dois esperados em 2026
- Fed em easing, mas yield do 10 anos sobe 100 pb — tensão nas taxas longas
- Fed em espera com economia sólida e soft landing intacto
- Fed em espera, com crescimento revisto em baixa e inflação em alta
- Fed em modo acomodatício e normalização do spread MBS
- Fed em modo data-dependent com willingness sinalizada para cortes mais tarde no ano
- Fed em modo de cortes graduais — equilíbrio entre inflação e actividade
- Fed em modo de cortes — driver para acções
- Fed em modo esperar para ver nos cortes de taxas
- Fed em pausa a 3,50%-3,75% com sinal de corte a favorecer small caps
- Fed em pausa e receios de estagflação no dólar
- Fed em pausa e sem pressa — cortes projectados para 3,9% no fim de 2025 num quadro de incerteza elevada
- Fed em pausa — cortes de 2026 retirados pelo choque petrolífero
- Fed em pausa — tarifas adiam a clareza sobre cortes
- Fed em pausa — tarifas inflacionistas versus economia a enfraquecer
- Fed em pausa — wait-and-see com viés para cortes
- Fed em standby com internal divergence aguda; consumidor EUA frágil
- Fed em wait-and-see — taxas mantidas com viés para cortes
- Fed encurralada entre cortes esperados e inflação tarifária
- Fed encurralada entre crescimento mais lento e inflação persistente
- Fed entre a estagflação tarifária e o Fed put
- Fed hawkish — taxas mantidas em Março e abordagem mais comedida
- Fed inicia ciclo de cortes com risco bilateral entre trabalho e inflação
- Fed inicia easing cycle — potencial catalyst para real estate
- Fed mantém a federal funds rate face a dados mistos
- Fed mantém curso hawkish; Powell hold rates em Junho FOMC
- Fed mantém policy rate inalterada em postura data-dependent
- Fed mantém taxas perante petróleo e inflação, reduzindo expectativas de corte
- Fed on hold — riscos balanced após 100 bps de cortes
- Fed pause — mercados subiram contra consensus de cortes
- Fed restritiva em Dezembro e subida dos juros de longo prazo
- Fed retoma cortes após pausa — backdrop construtivo
- Fed sinaliza alívio mais lento e taxas estruturalmente mais altas
- Fed: corte com tom hawkish e yields persistentemente elevadas
- Flexibilização da Fed e reativação dos mercados de capitais
- Fragilidade do mercado de trabalho e easing da Fed como sinal de economia mais fraca
- Incerteza sobre a trajectória de juros da Fed
- Incerteza sobre inflação, taxas e trajectória da Fed
- Independência da Reserva Federal e trajectória de taxas
- Inflação controlada, cortes de taxas a persistir e soft landing em curso
- Inflação persistente e menor margem para cortes da Reserva Federal
- Inflação persistente e uma Reserva Federal focada na estabilidade de preços
- Inflação rígida, cortes suspensos e receio de estagflação
- Início de ciclo de cortes da Fed com inflação ainda acima do target
- Início de novo ciclo de cortes da Fed em Setembro de 2025
- Início do ciclo de cortes do Fed em resposta a fragilidade laboral
- Início do ciclo de easing da Fed — divergência face a central banks estrangeiros
- Juros como gravidade sobre os activos financeiros
- Kevin Warsh na Fed — balanço mais pequeno e taxas flexíveis pela IA
- Long-term rates lower — catalyst poderoso para real estate
- Mandato dual da Fed e probabilidade de cortes adicionais
- Normalização das taxas curtas e steepening como driver de NIM em thrifts
- Pausa da Fed e mandato dual em ambiente de incerteza tarifária
- Pausa da Fed e trajectória de cortes até 2026
- Pausa do Fed e perspectiva de taxas restritiva como headwind para financeiras
- Pivot Fed e capital markets reactivation
- Pivot dovish coordenado — Fed steady, ECB corta, BoJ normaliza
- Pivot dovish da Fed e mais easing à vista
- Pivot dovish do Fed e a leitura do 'Powell put'
- Política da Reserva Federal — corte cauteloso em Dezembro
- Política monetária acomodatícia como catalisador para micro-caps
- Política monetária acomodatícia — dois cortes no T4 2025
- Política monetária da Fed e ameaças à independência institucional
- Política monetária do Fed e excesso especulativo
- Política monetária — Fed corta 25bps em Setembro
- Política monetária — Fed corta três vezes em 2025
- Política monetária — Fed cuts e independência institucional
- Política monetária — Fed em pausa cautelosa
- Política monetária — Reserva Federal em modo wait-and-see
- Política monetária — primeiro corte da Fed desde 2024
- Possible interest rate cuts — catalyst latente para real estate
- Powell 'dead man walking' sob alta pressão presidencial
- Powell hawkish a manter rates steady com Fed a projectar dois cortes em 2025
- Pressão presidencial sobre o Fed e sustentação dos preços
- Primeiro corte de juros em 2025 — balanço de exposições
- QE restart como reserve management e captive financial system
- RUN IT HOT — novo Fed Chair dovish nomeado por Trump
- Reaction function da Fed entre intervenção esperada e bazooka guardada
- Reactivação do ciclo de cortes da Fed em 2025
- Recuo do Fed e tolerância à inflação patrimonial
- Regresso dos receios de inflação — taxas longas acima de 4,5%
- Reserva Federal em compasso de espera, com cortes retirados e risco de subida
- Reserva Federal em pausa com inflação persistente
- Reserva Federal em pausa e taxas mais altas durante mais tempo
- Reserva Federal em pausa — inflação tarifária, corte do PIB e receios de estagflação
- Reserva Federal entre crescimento fraco e inflação teimosa
- Reserva Federal retoma os cortes de juro
- Risco de taxas mais altas por mais tempo em 2025
- Sinais de mercado e trajectória da Fed como barómetro de risco de recessão
- Soft landing com cortes de juros a sustentar a rotação para SMID
- Sucessão na Fed — o pior emprego do universo e a última milha das taxas
- Taxas em queda — 10 anos recua 50 bps e suporta o caso construtivo
- Taxas em queda — 10-year de 4,8% para 4,3%, cortes eventuais como catalisador
- Taxas mais altas por mais tempo a penalizar as participações sensíveis à duração
- Taxas reais mais altas a pressionar avaliações de activos sensíveis aos juros
- Trajectoria da Fed e divergencia das yields de longo prazo
- Trajectoria da politica monetaria da Fed
- Trajectória "higher for longer" das taxas de juro
- Trajectória cautelosa da Fed e inflação persistente
- Trajectória da Fed complicada pela inflação do petróleo
- Trajectória da Fed comprometida por inflação de oferta
- Trajectória da Fed e ciclo de cortes
- Trajectória da Fed e cortes de taxas
- Trajectória da Fed e divergência das yields de longo prazo
- Trajectória da Fed e expectativas de inflação
- Trajectória da Fed e impacto em financeiras
- Trajectória da Fed e imprevisibilidade macro — não fazer apostas de calendário
- Trajectória da Fed e moderação das expectativas de cortes
- Trajectória da Fed e moderação de inflação
- Trajectória da Fed e primeiro corte do ano
- Trajectória da Fed e revisão em baixa do emprego
- Trajectória da Fed — aprofundamento da postura acomodatícia
- Trajectória da Fed — corte 25 bps e cobertura para cortes adicionais
- Trajectória da Fed — corte data-dependent
- Trajectória da Fed — corte de taxas com efeitos com lag
- Trajectória da Fed — corte de taxas e mandato dual
- Trajectória da Fed — corte de taxas e suporte ao risk sentiment
- Trajectória da Fed — corte de taxas perante mercado de trabalho a arrefecer
- Trajectória da Fed — corte no T3 com perspectiva de cortes adicionais
- Trajectória da Fed — cortes a sustentar o sentimento sobre REITs
- Trajectória da Fed — cortes adiados, espera por clareza
- Trajectória da Fed — cortes e tax incentives como tailwinds
- Trajectória da Fed — cortes esperados em H2 com inflação benign
- Trajectória da Fed — cortes, novo Chairman e regresso da inflação
- Trajectória da Fed — dois cortes e equilíbrio de Powell
- Trajectória da Fed — dois cortes e expectativa de mais alguns em 2025
- Trajectória da Fed — dois cortes para 3,50%-3,75% com tom cauteloso
- Trajectória da Fed — easing adiado
- Trajectória da Fed — easing combinado com fiscal stimulus
- Trajectória da Fed — easing continuado a alimentar atenção sobre small caps
- Trajectória da Fed — easing gradual com data-dependence
- Trajectória da Fed — expectativa de cortes revertida pela energia
- Trajectória da Fed — hold cautious data-dependent
- Trajectória da Fed — início do ciclo de cortes
- Trajectória da Fed — manutenção com risco de pausa prolongada
- Trajectória da Fed — manutenção forçada e inflação revista em alta
- Trajectória da Fed — novo Chairman e cortes
- Trajectória da Fed — on hold a monitorizar inflação tarifária
- Trajectória da Fed — pausa cautelosa data-dependent
- Trajectória da Fed — pausa com viés de corte
- Trajectória da Fed — pausa condicionada a clarificação tarifária
- Trajectória da Fed — pausa data-dependent após dois cortes T4
- Trajectória da Fed — pause e dependência de dados
- Trajectória da Fed — pause prolongada
- Trajectória da Fed — pivot dovish e corte de Setembro
- Trajectória da Fed — pivot dovish e retoma do easing
- Trajectória da Fed — postura acomodatícia adicional
- Trajectória da Fed — postura acomodatícia perante crosscurrents
- Trajectória da Fed — primeiro corte desde 2024
- Trajectória da Fed — primeiro corte e expectativa de continuação
- Trajectória da Fed — retoma do easing
- Trajectória da Fed — retoma do easing com corte de Setembro
- Trajectória da Fed — risco de subida de taxas
- Trajectória da Fed — sem pressa entre abrandamento e inflação
- Trajectória da Fed — três cortes em 2025
- Trajectória da Fed — wait-and-see com viés para cortes no segundo semestre
- Trajectória da Fed — ‘nova fase’ mais cautelosa
- Trajectória da Reserva Federal e juros altos prolongados a pressionar avaliações
- Trajectória da Reserva Federal e yields do Tesouro
- Trajectória da Reserva Federal — manutenção das taxas em ambiente incerto
- Trajectória da política da Reserva Federal e risco de inflação
- Trajectória da política do Fed — pivot dovish e cortes de taxas
- Trajectória da política monetária da Fed
- Trajectória da política monetária da Reserva Federal
- Trajectória da política monetária — cortes adiados
- Trajectória da política monetária — dovish pivot de Setembro
- Trajectória da política monetária — easing limitado
- Trajectória da política monetária — primeiro corte de 2025
- Trajectória das taxas da Fed e expectativas de mercado
- Trajectória de alívio monetário antecipado
- Trajectória de alívio monetário da Fed
- Trajectória de cortes da Fed como vento de cauda
- Trajectória de política da Fed — corte de Setembro e dot plot dovish
- Trajectória de política da Fed — cortes entregues, mas expectativas de futuro recuam
- Trajectória de política da Fed — moderação inflacionária
- Trajectória de política da Reserva Federal
- Trajectória de política monetária da Fed
- Trajectória de política monetária da Reserva Federal
- Trajectória de política monetária e taxas elevadas por mais tempo
- Trajectória de taxas deslocada para neutral/restritiva perante a inflação energética
- Trajectória de taxas e sensibilidade de duration
- Trajectória de taxas — Fed e BoE em ciclo de cortes
- Trajectória de taxas — Fed, BoE e BCE em flexibilização
- Trajectória de taxas — higher-for-longer
- Trajectória do Fed — corte de 25 pb com sinalização cautelosa e subida das yields
- Trajectória do Fed — cortes entregues e mais previstos
- Trajectória do Fed — easing esperado no segundo semestre
- Trajectória do Fed — menos cortes do que o esperado em 2025
- Trajetória da Fed — flexibilização monetária
- Trajetória da Reserva Federal e atividade de capitais
- Viragem cautelosa da Reserva Federal
- Viragem da Fed como catalisador para o imobiliário e títulos sensíveis a taxas
- Viragem da narrativa da Reserva Federal de cortes para potenciais subidas
- Viragem hawkish da Fed em Dezembro após cortes consecutivos
- Viragem restritiva das expectativas de taxa sob o novo presidente da Fed
Articulação por trimestre
Articuladores
A inflação revelou-se mais persistente do que muitos investidores esperavam, reflectindo os efeitos remanescentes das tarifas e preços de energia mais elevados após o conflito com o Irão. Os yields dos Treasuries mantiveram-se elevados à medida que os investidores ajustaram expectativas para uma Reserva Federal que manteria o foco na estabilidade de preços sob nova liderança. A equipa não extrai daqui uma previsão de taxas: nota que os mercados de trabalho resilientes, o consumo sustentado e os resultados acima das expectativas permitiram aos investidores olhar através das correntes cruzadas macroeconómicas e concentrar-se em tendências de lucro favoráveis.
O ano começou com a expectativa de dois cortes em 2026 e terminou o trimestre com o mercado a atribuir probabilidade a uma subida. A inversão foi provocada pela guerra com o Irão e pela subida do petróleo, pela inflação persistente e pelos comentários inesperadamente restritivos do novo presidente Kevin Warsh sobre a importância de baixar a inflação. A gestora concorda que as hipóteses de corte diminuíram, mas mostra-se céptica quanto a uma subida efectiva, dado que a descida tardia dos preços de energia deverá moderar a inflação. Para já a Fed declarou-se em pausa.
Mercados entraram no trimestre a precificar dois cortes da Fed em 2026 mas saíram com expectativa de hold. Em Março a Fed manteve taxas inalteradas e reviu em alta projecções de inflação para 2026, reconhecendo que as implicações económicas do conflito permanecem incertas. Custos energéticos elevados complicam o caminho de cortes que a Fed vinha cuidadosamente a guiar para baixo.
Mercados entraram no trimestre a precificar dois cortes da Fed em 2026 mas saíram com expectativa de hold. Em Março a Fed manteve taxas inalteradas e reviu em alta projecções de inflação para 2026, reconhecendo que as implicações económicas do conflito permanecem incertas. Custos energéticos elevados complicam o caminho de cortes que a Fed vinha a guiar para baixo.
O choque energético complicou o caminho de cortes da Fed: o mercado entrou no trimestre a descontar dois cortes em 2026 mas saiu a antecipar manutenção. Na reunião de Março a Fed manteve juros inalterados e reviu em alta as projecções de inflação para 2026, reconhecendo que as implicações económicas do conflito permanecem incertas. Leitura marginalmente adversa para small-caps de crescimento sensíveis a taxas, com menos cortes do que o inicialmente descontado.
Os mercados entraram no trimestre a precificar dois cortes da Fed em 2026 mas saíram com expectativa de hold. Em Março a Fed manteve taxas inalteradas e reviu em alta as projecções de inflação para 2026, reconhecendo que as implicações económicas do conflito permanecem incertas. Custos energéticos elevados complicam o caminho de cortes que a Fed vinha cuidadosamente a guiar para baixo.
O choque energético complicou o caminho de cortes da Fed: o mercado entrou no trimestre a descontar dois cortes em 2026 mas saiu a antecipar manutenção. Na reunião de Março a Fed manteve juros inalterados e reviu em alta as projecções de inflação para 2026, reconhecendo que as implicações económicas do conflito permanecem incertas. Leitura marginalmente adversa para as SMid-caps de crescimento sensíveis a taxas, com menos cortes do que o inicialmente descontado.
A equipa nota que a Reserva Federal manteve a taxa de referência inalterada no primeiro trimestre perante a subida dos preços do petróleo e a incerteza da guerra no Irão. A inflação headline manteve-se em 2,4% em Janeiro e Fevereiro e o core PCE subiu para 3,1%, acima do alvo de 2%, enquanto o desemprego subiu para 4,4%. O comentário é descritivo, com a manutenção da taxa a reduzir as expectativas de corte face ao ciclo de cortes de 2025.
Mudança de expectativas para o caminho da Fed e o conflito no Médio Oriente pressionaram acções financeiras sensíveis a taxas. Bank of America detraiu apesar de fundamentais subjacentes sólidos — rendimento líquido de juros saudável, crescimento de depósitos e tendências de crédito estáveis. Expectativas de cortes de taxas diminuíram com pressões inflacionistas reavivadas pelo petróleo. As gestoras mantêm convicção em BAC pelas vantagens de escala, balanço forte e investimentos de longo prazo em tecnologia.
A Reserva Federal manteve o intervalo-alvo dos fed funds, invocando incerteza elevada sobre as condições económicas. Com a inflação acima da meta de 2% e o emprego a enfraquecer, a gestora descreve um banco central numa posição difícil. As taxas de juro subiram ligeiramente no trimestre, reflectindo expectativas de inflação mais altas por via das matérias-primas.
A política monetária manteve-se inalterada, com os fed funds em 3,50%-3,75%, enquanto a Fed continuou a sinalizar potencial corte mais tarde em 2026. A gestora enquadra este ambiente como favorável a empresas mais pequenas com maior exposição a dívida a taxa variável, à medida que as condições financeiras aliviam. Stylistically, o Russell 2000 Value (+4,96%) superou o Growth (−2,81%), com factores de maior qualidade a liderar. GDP a rondar 2,4% anualizado e mercados de trabalho a estabilizar sustentam o enquadramento.
A gestora nota que mercados entraram em 2026 a precificar um a dois cortes da Fed e moveram-se durante o trimestre para uma probabilidade modesta de aperto, à medida que ponderam crescimento mais lento contra pressões persistentes de inflação. A Fed manteve taxas em Março e reviu em alta as projecções de inflação para 2026, descrevendo a economia como resiliente mas sublinhando incerteza elevada e abordagem cautelosa, dependente de dados.
A Reserva Federal manteve taxas inalteradas na reunião de Março e actualizou projecções para reflectir crescimento mais lento e inflação um pouco superior. Embora o Fed continue a caracterizar a economia como resiliente, sublinhou elevada incerteza e sinalizou abordagem mais cautelosa e dependente de dados. As expectativas de mercado, que iniciaram o trimestre com um a dois cortes adicionais em 2026, moveram-se para probabilidade modesta de aperto.
Yields do Tesouro subiram no trimestre e a probabilidade de cortes adicionais reduziu-se com o spike do crude. A amplitude de cenários negativos expandiu-se materialmente. A gestora trata estas variáveis como ruído de curto prazo a separar do signal de longo prazo, consistente com a sua filosofia de não tentar antecipar momentos do mercado.
Inversão face ao easing do trimestre anterior. A inflação persistente — agravada pela subida do petróleo ligada ao conflito com o Irão — levou a uma pausa nos cortes de taxas, com os investidores a passar a esperar zero cortes adicionais este ano. A perspectiva de taxas mais restritiva (hawkish) pesou directamente sobre o sector financeiro no trimestre. A gestora nota, porém, que dois terços da carteira de crédito da BofA é fixed-rate a yields abaixo do mercado, pelo que reprecia em alta mesmo que o Fed corte, e que o backdrop económico resiliente sustenta resultados.
A gestora atribui a viragem dos activos de risco à nomeação de Warsh — o S&P 500 fez pico a 28 de Janeiro, dois dias antes do anúncio — pelo seu activismo por um balanço da Fed mais pequeno: retirar o governo como comprador massivo de dívida melhora a descoberta de preço e a alocação de capital («todos sabemos que faz sentido»), mas ninguém sabe quanta dor causará. Em sentido oposto, Warsh defende flexibilidade nas taxas porque os ganhos de produtividade da IA são desinflacionistas e baixam a taxa neutral. Confirmação incerta, com oposição bipartidária no Senado.
A gestora alerta que o mercado não está totalmente preparado para a possibilidade de subida de taxas se os preços da energia se mantiverem elevados. Não há muito tempo, o mercado antecipava novos cortes em 2026; se a Fed se mover na direcção oposta, isso poderá desencadear grandes preocupações sobre a economia. Os dados de inflação têm sido encorajadores recentemente, mas a energia é agora o wildcard que pode inverter a trajectória de política monetária esperada.
Os investidores entraram no ano com optimismo em torno de uma Fed mais acomodatícia, que parecia poised para baixar taxas de juro perante inflação subdued. O choque energético reverteu essa expectativa: as taxas de juro subiram e o crescimento económico passou a ser questionado perante petróleo em triple digits, tornando o cenário de cortes em 2026 incerto. Nos financials, taxas mais altas somaram-se às preocupações de crédito ligadas à IA. A gestora antecipa, ainda assim, que a economia dos EUA está em footing suficientemente sólido para resistir a preços de energia elevados por um período abreviado, com dados económicos ainda por reflectir o pleno impacto.
