A política comercial e tarifária continua a somar dificuldade ao ambiente de investimento. Na Alcon, a absorção de tarifas, a par do câmbio e do investimento em lançamentos, travou a expansão da margem desde a separação da Novartis.
Tarifas e política comercial
Pillar: Geopolítica · 448 cartas · 247 fundos · 7 trimestres
Como gestores articulam este tema (415 variantes)
- 'Liberation Day' tariffs e rebound pós-pausa
- Agenda 'America First' — tarifas e relocalização pós-eleições
- Agenda fiscal e tarifária da nova administração vista como potencialmente inflacionista
- Ameaça de tarifas Trump 2.0 sobre industriais
- Ameaça tarifária e paralisia de empresas e consumidores
- Ameaças tarifárias de Trump e tensões comerciais globais
- Anúncios tarifários da nova administração como fonte de volatilidade e teste à carteira
- Arquitectura de sanções e tarifas — tectos de preço, Secção 232 e fragmentação dos mercados
- Atrasos de tarifas e front-loading de importações suportam consumer spending
- Avaliação do impacto de tarifas e desregulação sob a nova administração
- Choque tarifário de 2 de Abril e análise de impacto nas carteiras
- Choque tarifário de Abril e resiliência dos lucros corporativos
- Choque tarifário de Liberation Day e incerteza na política comercial dos EUA
- Choque tarifário de Trump e guerra comercial
- Choque tarifário de Trump — destrutivo mas reversível
- Choque tarifário do "liberation day" e recuperação relâmpago do mercado
- Choque tarifário do 'Liberation Day', tréguas comerciais e dólar mais fraco
- Choque tarifário do Liberation Day e postura defensiva
- Choque tarifário do «Liberation Day» e cautela de curto prazo
- Choque tarifário e guerra comercial global
- Choque tarifário e volatilidade de política no arranque do trimestre
- Debate entre política esperada e realizada da nova administração como tema de 2025
- Decline tarifário em Abril seguido de recuperação resiliente
- Destruição de procura iminente por tarifas e política
- Digestão lenta da incerteza tarifária e consumo resiliente
- Eleição EUA e bifurcação tarifária — EUA vs resto do mundo
- Guerra comercial de Trump como choque dominante sobre economia e mercados
- Guerra comercial de Trump e o choque do «Liberation Day»
- Guerra comercial global e janela de negociação de 90 dias
- Guerra comercial global — múltiplos e resultados americanos em risco
- Guerra de tarifas a empurrar os mercados para baixo — com vencedores selectivos na reparação auto
- Guerra tarifária como choque auto-infligido e fonte de incerteza
- Guerras comerciais — o pior provavelmente ultrapassado
- Impacto das tarifas Liberation Day no adiamento de decisões de capex corporativo em TI
- Impacto de tarifas na inflação e calendário de anualização
- Impacto tarifário e mix automóvel
- Impacto tarifário — investidas na ofensiva perante o ruído comercial
- Incerteza com potenciais políticas de tarifas e imigração
- Incerteza da política económica norte-americana — tarifas, orçamento e regulação
- Incerteza de política comercial e tarifas
- Incerteza de política comercial e tarifas como risco a monitorizar nas cadeias de abastecimento
- Incerteza de política económica norte-americana — tarifas, orçamento e regulação
- Incerteza de política sob a nova administração
- Incerteza em torno de potenciais políticas de tarifas e imigração
- Incerteza fiscal e tarifária como motor de volatilidade e receios de recessão
- Incerteza na política comercial global como driver da volatilidade do trimestre
- Incerteza sobre tarifas e imigração da administração entrante
- Incerteza sobre tarifas e imigração da nova administração
- Incerteza tarifária a penalizar holdings expostas a comércio global e China
- Incerteza tarifária a travar a despesa das empresas clientes
- Incerteza tarifária com carteira amplamente insulada
- Incerteza tarifária com exposição directa limitada na carteira
- Incerteza tarifária como driver do drawdown — clareza como catalisador
- Incerteza tarifária como gatilho da reversão de Março
- Incerteza tarifária como motor da correcção
- Incerteza tarifária como pano de fundo de volatilidade
- Incerteza tarifária da nova administração e recuo das acções
- Incerteza tarifária do Presidente-eleito Trump e repercussões globais
- Incerteza tarifária dos EUA como driver da queda e teste à carteira
- Incerteza tarifária e a resiliência dos mercados
- Incerteza tarifária e comercial como wild card persistente
- Incerteza tarifária e correcção do mercado em Março
- Incerteza tarifária e de política — choque de Fevereiro-Março
- Incerteza tarifária e impacto ainda por aferir na inflação
- Incerteza tarifária e impacto em consumo cíclico
- Incerteza tarifária e impacto em encomendas retalhistas
- Incerteza tarifária e impactos sectoriais
- Incerteza tarifária e negociações comerciais
- Incerteza tarifária e orçamental em Washington — as três pernas do mercado em alta abaladas
- Incerteza tarifária e política comercial
- Incerteza tarifária e posicionamento defensivo
- Incerteza tarifária e risco de recessão
- Incerteza tarifária e risco inflacionário por quantificar
- Incerteza tarifária errática paralisa decisões empresariais e de investimento
- Incerteza tarifária prospectiva e o pior trimestre desde 2022
- Incerteza tarifária pós-eleitoral — receios sobre alvos e impacto sectorial
- Incerteza tarifária pós-eleitoral — receios sobre os alvos das tarifas de Trump agitam mercados e política global
- Incerteza tarifária — choque de Abril e pausa de 90 dias
- Inflação tarifária como pricing power
- Intervencionismo do governo americano e proteccionismo como pressão sobre margens e confiança empresarial
- Intrusões do macroambiente — iniciativas da nova administração
- Liberation Day como choque estagflacionário — guerra comercial total como maior tail risk
- Liberation Day e a nova arquitectura tarifária dos EUA
- Liberation Day e overhang tarifário persistente como driver principal do trimestre
- Liberation Day e tarifas — turbulência absorvida pelo mercado
- Liberation Day tariffs com pausa 90 dias e de-escalação EUA-China dominam o trimestre
- Liberation Day tariffs e ambiente de volatilidade
- Liberation Day tariffs e subsequent pause como inflexão do trimestre
- Liberation Day tariffs e volatilidade extrema — playbook de compra em trough valuations
- Liberation Day — uma marreta onde era preciso um bisturi
- Manchetes tarifárias, autos fora de favor e receios de imigração exagerados
- Nova vaga tarifária Trump — Canadá, México e China no alvo
- Nova vaga tarifária Trump — pressão sobre Cameco e cautela dos clientes da Accenture
- Nova vaga tarifária sobre Canadá, México e China
- O "2025 Tariff Tank" e a volatilidade extrema do pós-"Liberation Day"
- One Big Beautiful Bill e easing pós-Liberation Day
- Perspectiva de tarifas no segundo mandato de Trump
- Plano tarifário de 2 de Abril como choque de incerteza económica e risco de estagflação
- Politica tarifaria e acordos comerciais
- Política comercial disruptiva como driver de procura por safe-haven
- Política comercial e fiscal dos EUA como fonte de volatilidade e de reposicionamento entre vencedores e perdedores
- Política comercial e medidas tarifárias
- Política comercial e orçamental da nova administração
- Política comercial e tarifas
- Política comercial e tarifas como fonte de volatilidade
- Política comercial e tarifas como headwind estrutural
- Política comercial e tarifas como motor de mercado
- Política comercial e tarifas — choque do 'Liberation Day' e realinhamento global
- Política comercial e tarifas — incerteza da nova administração
- Política comercial em fluxo — turbulência antes da acalmia
- Política comercial global como vento contrário ao comércio eletrónico transfronteiriço
- Política comercial — Supremo Tribunal limita certas tarifas
- Política comercial — clareza marginal a apoiar sentimento
- Política comercial — clareza tarifária e mitigação corporativa
- Política comercial — extensão do truce EUA–China
- Política comercial — mitigação por pricing e clareza marginal
- Política comercial — tarifas Trump e desanuviamento US–China
- Política comercial — tarifas propostas e incerteza da nova administração
- Política comercial — tensões atenuadas com acordos
- Política de dólar fraco da MAGA como catalisador macro
- Política de dólar fraco da MAGA como lente macro central
- Política de tarifas e comércio
- Política de tarifas e comércio sob a nova administração
- Política de tarifas e recuperação pós-Abril
- Política de tarifas e «tariff tantrum»
- Política de tarifas — Liberation Day e volatilidade extrema
- Política de tarifas — escalada no T1 e Liberation Day pós-trimestre
- Política de tarifas — fonte recorrente de volatilidade
- Política de tarifas — incerteza e rotação defensiva
- Política fiscal e tarifária da nova administração como risco para 2025
- Política tarifária EUA-China — escalada e trégua APEC
- Política tarifária Trump 2025 como driver de choppiness e dispersor de teses
- Política tarifária Trump 2025 — acordos e tensões residuais
- Política tarifária Trump e ceticismo perante o consenso TACO
- Política tarifária Trump e impacto em supply chains
- Política tarifária Trump — choque de Abril e risco de recessão
- Política tarifária Trump — visibilidade como pré-condição de desbloqueio de capital
- Política tarifária como catalisador de volatilidade e recuperação
- Política tarifária como fonte de volatilidade de curto prazo
- Política tarifária como fonte de volatilidade e incerteza
- Política tarifária como principal motor da volatilidade
- Política tarifária da nova administração como pano de fundo persistente
- Política tarifária do Liberation Day e impacto setorial
- Política tarifária do Liberation Day e tensões comerciais
- Política tarifária dos EUA como fonte de volatilidade e oportunidade
- Política tarifária e Liberation Day
- Política tarifária e comercial — volatilidade e desanuviamento
- Política tarifária e de dólar fraco da MAGA como lente macro central
- Política tarifária e incerteza comercial
- Política tarifária e incerteza de comércio dos EUA
- Política tarifária e navegação de supply chains
- Política tarifária e negociações comerciais globais
- Política tarifária e o choque 'Liberation Day'
- Política tarifária e pressões inflacionistas
- Política tarifária e re-shoring industrial
- Política tarifária e tensões comerciais EUA–China
- Política tarifária e volatilidade de mercado
- Política tarifária — TACO condiciona expectativas
- Política tarifária — choque de Liberation Day e desconto subsequente
- Política tarifária — choque do anúncio de 2 de Abril e correcção do mercado
- Política tarifária — choque inicial, pausa de 90 dias e desanuviamento EUA-China
- Política tarifária — clareza progressiva apoia sentimento
- Política tarifária — clareza progressiva com pressões selectivas em custos
- Política tarifária — do optimismo ao ‘Liberation Day’
- Política tarifária — risco de guerra comercial e claridade como catalisador
- Política tarifária ‘Liberation Day’ — narrativa e repricing
- Políticas MAGA inflacionárias e de dólar fraco como lente macro central
- Potenciais políticas de tarifas e imigração como fonte de incerteza
- Pragmatismo tarifário pós-Trump 2025
- Preocupações com tarifas e política fiscal
- Preocupações latentes com alterações tarifárias sob a administração Trump
- Preparação para tarifas via diversificação de fornecedores
- Pressões de custo tarifárias — mitigação corporativa
- Pressões inflacionistas associadas a tarifas
- Pricing power e capacidade em LTL como cobertura tarifária
- Propostas tarifárias de Trump elevam a incerteza e as probabilidades de recessão
- Protecionismo de Trump como acelerador do abrandamento
- Protecção tarifária sobre armários importados favorece o fabricante doméstico
- Pull-forward de procura no consumo durável por antecipação tarifária
- Quantificação da exposição tarifária e gestão do risco
- Receios de tarifas como fonte de mispricing em luxo
- Receios tarifários e incerteza de política comercial
- Receios tarifários e incerteza política a alimentar medo de recessão
- Receios tarifários e incerteza política como motor da correcção
- Receios tarifários e incerteza política como motor do sell-off
- Recuo presidencial nas tarifas e relief rally que deixou o fundo para trás
- Regime instável de tariffs como pano de fundo com exposição directa limitada
- Regime tarifário Trump como evento central — bear market em Abril, de-escalada permite rally a máximos
- Regras do jogo definidas: comércio reescrito, tarifas absorvidas, aposta no crescimento
- Reposicionamento perante choques de tarifas Trump
- Risco tarifário e disrupção do comércio internacional
- Riscos tarifários da administração entrante
- Riscos tarifários e desinvestimento em large-cap industrials expostas
- Rotação da narrativa de tarifas e erosão da margem de segurança
- Supremo Tribunal anula as tarifas de Trump
- Supremo Tribunal trava tarifas IEEPA — status quo preservado
- TACO Trade — mercado normaliza retórica tarifária após Liberation Day
- Tarifa efectiva 17% formalizada via framework agreements remove tail risks
- Tarifas "Liberation Day" e overhang de política comercial
- Tarifas IEEPA e fiscal stimulus — efeitos K-shaped no consumo
- Tarifas IEEPA no Supremo — o tema que a gestora quer ver desvanecer
- Tarifas Liberation Day e impacto na actividade económica
- Tarifas Liberation Day e moderação posterior das medidas finais
- Tarifas Liberation Day — impacto inferior ao previsto
- Tarifas Liberation Day — postponement e repositionamento agressivo
- Tarifas Trump 2025 e impacto em fluxos de capital
- Tarifas Trump 2025 e incerteza empresarial
- Tarifas Trump 2025 — Liberation Day, deals bilaterais e détente com China
- Tarifas Trump 2025 — acordos comerciais e tensões residuais
- Tarifas Trump como choque negativo para consumo e economia, com carteira isolada nos efeitos de primeira ordem
- Tarifas Trump como driver de volatilidade trimestral
- Tarifas Trump como mudança regulatory environment material e sticky
- Tarifas Trump e Liberation Day — VIX em níveis de pandemia
- Tarifas Trump e Liberation Day — volatilidade e dislocations
- Tarifas Trump e desglobalização como acelerantes do novo regime
- Tarifas Trump e incerteza comercial a pressionar tecnologia
- Tarifas Trump e o efeito-lag na inflação e nos lucros corporativos
- Tarifas Trump e pressão inflacionista importada
- Tarifas Trump e reacção dos mercados ao “Liberation Day”
- Tarifas Trump e volatilidade em equity tecnológica global
- Tarifas Trump pós-Liberation Day — incerteza paralisante mais danosa que o custo directo
- Tarifas Trump — Liberation Day como driver do selloff e da subsequente recuperação
