As gestoras assinalam explicitamente que a liderança de mercado permanece concentrada num grupo estreito de tecnológicas de grande capitalização, elevando a sensibilidade das avaliações e o potencial de mudanças de sentimento. O regresso da liderança a tecnologia, semicondutores e negócios ligados à inteligência artificial explica grande parte do diferencial face aos índices — o fundo avançou 2,14% contra 13,87% do Russell 1000 Value. A dispersão de retornos permaneceu significativa, reforçando o argumento de investigação fundamental e disciplina de avaliação.
Magnificent Seven — dispersão e concentração
Pillar: Estrutura de mercado · 154 cartas · 94 fundos · 7 trimestres
Como gestores articulam este tema (146 variantes)
- Alargamento da liderança de mercado — amplitude ainda estreita
- Alargamento da liderança para além das mega-caps
- Alargamento do desempenho de mercado para além das acções crowded
- Alargamento do mercado e fraqueza das mega-caps tecnológicas
- Alargamento do mercado para fora das mega-cap — liderança em sectores que a carteira não detém
- Alargamento do mercado para lá das Magnificent 7
- Alargamento do mercado para lá das large caps — catalisadores favorecem mid caps em 2025
- Alargamento do mercado para lá das megacapitalizações
- Alphabet como driver dominante dentro dos mega-caps
- Ampliação do mercado e rotação pós-eleitoral para cíclicas
- Avaliações elevadas favorecem a rotação para acções de valor
- Broadening do mercado para lá das Magnificent Seven — liderança mais ampla ainda nos early innings
- Broadening do mercado — mid cap growth resiste ao unwind do AI trade desencadeado pela DeepSeek
- Colapso do momentum — desmonte das Magnificent 7 e dos activos especulativos
- Compressão de múltiplos e dispersão entre nomes Mag-7
- Concentração Mag-7 como headwind estrutural ao mandato
- Concentração Mag-7 e dispersão de retornos no índice
- Concentração U.S. e dispersão de mercado
- Concentração das Magnificent 7 e FOMO
- Concentração das Magnificent Seven e alargamento esperado do mercado
- Concentração das Magnificent Seven e custo relativo de não as deter
- Concentração das Magnificent Seven e debate de bolha
- Concentração das mega-cap e potencial rotação para value
- Concentração das mega-caps e a matemática da reafectação para SMID
- Concentração de Palantir no benchmark — único maior detractor relativo
- Concentração de liderança em mega-caps tecnológicas
- Concentração de mega-tech e alargamento da participação
- Concentração de mega-tech e gap face a small caps
- Concentração de mercado e dispersão face a small caps
- Concentração do índice nas mega caps e início do alargamento
- Concentração dos lucros nas Magnificent Seven e o caso para a amplitude
- Concentração e dispersão em torno do Magnificent 7
- Concentração e fragilidade das Magnificent Seven em drawdown
- Concentração estreita do índice e selectividade
- Concentração extrema do retorno do índice em quatro nomes não detidos
- Concentração extrema do retorno em sete tecnológicas
- Concentração extrema do índice e paralelos com a bolha de 1999
- Concentração extrema do índice — Apple e Mag7 como detractor estrutural
- Concentração extrema do índice — efeito Magnificent Seven
- Concentração extrema em mega cap tecnológica norte-americana
- Concentração nas Magnificent Seven e alargamento esperado do mercado
- Concentração recorde das Magnificent Seven e atraso do valor
- Concentração tech extrema no Russell 1000 Growth
- Convergência de lucros das Magnificent Seven e potencial alargamento do mercado
- Correcção das Magnificent 7 e rotação para defensivos
- Correcção das Magnificent Seven — recuo face ao S&P 493 e digestão do DeepSeek
- Correcção das mega capitalizações tecnológicas pós-DeepSeek
- Declínio das Magnificent Seven e rotação para value
- Disparidade na exposição às Magnificent Seven
- Dispersão Mag-7 e broadening de retornos no mercado americano
- Dispersão crescente dentro dos mega-cap tech e gestão táctica de exposure
- Dispersão crescente entre as Magnificent 7
- Dispersão crescente no sector tecnológico com o ciclo de IA
- Dispersão crescente subjacente ao índice
- Dispersão das Magnificent Seven e deterioração de breadth
- Dispersão das Magnificent Seven e domínio do crescimento
- Dispersão das Magnificent Seven e reabilitação de small-caps
- Dispersão das Magnificent Seven e rotação para o valor
- Dispersão das Magnificent Seven e vindicação do valor
- Dispersão de mercado fora da mega cap tech
- Dispersão de mercado para lá das mega caps tecnológicas
- Dispersão de retornos dentro das Magnificent 7 e do mercado
- Dispersão dentro da liderança de large-cap technology
- Dispersão dentro das mega-cap tech — Apple lagged
- Dispersão dentro das mega-caps — caso Uber vs Tesla
- Dispersão dentro dos Mag 7 — todos exceto a Alphabet atrás do mercado
- Dispersão dentro dos Magnificent Seven
- Dispersão dentro dos Magnificent Seven — Alphabet de volta
- Dispersão dentro dos Magnificent Seven — Alphabet versus pares
- Dispersão dentro dos Magnificent Seven — Apple underweight
- Dispersão dos Magnificent Seven e ampliação do índice
- Dispersão dos Magnificent Seven e índices equiponderados
- Dispersão e rotação para fora das mega caps liderou o quarto trimestre
- Dispersão e rotação para fora dos favoritos do mercado
- Dispersão entre os gigantes — reorganização da liderança no cloud
- Dispersão face às Magnificent Seven e nomes "GARPY" antigos
- Dispersão face às Magnificent Seven e nomes favorecidos pela IA
- Dispersão na Magnificent Seven — deter os vencedores, evitar os retardatários
- Dominância das Magnificent Seven como headwind ao desempenho relativo
- Domínio das Magnificent Seven e alargamento do mercado
- Domínio das Magnificent Seven e alargamento esperado do mercado
- Estilo valor resiste enquanto crescimento corrige na descida do cap spectrum
- Fim da liderança estreita — ausência de mega-caps beneficia
- Fraqueza das mega-caps tecnológicas e correcção de mercado
- Gestão cuidadosa da exposição mega cap num trimestre dominado pelas Magnificent Seven
- Hyperscalers desamadas financiam a rotação para hardware
- Liderança concentrada com dispersão crescente abaixo da superfície
- Liderança concentrada nas grandes tecnológicas
- Liderança das mega-caps de IA
- Liderança de mercado concentrada nos 8 maiores contribuidores
- Liderança de mercado estreita com defensivos em atraso
- Liderança de mercado estreita com rotação abaixo da superfície
- Liderança estreita das tecnológicas e sensibilidade das avaliações
- Liderança estreita de mega-cap growth e dispersão estilística
- Liderança estreita de mega-tech e dispersão de estilo
- Liderança estreita de mega-tech e rotação para defensivos
- Liderança estreita de mega-tech e selectividade
- Liderança estreita e dispersão das Magnificent Seven
- Mag 7 dispersion — NVIDIA + Broadcom + Microsoft drive Q2; Apple exited
- Mag 7 dominance — 73% dos ganhos benchmark, Apple/Alphabet rebote por antitrust
- Mag 7 falha — liderança de mercado pode estar a alargar-se
- Magnificent 7 a explicar a quase totalidade do retorno do mercado
- Magnificent 7 atrás do mercado — rotação defensiva
- Magnificent 7 conduziram o crescimento de resultados do índice, mas esse crescimento começou a abrandar
- Magnificent Seven sob pressão — underweights a apoiar o relativo
- Magnificent Seven — concentração e dispersão de retornos
- Magnificent Seven — concentração extrema e risco simétrico
- Magnificent Seven — dispersão e subdesempenho colectivo
- Magnificent Seven — drivers concentrados de retornos
- Magnificent Seven — subexposição que protegeu na correcção
- Mega cap positioning neutral no T2 — Meta over, Apple under, Microsoft under
- Mega-cap growth e narrativa IA versus oportunidades em value
- Mega-cap tech party perto do fim e capital a alargar
- Mega-caps de IA lideram as quedas; defensivos e China ganham
- Mega-tech lidera, mas o value terá o seu dia
- Os Sete Magníficos não são um bloco homogéneo
- Pendulum action growth/value e questão sobre regresso da liderança Magnificent Seven
- Queda das Magnificent Seven e rotação para valor
- Queda das Magnificent Seven e rotação para value
- Queda dos Magnificent Seven e dispersão de estilo
- Questionamento de valuations e retornos esperados do mega-cap tech
- Recuo das Magnificent 7 após a liderança de 2024
- Regresso do valor e dispersão para lá das mega caps
- Reversão da concentração em mega-caps beneficia a carteira
- Reversão das Magnificent 7 e prémio de estar subponderado à concentração
- Reversão das Magnificent Seven e regresso do valor
- Reversão de liderança — DeepSeek pesa sobre as Magnificent Seven
- Reversão e concentração nas mega-cap technology
- Rotação de Large Cap Growth para Value e Dividend Income
- Rotação dos líderes tecnológicos para sectores cíclicos
- Rotação e alargamento da liderança — melhores retornos fora das Magnificent 7 na próxima década
- Rotação fora de mega-cap growth e temas de IA
- Rotação para fora das Mag 7+ a beneficiar o resto do mercado
- Rotação para fora das high expectations das mega-caps
- Rotação para fora das mega-caps e do crescimento
- Rotação para fora de tecnológicas de IA — choque DeepSeek
- Rotação para fora dos AI Mega Caps em Q4
- Sem Magnificent 7 — contrarianismo perante capitalizações em T de trilião
- Sem Magnificent 7 — estilo de valor com taxas normalizadas
- Sub-desempenho das mega-caps e liderança internacional
- Subponderação nas Magnificent 7 e aumento da dispersão de mercado
- The True Meme Market — concentração e ciclo de memes
- Travagem do mercado de momentum e fragilidade da liderança de IA
- Underweight activo às Magnificent Seven como fonte de alpha num T1 de correcção
- Underweights a mega caps AI como maior headwind do ano
- Vulnerabilidade das Mag 7 à exposição à China
Articulação por trimestre
Articuladores
Os dados de Junho sinalizaram um alargamento saudável da liderança para além da tecnologia de informação pura, com a liderança a estender-se dos vencedores originais de IA para memória, computação e empresas ligadas aos próximos estrangulamentos. Ainda assim, a amplitude permaneceu historicamente estreita: os 20 maiores contribuidores explicaram cerca de 79% do rendimento do índice no trimestre. O novo gestor descreve um mercado dominado por megacapitalizações de tecnologia, sublinhando que o modelo prevê crescimento de dividendos, não retorno de cotação, e que não se espera superar em todos os regimes.
A gestora observa que os títulos dos chamados Mag 7, com a excepção da Alphabet, ficaram atrás do mercado no primeiro semestre. Microsoft e Meta — donos de Facebook e Instagram — foram particularmente punidas à medida que o mercado adopta uma leitura cada vez mais pessimista sobre a probabilidade de um desfecho atractivo do ciclo de capex. Stance mixed: a Ironvine não nega a dispersão nem a incerteza de curto prazo, mas usa a fraqueza para acumular incumbentes que considera excessivamente penalizados, distinguindo entre a reprecificação do sentimento e a durabilidade real dos negócios.