Depois de a Fed ter cortado taxas e terminado o aperto quantitativo em 2025, o mercado precificava mais dois cortes para 2026. Um choque na oferta de petróleo — que pode elevar a inflação subjacente — levou o mercado a retirar esses cortes, com expectativas a deslocarem-se para taxas estáveis até ao fim do ano. O ambiente de higher-for-longer é um vento contrário para mid-cap growth de duração longa.
Convicção dovish sobre o novo Chairman: expectativa de mudança da framework de "data dependency" para forward-looking. Tese explícita de que choques petrolíferos historicamente precedem recessões e que o Chairman cortará taxas para prevenir recessão. Persistem long em SOFR futures apesar das perdas em Março provocadas pelo spike das yields pós-início do conflito (mercado brevemente a pricing rate hike).
A Reserva Federal manteve as taxas nas duas últimas reuniões perante o aumento dos riscos de inflação e de emprego. O gestor espera taxas mais altas durante mais tempo, sem cortes significativos antes do final de 2026 ou 2027, à medida que o mercado digere a inflação da energia e a fragilidade do mercado de trabalho.
Antes da guerra, os mercados implicavam cerca de dois cortes de 25 pontos base nos EUA em 2026; no fim do mês estavam perto de zero, e na Europa chegaram a implicar três subidas. Com a taxa a 10 anos dos EUA a subir para 4,30% e o ouro a falhar como refúgio, o fundo assinala a estreita margem dos bancos centrais perante a inflação de custos energéticos.
Antes da guerra, os mercados implicavam cerca de dois cortes de 25 pontos base nos EUA em 2026; no fim do mês estavam perto de zero, e na Europa passaram de cerca de 50% de probabilidade de um corte para três subidas implícitas. Com as taxas das obrigações a subir e o ouro a falhar como refúgio, os múltiplos de valorização comprimiram e o crescimento cedeu face ao valor.
Uma das três pernas do quadro de gestão da exposição líquida — progresso da IA, apoio orçamental e política monetária — perdeu força: a trajectória de cortes de taxas deslocou-se para neutral/restritiva, perante a inflação impulsionada pela energia na sequência do choque do petróleo. Com a política monetária a pesar, o gestor deixa a IA a carregar hoje maior parte do peso na sustentação da exposição.
A gestora antecipa um pano de fundo menos permissivo do que os regimes suportados por liquidez a que os investidores se habituaram. Preços de energia mais altos e mais voláteis actuam como um imposto sobre consumidores e indústria, complicando a trajectória dos bancos centrais e aumentando a probabilidade de uma postura higher-for-longer. A OCDE alertou que o pico de preços da energia acresce às pressões inflacionistas, com maior volatilidade a alargar a dispersão de retornos.
O choque petrolífero reacendeu receios inflacionistas e deslocou a narrativa da Reserva Federal de cortes de taxas para potenciais subidas. A casa regista esta mudança de regime como pano de fundo macro que pressionou múltiplos de crescimento, sem pretender antecipar a trajectória de política monetária.
O choque petrolífero reacendeu receios inflacionistas e deslocou a narrativa da Reserva Federal de cortes de taxas para potenciais subidas. A casa regista esta mudança de pano de fundo, que penalizou sobretudo o estilo Large-cap Growth, sem pretender antecipar a trajectória de política monetária.
Perante o choque energético, a Reserva Federal reverteu para uma postura cautelosa. As expectativas de cortes de taxa foram revistas de um a dois no início do ano para a possibilidade de nenhum corte, ou mesmo de uma subida. Taxas e inflação mais altas representariam um vento contrário adicional para consumidores e pequenas empresas, que continuam a lidar com incerteza e confiança contida. A trajectória depende da duração e profundidade do choque nas matérias-primas.
Mercado entrou no ano à espera de múltiplos cortes; perspectiva deslocou-se para período prolongado de política restritiva, tightening de financial conditions e pressão acrescida sobre risk assets. Driver subjacente: o energy shock pós-Médio Oriente.
A subida das taxas de juro e de crédito hipotecário, impulsionada por receios inflacionistas persistentes e por uma Reserva Federal constrangida de flexibilizar, é identificada como vento contrário adicional ao consumidor e ao mercado habitacional para o resto de 2026.
A entrada de 2026 trazia a expectativa de cortes de juros, com a Fed aparentemente pronta a aliviar. Os efeitos inflacionistas da guerra criaram novos problemas para a Fed, complicando os planos de alívio monetário. Menos cortes do que o inicialmente descontado é uma leitura marginalmente adversa para as small-caps de crescimento sensíveis a taxas, o que suporta uma orientação ligeiramente restritiva do banco central.
A inflação esperada para os doze meses até final de Março situa-se acima de 3%, face a 2,4% na leitura homóloga até Fevereiro. Powell considerou as expectativas de inflação ancoradas e dispensou subidas de juros, mas os participantes de mercado deixaram de esperar uma descida significativa das taxas este ano.
O gestor entrou em 2026 a contar com melhoria das condições monetárias como vento de cauda para os micro-caps. A subida da energia, a persistência de tarifas e o risco de reaceleração da inflação tornaram, porém, menos certos e mais tardios os cortes de juros. Como resultado, sectores que se esperava inflectirem — consumo e financeiras — podem ver uma recuperação mais adiada, mesmo com fundamentais de longo prazo intactos.
Optimismo inicial assentava na expectativa de cortes adicionais da Fed, agora comprometida pela natureza inflacionista dos choques de oferta de petróleo. Receios de que qualquer choque sustentado de preços do petróleo se traduza em números de inflação podem amarrar as mãos da Fed relativamente a flexibilizações adicionais. Yields do Tesouro subiram em consequência, desfavorecendo equities ricamente avaliadas.
Fed manteve taxas em Março e expectativas para o ciclo de cortes moderaram-se: agora apenas um corte esperado em 2026 versus três coming into the year. Yields de obrigações subiram com pressões inflacionistas do petróleo a complicar a perspectiva de política dos bancos centrais globais. Esta inflexão hawkish associada a maior incerteza geopolítica deteriora o backdrop económico para 2026.
Fed manteve taxas em Março e expectativas para o ciclo de cortes moderaram-se: agora apenas um corte esperado em 2026 versus três coming into the year. Yields de obrigações subiram com pressões inflacionistas do petróleo a complicar a perspectiva de política dos bancos centrais globais. Esta inflexão hawkish associada a maior incerteza geopolítica deteriora o backdrop económico para 2026.
A Reserva Federal manteve as taxas inalteradas em Março e Powell rejeitou o risco de estagflação. As expectativas de inflação a 12 meses subiram para 6,2% e as taxas de longo prazo subiram, com a yield do Tesouro a 10 anos a fechar em 4,32%.
Os mercados passaram de esperar cortes de juros para antecipar um período prolongado de política estável. Pressões inflacionistas persistentes e preços da energia mais altos sustentaram um ambiente de taxas de juro elevadas por mais tempo, com os activos norte-americanos a permanecerem relativamente fortes e o dólar a registar o seu maior ganho trimestral desde o final de 2024.
Mercados ajustaram expectativas de cortes para um período prolongado de política estável. Pressões inflacionistas persistentes e preços de energia mais altos sustentam regime de taxas higher-for-longer. Activos refúgio mantiveram-se em procura.
Manager espera que a Reserva Federal demore mais a cortar taxas do que o mercado assume e que cortes sejam menos significativos que os dois cortes de 25 pontos base esperados para 2026. Cita preferência expressa do nominado para chair como factor que complica a leitura e admite que outcomes contraintuitivos são possíveis dado fiat-setting de short-term rates.
A gestora descreve uma Fed que avançou em postura acomodatícia durante o trimestre, num cenário macro que se manteve resiliente no agregado apesar de crosscurrents crescentes. Shutdown governamental prolongado reduziu visibilidade dos dados económicos, amplificando debate sobre sinais de inflação e emprego, num momento em que dinâmicas globais de bancos centrais se tornaram menos uniformemente suportivas. Suporte construtivo para equities US no agregado.
A Fed avançou para postura acomodatícia adicional no trimestre, suportando confiança do investidor juntamente com resultados corporativos melhores que esperado. Dinâmicas de bancos centrais globais menos uniformemente acomodatícias complicaram leitura, agravado pelo shutdown governamental prolongado que reduziu visibilidade sobre dados económicos.
A gestora descreve uma Fed que avançou na postura acomodatícia, suportando a confiança dos investidores. Contudo, o softening do mercado laboral, consumidores mais bifurcados, housing sob pressão e o shutdown prolongado a reduzir visibilidade dos dados macro complicam o read-through. Dinâmicas globais de bancos centrais menos uniformemente acomodatícias adicionam ruído.
A equipa observa que a Reserva Federal cortou a taxa de referência em 0,25% por duas vezes no trimestre em resposta à fragilidade do mercado de trabalho, com desemprego a subir para 4,6% em Novembro. Inflação moderou e o crescimento real anualizado acelerou para 4,3% no terceiro trimestre. O comentário é descritivo e não direccional.
A Fed implementou dois cortes de 0,25% no trimestre, baixando o federal funds target range para 3,50%-3,75%. Powell enfatizou abordagem data-dependent, reconhecendo riscos a ambos os lados do dual mandate da Fed. Notou a necessidade de avaliar cuidadosamente a informação que chega, sublinhando que a política se manterá cautelosa e medida entrando em 2026. CPI a +2,7% YoY em Novembro (mínimo desde Julho); unemployment a 4,6% (máximo de 4 anos mas historicamente baixo); GDP real Q3 a 4,3% anualizado (mais rápido crescimento trimestral em dois anos). Dados potencialmente distorcidos pelo shutdown de 43 dias.
A Fed implementou dois cortes de 0,25% no trimestre, baixando o federal funds target range para 3,50%-3,75%. Powell enfatizou abordagem data-dependent, reconhecendo riscos a ambos os lados do dual mandate. Sublinhou que a política se manterá cautelosa e medida entrando em 2026. CPI a +2,7% YoY em Novembro (mínimo desde Julho); unemployment a 4,6% (máximo de 4 anos mas historicamente baixo); GDP real Q3 a 4,3% anualizado (mais rápido crescimento trimestral em dois anos). Dados potencialmente distorcidos pelo shutdown de 43 dias — o mais longo da história EUA — que forçou ~1,4 milhões de empregados federais a ficar sem salário antes da continuing resolution de 12 de Novembro.
Backdrop macroeconómico favorável incluiu corte de 25 pontos base pela Fed em Dezembro. Stylistically, Russell 2000 Value (+3,26%) superou Russell 2000 Growth (+1,22%) — counterintuitivo dado que growth factors lideraram, mas explicado pelo peso 2,6x do sector financeiro do Russell 2000 Value face ao Growth, o qual beneficiou significativamente do corte de juros. GDP Q3 +4,3% suportado por consumer spending mais forte que antecipado e desenvolvimentos comerciais positivos. Inflação a 3,1%, impulsionada por custos de energia mais altos e tariff passthroughs, mas dentro de intervalo manejável.
A Reserva Federal cortou taxas três vezes em 2025. O corte de Dezembro incluiu maior divisão interna e linguagem que sinalizou higher bar para cortes futuros, embora Powell tenha sido interpretado como incrementalmente dovish. Outros bancos centrais (zona euro, Reino Unido, Canadá, Austrália) também cortaram em 2025, suportando equity markets. Sinais intermitentes de softer labor data e consumer-related concerns foram largely offset por rate cuts, actividade económica resiliente e stronger-than-expected late-year US GDP print.
O Fed pausou os primeiros nove meses de 2025 para avaliar o impacto das tarifas, retomando cortes em Setembro com três cortes acumulados até ao final do ano. As gestoras observam que "investors sure do love it when the Fed cuts rates" — explicação parcial para o rally do trimestre. O título da carta ("In Fed we trust") joga com o duplo sentido entre Federal Reserve e Roger Federer.
A Reserva Federal cortou taxas três vezes em 2025. O corte de Dezembro incluiu maior divisão interna e linguagem que sinalizou higher bar para cortes futuros, embora Powell tenha sido interpretado como incrementalmente dovish. Outros bancos centrais (zona euro, Reino Unido, Canadá, Austrália) também cortaram, suportando equity markets durante o ano. Sinais intermitentes de softening em labor data foram largely offset por rate cuts e actividade económica resiliente.
Fed cortou 25 pb em Outubro e Dezembro para 3,50–3,75% mas a última reunião revelou divergências: alguns oficiais defendem patience, outros holding rates por longo período. Fed projecta apenas mais um corte em 2026; risco bilateral (subidas se inflação re-acelera por tariff pass-through, cortes se mercado de trabalho enfraquece). Mandato de Powell expira em Maio, sucessor mais alinhado com Trump introduz variável adicional. ECB segura a 2%, BOJ subiu para 0,75% — divergência pronunciada entre os três bancos centrais maiores.
A gestora articula Fed em easing como tailwind primário para o sector financeiro. Após corte de 0,25 pontos em Setembro, o Fed cortou taxas duas vezes mais no quarto trimestre. Inflação core de 2,6% em Dezembro (4-year low) sustenta continuidade do ciclo. Forward curve assume dois cortes em 2026. Combinado com steepening yield curve, alimenta net interest margins, actividade de lending, mortgage origination e debt issuance.
Fed cortou taxas mais duas vezes no quarto trimestre após corte de Setembro; forward curve assume dois cortes em 2026, suportada por core CPI a 2,6% (mínimo de quatro anos). Capital markets descritos como "wide open" com elevated debt issuance, equity offerings e M&A volumes. Falling interest rates, rising equity prices e improving corporate confidence devem beneficiar advisory firms, rating agencies (S&P Global) e alternative asset managers (KKR, Apollo). Steepening yield curve melhora net interest margins; sustained economic growth boost lending e tempera credit losses. Rebound em mortgage origination beneficia originators e credit bureaus (FICO).
A gestora regista três cortes da Fed em 2025 com ciclo confirmado; “Helped by the first rate cut of the year in September” contribuiu para gains do Q3. Antecipa 2026 como teste de Fed independence — late-cycle com less slack no sistema, forward inflation expectations mais altas, mas Trump Administration com bias claro para taxas mais baixas. Cenário base: Fed waiver provoca dollar weakness, estende outperformance non-US e amplifica equity gains. Risco explícito: yields de longer-term bonds a subir / yield curve a steepen.
A gestora regista três cortes da Fed em 2025 com ciclo confirmado; “Helped by the first rate cut of the year in September” contribuiu para gains do Q3. Antecipa 2026 como teste de Fed independence — late-cycle com less slack no sistema, forward inflation expectations mais altas, mas Trump Administration com bias claro para taxas mais baixas. Cenário base: Fed waiver provoca dollar weakness, estende outperformance non-US e amplifica equity gains. Risco explícito: yields de longer-term bonds a subir / yield curve a steepen.
Gestora "doesn't predict the path of interest rates" mas argumenta que AI productivity gains podem levar a fewer jobs, contra Fed mandate de full employment — possível secular trend para lower rates como offset. Lower shelter inflation e AI productivity gains podem combine para drive long-term rates down. Lower long-term rates seria "a powerful catalyst for real estate". Fed continua a easing financial conditions.
Gestora "doesn't predict the path of interest rates" mas argumenta que AI productivity gains podem levar a fewer jobs, contra Fed mandate de full employment — possível secular trend para lower rates. Lower shelter inflation e AI productivity gains podem combinar para drive long-term rates down. Fed em easing path, a continuar a ease financial conditions. Lower long-term rates seria "a powerful catalyst for real estate" — especialmente para Agree Realty (triple-net) e mortgage REITs.
Macro backdrop descrito como "steady finish to an otherwise turbulent year". Fed cortou 25pb em cada uma das reuniões de Outubro e Dezembro após corte de Setembro. Recuperação sustentada desde os lows de 8 de Abril suportada por moderating tariff impacts, resultados corporativos robustos e continued monetary easing. Q4 S&P +2,66%, NASDAQ +2,72%, Dezembro relativamente flat (S&P +0,06%, NASDAQ -0,47%). Tema secundário — o foco continua bottom-up tech.
A gestora identifica estímulo monetário e fiscal como o terceiro catalisador do rally trimestral, mas adopta tom cauteloso: estímulo adicional aparenta estar a caminho mas deverá propagar-se de forma desigual pela economia. Fora da IA e investimento tecnológico associado, descreve uma economia próxima da estagnação com manufactura em recessão, serviços a abrandar e mercado de trabalho mais frouxo.
A Reserva Federal tem cortado taxas, com queda de cerca de 100bps no mortgage rate a 30 anos no último ano. O gestor distingue a curva curta (controlada pela Fed) da longa (10Y Treasury, expectativas inflacionistas, oferta soberana, prémios de risco MBS). O pricing efectivo do mortgage = 10Y Treasury + spread MBS, e o spread blew out para 300+bps no final de 2021 vs média 168bps em 2016-2020. Aponta 50bps adicionais de mean-reversion no spread como possível mesmo sem queda nas yields longas, via redução do MOVE Index e dos custos de hedging de negative convexity.
As gestoras identificam moderação da inflação e potencial Fed mais acomodatícia como um dos vários factores que dão confiança na continuação do broadening de mercado. Não há articulação direccional explícita sobre cortes de taxas — apenas ângulo construtivo sobre direcção macro.
Com o ciclo de cortes a 25-50 pontos base da taxa neutral, a gestora considera desnecessária a luta pela última milha. Rejeita o argumento de Trump de que cortes de várias centenas de pontos base permitiriam refinanciar a dívida com poupanças massivas: um degrau abrupto na Fed Funds apenas inclinaria a curva de rendimentos — a Fed já cortou 175 pontos base e as taxas hipotecárias mal se moveram. Sobre o novo presidente da Fed a nomear na Primavera de 2026, lembra que é um voto num comité alargado e que quem define as taxas é o mercado obrigacionista, não o presidente da Fed.
A gestora articula expectativa de política monetária gradualmente mais acomodatícia se a Fed mantiver postura data-driven. Futuros implicam dois cortes de 25 bp em 2026, vistos como starting point conservador. Inflação continua a desacelerar, labor market a arrefecer sem colapsar. Wildcards incluem nova nomeação do Fed chair a meio do ano e possível re-aceleração da inflação que pode reshape a trajectória.
A gestora articula expectativa de política monetária acomodatícia combinada com fiscal stimulus a suportar crescimento económico em 2026 — prioridade do governo nas intercalares. A Federal Reserve tem reduzido as taxas de juro e o environment para tech é descrito como promising. Wildcards: nova nomeação Fed chair a meio do ano e risco de yields longas mais altas se bond vigilantes perderem confiança no compromisso com price stability do novo chair.
A gestora articula expectativa de política monetária acomodatícia combinada com fiscal stimulus a suportar crescimento económico em 2026 — prioridade do governo nas intercalares. A Federal Reserve tem reduzido as taxas de juro e o environment para tech é descrito como promising. Wildcards: nova nomeação Fed chair a meio do ano e risco de yields longas mais altas se bond vigilantes perderem confiança no compromisso com price stability do novo chair. Downtick em taxas poderá também dar boost ao biotech.
A Fed cortou duas vezes 25 pontos base no T4 2025 por preocupações com labor market. Unemployment em 4,6% (Novembro) a trender em alta; employment picture descrito como "no hire, no fire". Inflação ainda acima do desejado pelo Fed mas long-term inflation expectations bem-ancoradas e leituras recentes encorajadoras. Combinação de rising unemployment com high but declining inflation expectations provavelmente pausou o Fed, posicionando o central bank como data-dependent. Mercado precifica dois a três cortes adicionais de 25 bps em 2026 — visão razoável para a gestora. Long-term rates são o factor mais importante para equities; gestora espera 10-yr UST yield em range apertado em torno de 4%, com curve a steepen potencial se Fed continuar a cortar e economia mantiver footing.
Os bancos centrais do G-7 enfrentam pressão política para errar pelo lado de política monetária mais fácil enquanto reconciliam objectivos de inflação de 2% com fragilidade económica. Cortes do Fed prospectivos deverão suportar acções de mercados emergentes.
Sean articula tese central de que Trump irá nomear um Fed Chair com viés dovish que priorizará crescimento e política fiscal frouxa sobre controlo de inflação. Mecanismo: hikes mais lentos, easing mais rápido, yields reais negativas, dólar mais fraco, asset prices a inflar no curto prazo. Stance bearish refere-se ao impacto estrutural de longo prazo (aterragem dura, custos elevados para corrigir), não ao curto prazo onde mercados beneficiam da "rocket fuel" temporária.
Fed cortou em Setembro, Outubro e Dezembro fixando target em 3,50%-3,75%. Mercados antecipam novos cortes em 2026 mas comunicação do Fed limita consenso. Gestores sinalizam preocupação com independência da Fed sob novo presidente em 2026 face a pressões políticas e fiscais. 10-Year Treasury a 4,16% no fim do trimestre explica enfraquecimento do imobiliário residencial e penaliza DFH.