- Tarifas Trump — clarificação como driver idiosyncrático
- Tarifas Trump — exposição limitada via negócios locais
- Tarifas Trump — fricção macro absorvida por advantaged businesses
- Tarifas Trump — gatilho do drawdown, impacto limitado em participadas de serviços
- Tarifas Trump — incerteza comercial e receios inflacionistas
- Tarifas Trump — pull-forward no consumer e overhang em retail
- Tarifas Trump — “Liberation Day”, retaliação chinesa e incerteza comercial
- Tarifas comerciais dos Estados Unidos no nivel mais alto desde os anos 1930
- Tarifas como choque sério mas não insuperável para a hegemonia americana
- Tarifas como factor de diferenciação competitiva para algumas posições
- Tarifas como factor de risco selectivo na carteira
- Tarifas como factor dominante do trimestre — confiança erodida, estimativas cortadas e postura mais cautelosa após 2 de Abril
- Tarifas como ferramenta negocial de Trump 2.0
- Tarifas como fonte de volatilidade e oportunidade contrarian
- Tarifas como gatilho de entrada e tailwind — US/México e Europa
- Tarifas como headwind de curto prazo e gatilho dos shorts
- Tarifas como imposto — estagflação e incerteza a travar decisões
- Tarifas como imposto — incerteza comercial com risco de estagflação
- Tarifas como key risk — exposição do portfólio inferior ao benchmark
- Tarifas como linha divisória do trimestre — defensivos protegidos, produtores expostos penalizados
- Tarifas como má política económica, mas gatilho e não causa
- Tarifas como overhang de risco
- Tarifas como política inflacionista do segundo mandato Trump
- Tarifas como ponto focal da nova administração
- Tarifas como ponto focal de 2025 — risco de inflação mais alta
- Tarifas como pressão de margens no curto prazo e reordenação transformadora do comércio a prazo
- Tarifas como pressão e oportunidade selectiva
- Tarifas como pressão relativa e tailwind selectivo
- Tarifas como risco gerenciável com pior cenário improvável
- Tarifas como risco inflacionário e geopolítico
- Tarifas como vento contrário mitigado para a RH
- Tarifas da administração entrante como ponto focal de risco inflacionista
- Tarifas da nova administração entre agenda pró-crescimento e risco
- Tarifas de 2 de Abril como evento subsequente material
- Tarifas de Abril e custos de longo prazo subestimados
- Tarifas de Trump como catalisador de receios de recessão
- Tarifas de Trump como choque dominante e mapeamento da exposição da carteira
- Tarifas de Trump como risco estagflacionário e de recessão
- Tarifas de Trump como vento de cauda do onshoring farmacêutico
- Tarifas de Trump e a Liberation Day — incerteza e risco de procura
- Tarifas de Trump e fragmentação do comércio global
- Tarifas de Trump e incerteza comercial como eixo dominante do trimestre
- Tarifas de Trump e reordenamento do comércio global
- Tarifas de Trump sobre o Canadá e o México
- Tarifas de Trump — incerteza comercial como fonte dominante de risco
- Tarifas de Trump — incerteza domina o sentimento
- Tarifas de Trump — incerteza, mudança e lente transaccional como únicas constantes
- Tarifas de Trump — políticas inflacionistas num mercado que assume inflação controlada
- Tarifas de Trump — uma perspectiva canadiana
- Tarifas de Trump: do Liberation Day à estagflação ou recessão
- Tarifas disruptivas e turbulência do panorama económico
- Tarifas do "Liberation Day" e a reacção do mercado
- Tarifas do 'Liberation Day' e negociações comerciais
- Tarifas do Dia da Libertação e o nevoeiro de incerteza comercial
- Tarifas do Liberation Day como fonte de volatilidade
- Tarifas do Liberation Day e incerteza de política comercial
- Tarifas do Liberation Day e tréguas comerciais como motor de volatilidade
- Tarifas do «Liberation Day» e turbulência comercial
- Tarifas do “Liberation Day” e o regresso de clareza ao comércio global
- Tarifas dos EUA sobre importações suíças como tailwind pontual para WOSG
- Tarifas dos EUA — correcção inicial e recuperação
- Tarifas e Liberation Day — choque inicial e adaptação subsequente
- Tarifas e boicote canadiano como risco para o retalho
- Tarifas e complicações comerciais como risco cautelar
- Tarifas e controlos de exportação EUA–China
- Tarifas e cortes de financiamento — pressão sobre tecnologia e cuidados de saúde
- Tarifas e custos de cadeia de abastecimento
- Tarifas e custos de construção
- Tarifas e de minimis como headwind material em retail
- Tarifas e deportações como riscos inflacionistas a monitorizar
- Tarifas e deportações como riscos inflacionistas a vigiar
- Tarifas e desglobalização como pressão estrutural sobre inflação
- Tarifas e fiscal stimulus — reshoring e consumer tariff-immune
- Tarifas e guerra comercial — risco dominante do trimestre
- Tarifas e guerras comerciais como driver de resultados e confiança
- Tarifas e guerras comerciais — golpe duplo nos lucros
- Tarifas e imigração como impulsos directamente inflacionistas
- Tarifas e incerteza comercial — turbulência antes da acalmia
- Tarifas e incerteza de política comercial
- Tarifas e isolacionismo — o ladrar pior do que a mordida
- Tarifas e mudança de política — incerteza e volatilidade
- Tarifas e negociações comerciais
- Tarifas e o Big Beautiful Bill como pano de fundo dominante de vencedores e vencidos
- Tarifas e o futuro da ordem comercial global
- Tarifas e politica comercial como overhang
- Tarifas e política comercial
- Tarifas e política comercial como motor dominante do trimestre
- Tarifas e política comercial como risco do novo ciclo político
- Tarifas e política comercial como travão às margens
- Tarifas e política comercial da nova administração
- Tarifas e política comercial dos EUA
- Tarifas e política comercial dos EUA — incerteza elevada
- Tarifas e política comercial — Liberation Day e pausa negocial
- Tarifas e política comercial — a 'Liberation Day' e o braço-de-ferro EUA-China dominam o trimestre
- Tarifas e política comercial — ameaça a magnificar headwinds idiossincráticos
- Tarifas e política comercial — central narrative do trimestre
- Tarifas e política comercial — choque cíclico no arranque do ano
- Tarifas e política comercial — choque de Abril e exposição da saúde
- Tarifas e política comercial — choque de Abril e limbo farmacêutico
- Tarifas e política comercial — do "Liberation Day" à lista restrita da China
- Tarifas e política comercial — easing pós-Liberation Day
- Tarifas e política comercial — estabilização como condição de confiança
- Tarifas e política comercial — fonte central de incerteza
- Tarifas e política comercial — fonte de volatilidade aproveitada
- Tarifas e política comercial — fricção heterogénea
- Tarifas e política comercial — incerteza a toldar a perspectiva
- Tarifas e política comercial — incerteza acima do habitual
- Tarifas e política comercial — incerteza persistente
- Tarifas e política comercial — narrativa retrospectiva 2025
- Tarifas e política comercial — o abalo de abril
- Tarifas e política comercial — recuperação após clarificação tarifária
- Tarifas e política comercial — ruído de manchete sem impacto fundamental
- Tarifas e política comercial — tom mais pragmático
- Tarifas e política comercial — turbulência multi-camada
- Tarifas e política comercial — volatilidade do Liberation Day e rally em V
- Tarifas e política da nova administração — fonte de incerteza e volatilidade
- Tarifas e política — menos impactantes do que as manchetes implicam
- Tarifas e proteccionismo — fonte central da volatilidade
- Tarifas e reposicionamento dos EUA na América Latina
- Tarifas e resiliência dos lucros corporativos
- Tarifas e risco de guerra comercial como fonte de incerteza
- Tarifas e supply chains tech — "Liberation Day" e pausa de 90 dias
- Tarifas e trade war — risco mais agudo identificado para 2026
- Tarifas e viragem do sentimento para receio de recessão
- Tarifas elevadas como custo estrutural absorvido por margens
- Tarifas generalizadas — inflação mais alta e crescimento mais lento
- Tarifas globais — risco acute mas worst-case evitado
- Tarifas mais altas desde 1933 com pass-through limitado a CPI
- Tarifas propostas com impacto limitado numa carteira doméstica
- Tarifas protecionistas e compras antecipadas
- Tarifas pós-Liberation Day — selloff, pausa e rebound como narrativa central T2
- Tarifas recíprocas Trump (2 de Abril) e fecho do de minimis
- Tarifas recíprocas como driver de volatilidade e incerteza
- Tarifas recíprocas como principal risco e motor da volatilidade
- Tarifas recíprocas de Trump — entre a esperança negocial e o medo proteccionista
- Tarifas recíprocas — reshuffle agressivo do comércio global
- Tarifas «Liberation Day» — estratégia de choque com risco de recessão
- Tarifas — atraso de contratos e disrupção episódica de mercado
- Tarifas — começam a aparecer em resultados e inflação
- Tarifas — court challenges e episodic volatility
- Tarifas — impacto idiossincrático em consumer staples
- Tarifas — impacto inflacionista limitado e consumidor bifurcado
- Tarifas — principal incógnita macro do novo ciclo político
- Tarifas — risco principal de inflação e pressão sectorial
- Tarifas, barreiras comerciais e a «inacção divina»
- Tarifas, economia incerta e whirlwind de policy
- Tarifas, estagflação e fragilidade auto-infligida
- Tarifas, política comercial e fading uncertainty
- Tarifas, política comercial e incerteza regulatória
- Tarifas, política comercial e reversões de sentimento
- Tarifas: impacto directo limitado num portefólio de intangíveis e poder de fixação de preços
- Tariff Liberation Day e whiplash de volatilidade do primeiro semestre
- Tariff Tantrum — choque auto-infligido com desfecho negociado provável
- Tariff Tantrum — protecionismo, risco de estagflação e incerteza para as empresas
- Tariff implementation delays e Liberation Day pivot a moldar trimestre
- Tariff minefield — caso AutoZone como short-term issue
- Tariff onshoring como vento de cauda industrial dos EUA
- Tariff passthroughs e overhang DOGE-related sobre bancos regionais
- Tariff pause + AI = market rebound; tariff uncertainty como driver de Q1 pull-forward
- Tariff rollbacks aliviam tensões comerciais; passthroughs em inflação
- Tariff scare de Liberation Day como source de volatility e entry point
- Tariff sledgehammer com SCOTUS rollback potencial e paradoxo stimulus
- Tariff sledgehammer e TACO trade
- Tariff tantrum como ferramenta — reciclagem usada ao longo do ano
- Tariff tantrum e reversão pós-Liberation Day
- Tariffs Liberation Day — V-shape recovery após drawdown de 16%
- Tariffs Liberation Day — settlement e volatility absorvida
- Tariffs Trump 2 de Abril — recovery após delay de 90 dias
- Tariffs como driver de incerteza para holdings
- Tariffs como incerteza intermitente sem leitura direccional
- Tariffs como risco de fundo com exposição directa limitada
- Tariffs de Trump como gatilho da dislocation — choque negativo near-term, oportunidade de longo prazo
- Tariffs e Liberation Day — impacto sectorial nas holdings
- Tariffs e Liberation Day — turbulência absorvida pelo mercado
- Tariffs e incerteza macro como driver da volatilidade do T2
- Tariffs e trade policy uncertainty — near-term headwind, dislocation opportunity
- Tariffs elevados e impactos macro
- Tariffs — outcomes better-than-feared no terceiro trimestre
- Tensão tarifária no início de 2025 como ruído de fundo
- Tensões comerciais internacionais a reforçar shorts de consumo
- Tensões comerciais — tarifas de 2 de Abril e risco inflacionista
- The Art of the Tariff Deal — Liberation Day e duas semanas que fissuraram os mercados
- Trade spat EUA-China e crédito fiscal a EV
- Trump 2.0 e tarifas — incerteza entre reordenação estrutural e dor reversível
- Utilities reguladas como hedge implícito ao risco tarifário
- Vaga tarifária dos EUA — receios de abrandamento económico e inflação aceleram a correcção
- Vaivém da política tarifária da Casa Branca como fonte de confusão e incerteza
- Volatilidade de mercado induzida por tarifas
- Volatilidade tarifária Trump 2025
- Volatilidade tarifária absorvida pelo book long em Autos
- Volatilidade tarifária como catalisador de repositioning
- Whipsaw tarifário de Abril como driver central do trimestre
- «Liberation Day» — sell-off tarifário como janela de oportunidade
Articulação por trimestre
Articuladores
Custos ligados a tarifas e pressões de transporte são apontados como factores que pesaram nos resultados da Tractor Supply, a par de receitas e vendas abaixo do esperado. A posição foi liquidada até ao fim do trimestre.
A equipa cita a incerteza da política tarifária como factor adicional de volatilidade ao longo do trimestre, sem articular impacto direccional específico sobre posições ou sectores. O comentário é descritivo e o stance neutro, enquadrando as tarifas como um dos vários ventos contrários que pressionaram as acções antes do despoletar da guerra no Irão.
Incerteza tarifária descrita como driver material de risco de recessão e pressão sobre lucros corporativos. Mattel é exemplo concreto, com margens pressionadas por incerteza tarifária e promoções elevadas. As gestoras sinalizam que ímpeto económico e mercado de trabalho podem amolecer se tarifas persistirem e inflação re-emergir. Famílias de rendimento mais baixo apresentadas como vulneráveis a preços de energia mais altos.
Incerteza tarifária persistente descrita como driver material de risco de recessão. As gestoras sinalizam que ímpeto económico e mercado de trabalho podem amolecer se tarifas persistirem e inflação re-emergir. Famílias de baixo e médio rendimento apresentadas como particularmente vulneráveis a preços de energia mais altos e pressões de custos amplas. Postura cautelosa e crescentemente defensiva para acções norte-americanas.
Incerteza tarifária descrita como driver material de risco de recessão e pressão sobre lucros corporativos. Mattel é exemplo concreto, com margens pressionadas por incerteza tarifária e promoções elevadas. A gestora sinaliza que ímpeto económico e mercado de trabalho podem amolecer se tarifas persistirem e inflação re-emergir. Famílias de rendimento mais baixo e médio apresentadas como vulneráveis a preços de energia mais altos e pressões de custo mais alargadas.
A incerteza tarifária é apontada como driver material de risco. Na First Solar, dinâmicas em torno de tarifas, requisitos FEOC (Foreign Entity of Concern) e orientação de safe harbor levaram ao adiamento de encomendas, suscitando receios de cancelamentos e volumes mais fracos no primeiro trimestre, com as últimas medidas tarifárias a turvar a visibilidade sobre estruturas de custo futuras. A gestora sinaliza ainda que tarifas persistentes podem contribuir para re-emergência da inflação e risco de estagflação.