Com excepção da Alphabet, as hyperscalers caíram com força em 2026 por três ventos contrários: sentimento negativo sobre a rentabilidade do capex de IA, rotação de milhares de milhões para acções de hardware e memória financiada pela venda de hyperscalers, e financiamento das IPOs de SpaceX, Anthropic e OpenAI à custa das mesmas posições. Wedgewood toma o lado contrário: aumentou os pesos e espera que as plataformas sejam centrais e críticas no fornecimento de IA às empresas.
As gestoras articulam explicitamente que a liderança estreita de mega-tech aumenta o risco de mudanças abruptas de sentimento, sublinhando a importância de selectividade. O trimestre evidenciou rotação para Energia e defensivos com mega-tech a perder ímpeto, alinhando-se com viés de valor mid-cap do fundo.
As gestoras articulam explicitamente que a liderança estreita das mega-tech aumenta o risco de mudanças abruptas de sentimento e sublinha a importância de selectividade. O trimestre evidenciou rotação de mega-tech para Energia e defensivos, alinhada com viés de valor concentrado do fundo, que avançou 7,30% face ao -4,33% do S&P 500. Selectividade enquadrada como resposta primária à concentração estrutural do índice.
A gestora articula explicitamente que a liderança estreita das mega- tech aumenta o risco de mudanças abruptas de sentimento, sublinhando a importância de selectividade. O trimestre evidenciou rotação para Energia e defensivos com mega-tech a perder ímpeto, alinhando-se com viés de valor small/mid-cap do fundo e oferecendo enquadramento favorável a strategies bottom-up disciplinadas.
A gestora articula que os principais índices entraram em território de correcção, impulsionados por fraqueza nas mega-caps tecnológicas após um período prolongado de superação. A dispersão entre os grandes nomes tecnológicos e o resto do mercado é enquadrada como pano de fundo que reforça a importância de posicionamento disciplinado e selectivo, alinhando-se com o viés de valor global do fundo.
A gestora articula que os principais índices entraram em território de correcção, impulsionados pela fraqueza das mega-caps tecnológicas após um período prolongado de superação. A dispersão entre os grandes nomes tecnológicos e o resto do mercado reforça a importância de posicionamento disciplinado e selectivo, alinhado com o viés de valor internacional do fundo.
A gestora articula explicitamente que a liderança estreita das mega-tech aumenta o risco de mudanças abruptas de sentimento, sublinhando a importância de selectividade. O trimestre evidenciou rotação para Energia e defensivos, com mega-tech a perder ímpeto, alinhando-se com viés de valor small-cap do fundo e oferecendo enquadramento favorável a strategies bottom- up disciplinadas.
A gestora destaca que cada membro do Magnificent Seven ficou aquém do S&P 500 no trimestre, com a liderança a alargar-se para além do grupo restrito de tecnológicas large-cap. Apesar disto, a procura de capex em IA permanece intacta, com sentimento de investidor irregular face a valoração, intensidade de capital e potencial de retorno em tecnológicas mega-cap. A liderança intra-IA migrou para segmentos de infraestrutura.
A tese oposta e construtiva da carta. Embora as Magnificent 7 tenham sido excelentes investimentos nos últimos 10 anos, Reichek espera melhores retornos noutro lado na próxima década. Small caps, mid caps e acções internacionais underperformaram o S&P 500 durante muito tempo, mas o gestor nota uma mudança em 2026, com esses segmentos a superar tanto as Magnificent 7 como o índice year-to-date. Acredita que a maior participação para além das maiores capitalizações já está a materializar-se e que a tendência pode prolongar-se.
A carta valida a tese de fim de ano: índices equiponderados superaram os capitalizados no trimestre, leadership alargou-se, e concentração suavizou à medida que outras áreas do mercado atraíram atenção. As gestoras notam que percentagem significativa dos constituintes individuais do S&P 500 permanece materialmente abaixo de máximos — mercado de stress sob a superfície em vez de força uniforme.
As gestoras articulam que a composição top-heavy do Russell 1000 Growth obriga a ponderação significativa às Magnificent Seven, mas que a sua exposure mega cap não teve influência overriding no desempenho do trimestre. Pelo contrário, beneficiaram de increased market dispersion away from o sector tecnológico e momentum stocks que lideraram em 2025, com contributos diversificados fora da mega cap tech a serem o driver da outperformance. Subponderação em Microsoft figurou entre os top contributors relativos.
O S&P ponderado por capitalização caiu cerca de 4,3%, mas o equal-weight e o Russell 2000 subiram aproximadamente 0,7% e 0,9%, prolongando a rotação para fora da concentração em mega-caps. As Magnificent 7 voltaram a ficar para trás e o que O’Connor descreve como mudança secular parece ganhar ímpeto estrutural — pano de fundo ideal para uma carteira de nomes mais pequenos.
As gestoras articulam explicitamente a realização de mais-valias em posições antigas favorecidas pelo mercado pela exposição à inteligência artificial, identificando Alphabet e TE Connectivity como as duas maiores vendas do trimestre. A reciclagem para SMID caps, nomes internacionais e saúde sugere preferência por dispersão face à concentração no topo do índice global.
Todas as acções das Magnificent Seven ficaram aquém do MSCI World, com os investidores a rodar para fora das mega-caps norte-americanas e nomes expostos à IA, e a favor de valor, defensivas e mercados internacionais. O subpeso do fundo às mega-caps e a diversificação geográfica (57% EUA vs 74% do índice) foram vento a favor no trimestre.
Todas as acções das Magnificent Seven ficaram aquém do MSCI World, com os investidores a rodar para valor, defensivas, mercados internacionais e activos da 'economia física'. A rotação para fora do crescimento e do software penalizou o estilo do fundo no trimestre, embora os gestores a interpretem como movimento de sentimento e não como deterioração dos fundamentais.
Após o momentum e as acções de hipercrescimento liderarem em 2025, o trimestre trouxe uma reversão da concentração em mega-caps. A ausência de exposição às líderes concentradas foi uma vantagem relativa para a carteira.
A liderança do mercado mudou bruscamente: a fraqueza da Big Tech penalizou o Large-cap Growth enquanto as Small Caps resistiram (Russell 2000 em alta) e o S&P 500 equiponderado ficou plano. Esta amplitude beneficiou a estratégia de qualidade e valor, que a casa interpreta como pausa, e não fim, de um ciclo de alargamento plurianual.
A carta abre com o alargamento há muito esperado do mercado para fora das mega-cap tecnológicas que dominaram os três anos anteriores, rumo a empresas da economia física. Na prática, a liderança do trimestre coube a Energia, Materiais, Serviços Públicos, Consumo Básico e Imobiliário — cinco dos seis sectores com retornos positivos —, precisamente aqueles onde a carteira não detém posições. O resultado foi uma penalização relativa para uma estratégia estruturalmente ausente destes sectores, sem que a gestora altere o posicionamento em resposta.
Caracteriza o mercado actual como "the true meme market" — não pelo fenómeno de retail trading, mas pelo volume e velocidade com que o mercado cicla por ideias mutuamente contraditórias. FAANG/Mag7 referida como meme histórica sobre concentração em big tech. Posicionamento implícito: diversificar fora dos vencedores recentes, comprar em pânico (Gitlab, FG).
Não opõe o sector mega-cap em bloco — detém TSLA (12.5%), NVDA (9.07%), AMZN (8.77%), META (2.98%) — mas saiu de Alphabet por considerar oportunidades de compounding superiores noutros nomes. Articula preferência por determinar onde a concentração própria se posiciona em vez de a aceitar passivamente via índice.
As Magnificent Seven, que lideraram o mercado no ano anterior, caíram em média 12,2% no trimestre, com as acções de valor a superar as de crescimento numa tendência iniciada no final do ano anterior. A gestora reafirma que a consideração da avaliação, além das métricas de crescimento, é decisiva para retornos ajustados ao risco no longo prazo e particularmente eficaz no momento actual.
Desde o início do ano testemunhou-se uma mudança decisiva na liderança de mercado e rotação para fora dos temas de mega-cap growth e IA que dominaram o ano anterior. NASDAQ e S&P 500 enfrentaram pressão de compressão de valuation e expectativas de taxas higher-for-longer, enquanto benchmarks de valor foram suportados por ressurgimento dos sectores da old economy. Russell 3000 Value +2,2% vs Russell 3000 Growth -9,5% no trimestre — gap de 11,7 pontos percentuais a favor de valor.
Os índices de igual ponderação e os índices de valor de grande capitalização superaram os de crescimento, e a metade superior do S&P 500 teve o pior desempenho relativo face à inferior numa década. Os gestores vêem este alargamento como saudável, ainda que adverso ao seu estilo de crescimento.
"Broad weakness in large cap technology and software stocks, linked to concerns around artificial intelligence disruption" arrastou o mercado. Liderança de mercado expandiu-se para além de mega cap stocks; participação estreitou e divergências sectoriais aumentaram.
A tese articula que os múltiplos forward de Microsoft, Meta e Alphabet contraíram para níveis multi-anos mínimos perante crescimento que se mantém em duplo dígito. Meta transacciona a múltiplos consistentes com crescimento muito mais lento do que a orientação, e Wedgewood é mais provável adicionar do que cortar. O gestor enquadra a rotação para mega-IPOs como driver técnico que descomprime o capital alocado às incumbentes.
A gestora destaca explicitamente que o trimestre foi definido por dispersão alargada beneath o nível do índice — mega-caps tech como Microsoft e Meta detraíram materialmente apesar de fundamentais sólidos, enquanto names contracíclicos ou de small/mid-cap em healthcare (Natera, Cidara) entregaram contribuições outsize. Sinaliza fragmentação na liderança do mercado.
As gestoras articulam explicitamente que o desempenho do índice permanece fortemente concentrado num pequeno número de acções de larga capitalização, dinâmica que aumenta o risco de mudanças mais bruscas de sentimento e sublinha a importância de selectividade. Benefícios da adopção de IA são descritos como desigualmente distribuídos, reforçando a estreiteza da liderança de mercado e levantando questões sobre a durabilidade dos padrões recentes de desempenho.
A gestora articula explicitamente que o desempenho de índice permanece fortemente concentrado num pequeno número de mega-caps, e que estas dinâmicas elevam o risco de oscilações mais agudas de sentimento, sublinhando a importância de selectividade. O enquadramento aponta para potencial pressão sobre avaliações em áreas altamente concentradas do mercado, alinhando-se com viés de valor small/mid-cap do fundo.
Sete tecnológicas contribuíram aproximadamente metade do retorno anual de +18% do S&P 500® e mais de 100% do retorno do índice no quarto trimestre. As gestoras contrastam com o MSCI ACWI Value, em linha com o benchmark global, e financeiras a contribuírem quase tanto como tecnologia para o retorno do índice global.
