Platinum Global Fund (Long Only)

Manager: Platinum Asset Management · Estratégia: Long only quality value · Geografia: Global

Cartas publicadas
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Posições core
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Temas recorrentes
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Performance por trimestre

-4%-2%0%+2%+4%+6%+8%Q4 2024Q1 2025Q2 2025Q3 2025Q4 2025Q1 2026MSCI AC World Net Index (AUD): Q1 2025 -2,00%MSCI AC World Net Index (AUD): Q2 2025 +6,00%Platinum Global Fund (Long Only): Q1 2025 -1,00%Platinum Global Fund (Long Only): Q2 2025 +3,00%
Platinum Global Fund (Long Only)MSCI AC World Net Index (AUD)

Posições core

Sem posições core (mínimo 3 cartas de histórico).

Temas recorrentes

Cartas publicadas

Q2 2025 1282 palavras

O Platinum Global Fund (Long Only) subiu 3% no segundo trimestre de 2025, contra 6% do MSCI AC World Net Index em dólares australianos, e ficou nos 3% a doze meses contra 18% do índice. Ted Alexander descreve uma queda inicial com o anúncio tarifário do Dia da Libertação e uma recuperação forte quando ficou claro que a política comercial norte-americana continuava negociável. Os contributos vieram da tecnologia, com a Micron a subir 38%, a Broadcom mais de 60% e a Lam Research 30%, e da energia, com a Cameco perto de 70% na esteira do renascimento nuclear puxado pela procura eléctrica da inteligência artificial. A Wizz Air, vendida em Junho, foi a pior posição.

Q1 2025 1067 palavras

O Platinum Global Fund (Long Only) recuou 1% no primeiro trimestre de 2025, contra menos 2% do MSCI AC World Net Index em dólares australianos. Ted Alexander, que assumiu a gestão a 3 de Março, atribui a resistência ao excesso de peso na Europa, no Reino Unido e na China e ao reforço da defesa da carteira em Março, e credita boa parte do resultado ao gestor cessante, Clay Smolinski. A tese central é o contango do risco: anos de aglomeração em negócios especulativos de tecnologia comprimiram a recompensa futura e deixaram a qualidade barata. Daí a rotação para farmacêuticas, com AbbVie, AstraZeneca, Merck e Novartis, e para bens essenciais, e a regra nova de 2% mínimos por posição.