Fed cortou taxas em 0,25 pp em três reuniões consecutivas (Setembro, Outubro, Dezembro de 2025) ao tentar equilibrar abrandamento de contratações e inflação ainda acima do alvo de 2%. Mercado precifica mais dois cortes em 2026 dado expectativas de mercados de trabalho frouxos e inflação transitória. Outros bancos centrais (BCE, BoE, BoC) em pausa em Dezembro. Gestora considera o easing monetário e fiscal nos EUA provável de continuar — tailwind para o ambiente de risco mid-cap growth.
Pilecki enquadra TFSL como play directo sobre o alívio progressivo do custo de depósitos à medida que as taxas curtas recuam, em paralelo com a re-precificação para cima do portfolio de ARMs de cinco anos originados em 2020-2021. A tese explícita é que a recuperação de NIM não requer assunções heróicas — apenas normalização face a níveis de rentabilidade extraordinariamente deprimidos. Steepening da yield curve é descrito como tailwind sectorial mais lato para regional banks.
Long em interest rate futures monetizou correctamente a antecipação de que a Fed cortaria taxas mais do que o mercado descontava. Sem novos detalhes sobre a trajectória futura nesta carta — a articulação fica essencialmente backward-looking sobre 2025.
A Fed cortou taxas em Setembro pela primeira vez, com cortes adicionais em Outubro e Dezembro. Tom data-dependent manteve-se ao longo do trimestre, sinalizando disponibilidade para easing adicional à medida que inflação modera em direcção a target e condições de mercado laboral suavizam nas margens. Esta postura ajudou a conter volatilidade de taxas de juro e a suportar valuations accionistas. A equipa não articula posicionamento directo de duration, tratando o pivot como contextual para multiple expansion equity-side.
Werres mapeia o ciclo de cortes da federal funds rate desde Setembro de 2024 como compressão directa de margens em Interactive Brokers — net interest margin caiu 27 bps para 2,08% — mas explicita que o crescimento de saldos (customer credit +28,0%, margin loans +30,8%) mais que compensou, com net interest income +13,2%. Stance mixed reflecte headwind operacional pontual contra resiliência estrutural do modelo.
A Fed entregou dois cortes adicionais de taxas no trimestre apesar de pressões inflacionistas persistentes, motivada por softer labor market data e sinais de fraqueza no consumo habitacional residencial. Os gestores antecipam continuação da postura dovish sob nova Fed Chair em 2026, com mais cortes prováveis ao longo do ano. Taxas descendentes são uma das duas forças que devem suportar risk assets em 2026.
Moody's e S&P Global on pace para set new highs em revenue e profitability em Q4 e full year 2025 driven por credit market conditions a fuel widespread growth em debt issuance. Refinancing needs a crescer materialmente; novas industries continue to emerge requiring capital — datacenter buildout como exemplo proeminente. Morgan Stanley expects investment grade supply a surgir 25 por cento em 2026 com credit markets já inundated com new issuance nas first three weeks do ano. Refunding wall excede USD 5 trilião de global nonfinancial corporate debt maturando 2025-2029. Stance bullish mid-cycle assumindo growth GDP-coupled.
A Fed seguiu o corte de Setembro com mais dois cortes de 25 pb em Outubro e Dezembro. Crescimento de emprego mais lento poderá dar à Fed mais leeway para continuar a easing monetário, e taxas de juro mais baixas poderão constituir tailwind económico para um leque alargado de empresas. A gestora identifica a trajectória da Fed como driver potencial de ganhos de mercado em 2026.
Tanto a Fed como o Banco de Inglaterra cortaram taxas no trimestre, com o corte de Dezembro da Fed a marcar o terceiro em quatro meses. A Fed anunciou ainda um programa renovado de compras de Treasuries de 40 mil milhões de dólares por mês, sinalizando que mais cortes podem seguir-se em 2026. Mercado laboral mais fraco (desemprego em 4,6% em Novembro, máximo de quatro anos) e shutdown mais longo da história dos EUA (43 dias) compensaram parcialmente este suporte. Pano de fundo construtivo para acções em 2026.
As acções dos EUA subiram pelo terceiro trimestre consecutivo, apoiadas por crescimento de lucros resiliente, 50 pontos base de cortes adicionais da Reserva Federal e alívio das tensões comerciais. A gestora nota que a continuação de cortes de taxas, combinada com medidas de estímulo orçamental, pode sustentar o crescimento, mas alerta que as dinâmicas de fim de ciclo se tornam mais visíveis e que a complacência elevada deixa os mercados vulneráveis a surpresas. Não pretende antecipar a trajectória de política monetária.
Gestora descreve EUA a entrar em 2026 em footing relativamente firme. Do lado de política, Fed reduziu taxas e fiscal policy esperada como tailwind com tax incentives a entrar em vigor. Empresas adaptaram-se a incerteza tarifária que dominou 2025. Apesar das dinâmicas positivas, manufacturing e housing permanecem muted e existe incerteza persistente sobre emprego e inflação — tom equilibrado, não eufórico.
Tese de tailwind triplo: política fiscal (OBBB com tax cuts equivalentes a cerca de 800 USD por contribuinte em 2026), monetária acomodatícia (Fed cortou taxas duas vezes em Q4 — Outubro e Dezembro), e desregulamentação. Inflação surpreendeu downside e ruído crescente sobre AI-related job losses dará à Fed ammunition para continuar cortes. Estimativas consensuais de crescimento de lucros de 13-14% em 2026 (vs. long-run averages 7-8%) suportam valuations elevadas. Selecção do próximo Fed Chair é evento-chave para 2026.
A gestora regista o corte de taxas da Fed no quarto trimestre num contexto de inflação a arrefecer (CPI, PPI, PCE), reconhecendo que "embora ainda imperfeitas, estas leituras deram aos policymakers confiança para começar a cortar". Aponta expectativa de continuação do arrefecimento em 2026, com lembrete de que as mudanças de taxa demoram tipicamente um ano a propagar-se pela economia, e identifica taxas mais baixas combinadas com rising small business profits como possível catalisador para uptick em hiring e confiança do consumidor.
A gestora regista o corte de taxas da Fed no quarto trimestre num contexto de inflação a arrefecer transversalmente (CPI, PPI, PCE), com leituras próximas do objectivo de longo prazo da Fed. Aponta expectativa de continuação do arrefecimento em 2026, com lembrete explícito de que as mudanças de taxa demoram tipicamente cerca de um ano a propagar-se pela economia. Identifica taxas mais baixas combinadas com rising small business profits como possível catalisador para uptick em hiring agregado e confiança do consumidor.
Corte de Setembro marcou regime shift para "still restrictive but easing". Consensus aponta para número limitado de cortes adicionais antes de as taxas estabilizarem bem acima das normas pré-pandemia. Framework consistente com regime estrutural de inflação superior, moldado por tariffs, fiscal deficits e fragmentação de supply chains. Preferência por balance sheet strength, pricing power e disciplina de capital alinhada com U.S. Quality.
Corte de Setembro marcou regime shift para "still restrictive but easing". Consensus aponta para número limitado de cortes adicionais antes de as taxas estabilizarem bem acima das normas pré-pandemia. Framework consistente com regime estrutural de inflação superior, moldado por tariffs, fiscal deficits e fragmentação de supply chains. Preferência por balance sheet strength, pricing power e disciplina de capital alinhada com U.S. Quality Premier.
A Fed cortou três vezes em 2025 (Setembro, Outubro, Dezembro) num total de 0,75 ponto percentual, apoiando bond prices de curto e médio prazo e pressionando short-term money market rates. A gestora espera pelo menos dois cortes em 2026 e antecipa que a procura por dividend payers reganhe interesse à medida que rates de money market caem. Preocupação latente com a independência da Fed após o termo do Chairman Powell em Maio de 2026 e com pressões inflacionárias decorrentes de tarifas e dólar fraco que podem complicar o easing path.
Corte de 25 pontos-base em Outubro reforçou expectativas de afrouxamento de condições financeiras no início do trimestre. Sentimento moderou no final após corte mais dividido em Dezembro e comunicações Fed sugerindo trajectória mais lenta e condicional. Path of interest rates identificado entre factores externos que moldarão resultados de mercado em 2026.
Corte de 25 pontos-base em Outubro reforçou expectativas de afrouxamento de condições financeiras. Corte mais dividido em Dezembro e comunicações da Fed sugerindo trajectória mais lenta e condicional moderaram o sentimento. Para 2026, a nomeação de novo Chair da Fed é explicitamente identificada como factor crítico a monitorizar.
Corte de 25 pontos-base em Outubro reforçou expectativas de afrouxamento de condições financeiras. Sentimento moderou no final do trimestre após corte mais dividido em Dezembro e comunicações da Fed sugerindo trajectória mais lenta e condicional para a futura acomodação de política. Para 2026, a trajectória da política monetária é explicitamente identificada como variável crítica para determinar se os valuations correntes podem ser sustentadas.
Corte de 25 pontos-base em Outubro reforçou expectativas de afrouxamento de condições financeiras. Corte mais dividido em Dezembro e comunicações da Fed sugerindo trajectória mais lenta e condicional moderaram o sentimento. Para 2026, a nomeação de novo Chair da Fed é identificada como factor crítico a monitorizar.
O Fed entregou dois cortes de 25 bps no trimestre, em linha com expectativas. O dot plot indica mais um corte de 25 bps em 2026. Combinado com sinais de mais suporte fiscal nos EUA, o pano de fundo monetário é enquadrado como construtivo para acções — destacando o Dow Jones a outperformar S&P 500 e Nasdaq no trimestre.
A Fed cortou 25 bps em Dezembro mas comentários de Powell foram mais ‘hawkish’ do que em reuniões anteriores; a instituição passou a projectar apenas dois cortes adicionais para 2025 versus quatro anteriormente, sinalizando uma ‘nova fase’ em que avaliará a ‘extensão e calendarização’ de novos ajustes. A Fed reconheceu também preocupação com tarifas adicionais e o seu efeito inflacionista. VIX subiu 74% após a reunião e provocou um deslize abrupto nos mercados accionistas.
O Fed reiniciou Quantitative Easing 'no interesse de reserve management' com asset prices em máximos — antes QE era backup generator, agora é required just to keep the lights on. Sistema financeiro cativo dependente de permanent central bank liquidity rather than decentralized market liquidity. 10Y Treasury yields +50pb desde o início dos cortes em Setembro 2024 — mas Powell insiste tratar-se de 'expectation of higher growth or something like that'. Doom loops: cortar taxas para baixar custos de habitação puxa preços; aplicar tarifas para receita e devolver via stimulus checks. Caminho de 'accepting inequality or inviting a recession'.
A gestora identifica a perspectiva de declining interest rates e melhoria do crescimento de resultados como driver da atenção crescente sobre o asset class de small caps. Dados melhores que o esperado bolstered a confiança do mercado de que a Fed continuaria a aliviar taxas em Dezembro. A gestora "embraces" estas condições mas avisa contra usá-las como leitura tactical para alocação a small caps.
A Fed cortou a taxa dos Fed Funds pela terceira vez no ano em Dezembro, para 3,50–3,75%, com o consenso a apontar descida para cerca de 3% até ao final de 2026. A gestora nota, porém, que as yields das obrigações de longo prazo subiram desde o início dos cortes em Setembro de 2024, reflectindo receios de inflação persistente e défices orçamentais; novas descidas seriam construtivas para o crescimento económico.
A 10 de Dezembro a Fed cortou os Fed Funds pela terceira vez no ano, em 0,25%, para 3,50-3,75%, numa decisao nao unanime pesada pelo abrandamento das contratacoes no mercado de trabalho. O consenso aponta a continuacao da descida para cerca de 3% no final de 2026. A gestora nota, porem, que as yields das obrigacoes de longo prazo subiram desde o inicio dos cortes em Setembro de 2024, reflectindo receios de inflacao persistente e defices orcamentais; novas descidas das yields seriam construtivas para o crescimento economico.
Rewey reitera o argumento articulado no T3 2025 sobre o mandato dual da Fed enshrined no Federal Reserve Act de 1977. Sustenta que a deterioração do emprego (payrolls -105 mil em Outubro, desemprego 4,6% — máximo desde Setembro 2021) deverá pressionar a Fed a cortar mais. A probabilidade de cortes adicionais melhora dramaticamente se a inflação induzida por tarifas começar a moderar a partir do final do T2 2026.
O gestor identifica a viragem da Reserva Federal para cortes de juros como vento de cauda chave para 2026, especialmente favorável a micro-caps, que tendem a ser mais sensíveis a alterações nas condições de financiamento e ao momentum económico doméstico. Juros mais baixos e uma curva de rendimentos mais inclinada podem reduzir custos de capital, melhorar a liquidez e apoiar investimento incremental, traduzindo-se em aceleração dos resultados.
Após pausa prolongada em 2025, a Fed iniciou novo ciclo de cortes em Setembro com cut de 25bp, seguido de mais dois cortes de igual magnitude em Outubro e Dezembro. A equipa observa que dados laborais fragilizados — payrolls de apenas 64 mil em Novembro e taxa de desemprego em 4,6% — deram à Fed cobertura para flexibilizar apesar de inflação acima do target de 2%. Investidores não estavam com disposição para "lutar contra a Fed" e activos de risco moveram-se mais alto.
O Fed cortou as taxas duas vezes no quarto trimestre para o intervalo de 3,50%–3,75% e retomou o ciclo de flexibilização. Os gestores vêem isto como construtivo: com cerca de 8 biliões de dólares em money market funds e yields a recuar dos picos acima de 5% para 3,7%, antecipam uma rotação para acções de dividendo elevado com fluxos de rendimento crescentes. Reconhecem, porém, que o ritmo de flexibilização deverá abrandar em 2026.
A gestora reporta de forma factual que a Fed cortou taxas em 25 bps em cada uma das duas reuniões do trimestre e que o CPI de Novembro surgiu a 2,7% YoY, bem abaixo dos 3,1% esperados. Não articula uma visão direccional explícita sobre o caminho futuro da política monetária, enquadrando-a antes como parte de um quadro macro desconexo, agravado pelo shutdown governamental mais longo da história.
A Reserva Federal continuou a flexibilizar a política monetária no trimestre, num movimento acompanhado pelo Banco de Inglaterra. As gestoras identificam o abrandamento do mercado de trabalho como a consideração determinante para os cortes adicionais de taxa da Fed, apesar de um PIB do terceiro trimestre acima do esperado.
A Reserva Federal e o Banco de Inglaterra aliviaram mais no trimestre. O abrandamento do mercado de trabalho foi a consideração-chave para os cortes de juros adicionais da Fed, num contexto de PIB do terceiro trimestre melhor do que esperado mas consumidores cautelosos.
A carta articula uma trajectória da Fed em duas fases. No curto prazo, a moderação da inflação reportada "cria espaço para a Fed entregar cortes adicionais", reforçados por um novo Chairman a continuar a reduzir taxas — leitura acomodatícia que sustenta o setup pró-risco do primeiro semestre. A segunda fase é cautelosa: a mudança de redução para expansão do balanço, somada ao estímulo fiscal de ano eleitoral, "eventualmente reacenderá pressões de preços", exigindo uma Fed mais restritiva mais tarde no ano. O resultado é um ano bifurcado.
Reserva Federal apoiou mercados no T4 2025 com dois cortes de 25 pontos base e tom equilibrado em Dezembro, com perspectiva melhorada de crescimento e inflação. Easing combinado com moderação da inflação sustenta o regime construtivo de mercado.
O corte de 25 pontos-base em Setembro marcou a retoma do easing monetário após pivot dovish reforçado por Powell em Jackson Hole. Embora persista incerteza sobre o ritmo de cortes adicionais, a perspectiva de taxas mais baixas suportou valuations de equities e sentiment dos investidores. A inflação mostrou sinais de moderação, permitindo aos mercados focar-se na probabilidade de policy support em vez de medidas restritivas.
A gestora descreve uma Fed que evoluiu de stance cautelosa para tom mais dovish à medida que sinais de softening do mercado de trabalho emergiram. Remarks de Powell em Jackson Hole reforçaram o pivot, e o corte de 25 pontos-base em Setembro marcou a retoma do monetary easing. Apesar de incerteza sobre o pace de cortes adicionais, a prospect de lower rates suportou valuations de equities e sentimento. Inflação, ainda acima do target de 2%, mostrou sinais de moderação — permitindo focar em policy support em detrimento de medidas restritivas. Suporte construtivo para equities US no agregado.
A Fed alterou postura de cautelosa para dovish ao longo do trimestre face a sinais de softening do mercado de trabalho. Discurso de Powell em Jackson Hole reforçou pivot, culminando no corte de 25 pontos-base em Setembro que marcou retoma do ciclo de easing monetário. Incerteza permanece sobre pace de cortes adicionais, mas perspectiva de taxas mais baixas suportou valuations de equity e sentimento. Inflação ainda acima da meta de 2% mas com sinais de moderação, permitindo mercado a focar-se em policy support em vez de medidas restritivas.
A gestora identifica o shift na orientação de política da Fed como driver chave do trimestre: cautela inicial evoluiu para tom mais dovish à medida que sinais de softening no mercado laboral emergiam. Declarações de Powell em Jackson Hole reforçaram o pivot e o corte de 25 pontos-base em Setembro marcou a retoma do easing monetário. Incerteza permanece sobre o pace de cortes adicionais, mas expectativa de taxas mais baixas suportou valuations e sentimento.
A equipa observa que a Reserva Federal reduziu a taxa de referência pela primeira vez em 2025 em reacção à fragilidade do mercado de trabalho, com a maioria dos decisores a antecipar mais dois cortes até final do ano. O comentário é descritivo e não direccional, sem indicar posicionamento de duration ou rotação sectorial implícita.
Os gestores identificam o primeiro corte de taxas da Fed do ano como motor central dos ganhos do trimestre. A possibilidade de mais afrouxamento monetário oferece suporte adicional, mesmo num contexto de procura do consumidor a moderar e dinâmica do mercado de trabalho a abrandar. O regime de política mais acomodatícia foi acompanhado por rotação para segmentos subvalorizados do mercado, beneficiando o posicionamento pró-cíclico do fundo.
O primeiro corte de juros do Fed em 2025 e a possibilidade de novos cortes são apresentados como suporte parcial ao contexto de mercado, mesmo com sinais de moderação no consumo e dinâmicas laborais a abrandar. A inflação core mantém-se estável e a resiliência do PIB sustenta o enquadramento construtivo. A gestora enquadra o caminho do Fed como elemento de tailwind, ainda que sem extrapolar trajectória monetária para a tese de carteira.
O primeiro corte de juros do Fed em 2025 e a possibilidade de novos cortes são apresentados como suporte parcial ao enquadramento de mercado, mesmo com sinais de moderação no consumo e dinâmicas laborais a abrandar. Inflação core estável e resiliência do PIB sustentam a leitura construtiva. A gestora enquadra o caminho do Fed como elemento de tailwind, ainda que sem extrapolar trajectória monetária para a tese de carteira.
O primeiro corte de juros do Fed em 2025 e a possibilidade de novos cortes são apresentados como suporte parcial ao enquadramento de mercado, mesmo com sinais de moderação no consumo e dinâmicas laborais a abrandar. Inflação core estável e resiliência do PIB sustentam a leitura construtiva. A gestora enquadra o caminho do Fed como elemento de tailwind, ainda que sem extrapolar trajectória monetária para a tese de carteira.
O primeiro corte de taxas da Fed do ano é apresentado como driver primário do rally do trimestre, propulsionando equities norte-americanas em conjunto com resultados corporativos robustos e alargamento da participação de mercado. A gestora articula possibilidade de mais easing a oferecer suporte adicional, mesmo face a sinais de moderação da procura do consumidor e softening do mercado de trabalho, que indicam abrandamento de crescimento. Resiliência subjacente da economia e força contínua dos resultados corporativos permanecem construtivas.
A FOMC reduziu federal funds rate em 0,25% para o intervalo 4,00%-4,25% perante inflação ainda acima do alvo, dados de emprego mais fracos e incerteza macro elevada. Policymakers enfatizaram flexibilidade e abordagem data-dependent. A gestora identifica "the prospect of further easing as the Fed lowers rates" como suporte directo à perspectiva construtiva no mercado de acções.
Face à combinação de inflação ainda elevada (CPI acima do target de 2%), arrefecimento dos dados de emprego (taxa de desemprego sobe ligeiramente para 4,3%) e incerteza macro crescente, o FOMC reduz a federal funds rate em 0,25%, levando o intervalo para 4,00%–4,25%. Policymakers enfatizam flexibilidade e abordagem data-dependent entre sinais competitivos. A equipa lê o movimento como ambiente em transição, não inflexão estrutural, mantendo a disciplina bottom-up.
Backdrop macroeconómico favorável incluiu corte de 25 pontos base pela Fed em Setembro, marcando shift para política mais acomodatícia perante sinais de fragilidade do mercado laboral. Stylistically, Russell 2000 Value (+12,60%) superou marginalmente Russell 2000 Growth (+12,19%) — counterintuitivo dado que growth factors lideraram o mercado, mas explicado pelo peso 2,5x do sector financeiro do Russell 2000 Value face ao Growth, o qual beneficiou significativamente do corte de juros. GDP Q2 +3,8% suportado por consumer spending resiliente. Inflação a 2,9%, impulsionada por custos de energia e tariff passthroughs, mas dentro de intervalo manejável.