A gestora documenta que os Mag7 ditaram 42% dos retornos do S&P 500 em 2025 (vs 62% em 2023 e 53% em 2024) com peso médio de 32,9%. Apenas Alphabet e NVIDIA superaram o índice — os outros cinco underperformaram. O fundo deteve ambos em tamanho, com Mag7 detido pelo fundo a +26,1% vs +22,9% do S&P 500 — contributo de +69bps relativos. Concentração reconhecida como factor de risco mas a gestora aceita-a deliberadamente em função da qualidade dos fundamentais.
A gestora reconhece que os Mag7 — Alphabet, Amazon, Apple, Meta, Microsoft, NVIDIA e Tesla — voltaram a punch above their weight em 2025: 57% dos retornos do R1KG e 42% do SPX, depois de 65%/62% em 2023 e 68%/53% em 2024. O fundo esteve 17% underweight Mag7 em média, o que custou 47bps de relative returns versus R1KG, mesmo com os Mag7 detidos a outperformar o índice (25,1% vs 21,7%). A concentração é factor de risco de desempenho relativo que a gestora aceita deliberadamente.
Os gestores destacam a dispersão dentro do grupo de mega-caps em 2025: Alphabet duplicou desde o mínimo de Abril (+65% no ano) e adicionou dois biliões de market cap, enquanto Microsoft retornou 17%. A tese é que ainda existe valor latente em pelo menos três business lines de cada — YouTube/Cloud/Waymo no Google, productivity/cloud/AI/gaming no Microsoft. A carteira tem 19,63% em apenas estas duas posições.
Tese central da carta: o S&P 500 Equal Weight, S&P US Dividend Growers e S&P 500 Dividend Aristocrats superaram o índice amplo nos últimos dois meses do trimestre. Continuação do broadening favorece a estratégia. As gestoras argumentam que indexação passiva não capturará este tema de ampliação face a estilos focados, factoriais ou estratégias activas diversificadas para além da concentração de capitalização do S&P 500.
Pavese identifica o quarto trimestre como inflexão — liderança de mercado começou a alargar e aceleração para o novo ano. Índices cap-weighted superaram equal-weighted em mais de mil pontos base ao ano durante os três anos pós-ChatGPT, registo mais extremo do que a bolha tecnológica e o pior alguma vez registado. Quase toda a superioridade foi conduzida por valorizações, não por lucros — o que sustenta a reversão esperada.
Mag Seven subiu 24,9% em 2025 e 332% desde o lançamento do ChatGPT (três anos). É descrita como "the nucleus of this market". Strategy deliberadamente subponderada em Alphabet e Apple — duas Mag Seven que performaram bem no T4 — e detractora relativa por isso. Os gestores aceitam o trade-off em momentum-driven markets enquanto reiteram que diversificação limita perdas quando a posição inevitavelmente "unwinds". AstraZeneca, Inditex, Freeport-McMoRan, Merck e ausência de Netflix foram contributors compensatórios.
As gestoras articulam que aproximadamente 500 bps da underperformance de 2025 são atribuíveis ao posicionamento diferenciado em AI e mega caps face ao benchmark. Lamentam não terem aumentado mais agressivamente Broadcom (acções +40% no ano, mas underweight ~300 bps detractor) e Alphabet (acções +60% no ano, underweight ~350 bps). Articulam que low-turnover portfolio é desafiada por fast moving markets, mas reposicionaram activamente para upgrade AI participation.
O gestor identifica como tendência emergente a desaceleração da outperformance das Magnificent 7 contra o S&P 493. Fluxos incrementais para o cohort foram menos potentes do que em anos anteriores e o investidor começa a questionar a tese de Mag7 a qualquer preço. Como natural beneficiária do alívio das condições financeiras, a Russell 2000 bateu o S&P 500 no 2º semestre de 2025.
Mag 7 representam 36% do índice no fim do ano. S&P 500 Equal Weight trailou o S&P 500 em 6,5 pp (+11% vs +18%), evidenciando que as maiores tech stocks continuam a ser o principal driver de retorno do índice. FOMO descrito como "main factor" a empurrar os mercados para máximos e a reforçar a concentração extrema. Stocks on margin loans em níveis elevados e leveraged ETFs (incluindo single stock) duplicaram em menos de dois anos para US$240 mil milhões.
A FMI documenta concentração sem precedentes — 42 acções relacionadas com IA representam 45% da capitalização do S&P 500 e contribuíram com 78% dos retornos do índice, 66% do crescimento de resultados e 71% do crescimento de capex desde o lançamento do ChatGPT em Novembro de 2022. Excluindo estas 42 empresas, o S&P 500 teria sido superado pela Europa, Japão e China no período. No MSCI World, 9 das 10 maiores posições são tecnológicas norte-americanas; os EUA representam 4% da população mundial e 24% do PIB global, mas o top 10 representa 28,3% do índice e o total de acções norte-americanas atinge 72,7%. NVIDIA isolada pesa mais (6%) do que todas as acções japonesas combinadas (5,5%).
As gestoras articulam que a outperformance recente das grandes tecnológicas e a adopção do investimento passivo poderão ter reduzido o pool de investidores activos com interesse em SMID caps e ideias de deferred gratification. As suas top 4 posições (Alphabet, Meta, Analog Devices, TE Connectivity) foram compradas entre 2010 e 2018 quando "making headlines for the wrong reasons" — exemplos do framework "GARPY" (Growth At a Reasonable Price). Reduções em Alphabet materializam realização parcial de mais-valias.
Smith justifica subperformance pela não exposição completa às Mag 7: Fundsmith detém apenas três (Alphabet, Meta, Microsoft) e não detém Nvidia (cerca de 7% do S&P) nem Tesla (PE de 327, nona maior do índice). Argumenta que possuir todas seria portfolio risk inaceitável, citando paralelo com não deter as cinco empresas de bebidas do investible universe mesmo se a perspectiva sectorial fosse favorável.
Apple foi top contributor TTM (+0,54% effect) por dispersion dentro dos Mag-7: o underweight estrutural beneficiou retornos relativos. Alphabet (+0,69% effect TTM) também grande contributor. Microsoft, Meta, Amazon detidos. Tese: dispersion entre Mag-7 cria oportunidade selectiva em vez de tracking concentration via passive.
A equipa caracteriza explicitamente o festival mega-cap tecnológica como insustentável e nota que o interesse em small value está a construir-se à medida que o mercado alarga. O T4 2025 já mostrou Russell 2000® Value a superar a maioria das Mag 7. A leitura é de que capital institucional e individual está a começar a discriminar novamente entre nomes baratos e a hipérbole AI.
Sub-ponderar Mag-7 ajudou pela primeira vez em anos com Microsoft e Apple a tomarem breather. Stock picks dos EUA (Micron +240%, Citigroup +70%, Seagate +225%, Millicom +121%, Warrior Met Coal +63%) adicionaram quase 1000 pontos base de outperformance regional, evidenciando broadening material de retornos no mercado americano além do ambiente Mag-7-dominated.
A equipa documenta dispersão extrema dentro de tecnologia e comunicações: semicondutores (S&P 500) renderam +46% em 2025 enquanto software apenas +12%. Mesmo dentro de software, o resultado foi altamente concentrado — o retorno teria sido materialmente inferior sem Palantir (+135%) e Crowdstrike (+37%). A indústria de software no Russell 1000 Value (que não inclui esses dois) caiu -9% no ano. Esta dispersão valida a abordagem de selecção activa face ao mercado passivo concentrado.
O gestor identifica em Novembro-Dezembro o broadening out do mercado — capital a rodar dos líderes tecnológicos do Q2-Q3 para áreas mais cíclicas — como sinal coerente com a tese de longa data de dispersão dentro do índice. A estratégia long/short capta este movimento via posições event-driven fundamentais idiossincráticas e via hedge em QQQ contra a parte mais esticada do mercado.
Lait nota explicitamente que "em 2025, o desempenho do mercado começou a alargar-se, reconhecendo fontes de crescimento mais diversas para além das acções mais populares e crowded". A carteira é deliberadamente diferenciada e largamente agnóstica aos temas principais do dia (AI). A abordagem foca business models individuais em vez de tese temáticas, captada na frase "Herd animals eat trampled grass". Vê dispersão recente em mercados como provável de continuar, criando oportunidades de trading.
Liderança de mercado começou a mostrar sinais de rotação para fora dos AI Mega Caps que tinham dominado os três primeiros trimestres de 2025, para áreas do mercado com fundamental strength e valuations mais razoáveis. Healthcare liderou Q4 com +10,8%, seguido de Materials, Communication Services e Financials. Tech e Discretionary foram entre os piores. Reflectido no detractor list trimestral (MSFT, NFLX, META).
Tese central para 2026: após mais de uma década de Growth a bater Value, a gestora antecipa "Value will be in a period of favorable relative and absolute returns". Espera rotação de Large Cap Growth com múltiplos elevados para sectores e acções com valuations razoáveis e resultados consistentes num ciclo económico desigual. Consumer Staples e Consumer Discretionary, que foram laggards em 2025, devem ser premiados; Technology e Financials podem continuar a dar bons resultados mas com expectativas elevadas. Tailwind directo para os portfolios LCV e MDI da Matrix.
No selloff de Abril 2025, NVIDIA e Apple caíram mais de 30% em poucas semanas — uma demonstração concreta de que a concentração extrema do índice em poucos nomes mega-cap torna o S&P 500 vulnerável a correções abruptas quando o sentiment vira. O gestor enquadra este episódio como argumento contra concentração passiva nos vencedores recentes.
Kramer distingue holdings (Microsoft, Apple, Amazon, Alphabet) de non-holdings (Oracle, Meta), articulando que Oracle e Meta servem como "examples of what could become weights on Amazon, Apple, and Alphabet if their spending starts to ramp up as well". Microsoft cortado em metade durante 2025 por maior exposição combinada a software e AI spending. O gestor "lightened the load" das mega-cap tech ao longo do ano.
A gestora destaca o spread quase 80% entre Uber (−19% no trimestre, detida) e Tesla (+60%, não detida) como o principal desafio do trimestre, considerando o spread exagerado dado o tempo até a Tesla atingir escala em ridesharing autónomo. A decisão da Waymo de não fazer parceria com a Uber em Miami em 2026 agravou o sentimento. A gestora mantém Uber, argumentando que a empresa terá ‘lugar à mesa’ do AV dado o tamanho da sua plataforma de rede.
A gestora descreve um quarto trimestre de mercado estreito, com retornos concentrados num punhado de mega caps com exposição a IA, enquanto quase 60% dos constituintes do Russell 1000 Growth recuaram e a média equiponderada caiu 1,3%. Defende empresas de crescimento a preços razoáveis cujas cotações ficaram para trás do grupo restrito de líderes, e nota que o mercado começou a alargar em Novembro e Dezembro.
Rewey enumera as questões que investidores começam a colocar ao espaço large-cap tech: previsões de mercado endereçável demasiado optimistas, duração da vantagem competitiva, e adequação dos múltiplos para retorno aceitável de capital. Articula que um plateau em large-caps poderá catalisar a expansão dos investidores para o universo small-cap.
Kokemor articula explicitamente que o Magnificent 7 representa 35-40% do S&P 500, transformando o índice numa exposição concentrada a large-cap growth e não num cabaz diversificado. A divergência face ao Equal Weight Index (~40% since inception, alinhado com Right Tail) ilustra que o fenómeno é estrutural — não um failure de stock selection. Posição bearish moderada: o gestor não prevê o momento da reversão mas explicita que a liderança do índice ao longo das décadas inevitavelmente muda.