A política comercial surge como factor relevante, embora enquadrada sobretudo como oportunidade. A gestora considera que a rentabilidade do polisilício da Wacker pode beneficiar de medidas comerciais dos EUA que restrinjam importações chinesas. Na Salzgitter, potenciais medidas de defesa comercial e incentivos ao aço de baixo carbono reforçam a perspectiva. Em sentido inverso, tarifas persistentes contribuem para o risco de inflação e de estagflação.
Incerteza tarifária descrita como driver material de risco de recessão e pressão sobre lucros corporativos. Mattel é exemplo concreto, com margens pressionadas por incerteza tarifária e promoções elevadas. A gestora sinaliza que ímpeto económico e mercado de trabalho podem amolecer se tarifas persistirem e inflação re-emergir. Famílias de rendimento mais baixo e médio apresentadas como vulneráveis a preços de energia mais altos e pressões de custo mais alargadas.
Uma decisão do Supremo Tribunal limitou a capacidade do governo de impor certas tarifas, acrescentando complexidade às cadeias de abastecimento globais. A incerteza sobre a política comercial persistiu como pano de fundo, sem que a gestora lhe atribua direcção material ao nível do desempenho das posições no trimestre.
A decisão 6-3 redigida pelo Chief Justice Roberts declarou ilegais as tarifas gerais impostas sob o IEEPA mas manteve intacto o reset comercial de 2025: outras vias legais para tarifas permanecem, não há mecanismo de reembolso para importadores e nenhum país sairia dos acordos já fechados. Para o mercado, desaparece o medo de acordar com um tweet que triplica tarifas a um parceiro chave — e a longo prazo a decisão impõe limites ao poder do executivo para definir política comercial sem aprovação do Congresso.
As sanções e as tarifas fragmentam os mercados e criam prémios geográficos. O tecto do G7 desceu para 44 dólares, o desconto dos Urais face ao Brent alargou para 26 dólares e a frota-sombra transporta metade das exportações russas fora dos clubes de seguro. A Massif lê a segmentação como duradoura e favorável aos barris não-russos e aos minerais ocidentais com contrapartes qualificadas.
Incerteza crescente da política comercial e expansão das acções tarifárias da administração configuraram o início turbulento de 2026. Sentimento deteriorou-se à medida que tarifas se expandiram e culminou com escalada geopolítica. Investidores favoreceram empresas domésticas menos expostas a disrupção comercial.
TACO (Trump Always Chickens Out) referido como heurística que os investidores aplicam a riscos de policy shock — esperam reversão. Pânico de tarifas de 2025 referido como teste recente que o portefólio sobreviveu. Sem posicionamento direccional explícito.
Kupperman articula que para as políticas MAGA funcionarem o dólar terá de seguir trajectória de desvalorização. Identifica este movimento como o catalisador estrutural que destrava valor em Mercados Emergentes (que pedem emprestado em dólares) e em refinarias (via aumento da procura energética em mercados emergentes). É a lente macro que sustenta as duas posições centrais não-domésticas da carteira.
O Supremo Tribunal dos Estados Unidos decidiu contra as tarifas de Trump em meados de Fevereiro, mas a incerteza continuada sobre a política comercial afigura-se a nova normalidade. O gestor reitera que a carteira tem exposição directa mínima às tarifas, embora reconheça que o impacto secundário de tarifas que prejudiquem a economia norte-americana é real.
O'Reilly Automotive é apresentada como caso de pricing power resiliente em contexto tarifário, com a empresa a passar com sucesso a inflação induzida por tarifas para clientes profissionais. Combinada com 33 anos consecutivos de comp positivo e receita maioritariamente não-discricionária, a posição serve como evidência da tese de que tarifas reforçam compounders com market power.
A gestora descreve melhoria de clareza sobre política comercial como suporte ao sentimento — extensão da trégua EUA–China e alívio tarifário selectivo dirigido a alívio de pressões de affordability para o consumidor. Referência contextual ao environment de mercado, não associada a posições específicas no portfolio.
Sentimento de mercado beneficiou de clareza melhorada sobre política comercial, incluindo extensão do truce EUA–China e alívio tarifário selectivo orientado para aliviar pressões de affordability sobre o consumidor. A gestora trata o desenvolvimento como suportivo do contexto risk-on do trimestre.
A gestora identifica clareza progressiva sobre política comercial como driver positivo do sentimento — incluindo extensão da trégua EUA–China e alívio tarifário selectivo direccionado a aliviar pressões de affordability sobre o consumidor.
A queda acentuada de Abril após Liberation Day é apontada como um dos principais episódios de volatilidade do ano. Gentex é exemplo concreto de impacto tarifário, com mix-shift para veículos de gama mais baixa impulsionado por tarifas na Europa e China a pressionar resultados. As gestoras sinalizam que riscos geopolíticos e questões em torno da durabilidade do crescimento económico podem contribuir para incerteza elevada em 2026.
A queda acentuada do mercado em Abril, na sequência do Liberation Day, é referida como um dos principais ventos contrários enfrentados ao longo de 2025, em conjunto com o shutdown federal e o aumento de despedimentos. A confiança do investidor terá sido restaurada à medida que resultados empresariais resilientes e expectativas de política monetária mais acomodatícia se materializaram.
A gestora cita explicitamente impactos tarifários na Europa e China como driver de mix-shift para produção de veículos de gama mais baixa, pressionando os resultados da Gentex. O enquadramento do contexto inclui a venda acentuada de Abril após Liberation Day como factor de volatilidade do ano. Tarifas surgem como pressão cíclica e potencial drag sobre lucros corporativos em sectores expostos a cadeias automóveis e habitação.
Articulado em duas direcções. Como tailwind: First Solar reduz tariff-related import costs ao trazer processamento final dos EUA; Wacker Chemie potencialmente beneficia de Section 232 trade action sobre polysilicon chinês. Como vento contrário lateral: indústria automóvel europeia/chinesa pressionada (não posições directas no fundo, mas backdrop). Postura líquida cautelosamente positiva pela via dos benefícios para producers domésticos seleccionados.
Articulado como vantagem selectiva. Wacker Chemie potencialmente beneficia de Section 232 trade action sobre polysilicon chinês, com China's new buyout fund a apoiar consolidação de excess capacity. Daikin descrita como capaz de navegar tarifas via pricing e capacity shifts, mantendo margin resilience. Lojas Renner referencia changes recentes a import taxes como mais um suporte ao operating environment. Postura líquida cautelosamente positiva pela via dos beneficiários selectivos.
No início do quarto trimestre, a tensão comercial entre EUA e China escalou: Pequim expandiu drasticamente os controlos de exportação sobre terras raras, e Washington ameaçou tarifas de 100% em retaliação. O encontro Trump–Xi na cimeira APEC na Coreia do Sul resultou numa trégua comercial de um ano. A equipa enquadra estas dinâmicas como ruído macro que requer disciplina e foco em fundamentais individuais.
Início do trimestre marcado por escalada de tarifas e controlos de exportação — China expandiu dramaticamente controlos sobre minerais de terras raras e EUA ameaçaram com tarifas de 100% em retaliação. Em última instância, Trump e Xi reuniram-se na cimeira APEC na Coreia do Sul e alcançaram trégua comercial de um ano. A inflação tarifária pesa no segmento DIY da O'Reilly Automotive (negativo); General Motors mitigou despesas tarifárias mais eficazmente do que o originalmente planeado para 2025 (positivo). A gestora não toma direcção mas captura impacto distribuído por sector.
Início do trimestre marcado por escalada tarifária e controlos de exportação — China expandiu dramaticamente controlos sobre minerais de terras raras e EUA ameaçaram com tarifas de 100% em retaliação. Em última instância, Trump e Xi reuniram-se na cimeira APEC na Coreia do Sul e alcançaram trégua comercial de um ano. A inflação tarifária pesa sobre o segmento DIY da O'Reilly Automotive (top detractor relativo); o segmento profissional, muito maior do que o DIY, mantém-se forte. Comfort Systems USA (nova posição) beneficia de políticas pro-domésticas como CHIPS Act e Inflation Reduction Act. A gestora não toma direcção sobre o regime tarifário mas captura impacto distribuído por sector.
Tariff passthroughs a contribuir parcialmente para inflação a 3,1%. Em Atlantic Union Bankshares — banco de Virgínia servindo DC, Maryland e Carolina do Norte — preocupações sobre potencial impacto negativo de DOGE-related cuts criaram oportunidade para a gestora construir posição. A gestora não toma direcção sobre o regime tarifário ou o programa DOGE; antes captura impactos distribuídos e mispricing pontual.
Os gestores destacam que a evolução da política comercial dos EUA foi fonte recorrente de volatilidade em 2025 — anúncios de novas tarifas sobre aço, alumínio e automóveis, e especulação sobre o âmbito e calendarização de medidas adicionais. Estas dinâmicas contribuíram para episódios de risk-off, mesmo num ano que terminou em alta.
Trade policy developments foram fonte recorrente de volatilidade em 2025, incluindo anúncio de novas tarifas sobre aço, alumínio e automóveis e especulação sobre âmbito e calendarização de medidas adicionais. Estas dinâmicas contribuíram para risk-off periódicos, mesmo com mercados a marcharem ultimately higher. A equipa não articula posicionamento direccional em tariff plays no portefólio, tratando o tema como contextual macro headwind.
As gestoras admitem explicitamente que a previsão da carta do segundo trimestre estava errada — esperavam recessão, inflação e falência de pequenas empresas, mas o GDP do Q3 cresceu +4% anualizado. Reflectem sobre as várias hipóteses (impacto delayed, contrafactual desconhecido) e concluem que "remaining fully invested is the best thing to do".
Trade policy developments foram fonte recorrente de volatilidade em 2025, incluindo novas tarifas sobre aço, alumínio e automóveis e especulação sobre medidas adicionais. Estas dinâmicas contribuíram para risk-off periódicos. No portefólio, Vita Coco emerge como caso contrarian — coconut water está exempto de headwinds tarifários por não ser produzível nos EUA, criando vantagem estrutural face a peers de consumo expostos.
Equipa nota que court challenges renovaram incerteza sobre o âmbito e durabilidade das tarifas existentes, criando episodic volatility, ainda que sem derail do broader equity momentum. Tariff uncertainty elencada como risco-chave para 2026 ao lado de inflation e interest rate risks. Tariffs também flagged como overhang para Diageo (incerteza sobre profits growth do segmento de spirits).
Tarifa efectiva média EUA em 17% vs 2-3% no fim de 2024, mas formalização de framework agreements removeu tail risks mais severos. De-escalada EUA-China em Outubro: redução de tarifas fentanyl-related, suspensão de retaliação chinesa em terras-raras e investigações semicondutores. Em Dezembro, EUA anunciaram rollback parcial de controlos de exportação de chips para datacenter (lagging-edge). Tariff pass-through aos consumidores foi mais contido do que receado (~50 pb core inflation), mas Fed sinaliza upside risk em 2026.
A gestora descreve a política tarifária de Liberation Day em Abril como catalisador de drawdown de 19,5% no S&P 500 desde o pico de Fevereiro. Suspensões subsequentes ligadas a negociações comerciais e o início do TACO trade no verão removeram a pressão. Tarifas de 120% sobre a China e 25% sobre Mexico/Canada foram limitadas pelo USMCA. Postura coerente com filosofia de não cronometrar movimentos macro — o fundo intencionalmente avoids low-quality legacy businesses que beneficiam de tailwinds temporários.
A gestora descreve a política tarifária de Liberation Day em Abril como o catalisador do drawdown de 23% no R1KG desde o pico de Fevereiro. Suspensões posteriores e o início do TACO trade no verão removeram a pressão. Com o final do ano, a narrativa absorveu os tariffs — 120% sobre a China e 25% sobre Mexico/Canada acabaram limitados por USMCA. Postura coerente com a filosofia de não cronometrar movimentos macro.
Liberation Day tariff policy gerou correcção de 16% no MSCI ACWI Index (e -20% no MSCI ACWI Growth) por April 8. Subsequente suspension e negociações bilaterais resultaram em settlement administrável: 10% para a maioria dos países, 15% para EU (com carveouts para pharma e essentials), 25% para Mexico/Canada apenas para non-USMCA goods, 30% para China com 178 exclusões até 10 de Novembro de 2026. “By midsummer, no one believed in the Administration’s 120% tariffs on China anymore.” Détente recente entre EUA e China sinaliza melhoria adicional no fluxo semicondutor.
Liberation Day tariff policy gerou correcção de 16% no MSCI ACWI Index (e -20% no MSCI ACWI Growth) por April 8. Subsequente suspension e negociações bilaterais resultaram em settlement administrável: 10% para a maioria dos países, 15% para EU (com carveouts para pharma e essentials), 25% para Mexico/Canada apenas para non-USMCA goods, 30% para China com 178 exclusões até 10 de Novembro de 2026. “By midsummer, no one believed in the Administration’s 120% tariffs on China anymore.” Détente recente entre EUA e China sinaliza melhoria adicional no fluxo semicondutor.
Os gestores enquadram o impacto das tarifas em AutoZone como short-term issue. EPS escorregou 1% e o stock devolveu 6% modestos. O mercado de auto parts retail é relativamente consolidado, e a indústria tem historicamente conseguido repercutir aumentos de preço — pelo que esperam recuperação de margens à medida que retail prices fluam pela income statement.
O reset do comércio global ocorreu sem guerra comercial aberta, mas a decisão pendente do Supremo sobre a legalidade das tarifas impostas sob o IEEPA pode devolver o tema ao centro das atenções no início de 2026. Uma decisão contra a administração invalidaria uma larga fatia das tarifas — sem que o mercado obrigacionista aplaudisse um reembolso judicial dos mais de $200 mil milhões cobrados — e levaria à reimposição de tarifas semelhantes ao abrigo de outras secções da lei com base legal mais sólida. A preferência declarada é que as tarifas desvaneçam como tema de investimento.
A gestora caracteriza as tarifas como drag em year-over-year comparisons mas nota que empresas tiveram nove meses desde o Liberation Day para redesenhar supply chains, ajustar pricing ou mitigar pressões de custo. O aniversário das tarifas a meio do ano poderá facilitar adicionalmente o impacto no crescimento. Tom mais pragmático da administração Trump em negociações comerciais permitiu equities a empurrar para novos máximos em 2025.