Backdrop macroeconómico favorável incluiu corte de 25 pontos base pela Fed em Setembro, marcando shift para política mais acomodatícia perante sinais de fragilidade do mercado laboral. Small/mid caps beneficiaram particularmente — dovish Fed rhetoric, valuations relativas atractivas e alargamento do market breadth alimentaram rally de +9,00% no Russell 2500. GDP Q2 +3,8% suportado por consumer spending resiliente. Inflação a 2,9%, impulsionada por custos de energia e tariff passthroughs, mas dentro de intervalo manejável. Sectorially Information Technology (+14,47%), Health Care (+12,37%) e Utilities (+12,30%) lideraram — todos sectores sensíveis a duração de juros.
Dados mais fracos do mercado de trabalho e remarks de Powell no Jackson Hole sobre o shifting balance dos riscos económicos e monetary policy em território restritivo elevaram expectativas de corte. A Fed entregou um corte de 25 pontos base na reunião de Setembro. Bancos centrais em vários outros países, incluindo Reino Unido, Canadá e Austrália, também cortaram no Q3. Esta rotação acomodatícia global suportou ganhos de equity markets durante o trimestre.
A Fed cortou 25 pb em Setembro para 4,00–4,25% — primeiro corte do ano — accionada por mercado de trabalho a abrandar (Agosto: 22 mil empregos, desemprego 4,3%, revisões negativas substanciais do BLS) e queda na confiança do consumidor. Inflação ainda acima do alvo: PCE em 2,7% e core PCE em 2,9% em Agosto, com tarifas a empurrar core goods inflation. Median projection da Fed aponta para mais 50 pb de cortes até fim de 2025, mas core PCE projectado em 3,1% (2025) e 2,6% (2026). Risco de pausa caso pass-through tarifário acelere com novas tarifas sectoriais (farmacêuticos, mobiliário, camiões pesados) efectivas a 1 de Outubro.
A gestora descreve a Fed como likely to resume um rate-cutting cycle, com consensus expectations de 50bps de cuts no quarter de Dezembro. Stephen Miran, the odds-on favorite to ascend to the Fed chair post next year, está on record que mid-2% range é mais appropriate vs 4–4,25% actual. Com mais de $7 triliões em money market funds facing lower yields, plenty of dollars could be heading into the stock market. Contraste explícito com o dot-com bust que veio após Fed peak de 6,5% em Maio 2000 — agora é o contrário.
A gestora identifica o início do ciclo de cortes da Fed como o catalisador principal do strong quarter para global equities, em conjunto com ongoing announcements de large-scale AI/data-center capex. A gestora articula que, paradoxalmente, o vector change em US trade and immigration policy desloca o epicentro inflacionário para os EUA, deixando a Fed com menos espaço de manobra que muitos foreign counterparts pela primeira vez em décadas. Implicação: ciclo de easing mais agressivo fora dos EUA e upside de resultados relativo em non-US jurisdictions.
A gestora contrasta o setup actual com o dot-com bubble burst: em 2000, Fed peaked a 6,5% e drove cost of capital up; em 2025, Fed está a resumir cuts (consenso 50bps no T4) e Stephen Miran (provável chair) defende taxas mid-2% vs 4-4,25% actuais. $7T em money market funds face yields a descer — combustível adicional para equities. Postura coerente com a tese de que bolhas não rebentam enquanto Fed está aggressively cutting e leaders geram tens of billions em cash.
Federal Reserve September interest rate cut pode ser o início de easing cycle, com cortes adicionais possíveis no ano seguinte. Históricamente, Fed rate cuts trazem benefits: improvement em asset prices, boost a CEO/business confidence, higher business activity, possível redução em mortgage rates, melhoria do relative appeal de stocks vs cash. Watchpoint: excessive government deficits podem pressionar long-end rates. Gestora "does not forecast interest rates" mas estrutura portefólio para benefit caso long-term rates declinem.
Driver dominante de strength no Q3: increased likelihood de Fed rate cuts, prompted by weakness no labor market (weak July payrolls com revisions to prior numbers) e dovish Fed commentary. Powell em Jackson Hole hinted at possible cut. Fed retomou ciclo em Setembro com 25pb para 4-4,25% (range), após hold desde Dezembro 2024. Resultados corporativos robustos, lull em trade uncertainties, resilient consumer e M&A/IPO activity também contribuíram. Tema secundário — foco continua bottom-up tech.
Zhang descreve a Fed em transição cautelosa: corte de 17 Set para 4,00%–4,25% citando progresso em inflação e labor mais soft, com mercado a preçar dois cortes adicionais de 25 bps até final de 2025 (para 3,50%–3,75%). Contingente em arrefecimento de core services e wages — se inflação estagnar, Fed pode pausar. Posicionamento neutro a ligeiro positivo: suporta growth sem declarar vitória.
Fed entregou o corte amplamente esperado de 25 pontos base em Setembro e o dot plot pendeu ligeiramente mais dovish que o esperado. Combinado com retail sales surprise positivo, initial claims a caírem para mínimo de dois meses e momentum macro elevado. Não há articulação direccional explícita sobre cortes adicionais — referência factual ao corte como parte do contexto que beneficiou tailwinds value-based no trimestre.
A Fed iniciou em Setembro o primeiro de vários cortes esperados de taxas, o que deu aos bulls o impulso para empurrar o mercado mais alto. Expectativas deslocaram-se para cortes contínuos e taxa de 10 anos mais baixa. A gestora enquadra cenário como Goldilocks — economia forte o suficiente para continuar a criar empregos e lucros, mas não tão quente que impeça a Fed de cortar. Caveat explícito: se inflação re-acelerar, a taxa de 10 anos pode divergir e subir, com impacto material em empresas e consumidores.
A gestora articula prospecto de novos cortes pela Reserva Federal como um dos três drivers do rally desde os mínimos de Abril, com o corte do final do trimestre a ajudar adicionalmente o sentimento. Expectativas de inflação permaneceram estáveis e a perspectiva de mais trade deals forneceu suporte adicional aos risk assets. Em tecnologia, este enquadramento favorece empresas com strong growth prospects, solid balance sheets e geração consistente de cash flow. A administração actual deverá criar backdrop mais construtivo para um rebound em M&A, com revival já visível em actividade de IPO.
A gestora identifica explicitamente os prospects for further interest rate cuts from the U.S. Federal Reserve como um dos três drivers da rally desde Abril. O corte da Fed late in the quarter ajudou sentiment, e a equipa antecipa tailwinds combinados de fiscal e monetary stimulus a apoiar growth apesar do softer labor market. Biotech industry recebe boost adicional do downtick em interest rates — continued decline poderá suportar período prolongado de retornos positivos para o sector.
A Fed cortou 25 bps no T3 2025 por labor market concerns. Unemployment permanece low, embora demore mais tempo para laid-off encontrarem novos empregos — employment picture descrito como standoff, com employers à espera de fiscal e monetary policy. Inflação ainda acima do que Fed officials wish mas long-term inflation expectations remain well-anchored, providing cover para o Fed considerar additional interest rate cuts. Se Fed continuar a cortar e economia mantiver footing sólido, odds favorecem market broadening beyond AI winners.
Investor optimism foi fueled por anticipated interest rate cuts — a Federal Reserve delivered com um corte de 25 bps em Setembro e sinalizou further easing. Conjugado com better-than-feared tariff outcomes, passagem do One Big Beautiful Bill Act em Julho e resultados corporativos robustos, suportou o continued momentum em equities US. Olhando para 2026, monetary easing e potenciais regulatory changes podem fornecer tailwinds.
Gestores enquadram o corte de taxas do Fed em Setembro como pivot meaningful para easing, aliviando discount rate headwinds e catalisando interesse renovado em sectores cíclicos e innovation-led. Particularmente supportive para rate-sensitive sectors. Combinado com estimativas de resultados a estabilizarem, o pano de fundo macro melhora para mid cap growth.
Os gestores enquadram o corte de taxas do Fed em Setembro como inflexão potencial de sentimento e alívio para sectores rate-sensitive. Combinado com macro data a moderar e menos surpresas de política, acreditam que o ambiente está melhor adequado a stock pickers selectivos. Expectativas de mais easing alimentaram alívio de headwinds que tinham pesado em small e mid caps.
O gestor descreve o T3 como ambiente de soft-landing crescente, com inflação confortavelmente em range estreita, crescimento positivo e o primeiro corte do Fed desde Dezembro de 2024. Apesar do commentary "tepidly dovish at best" da Fed, os investidores leram o gesto como 'Powell put' e bid em equities. A consequência directa foi rate-sensitive sectors e small caps a captar bid e long-end da curva a aliviar materialmente até fim do trimestre.
O recente rate cut do Fed referenciado como suporte potencial à housing demand e refinancing activity — sentimento favorável para Mr. Cooper Group, beneficiária do consumer borrowing channel melhorado. Gestores não tomam stance forte sobre o rate path forward, mas reconhecem o impacto positivo near-term sobre nomes expostos a crédito ao consumidor.
O recente rate cut do Fed referenciado como suporte potencial à housing demand e refinancing activity — sentimento favorável para Mr. Cooper Group, beneficiária do canal de consumer borrowing melhorado. Gestor não toma stance forte sobre o rate path forward, mas reconhece o impacto positivo near-term sobre nomes expostos a crédito ao consumidor.
Fed cortou benchmark federal funds rate em 25bp em Setembro, primeiro corte desde Dezembro de 2024. Casa caracteriza a decisão como walking a fine line entre dual mandate de criação de emprego e ward off inflation. Mercados small-cap rallied em resposta a falling rates. CPI +2,9% YoY até Agosto 2025, Core CPI +3,1% sobre o mesmo período. GDP rose nearly 4% anualizado segundo Atlanta Fed estimate, growth unfolding apesar de slowdown no job market e rising inflation. Perspectiva sinaliza volatilidade adicional e mixed economic signals.
Discurso dovish de Powell em Jackson Hole (22 de Agosto) sinalizou corte de taxa em Setembro, impulsionando o ouro. Trump pressiona membros da Fed: ataques continuados a Powell (incluindo conversas sobre destituição) e demissão de Lisa Cook por "cause" sob acusação de fraude hipotecária. Supreme Court em 1 de Outubro proibiu a remoção imediata de Cook (argumentos em Janeiro). O espectro de fiscal dominance é articulado como factor unsettling para mercados. Stance é bearish sobre credibilidade institucional da Fed e do dólar como reserva de valor.
Pilecki articula que, à medida que a Reserva Federal corta taxas, a curva de rendimentos deverá inclinar-se, proporcionando um vento favorável aos resultados dos bancos após o lastro da curva invertida. Em paralelo, os empréstimos a taxa fixa mais antigos vão maturando e sendo reprecificados para taxas correntes 2% a 3% acima das antigas, um suporte adicional às margens. A curva invertida foi o lastro que comprimiu as valorizações dos bancos regionais.
A decisão amplamente antecipada da Reserva Federal de cortar as taxas em 25 pontos base — o primeiro corte desde Setembro de 2024 — proporcionou um tailwind adicional aos mercados no final do trimestre. O corte surgiu num contexto de arrefecimento do mercado de trabalho e de dados económicos mais fracos, embora os indicadores de PIB real e consumo permanecessem positivos.
Vários datapoints negativos do mercado de trabalho desenvolveram-se em Setembro, incluindo criação de emprego dececionante em Agosto e uma revisão em baixa, maior do que o esperado, dos non-farm payrolls do ano anterior — uma redução de quase um milhão de empregos. A equipa lê o messaging da Fed como crescentemente preocupado com o enfraquecimento do mercado de trabalho e nota que os mercados interpretaram bad news como good news, na esperança de cortes mais agressivos. Com a dívida pública a render 3,6%-3,8% entre seis meses e cinco anos, algum easing já está descontado; a história dos jobless claims indica que um spike de 20% antecede recessões e quedas de valuations.
A equipa documenta que o FOMC cortou a Fed Funds target em 25 pontos base para 4,25% (upper bound), com futuros a precificar outro corte de 0,25% em Outubro como quase certo e mais 0,25% em Dezembro como provável. A inflação mantém-se mais perto de 3% do que do target de 2%, mas tem estado relativamente estável nos últimos trimestres; o arrefecimento do mercado de trabalho foi catalisador adicional. A perspectiva mais dovish suportou os equities; lucros corporativos também apoiaram (>80% de surpresas positivas com margem média de +12% no S&P 500).
O corte de 25 bps em Setembro com orientação para mais flexibilização é descrito como "dovish shift", apoiando capital a fluir para nomes de growth de alta convicção e small-caps poised to benefit from lower rates. A equipa reconhece a Fed accommodation como motor positivo de mercado, ainda que ressalve que valuations elevadas e softening do mercado laboral temperam o optimismo.
A Fed reduziu a taxa directora em 25 pb em Setembro, com o mercado a antecipar pelo menos mais um corte até final do ano. A gestora considera que o início do ciclo de cortes poderá conduzir a um alargamento do crescimento económico, beneficiando um leque mais vasto de empresas. O crescimento económico tem-se mantido relativamente estável apesar de policy headwinds e de criação de emprego mais lenta do que esperado.
A flexibilização da política monetária foi uma das duas tendências dominantes do trimestre. O optimismo quanto a um corte de taxas nos EUA cresceu após dados de emprego de Julho mais fracos do que o esperado, dados de habitação lentos e inflação contida. O Banco de Inglaterra baixou taxas em Agosto, seguido pelo Banco Central Europeu. Em Setembro, a Reserva Federal flexibilizou a política monetária e sinalizou novos cortes ainda este ano. Este optimismo ajudou sectores cíclicos, como consumo discricionário e materiais, a superar.
A política monetária norte-americana foi um foco central para os mercados de acções no trimestre e uma razão chave para o rally. Apesar de um crescimento real do PIB de 3,8% no segundo trimestre, verificou-se um enfraquecimento abrupto do emprego, com a criação média de novos postos de trabalho a cair para cerca de 27 mil por mês. Essa fragilidade levou Jerome Powell a sinalizar um pivot dovish em Jackson Hole e o Fed a cortar 25bps em Setembro, com as expectativas medianas do FOMC a apontarem agora para mais 50bps de cortes até ao final de 2025.
Com a inflação controlada e o desemprego a subir, a Reserva Federal retomou os cortes de taxa de juro. Os gestores fazem uma leitura deliberadamente bilateral: os cortes ajudarão a economia nos meses seguintes, mas serviram também para inflacionar uma bolha em acções especulativas, à semelhança da bolha dot-com.
Tese central de tailwinds duplos: política fiscal altamente expansionista e política monetária crescentemente acomodatícia. Os défices do governo dos EUA estão em níveis tipicamente associados a grandes crises (guerras, recessões, pandemia), e nações europeias embarcam em estímulo fiscal via infraestrutura e defesa. Concorrentemente, a Fed transitou de manter uma política restritiva para um caminho de easing rumo a uma postura mais neutral, motivada pelo enfraquecimento dos dados de emprego, com yields dos Treasuries a 10 anos a caírem 8 bps no trimestre. Estas medidas suportam um ambiente favorável para risk assets contra um pano de fundo de economia resiliente e inflação moderada.
A gestora regista que o terceiro trimestre trouxe uma história de inflação familiar: continuação do arrefecimento mas ainda acima do objectivo de longo prazo da Fed, com sinais mais claros de cooling do mercado de trabalho. Em resposta a um relatório de emprego mais fraco, a Fed cortou taxas em Setembro e antecipam-se novos cortes. A gestora descreve a Fed a percorrer uma corda bamba entre o duplo mandato de inflação e pleno emprego, e nota que taxas mais baixas criaram tailwinds incrementais para negócios sensíveis a custos de financiamento. Sem posicionamento direccional explícito sobre taxas.
A gestora regista que o terceiro trimestre trouxe uma história de inflação familiar: continuou a arrefecer mas mantém-se acima do alvo de longo prazo da Fed, ao mesmo tempo que o mercado de trabalho mostrou sinais mais claros de abrandamento. Em resposta a um relatório de emprego mais fraco, a Fed cortou taxas na reunião de Setembro, com mais cortes antecipados até final do ano. Sublinha que a Fed continua a equilibrar-se entre o duplo mandato de inflação e pleno emprego e que taxas mais baixas criaram ventos de cauda incrementais para empresas sensíveis a custos de financiamento.
A gestora regista que o terceiro trimestre trouxe uma história de inflação familiar: a inflação continuou a arrefecer mas permanece acima do objectivo de longo prazo da Fed, enquanto o mercado de trabalho mostrou sinais mais claros de arrefecimento. Em resposta a um relatório de emprego mais fraco, a Fed cortou taxas na reunião de Setembro, antecipando-se novos cortes antes do fim do ano. Sublinha que a Fed continua a caminhar na corda bamba entre o seu mandato dual de gestão da inflação e do pleno emprego, com dados mistos a produzir sentimento igualmente misto.
Primeiro corte de taxas da Fed em 2025 em Setembro marcou regime shift e desencadeou expectativas de easing adicional, com inflows fortes em smaller, rate-sensitive companies (Russell 2000 +12,39%). Inflação moderou mas persiste; disputas tarifárias renovadas podem reigniter pressões de preços. Shutdown federal atrasou releases económicos e complicou a leitura da Fed. Gestor projecta trajectória de cortes e negociações comerciais como principais drivers de volatilidade.
O primeiro corte de taxas da Fed de 2025, em Setembro, marcou um dovish pivot e desencadeou expectativas de easing adicional, com inflows fortes para empresas rate-sensitive de menor capitalização — o Russell 2000 ganhou 12,39% e atingiu o primeiro all-time high desde 2021. O gestor identifica a trajectória dos cortes da Fed como um dos principais drivers de volatilidade para o final do ano.
A gestora regista o corte de 0,25% da taxa dos Fed Funds em Setembro e antecipa novas descidas das taxas de curto prazo nos meses seguintes. Vê taxas mais baixas como vento favorável económico que dá suporte aos preços das acções e que deverá atrair maior atenção para acções de alta qualidade e elevado dividendo, à medida que os investidores procuram substituir o rendimento perdido com a queda das taxas dos money markets. Mantém, porém, cautela sobre as maturidades longas devido a risco inflacionista e ao défice orçamental.
Perante o abrandamento do crescimento do emprego, a Reserva Federal cortou as taxas em 25 pontos-base em meados de Setembro e sinalizou a possibilidade de uma a duas reduções adicionais até final do ano. A inflação permaneceu acima do objectivo, com pressões persistentes nos serviços e habitação — sinais divergentes entre dados de trabalho e inflação. Entusiasmo em torno de cortes de taxas identificado como suporte para os máximos de mercado.
A Reserva Federal cortou taxas em 25 pontos-base em meados de Setembro, perante o abrandamento do crescimento do emprego, e sinalizou a possibilidade de duas reduções adicionais até ao final do ano. A inflação, contudo, permaneceu acima da meta, com pressões persistentes em serviços e habitação. Uma Fed mais acomodatícia é descrita como geralmente favorável às acções, mas a equipa nota sinais incipientes de pressão económica — emprego mais fraco e subida gradual da inflação.
A Reserva Federal cortou taxas em Setembro, reconhecendo riscos para o emprego apos o enfraquecimento do mercado de trabalho e a revisao em baixa do BLS. A orientacao modesta do dot plot revelou debate interno sobre a trajectoria apropriada de politica. A equipa espera que o ambiente para accoes se mantenha suportado a medida que a Fed prossegue o caminho de taxas mais baixas, ainda que os riscos persistam, sobretudo pela inflacao mais persistente do que o antecipado.
Reserva Federal cortou 25 pontos-base em meados de Setembro contra fundo de slowing job growth, com sinalização de uma a duas reduções adicionais até final de 2025. Fed mais dovish é descrita como largamente suportiva de mercados accionistas. Inflação permanece acima do alvo com pressões em serviços e habitação, criando sinais divergentes entre dados laborais e de inflação. A equipa monitoriza sinais incipientes de pressão económica e disputas comerciais para avaliar impacto em inflação e taxas de juro.
Gestor regista o primeiro corte de juros de 2025 e refere expectativa de mais cortes. Posicionamento explícito de balanço: mantém Charles Schwab como beneficiária de taxas altas e inicia TFS Financial como beneficiária de cortes — "the other side of the equation". TFSL atrai também pelo yield 8%+ como bond replacement.
Trump intensificou pressão sobre Fed para baixar taxas. Os gestores descrevem Powell como 'dead man walking' a justificar cortes via a tese de 'one-time price impact' das tarifas. O argumento dos gestores é que os one-time impacts encadeados resultam em real impoverishment para muitas pessoas. Cognitive dissonance entre uma administração que demanda Fed action enquanto touts economic strength. Mercados continuam a reagir a government data releases apesar de evidence substancial de não-credibilidade — payrolls revistos em -1,5 milhões nos dois anos terminados em Março.