O gestor descreve uma liderança de mercado que permaneceu concentrada, mas com dispersão crescente abaixo da superfície. Os investidores favoreceram empresas com durabilidade de resultados e penalizaram nomes expostos a maior intensidade de capital, sensibilidade de avaliação a taxas de juro ou abrandamento de procura, mesmo com fundamentais sólidos. O foco deslocou-se para o retorno do capital investido em detrimento do crescimento de topo.
A equipa observa risco elevado de concentração nos índices populares, alimentado pela paixão dos investidores pela narrativa de IA, em paralelo com oportunidades intrigantes em acções value largamente ignoradas. Value superou growth no T4 (Russell 3000 Value +3,8% vs Russell 3000 Growth +1,1%), com ganhos em todo o cap spectrum: small-cap value +3,3%, mid-cap value +1,4% e large-cap value +3,8%. A equipa considera que o movimento de smaller value stocks nos T3-T4 pode marcar o início de uma rotação maior.
As expectativas de crescimento de lucros das Magnificent Seven estão a convergir com as do S&P 493 mais alargado, enfraquecendo a justificação para o prémio de valorização do grupo. Em 2025 o grupo gerou um retorno de 22,4%, mas só a Nvidia e a Alphabet superaram o índice individualmente; apenas Nvidia e Tesla são esperadas entregar crescimento de lucros acima de 20% em 2026. Os gestores antecipam que esta convergência prepara o terreno para um alargamento da liderança de mercado.
As gestoras articulam que liderança de mercado se está a alargar para além de mega-cap growth, suportada por inovação ligada a IA e investimento corporativo. Participação alargou-se a small caps e cyclicals; rotação sectorial favoreceu saúde e communication services.
Wedgewood expõe explicitamente o headwind estrutural de estar underweight Mag-7 face ao limite interno de 10% por posição. O top 10 do S&P 500 representa 41% do índice; oito stocks AI-tech do Russell 1000 Growth representam 57%, com NVIDIA, Apple e Microsoft a capear o peso de 10%. A estratégia de risk management que serviu por décadas tornou-se headwind quantificável em 2025. O gestor mantém disciplina mas reconhece a matemática adversa enquanto a concentração persistir.
Não deter Apple, NVIDIA, Tesla e Broadcom penalizou o retorno relativo no trimestre. O gestor mantém o framework de valor relativo global e prefere expressar a tese de IA via beneficiários chineses e fornecedores industriais (Alibaba, Tencent, Shin-Etsu) em vez de mega-caps americanas a valuations exigentes.
Stephen Arnold sinaliza que cerca de metade do retorno do benchmark (+6,5%) veio de apenas quatro nomes — Tesla, Alphabet, Apple e NVIDIA — com ganhos entre 17% e 40%. Nenhuma destas posições está no Aoris International Fund, com os riscos de competição, regulação ou valuation a serem considerados incompatíveis com o framework de qualidade concentrada. A leitura é menos de bearishness sobre os nomes em si e mais de explicação do tracking error face a um benchmark concentrado.
A gestora identifica concentração de mercado como risco-chave que pode contribuir para volatilidade elevada, num contexto em que small caps superaram índices a partir de rotação de capital para segmentos subvalorizados. Projecções de consenso sugerem que o Russell 2000 pode superar o Russell 1000 nos próximos dois anos, com small caps a transaccionar num dos descontos mais acentuados face a large caps desde a era dot-com. O enquadramento pró-cíclico do fundo posiciona-o para captar este reequilíbrio.
Articulado como fire hazard estrutural. U.S. equities representam quase 60% dos global benchmarks, far exceeding share of global GDP. Após uma década de U.S. outperformance suportada por equity markets sólidos, private capital strength e USD dominante, global portfolios tornaram-se heavily concentrated em U.S. assets. Com USD -10% YTD e $1 trilião em unsold private market assets, concentração resembles fire hazard rather than safe haven. Active management critical.
A gestora identifica concentração de mercado como risco-chave capaz de gerar volatilidade elevada, num contexto em que small caps superaram via rotação de capital para segmentos subvalorizados. Projecções de consenso sugerem que o Russell 2000 poderá superar o Russell 1000 nos próximos dois anos, com small caps a transaccionar num dos descontos mais acentuados face a large caps desde a era dot-com. O enquadramento pró-cíclico do fundo posiciona-o para captar este reequilíbrio.
A gestora identifica concentração de mercado como risco-chave capaz de gerar volatilidade elevada, num contexto em que small caps superaram via rotação de capital para segmentos subvalorizados. Projecções de consenso sugerem que o Russell 2000 poderá superar o Russell 1000 nos próximos dois anos, com small caps a transaccionar num dos descontos mais acentuados face a large caps desde a era dot-com. O enquadramento pró-cíclico do fundo posiciona-o para captar este reequilíbrio.
A gestora reconhece que o entusiasmo com IA continuou a impulsionar ganhos desmesurados nas Magnificent Seven, particularmente em tecnologia, mas enquadra a rotação para small caps como alargamento construtivo da participação de mercado. Sinaliza explicitamente riscos ligados a concentração de mercado e incerteza política como contribuintes para volatilidade acrescida, o que reforça selectividade bottom-up alinhada com viés de valor small-cap.
A não-detenção de Tesla (+40% no trimestre) e Apple (+24%) custou ao fundo 149bps ou 59% do underperformance relativo. A gestora aceita deliberadamente esta exclusão dado os critérios de qualidade durável. Comparação com Março 2000: Roundhill Magnificent Seven ETF transacciona a ~32x P/E vs ~104x dos sete maiores internet beneficiaries em 2000 — concentração reconhecida mas com valuations relativos saudáveis. NVIDIA a 32x (abaixo de média 5Y de 39x), Alphabet a 23x, Meta a 24x.
A Magnificent Seven dominou os retornos pelo segundo trimestre consecutivo, accounting for 73% dos ganhos do Russell 3000 Growth e 62% do S&P 500. O grupo apreciou 15,2%, outperformando por quase double-digit margin todas as outras securities do benchmark (+5,8%). Tesla +40%, Alphabet +38,1%, Apple +24,2%, NVIDIA +18,1%. Microsoft +4,3%; Meta e Amazon essentially flat. Apple e Alphabet rallied após favorable ruling da DOJ antitrust case vs Google — preserving Apple's $25B+ high-margin traffic-acquisition revenue from Google e evitando forced divestiture de Chrome/Android. A non-ownership de Apple e Alphabet penalizou desempenho relativa (43% IT shortfall, 37% Communication Services shortfall). Gestora mantém underweight em ambos — Apple por regulatory risk App Store e questões AI cycle; Alphabet por innovator's dilemma em AI commerce.
A Alphabet foi a peça central do trimestre — 11,51% do fundo, contribuidor de 3,1%. A narrativa antitrust resolveu-se a favor da empresa, com o core search business preservado. Os gestores não articulam dispersão dentro dos Magnificent Seven nesta carta, mas a centralidade da Alphabet versus mega-caps pares como Microsoft (5,6%) ilustra o tilt do fundo.
A gestora documenta concentração extrema do retorno do índice: Magnificent Seven contribuiu 8,1 pontos percentuais dos 10,5% do ganho do Russell 1000 Growth Index no terceiro trimestre. Apple, sozinha, representava 11,2% do índice no final do período e foi o maior detractor relativo do portfolio por não-detenção. A gestora recusa chasing momentum e considera concentração de capital em handful de winners temáticos insustentável a prazo. Estratégia mantém active share elevado (71,1) com 33 holdings versus 391 do benchmark.
A lista de "AI winners" muda rapidamente. Há alguns meses, mercados temiam que o search business da Alphabet fosse obsoletado por AI chatbots; Bard rollout em 2023 foi clumsy. Contudo, Gemini para enterprise tem agora user base triple do ChatGPT, e Alphabet voltou aos winners' ranks, top contributor 3T (+0,56% effect). Mensagem implícita: incumbents fortes podem não ser desintermediados pela IA na medida que markets fear, abrindo oportunidade selectiva dentro dos Mag-7 em vez de tracking concentration via passive.
Sem as Magnificent 7, o S&P 500 teria rendido apenas +3,1% no trimestre em vez de +8,1% — leadership do mercado permanece estreito. A equipa reconhece que crescimento, margens e ROEs do grupo são impressionantes à escala, com qualidade de negócios e balanços fortes, mas recusa pagar pelo cenário "priced for perfection". Considera Tesla um caso perplexante; a única exposição directa do fundo às Mag 7 é Alphabet, que negoceia a desconto face ao mercado amplo.
A equipa articula que o ambiente de mercado favorece o desempenho superior das acções de valor. Crescimento económico estável, juros em queda e avaliações de partida elevadas para os índices de mercado amplo criam condições para que acções razoavelmente avaliadas superem as que estão cotadas para crescimento de resultados mais elevado. A carta sublinha que as avaliações de equities estão, pela maioria das métricas, em máximos históricos, deixando o rally susceptível a choques inesperados — o que reforça a tese de uma margem de segurança via disciplina de valuation.
Polen articula que Mag 7 oversimplifica differences among businesses. Increasing divergence among constituents pode sugerir broadening do desempenho do mercado. Combinado com desempenho superior de negócios fora do grupo (e.g. Oracle, Broadcom), Polen vê signal favourable ao portfolio diversificado.
A gestora descreve um trimestre em que o S&P 500 renovou máximos liderado por um grupo restrito de acções tecnológicas de elevada avaliação. Sublinha que, embora a liderança seja estreita, este foi ainda assim um avanço notável do mercado. Defende empresas de qualidade a preços razoáveis para lá das mega caps mais populares e uma abordagem mais equiponderada da carteira como resposta às avaliações elevadas do índice ponderado por capitalização.
A RGA detém três dos Sete Magníficos em dimensão relevante e rejeita a prática de os tratar como um bloco único. Os gestores consideram esse agrupamento analiticamente falho, uma vez que as empresas subjacentes divergem acentuadamente em avaliação, crescimento, ciclicidade, rendibilidade e posicionamento estratégico. A maior detenção da carteira, a Alphabet, integra esse grupo mas foi por vezes apelidada de Lag7, ilustrando precisamente a dispersão de avaliação que a RGA procura explorar.
A liderança de mercado manteve-se estreita, dominada por um punhado de mega capitalizações de tecnologia e consumo. Abaixo da superfície, os investidores rodaram para nomes de maior beta em hardware de IA e semicondutores e para fora de software de maior valorização, penalizando Intuit e ServiceNow apesar de fundamentais sólidos. O gestor descreve uma dispersão crescente entre sectores e estilos dentro de um mercado em alta.
A paixão dos investidores por tudo relacionado com IA e mega-cap growth continuou sem sinal de abrandamento apesar de valuations notáveis nesse cohort. Growth superou value no T3: Russell 3000 Growth +10,4% vs Russell 3000 Value +5,6%. Mas value participou no rally e small-cap value disparou +12,6% (Russell 2000 Value), com Midcap Value +6,2% e Russell 1000 Value +5,3%. A equipa vê concentração em mega-cap growth como risco e considera small/mid value como área de potencial intrigante com trade-off de risco-recompensa atractivo.