Mercados sofreram drawdown agudo em Abril de 2025 após anúncio de tarifas agressivas no chamado Liberation Day da administração Trump, com acções, obrigações e dólar a caírem em simultâneo num pico de uncertainty. Recovery veio com algumas tarifas walked back, trade deals fechados e impacto económico menos punitivo do que inicialmente temido. Para 2026, a gestora nota que tarifas têm sido manageable até agora mas com bifurcação no consumo, com high-end consumer a sair-se melhor que low-end.
Mercados sofreram drawdown agudo em Abril de 2025 após anúncio de tarifas agressivas no chamado Liberation Day da administração Trump, com acções, obrigações e dólar a caírem em simultâneo num pico de uncertainty. Recovery veio com algumas tarifas walked back, trade deals fechados e impacto económico menos punitivo do que inicialmente temido. Para 2026, a gestora nota que tarifas têm sido manageable até agora mas com bifurcação no consumo — high-end consumer a sair-se melhor que low-end.
A gestora vê a situação fiscal com nuance. Above-average tax refunds da One Big Beautiful Bill Act ocorrerão no T1 e lower income tax withholding pode fornecer boost mais sustentável ao consumo. Boost será parcialmente compensado por tariff-induced higher goods prices e reduced healthcare insurance subsidies. Setup suporta continuação da K-shaped economy: high income e asset-rich a sair-se bem, low income a struggle. Se SCOTUS rules against IEEPA tariffs ou se administração Trump ganhar apoio para tariff refunds, bottom half do "K" pode sair-se melhor que esperado. Consumer companies isoladas de tariff impact (experiências, value proposition) atractivas — retalho, restaurantes, entretenimento.
e.l.f. Beauty, empresa de cosméticos focada em produtos acessíveis e digitally native, caiu após decisão da gestão de pausar envios a retalhistas que demoravam a repassar aumentos de preços relacionados com tarifas. Os gestores estão encorajados que tendências de consumo da marca permanecem saudáveis e que a gestão já vê recuperação de envios no trimestre actual, sugerindo headwind transitório.
Recapitulação de 2025: optimismo inicial deu lugar a incerteza relacionada com tarifas e preocupações de política no primeiro trimestre, seguidas de forte recuperação no segundo trimestre à medida que tensões comerciais aliviaram e expectativas de taxas moderaram. Terceiro trimestre trouxe confiança renovada com declínio da incerteza política e normalização de actividade corporativa, antes do quarto trimestre ter visto selectividade renovada e pausa em trades momentum-driven.
Liberation Day tariff threats identificadas como gatilho da retracção violenta entre Janeiro e início de Abril, juntamente com incerteza de política governamental e DeepSeek panic. Sinais de possível deal making em tarifas posteriormente catalisaram o rali. Empresas e consumidores mais judiciosos no spending, com muitos end markets a continuarem a ver tendências de procura relativamente anémicas.
Sean identifica tariffs e desglobalização como constrangimentos do lado da oferta que amplificam pressões inflacionistas geradas pelo "RUN IT HOT". Conjuga-se com Fed dovish e dólar mais fraco, criando ciclo de retroacção em que importações mais caras alimentam inflação doméstica. Articulado como custo do policy mix actual.
Trump anunciou "the highest tariffs on imported goods since the 1930s", terminando uma tendência de longo prazo. Tarifa efectiva média estabilizou perto de 17% após negociações. Choque inicial do Rose Garden levou o S&P 500 a bear market territory, seguido de rebound de mais de 40%. Consequências macro benignas até agora em inflação e PIB, com empresas a flexibilizar supply chains. Tariffs citadas como headwind específico para Diageo (incerteza sobre tarifas em spirits).
Andrew Martin descreve o anúncio de tarifas sobre mais de 180 países em Abril de 2025 (“liberation day”) e a queda de 12,1% do S&P 500 que se seguiu até 8 de Abril como uma reacção excessiva do mercado. Argumenta que os efeitos negativos previstos para a economia dos EUA não se materializaram durante o resto do ano, com o índice a fechar 2025 com retorno positivo de 16,4%. Trata estes outcomes macro como efeitos de segunda ordem, não como drivers primários do processo de investimento.
Inker reconhece tariff-related volatility throughout 2025 mas observa que a exposure meaningful yet well-diversified a Automobiles e Auto Components no book long de DM ex-EUA foi significativamente positiva. Tema referenciado de passagem, não estruturalmente central.
Ano começou com volatility significativa por choque das tarifas Trump em Abril, que provocou dip de mercado. Equities globais rebounded com Emerging Markets (incluindo China) a ultrapassarem US. Tarifas mantêm-se como risco de policy uncertainty — eleva risk premiums, alarga range de outcomes para a parte mais crowded do mercado.
Trade posturing largely gave way to pragmatism — tariff policies less severe do que feared em Abril de 2025. China e India weathered fallout well apesar de absence of trade agreement com US. Eli Lilly fechou deal com administração US incluindo three-year exemption from tariffs e venda de GLP-1 therapies através de government channels a discounted prices. Trump administration mantém capacity to surprise (Venezuela).
Sweeney identifica a política tarifária da administração Trump como catalisador específico para Lifecore. Inspecções não anunciadas da FDA a instalações estrangeiras intensificam pressão para deslocalizar produção farmacêutica para os EUA. Em paralelo, instalação doméstica concorrente de grande escala (antiga Catalent, agora propriedade de Novo Holdings) tem warning letter da FDA por falhas de qualidade e infestação de pragas, o que torna produtos lá fabricados não comercializáveis. CEO Paul Josephs descreve o opportunity set como o mais rico em 30 anos de carreira.
Tarifas articuladas como vector duplo no ano: (1) peak US/México tariff uncertainty no T1 cria deslocação aproveitada para entrar em Becle a preço severamente sub-avaliado (apesar de maior parte do valor vir dos EUA); (2) tarifas sobre capacidade europeia concorrente citadas como ajuda à fix do oversupply em SBS paperboard, beneficiando Clearwater. Articulação evita predição direccional macro e mantém foco em bottom-up.
Tarifas dos Estados Unidos no início de 2025 despoletaram correcção inicial dos mercados por receio de recessão global. Assinatura de acordos comerciais ao longo do ano (incluindo o alcançado entre UE e EUA no Verão) levou a forte recuperação das bolsas. OECD projecta moderação do crescimento global de 3,2% (2025) para 2,9% (2026), com efeito tarifário a pesar em investimento e comércio no curto prazo.
A gestora regista que as tarifas "não se revelaram o desastre económico que muitos previam, em grande parte porque não foram totalmente implementadas", mas observa que o status legal permanece em limbo. Argumenta que um ambiente mais estável de política comercial e económica beneficiaria confiança, hiring e spending. Não há posicionamento direccional explícito ligado a sectores ou acções sensíveis a tarifas — referência é contextual à perspectiva de consumo.
A gestora regista que as tarifas "não se revelaram o desastre económico que muitos previram, em grande parte porque não foram totalmente implementadas", mas observa que o status legal permanece em limbo. Argumenta que um ambiente mais estável de política comercial e económica beneficiaria confiança, hiring e spending. Referência contextual à perspectiva de consumo; não há posicionamento direccional explícito ligado a sectores ou acções sensíveis a tarifas.
Tarifas da nova administração foram o trigger do selloff de Abril (S&P 500 −14,99% no low em 8 de Abril). A gestora aproveitou esse panic selling para "opportunistically add" às posições accionistas. Para 2026, tarifas permanecem como risco de inflação acrescida que pode complicar o easing path da Fed e como factor por trás de um dólar potencialmente mais fraco. O GDP do Q1 2025 foi negativo em grande parte por compra antecipada de importados antes das tarifas.
"Liberation Day" tariffs criaram volatilidade que o gestor explorou para construir posição em Dollar Tree, ciente do track record da empresa em pricing array amplo e sourcing multi-regional. Aritzia enfrentou tariff-related costs mas absorveu-os via execução. Padrão de uso pragmático do regime tarifário como mispricing oportunístico.
A gestora descreve as tarifas propostas/ameaçadas pelo presidente Trump a parceiros comerciais como fonte de ‘angst’ dos investidores, com receio de subida da inflação e pressão sobre o consumidor americano. A política tarifária pode também influenciar decisões futuras da Fed.
Van Zuylen descreve que, após sinais iniciais em 2025 de corporações a avançar com investimento em IT relacionado com AI, a incerteza decorrente das tarifas Liberation Day adiou esta recuperação. O efeito é canal directo sobre a tese Endava (IT services). Expectativa: 2026 será o ano de retoma.
Trade policies tiveram impacto less harmful than originally anticipated em lucros corporativos em 2025. Potencial rollback de tarifas pelo Supreme Court é cited por muitos investidores como boost à economia em 2026 — paralelo histórico com Nix v. Hedden (1893) que decidiu que tomate é vegetable (não fruit) sob Tariff Act of 1883. Paradoxo: aplicar tarifas para federal revenue pushing up prices paid by consumers, e returnar via stimulus checks ou income tax cuts — 'taxes paid by prudent who keeps their head above the rising inflationary tide?'. Trump pledge de spin tariff straw em stimulus gold.
Saída de On Semiconductor justificada por triple combination — downturn em procura de EV mais prolongado do que previsto, alterações ao US EV Tax Credit Regime e tensão comercial recente com China que constitui risco material para vendas futuras a fabricantes chineses. Hardt rebaixou os lucros normalizados de $5.00-$7.50 para $3.00 por acção, com target $50 alinhado com cotação corrente.
Waller refere que tarifas dos EUA sobre importações suíças desceram de 39% para 15% no trimestre, melhor que o assumido na avaliação. Tese de WOSG não está, contudo, ancorada em tarifas ou flutuações macro de curto prazo, mas em deployment de capital a 20% returns no mercado norte-americano. Stance mixed reflecte a categorização explícita como headwind/tailwind temporário, não como driver estrutural.
Kupperman articula que para as políticas MAGA funcionarem o dólar terá de seguir trajectória de desvalorização. Identifica este movimento como o catalisador estrutural que destrava valor em Mercados Emergentes (que pedem emprestado em dólares e estão hamstrung por dólar forte) e em refinarias (via aumento da procura energética em mercados emergentes). É a lente macro que sustenta as duas posições centrais não-domésticas da carteira.
Apesar das políticas tarifárias controversas da Administração Trump, as projecções de consenso para os lucros corporativos continuaram a recuperar. O consenso aponta ganhos de 8,3% para os lucros do S&P 500 em 2025 e de 15,7% e 12,0% em 2026 e 2027. A gestora recorda que, mesmo perante a crise financeira global e a pandemia, as empresas norte-americanas mantiveram um registo consistente de lucros crescentes.
Rewey estima que tarifas com taxa média de 15% sobre os 14% do PIB correspondentes a bens importados implicam impacto superior a 2% na inflação. Articula que este efeito começará a desaparecer a partir do final do T2 2026 à medida que a subida pontual de preços atinja o seu aniversário. Quadro construtivo para argumentar que a inflação núcleo pode efectivamente moderar em 2H26.
A equipa nota que notícias tarifárias abalaram temporariamente os mercados no início de 2025 antes de digestão. Após esse ruído, o foco dos investidores virou para política monetária. Tensões comerciais globais e riscos geopolíticos persistem como fonte de incerteza. A posição é equilibrada: ruído de curto prazo, mas a Fed e a IA dominam a narrativa de mercado.
A declaração de tarifas abrangentes de Trump no "Liberation Day" é citada como o gatilho da queda de 18,8% de pico a mínimo entre Fevereiro e Abril. A gestora vê impacto bidireccional: fonte de volatilidade e incerteza económica, mas também oportunidade — a rede global de fabricação da Flex permite relocalizar montagem final de geografias de tarifas elevadas de forma atempada e eficiente.
A declaração de tarifas abrangentes no «Liberation Day» a 2 de Abril provocou uma queda pico-a-vale de cerca de 19% no mercado e mantém-se como fonte de incerteza. Para a Flex, a capacidade de relocalizar a montagem final para fora de geografias de tarifas elevadas é uma vantagem competitiva; para a Dollar Tree, as tarifas representam ventos contrários sobre os custos de mercadorias, ainda assim compensados pela expansão de margens.
As gestoras enquadram as tarifas como fonte persistente de incerteza: os EUA e a China prolongaram a trégua comercial por mais um ano, mas as questões geopolíticas e tarifárias continuam latentes. Aguardam uma decisão do Supremo Tribunal sobre as tarifas da administração Trump e esperam que, em caso de decisão desfavorável, a administração avance para enquadramentos alternativos de aplicação comercial. O efeito é visível ao nível das empresas — a O'Reilly Automotive referiu aumentos de preços associados às tarifas no canal do-it-yourself.
Os EUA e a China prolongaram as tréguas comerciais por mais um ano, embora questões geopolíticas — tarifárias ou outras — continuem a fervilhar. A gestora aguarda a decisão do Supremo Tribunal sobre as tarifas da administração Trump; se o tribunal decidir contra, espera-se um pivô para abordagens alternativas.
As gestoras manifestam confiança de que pressões inflacionistas induzidas por tarifas se irão dissipar ao longo de 2026, suportando a tese de soft landing com desinflação gradual e ambiente construtivo para mid-cap growth.
Fitzpatrick reflecte sobre o uso integral do tariff tantrum do início de 2025 ao longo do ano — comprou compounders descontados, alguns rallyaram, recolheu produto para comprar nomes que mais tarde caíram. Medpace como exemplar — comprada em Large Cap e All Cap durante o tariff tantrum, adicionada em SC, +73% no ano. UNH como segundo exemplo (referenciado da carta T2). Reciclagem contínua intra-ano.
Old Dominion serve clientes tariff-addled e mantém disciplina exemplar de capacidade durante a contracção industrial. Wedgewood reforçou antes do rally cíclico tardio do trimestre, antecipando que ODFL continuará a take price e dependable service à medida que a actividade industrial recupera.
A gestora reconhece pressões de custo relacionadas com tarifas mas descreve mitigação eficaz via estratégias de pricing e eficiências operacionais; a maior clareza sobre tarifas comerciais terá suportado a resiliência do consumer spending. Tratamento contextual, não articulado como tese de alocação.
A gestora descreve pressões de custo relacionadas com tarifas como tendo sido mitigadas com sucesso pelas empresas via estratégias de pricing e eficiências operacionais. Em paralelo, maior clareza sobre tarifas comerciais ancorou consumer spending, juntamente com steady gains em household net worth. Referência contextual ao environment de mercado, não associada a posições específicas no portfolio.