O optimismo dos investidores cresceu com a expectativa de flexibilização monetária, confirmada pelo corte de juros da Reserva Federal em Setembro. A casa considera que o corte deverá beneficiar as acções, mas alerta que juros demasiado baixos poderiam estimular inflação mais elevada e provocar o regresso de subidas de taxas, pressionando os lucros das empresas e o consumo.
A Reserva Federal cortou taxas de juro pela primeira vez em 2025, o que a equipa identifica como mais um vento favorável aos mercados, a par de dados económicos relativamente estáveis e de resultados corporativos sólidos. Os juros em queda são também enquadrados como suporte estrutural à tese de valor e como factor que reduz a probabilidade de uma desaceleração económica iminente, juntamente com os benefícios fiscais do One Big Beautiful Bill Act.
Polen reconhece Fed shift de focus do dual mandate para employment side, com primeiro corte de 25bps no ano e orientação para cortes adicionais em 2025 e 2026. 'Last mile' inflation acima do target de 2%. Sem posicionamento explícito em duration ou USD.
O mercado anteviu o início de um ciclo de cortes de taxas pela Reserva Federal, factor que contribuiu para a superação das small caps face às large caps no trimestre. A perspectiva de descida das taxas de juro captou a atenção dos investidores. Cupps, contudo, declina posicionar a estratégia em torno de cortes de taxas ou de uma viragem no ciclo económico, sublinhando que a orientação em torno do ritmo de inovação tem proporcionado oportunidades de forma fiável, independentemente do ambiente de mercado.
A Reserva Federal reduziu a taxa dos Fed Funds para 4,0–4,25% no final de Setembro, numa decisão amplamente esperada. A revisão em baixa de cerca de 911 mil postos de trabalho nos doze meses até Março contribuiu para a decisão, e as projecções apontam descidas significativas ao longo do próximo ano, que poderiam suportar o mercado accionista. A gestora nota, contudo, que a inflação permanece bem acima do objectivo de 2% do banco central, o que pode limitar o ritmo dos cortes.
Rewey articula que a Federal Reserve Reform Act de 1977 enshrines mandato dual de emprego máximo e estabilidade de preços. O corte de 17 de Setembro, apesar de projecções SEP de inflação 3,0% (2025) e 2,6% (2026) acima do target de 2% e de revisão em alta do PIB (1,6% e 1,8%), evidencia que o pilar de emprego prevalece. Powell afirmou que "downside risks to employment have risen" e que "the recent pace of job creation appears to be running below the breakeven rate needed to hold the unemployment rate constant." Consenso aponta para 25-50 pontos-base adicionais no Outono.
A Fed cortou o federal funds rate em 25bp em Setembro de 2025, a primeira redução do ciclo, em resposta a um declínio alarmante na criação de novos empregos e a uma taxa de desemprego que subiu para 4,3% durante o Verão (BLS). A equipa lê o corte como começo de uma sequência de easing apesar de pressões inflacionistas persistentes. O movimento ajudou a alimentar sectores de tecnologia e communication services e poderá ter reanimado interesse em small-caps, que vinham a underperformar.
O Fed cortou as taxas em um quarto de ponto percentual no trimestre, sinalizando dois cortes adicionais possíveis até ao final do ano, num contexto de enfraquecimento do mercado de trabalho. Os gestores vêem o declínio projectado das taxas de curto prazo como construtivo para as acções de dividendo, tornando os respectivos yields relativamente mais atractivos — sobretudo considerando o crescimento dos dividendos ao longo do tempo. Recordam ainda que sectores de yield elevado, como REITs, Utilities e Serviços de Comunicação, têm historicamente superado quando as taxas de longo prazo descem.
O sentimento dos investidores foi sustentado por uma Reserva Federal mais acomodatícia e pela expectativa de que as fases iniciais de um ciclo de cortes de taxas beneficiem particularmente empresas mais pequenas e orientadas para o mercado interno. O Fed cortou um quarto de ponto no trimestre e sinalizou mais dois cortes possíveis até final do ano, ainda que a inflação core acima da meta complique a decisão. Taxas mais baixas e a melhoria das condições de crédito favorecem historicamente segmentos sensíveis às taxas e domesticamente orientados.
Os gestores notam o corte de 25bps em Setembro e a ansiedade dos investidores sobre a capacidade do Fed se manter independente face à pressão presidencial. Classificam a trajectória de taxas e o seu impacto nos múltiplos como factores fora do seu controlo, pelo que equilibram a carteira entre motores de procura diversos.
A Fed concretizou um corte de 25 pontos base e sinalizou dois cortes adicionais até ao final do ano. As acções imobiliárias estiveram praticamente estáveis durante o trimestre até ao final de Setembro, quando os investidores ganharam confiança nas expectativas de novos cortes, dando suporte aos índices REIT globais.
A Reserva Federal reduziu as taxas em 25 pontos base em setembro, movimento acompanhado pelo Banco de Inglaterra em agosto. Com a política monetária mais acomodatícia, a atividade dos mercados de capitais recuperou, com retomas relevantes nos níveis de fusões e aquisições e de ofertas públicas iniciais nos meses recentes. As expectativas mantêm-se elevadas para um corte adicional na reunião de outubro, embora o encerramento da administração pública federal, motivado pelo impasse orçamental, contrarie esse otimismo.
A Reserva Federal reduziu as taxas em 25 pontos base em Setembro, conforme amplamente esperado, e o Banco de Inglaterra aliviou em Agosto. Uma Fed mais acomodatícia ajudou a reactivar a actividade dos mercados de capitais, com recuperações relevantes nos níveis de fusões e aquisições e de IPOs. As expectativas mantêm-se elevadas para novo corte na reunião do FOMC do final de Outubro, contrariadas pelos efeitos da paralisação do governo federal.
A Fed cortou juros em Setembro de 2025 após dados de emprego mais fracos, e espera-se que continue a cortar perante sinais de abrandamento do mercado de trabalho. As gestoras descrevem o início de um provável ciclo de easing como factor de suporte ao sentimento de mercado e à atractividade dos activos norte-americanos.
Manager identifica labor markets a suavizar como criando espaço para cortes nas taxas de curto prazo no resto do ano. Crescimento excedeu expectativas mas sem investimento em IA estaria "stagnant". Postura construtiva sobre cuts pendentes, mas sem articulação numérica explícita sobre magnitude esperada.
Os gestores reconhecem que as taxas de juro deverão permanecer "higher for longer". Combinado com cortes fiscais e desregulação esperados, este pano de fundo monetário pode sustentar a ampliação do rally para além do AI trade. O crescimento subjacente dos EUA mantém-se saudável e os resultados empresariais deverão mostrar-se resilientes.
A gestora articula expectativa de taxas a permanecer "higher for longer", reconhecendo que ambiente de taxas elevadas pressiona segmentos sensíveis (caso explícito: First American (FAF) com housing market muted). Contudo, enquadra positivamente cortes fiscais e desregulação como factores a suportar alargamento do rally para além do trade de IA. Resiliência do crescimento subjacente dos EUA e lucros corporativos previsivelmente robustos permanecem como suportes construtivos.
A Federal Reserve manteve policy rate steady em 4,25%-4,50% perante incerteza macro elevada. CPI rose 2,4% year-over-year em Maio (acima do alvo de 2%); unemployment remained close to 4%; consumer confidence rebondou em Junho pela primeira vez em seis meses. PIB do primeiro trimestre contraiu 0,5% anualizado por menor government spending e rise em imports. Policymakers sinalizaram cautious data-dependent stance.
A Federal Reserve manteve policy rate steady em 4,25%-4,50% perante incerteza macro elevada. CPI rose 2,4% year-over-year em Maio (acima do alvo de 2%); unemployment remained close to 4%; consumer confidence rebondou em Junho pela primeira vez em seis meses. PIB do primeiro trimestre contraiu 0,5% anualizado por menor government spending e rise em imports. Policymakers sinalizaram cautious data-dependent stance. A gestora nota interest rates largely unchanged no trimestre com 10-year Treasury yield em 4,2%.
A Fed manteve federal funds rate em 4,25%-4,50% face a CPI YoY +2,4%, desemprego próximo de 4% e incerteza macroeconómica elevada. Powell sublinhou postura cautelosa, data-dependent. A perspectiva da gestora descreve mercado em recuperação por hopes de resolução tarifária e economia resiliente; 10-year Treasury yield em 4,2% e employment estável fornecem suporte. Sem corte explícito mas com porta aberta para easing conforme dados de inflação e mercado de trabalho evoluam.
As autoridades monetárias dos EUA e Japão mantêm as taxas de juro estáveis no trimestre, enquanto Banco de Inglaterra e BCE implementam cortes. Inflação diverge: nos EUA, CPI estável em aproximadamente 2,4% YoY; eurozona abaixo do target de 2% do BCE; Reino Unido sobe para 3,4% YoY com policymakers a avisar para pressões geopolíticas e cadeia de fornecimento; Japão com core CPI em 3,7% YoY, ritmo mais rápido desde Janeiro de 2023. A Aristotle lê o ambiente como transição, não inflexão, mantendo disciplina bottom-up indiferente ao calendário macro.
Solid labor market readings e inflação stable-to-lower que esperado mantiveram a Fed no curso mais hawkish que tomou em Dezembro. Powell hold rates na reunião FOMC de Junho e não cedeu a pressão política para cortar mais cedo do que a análise do comité indica. A Fed continuará a manter abordagem measured going forward, com Summary of Economic Projections actualizada para dois rate cuts em 2025. A duração elevada é factor que contribuiu para Real Estate (−1,87%) e Utilities (−1,28%) entre os piores sectores no trimestre.
Leituras solidas do mercado laboral e dados de inflação estáveis-a-mais-baixos do que esperado mantiveram a Fed no curso mais hawkish que tomou em Dezembro. Powell manteve rates steady no FOMC de Junho e resiste a pressão política para cortar mais cedo do que a análise da committee indica. A Fed continuará a manter abordagem measured, com projecções económicas actualizadas a apontar para dois rate cuts em 2025. Esta postura mais hawkish do que esperado é um headwind para small/mid caps duration- sensitive — uma realidade reflectida na underperformance do composite face ao R2500 num trimestre dominado por non-earners e high beta.
Face à combinação de inflação acima do target de 2% (CPI sobe 2,4% YoY em Maio), desemprego próximo de 4% e incerteza macroeconómica em torno da política comercial, o FOMC opta por manter a federal funds rate inalterada no intervalo de 4,25%–4,50% no trimestre, sinalizando uma abordagem cautelosa e data-dependent. A equipa lê o movimento como expressão de incerteza em torno da perspectiva, não inflexão de regime, e mantém a disciplina bottom-up e indiferente ao tempo de execução macro.
A Fed manteve taxas inalteradas no trimestre, sinalizando que vê crescimento e price stability balanceadas mas que tariff-related aftereffects sobre inflação e mercado de trabalho são potencial overhang. Powell reconheceu pass-through tarifário antecipado para Junho-Agosto. Trump pressionou publicamente Powell para cortar. Projecções dot plot divididas: entre 19 rate-setters, 10 antecipam ≥2 cortes em 2025, 7 zero, 2 apenas um. Dado económico crítico: Q1 GDP revisto para +0,5% anualizado (de +1,8% inicialmente reportado); gastos do consumidor declinaram consecutivamente em Abril e Maio com categorias discricionárias particularmente penalizadas.
Dovish Federal Reserve commentary following muted inflation readings foi destacado como catalyst do mercado. Panorama do gestor enquadra "easing inflation and improving corporate confidence" como supporters de capital markets businesses, e "rising asset prices and steady interest rates" como supporters de retail brokers e asset managers. IBKR e HOOD beneficiaram no trimestre via rebound em equity markets e elevated trading volumes. Trade-off: LPL Financial pressionada porque "earns less interest income on client cash as rates fall."
A gestora articula como elemento de noise vs signal: "contrary to consensus expectations, there would be NO interest rate cuts from the Federal Reserve" durante o trimestre, apesar de eventos geopolíticos (Russia-Ukraine, US bombing Irão) e tariff uncertainty. Mercados absorveram tudo — MSCI ACWI +24%, S&P 500 +25%, NASDAQ +34% entre 8 de Abril e fim de Junho. Mensagem: direcção das taxas é variável táctica para investors short-term, mas não driver de wealth creation long-term para gestor focado em fundamentals.
Possible interest rate cuts identificadas como tailwind para equities e real estate. Triple-net REIT Agree Realty seria outsized beneficiary de rate decline dado ability para drive EPS growth via accretive acquisitions e long-duration nature of cash flows. Fed pause em curso mas mercado pricing cuts em 2025-2026.
A gestora cita "dovish commentary by the Federal Reserve after the recent price reports" como driver do rally do trimestre. Bull case articulado: short-end rates declinam conforme Fed cuts, spurring faster growth no troubled housing market; longer duration rates declinam conforme government tax receipts increase de faster growth para reduce deficit; tudo while inflation remains in check. Risk identificado: se inflation increases, será less likely que short-term rates sejam cut (via tariff levels altos, USD decline, immigration restrictions em labor).
A Fed está a segurar cortes de taxas precisamente porque o efeito inflacionário das tarifas no sistema económico ainda não está claro. A gestora articula sem direccionalidade forte: se inflação ressurgir, será negativo material para o mercado; se atenuar, a Fed pode retomar cortes. Posicionamento neutral reflecte ausência de catalisador unidireccional no curto prazo.
A gestora espera inflação relativamente favorável que permitirá à Reserva Federal baixar taxas no segundo semestre do ano. Reduced trade and policy uncertainty, potential fiscal stimulus, e lower interest rates são key assumptions que suportam panorama construtivo para 2026. A descida de taxas é igualmente identificada como catalyst para boutique advisory firms no sector financeiro, posicionadas para beneficiar de M&A activity reactivado.
A gestora espera que inflationary data remain relatively favorable, allowing the U.S. Federal Reserve to lower interest rates na segunda metade do ano. Lower interest rates são key assumption supporting a perspectiva construtiva, em combinação com reduced trade and policy uncertainty e potential fiscal stimulus. Estas condições should foster a favorable macroeconomic environment e allow broadening do mercado beyond the AI investment theme. No sector financials, boutique advisory firms estão poised to benefit from an increase in M&A activity that will accompany the eventual decrease in interest rates.
Fed remained on hold no T2 2025 a monitorizar o impact na inflação das tarifas. Unemployment baixo mas weekly claims a tender higher. Employment picture muito como overall economy — standoff, com employers à espera de fiscal e monetary policy. Inflation a cair pode dar Fed chance de cortar interest rates later no ano.
Fed manteve taxas estáveis mas sinalizou stance mais dovish à medida que inflação abrandou e momentum do mercado de trabalho desacelerou. ECB cortou taxas em Junho como resposta a inflação mais branda e crescimento fraco na zona euro. BoJ continuou normalização gradual. Este pivot dovish ajudou a bolster equities internacionais, especialmente em sectores rate-sensitive como tecnologia e real estate.
Federal Reserve held rates steady mas sinalizou dovish tilt em Junho, citando cooling inflation e slowing job growth. Embora investidores estejam agora a esperar fewer rate cuts than previously forecast, o prospect de monetary easing boostou sentiment para lower-quality, cyclical e rate-sensitive mid cap growth names, particularmente em consumer discretionary, industrials e financials.
A gestora contrasta a reacção do mercado com a postura dos bancos centrais, que descreve como comprometidos a observar e reagir aos dados económicos. A Reserva Federal manteve as taxas em Junho apesar da pressão de Trump e da dissensão interna, o Banco de Inglaterra também manteve e o BCE voltou a cortar, com Lagarde a sinalizar que os cortes poderão estar a chegar ao fim. Leitura puramente descritiva, sem visão direccional própria sobre política monetária.
A economia manteve-se surpreendentemente forte no segundo trimestre. A inflação manteve-se contida, com o CPI estável em 2,4% em Maio, alimentando esperanças de cortes mais agressivos de taxas pela Reserva Federal mais tarde no ano. Contudo, essas esperanças foram temperadas pela criação contínua e estável de emprego — 147 mil postos em Junho, batendo o consenso de 110 mil — e por uma descida do desemprego para 4,1%, tornando provável que o comité de taxas se mantenha em modo wait-and-see. A casa nota que a Fed terá de filtrar dados frequentemente conflituantes sobre inflação e crescimento.
O Fed manteve inalterada a taxa dos fed funds em Maio e Junho, como esperado, declarando-se aberto a cortar no segundo semestre mas preferindo uma postura de wait-and-see dada a expectativa de inflação significativa nos próximos meses e a incerteza sobre o impacto das tarifas nos preços. O banco central cortou a projecção de crescimento económico dos EUA para o ano e elevou as previsões de inflação e desemprego. A gestora considera o Fed inclinado para mais cortes após a redução de 1 ponto percentual em 2024, com inflação esperada rangebound em torno de 3%.
O gestor defende que a Reserva Federal deveria cortar taxas duas vezes este ano. Considera a curva de rendimentos invertida um sinal fiável de que a Fed está atrasada e arrisca causar uma recessão. Uma curva mais inclinada beneficiaria o sobrepeso do fundo em bancos de pequena e média dimensão. Vê as pressões das tarifas como pontuais e não resolúveis com taxas mais altas.
A Reserva Federal manteve as taxas directoras inalteradas no trimestre, com os investidores a esperar que a estabilização da inflação possa abrir caminho a um corte antes do final do ano. A gestora considera que, com a inflação relativamente contida e a Fed posicionada para retomar potencialmente os cortes, o ambiente de crescimento se mantém favorável a um leque alargado de empresas.
O gestor enquadra a Reserva Federal como progressivamente acomodatícia. Na declaração de 25 de Junho, a Fed moderou a avaliação dos riscos para a economia, notando que a incerteza diminuiu embora permaneça elevada, e Powell sugeriu que, não fossem as tarifas, estaria já a baixar taxas. Na sequência, os mercados passaram a descontar cerca de cinco cortes de 0,25% em 2025, contra quatro no trimestre anterior. O gestor lê a antecipação de cortes como potencial suporte aos mercados de acções.
A gestora nota que os dados económicos mistos levaram a Reserva Federal a manter a sua abordagem de wait-and-see, segurando as taxas enquanto monitoriza o potencial impacto das tarifas. Com a pressão inflacionária a aliviar e o mercado de trabalho a arrefecer, considera que sobe a probabilidade de cortes adicionais no segundo semestre do ano. Não assume posicionamento direccional explícito sobre taxas, registando apenas o viés crescente para política mais acomodatícia.
A casa lê o pano de fundo económico como positivo: desemprego em 4,1%, economia a abrandar mas ainda em crescimento e inflação num intervalo não ameaçador a meio dos 2%. O Fed aguarda confirmação de que o impacto inflacionista das tarifas se materializa no Verão e sinaliza disponibilidade para cortar as taxas no Outono caso tal não aconteça — um vento favorável potencial para os preços das acções.
A equipa considera que o abrandamento das tendências de inflação poderá dar à Reserva Federal a flexibilidade para iniciar o alívio da política monetária ainda este ano. Se o mercado de trabalho se mantiver estável e as taxas de juro começarem a descer, o ambiente para os activos de risco — em particular as acções — poderá permanecer globalmente favorável no segundo semestre.
A equipa considera que a moderacao das tendencias de inflacao podera dar a Reserva Federal a flexibilidade para iniciar o afrouxamento da politica monetaria ainda este ano. Caso o mercado de trabalho se mantenha estavel e as taxas de juro comecem a descer, o ambiente para activos de risco, em particular accoes, podera permanecer amplamente favoravel ao longo do segundo semestre. A leitura e construtiva mas condicional, dependente da evolucao da inflacao e do emprego.
A equipa identifica tendências de inflação em moderação como potencial catalisador para flexibilidade da Reserva Federal em iniciar alívio monetário ainda em 2025. Cenário benigno requer estabilidade do mercado de trabalho — condição que a equipa monitoriza. Se trabalho mantiver firmeza e taxas começarem a descer, ambiente para activos de risco — particularmente equities — pode permanecer largamente suportivo durante o segundo semestre. Tese é condicional e prospectiva, não confirmada por acção da Fed no trimestre.
A Munro espera que a Reserva Federal continue a flexibilizar a política monetária, com mais cortes de taxas no segundo semestre de 2025. Os dados económicos rígidos nos EUA estão claramente a abrandar e taxas mais baixas criam um ambiente positivo para acções de crescimento. O enquadramento monetário é articulado como um dos pilares do bull case para o mercado accionista norte-americano na segunda metade do ano.