As gestoras observam que, apesar de níveis de índice mais altos e de volatilidade agregada contida, o mercado escondeu turbulência significativa: entre as grandes tecnológicas norte-americanas, o desfasamento entre a volatilidade de acções individuais e a do índice alargou-se para o nível mais alto desde 2017. As Magnificent Seven representaram mais de 40% do avanço do índice. O posicionamento relativo face a este grupo — com pesos nulos em Apple e Tesla — foi um vento contrário modesto, largamente compensado por contributos de outras empresas do grupo.
Os "Magnificent 7" acumulam 258 base 100 desde 2021 contra 152 do S&P 500 ex-Mag 7, representando 45% das contribuições do índice no acumulado de 2025. Wedgewood mantém disciplina de cap de 10% por posição mas reconhece o headwind estrutural face a um benchmark crescentemente concentrado em mega-cap AI.
Alphabet, Nvidia e TSMC lideram desempenho do All-Cap Portfolio — posições mantidas apesar da postura cautelosa do manager sobre a bolha de IA mais ampla. Dispersão evidente: enquanto stocks como Rigetti negoceiam a milhares de turns de forward revenue, os líderes da cadeia (Alphabet, Nvidia, TSM) continuam a entregar cash flow real e a liderar retornos.
O trimestre evidenciou dispersão de estilo acentuada: growth bateu value e large caps continuaram a superar as congéneres small cap. O entusiasmo renovado por acções temáticas de IA empurrou os índices norte-americanos para máximos históricos. A gestora articula que, uma vez estreitado o diferencial de desempenho entre mega-cap growth e empresas mais pequenas, as suas carteiras deverão ser recompensadas — enquadramento favorável a estratégias bottom-up de valor small/mid cap.
Articulado como risco estrutural. A gestora nota que a liderança de mercado permanece altamente concentrada num grupo estreito de acções tecnológicas mega-cap, aumentando o risco de reversões abruptas se o sentimento arrefecer. Contra este pano de fundo, a gestão activa criteriosa pode entregar valor significativo, com foco em empresas de balanços sólidos e exposição mais diversificada.
As gestoras documentam explicitamente que crescimento bateu valor e large caps continuaram a superar small caps no trimestre. A leitura é de concentração persistente que justifica selectividade e paciência; cortes fiscais e desregulação podem suportar alargamento do rally para lá do AI trade, mas só após estreitamento do gap a carteira mid-cap valor deverá colher os frutos.
A gestora reconhece que growth bateu value e large caps continuaram a superar small caps durante o trimestre, com entusiasmo reignacionado por acções com tese de IA a impulsionar índices norte-americanos para novos máximos. Enquadra explicitamente o estreitamento do gap de retorno entre mega-cap growth e empresas mais pequenas como catalisador esperado para reavaliação das carteiras small-cap, com cortes fiscais e desregulação a suportar alargamento do rally para além do trade de IA.
Mag 7 mostrou dispersion material em Q2. NVIDIA recovered fortemente após Q1 retreat (data center +73%); Broadcom rallied em momentum AI (revenue +20%, AI +40%, FCF margin 43%); Microsoft outperformed em Azure acceleration (+400bps para 35% constant currency). Spotify e Meta também contribuíram. No flip side, Apple foi top detractor (-68bps) e exited — App Store regulatory scrutiny US/Europe + tariff pressure em supply chain China + margin risk em services. Underweight Apple add alpha relativo pelo lado da omissão. Gestora mantém high-conviction em large/ mega-cap growth: NVIDIA 11,9% NAV, Microsoft 7,6%, Amazon 6,4%, Broadcom 6,2%, Spotify 5,4%, Meta 5,2%, Tesla 4,6%.
Apple representava 10,3% do Russell 1000 Growth Index no final do trimestre e a não-detenção foi o maior detractor relativo isolado. A gestora também sublinha underweights a NVIDIA e Microsoft como drivers do underperformance relativo do sector IT. Active share elevado de 70,1 vs índice com 33 holdings versus 385 do benchmark. Disciplina anti-concentração explícita — gestora recusa chasing momentum em mega-caps individuais e prefere diversificação por business models e mercados finais.
Palantir (PLTR) representou em média perto de 8% do peso do Russell Midcap Growth Index e contribuiu cerca de 400 bps para o desempenho do índice no trimestre. A gestora não detém a posição — empresa software com market cap ~$300 mil milhões a negociar a mais de 80x sales — explicitamente caracterizada como "lofty multiple". A não-detenção foi mais do que totalmente responsável pelo underperformance relativo de Selection & Interaction (−3,24 pp). Excluindo Palantir, o portfolio bateu o conteúdo small e mid-cap do benchmark no trimestre e no acumulado do ano. Disciplina de valuation reiterada — gestora recusa chasing concentration em mega-caps de momentum.
Pavese descreve um dos ambientes mais férteis para stock pickers alguma vez vistos, com dispersão recorde e fading leadership a favorecer stock selection activa, fundamental e de longo prazo sobre trading de curto prazo e abordagens passivas. O alargamento do mercado a actuar como tailwind ao desempenho em Agosto é interpretado como sinal de inflexão na liderança.
Mega cap positioning do Strategy foi mostly neutral no T2: overweight a Meta e underweight a Apple (underperformer) offset relative headwinds dos underweights a Microsoft (outperformer) e nova adição Broadcom. As gestoras descrevem a complexidade de gerir mega cap exposure num benchmark RLG dominado por eight $1 trillion+ market cap components.
Trimestre evidencia dispersão clara dentro das mega-cap tech: enquanto MSFT, NVDA, AVGO e ORCL extracted bid significativo do tema IA, Apple enfrentou "a classic innovator's dilemma, which appeared all the more egregious as competitors embraced the AI opportunity". A gestora explicita que o underweight a AAPL relativamente à benchmark proporcionou um tailwind ao desempenho relativo do fundo.
A equipa quantifica a estreiteza da liderança de mercado: os 8 maiores contribuidores do S&P 500 — Nvidia, Microsoft, Broadcom, Meta, Amazon, Alphabet, Netflix e Tesla — subiram em média +33% e geraram 75% do retorno do índice no trimestre. Excluindo estes 8, o índice teria rendido perto de +3%. Estratégias e factores de momentum tiveram bom desempenho, e o Russell 1000 Growth bateu significativamente o Russell 1000 Value (+18% vs +4%), reflectindo que estas acções representam quase metade do índice growth e apenas 5% do índice value.
A IA baralhou o mercado de cloud computing. A Microsoft tornou-se o anfitrião por defeito de cargas AI-native via Azure e a parceria com a OpenAI, embora sob tensão crescente. A AWS falhou o momento de IA e tem a narrativa mais fraca dos três grandes; a Google moveu-se mais depressa com Gemini e TPUs. Abaixo dos três, Oracle e CoreWeave ganharam terreno por não terem negócio legado a proteger. Os vencedores e perdedores divergem.
As mega-cap technology reverteram grande parte das perdas do primeiro trimestre, com o S&P 500 cap-weighted a render 10,9% — bem acima do equal-weighted de 5,5%. A divergência ilustra liderança estreita e concentração de mercado, factor que o gestor regista como contexto para o posicionamento small-cap diversificado.
A subida do trimestre manteve-se liderada por um conjunto relativamente estreito de empresas de crescimento em tecnologia, serviços de comunicação e consumo discricionário. Os sectores defensivos, como a saúde e os bens essenciais, ficaram para trás perante pressões de custos, abrandamento de volumes e incerteza regulatória. O gestor descreve uma dispersão crescente entre estilos e sectores dentro de um mercado em alta.
Large-cap growth stocks foram clear winners do T2. Quando risk-off, as higher valuation large-cap growth foram punidas (junto com mais especulativas smaller growth), só para investidores piling back in à procura de 'bargains' quando sentimento virou positivo. Equipa caracteriza este pendulum action como recent reality do fast-money crowd. Russell 3000 Growth +17,6% vs Russell 3000 Value +3,8% no T2. Coloca explicitamente a questão se mercado regressa aos dias em que Magnificent Seven roar higher à exclusão de outras attractive businesses — e responde explicitly que não pensa que sim. Potencial de lucros e risk-reward relativo de muitas empresas frequentemente desconsiderados nesse regime.
Wedgewood quantifica a concentração: as seis maiores acções do Russell 1000 Growth (todas tech, por definição) representam quase 54% do índice. A capitalização de mercado de tecnologia sobre o S&P 500 está perto de máximos históricos. Bull market narrow liderado por tech após o low de Abril, com NASDAQ 100 a +37% face ao low e novo ATH em 24 de Junho. Apenas cinco posições do portfolio (TSM, Microsoft, Meta, Booking, United Rentals) outperformaram o R1G no semestre, e só Booking ao ATH — replicando a paucity de não-tech em máximos.
A Andvari sofreu um longo período de desempenho inferior pela ausência das Mag 7+ em carteira; o primeiro trimestre inverteu o padrão, com a componente Mag 7+ em queda de 13,12% até 1 de Abril contra +0,89% do «S&P 492». O capital que sai das megacapitalizações parece ter fluído para as empresas detidas, produzindo um desempenho superior significativo e bem-vindo.
Os Magnificent Seven, motor da maior parte dos ganhos do mercado nos últimos três anos, lideraram a queda do trimestre, caindo perto de −15%. O valor superou o crescimento e as large caps resistiram melhor do que as small caps. A gestora enquadra a rotação como um pano de fundo construtivo de longo prazo para a sua disciplina bottom-up de valor.
As Magnificent Seven, que conduziram a maior parte dos ganhos do mercado nos últimos três anos, lideraram a queda do trimestre, cedendo quase 15%. Valor bateu crescimento e as large caps aguentaram melhor do que as small caps, com investidores em fuga para segurança. A leitura é de inversão da liderança concentrada que dominou o mercado norte-americano nos últimos três anos.
As Magnificent Seven, que impulsionaram a maior parte dos ganhos do mercado nos últimos três anos, lideraram o declínio com queda de quase -15%. Value bateu growth e as large caps aguentaram melhor do que as small caps. Os gestores lêem a rotação como confirmação do ambiente favorável a estratégias de valor, ainda que o pano de fundo permaneça errático.
As Magnificent Seven, que impulsionaram a maioria dos ganhos do mercado nos últimos três anos, lideraram o declínio com queda de quase -15%, com value a bater growth no trimestre. Os mercados internacionais, liderados por Europa e China, entregaram a maior superação trimestral face aos EUA em 15 anos. Large caps aguentaram melhor do que small caps no sell-off.
Como o boom de IA tinha alimentado a dominância das Magnificent Seven, a notícia DeepSeek pesou fortemente sobre alguns dos maiores nomes do Russell 1000. A liderança de mercado inverteu-se: value superou growth, TI, consumo discricionário e serviços de comunicação — líderes de dois anos — foram os piores sectores do MSCI AC World Index. Uma tendência persistiu: small caps atrás de large caps.
