Diamond Hill Large Cap Strategy
Manager: Austin Hawley CFA · Estratégia: Large cap value · Geografia: US
Performance por trimestre
Posições core
Sem posições core (mínimo 3 cartas de histórico).
Temas recorrentes
Cartas publicadas
Q1 2026 970 palavras
A Diamond Hill Large Cap Strategy recuou 2,39% líquido (-2,24% bruto) no primeiro trimestre de 2026, ficando atrás do Russell 1000 Value (+2,10%), embora à frente do Russell 1000 (-4,18%). A guerra no Irão e o encerramento do estreito de Ormuz fizeram disparar a energia (+38%), com ConocoPhillips e Diamondback Energy a liderar os contributos, a par de Texas Instruments. A exposição — e a não exposição — a tecnologia foi o maior detractor, com o capex de IA a impulsionar nomes como a Micron e a Sandisk que a carteira não detém. Abbott, Capital One e Adobe também pesaram. A gestora iniciou Microsoft, Kimberly-Clark e Carrier Global, saindo de International Paper, e defende que os fossos do seu software resistem à IA melhor do que o mercado desconta.
Q4 2024 2104 palavras
A Diamond Hill Large Cap Strategy recuou 2,27% líquido no quarto trimestre de 2024 e ficou atrás do Russell 1000 Index (+2,75%), tanto no trimestre como no conjunto do ano (12,06% contra 24,51%). A fraqueza relativa concentrou-se nas participações de tecnologia e de industriais, com a ausência de exposição a serviços de comunicação e as posições em imobiliário também a pesar; as participações em serviços de utilidade pública deram um contributo relativo modesto. Entre os principais contributos estiveram a General Motors, a nova posição lululemon, a Amazon, o Wells Fargo e o Bank of America; entre os detractores, a HCA Healthcare, a Freeport-McMoRan, a Builders FirstSource, a Extra Space Storage e a SBA Communications. A gestora iniciou apenas duas posições — Colgate-Palmolive e lululemon — financiadas em parte pelas vendas de PepsiCo, Lear e Stryker, e saiu da Humana.