Trump intensificou pressão sobre Powell, chamando-o 'loser' por não cortar taxas. Os gestores anteveem que o Fed cederá. Yields de longo prazo acima de 4% mas valuations market cap weighted em territórios elevados — 'too late' Powell ainda não normalizou. Cinnamond e Wiggins sublinham que looser money pode não despoletar boom mas aliviar floating rate borrowers e CRE com lenders a deferir impairments. Inflação como nova taxa indirecta.
A Reserva Federal manteve as taxas inalteradas em 4,25%-4,50% pela quarta reunião consecutiva, com a incerteza tarifária a justificar a pausa. A gestora nota que os preços de futuros apontam para descidas significativas das taxas até 2026 e que o sucessor de Powell, a nomear em meados de 2026, deverá partilhar uma visão mais acomodatícia, ainda que a inflação subjacente em 2,7% permaneça acima do objectivo de 2%.
A Reserva Federal manteve as taxas em 4,25%-4,50% pela quarta reunião consecutiva, com a incerteza tarifária a pesar na decisão. O gestor antecipa, a partir dos futuros, descidas significativas das taxas até 2026 e nota que o sucessor de Powell (mandato expira em meados de 2026), nomeado por Trump, deverá partilhar uma visão dovish — taxas de curto prazo mais baixas como estímulo à economia.
Rewey articula que Powell sinalizou pausa em potenciais cortes de taxa na conferência de 18 de Junho, citando incerteza em torno de tarifas. A economia subjacente permanece sólida na sua leitura: PIB do T1 25 a -0,5% distorcido por importações massivas (record gold imports 2-3%, pre-buying de bens) e net exports negativos em 4,83%. Alinha-se com o dot plot da Fed de PIB 2025 ~1,4% e rejeita cenário de recessão em 2H25. O mercado "shook these concerns off" com a maioria dos índices a subir no T2 25, sugerindo que o consenso vê impacto da pausa como contido.
Recent statements do Federal Reserve sugerem some willingness em baixar taxas mais tarde no ano, mas equipa caveats que isto é subject to change — sempre data-dependent, as the Fed likes to say. Equipa avalia que Fed is likely to delay action até protectionist policies e orçamento bill's outcome trazerem mais clareza, mas remains prepared to provide liquidity se necessário. Incerteza em torno de protectionist policies e da passagem do federal budget bill clouds predictions sobre inflação e taxas — efeitos combinados podem intensificar ou moderar price pressures.
A Reserva Federal não mexeu nas taxas na reunião do FOMC; Powell descreveu uma economia e um mercado de trabalho resilientes, mas alertou para inflação potencialmente mais alta no segundo semestre devido às tarifas, sublinhando estar bem posicionada para esperar por maior clareza. Os gestores antecipam que, se as tarifas não reacenderem a inflação, a Reserva Federal poderá proporcionar alívio de taxas, tornando a política orçamental e monetária estimulantes até ao final do ano; o valor deverá voltar a superar o crescimento quando o ciclo de cortes for retomado.
A 18 de Junho a Fed manteve os juros inalterados, contrariando a expectativa de cortes. A gestora descreve a incerteza em torno da Fed como motor recorrente de volatilidade a cada dado macro, agravada pela pressão pública de Trump sobre Powell. Não articula uma direcção própria de política monetária.
A maioria dos observadores da Reserva Federal antecipa reduções de taxa ainda este ano, num pano de fundo em que as yields do Tesouro subiram e o dólar recuou face às principais divisas. As gestoras notam que um tom mais acomodatício poderia devolver o favor aos retardatários industriais na segunda metade de 2025. A atividade de fusões e aquisições, embora lenta no arranque do ano, começou a dar sinais de aceleração.
A maioria dos observadores da Reserva Federal antecipa reduções de taxa ainda este ano, num pano de fundo em que as yields do Tesouro subiram e o dólar recuou face às principais divisas. As gestoras notam que um tom mais acomodatício poderia devolver o favor aos retardatários industriais na segunda metade de 2025. A atividade de fusões e aquisições, embora lenta no arranque do ano, começou a dar sinais de aceleração, beneficiando as casas de corretagem e de assessoria.
A maioria dos observadores da Reserva Federal antecipa uma redução de taxas ainda este ano. A gestora nota que, caso a Fed se torne mais acomodatícia, os industriais recentemente penalizados poderão regressar ao favor do mercado na segunda metade de 2025, embora persista cautela quanto às consequências do novo pacote orçamental.
A Fed manteve o intervalo da fed funds rate em 4,25–4,50% durante o trimestre, com Powell a reiterar o compromisso de reduzir sustentadamente a inflação para abaixo do objectivo de 2% medido pelo PCE core, apesar da pressão pública de Trump por taxas mais baixas. Os investidores passaram a incorporar a possibilidade de cortes ligeiramente mais rápidos, em linha com a projecção da Fed de 50 pontos base de cortes em 2025 (antes 100). No outro extremo, a gestora nota que as expectativas de cortes subiram em antecipação de abrandamento económico, mas a Fed disse que vai aguardar maior clareza sobre economia e inflação.
A Federal Reserve manteve o intervalo-alvo dos fed funds em 4,25%-4,50%, reconhecendo pressões inflacionistas potenciais das tarifas e moderando expectativas de crescimento económico para 2025. CPI em +2,8% YoY em Fevereiro com desemprego perto de 4% e PIB a abrandar para 2,4% anualizado. A yield do Treasury a 10 anos caiu cerca de 35 pontos base no trimestre. A gestora destaca o dilema: a perspectiva de tarifas a empurrar preços para cima pode deixar a Fed em hold precisamente quando a economia começa a enfraquecer.
A Fed manteve o target range da federal funds rate em 4,25%-4,50%, reconhecendo potenciais pressões inflacionistas das tarifas e moderando expectativas de crescimento económico para 2025. CPI +2,8% YoY em Fevereiro e desemprego ~4% enquadram a pausa. As taxas de juro caíram no trimestre, com a yield do Treasury a 10 anos a recuar ~35 pontos base. A gestora articula explicitamente o risco de a Fed ficar em hold se as tarifas empurrarem preços num período de enfraquecimento económico — combinação desconfortável para activos de risco.
Crescimento económico contínuo, mercado laboral estável e inflação mais firme mantiveram a Fed no curso mais hawkish adoptado em Dezembro. Powell manteve as taxas no FOMC de Março e indicou abordagem mais comedida, com projecções económicas actualizadas para dois rate cuts em 2025. O ambiente higher for longer é citado entre as causas do trimestre desafiante para small caps.
Em resposta ao quadro económico em evolução, a Reserva Federal mantém o intervalo-alvo da federal funds rate em 4,25%–4,50%, reconhecendo pressões inflacionistas potenciais decorrentes das tarifas e moderando as expectativas de crescimento económico para 2025. Os dados são mistos: o PIB real abranda para 2,4% anualizado, o CPI sobe 2,8% YoY em Fevereiro, o desemprego mantém-se perto de 4% e as vendas a retalho abrandam face aos níveis do final do ano passado. A equipa lê a pausa como cautela face à incerteza, não como inflexão de regime, e mantém o processo bottom-up indiferente ao ruído macro.
A gestora observa que as condições — desaceleração emergente, vendas a retalho fracas, habitação contida, PMI sem momento — poderiam tipicamente levar a Fed a considerar retomar cortes de taxas, o que seria positivo para acções. Mas a Fed não aparenta pressa, equilibrando o risco de abrandamento económico contra o potencial de pressões inflacionistas induzidas por política. Com o CPI abaixo de 3% mas persistentemente acima da meta de 2%, o posicionamento é de espera sem direccionalidade forte.
Ao contrário de correcções anteriores catalisadas por taxas mais altas, o yield do Treasury a 10 anos recuou 50 basis points desde os máximos de Janeiro, de 4,8% para 4,3%. Com expectativas de inflação estáveis e taxas em queda recente, a gestora vê empresas tecnológicas com balanços fortes como áreas atractivas. Taxas mais baixas deverão ajudar o construction spending (mitigando só parcialmente a incerteza económica) e a eventual descida de juros é identificada como catalisador de M&A para boutique advisory firms no sector financeiro.
A yield do Treasury a 10 anos desceu 50 basis points dos máximos de Janeiro de 4,8% para 4,3%, em contraste com correcções anteriores catalisadas por taxas mais altas. Taxas mais baixas devem ajudar construction spending, embora apenas mitigando parcialmente os headwinds de incerteza económica. Com expectativas de inflação steady e taxas em declínio recente, a gestora vê technology companies com balance sheets fortes e cash flow robusto como áreas atractivas. Em financials, as taxas tornaram-se crescentemente voláteis com as tensões comerciais; as oportunidades mais interessantes estão fora da banca tradicional — boutique advisory firms posicionadas para beneficiar do aumento de M&A que acompanhará a descida eventual das taxas, alternative assets em expansão nos canais de wealth e retail, e transaction processors.
A Fed esteve on hold no T1 após cortar a federal funds rate em 100 basis points no ano passado, vendo agora os riscos para emprego e inflação como mais balanced. Inflação permanece acima do target e pode subir com pass-through das tarifas, mas a gestora vê sinais de preços mais fracos em housing, new vehicles, airfare e retail que podem antecipar inflação mais baixa later this year.
A Fed está numa posição difícil dado o risco estagflacionário das tarifas do Liberation Day e declarou que vai monitorizar os riscos de inflação tarifária. Os gestores esperam, porém, que pressões deflacionistas montem com o abrandamento do crescimento, ajudadas pelo colapso recente de 20% nos preços do petróleo. Taxas longas mais baixas e commodities mais baratas são amortecedores de retroacção negativa que dão à Fed mais espaço de manobra; a heurística citada é que os investidores podem parar de entrar em pânico quando os decisores de política entram em pânico — o Fed put deve activar-se com mais 10% de downside no mercado accionista.
A Reserva Federal manteve as taxas em Março, citando a probabilidade de as tarifas aumentarem as pressões inflacionistas, enquanto cortava as expectativas de crescimento do PIB dos EUA para 2025. O dólar — que normalmente se esperaria reforçado com tarifas mais altas — caiu contraintuitivamente à medida que a linguagem tarifária endureceu, talvez sinalizando os receios crescentes dos investidores de um ambiente de estagflação com inflação alta e crescimento baixo ou anémico.
A Reserva Federal manteve as taxas em Março, citando a probabilidade de as tarifas aumentarem as pressões inflacionistas, enquanto cortava as expectativas de crescimento do PIB dos EUA para 2025. O dólar — que normalmente se esperaria reforçado com tarifas mais altas — caiu de forma contraintuitiva à medida que a linguagem tarifária endureceu, talvez sinalizando os receios crescentes de um ambiente de estagflação com inflação alta e crescimento anémico.
A Reserva Federal manteve as taxas em Março, citando o risco de as tarifas aumentarem as pressões inflacionistas, ao mesmo tempo que cortava as expectativas de crescimento do PIB para 2025. O dólar caiu de forma contraintuitiva, sinalizando receios de um cenário de estagflação. Os gestores não assumem uma visão direccional forte sobre as taxas, mas reconhecem o risco macro acrescido.
A Reserva Federal manteve as taxas em Março, citando a probabilidade de as tarifas aumentarem as pressões inflacionistas, enquanto cortava as expectativas de crescimento do PIB dos EUA para 2025. O dólar — que normalmente se esperaria reforçado com tarifas mais altas — caiu contraintuitivamente à medida que a linguagem tarifária endureceu, talvez sinalizando os receios crescentes dos investidores de um ambiente de estagflação com inflação alta e crescimento baixo ou anémico.
O quadro económico divergiu radicalmente do consenso de início de ano, que antecipava cortes contínuos de taxas pela Reserva Federal, crescimento de resultados acima de 10% e políticas pró-crescimento da nova administração. Em vez disso, a inflação permanece estagnada em torno de 3%, os cortes de taxas estão suspensos e as projecções de resultados são revistas em baixa. O desemprego terminou Março em 4,2% e a Atlanta Fed estima que a economia contraiu durante o trimestre. Receios de estagflação alimentaram a volatilidade e retornos negativos em múltiplos factores e indústrias.
O Fed pausou a 29 de Janeiro após três cortes consecutivos iniciados em Setembro, prolongando a fase de wait-and-see, e manteve a taxa a 19 de Março enquanto avaliava as mudanças de política. A inflação subiu 2,8% em Fevereiro, acima da meta de 2%. A gestora vê o banco central inclinado para mais cortes, embora a inflação core persistente e as tarifas funcionem como travões.
A equipa acredita que o abrandamento levará a Reserva Federal a baixar as taxas de juro mais do que o mercado espera e estabeleceu uma grande posição long em futuros SOFR consistente com essa opinião. Acrescentou ainda swaps de inflação de longo prazo, no entendimento de que quase todas as políticas da administração conduzem a inflação estrutural mais elevada. O livro macro combina, assim, uma aposta em descida de taxas de curto prazo com cobertura contra inflação de longo prazo.
Werres lê os mercados como sinal "amarelo", não "vermelho": o ICE BofA US High Yield OAS em 3,16% situa-se no 12.º percentil da distribuição desde 1997 e não aponta para recessão iminente, com parte do alargamento recente a reflectir o efeito desproporcional das tarifas em certas indústrias. Os futuros da fed funds rate implicam fim de 2025 em 3,75%-4,00% e fim de 2026 em 3,25%-3,50% — ambos acima do neutro de 3,00% —, trajectória que considera improvável caso o desemprego suba significativamente acima dos 4,2% de equilíbrio estimados pela Fed.
A Fed manteve a federal funds rate em 4,25%-4,50%, avaliando o impacto das novas barreiras comerciais na inflação, no crescimento e no emprego. O CPI de Março (2,4% YoY; núcleo 2,8%, mínimo desde Março de 2021) deu um vislumbre positivo, e o mercado passou a descontar 38% de probabilidade de cinco cortes em 12 meses — muito acima dos dois cortes do dot plot. A gestora nota o tom ligeiramente mais restritivo da Fed, possivelmente para parecer apolítica face aos apelos públicos da administração por taxas mais baixas, e espera que não aja até haver progresso claro e sustentado na inflação.
A Reserva Federal indicou que pode adoptar uma abordagem de esperar para ver quanto aos cortes de taxas, dada a incerteza acrescida em torno da inflação e das perspectivas económicas — pano de fundo que contribuiu para o arrefecimento do sentimento depois de um quarto trimestre de 2024 forte.
A gestora relata a decisão de Março de manter a taxa directora em 4,25%-4,5%, com o Fed a comunicar que não tem pressa de ajustar a política e que aguardará maior clareza dos dados. O Summary of Economic Projections mantém a mediana em 3,9% no fim de 2025 e 3,4% no fim de 2026. A leitura é de compasso de espera: o próprio Fed reconhece incerteza considerável, alimentada pelas mudanças de política comercial, de imigração, orçamental e regulatória. Nas perspectivas, a gestora nota que o Fed enfrentará pressão acrescida para responder em simultâneo à inflação e às consequências económicas das tarifas — sem tomar posição direccional própria sobre o caminho das taxas.
A gestora nota que a inflação, embora recuada dos máximos pandémicos, se mantém teimosa em 2,8%, e que a dinâmica de estagflação coloca a Reserva Federal numa posição difícil, lançando mais incerteza sobre as decisões de taxas. Nos mercados obrigacionistas, a narrativa mudou de políticas pró-crescimento com cortes continuados para um tradeoff entre inflação persistente e receios de tarifas e recessão, com a taxa a 10 anos a descer de 4,57% para 4,21%. O fundo não faz grandes apostas em taxas, mantendo duração curta e qualidade de crédito crescente.
A gestora observa que a inflação recuou dos máximos da pandemia mas tem-se mostrado teimosa em 2,8%, permanecendo fonte chave de frustração dos consumidores. O impacto inflacionista potencial das tarifas, combinado com sinais de abrandamento económico, cria uma dinâmica de estagflação que coloca a Reserva Federal numa posição difícil e lança mais incerteza sobre as futuras decisões de taxas de juro. Não há direccionalidade clara: o cenário articulado é de paralisia decisória num quadro de objectivos em conflito.
Depois de a Fed ter trazido a inflação para perto dos 2% com desemprego abaixo de 5%, à beira de uma aterragem suave extraordinária, o gestor vê as tarifas a reintroduzir uma ameaça inflacionista que ata as mãos do banco central: cortar taxas arrisca reacelerar a inflação, mantê-las pode empurrar a economia para a recessão. Para a tese Upstart, contudo, considera os cortes de taxas quase certos este ano.
Em Março, Powell desacelerou drasticamente a redução do balance sheet — um trickle, justificado pelas tarifas como ameaça inflacionista. Cinnamond e Wiggins enquadram a decisão como recuo perante pressão presidencial pela redução de taxas e como sinal de que o Fed mantém complacência face aos preços dos activos. A administração Trump combina narrativa de purga fiscal com receptividade a um strategic crypto reserve e meme coins lançadas pelo presidente e primeira-dama.
O mercado desconta dois cortes adicionais em 2025, mas a inflação importada pelas tarifas pode dificultar qualquer alívio. Uma viragem para subidas de taxas seria particularmente indesejável.
A Reserva Federal manteve as taxas inalteradas em Março, segunda reunião consecutiva sem alterações, após dados que mostraram algum abrandamento da economia e inflação ainda acima do objectivo de 2%. A apreensão quanto ao impacto das políticas económicas da administração Trump — cortes na despesa pública, despedimentos de funcionários federais e tarifas voláteis — contribuiu para a pausa, com a Fed a reduzir a estimativa de crescimento e a elevar a previsão de inflação face a Dezembro.
A Reserva Federal manteve as taxas inalteradas em Março, segunda reunião consecutiva sem alterações, após dados que mostraram algum abrandamento da economia e inflação ainda acima do objectivo de 2%. A apreensão quanto ao impacto das políticas económicas da administração Trump — cortes na despesa pública, despedimentos de funcionários federais e tarifas voláteis — contribuiu para a pausa, com a Fed a reduzir a estimativa de crescimento e a elevar a previsão de inflação face às projecções de Dezembro.
Powell notou a 4 de Abril que, apesar da incerteza criada pelas tarifas, a economia está em forma sólida. O dot plot de 19 de Março aponta PIB de 1,7% para 2025 e 25-50bps de cortes potenciais. Rewey desconta o GDPNow de -3,67% do Atlanta Fed: está enviesado por importações líquidas negativas em -4,75% (das quais -2,3% de importações de ouro não-produtivas) e por pre-buying ante tarifas, que deve reverter a favor do PIB em trimestres futuros. Factores de soft landing intactos: payrolls de Março +228 mil, salários +3,8%, PCE de Fevereiro em 2,5% (estável vs Janeiro), inflação persistente mas não em aceleração. Toma Powell à letra: a Fed espera por clareza sobre o impacto tarifário na inflação e no crescimento antes de cortar.
A questão da inflação e das taxas de juro permanece central. Sendo as tarifas, na prática, uma forma de tributação cujos custos serão em parte repassados aos consumidores, o efeito de propagação sobre a inflação pode ser significativo. A equipa nota que o Federal Reserve já sinalizou a intenção de abrandar o ritmo de futuros cortes de taxas e que, caso as leituras de IPC sugiram o reaparecimento da inflação, poderá inclinar-se para uma via ainda menos acomodatícia. Na secção de perspectivas, a equipa acrescenta que o Fed enfrenta o desafio complexo de equilibrar cortes perante medidas fiscais potencialmente estimulantes com a inflação acima do objectivo, elevando o risco de erros de política.
O simples facto de os mercados esperarem intervenção da Reserva Federal é lido como prova do fracasso de implementação inicial da política tarifária. Citando Jim Paulsen, desde 1965 o mercado accionista registou sete quedas de dois dias de cerca de -10% e a Fed interveio em todas — incluindo a bazooka de 2020 com 1 bilião em repos, compras de ETFs de junk bonds e mais de 500 mil milhões de QE. Mas o legado inflation-fighting de Volcker pode manter a bazooka guardada se os receios de inflação tarifária dominarem os de recessão. Entretanto a yield a 2 anos caiu de 5,00% para 3,50% e a 10 anos furou os 4,00%, com receio de regresso a +4,5% como headwind.
A gestora enquadra a reunião do FOMC de Dezembro como o ponto de viragem do sentimento no final do trimestre: a Reserva Federal cortou 25 pontos base, como esperado, mas sinalizou cautela quanto à dimensão e calendário de cortes futuros, reduziu as expectativas de cortes para 2025 e elevou as projecções de inflação. As yields do Tesouro dispararam perante receios de défices, tarifas pós-eleitorais e inflação. Referência contextual de mercado, sem posicionamento direccional articulado.
O entusiasmo dos mercados arrefeceu em Dezembro após a reunião do FOMC. A Reserva Federal cortou 25 pontos base como esperado, mas sinalizou cautela quanto à amplitude e ao momento de cortes futuros, reduzindo a expectativa de cortes para 2025 de 100 para 50 pontos base e revendo em alta as projecções de crescimento e inflação. A gestora regista o impacto da viragem mais cautelosa — e a subida das taxas dos títulos do Tesouro — sem articular uma visão direccional sobre a trajectória de taxas.