«O crescimento afundou. Os EUA afundaram. As Magnificent Seven afundaram.» Após uma década de domínio do crescimento e das megacaps tecnológicas, o trimestre marcou uma reversão acentuada que o gestor, enquanto investidor de valor, acolhe como saudável. Alphabet caiu cerca de tanto como as restantes megacaps, com a valuation a ficar bem mais atractiva.
A subexposição da carteira às Magnificent Seven beneficiou a estratégia no trimestre. Estes títulos lideraram o mercado em 2024, mas registaram um recuo médio de 16% no T1, conduzindo a quedas desproporcionadas no índice ponderado por capitalização. A gestora interpreta a sua disciplina de valorização e crescimento de dividendos como estruturalmente afastada desta concentração — uma escolha que protegeu o rendimento relativo quando a liderança de mercado se inverteu.
Após dois anos de subida impulsionada pela IA, as Magnificent Seven recuaram em bloco e ficaram aquém do S&P 493 (Exhibit 1). Wall Street continua a digerir as implicações do DeepSeek, e os investidores tornaram-se mais cautelosos quanto à enormidade do sucesso futuro já descontado nas cotações, apesar do crescimento de receitas ainda robusto. Capture-only: o stance bearish reflecte o cepticismo quanto às valuations das megacapitalizações, não quanto à sua qualidade operacional.
O unwind do generative AI trade iniciado em Janeiro foi desencadeado pela introdução da DeepSeek chinesa, um large language model construído de forma mais barata e eficiente do que os das Magnificent Seven. O segmento mid cap plus que o Strategy alveja resistiu melhor (Russell Midcap Growth -7,12%) do que o Russell 1000 Growth e o Russell 2000 Growth (-11,12%). Os gestores lêem a outperformance relativa do mid cap growth como indicador importante de um mercado em alargamento, e vêem o shift para fora dos mega cap leaders dos últimos dois anos a criar oportunidades compelling para high active share managers.
Todas as Magnificent Seven excepto Meta underperformaram o índice no T1, pressionadas por tarifas e pela emergência surpresa da DeepSeek em Janeiro — LLM chinês com capabilities similares aos melhores modelos mas construído com chips inferiores e custo mais baixo — que levou investidores a questionar o capex massivo em Gen AI. O underweight activo do Strategy adicionou mais de 100 pontos base aos retornos relativos. As gestoras mantêm-se selectivas dentro do grupo: reforçaram Alphabet e Tesla aproveitando short-term weakness.
A rotação para fora de tecnológicas ligadas a IA, despoletada pelo lançamento do modelo chinês DeepSeek, provocou um recuo em acções de IA e data centers e foi o maior selloff sectorial do trimestre. O movimento pressionou holdings como AppLovin e Marvell, mas os gestores vêem a fraqueza como oportunidade para reforçar nomes de qualidade em vez de sinal de deterioração estrutural.
O primeiro trimestre apresentou desafios às Magnificent Seven (Alphabet, Amazon, Apple, Meta Platforms, Microsoft, NVIDIA e Tesla) que dominaram 2023 e 2024, com o choque DeepSeek como headwind dimensionável para as mega-caps tecnológicas. Os underweights do fundo em NVIDIA e Apple contribuíram para o desempenho relativo, e o underweight em Microsoft acompanhou a queda dos cloud providers. Apple enfrentou desafios próprios: adiamento do Siri com IA e pressão do Department of Justice sobre os pagamentos da Google para default search.
Os cinco maiores detractores do fundo foram mega-caps do complexo de IA (NVIDIA, Broadcom, Apple, Microsoft, Alphabet), enquanto os contributos positivos vieram de nomes defensivos e de execução — Visa, Uber, T-Mobile, Alibaba e Mastercard. O estilo growth caiu 7,71% enquanto o value ganhou 4,81%, evidenciando rotação clara para fora dos líderes de 2023-2024.
Já na carta anual anterior o fundo sinalizara o risco subavaliado da exposição das Mag 7 à China — agenda doméstica de consumo, choques geopolíticos e fricção comercial. Maior antagonismo entre parceiros comerciais introduz custo de capital mais alto e múltiplos de avaliação mais baixos para o grupo e, por extensão, para o mercado.
Vários dos temas vencedores de 2023-2024 começaram a ruir. As Magnificent 7 recuaram 16% em 2025, com Tesla e Nvidia a cair 46% e 27,5% face a máximos recentes; high-flyers de IA como Super Micro e Palantir perderam 43,2% e 32,3%. As criptomoedas cederam um bilião de dólares desde Dezembro, com a MicroStrategy a -41,5% do máximo de 52 semanas. A FMI lê a colapso do momentum e a correlação entre tecnologia e cripto como prova da falta de diferenciação dos basket traders e da sua propensão para perseguir o que tem funcionado — sinais de crescente discernimento de mercado que favorecem a selecção de títulos.
O mercado de momentum de 2024 — em que muitas acções subiam apenas por já terem subido, com destaque para nomes ligados à inteligência artificial — parece ter parado. Em 2025 esses títulos revelaram-se vulneráveis a más notícias, como ilustrou a chegada do DeepSeek em Janeiro, expondo a fragilidade subjacente a uma aparente força.
As Magnificent Seven, mais de um terço do S&P 500 no início do trimestre, recuaram -14% colectivamente, enquanto as restantes 493 acções renderam +0,6%. Como concentram mais de metade do índice de crescimento, o valor large-cap superou amplamente o crescimento — a maior vantagem trimestral desde 2001. A equipa lê o episódio como início de uma normalização das avaliações extremas, favorável ao seu método.
As Magnificent Seven, cerca de 28% do índice, recuaram -14% em conjunto, e o valor superou o crescimento por 12 pontos percentuais — a maior vantagem trimestral desde o início dos anos 2000. A carteira transacciona a 8x lucros normalizados contra 17x do Russell 3000 Value e 29x do índice de crescimento, sustentando a tese de avaliação.
A maior incerteza económica levantou dúvidas sobre os drivers da liderança de mercado extremamente estreita de 2023-2024. A ausência de exposição a mega-caps foi benéfica no período, com tecnologia a ser o pior sector do índice e as acções norte-americanas a ficarem atrás das chinesas e europeias. A equipa considera que a subponderação a momentum e a mega-caps tecnológicas deverá continuar a ajudar em termos relativos num cenário de crescimento mais fraco.
Quebrando com o desempenho superlativo dos últimos dois anos, o Magnificent 7 falhou no trimestre: só a Meta superou o S&P 500, com os restantes constituintes a ficar significativamente atrás. A gestora pondera que a acção de preços e o sentimento sugerem uma possível transferência de liderança para os outros 493 nomes do índice, mas guarda julgamento — três meses não fazem uma tendência; o tempo o dirá.
O desempenho do mercado reflectiu uma rotação defensiva: sectores defensivos superaram cíclicos, o valor liderou o crescimento, as empresas pagadoras de dividendos comportaram-se relativamente bem e as Magnificent 7 ficaram significativamente atrás do mercado. A incerteza quanto ao ritmo da despesa em IA, em parte ligada ao modelo mais eficiente em custos da DeepSeek, pressionou as acções de tecnologia. O fundo mantém, ainda assim, posições substanciais nas megacaps de tecnologia, batendo o benchmark growth no trimestre.
As grandes tecnológicas e os títulos ligados à IA foram os mais atingidos no trimestre, depois de retornos desproporcionados face ao resto do mercado, com a comunidade de investimento singularmente focada na narrativa da IA. O choque DeepSeek do trimestre anterior parece já distante, mas desde então a acumulação de notícias e eventos acrescentou risco ao sistema económico e financeiro. Os retornos severamente negativos das mega capitalizações mascararam ganhos em sectores como bens de consumo de base, indústrias e saúde.
Após dois anos em que um grupo estreito de acções conduziu grande parte dos retornos do mercado, a gestora regista a inversão: cinco das Magnificent 7 sofreram quedas a dois dígitos no trimestre, e o subpeso do fundo a este grupo entregou grande parte do desempenho relativo accionista. A correcção retirou alguma espuma às valorizações dos grandes títulos de crescimento, e a preocupação com o impacto da IA generativa no negócio de pesquisa da Alphabet ilustra a vulnerabilidade competitiva dentro do grupo.
A NZS sublinha ter aguentado bem os primeiros cinco anos enquanto subponderada nas Magnificent 7, num mercado movido por um número reduzido de empresas muito grandes e por correlações elevadas. O primeiro trimestre do sexto ano foi diferente: a incerteza e a dispersão aumentaram no mercado. A gestora não acolhe a turbulência associada a níveis excessivos de incerteza, mas defende que o seu enquadramento foi construído para atravessar um futuro imprevisível e volátil.
O choque DeepSeek provocou uma queda máxima de 16,7% das Magnificent 7 no trimestre, contra 13,7% do Nasdaq, com rotação dos investidores para sectores defensivos. Os três principais detractores do fundo — Alphabet, Amazon e Microsoft — reflectiram essa dispersão. A gestora nota que a Microsoft recuperou integralmente as perdas após os resultados e que Alphabet e Amazon reaveram parte delas, mantendo as posições inalteradas.
A par dos receios tarifários, o 1T25 prolongou a rotação para fora das posições de expectativas elevadas que dominam os índices large cap. As Magnificent 7 caíram 15,74% como grupo, abaixo do Nasdaq Composite (-10,26%) e do S&P 500 (-4,28%); o S&P 500 equal weight (SPW) caiu apenas 0,61%, evidenciando a rotação. Rewey considera muitos dos temas de investimento das mega-caps convincentes e duradouros, incluindo o desenvolvimento da inteligência artificial, mas vê as valuations esticadas sobre expectativas elevadas, podendo demorar até o grupo crescer para os níveis actuais. A concentração do grupo contraria a tese central do investimento em ETFs (diversificação ampla), pelo que espera rotação e rebalanceamento contínuos para fora do grupo.
As acções de crescimento, em particular as Magnificent 7, sofreram recuos significativos após o forte desempenho de 2024, penalizadas por avaliações esticadas, escrutínio regulatório e dúvidas sobre a sustentabilidade dos resultados impulsionados pela IA. Os cinco maiores detractores do fundo no trimestre — NVIDIA, Alphabet, Apple, Amazon e Microsoft — pertencem todos ao grupo. O gestor reconhece a correcção, mas mantém a convicção de longo prazo em cada um destes nomes.
Apesar da volatilidade, o style box de valor brilhou em termos relativos. O Russell 3000 Value Index terminou o trimestre com ganho de 1,6%, significativa superação face à queda de 10% do Russell 3000 Growth Index. As valuations tipicamente mais elevadas de muitas acções de crescimento, frequentemente transaccionadas com base em optimismo e potencial de lucros futuros, podem não ser o melhor destino num ambiente de aversão ao risco. Dentro do universo de valor, a dispersão por capitalização foi notória: large-cap value (Russell 1000 Value +2,1%) superou mid value (-2,1%) e small value (Russell 2000 Value -7,7%), à medida que investidores avessos ao risco gravitaram para as large-caps mais estáveis. A equipa conclui que, após anos de taxas baixas a inflar valuations de crescimento, o investimento em valor está bem posicionado para superar.