Clareza melhorada sobre tarifas comerciais beneficiou o sentimento de mercado durante o trimestre, com empresas a mitigar pressões de custos relacionadas via estratégias de pricing e eficiências operacionais. Resultados do segundo trimestre superaram amplamente expectativas e a orientação para o terceiro trimestre permaneceu optimista apesar das pressões. Consumer spending manteve-se firme, suportado por ganhos em household net worth e maior clareza sobre trade tariffs.
A gestora descreve uma clareza progressiva sobre política tarifária como driver positivo do sentimento do consumidor. Q3 manteve orientações construtivas apesar de algumas pressões de custo tariff-related; muitas firmas mitigaram via estratégias de pricing e eficiência operacional. Consumer spending manteve-se firme com apoio de ganhos em household net worth e maior clareza tarifária.
A equipa cita incerteza tarifária persistente como pano de fundo do trimestre e descreve a Visteon como caso onde receios de impacto tarifário em produção automóvel pressionaram a acção antes de a empresa ganhar novos contratos com OEM asiáticos fora da China. O comentário é descritivo e o stance neutro, com leitura selectiva por posição.
Os gestores referem preocupações persistentes em torno de tarifas, inflação e abrandamento do mercado de trabalho como ventos contrários, embora o pano de fundo macro tenha permanecido construtivo. Os riscos políticos e geopolíticos persistentes podem contribuir para volatilidade acrescida no curto prazo.
A gestora cita explicitamente incerteza tarifária como factor de desvio em padrões de encomendas retalhistas, com Mattel a apresentar resultados mistos pelo calendário dessas dinâmicas, ainda que procura final tenha permanecido saudável. Tarifas surgem como pressão cíclica e potencial drag sobre lucros corporativos em sectores expostos a cadeias de consumo, sem mover a tese de fundo de marcas resilientes com poder de monetização de IP.
Articulado em duas direcções. Como tailwind: First Solar combine international front-end processing com domestic back-end assembly para enhance margens, e potencial Section 232 sobre polysilicon como policy boost. Como vento contrário: Minth Group sob pressão de profit-taking e tariff concerns como entry point. Postura líquida cautelosamente positiva via benefícios para producers domésticos seleccionados.
A gestora cita explicitamente incerteza tarifária como factor de desvio em padrões de encomendas retalhistas (Mattel) e de normalização de procura pré-tarifária (CarMax). Tarifas surgem como pressão cíclica e potencial drag sobre lucros corporativos em sectores expostos a cadeias de consumo, sem mover a tese de fundo de marcas resilientes com poder de monetização de IP e de operadores de escala em used cars.
A gestora cita explicitamente incerteza tarifária como factor de desvio em padrões de encomendas retalhistas em Mattel, com procura final saudável a coexistir com desvios temporais de encomendas. Tarifas surgem como pressão cíclica e potencial drag sobre lucros corporativos em sectores expostos a cadeias de consumo, sem mover a tese de fundo de marcas resilientes com poder de monetização de IP via projectos futuros de media.
Tarifas descritas como preocupação persistente e fonte de incerteza para empresas dos EUA. Caso concreto é Mattel, cujos resultados foram impactados por alterações de calendarização nas encomendas dos retalhistas devidas a incerteza tarifária, apesar de procura do consumidor manter-se saudável. A gestora sinaliza incerteza política e tarifária como factor a contribuir para volatilidade acrescida ao longo do trimestre seguinte.
A gestora documenta um trimestre de fricções comerciais heterogéneas: tarifas adicionais de 25% sobre Índia (em resposta a compras de petróleo russo) e 40% sobre Brasil, equilibradas por acordos com UE (15% + $750bn em energia + $600bn em investimentos até 2028) e Japão (15% + $8bn agrícolas). Caso no Supreme Court a 5 de Novembro pode clarificar autoridade executiva sobre tariffs. Corporate America demonstrou resiliência com S&P 500 EPS +11,7% YoY apesar de 340+ empresas a citarem headwinds tarifários.
A Casa Branca anuncia progressos significativos em acordos comerciais com a UE (tarifa de 15%, compromissos de US$750 mil milhões em energia e US$600 mil milhões em investimento) e Japão (tarifa baseline de 15% e US$8 mil milhões anuais em bens agrícolas). Trump prolonga a suspensão de tarifas mais altas à China até Novembro. Permanecem tensões: tarifas adicionais de 25% sobre Índia e 40% sobre Brasil. Um tribunal de recursos questiona a base legal de certas tarifas, mas mantém-nas em vigor até decisão do Supreme Court em 5 de Novembro. A equipa enquadra estas dinâmicas como ruído macro que requer disciplina e foco em fundamentais individuais.
A UE concordou eliminar tarifas sobre todos os bens industriais dos EUA e abrir o mercado agrícola, enquanto os EUA fixaram tarifa de 15% sobre a maioria das importações europeias — taxa bem inferior à inicialmente proposta. A UE comprometeu-se com US$600 mil milhões de investimento nos EUA e US$750 mil milhões em compras de energia até 2028. Trump prolongou a trégua com a China por mais 90 dias e legisladores americanos visitaram Pequim pela primeira vez desde 2019. Tensões persistem com Índia (tarifa adicional de 25% por compras de petróleo russo, taxa de US$100 mil em vistos H-1B) e Coreia do Sul. A equipa enquadra como ruído macro que requer disciplina.
Tariff rollbacks em Q3 contribuíram para easing das tensões comerciais, suportando consumer spending resiliente e GDP Q2 +3,8%. Em simultâneo, tariff passthroughs contribuíram parcialmente para inflação a 2,9%, mas dentro de intervalo manejável para businesses e consumidores. A gestora não toma direcção sobre o regime tarifário; antes captura impactos distribuídos e mispricing pontual via bottom-up security selection.
Tariff rollbacks em Q3 contribuíram para easing das tensões comerciais, suportando consumer spending resiliente e GDP Q2 +3,8%. Em simultâneo, tariff passthroughs contribuíram parcialmente para inflação a 2,9%, mas dentro de intervalo manejável para businesses e consumidores. A gestora não toma direcção sobre o regime tarifário; antes captura impactos distribuídos e mispricing pontual via bottom-up security selection.
As preocupações tarifárias atenuaram durante o trimestre à medida que os EUA fecharam acordos com Japão, União Europeia e Coreia do Sul. Embora negociações com outros parceiros importantes — China, México e Canadá — tenham permanecido por resolver, as tensões não escalaram. Esta dinâmica suportou a rotação de risk-on durante o Q3, especialmente em mercados emergentes (China, Coreia e Japão como contribuidores asiáticos) e em consumidores expostos a cadeias de abastecimento internacionais.
Tarifa efectiva média EUA em ~17% (vs 2-3% no fim de 2024), mas formalização de framework agreements com UE (15% baseline), Japão (15% + compromisso $550 mil milhões em investimento) e Coreia do Sul (15% + $350 mil milhões) removeu o tail risk dos reciprocal rates punitivos de Abril. Em contraste, negociações com Índia falharam — tarifa 50% e fee de $100 000 sobre vistos H-1B agravaram tensões em Setembro. Pass-through inflacionário ainda contido mas a filtrar para dados de actividade (PMI EUA em contracção) e core PCE em aceleração.
A gestora articula explicitamente o impacto cumulativo de tarifas e cortes de financiamento académico e de ciências da vida sobre empresas de tecnologia e cuidados de saúde do portefólio. Identifica redução tática de exposição a empresas afectadas. Saídas de Globant e Bruker durante o trimestre justificadas explicitamente por underperformance sustentada associada a tarifas (Globant em América Latina; Bruker em academia US e Europa). Política comercial volátil a pausar investment e capital spending programs em vários end markets.
A gestora descreve a volatilidade Q3 2025 ancorada nas tarifas "Liberation Day" de 2 de Abril que visaram subcomponentes de semicondutores, gerando selloff swift. A pausa subsequente de 90 dias na execução de tarifas restaurou a confiança e gerou rebound sharp em equities. Acordos comerciais marco entre EUA, China e Reino Unido removeram bottlenecks chave em semicondutores, terras raras e infra-estrutura de IA. Sector allocation a semicondutores e selecção em hardware foram detractors relativos, com tensões comerciais a impactarem nomes globais de hardware com complex supply chains.
Zhang nota que as tarifas dominaram headlines mas não dispararam preços do quotidiano — atingiram categorias de pequeno peso no CPI (lumber, furnishings) offset por deflação de bens e import prices flat-to-down. Risco assimétrico: low-income consumers strained, high-income resilientes. Preferência por bases de clientes de rendimentos altos sobre cíclicos rate-sensitive amplos.
Entre Abril e Setembro, os termos do comércio internacional foram reescritos de forma muito mais favorável à produção doméstica americana, e as tarifas dos últimos seis meses ainda não tiveram impacto material nos preços ao consumidor — foram largamente absorvidas noutras partes da cadeia de fornecimento. Falta o maior acordo de todos, com a China, e a gestora assume que será alcançado, com um caminho para o regresso da Nvidia ao mercado chinês.
Mais cauteloso que em letters anteriores. A gestora caracteriza tarifas como apenas no início de aparecer em resultados e dados de inflação, com aviso explícito de que "não estamos fora do bosque ainda". Recorda que o S&P 500 teve um downturn tariff-led de mais de 14% cinco meses antes do final do trimestre, indicando que o mercado pode reagir mal a deterioração adicional. Stance bearish em horizonte curto, com tarifas a constituir drag em comparações year-over-year e potencial pressão de margens.
A gestora identifica "evidência limitada de impactos inflacionistas das tarifas" como um dos três pilares centrais da rally do T3. Tariffs até agora appear manageable, mas a base de consumidores permanece bifurcada — higher-end consumer faring much better que low-end. Consumers broadly continue to prioritize travel e experiências sobre bens, com expansão para cruzeiros e spa treatments, food delivery e retailers distintos com produtos capazes de weather the tariff storm. Exposição a equities individuais sobreviventes preferida em vez de view sectorial top-down.
A gestora articula visão balanceada sobre tariffs e fiscal policy. Tariffs aceleram reshoring e poderiam levar a mais infrastructure spending. Consumer companies isoladas de tariff impacts — those que fornecem experiências ou good consumer value — também remain attractive. Vê oportunidades potenciais em retail, restaurants e entertainment onde há strong consumer value proposition e significant long-term growth potential. Passage da One Big Beautiful Bill Act bolsters sentiment com tax incentives para corporates investindo em R&D e capital projects. Tariff scare causou weak GDP reading que entretanto bouncing back.
Investor optimism foi alimentado por better-than-feared tariff outcomes no trimestre. Tema ainda em foco mas com retórica menos bearish que noutras letters do universo — gestores incorporaram o better outcome no quadro mais amplo de optimismo sobre equities.
Investor sentiment continuou a construir-se à medida que a passagem do One Big Beautiful Bill e o progresso incremental em acordos comerciais aliviou incerteza política, permitindo às empresas executar decisões estratégicas anteriormente adiadas. Anticipated post-Liberation Day downturn até agora não se materializou. Gestores encorajados por sinais iniciais de recuperação e normalização na tomada de decisão corporativa, mas mantêm dispersão elevada e selectividade como features near-term.
Sentimento dos investidores continuou a construir-se à medida que a passagem do One Big Beautiful Bill e o progresso incremental em acordos comerciais ajudaram a aliviar incerteza política, permitindo às empresas começar a executar em decisões estratégicas anteriormente adiadas. O downturn antecipado pós-Liberation Day até agora não se materializou; em vez disso, os gestores estão encorajados por sinais iniciais de recuperação e normalização na tomada de decisão corporativa.
Liberation Day tariff threats identificadas como driver da angst de primeiro semestre. Trade deals e passagem do OBBB durante o verão lowered the temperature no mercado e permitem maior planeamento por parte de empresas e consumidores. Reconhecem porém que policy e tariff dynamics remain fluid e prone to unexpected announcements, e que muitos end markets continuam a ver tendências de procura relativamente anémicas.
A gestora identifica explicitamente o potencial de escalating trade war e economic destruction stemming from U.S. policy changes e tariffs imposition como um dos mais acute risks ao global economy e technology sector. Third-party financial institution estima que tariffs e knock-on effects (weaker consumer, tighter financial conditions) podem reduzir U.S. GDP growth em estimated 1,2 percentage points over the next year. Para tecnologia, sectores economicamente sensíveis como semicondutores e ecommerce face greater operating challenges from tariffs vs software companies com reduced global exposure.
A saída de GE Healthcare foi motivada pela conjugação de dois factores: travagem chinesa no investimento hospitalar (orçamentos discricionários para capex em equipamento médico pesado retidos pelo governo) e exposição ao fogo cruzado de política comercial e tarifária entre os EUA e a China, dado que a GEHC importa componentes e vende sistemas para a China. A Cooper articula preferência por negócios de nicho com produtos e serviços menos discricionários como contraste implícito.
Trade, monetary policy and geopolitics remained the top headlines no T3. General Motors beneficiou de growing clarity around tariffs, melhorando visibility into the likely impact on the company's business. Inversamente, lululemon foi pressionada por tariffs e removal of the de minimis exemption (que isentava imports worth $800 or less from taxes) — exited position. CarMax sofreu pull-forward de purchases ahead of tariffs com industry lull subsequente.
Trade, monetary policy and geopolitics remained the top headlines no T3, mesmo com mercados a parecer shrug off any ongoing concerns. CarMax sofreu meaningful slowdown em used retail vehicle sales com consumidores likely pulled forward vehicle purchases ahead of tariffs, levando a recent industry lull. lululemon (exited) foi pressionada por tariffs e removal of the de minimis exemption. Anúncios iniciais de tarifas do Presidente Trump no fim do T1 e início do T2 contextualizam o setup do T3.
Tariffs articuladas como driver de pressão em CBIZ (top detractor FAM Small Cap) e referenciadas como recovery story em ROST — que puxou orientação no trimestre anterior por tariff uncertainty mas agora demonstrou resultados com tariff headwinds being effectively managed, com todas as major merchandise categories a crescer year-over-year. Casa descreve investidores como complacentes sobre trade policy como downside threat.
Tarifas implementadas, adiadas, revistas e revogadas com pouco aviso, aprofundando incerteza sobre reemergência de inflação. Implementação assistémica das tarifas causou confusão no Customs and Border Protection Agency. Caso emblemático: ruling letter de Agosto que tornou certas barras de ouro (incluindo barras de 1kg que underpin futuros COMEX em Nova Iorque) sujeitas a tarifas de 39% (Suíça, principal hub de refino de ouro mundial). Spike subsequente em futuros NY relativo ao spot global foi revertido por executive order de exempção. Stance bearish sobre estabilidade da política comercial.
