REL neutral conv. top manter RELX
+0,7% contrib.
Maior posição da carteira a 31 de Março, com 9,74% do valor líquido, e segunda maior contribuidora do trimestre. A equipa coloca-a, com a London Stock Exchange Group, no pilar dos serviços de informação: dados e ferramentas analíticas essenciais, de revistas académicas a software jurídico, para utilizadores que dependem deles no trabalho diário. Daí resultam receitas maioritariamente por subscrição, margens altas e poder de fixação de preços que permitem atravessar ambientes económicos difíceis. Subiu 5,9% no trimestre.
LSEG neutral conv. top manter London Stock Exchange Group
Segunda maior posição a 31 de Março, com 9,60% do valor líquido. Integra, com a RELX, o pilar dos serviços de informação a que a equipa atribui a resiliência do trimestre: plataformas electrónicas de negociação de obrigações e índices financeiros, entre outros produtos de que os clientes dependem diariamente. Receitas maioritariamente por subscrição, margens altas e poder de fixação de preços sustentam o desempenho em ambientes difíceis. Subiu 1,6% no trimestre.
NTDOY neutral conv. top manter Nintendo
+1,2% contrib.
Terceira maior posição, com 9,01% do valor líquido, e maior contribuidora do trimestre, com 1,19 pontos percentuais. A equipa liga o desempenho à preparação e à revelação da Switch 2: preços da consola e dos jogos próprios robustos e no topo das estimativas, alinhamento de títulos de terceiros e funcionalidades novas que exigem subscrição Nintendo Online. Vê a empresa a tornar-se mais estável e diversificada, com licenciamento e maior adesão de programadores externos.
DEO neutral conv. core manter Diageo PLC
-1,3% contrib.
Quarta maior posição a 31 de Março, com 5,42% do valor líquido, e maior detractora do trimestre, com menos 1,27 pontos percentuais em base absoluta. O documento não apresenta explicação para a queda nem qualquer alteração de posicionamento: a empresa consta do quadro de participações e do quadro de atribuição, e a equipa não a discute no comentário do trimestre.
TKO neutral conv. core manter TKO Group
+0,2% contrib.
Quinta maior posição, com 5,18% do valor líquido, e contribuidora positiva no trimestre. Beneficia dos contratos assinados para as marcas Raw e Smackdown com a Netflix e a NBCUniversal. A equipa sublinha que a maior parte dos lucros vem de pagamentos contratuais de longo prazo, com escaladas de preço incorporadas e visibilidade excepcional — o contrato Raw com a Netflix é de dez anos, com opção de prorrogação por outros dez.
FICO neutral conv. core manter Fair Isaac Corporation
-0,5% contrib.
Sexta maior posição a 31 de Março, com 4,83% do valor líquido, e quinta maior detractora do trimestre, com menos 0,54 pontos percentuais. O comentário do trimestre não a discute e não regista alteração de posicionamento; a empresa aparece apenas nos quadros de participações e de atribuição, com o software a integrar a exposição da carteira à tecnologia de informação.
MDLZ neutral conv. core manter Mondelez International, Inc.
+0,4% contrib.
Sétima maior posição, com 4,54% do valor líquido, e contribuidora positiva com 0,43 pontos percentuais. A equipa inclui-a nos bens de consumo que atribuem resiliência à carteira: vende artigos de bilhete baixo e compra frequente, protegidos por poder de marca acumulado ao longo de décadas de investimento publicitário, com crescimento de volumes resiliente apesar dos aumentos de preço do período inflacionista pós-Covid. Subiu 14,4% no trimestre.
INTU neutral conv. core manter Intuit
Oitava maior posição a 31 de Março, com 4,41% do valor líquido. Consta apenas do quadro de participações: não aparece entre os cinco maiores contribuidores nem entre os cinco maiores detractores do trimestre, e o comentário da equipa não a discute. Integra, com a Fair Isaac, a exposição da carteira ao sector da tecnologia de informação, que pesava 9,2% do valor líquido no fim do trimestre.
DIS neutral conv. core manter The Walt Disney Company
-0,7% contrib.
Nona maior posição a 31 de Março, com 4,38% do valor líquido, e terceira maior detractora do trimestre, com menos 0,70 pontos percentuais. O documento não apresenta explicação para a queda nem alteração de posicionamento. Integra a exposição da carteira aos serviços de comunicação, o segundo maior sector, com 23,6% do valor líquido no fim do trimestre.
ULVR neutral conv. core manter Unilever
Décima maior posição a 31 de Março, com 4,29% do valor líquido, e a última divulgada no quadro das dez maiores. Não figura entre os cinco maiores contribuidores nem entre os cinco maiores detractores e o comentário não a discute. Contribui para a maior ponderação sectorial da carteira, os bens de consumo de base, com 29,0% do valor líquido.
HEINY neutral conv. média manter Heineken Holding NV
+0,5% contrib.
Terceira maior contribuidora do trimestre, com 0,50 pontos percentuais, sob a designação Heineken Holding no quadro de atribuição; o comentário chama-lhe Heineken e regista uma subida de 15,6% no período. A equipa agrupa-a com a Mondelez nos bens de consumo de qualidades defensivas fortes, por venderem artigos de bilhete baixo e compra frequente protegidos por poder de marca. Fica fora do quadro das dez maiores participações.
PYPL neutral conv. média manter PayPal Holdings
-1,1% contrib.
Segunda maior detractora do trimestre, com menos 1,14 pontos percentuais em base absoluta. Fica fora do quadro das dez maiores participações, o que a coloca abaixo dos 4,29% da décima posição, e o comentário da equipa não a discute nem regista alteração de posicionamento. O documento não apresenta explicação para a queda.
Prada
-0,6% contrib.
Quarta maior detractora do trimestre, com menos 0,59 pontos percentuais. Fica fora do quadro das dez maiores participações e o comentário não a discute. É o único nome divulgado no consumo discricionário, sector que pesava 6,8% do valor líquido no fim do trimestre. O documento não apresenta explicação para a queda.
UMG neutral conv. média manter Universal Music Group NV
Um dos detentores de propriedade intelectual em média que a equipa aponta como pilar de resiliência do trimestre, com uma subida de 2,9%. Apresentou resultados anuais com reaceleração do crescimento, expansão de margem e nove dos dez maiores artistas mundiais de 2024. A equipa destaca as receitas recorrentes de licenciamento cobradas a Spotify, Apple e YouTube e a baixa taxa de abandono das subscrições de música.