A gestora descreve o FOMC de Dezembro como ponto de viragem do sentimento do trimestre: o Fed cortou 25 pontos base como esperado, mas sinalizou cautela sobre o alcance e calendário de cortes futuros e reduziu a expectativa de cortes para 2025 para 50 pb (de 100 pb), elevando previsões de crescimento e inflação. As yields do Tesouro a 2 e 10 anos subiram 60 pb e 78 pb, pesando em áreas sensíveis a taxas como os construtores residenciais. Stance neutral — observação macro, sem posição directional articulada.
Os comentários de Jerome Powell após a reunião de 18 de Dezembro tornaram-se restritivos, desencadeando uma queda acentuada nas acções de menor duração, como small caps e valor, que devolveram a maior parte dos ganhos pós-eleitorais. Desde Setembro, a Reserva Federal reduziu a taxa dos fundos federais em 100 pontos base, mas indicou uma abordagem mais prudente a novos cortes em 2025, depois de rever em alta as projecções de crescimento e inflação.
Os comentários de Jerome Powell após a reunião de 18 de Dezembro tornaram-se restritivos, desencadeando uma queda acentuada nas acções de menor duração, como small caps e valor, que devolveram a maior parte dos ganhos pós-eleitorais. Desde Setembro, a Reserva Federal reduziu a taxa dos fundos federais em 100 pontos base, mas indicou uma abordagem mais prudente a novos cortes em 2025, depois de rever em alta as projecções de crescimento e inflação. O gestor não antecipa alterações significativas nas taxas de curto prazo ao longo de 2025.
A Reserva Federal cortou a taxa directora em 50 pontos base em Setembro e mais duas vezes no quarto trimestre, 25 pontos base de cada vez. Contudo, as expectativas de cortes em 2025 caíram de quatro ou cinco para apenas dois, e a subida recente da taxa do Tesouro a dez anos pode estar a sinalizar o fim do ciclo de descida de juros. O gestor classifica esta mudança como um negativo relevante para as small caps e o valor.
No quarto trimestre, os investidores voltaram a fixar-se nas taxas e na inflação, com a percepção de que a Fed cortará menos do que se esperava em Agosto. As três participações mais sensíveis às taxas — American Tower, SBA Communications e CoStar — recuaram no trimestre e no ano. O gestor lê a compressão de múltiplos como oportunidade: as torres cotam a níveis não vistos desde 2009 e perto dos dividend yields mais altos da sua história.
A Reserva Federal sinalizou um alívio mais lento do que o antecipado para o ano seguinte, o que pressionou as small caps no final do ano. A gestora admite que as taxas de juro deverão estabilizar num nível estrutural mais alto do que na década anterior, mas considera que a economia permanece saudável e que os lucros das empresas se devem manter resilientes.
O sinal da Reserva Federal de um alívio mais lento do que o antecipado no próximo ano empurrou as small caps acentuadamente para baixo em Dezembro. Nas perspectivas, as gestoras assumem que as taxas de juro deverão estabilizar num nível estrutural mais elevado do que na década passada, sem que isso altere a leitura construtiva sobre a economia.
O sinal da Reserva Federal de um alívio mais lento do que o antecipado no ano seguinte empurrou as small caps acentuadamente para baixo em Dezembro. Os gestores esperam que as taxas de juro estabilizem num nível estrutural mais elevado do que na década passada, mantendo incerteza e volatilidade elevadas.
A Reserva Federal sinalizou um alívio mais lento do que o antecipado para o ano seguinte, um dos motores da queda das small caps em Dezembro. A gestora antecipa que as taxas de juro estabilizem num nível estrutural mais elevado face à última década, sem que isso quebre a leitura de economia saudável e lucros resilientes.
A Fed implementou dois cortes de taxas no trimestre, fixando o intervalo dos fed funds em 4,25%-4,50%. Powell sublinhou a importância do equilíbrio — reduzir a restrição demasiado depressa poderia travar o progresso na inflação, agir demasiado devagar poderia enfraquecer a actividade económica e o mercado de trabalho — mas indicou que economia e política monetária estão em base sólida. As taxas de juro moveram-se bruscamente intra-trimestre com a mudança da Fed para uma política menos acomodatícia; a gestora espera mais um par de cortes em 2025.
A Fed implementou dois cortes de taxas no trimestre, fixando os fed funds em 4,25%-4,50%. Powell sublinhou a importância de encontrar equilíbrio — reduzir a restrição demasiado depressa poderia travar o progresso na inflação, agir demasiado devagar poderia enfraquecer a actividade económica e o mercado de trabalho — indicando que tanto a economia como a política monetária estão em base sólida. A perspectiva para 2025 inclui mais um par de reduções de taxas. Juros mais altos foram um drag nos industriais em Dezembro, pressionando Trane Technologies.
A Fed implementou dois cortes de taxas no trimestre, fixando a federal funds target rate em 4,25%-4,50%. Powell enfatizou a importância do equilíbrio — reduzir a restrição demasiado depressa poderia travar o progresso na inflação, agir demasiado devagar poderia enfraquecer a actividade e o mercado de trabalho — mas indicou que economia e política monetária estão em base sólida. As taxas de juro pouco mudaram no trimestre mas moveram-se acentuadamente intra-trimestre com o afastamento da Fed de uma política mais acomodatícia. As expectativas para 2025 incluem mais alguns cortes.
Com a inflação global em queda — projecção de 3,5% para 2025, abaixo da média de 3,6% de 2000-2019 — a Fed, o BCE e o Banco de Inglaterra cortaram taxas directoras durante o período, mantendo o objectivo de 2%. No Japão, a inflação de serviços atingiu o máximo desde 1995 com a subida de salários; o Banco do Japão não subiu taxas na reunião mais recente, mas Ueda indicou que continuará a subir se a inflação atingir 2% de forma sustentada. A China anunciou um pacote de 1,4 biliões de dólares para reparar balanços municipais em vez de injectar dinheiro directamente na economia. Os efeitos da política monetária ainda não se manifestaram totalmente, alimentando a incerteza para 2025.
Com a inflação global em queda — projecção de 3,5% para 2025, abaixo da média de 3,6% de 2000-2019 — a Fed, o BCE e o Banco de Inglaterra cortaram taxas de juro no período. O Japão diverge: a inflação dos serviços atingiu o nível mais alto desde 1995 e o governador Ueda indicou que o banco central continuará a subir taxas se a inflação atingir de forma sustentada os 2%. A China anunciou um pacote de US$1,4 biliões para sanear a dívida dos governos locais em vez de injectar dinheiro directamente na economia. A equipa nota que os efeitos da política monetária ainda não se materializaram totalmente, alimentando a incerteza para 2025.
Crescimento económico forte contínuo, mercado laboral estável e dados de inflação mais firmes empurraram a Fed numa direcção mais hawkish em Dezembro. Após cortes consecutivos de 25 pontos base nas reuniões de Novembro e Dezembro, Powell indicou que a Fed deverá adoptar uma abordagem mais comedida daqui em diante e o comité actualizou as projecções para prever apenas dois cortes de taxas em 2025.
Crescimento económico forte continuado, mercado laboral estável e dados de inflação mais firmes empurraram a Fed numa direcção mais hawkish em Dezembro. Após cortes consecutivos de 25 pontos base nas reuniões de Novembro e Dezembro, Powell indicou que a Fed deverá adoptar uma abordagem mais comedida e o comité actualizou as projecções para apenas dois cortes em 2025. A gestora reporta o facto sem tomar posição direccional, embora note o declínio continuado das taxas como potencial vento favorável para SMID caps.
Como era amplamente esperado, a Reserva Federal implementou dois cortes de taxas durante o trimestre, fixando o intervalo-alvo da federal funds rate em 4,25%–4,50%. Powell sublinhou a importância do equilíbrio — reduzir a restrição de política depressa demais poderia travar o progresso na inflação, enquanto agir devagar demais poderia enfraquecer a actividade económica e o mercado de trabalho — indicando ainda assim que tanto a economia como a política monetária estão em base sólida. O pano de fundo é de resiliência: PIB real +3,1% anualizado, desemprego em 4,2% e CPI em 2,7%.
A varredura republicana suscitou receios de inflação, levando a um selloff no mercado de dívida soberana dos EUA, com as yields a subir em toda a curva (Tesouros a 2, 10 e 30 anos +63, +83 e +70 bps). A Fed reuniu em Novembro e Dezembro, cortando 25 bps em cada — mas, apesar destes cortes na sequência do corte de 50 bps de Setembro, a expectativa de cortes futuros recuou drasticamente. Discurso mais restritivo da Fed reintroduziu volatilidade descendente no mercado em Dezembro.
O exercício da 'bola de cristal' ilustra a tese do gestor: o consenso esperava sete cortes da Fed em 2024 e houve três, a começar em Setembro e não em Março, com a yield a 10 anos a subir para perto de 5%. Conclui que decidir investimentos com base em variáveis macro raramente conduz a melhores resultados e recusa tentar prever o curto prazo.
A expectativa de a Fed continuar a reduzir as taxas de juro ao longo do ano sustenta a tese do fundo: as valuations das participadas de crescimento, antes penalizadas por taxas elevadas, deverão expandir num ambiente de juros mais baixos. A gestora antecipa inflação no intervalo histórico de 3% a 4% e taxas próximas da inflação, contexto que considera favorável a negócios que crescem acima dos 7% nominais da economia. Acrescenta que os nomes mais sensíveis ao ciclo — Red Rock e FIGS — deverão acelerar à medida que as taxas e a inflação recuam e o rendimento disponível sobe.
A gestora afirma que, após um período de pressões macro, a confiança dos investidores está a melhorar. A inflação manteve-se controlada e os cortes de taxas de juro deverão persistir; o soft landing que o governo procura orquestrar está a ocorrer. No caso Schwab, a estabilização dos níveis de cash dos clientes após dois anos de drawdown causado pelas subidas de taxas deverá permitir amortizar borrowings de curto prazo caros e aumentar o net interest income e os resultados.
O início do ciclo de cortes da Reserva Federal em 2024 ajudou a alargar o rally de mercado na segunda metade do ano. Olhando em frente, os gestores sinalizam o risco de a inflação reacender e provocar o regresso de um tom restritivo da Fed, que alteraria as perspectivas para as acções e exigiria cautela acrescida.
O rally pós-eleitoral travou quando a reunião de Dezembro da Reserva Federal sugeriu menos cortes em 2025 — o dot-plot implica 2 cortes contra 4 em Setembro. O gestor especula que a Fed poderá manter juros mais altos para contrabalançar défices orçamentais e eventuais tarifas novas. As taxas funcionam como gravidade sobre os activos financeiros e uma yield a 10 anos de 5% ou mais seria um vento contrário substancial, sobretudo para as áreas mais especulativas; um regresso a juros zero parece improvável.
Apesar dos cortes da Reserva Federal nas taxas curtas no final do ano, as taxas longas subiram, assustando investidores de que taxas mais altas prejudicariam a procura de casas novas — o principal driver da subperformance trimestral via homebuilders. Bancos e seguradoras, em contraste, beneficiaram de maior receita de juros durante o ano.
Fora das preocupações específicas da nova administração, a atenção da gestora centra-se na subida das taxas de juro impulsionada pelo regresso dos receios de inflação — tema sobre o qual escreve há vários trimestres, mas ao qual o mercado só agora presta atenção com o Treasury a 10 anos de novo acima de 4,5%. A preocupação explícita é que a subida dos preços da habitação ou um novo choque nos preços da energia produzam algumas leituras quentes do CPI, capazes de assustar um mercado condicionado para uma inflação sob controlo.
Encorajada pelo progresso contínuo na frente da inflação, a Fed iniciou o ciclo de descida com um corte de 50 pontos base na fed funds rate em Setembro, seguido de reduções adicionais de 25 pontos em Novembro e Dezembro. Contudo, a gestora nota que o yield do Treasury a 10 anos subiu quase 100 pontos base exactamente no período em que a fed funds rate desceu 100 pontos. Com as taxas hipotecárias a subir em tandem, o índice de acessibilidade da habitação permanece em níveis baixos e tem sido um headwind para o sector residencial apesar da procura reprimida; surpreendentemente, o back-up das taxas longas passou largamente despercebido às acções de valuation mais elevada.
Encorajada pelo progresso contínuo na inflação, a Fed iniciou o ciclo de descida com um corte de 50 pontos base em Setembro, seguido de reduções de 25 pontos em Novembro e Dezembro. É notável, porém, que a yield do Treasury a 10 anos subiu quase 100 pontos base exactamente no período em que a fed funds rate foi reduzida em 100 pontos. Com as taxas hipotecárias a subir em tandem, o Housing Affordability Index permanece em níveis baixos e tem sido um headwind para o sector da habitação apesar da procura reprimida. Surpreendentemente, a subida das taxas longas passou largamente despercebida a muitas das acções de valuation elevada que tipicamente exibem mais sensibilidade às taxas de juro. Em financials, a curva de yields tem agora uma inclinação positiva mais encorajadora, com oportunidades em boutique advisory, alternativos e processadores de transacções.
O cenário Goldilocks assenta na continuação de inflação mais baixa e de alívio da Fed, mas não seria preciso muito para a economia aquecer demasiado: a inflação parece ter feito fundo bem acima da meta de 2% da Fed, e muitas das políticas de Trump — tarifas e imigração — são directamente inflacionistas, a par da largesse fiscal e da aceleração do crédito bancário. O mercado não está posicionado para risco de inflação, e yields longas mais altas neste cenário começariam a pesar fortemente nas avaliações. O seguro da Strategy é a sobreponderação a commodities, com energy à cabeça, e nomes beneficiários de taxas mais altas como seguradoras de vida.
A Fed cortou 25 pontos base em Novembro e em Dezembro, enquanto o Banco de Inglaterra e o BoJ pausaram — o último citando explicitamente a incerteza sobre as políticas de Trump. Os bancos centrais parecem comprometidos com os caminhos actuais, cortando (EUA, Reino Unido, UE, China) ou subindo (Japão). Mas a inflação permanece uma questão em aberto com a perspectiva de política fiscal mais expansionista, e o Treasury a 10 anos subiu 78 pontos base para 4,58% no 4T, pressionando os REITs como a Extra Space Storage.
A Fed cortou 25 pontos base em Novembro e em Dezembro, enquanto o Bank of England e o Banco do Japão pausaram — o BoJ citando explicitamente a incerteza sobre as políticas de Trump. A yield do Tesouro a 10 anos subiu 77 pontos base para 4,58% no T4, pressionando nomes sensíveis a taxas como a CubeSmart e a NVR, e a inflação permanece uma questão em aberto.
A Reserva Federal cortou mais 25 pontos base em Novembro e em Dezembro, enquanto o Banco de Inglaterra e o Banco do Japão mantiveram — este último citando explicitamente a incerteza das políticas de Trump. A inflação permanece uma questão em aberto, sobretudo com a expectativa de política orçamental mais expansionista sob a nova administração, e a yield do Tesouro a 10 anos subiu 77 pontos base para 4,58% no trimestre, sinal de que o optimismo regulatório é contrabalançado por receios inflacionistas.
A Reserva Federal continuou a cortar as taxas, com duas reduções de 0,25% no trimestre (7 de Novembro e 18 de Dezembro). A Fed referiu que a actividade económica continua a expandir, o desemprego permanece baixo (4,2%) e a inflação aproxima-se do objectivo de longo prazo de 2% — estava em +2,7% homólogos em Novembro. A descida das taxas de curto prazo, a par de resultados corporativos sólidos e do momentum da IA, levou os principais índices a máximos históricos em Dezembro. Em contrapartida, a subida das taxas de longo prazo (a Treasury a 10 anos fechou a 4,57%) penalizou certas categorias de obrigações.
As expectativas de cortes oscilaram de seis ou sete no início de 2024 para apenas 40 pontos base previstos para 2025, com a retórica restritiva de Powell após a vitória de Trump a pressionar as valorizações no fim do ano. A curva de rendimentos normalizou após mais de dois anos de inversão. Os gestores continuam a acompanhar a Fed como tema-chave para 2025.
A Fed devolveu ponche à taça — corte de 50 pontos base em Setembro e de 25 em Dezembro, para 4,25%-4,50% — na esperança de manter a festa económica e alcançar o soft landing. Mas a yield do Tesouro a 10 anos subiu de forma sustentada desde 16 de Setembro até 4,57% no fim do ano (+25% face aos mínimos), reflectindo cepticismo por três razões: inflação teimosamente alta (a Fed subiu a previsão de PCE 2025 para 2,5% e antecipa só dois cortes), défices orçamentais elevados e a perspectiva de tarifas e cortes de impostos. O tempo dirá se a Fed domou suficientemente a inflação ou se as correntes cruzadas reacendem as chamas.
A gestora regista que a Fed cortou a taxa dos Fed Funds pela terceira vez consecutiva no quarto trimestre, incluindo um corte de 25 pontos base em Dezembro, mas que a maioria das taxas de juro de longo prazo subiu desde Setembro. O mercado moderou as expectativas de cortes futuros, e a subida das taxas longas sugere preocupações crescentes com inflação persistente. As potenciais alterações em despesa, imigração e tarifas adicionam incerteza ao panorama de inflação.
A Fed cortou 50 pontos base em Setembro e 25 em Novembro, levando os Fed Funds para 4,50-4,75%, e o FedWatch da CME aponta para novo corte a 18 de Dezembro. Fisher espera normalização gradual em direcção a 2,0% e sublinha o histórico: quando a Fed corta com o mercado em máximos, as acções estavam mais altas um ano depois em 20 de 20 ocasiões. A inflação core PCE perto de 3% mantém-se «teimosa», mas a direcção é favorável.
Os investidores acolheram taxas de juro e inflação mais baixas nos mercados desenvolvidos como suporte do mercado em alta de 2024. Contudo, a moderação das expectativas de cortes mais agressivos da Fed e a subida das taxas de longo prazo no quarto trimestre pressionaram activos sensíveis a duration — com a American Tower a recuar 21% após ter subido quase 40% nos dois trimestres anteriores, apesar de uma perspectiva fundamental inalterada e de previsões em linha com o consenso.
As expectativas de cortes mais agressivos da Reserva Federal moderaram durante o trimestre e as taxas de juro de longo prazo subiram, pressionando activos sensíveis a taxas como a American Tower, cuja acção recuou 21%. O gestor lista a gestão delicada da política monetária da Fed entre os riscos para 2025, sem articular uma direcção firme sobre a trajectória de cortes.
O ciclo de aperto inesperado e abrupto iniciado em 2021 penalizou todo o mercado imobiliário, com a remodelação residencial a sofrer a queda mais longa em registo, excluindo a crise financeira, e as vendas de casas usadas de volta aos mínimos de então. McIntyre regista que a Fed começou a baixar taxas e que o gasto em remodelação inflectiu em alta no quarto trimestre, sinais que considera próximos de um fundo para os fundamentais das piscinas e favoráveis a títulos como a Star Holdings.
A perspectiva de inflação deverá manter-se uma preocupação crítica para os investidores à medida que a Reserva Federal adopta uma abordagem mais cautelosa e expectante em 2025. Embora se antecipem novos cortes de taxas, estes não estão garantidos e, na melhor das hipóteses, deverão avançar a um ritmo mais lento. O anúncio de Dezembro de uma abordagem mais comedida, aliado a dados económicos robustos, contribuiu para reverter os ganhos pós-eleitorais das small caps no fecho do ano.
O anúncio da Reserva Federal, em Dezembro, de uma abordagem mais medida aos cortes de taxas em 2025, combinado com dados económicos fortes, reverteu os ganhos accionistas pós-eleitorais. Embora se antecipem cortes adicionais, deverão avançar a ritmo mais lento, com a Fed a assumir postura cautelosa e expectante. A inflação mantém-se uma preocupação central para os investidores, ainda que a economia dos EUA aparente estabilidade, sustentada por métricas de consumo saudáveis e um mercado de trabalho resiliente.
O mercado teve um fecho fraco no trimestre após a reunião da Reserva Federal em meados de Dezembro, quando esta sinalizou provavelmente dois cortes de taxas em 2025, contra a expectativa de mercado de quatro cortes. A sinalização higher-for-longer também sustentou o USD face ao AUD, contribuindo positivamente para a divisa do Fund.
Os gestores criticam o pivot pré-anunciado pelo Fed em finais de 2023 e o corte de cinquenta pontos base em Setembro de 2024 como catalisadores da euforia em risk assets. Sublinham que o pivot ocorre com Shiller P/E em 37x e spreads de high yield em mínimos desde 2007, deixando pouca margem para preçar mau desempenho. A relação inversa entre yields e valuations está "glitching" — yield a 10 anos em máximos da década com múltiplos a aproximar-se de bolha.