McCloskey dedica um ensaio extenso à defesa do comércio livre como motor de prosperidade e de paz, argumentando que economias interligadas elevam o custo da guerra. Sustenta que o regresso das tarifas e do proteccionismo trai esse legado e penaliza sobretudo os mais pobres. O gestor enquadra esta tendência como ameaça à ordem económica liberal.
A política comercial dominou os títulos no trimestre. A 2 de Abril — apelidado de Liberation Day — os mercados caíram acentuadamente após um plano tarifário abrangente sobre importações da China, Europa e Canadá, com o S&P 500 a recuar quase 19% nas semanas seguintes face a receios de disrupção das cadeias de abastecimento, inflação e retaliação. Reversões parciais e negociações bilaterais ajudaram a estabilizar os mercados, mas a casa sublinha que as implicações de longo prazo permanecem incertas e que a incerteza levou clientes da CBRE a suspender decisões.
O gestor descreve um enquadramento tarifario que cria vencedores e vencidos. O choque do Liberation Day deu lugar a acordos comerciais que restauraram clareza, com o S&P 500 numa trajectoria ascendente quase ininterrupta. Uma investigacao Section 232 a dispositivos medicos aumentou a incerteza para Boston Scientific, enquanto a Prysmian beneficiou da exclusao do catodo de cobre a montante das medidas finais. O gestor sublinha que as tarifas sao regressivas.
Apesar do desempenho recorde dos mercados accionistas, a equipa sinaliza que cautela persiste sob a superfície — valuations de índice elevadas, sinais de softening no mercado laboral, e preocupações com tarifas e política fiscal continuam a moderar o optimismo. Posição overhang bearish menor mas explicitamente articulada.
O anúncio em Julho pelo Presidente Trump de uma tarifa planeada de 50% sobre importações de cobre para os EUA cria diferenciação entre empresas. A gestora articula as posições do portefólio como relativamente bem posicionadas para navegar tarifas: a Prysmian pode deslocar sourcing para os EUA após a aquisição da Encore Wire, e a TE Connectivity gera três quartos das receitas fora dos EUA, com dois terços do rácio de produção sobre vendas em base regional. Stance mixed — a tarifa é um risco macro que cria simultaneamente vencedores e perdedores conforme a flexibilidade de cadeia de fornecimento.
Sweeney identifica a política tarifária da administração Trump como catalisador específico para Lifecore. Trump indicou que farmacêuticas que produzem fora dos EUA enfrentarão tarifas de 100% a menos que estejam em processo de desenvolver capacidade doméstica. Em paralelo, a FDA passou a conceder priority review a drugs fabricados nos EUA. Lifecore, como CDMO de fill-finish doméstico com excesso de capacidade, está posicionado como beneficiário directo do redireccionamento de contratos das multinacionais farmacêuticas para fora dos seus fornecedores internacionais.
As tarifas surgem como vector duplo no trimestre. Por um lado, a incerteza tarifária e governamental é citada como fonte de pressão relativa de mercado, e provocou na Mattel um desfasamento de dois meses no reconhecimento de vendas — os retalhistas norte-americanos ajustaram encomendas à espera de saber se as taxas abrandariam, resultando em vendas norte-americanas a cair 16% face a um aumento de 7% no segmento internacional. Por outro lado, as tarifas sobre importações europeias são citadas, ao lado de encerramentos de concorrentes e movimentos cambiais, como factor que pode ajudar a equilibrar o sobreofertado mercado de cartão SBS, beneficiando a Clearwater Paper.
A gestora descreve a incerteza tarifária como um factor que toldar o quadro: falta de dados claros sobre como as tarifas estão a propagar-se pelo sistema, incluindo o desfecho judicial e a forma como as empresas irão navegar os potenciais impactos. Sublinha que o PPI está a subir, sugerindo pressões inflacionárias em alta, mas considera prematuro tirar conclusões definitivas. As empresas geriram os custos até agora, mas o impacto total sobre inflação e PIB permanece uma incógnita. As tarifas surgem ainda como vento contrário citado para Motorola Solutions e Texas Instruments.
A gestora regista que a incerteza tarifária continua a toldar o panorama: faltam dados claros sobre como as tarifas estão a propagar-se pelo sistema, incluindo o desfecho dos processos judiciais e a forma como as empresas vão navegar os impactos potenciais. Aponta como área de preocupação o PPI a subir, sugerindo pressões inflacionárias em ascensão, embora considere demasiado cedo para afirmações definitivas. Observa que as empresas geriram os custos até agora, mas que o impacto total na inflação e no PIB permanece uma incógnita.
A gestora observa que a incerteza tarifária continua a toldar a perspectiva: faltam dados claros sobre como as tarifas estão a propagar-se pelo sistema, incluindo o desfecho no sistema judicial e a forma como as empresas vão navegar potenciais impactos. Identifica como área de preocupação o facto de o PPI estar a subir, sugerindo pressões inflacionistas em ascensão, embora considere demasiado cedo para afirmações definitivas. Regista que as empresas têm gerido os custos até agora, mas que o impacto total na inflação e no PIB permanece uma incógnita.
O abrandamento da retórica tarifária reacendeu o momentum dos mercados no início do trimestre. Em sentido inverso, questões macro e tarifárias atrasaram encomendas e criaram incerteza para a Kornit Digital. Incerteza em torno da política comercial dos EUA listada entre os factores de risco que os investidores ignoraram.
Sallen identifica a política tarifária como catalisador directo da tese da American Woodmark: a administração Trump impôs uma tarifa de 25% sobre armários importados, com subida agendada para 50% a 1 de Janeiro de 2026. Apesar de reconhecer que a medida pode mudar a qualquer momento, argumenta que, para já, este acto proteccionista beneficia substancialmente o fabricante doméstico número um.
Lululemon caracterizada como caso de "got the analysis wrong" sob pressão de tarifas, em especial aplicação de de minimis a smaller shipments. Adicionalmente, competição estruturalmente forte de Alo e Vuori, e crescimento internacional insuficiente para compensar US. Gestor reduziu posição. ICE crackdown na comunidade hispânica referido como headwind na margem para Portillo's. Sem posicionamento direccional explícito em tarifas via macro.
Como defensores do livre mercado, a equipa critica o aumento da intervenção governamental nas empresas americanas: em Agosto o governo nacionalizou 10% da Intel e aplicou um imposto de 15% sobre as vendas da Nvidia à China. Medidas proteccionistas como tarifas e restrições de vistos a migração qualificada pressionam margens e confiança no curto prazo e, no longo prazo, prejudicam a inovação. A equipa está crescentemente negativa sobre a economia americana.
Polen identifica highest tariff rates in almost a century como headwind macro durante o trimestre. Investidores looked past tariffs focando em força dos resultados. Polen reconhece tariffs e softening labor market como risks mas não articula posicionamento defensivo explícito além da sobreponderação em health care.
Kupperman articula que a Administração Trump tem de seguir política de dólar fraco para que as políticas MAGA funcionem. Esta lente macro sustenta directamente a tese de Mercados Emergentes — economias EM pedem emprestado em dólares e ficam hamstrung por dólar forte, com um enfraquecimento do dólar a actuar como boon estrutural. A Liberation Day Massacre é mencionada como referência de preço de entrada para posições construídas ao longo de 2025 a níveis inferiores aos lows desse evento.
A taxa tarifaria efectiva dos Estados Unidos subiu de uma estimativa de 2% no inicio do ano para cerca de 19% no final de Agosto, o nivel mais alto desde a decada de 1930. A gestora nota que os mercados se mostraram surpreendentemente resilientes perante os sucessivos anuncios de tarifas e que a OCDE elevou a previsao de crescimento global de 2025 de 2,9% para 3,2%, a medida que acordos comerciais reduziram o receio dos cenarios mais adversos. Ainda assim, considera que o impacto negativo pleno das tarifas provavelmente ainda nao se fez sentir, devido a um impulso de curto prazo dado pela antecipacao de compras antes da entrada em vigor.
As preocupações com as políticas tarifárias da Administração Trump, anunciadas no início de Abril, parecem ter-se em larga medida dissipado, embora a gestora considere ainda cedo para discernir os seus efeitos económicos definitivos. As tarifas surgem como factor de abrandamento das vendas a fornecedores tecnológicos, penalizando a Gartner. Ainda assim, as projecções de consenso para os lucros do S&P 500 recuperaram após o recuo inicial de Abril.
Rewey articula que as tarifas Liberation Day anunciadas em 2 de Abril suprimiram actividade económica ao forçarem empresas a pausar investimentos significativos até melhor avaliarem implicações operacionais. Considera que esta fraqueza não foi visível nos resultados de PIB do primeiro semestre (-0,5% no T1 2025, +3,8% no T2 2025) devido a distorções de importações massivas de bens e ouro no T1 e reversão parcial no T2. Quadro construtivo de inflexão à medida que clareza tarifária se consolida.
Notícias tarifárias do início do ano ("Liberation Day") abalaram inicialmente os mercados mas tornaram-se memória distante apesar de ausência de clareza absoluta sobre política comercial. Notícias tarifárias continuam a poder impactar mercados periodicamente. Pressões inflacionistas de curto prazo via tariffs surgem como challenge, com novas tariffs em auto parts importadas a adicionar custo a uma indústria de collision repair já pressionada.
A gestora adicionou nota subsequente — após os anúncios tarifários de 2 de Abril, o S&P 500 recuou quase 11% em dois dias. Articula que ultimate outcome é far from certain e que a equipa continua a analisar a carteira face às tarifas propostas. Reitera mensagem de long-term approach e de aproveitar volatilidade onde vê oportunidade. Paciência como virtude central.
O gestor recorda o 'Liberation Day' e o declínio de preços que o acompanhou, declínio que abriu valores de investimento atractivos. Considera agora estar provavelmente passado o pior das guerras comerciais, com acordos de comércio fechados.
As preocupações com tarifas dominaram as manchetes no trimestre, sobretudo em Agosto, com a subida da tarifa sobre bens canadianos para 35% e uma pausa de 90 dias na aplicação ao México. Os gestores notam, contudo, que a economia e o consumidor norte-americanos resistiram ao impacto das tarifas e que os investidores trataram estas ameaças mais como ruído de fundo do que como motores dos fundamentais.
O jogo global de tarifas recíprocas prosseguiu no trimestre, acrescentando incerteza acima do habitual e pesando sobre os níveis de confiança e de sentimento dos consumidores. O efeito é visível ao nível das empresas — a O'Reilly Automotive manteve as projeções de margem para acomodar o potencial impacto das tarifas. As gestoras enquadram a política comercial como fonte persistente de incerteza no ambiente de investimento.
A gestora descreve a continuação do jogo global de tarifas «olho por olho», que acrescentou incerteza acima do habitual e pesou nos níveis de confiança e de sentimento do consumidor. O tema é tratado como factor de risco macroeconómico transversal, sem posicionamento direccional explícito quanto a um desfecho.
As gestoras notam que o impacto pleno das tarifas ainda não tinha filtrado para os resultados empresariais e que as negociações comerciais decorriam. O tema é tratado como fonte de incerteza prospectiva, ainda que as conversações em curso tenham contribuído para o sentimento positivo do trimestre.
CarMax viu volumes T2 declinarem 5% por demanda pulled-forward para T1 em antecipação aos anúncios tarifários do início de Abril. Volatilidade abnormal em preços de carros usados continua a sentir efeitos de COVID e inflação subsequente. Fitzpatrick mantém tese de longo prazo — vantagens competitivas (brand, scale, vertical integration, omnichannel) intactas; followed discipline e adicionou à posição.
A gestora enquadra a política tarifária como o eixo dominante do ambiente de mercado no trimestre. Os anúncios tarifários de 2 de Abril despoletaram volatilidade aguda, particularmente em empresas dependentes de importações, mas a sequência de desanuviamento — pausa de 90 dias a 9 de Abril, suspensão das tarifas recíprocas sobre a China a 12 de Maio e avanços nas negociações comerciais em Junho — devolveu estabilidade e propulsionou o S&P 500 a um máximo histórico. Referência contextual, sem posicionamento direccional articulado.
Trimestre dominado por dinâmica tarifária — anúncios agressivos de Trump a 2 de Abril desencadearam volatilidade inicial, pressionando empresas dependentes de importações (consumer durables, automóveis, companhias aéreas, commodity producers). Estabilidade retomou a 9 de Abril com pausa de 90 dias, fortalecida em Maio com suspensão de aumentos recíprocos sobre a China e em Junho com avanço nas conversações US–China (expedited rare-earth shipments, perspectiva de tarifas recíprocas diferidas). Apple destacou-se como detractor com orientação reduzida citando pressões tarifárias sobre margens. Gestora descreve resultado líquido como easing de tensões comerciais, mas mantém tom factual sem articular forward view bullish ou bearish.
A gestora identifica a política tarifária como driver central do arco narrativo do trimestre: anúncios agressivos a 2 de Abril desencadearam volatilidade inicial em consumer durables, automotive, airlines e commodity producers expostos a importações. A pausa de 90 dias a 9 de Abril restaurou estabilidade; a suspensão dos aumentos recíprocos sobre a China a 12 de Maio fortaleceu o sentimento; o avanço nas conversações comerciais em Junho — com expedição acelerada de rare earths e perspectiva de diferimento tarifário — impulsionou o S&P 500 para máximo histórico. Stance neutral porque a gestora descreve, não toma posição directional.
Waters dedica passagem central da carta ao regime instável de tariffs da administração Trump: "First there were tariffs. Then there mostly weren't. Now there are tariffs again, probably?". Declara exposição directa muito limitada — exports US representam apenas uma pequena fracção da receita das portfolio companies. Reconhece que efeitos indirectos (confiança, câmbio, perspectiva de crescimento) têm impacto maior. Posicionamento defensivo deliberado em basic businesses como hedge contra a instabilidade do regime.
Tariff news identificada explicitamente como driver de mercados choppy no trimestre. Impacto material em duas posições: FILA encerrada após renewed tariff rhetoric e sell-off em European small-cap exporters expô a sensibilidade do negócio a policy risk; TerraVest sofreu trim após incerteza tarifária em storage tanks e energy equipment. KKR caiu em parte por tariff headlines sobre tougher market para PE realizations. Amazon ainda reportou tariff-related charges em retail margins. Hakoura responde com trims e exits selectivos, não com hedge macro.