Apesar da falta de amplitude e do domínio das Magnificent 7 nos últimos cinco anos, a gestora nota que as condições de mercado têm sido melhores para o seu estilo desde que as taxas de juro normalizaram a partir de 0%. O fundo não detinha nenhuma das sete a 31 de Março de 2025, posicionando a carteira para dispersão fora dos mega-índices.
Os mercados de 2024 foram liderados pelo desempenho dominante das mega-caps tecnológicas, com ganhos altamente concentrados. A gestora enquadra o cenário de forma construtiva para o futuro: espera que medidas favoráveis ao mercado sustentem o alargamento para além das Magnificent Seven e que, quando o diferencial face às empresas mais pequenas se estreitar, as carteiras de valor de pequena e média capitalização sejam recompensadas.
Os mercados mundiais desafiaram as expectativas em 2024, liderados pelo desempenho dominante das mega caps tecnológicas conhecidas como Magnificent Seven, com ganhos concentrados. As gestoras esperam que políticas favoráveis ao mercado sustentem o alargamento para lá das Magnificent Seven e articulam que, quando o fosso de desempenho entre as mega caps e as empresas mais pequenas estreitar, os portefólios deverão ser recompensados.
Os mercados mundiais desafiaram as expectativas em 2024, liderados pelo desempenho dominante das mega caps tecnológicas, com ganhos concentrados. Os gestores acreditam que políticas favoráveis ao mercado, como cortes de impostos e desregulação, deverão suportar o alargamento do mercado para lá das Magnificent Seven — e que, quando o desfasamento de desempenho entre mega caps e empresas mais pequenas estreitar, as suas carteiras deverão ser recompensadas.
Os mercados mundiais desafiaram as expectativas em 2024, liderados pelo desempenho dominante das mega-caps tecnológicas conhecidas como magnificent seven, com ganhos concentrados. A gestora espera que políticas pró-mercado suportem o alargamento do mercado para lá das Magnificent Seven — e quando o fosso de desempenho entre mega-caps e empresas mais pequenas estreitar, as carteiras deverão ser recompensadas.
O tema dominante do comentário de mercado. As acções de crescimento do S&P 500® renderam múltiplos do índice global (25% vs 14% do Russell 1000® Value), com a tecnologia dos EUA a ocupar uma fatia recorde do índice e das suas valorizações. As Magnificent Seven representaram 55% a 63% do retorno total do índice em 2022-2024. Enquanto investidor de valor, o gestor lê a concentração extrema como insustentável e prepara-se para a sua reversão, sem a poder cronometrar.
A Magnificent Seven impulsionou 68% e 53% dos ganhos do R1KG e do S&P 500 em 2024. O gestor esteve, em média, 15% subexposto ao grupo, o que penalizou muitos gestores activos, mas deteve os melhores em dimensão — NVIDIA (+170%), Meta (+66%), Tesla (+60%) e Amazon (+44%) —, superando o R1KG em 439 pontos base apesar do vento contrário.
A dominância das Magnificent Seven foi o principal motor do desempenho relativo inferior em 2024. O subponderar a Tesla, Meta e NVIDIA explicou mais de metade do alfa negativo anual, agravado pelos vieses estruturais de Qualidade e Baixo Risco e pelo subponderar a Momentum. Os gestores mantêm a disciplina de avaliação e antecipam um alargamento da amplitude de mercado, com sinais encorajadores já visíveis na segunda metade de 2024.
O broadening iniciado no Verão tem tido fits and starts — o episódio do quarto trimestre, desencadeado pela vitória de Trump e por novo corte da Fed, foi momentum-driven e de curta duração, com small caps, value e cíclicos a serem bid up antes de as growth stocks reassumirem o controlo. Ainda assim, os gestores acreditam que o ciclo de liderança mais ampla para lá das Magnificent Seven está nos early innings e que as holdings na faixa de 10 a 100 mil milhões de dólares estão posicionadas para melhores resultados, a nível fundamental e com condições macro mais favoráveis a empresas mais pequenas.
As Magnificent Seven responderam por 74% do desempenho do RLG no trimestre e 68% no ano, com a postura ofensiva do mercado e a concentração histórica a serem headwinds à abordagem diversificada do Strategy, sobretudo no T4. Ao longo de 2024 a equipa reduziu os underweights a Tesla e Alphabet e manteve pesos activos em Amazon e Meta; após outro ano de retornos triple-digit da Nvidia, vê o risk-reward mais equilibrado e mantém um underweight modesto.
Após dois anos fortes liderados por um grupo restrito de large caps, os gestores argumentam que valorizações relativas, spreads de crédito e crescimento futuro dos resultados apontam para um alargamento da participação do mercado. Vêem este desvio como benéfico para as empresas mid cap que visam, depois de um mercado movido por momentum onde a diferenciação competitiva foi largamente ignorada.
No quarto trimestre o crescimento esmagou o valor: o Russell 1000 Growth subiu +7,1% e o Russell 1000 Value caiu -2,0%, sobretudo pela continuação do desempenho excepcional das Magnificent Seven, com destaque para o retorno de +54% da Tesla. A vantagem do crescimento a dois anos ascende a 63 pontos percentuais, a maior desde a criação dos índices Russell em 1979. Estas sete acções representam já 56% do Russell 1000 Growth e 0% do Russell 1000 Value, um desequilíbrio que a equipa considera insustentável e gerador de oportunidade para o valor.
As Magnificent Seven cresceram os lucros 33 por cento em 2024, dominando o contributo para o crescimento agregado e para os retornos accionistas, enquanto as restantes 493 empresas do S&P 500 cresceram apenas 4 por cento. O consenso espera que os motores de crescimento se alarguem, projectando 13 por cento para as 493 em 2025. A Ironvine considera esta hipótese mais do que mero desejo e retira daí optimismo construtivo, sobretudo porque cerca de metade dos seus negócios cresceu pouco em 2024 e poderá reacelerar.
A Tale of Two Markets — o S&P 500 subiu 25% incluindo as Mag7, mas apenas 16,5% sem elas e 15% em equal weight. No fecho de 2024 menos de 55% dos constituintes negociavam acima da média móvel de 200 dias. O gestor lê o estreitamento da participação como sinal de aviso clássico, com as Mag7 a fazerem pico a 17 de Dezembro (+77% YTD) e a fecharem +67%, contra os miners deixados para trás.
Enquadramento de abertura: 2024 foi mais um ano de bull market liderado pelas mega-tech — a FAANG da década passada é a Magnificent Seven de hoje, o cloud de 2010 é a IA de 2020, super-tema desde a crise financeira. O gestor recusa apostar contra a big tech ("isso cumpriria a definição de insanidade") e detém Amazon, Apple, Broadcom e TSM, mas mantém disciplina de valor para o próximo 2022 — quando as Mag7 caíram em média −46% e o SPYV (value) bateu o SPYG (growth) por quase 2300 bps. Num horizonte de cinco anos, 2022 é "apenas um blip".
Mais de metade do retorno de 23% do S&P 500 em 2024 veio de apenas sete acções, evidente na divergência entre o S&P 500 e o Nasdaq (fortemente ponderados nas Magnificent Seven) e o Dow Jones e o Russell 2000. O gestor compara a situação aos gigantes de 1999 — Microsoft, General Electric, Cisco, Intel, Nokia, Lucent e AT&T — e à narrativa de então que dispensava os lucros para justificar valorizações estratosféricas.
As Magnificent 7 conduziram efectivamente todo o crescimento de resultados do índice nos últimos anos, mas atingiu-se um ponto, nos últimos trimestres, em que esse crescimento começou a abrandar. O crescimento absoluto continua forte para muitas destas empresas, mas há tendência clara de desaceleração, ao mesmo tempo que as avaliações estão historicamente altas, só superadas pela bolha do final dos anos 1990 e por 2021. Isto sugere que as expectativas alcançaram em larga medida o crescimento excepcional, elevando a fasquia a partir daqui; o crescimento de resultados terá de ser o motor primário dos retornos futuros.
A concentração pesada de tecnológicas large cap no S&P 500 — as Magnificent 7 — enviesou o índice, com estes nomes a deter expectativas muito elevadas. Rewey enquadra a oportunidade pela matemática da reafectação: se os investidores no S&P 500 decidissem reafectar apenas 1% das suas posições para o Russell 2500 Value, teriam de comprar 10% do índice. Vê concentração extrema no topo dos índices large cap e expectativas em torno de small e mid-caps demasiado negativas, o que prepara terreno para rotação e reequilíbrio.
O desempenho robusto do Russell 1000 Growth foi impulsionado por ganhos substanciais nas grandes tecnológicas, com destaque para Amazon (+17,7%), NVIDIA (+10,6%) e Alphabet (+14,3%) no trimestre. O fundo ficou atrás do índice de crescimento sobretudo por não deter Tesla e Broadcom, que subiram 54,4% e 34,7%. O gestor mantém a convicção nas suas grandes posições, vendo a Alphabet a negociar com desconto de avaliação face ao índice, mas reconhece o efeito da concentração nos retornos relativos.
Sands descreve como, em períodos de incerteza, os investidores procuraram refúgio nas mega caps vistas como exposição de menor risco à IA, deixando para trás negócios mais cedo na sua jornada de lucro. Esta dinâmica gerou níveis extremos de concentração do benchmark que tornaram difícil aos gestores ativos superar. A fechar 2024, vê sinais de realinhamento e alargamento da liderança de mercado para além dos Magnificent 7.
As Magnificent 7 representam já 33% do S&P 500 ponderado por capitalização e responderam por mais de 50% do retorno do índice. A gestora é contrarian e nota que, quando a capitalização de uma classe de activos ou empresa passa a ter um T de trilião à frente, isso é diferente. O fundo não detém nenhuma das sete a 31/12/24, posicionando a carteira para a dispersão fora dos mega-índices.
Na segunda metade de 2024 o mercado alargou-se para lá das mega-caps e o Third Point, com catalisadores event-driven, qualidade e temas idiossincráticos, diferenciou o seu retorno face ao S&P. A rotação para consumo discricionário, financeiras e industriais capturou o rally pós-eleitoral previsto no T3, levando a carteira de acções a render 10,7% bruto (10,1% líquido) contra +2,4% do S&P 500.
Centrada em investimentos de tecnologia, a casa antecipa maior dispersão no sector à medida que o ciclo de IA progride, o que considera favorável à selecção de vencedores e perdedores — leitura coerente com um mandato long/short.
Fitzpatrick comenta o impacto desproporcionado dos sete maiores nomes nos retornos do índice em 2024. Recusa a tese de bolha generalizada — "the fact that people are talking about the risk of a bubble is a good sign that we are not in a bubble" — mas reconhece que alguns nomes estão materialmente sobrevalorizados. As carteiras Vulcan ficam deliberadamente diferentes dos índices.
Posições associadas
Citações
Markets continue to reward a narrow group of large-cap technology companies, while small-caps remain broadly ignored.
"Os mercados continuam a recompensar um grupo restrito de empresas tecnológicas de grande capitalização, enquanto as small-caps permanecem amplamente ignoradas."
Not holding Apple, NVIDIA, Tesla and Broadcom detracted on a relative basis over the Quarter.