As taxas reais subiram no trimestre, com a yield do Tesouro a dez anos a avançar quase 0,80%, depois de a Fed ter cortado a taxa directora duas vezes mas sinalizado menos cortes para 2025. O ambiente de juros persistentemente elevados foi um obstáculo às avaliações de activos sensíveis às taxas, penalizando Realty Income e o construtor D.R. Horton. Ainda assim, a casa nota que a avaliação do mercado e as expectativas de lucros para 2025 permaneceram praticamente inalteradas.
A Reserva Federal cortou a taxa dos fundos federais em 0,25% por duas vezes no trimestre, mas sinalizou após a reunião de Dezembro que cortará em 2025 apenas metade do anteriormente previsto, e as acções recuaram em resposta. A casa nota que juros mais altos podem pressionar avaliações e travar o crescimento, com impacto visível no sector imobiliário através de Ferguson e Equifax, ligados ao mercado hipotecário.
A Fed reduziu as taxas em Setembro, a primeira descida desde 2020, mas os comentários restritivos de Dezembro reduziram as expectativas de cortes para 2025. Ao contrário de ciclos anteriores, os juros de longo prazo subiram após o corte: desde Setembro, o rendimento das Treasuries a 10 anos avançou mais de 90 pontos base. A gestora vê os juros mais altos como potencial vento contrário para as acções e para a economia, através do seu efeito nas taxas de financiamento.
A Reserva Federal cortou as taxas a 18 de Setembro, o primeiro corte desde 2020, mas o presidente Powell adoptou um tom mais restritivo na reunião de Dezembro quanto a cortes futuros, levando o mercado a devolver parte dos ganhos pós-eleição. Apesar do corte, a yield das Treasuries a dez anos subiu mais de 90 pontos base desde Setembro e recuou para 4,6% no final do ano. A subida das yields é apontada como um possível vento contrário para os preços das acções e um obstáculo para a economia, pelo efeito nas taxas hipotecárias e de financiamento.
Rewey espera que a economia dos EUA mantenha o soft landing em 2025, sustentado por crescimento moderado do PIB e pela possibilidade de reduções de taxas. A previsão GDPNow do 4T24 da Atlanta, em 2,56%, é um nível que considera capaz de impulsionar o crescimento dos lucros mantendo a inflação contida. Concorda com a visão da Fed, expressa na reunião de Dezembro do FOMC, de que provavelmente reduzirá as taxas de curto prazo em 2025. Estes factores deverão favorecer a rotação para small e mid-cap de valor.
O gestor mantém-se sobreponderado em bancos, que beneficiam do ciclo de cortes de taxas em curso da Reserva Federal. Embora Powell tenha sinalizado cortes mais lentos em 2025, considera que o mercado sobre-reagiu e descontou poucos cortes. A descida das taxas de curto prazo e a subida da yield a dez anos reduziram os custos de financiamento e inclinaram a curva, permitindo aos bancos expandir as margens financeiras líquidas. Vê avaliações razoáveis e investidores subponderados, mas vigia o risco de uma subida demasiado rápida das yields, capaz de gerar tensão no sistema financeiro.
A volatilidade ao longo de 2024 esteve ligada ao debate sobre quanto a economia abrandava e qual seria a resposta da Fed. As acções caíram várias vezes à medida que os cortes presumidos eram empurrados para a frente, mas recuperaram repetidamente. A Fed começou finalmente a cortar em Setembro, e por mais do que muitos esperavam. Já perto do fim do ano, Powell decepcionou ao sugerir menos cortes adiante. A equipa nota que se entrou num ciclo de descida mas avisa contra declarar vitória sobre a inflação cedo demais.
O comentário hawkish do FOMC que acompanhou o corte de taxas pressionou activos de risco e elevou taxas e spreads. As yields do Tesouro a 10 anos permanecem acima de 4,5%, mais de 300 pb acima da média de 2020/21. Loeb espera taxas range-bound, uma base elevada para o crédito estruturado, com pressão sobre devedores alavancados a criar simultaneamente risco e oportunidade.
Depois de atingirem picos pós-pandemia há mais de um ano, os bancos centrais aliviaram: o BCE começou na primavera e cortou duas vezes no trimestre, o Banco de Inglaterra seguiu-o e a Reserva Federal cortou três vezes. A exceção foi o Banco do Japão, que manteve as taxas e penalizou o iene. A Reserva Federal indicou recentemente ter terminado a flexibilização no curto prazo, embora as gestoras admitam que a nova administração possa alterar esse rumo em qualquer direcção.
A sinalização da Reserva Federal de que poderá manter as taxas mais altas em 2025 fez os mercados recuar em Dezembro, sendo apresentada como vento contrário para os small/mid-caps. Em sentido oposto, a HealthEquity beneficia de taxas mais altas por remunerar melhor os depósitos que detém em nome dos clientes — embora Rasmussen sublinhe que não detém a acção com base numa visão sobre taxas.
Depois dos ganhos do pós-eleições, os mercados caíram em Dezembro quando a Reserva Federal sinalizou que poderá ter de manter as taxas de juro mais altas do que os investidores inicialmente esperavam em 2025. A perspectiva de uma política monetária menos acomodatícia do que o antecipado introduziu um travão à valorização das acções no final do trimestre.
Wedgewood lê com cepticismo a fascinação do mercado e da Fed em trazer os juros de volta para baixo apesar de uma economia razoavelmente saudável e de inflação acima da meta. Os vigilantes obrigacionistas reagem ao continuado afrouxamento de Powell como se fosse um erro de política face a expectativas de inflação em alta, empurrando a yield a 10 anos para 4,8% desde 3,6% em Setembro — o que, paradoxalmente, exerce um efeito de aperto sobre o crescimento. Os dados ISM de preços pagos em máximos de 22 meses reforçam o receio; a última vez a estes níveis a inflação estava a +6,0%. Risco de a Fed ter de reverter e voltar a subir taxas em 2025.
O fundo enquadra como contexto macro a viragem da atenção dos investidores para a luta da Reserva Federal contra a inflação. Semanas após celebrarem o primeiro corte de juros, as leituras de inflação mantiveram-se teimosamente acima da meta; aliadas a dados económicos e de emprego saudáveis, deixam a Fed aparentemente com menos liberdade para cortar tão agressivamente como o mercado esperava. Captado como pano de fundo de sinal restritivo, sem posicionamento direccional explícito da carteira.
O fundo enquadra como contexto macro a viragem da atenção dos investidores para a luta da Reserva Federal contra a inflação. Semanas após celebrarem o primeiro corte de juros, as leituras de inflação mantiveram-se teimosamente acima da meta; aliadas a dados económicos e de emprego saudáveis, deixam a Fed aparentemente com menos liberdade para cortar tão agressivamente como o mercado esperava. Captado como pano de fundo de sinal restritivo, sem posicionamento direccional explícito da carteira.
Posições associadas
Citações
what began as a cautious stance going into the third quarter evolved into a more dovish tone as signs of labor market softening emerged
"o que começou como uma postura cautelosa à entrada do terceiro trimestre evoluiu para um tom mais dovish à medida que emergiram sinais de softening do mercado de trabalho"
The resulting supply shock sent crude prices surging past $100 per barrel for the first time in four years, injecting potential inflationary pressure into an economy the Federal Reserve (Fed) had been carefully guiding lower.
"O choque de oferta resultante empurrou os preços do crude acima de 100 dólares por barril pela primeira vez em quatro anos, injectando potencial pressão inflacionista numa economia que a Reserva Federal (Fed) vinha a orientar cuidadosamente em baixa"
The resulting supply shock sent crude prices surging past $100 per barrel for the first time in four years, injecting potential inflationary pressure into an economy the Federal Reserve (Fed) had been carefully guiding lower
"O choque de oferta resultante disparou os preços do crude acima de $100 por barril pela primeira vez em quatro anos, injectando potencial pressão inflacionária numa economia que a Reserva Federal vinha cuidadosamente a guiar para baixo."
The resulting supply shock sent crude prices surging past $100 per barrel for the first time in four years, injecting potential inflationary pressure into an economy the Federal Reserve (Fed) had been carefully guiding lower.
"O choque de oferta resultante empurrou os preços do crude acima de 100 dólares por barril pela primeira vez em quatro anos, injectando potencial pressão inflacionista numa economia que a Reserva Federal (Fed) vinha a orientar cuidadosamente em baixa"
the recent spike in the 10-year Treasury yield may be signaling the rate cutting cycle is over.
A subida recente da taxa do Tesouro a dez anos pode estar a sinalizar o fim do ciclo de descida de juros.
we anticipate an inflection in organic growth during the second half of 2026
"antecipamos uma inflexão no crescimento orgânico durante o segundo semestre de 2026"
"underlying U.S. growth appears healthy, and we expect corporate profits will prove resilient"
"o crescimento subjacente dos EUA aparenta-se saudável e esperamos que os lucros corporativos sejam resilientes"
A strong technology investment cycle, lower interest rates and growing corporate profits should continue to support higher equity prices.
"Um ciclo forte de investimento tecnológico, taxas de juro mais baixas e lucros corporativos a crescer deverão continuar a suportar preços de acções mais elevados."
Chairman Powell held rates steady at the June FOMC meeting and is not bowing to political pressure to cut rates sooner than the committee's analysis indicates.
"Chairman Powell hold rates na reunião FOMC de Junho e não está a ceder a pressão política para cortar rates mais cedo que a análise do comité indica."
continuing to signal the potential for a rate cut
"continuando a sinalizar o potencial para um corte de juros"
a 25 basis point rate cut by the Federal Reserve in September, which marked a shift toward more accommodative policy
"corte de 25 pontos base pela Reserva Federal em Setembro, marcando shift para política mais acomodatícia"
This steady economic backdrop should support continued earnings growth for our holdings and favorable returns for the Fund.
"Este backdrop económico estável deverá suportar crescimento continuado de resultados para as nossas holdings e retornos favoráveis para o fundo."
Despite weak consumer sentiment, trends in our data are largely consistent with historical norms, and we are not seeing deterioration.
"Apesar do fraco sentimento dos consumidores, as tendências nos nossos dados estão largamente em linha com normas históricas, e não estamos a ver deterioração."
We remain optimistic about the outlook for the financial sector and our holdings. The macroeconomic environment is generally healthy and supportive of growth.
"Continuamos optimistas quanto às perspectivas para o sector financeiro e para as nossas posições. O ambiente macroeconómico está em geral saudável e suportivo de crescimento."
When we aggregate the three key components of total return - growth + dividends + prospects for an improvement in valuation – we believe we can generate double-digit annual returns in the years ahead.
"Quando agregamos as três componentes-chave do total return — crescimento + dividendos + perspectivas de melhoria em valuation — acreditamos que podemos gerar retornos anuais de double-digit nos próximos anos."
When we aggregate the three key components of total return - growth + dividends + prospects for an improvement in valuation – we believe we can generate double-digit annual returns in the years ahead.
"Quando agregamos as três componentes-chave do total return — crescimento + dividendos + perspectivas de melhoria em valuation — acreditamos que podemos gerar retornos anuais de double-digit nos próximos anos."
if mortgage rates can sustainability enter a range of 5.5% to 6.0% or lower, then this could precipitate a rebound in existing home transactions
"se as taxas hipotecárias entrarem de forma sustentável num intervalo de 5,5% a 6,0% ou inferior, isso poderia precipitar um rebound nas transacções de casas existentes"
We believe the year ahead appears favorable for equity markets.
"Acreditamos que o ano que se avizinha aparenta ser favorável para os mercados de acções."
We believe midcap equities have the potential to trade higher in the first half of 2026, supported by broader, more cyclical market participation, though we nervously admit this is the consensus view.
"Acreditamos que as acções midcap têm o potencial para negociar em alta na primeira metade de 2026, suportadas por participação de mercado mais ampla e cíclica, embora admitamos com nervosismo que esta é a visão de consenso."
we are encouraged by early signs of recovery and normalization in corporate decision making, setting the stage for a more constructive environment heading into year end.
"estamos encorajados por sinais iniciais de recuperação e normalização na tomada de decisão corporativa, definindo o palco para um ambiente mais construtivo a entrar no fim do ano."
Against this backdrop, new Chair Kevin Warsh reaffirmed the Fed’s commitment to restoring price stability and this gave pause to those who thought Warsh would be dovish out of the gate.
"Perante este pano de fundo, o novo presidente Kevin Warsh reafirmou o compromisso da Fed com a restauração da estabilidade de preços, o que travou quem esperava um Warsh dovish à partida."
Macroeconomic uncertainty, interest rates, and other factors will likely continue to influence short-term market sentiment; however, they do not alter our investment philosophy.
"A incerteza macroeconómica, as taxas de juro e outros factores continuarão provavelmente a influenciar o sentimento de mercado no curto prazo; contudo, não alteram a nossa filosofia de investimento."
an oil-supply shock – which can drive higher core inflation – led the market to price out those cuts, with expectations shifting to steady policy rates through year-end as of March 31.
"um choque na oferta de petróleo – que pode elevar a inflação subjacente – levou o mercado a retirar esses cortes, com expectativas a deslocarem-se para taxas de política estáveis até ao fim do ano a 31 de Março."
Regardless of the outcome, the specter of fiscal dominance is unsettling.
"Independentemente do desfecho, o espectro de fiscal dominance é inquietante."
We believe the new Chairman will lower rates to try to prevent a recession.
"Acreditamos que o novo Chairman cortará taxas para tentar prevenir uma recessão."
Chief among the driving forces was the Federal Reserve’s long-awaited pivot to a rate-cutting cycle, fuelling optimism across equity markets.
"Principal entre as forças motrizes foi a tão aguardada viragem da Reserva Federal para um ciclo de cortes de taxas, alimentando o optimismo nos mercados accionistas."
A new Fed Chair in 2026 is likely to maintain a 'dovish' stance, with further rate cuts highly likely through the year.
"Uma nova Fed Chair em 2026 deverá manter uma postura 'dovish', com mais cortes de taxa altamente prováveis ao longo do ano."
Falling interest rates and rising government spending should provide support for risk assets.
"Taxas de juro descendentes e gastos públicos crescentes devem proporcionar suporte aos risk assets."
As we enter 2026, our macroeconomic outlook is one of cautious optimism.
"À medida que entramos em 2026, a nossa perspectiva macroeconómica é de optimismo cauteloso."
Similar to the dot-com bubble, many unprofitable or pre-revenue companies are now claiming they are AI, quantum computing or other sexy, growth stories to pump their stocks.
"À semelhança da bolha dot-com, muitas empresas não lucrativas ou pré-receita afirmam agora ser de IA, computação quântica ou outras histórias de crescimento atractivas para inflar as suas cotações."
Consistent with this outlook, we are taking the maximum permitted level of risk for the portfolio, with this risk level 20% below that of the overall market.
Consistente com esta perspectiva, estamos a assumir o nível máximo permitido de risco no portfólio, com este risk level 20% abaixo do mercado em geral.
All we are trying to emphasize is that the Fed is likely to be a strong tailwind for the market.
"Tudo o que procuramos sublinhar é que a Fed será provavelmente um forte vento de cauda para o mercado."
still restrictive but easing
"ainda restritiva mas em flexibilização"
we are skeptical that the Fed will raise rates unless inflation accelerates from its current level
"somos cépticos quanto a uma subida de taxas pela Fed a menos que a inflação acelere face ao nível actual"
Markets enter the new year with elevated expectations, making the trajectory of policy, the sustainability of AI-driven investment, and the breadth of market participation critical to determining whether current valuations can be sustained.
"Os mercados entram no novo ano com expectativas elevadas, tornando a trajectória da política, a sustentabilidade dos investimentos em IA e a amplitude da participação de mercado críticas para determinar se os valuations correntes podem ser sustentadas."
Our outlook for 2026, supported by broadening and accelerating earnings growth, prospective interest rate cuts and the continuation of AI data centre spending.
"A nossa perspectiva para 2026 é suportada por crescimento de resultados em alargamento e aceleração, prospectivos cortes de taxas de juro e continuação da despesa em data centres de IA."
We would suggest that the market became more defensive by favoring some of the largest stocks in the equity markets, because of the uncertainty surrounding the potential fiscal policies of the second Trump administration and of the uncertain monetary policy from the Federal Reserve (the Fed).
"Diríamos que o mercado se tornou mais defensivo ao favorecer algumas das maiores acções dos mercados accionistas, devido à incerteza em torno das potenciais políticas fiscais da segunda administração Trump e à incerteza sobre a política monetária da Reserva Federal (a Fed)."
Moreover, the war’s inflationary effects created new problems for the Fed, complicating plans to ease monetary policy.
"Além disso, os efeitos inflacionistas da guerra criaram novos problemas para a Fed, complicando os planos de aliviar a política monetária"
Real rates moved higher in the fourth quarter as the 10-year Treasury yield increased by almost 0.80%.
"As taxas reais subiram no quarto trimestre, com a yield do Tesouro a dez anos a aumentar quase 0,80%."
And it would certainly be an unwelcome pivot if the Fed’s next move is instead to raise rates to temper rising prices.
E seria certamente uma viragem indesejável se o próximo movimento da Fed fosse, em vez disso, subir as taxas para conter a subida dos preços.
Unlike rate cuts or a turn in the economic cycle, orienting around this accelerating pace of change has reliably provided us with opportunities largely irrespective of the market environment.
"Ao contrário dos cortes de taxas ou de uma viragem no ciclo económico, orientar-nos em torno deste ritmo acelerado de mudança proporcionou-nos de forma fiável oportunidades em larga medida independentes do ambiente de mercado."
At its meeting in mid-June, the Federal Reserve again elected to hold interest rates steady, marking the fourth consecutive meeting in which the Fed has held the Fed Funds rate unchanged at 4.25%-4.50%.
"Na sua reunião de meados de Junho, a Reserva Federal optou novamente por manter as taxas de juro inalteradas, marcando a quarta reunião consecutiva em que a Fed manteve a Fed Funds rate inalterada em 4,25%-4,50%."
With the Federal Reserve now embarking on a rate-cutting cycle, the expected decline in short-term rates should make equity dividend yields increasingly attractive – particularly when accounting for dividend growth over time.
"Com a Reserva Federal a embarcar agora num ciclo de cortes de taxas, o declínio esperado das taxas de curto prazo deverá tornar os yields de dividendo das acções cada vez mais atractivos — particularmente quando se contabiliza o crescimento dos dividendos ao longo do tempo."
Investor sentiment was buoyed by a more accommodative Federal Reserve and growing optimism that the early stages of a rate-cutting cycle would particularly benefit smaller, domestically oriented businesses.
"O sentimento dos investidores foi sustentado por uma Reserva Federal mais acomodatícia e por um optimismo crescente de que as fases iniciais de um ciclo de cortes de taxas beneficiariam particularmente empresas mais pequenas e orientadas para o mercado interno."
As anticipated, the Fed delivered a 25-basis point rate cut and signaled potential for two more cuts by year-end sending major indices, including the S&P 500, NASDAQ, and Russell 2000, to new all-time highs.
"Como antecipado, a Fed concretizou um corte de 25 pontos base e sinalizou o potencial para mais dois cortes até ao final do ano, levando os principais índices — incluindo o S&P 500, o NASDAQ e o Russell 2000 — a novos máximos históricos."
At roughly 22x forward earnings, the margin for error is thin, and investor conviction will hinge on whether corporate America can deliver the ~15% EPS growth implied for 2026 in consensus estimates.
"A cerca de 22x resultados futuros, a margem de erro é estreita, e a convicção dos investidores dependerá de a corporate America conseguir entregar o crescimento de resultados por acção de cerca de 15% implícito para 2026 nas estimativas de consenso."
If this perceived risk materializes where the Fed must become more restrictive, we believe it will create another generational opportunity for short sellers.
"Se este risco percebido se materializar, com a Fed obrigada a tornar-se mais restritiva, acreditamos que isso criará outra oportunidade geracional para os short sellers."
Ongoing inflation pressures and higher energy prices linked to Middle East tensions involving Iran and disruptions near the Strait of Hormuz supported a higher-for-longer interest rate environment.
"As pressões inflacionistas persistentes e os preços da energia mais altos, ligados a tensões no Médio Oriente envolvendo o Irão e a perturbações junto ao Estreito de Ormuz, sustentaram um ambiente de taxas de juro elevadas por mais tempo."
Just weeks ago, investors were celebrating the Fed’s first rate cut, believing it the first of many. Instead, incoming inflation readings remained stubbornly above the Fed’s target.
"Há apenas algumas semanas, os investidores celebravam o primeiro corte de juros da Fed, acreditando ser o primeiro de muitos. Em vez disso, as leituras de inflação mantiveram-se teimosamente acima da meta da Fed."
We believe that the economy is ultimately the product of the cost of energy, the cost of capital, and the prevalence of employed citizens, with productivity gains as a wildcard of smaller import.
"Acreditamos que a economia é em última análise o produto do custo da energia, do custo de capital e da prevalência de cidadãos empregados, com ganhos de produtividade como variável incerta de menor importância."