O anúncio tarifário do "Liberation Day" empurrou o S&P 500 para a iminência de mercado urso no início de Abril; a subsequente "pausa" do plano permitiu uma recuperação notável das acções. A gestora sublinha ser impossível controlar políticas tarifárias, negociações de comércio global ou a forma como a geopolítica reverbera no panorama económico. Tarifas surgem como driver concreto de pressão sobre custos em J.M. Smucker e como factor monitorizado, embora sem impacto material esperado, em Core Laboratories.
Articulado em duas direcções. Como vento contrário: o anúncio tarifário do "Liberation Day" empurrou o MSCI ACWI e o S&P 500 para o limiar de bear market territory; receios de tarifas dos EUA a importações farmacêuticas europeias pesam sobre a Sanofi. Como tailwind: a política energética America First favorece a First Solar e o potencial near-shoring de produção dos EUA suporta o crescimento de crédito do BBVA no México. A gestora declara ser impossível controlar tariff policies e mantém-se measured e actively patient.
O anúncio tarifário do Liberation Day em início de Abril empurrou o S&P 500 para a iminência de bear market antes de uma pausa do plano. As gestoras enquadram a incerteza tarifária e as negociações comerciais como variáveis fora do seu controlo, optando por posicionamento disciplinado em vez de previsão. Core Laboratories e SLB foram explicitamente afectadas por tensões comerciais e preocupações de tarifas; CarMax viu a gestão a suspender prazos estratégicos face à incerteza macro.
Os gestores referem o anúncio tarifário do Liberation Day em Abril como evento central do trimestre, empurrando o S&P 500 para o limiar de bear market antes da pausa subsequente. Reconhecem o impacto sectorial diferenciado: REZI espera mitigar pressões via preços e reposicionamento de inventário, MOS beneficia de reduções de imports de fosfato impulsionadas por tarifas, e SJM enfrenta inflação de custos de café. Os gestores afirmam que é impossível controlar políticas tarifárias e negociações globais de comércio, mantendo-se medidos, deliberados e activamente pacientes.
O anúncio tarifário de "Liberation Day" em início de Abril empurrou o S&P 500 para o limite de bear market territory, apenas revertido com a "pausa" subsequente do plano. A gestora sinaliza que é impossível controlar políticas tarifárias, negociações de comércio global e reverberações geopolíticas, e antecipa volatilidade acrescida. Caso concreto: Resideo (REZI) com mitigação via pricing, reposicionamento de inventário e utilização industrial diferenciada; Zebra (ZBRA) sob pressão por preocupações com supply chain e tarifas — entrada oportunista da gestora face ao pullback.
Trade policy dominou narrativa do trimestre. Em Abril, Liberation Day introduziu tarifa universal de 10% e tarifas recíprocas a dezenas de países; pausa de 90 dias enacted shortly thereafter para encorajar negociações. US-UK Economic Prosperity Deal foi finalizado; negociações com UE, Japão, Canadá e Índia continuaram. Tensões com China atenuaram mas disputas remain. Mais de 425 empresas referenciaram tarifas em apresentações de resultados e cerca de 12% emitiram previsão negativa de EPS. A gestora vendeu Expedia citando higher risk of a recession following the significant increase in global tariffs.
Trade policy dominou narrativa do trimestre. Em Abril, Liberation Day introduziu tarifa universal de 10% e tarifas recíprocas a dezenas de países; pausa de 90 dias enacted shortly thereafter para encorajar negociações. US-UK Economic Prosperity Deal foi finalizado; negociações continuaram com UE, Japão, Canadá e Índia. Mais de 425 empresas referenciaram tarifas em apresentações de resultados e cerca de 12% emitiram previsão negativa de EPS. A gestora vendeu Expedia citando higher risk of a recession following the significant increase in global tariffs.
Política comercial dominou o trimestre: tarifa universal de 10% + tarifas recíprocas anunciadas como Liberation Day em Abril, seguidas de pausa de 90 dias para encorajar negociações. US-UK fecharam Economic Prosperity Deal expandindo acesso a mercados britânicos e reduzindo tarifas sobre os primeiros 100.000 carros UK a entrar nos EUA por ano. Negociações com EU, Japão, Canadá e Índia em curso; tensões com China atenuaram-se. Pós-trimestre, Congresso aprovou legislação fiscal Trump com incentivos fiscais, infrastructure funding e manufacturing subsidies. Mais de 425 empresas do S&P 500 referenciaram tarifas em conferências de resultados e ~12% emitiram orientação negativa de EPS. Gestora vendeu Expedia por risco recessivo elevado derivado das tarifas.
Em Abril, Trump introduz tarifa universal de 10% sobre importações mais tarifas recíprocas a dezenas de países como parte do Liberation Day. Pausa de 90 dias nas tarifas recíprocas é decretada para encorajar negociações. EUA e Reino Unido finalizam Economic Prosperity Deal, com acesso americano alargado aos mercados britânicos e tarifa reduzida nas primeiras 100.000 unidades de autos do Reino Unido. Negociações continuam com UE, Japão, Canadá e Índia. Tensões com a China abrandam, mas permanecem tarifas e disputas consideráveis. Major economies revêem em baixa as projecções de PIB para 2025. A equipa enquadra estas dinâmicas como ruído macro a navegar por fundamentais.
A gestora identifica atrasos administrativos na data de implementação de tarifas como um dos elementos que sustentaram o rally após o trough de 8 de Abril (Liberation Day). A resiliência do consumer spending é em parte função do front-loading de importações por indivíduos e empresas antes das tarifas. Em paralelo, deficit scrutiny aumentou à medida que o One Big Beautiful Bill Act avançou no Congresso, sublinhado pelo downgrade da Moody's do US credit rating de Aaa para Aa1. A gestora não toma direcção sobre o regime tarifário; antes regista os impactos distribuídos e mantém bottom-up security selection. O exit de Tronox é parcialmente motivado por uncertainty económica decorrente da threat de tarifas globais.
O trimestre abriu com continuação do ambiente risk-off do Q1, com mercados a troughing a 8 de Abril (Liberation Day), antes de stage um high beta, low quality rally durante o resto do trimestre. Elementos sustentando o rally incluíram adiamentos da administração na data de implementação de tariffs e resiliência de consumer spending broader, com individuos e empresas a front-loaded imports antes de tariffs. A gestora não toma direcção sobre o regime tarifário — captura impactos distribuídos via bottom-up security selection, como a exit de Tronox por perspectiva económica incerta devido à threat de increased global tariffs.
Em Abril, a administração Trump introduz uma tarifa universal de importação de 10% e tarifas recíprocas sobre dezenas de países no Liberation Day. Uma semana depois, e para encorajar o início de negociações, é decretada uma pausa de 90 dias nas tarifas recíprocas para a quase totalidade dos países. EUA e Reino Unido finalizam o Economic Prosperity Deal, alargando o acesso a mercados britânicos e reduzindo tarifas sobre as primeiras 100 000 unidades de automóveis britânicos por ano. Negociações continuam com UE, Japão, Canadá e Índia. Tensões com a China aliviam, mas tarifas e disputas residuais mantêm-se. A equipa lê estas dinâmicas como ruído macro que requer disciplina e foco em fundamentais individuais.
Gestores destacam que anúncio Liberation Day de 2 de Abril desencadeou queda de 12% no Russell 1000 Index. Escalada com China atingiu tarifas de 145% antes de suspensão de 90 dias e acordo tentativo de redução. Estas dinâmicas são fonte recorrente de volatilidade e tail risk para múltiplas teses sectoriais (saúde, indústria, consumo).
A carta abre com a narrativa tarifária: o "Liberation Day" de 2 Abril introduziu choque tarifário (China até 145%, reduzido para 54%; outros países pausados 90 dias a 10%), seguido de múltiplos deferimentos. Os gestores notam que apenas dois acordos comerciais (UK, Vietname) foram anunciados e que faltam 98 outros. Argumentam que o CPI é indicador lagging (2-3 meses de pass-through), citando estudo NBER sobre tarifas de máquinas de lavar 2018. Estado actual: o governo arrecada $20-30 mil milhões/mês, com projecção CBO de $2,8 biliões a 10 anos. Postura é cautelosa: o impacto na CPI deve materializar-se a partir de Agosto, e o impacto nos lucros do S&P 500 (base anual de $2 biliões) é material — "$280 mil milhões por ano não é insignificante".
A incerteza tarifária surge na entrevista como factor concreto de disrupção: dois grandes contratos de automação de supply chain foram adiados enquanto os clientes aguardam as regras finais sobre tarifas. Inman descreve um período invulgar em que uma única pessoa funcionou como vector de disrupção, provocando a queda de mercado de Abril de 2025. A equipa enquadra o efeito como episódico e, sobretudo, como gerador de oportunidade — não derail da tese de longo prazo, mas catalisador de selloff que permitiu comprar negócios de qualidade a desconto.
A 2 de Abril o Presidente Trump anunciou tarifa baseline universal de 10% e recíprocas até 50% sobre dezenas de parceiros — significativamente mais severas do que esperado. Reciprocal sobre China escalou para 145% antes da pausa de 90 dias decretada uma semana depois após reacção violenta dos mercados. EUA e China de-escalaram em meados de Maio (tarifas EUA sobre China: 156% → 30%; China para EUA: 125% → 10%) e restauraram acordo em Junho com loosening de export restrictions. Exports chineses para EUA caíram 21% em Abril e 35% em Maio mas volumes globais resilientes via Sudeste Asiático e Europa (potencial re-routing). Reino Unido já fechou acordo preliminar; UE em negociação aceita 10% universal por sectores estratégicos exemptos.
Tariffs de Trump aplicados a 2 de Abril (Liberation Day) provocaram queda de ~16% do Russell 2000 Growth até 7 de Abril, seguida de rally de 30% até final do trimestre. A gestora capitalizou a volatility comprando Wynn Resorts em trough valuations (impactada por preocupações sobre tariffs e trade war com China sobre Macau exposure); subsequente comportamento do stock e início de melhor crescimento em Macau validaram a tese. Macerich e RH (este último por exposure de imports) saíram da carteira por escalada de risk associado a tariffs.
Risk-off sentiment early in quarter centrado no Trump's "Liberation Day" tariff announcement de 2 de Abril, visto pelos market observers como more severe than expected e likely para slow economic growth e boost inflation. Equity indices fell por double-digit rates antes de bottoming a 8 de Abril. Markets subsequently rebounded após Trump pause em most tariffs para allow for negotiations e China e U.S. officials concordaram de-escalation. Panorama forward descreve trade deals como "beginning to take shape" permitindo que companies incorporem tariffs em plans e investors ajustem expectations accordingly. Continuam wildcard mas integrados no thinking forward.
A gestora reconhece que as tarifas recíprocas da administração actual provocaram as perdas do primeiro trimestre e mantêm apreensão sobre os efeitos nas participadas. Defende, contudo, que o impacto será mínimo: as equipas de gestão esperam dividir custos adicionais com fornecedores, grossistas e fabricantes, mitigando o remanescente via aumentos selectivos de preços com efeito reduzido na procura. A clarificação tarifária ao longo do trimestre permitiu a recuperação integral das perdas e a outperformance face ao benchmark.
Liberation Day tariff announcement gerou drawdown de 16% no MSCI ACWI a 8 de Abril; VIX no nível mais alto desde COVID. New York Times: "Trade War Cascades from Europe to Asia and to the Gulf Coast"; Wall Street Journal: "Historic turmoil... left investors with few places to hide". Cenário hipotético da gestora: um investor com perfeita previsão dos próximos três meses (Russia-Ukraine pior, tariffs irresolvidos, NO Fed cuts, US bombing Irão) teria evitado equities — mas MSCI ACWI subiu 24%, NASDAQ +34%, Fund +36% no mesmo período. Lição: fundamentals drive wealth long-term, fear drives short-term.
O trimestre abriu com risk-off material — anúncio tarifário de 2 de Abril foi visto por Wall Street como more severe than expected, likely to slow growth, boost inflation e increase recession odds. S&P 500 caiu mais de 12% nos 4 dias seguintes, nearly entering bear market do pico de Fevereiro (-19%); NASDAQ Composite oficialmente em bear market. Após bottoming a 8 de Abril, equities rebounded por (i) tariff pause de 90 dias em 9 de Abril; (ii) China excluded but de-escalation alcançada em 12 de Maio; (iii) resilient corporate resultados; (iv) dovish Fed pós-muted May inflation; (v) AI tailwinds NVIDIA. Gestora optou por sell Vertiv e Arista para short-term tax losses — reconhece a posteriori como mistake. Tariff uncertainty também afecta Apple (margin risk supply chain China) e Trade Desk (factor no Q1 ad pull-forward).
Tariffs e trade policies criaram material uncertainty no início do T2, com "indiscriminate sell-off" em Abril usado pela gestora para iniciar Airbnb a valuations compelling. Impacto directo: (1) Prologis underperformed por slower leasing environment com companies a pausar lease decisions awaiting clarity em tariffs; (2) Independence Realty Trust com tariff concerns em lower income consumer e softer new-lease pricing; (3) Building products manufacturers (Louisiana-Pacific) com material cost pressure. Gestora espera that "less onerous tariffs than feared initially" podem materializar como tailwind no segundo semestre.
A gestora descreve o trimestre como bifurcado: arrancou com big sell-off após Trump anunciar tariff regime global com rates much higher than expected e considered draconian; China e UE responderam com reciprocal tariffs e full-blown trade war seemed imminent. NASDAQ Composite entrou em bear market a 4 de Abril, falling >20% do ATH de 2024. Mercado quickly found bottom e rallied strongly: de-escalation gradual, ultimate tariff levels esperados como not so high to derail growth, economia resilient, inflação muted, Federal Reserve dovish, US budget bill aprovado com stimulative tax provisions. Major concerns abated e optimism for non-inflationary faster growth returned como perspectiva dominante. Primary remaining risk identificado: inflation resurgence via tariff levels, USD decline e immigration restrictions em labor.
Schwartz enquadra as tarifas como headwind de curto prazo: encarecem o automóvel e reduzem a affordability de carros novos e usados, ainda que parte do dano seja mitigada por uma componente variável elevada nos salários e por maior actividade em peças e serviços. Para a Core Natural Resources, tarifas retaliatórias sobre exportações de coal seriam danosas, mas a redução de capacidade global limita as alternativas dos importadores. O gestor antecipa que o impacto fundamental das tarifas e de uma economia em desaceleração acabará por expor a fraqueza das empresas em carteira short.
