Crossroads Capital Investment Partners, LP
Manager: Ryan O’Connor · Estratégia: Long short equity · Geografia: US · Global
Performance por trimestre
Posições core
Sem posições core (mínimo 3 cartas de histórico).
Temas recorrentes
Cartas publicadas
Q1 2026 4300 palavras
A Crossroads Capital, de Ryan O’Connor, valorizou 4,2% líquidos no primeiro trimestre de 2026, à frente do S&P 500 (−4,3%) mas atrás do Russell 2000 Value (+4,9%). O’Connor lê o mercado como um sistema adaptativo complexo em «animação suspensa»: o choque petrolífero do fecho do Estreito de Ormuz foi real, mas a incerteza — ao contrário de 2025 — está muito diminuída. As situações especiais entraram em acção: a Merlin Labs, recém-saída de um SPAC, foi o maior contribuidor, seguida da AST SpaceMobile, da FTAI Aviation e da Nebius, esta reforçada agressivamente. A Nintendo liderou as perdas e a Vistry foi vendida após a demissão do seu CEO. A carteira aguentou-se, construída para compor ao longo de anos e não para vencer um trimestre isolado.
Q1 2025 6750 palavras
A Crossroads Capital, gerida por Ryan O’Connor, recuou 7,6% líquido no primeiro trimestre de 2025, em linha com o Russell 2000 Value (-7,7%) e com 13,3% anualizado desde a inception. O’Connor descreve a comunidade empresarial num estado de «mu» — suspensa pela guerra tarifária pós-«Liberation Day» — e responde com um «mu» suave: exposição líquida de 69,7%, posições curtas elevadas e liquidez para explorar deslocações. No trimestre iniciou FTAI Aviation no sell-off do short report da Muddy Waters, reforçou agressivamente a não divulgada Company Z e saiu do equity da Calumet antes da implosão, mantendo opções call. Nintendo segue como convicção máxima com o catalisador Switch 2; Vistry e Magnite completam as teses de transformação.