"Não deter Apple, NVIDIA, Tesla e Broadcom penalizou em base relativa durante o trimestre."
narrow large-cap tech leadership heightens the risk of abrupt shifts in sentiment and underscores the importance of selectivity
"a liderança estreita das mega-tech aumenta o risco de mudanças abruptas de sentimento e sublinha a importância de selectividade"
market leadership is still concentrated in a narrow group of large-cap technology companies, increasing valuation sensitivity and the potential for shifts in sentiment
"a liderança de mercado continua concentrada num grupo estreito de tecnológicas de grande capitalização, aumentando a sensibilidade das avaliações e o potencial de mudanças de sentimento"
performance dispersion remained significant, reinforcing the importance of fundamental research, valuation discipline, and a clear-eyed view of long-term business quality
"a dispersão de desempenho manteve-se significativa, reforçando a importância da investigação fundamental, da disciplina de avaliação e de uma visão lúcida sobre a qualidade dos negócios no longo prazo"
narrow large-cap tech leadership heightens the risk of abrupt shifts in sentiment and underscores the importance of selectivity
"a liderança estreita das mega-tech aumenta o risco de mudanças abruptas de sentimento e sublinha a importância de selectividade"
small cap stocks are trading at their biggest discount to large cap shares since the dot-com boom
"as acções de small cap estão a transaccionar com o maior desconto face às de large cap desde o boom do dot-com"
small caps currently trading at one of the steepest discounts to large caps since the dot-com era
"small caps actualmente a transaccionar num dos descontos mais acentuados face a large caps desde a era dot-com"
small caps currently trading at one of the steepest discounts to large caps since the dot-com era
"small caps actualmente a transaccionar num dos descontos mais acentuados face a large caps desde a era dot-com"
"small cap stocks are trading at their biggest discount to large cap shares since the dot-com boom"
"small cap stocks transaccionam no maior desconto face a large caps desde a bolha dot-com"
narrow large-cap tech leadership heightens the risk of abrupt shifts in sentiment and underscores the importance of selectivity
"a liderança estreita das mega-tech aumenta o risco de mudanças abruptas de sentimento e sublinha a importância de selectividade"
We believe the market is poised to have greater participation beyond the largest stocks, and we are now seeing this play out.
Acreditamos que o mercado está preparado para ter maior participação para além das maiores acções, e estamos agora a ver isto a concretizar-se.
we do not expect to outperform across all time horizons or in all market regimes.
"não esperamos superar o mercado em todos os horizontes temporais nem em todos os regimes de mercado."
Apple, a stock that we do not own, was the single largest detractor to the portfolio during the period.
"A Apple, uma acção que não detemos, foi o maior detractor individual do portfolio durante o período."
In the third quarter alone, the “Magnificent Seven” collectively drove 8.1% of the Index’s 10.5% gain.
"Só no terceiro trimestre, os «Magnificent Seven» colectivamente impulsionaram 8,1% do ganho de 10,5% do índice."
Apple (APPL), which was 10.3% of the Index at quarter-end
"Apple (APPL), que representava 10,3% do Índice no final do trimestre"
Palantir (PLTR), a ~$300 billion market-cap software company trading at a lofty multiple over 80 times this year's sales, averaged nearly 8% of the benchmark by weight and drove 4 points of its 18% gain in the quarter.
"Palantir (PLTR), uma software company com market cap de ~$300 mil milhões a negociar a um lofty multiple acima de 80x vendas deste ano, representou em média perto de 8% do peso do benchmark e impulsionou 4 pontos do seu ganho de 18% no trimestre."
The Mid-Cap Growth strategy underperformed its benchmark, the Russell Midcap® Growth Index, which increased approximately 18% during the second quarter.
"A estratégia Mid-Cap Growth ficou abaixo do seu benchmark, o Russell Midcap® Growth Index, que subiu aproximadamente 18% durante o segundo trimestre."
We believe resurgent growth in the economy ex-tech from fiscal stimulus and easing monetary policy will lead to broadening participation within our benchmark.
"Acreditamos que o resurgent growth na economia ex-tech via fiscal stimulus e easing monetary policy levará a broadening participation no nosso benchmark."
Finally, shares of technology bellwether Apple (AAPL) underperformed the market and lost value as the company faced a classic innovator's dilemma, which appeared all the more egregious as competitors embraced the AI opportunity.
"Finalmente, as acções da technology bellwether Apple (AAPL) subdesempenharam o mercado e perderam valor à medida que a empresa enfrentou o classic innovator's dilemma, que pareceu ainda mais flagrante perante competidores a abraçarem a oportunidade de IA."
we remain content to stand a bit apart, trading fashion for fundamentals and today’s noise for tomorrow’s compounding.
"permanecemos satisfeitos em manter-nos um pouco à parte, trocando moda por fundamentos e ruído de hoje por compounding de amanhã."
Fear of missing out (FOMO) was very much on display.
"O fear of missing out (FOMO) esteve muito em evidência."
harvest gains from long-held positions and recycle the proceeds into what we perceive to be undervalued opportunities, namely, SMID caps, international names, and healthcare
"realizar mais-valias em posições antigas e reciclar os proceeds para o que percebemos serem oportunidades sub-avaliadas, nomeadamente SMID caps, nomes internacionais e saúde"
It may make no fundamental sense to buy Tesla shares on a Price Earnings Ratio (‘PE’) of 327 (which is its current rating) but it is the ninth largest company in the S&P 500 Index by value so not holding it is a perilous position to take when money is flowing into index funds.
"Pode não fazer sentido fundamental comprar acções da Tesla com um rácio preço-lucro (PE) de 327 (que é a sua avaliação actual), mas é a nona maior empresa do S&P 500 Index por valor, pelo que não a deter é uma posição perigosa de tomar quando o dinheiro está a fluir para fundos de índice."
Many stocks appreciated in value because they had appreciated in value: price rises fed on themselves.
Muitas acções valorizaram porque já tinham valorizado: as subidas de preço alimentavam-se a si próprias.
Our stance is that both will emerge from this season of sowing with durable growth intact.
"A nossa posição é que ambas emergirão desta estação de sementeira com crescimento durável intacto."
We have very little direct exposure to the AI theme, apart from our holding in Alphabet.
"Temos muito pouca exposição directa ao tema da IA, à excepção da nossa posição na Alphabet."
Herd animals eat trampled grass
"Os animais de manada comem erva pisada"
When seven stocks carry the weight, who needs the other 493?
"Quando sete acções carregam o peso, quem precisa das outras 493?"
After more than a decade of Growth stocks vastly outperforming Value, we think Value will be in a period of favorable relative and absolute returns.
"Após mais de uma década de acções Growth a bater largamente o Value, achamos que o Value entrará num período de retornos relativos e absolutos favoráveis."
Our only hope, as ever, is to ride it out.
"A nossa única esperança, como sempre, é aguentar."
Q1 wasn’t a terrible quarter for the market or our portfolios, but the manner and speed in which the market moved was unsettling.
"O T1 não foi um trimestre terrível para o mercado ou para os nossos portefólios, mas a maneira e a velocidade a que o mercado se moveu foram inquietantes."
We cut our Microsoft position in half last year (somewhat too early, I might add), and I’m currently being patient to see whether this fear passes or grows.
"Cortámos a posição em Microsoft em metade no ano passado (talvez um pouco cedo demais, devo admitir), e estou actualmente a aguardar pacientemente para ver se este receio passa ou cresce."
We believe that Uber will have a seat at the AV table, as its network platform is the world’s largest. In the meantime, it is hard to prove or disprove how successful potential competitors will be.
"Acreditamos que a Uber terá um lugar à mesa do AV, dado que a sua plataforma de rede é a maior do mundo. Entretanto, é difícil provar ou refutar quão bem-sucedidos os potenciais concorrentes serão."
an AI and robotics company that happens to currently generate most of its revenue from selling cars
"uma empresa de IA e robótica que neste momento gera a maior parte da receita a vender carros"
Stable economic growth, declining interest rates and high starting valuations for broad market indices create conditions for reasonably valued stocks to outperform those priced for higher earnings growth.
"Crescimento económico estável, juros em queda e avaliações de partida elevadas para os índices de mercado amplo criam condições para que acções razoavelmente avaliadas superem as que estão cotadas para crescimento de resultados mais elevado."
We continue to believe that consideration of valuation in addition to growth metrics is key to achieving good, risk-adjusted returns over the long term and is likely to be particularly effective today.
"Continuamos a acreditar que a consideração da avaliação, além das métricas de crescimento, é decisiva para obter bons retornos ajustados ao risco no longo prazo e é provavelmente particularmente eficaz nos dias de hoje."
Mega-cap technology stocks reversed much of their losses from the first quarter, as the cap-weighted S&P 500 return of 10.9% was significantly above the index’s equal-weighted return of 5.5%.
"As acções de mega-cap technology reverteram grande parte das suas perdas do primeiro trimestre, com o retorno cap-weighted de 10,9% do S&P 500 a situar-se significativamente acima do retorno equal-weighted do índice de 5,5%."
we've witnessed a decisive shift in market leadership and a rotation away from the mega-cap growth and AI-driven themes that dominated the previous year.
"testemunhámos uma mudança decisiva na liderança de mercado e rotação para fora dos temas de mega-cap growth e IA que dominaram o ano anterior."
Among large U.S. tech stocks, the gap between single-stock and index volatility widened to its highest level since 2017, reflecting heightened dispersion.
"Entre as grandes tecnológicas norte-americanas, o desfasamento entre a volatilidade de acções individuais e a do índice alargou-se para o nível mais alto desde 2017, reflectindo dispersão acrescida."
The so-called Magnificent Seven accounted for more than 40 percent of the index's advance, underscoring the continued market leadership of large-cap U.S. technology companies.
"As chamadas Magnificent Seven representaram mais de 40% do avanço do índice, sublinhando a continuada liderança de mercado das empresas tecnológicas norte-americanas de grande capitalização."
This dynamic drove the extreme levels of benchmark concentration that have made it increasingly difficult for active investors to outperform.
"Esta dinâmica gerou os níveis extremos de concentração do índice que tornaram cada vez mais difícil aos investidores ativos superar."
As earnings growth expectations for the Magnificent Seven converge with those of the broader S&P 493, the rationale for the group's expanding valuation premium weakens
"À medida que as expectativas de crescimento de lucros das Magnificent Seven convergem com as do S&P 493 mais alargado, a justificação para o prémio de valorização crescente do grupo enfraquece."
We continue to fish in the high-quality pond. So far, this scarlet-letter pond continues to yield opportunities. In recent months, we’ve added Chubb, Toll Brothers, United Rentals, Progressive, and, most recently, Hermès. Good fishing.
"Continuamos a pescar no lago da alta qualidade. Até agora, este lago estigmatizado continua a render oportunidades. Nos últimos meses adicionámos Chubb, Toll Brothers, United Rentals, Progressive e, mais recentemente, Hermès. Boa pesca."
Are the Magnificent 7, particularly the hyperscalers, still magnificent? We certainly think so and have increased our weightings accordingly.
"Serão os Magnificent 7, em particular as hyperscalers, ainda magníficos? Achamos claramente que sim e aumentámos os nossos pesos em conformidade."