ULVR Unilever

Sector: Consumo base · 3 fundos · 3 cartas

Fundos
3
Cartas
3
Última actualização
Q1 2026

Convicção fund × trimestre

Q4 2024
Q1 2025
Q2 2025
Q3 2025
Q4 2025
Q1 2026
ByteTree Asset Management — The Multi-Asset Investor
Lindsell Train Global Equity Fund
Oakmark International Fund
top core média starter sem posição

Teses por gestor

ByteTree Asset Management — The Multi-Asset Investor Q1 2026 manter conv. core

Empresa em modo de deal-making que o mercado não acolhe num momento em que preferiria estabilidade. Desempenho de Março descrito como muito fraco, mas Charlie Morris considera a acção severamente subvalorizada. Tese de qualidade defensiva mantida — boa peça para permanecer investido neste período de incerteza.

"Unilever is in deal-making mode, and the market doesn’t like it, at a time when it would prefer stability."

"A Unilever está em modo de deal-making e o mercado não gosta, num momento em que preferiria estabilidade."

Oakmark International Fund Q4 2025 nova posição conv. média

Empresa global de bens de consumo ancorada em marcas icónicas — Dove, Knorr, Hellmann's e Vaseline. Equipa renovada a executar melhor disciplina estratégica para crescimento mais consistente, com foco em categorias de margem superior. Iniciativas de self-help — cost-savings e brand divestments — devem destravar valor. Acção a desconto face a peers por subgestão prévia que resultou em crescimento de volumes a 1% durante uma década.

"is a global consumer goods company that develops and markets everyday food and personal care brands for billions of consumers worldwide"

"é uma empresa global de bens de consumo que desenvolve e comercializa marcas diárias de alimentação e personal care para milhões de consumidores"

iniciada em T4 2025

Lindsell Train Global Equity Fund Q1 2025 manter conv. core

Décima maior posição a 31 de Março, com 4,29% do valor líquido, e a última divulgada no quadro das dez maiores. Não figura entre os cinco maiores contribuidores nem entre os cinco maiores detractores e o comentário não a discute. Contribui para a maior ponderação sectorial da carteira, os bens de consumo de base, com 29,0% do valor líquido.