Shahrestani descreve o rollout de 2 de Abril como “confusing and disorderly” — taxas baseadas em desequilíbrios comerciais sem racional de segurança nacional, delay subsequente de 90 dias após “significant damage was already done”. A tese de risco não é o custo financeiro directo das tarifas mas a incerteza prolongada que cria “paralytic environment for businesses”, com risco de demand pull-forwards e decision paralysis. Stance mixed com intensidade negativa por o gestor identificar o ambiente como structurally headwind sem o classificar como cenário recessionário.
Os gestores articulam o backdrop do trimestre como dominado pelo recuo presidencial das "most draconian version of his tariff threats" e consequente relief rally do mercado. O fundo, posicionado em nomes percepcionados como "safe stocks" (Berkshire, AutoZone explicitamente nomeados), não acompanhou a rotação. Os gestores enquadram explicitamente: "we don't necessarily position the fund to be aggressive or defensive per se" — o underperformance é colateral do focus em fundamentals.
Hempton qualifica o "Liberation Day" como tarifas only lightly thought through, sinalizadas pelo facto de incluírem ilhas antárticas povoadas por pinguins. Argumenta que o consenso TACO (Trump Always Chickens Out) é demasiado sanguíneo: as tarifas que serão efectivamente implementadas are likely a destruir valor, possivelmente muito valor, e o mercado não está a precificar isso. Sinaliza miss interpretativo da equipa durante o quarter por não ter inferido cedo que a sloppy announcement implicava negociação e não implementação.
Volatilidade do trimestre fortemente impulsionada por tarifas propostas pela administração Trump. Liberation Day no início de Abril marcou mínimos do Russell 1000 Growth (−20% YTD). Mercado recuperou impressionantemente apesar de incerteza tarifária persistente. Gestora aproveitou deslocações para adicionar business models superiores ou aumentar posições em empresas temporariamente pressionadas. Postura: tarifas geram volatilidade near-term mas não detraem do potencial long-term de empresas com fundamentos sólidos.
Volatilidade do trimestre dominada por tarifas inesperadamente altas anunciadas no Liberation Day no início de Abril. O VIX saltou para níveis comparáveis aos da pandemia e da crise financeira. O medo deu rapidamente lugar a ganhos ebullientes quando as tarifas foram parcialmente recuadas e os resultados do primeiro trimestre demonstraram resiliência. Gestora aproveitou a volatilidade para entradas em Cloudflare, Comfort Systems e Voyager (esta última no IPO, posição depois trimada após +100% em early trading). Postura: deslocações criadas pela incerteza tarifária são oportunidade para incorporar business models superiores no portfolio.
Gestora identifica dois drivers principais de permanent capital loss em concentrated quality: supply-side risk de novo competitor e regulatory risk. Tariff announcements da administração Trump são explicitamente classificados como shifting regulatory environment para muitas holdings. Tarifas representam serious risk a future cash flows independentemente da implementação final por tipicamente serem sticky — “the Devil here is clearly in the details which currently are unknown”. GE Aerospace declarada como largest direct tariff exposure dentro do portfolio mas com pricing power demonstrado. Postura bearish na natureza do shock mas com calibration framework activado.
O trimestre abriu com «Liberation Day» tarifário a empurrar o VIX para níveis de COVID e Grande Crise Financeira, com sell-off equity material. A gestora não articula view direccional sobre política comercial mas trata o sell-off como oportunidade para deployar capital — 11 novos nomes YTD, com ênfase em Industrials e IT. O resto do trimestre inverteu à medida que o Presidente «dramatically changed his tune» sobre comércio internacional; acções terminaram em alta. Postura: oportunismo táctico em volatilidade.
A gestora descreve o trimestre como uma "montanha-russa": início com queda abrupta após o início da guerra comercial global a 2 de Abril, seguida de recuperação completa graças a forças moderadas na administração Trump e pressão do mercado obrigacionista global. Janela de 90 dias permitiu múltiplos acordos bilaterais. O recovery integral de -20% a flat ocorreu em apenas uma hora de trading em três dias distintos, ilustrando a futilidade de tentar antecipar o mercado.
A gestora identifica explicitamente a inflação induzida por tarifas como o maior risco residual de 2025. Embora o cenário de guerra comercial global já não pareça provável, muitos acordos comerciais permanecem por fechar e o impacto inflacionário ainda se propaga pelo sistema. Best Buy é caso emblemático de retail com exposição pesada a tarifas e capacidade questionável de subir preços. AbbVie sofre com ameaças de política sobre o sector biopharma — tarifas e proposta de most-favored nation drug pricing. A gestora interpreta a pausa da Fed como reconhecimento de que o efeito das tarifas precisa de tempo para se manifestar.
Trimestre dominado por níveis historicamente altos de incerteza em política comercial: declínios bruscos em Abril com bear market territory para a maioria dos averages e sentiment surveys em extreme bearishness. Rebound nítido quando tarifas foram pausadas e revelaram-se menos punitivas que cenários draconianos. Época de resultados também catalisou recovery à medida que impacto antecipado das tarifas se mostrou mais manejável que receado. Looking ahead, a gestora considera que incerteza tarifária deve persistir mas o mercado mostra-se willing to discount headlines. Tariff pressures afectaram pontuais (RH detractor) mas no agregado o sentimento converge para tom construtivo.
A gestora identifica trade policy uncertainty como driver central do trimestre — historicamente alta levou a steep declines em Abril com market averages a entrarem bear market e investor sentiment a atingir extreme bearishness. Mercados sharply rebounded à medida que tarifas foram pausadas e revelaram-se far less punitive que draconian scenarios introduced on Liberation Day. A época de resultados serviu de catalisador adicional: impacto esperado de tarifas mostrou-se manageable em muitos casos. A gestora espera que continued uncertainty on trade policy persista no foreseeable future mas que o mercado, for now, appears willing to heavily discount headlines associated with negotiating tactics. Reduced trade uncertainty é key assumption da perspectiva construtiva.
Tariff scare provocou sharp selloff em equities, bonds e USD em Abril seguindo Liberation Day announcement. A weakness convenceu Trump a delay collecting de additional tariffs por 90 dias. Gestora estava somewhat defensively positioned early no quarter mas quickly repositionou portfolio mais aggressively após anúncio do delay, captando stocks oversold por macro concerns. Russell Midcap rallied >20% dos lows; gestora vê risco priced out do mercado e tariff uncertainty balanced contra fiscal/monetary support.
Scott identifica tarifas e ameaça crescente de guerras comerciais globais como o driver real do declínio de 20% do S&P de Fevereiro a Abril, via impacto em business confidence e revisões em baixa das forward estimates de resultados. Stance mixed reflecte que o pior cenário (tariff rate all-in aos 50%) é hoje considerado insustentável e improvável, mas o nível final permanece um guessing game. A capacidade de os resultados recuperarem depende da resolução desta incerteza.
Tese estrutural explícita destacada em caixa de quote: "as tarifas dificilmente terão impacto significativo nos lucros das utilities, dado que servem catchments domésticos e não estão directamente expostas ao comércio internacional". Esta característica defensiva posiciona o sector como hedge implícito à incerteza tarifária do pacote de tarifas recíprocas Trump anunciado em Abril.
Surge de volatilidade no início de Abril após anúncio de Liberation Day tariffs aplicadas em parceiros comerciais US, quase todas muito mais severas e wide-ranging do que esperado. Stocks rallied fortemente após anúncio do 90-day delay. Vol spike testou resilience da carteira (apenas inferior ao GFC e COVID). Em paralelo, na China, aumento de produção goods possivelmente reflecte front-running tarifário — potencialmente em detrimento de orders futuras. Health care particularmente impactado por tariff worries + MFN clause uncertainty.
O trimestre abriu com fall após o Presidente Trump revelar wide-ranging reciprocal tariffs em 2 de Abril, mas recuperou com o delay de 90 dias na implementação, handful de bilateral trade deals e tom suavizado da Casa Branca sobre China e política da Fed. Olhando para a frente, os gestores notam que os full impacts de updated tariff policies com US trading partners ainda não foram sentidos globalmente, mas confidence em holdings com strong market positions, value-based offerings e pricing power para weather tariff-related cost inflation.
Stocks fell em Abril após reciprocal tariffs anunciadas em 2 de Abril mas recuperaram com 90-day delay, bilateral trade deals e softened tone sobre China e Fed policy. As gestoras enquadram a volatilidade como entry point e aproveitaram-na para iniciar cinco posições. Target foi exited devido a pressão adicional de tariffs sobre imports da China.
Rollout das Liberation Day tariffs em Abril sobre importações da China e outros parceiros comerciais US sparked concerns sobre rising input costs e re-aceleração de inflação. Markets recuperaram nas semanas seguintes à medida que a administração Trump pausou implementação e revelou bilateral trade discussions. Gestores enquadram tariffs como source de volatility recurring mas não como bearish thesis estrutural — significant trade uncertainty remains.
Aram Green articula que mais clareza em tarifas abrirá o logjam de capital, tanto em capital markets como aquele detido por empresas para investimento futuro. Reabertura do mercado de IPOs é sinal positivo, com Strategy a olhar para várias novas ideias entre empresas planeando abrir capital. Tarifas e geopolitical scares dominaram T1, rebote forte T2 após adiamento da implementação tarifária. Solução para problema global de tarifas reside nas mãos do Presidente, podendo rapidamente ser revertida. Saída de Fox Factory parcialmente motivada por preocupações tarifárias.
Os anúncios tarifários do "Liberation Day" são identificados como driver da queda de até 12% do benchmark no início de Abril. Os gestores observam que o mercado se foi acostumando às ameaças comerciais da administração e tirou partido de sinais de possíveis trade deals para precificar desfechos mais benignos. Reconhecem porém que empresas e consumidores enfrentam ainda um conjunto incerto de condições operacionais e alertam para o risco de air pockets causados pela mudança do ambiente tarifário.
Os gestores identificam as tarifas como pano de fundo central: Liberation Day em Abril levou ao declínio do Russell 2000, com as tarifas mais altas desde o Smoot-Hawley Tariff Act de 1930. Sublinham que a tariff pass-through está ainda a trabalhar a economia, com potential inflation pick-up e whirlwind de policy changes a constituirem um storm worth bracing for. A postura aponta para riscos concretos sobre fundamentais corporativos (Oxford Industries a acelerar exit de supply chain China até 2026; AGCO posicionada para beneficiar versus John Deere por 80% das vendas fora dos EUA).
Tarifas de Abril enquadradas como "monção no jardim de mercado" — um acelerante-chave do que os gestores descrevem como o fim do princípio de mudança de regime. Pós-2025 vai ter scarcity em vez dos surpluses pós-2008: governos a localizar cadeias e a construir stockpiles estratégicos, duplicação large-scale de infraestrutura e manufacturing. Resultado: cost pressures persistentes, inflação pegajosa. Implication para investors: value e cyclicals favorecidos sobre growth e defensives.
Tese central do trimestre: o anúncio de tarifas recíprocas em Abril despoletou volatilidade extrema com índices a cair >20% em poucos dias; a pausa de 90 dias permitiu rebound rápido e ralis em Maio-Junho. A gestora identifica a continuação da ameaça tarifária como negativo principal das perspectivas, com administração a reengajar conversações com trading partners no final do período. Tecnologia esteve no centro da conversa por exposição internacional de produção.
A gestora abre a carta com a imposição de global tariffs pela nova administração dos EUA como causa primária de volatilidade no início do trimestre, com o mercado a entrar inicialmente em bear market territory antes de protagonizar um furious rally quando a worst-case recession scenario foi descartada. Secção forward-looking reconhece "the potential for an escalating trade war and economic destruction" como risco acute, citando estimativa third-party de impacto até 1,2 pontos percentuais no PIB dos EUA. Software com reduced global exposure é descrito como menos exposto que semis e ecommerce.
A política tarifária dos EUA e o 'Liberation Day' de 8 de Abril desencadearam volatilidade extrema e penalizaram títulos específicos: Descartes anunciou redução de efectivos antecipando o impacto da incerteza no comércio global, Simulations Plus baixou a sua orientação por incerteza tarifária, e Merit Medical e Mesa Laboratories foram afectadas por receios sobre vendas e operações na China. A saída de JBT Marel foi parcialmente justificada pelo risco da evolução da política tarifária.
Tarifas Trump foram driver primário de volatilidade no trimestre. Linamar, inicialmente penalizada em Março, recuperou 30,6% após Executive Order de 29 de Abril que respeitou USMCA, com produtos do gestor passando a ser USMCA-compliant. LyondellBasell foi vendida agressivamente em ambiente de tariff turmoil, criando oportunidade de compra. Os gestores reconhecem novos deals tarifários no final do trimestre, mas notam que mercado já parecia ter precificado fim da incerteza em Junho.
O gestor descreve a transformação central do trimestre: o S&P 500 caiu quase 20% dos máximos de Fevereiro após Liberation Day, com o VIX a espicar para níveis não vistos desde o pico da crise financeira. Por fim do trimestre, o índice tinha não só recuperado como atingido máximos históricos com ganho de 10,9% no período. O padrão emergiu como anunciar– negociar–moderar–repetir, com extensões e modificações tornaram-se regulares. A taxa tarifária média efectiva atingiu 9,75% em Julho com tarifas país-específicas entre 15% e 50%. Supreme Court julga constitutional challenges em Novembro — inflection point genuíno.
Liberation Day tariffs announcement de Trump em Abril desencadeou downturn agudo; markets subsequentemente rose relatively uniformly com bilateral deals (US-China cortou tarifas 90 dias em Maio, UK-India reached agreement, UK-EU reset post-Brexit negotiations). Progresso com China stalled após acordo inicial; nem US nem China reverteram a prior threatened tariff rates considerados exorbitant. Economic data com minimal impact em market movements vs headlines sobre winners and losers do trade upheaval. ConocoPhillips e Diamondback Energy pressionadas via macro concerns pós-tarifas.
A gestora descreve as tarifas anunciadas por Trump no 'Liberation Day' de Abril como o motor dominante dos movimentos de mercado, com os dados económicos a ter impacto mínimo face às manchetes comerciais. Vários países procuraram novos acordos, com EUA e China a cortarem tarifas mútuas por 90 dias e progressos com Reino Unido, Índia e UE. A leitura é descritiva e não direccional: o ruído tarifário criou uma janela breve de oportunidade que o subsequente ressalto do mercado fechou rapidamente.
A gestora descreve as tarifas do «Dia da Libertação» de Abril e as negociações comerciais subsequentes como o principal motor das manchetes e dos movimentos de mercado do trimestre, sobrepondo-se aos dados económicos. Avalia winners e losers a nível de empresa em vez de tomar uma posição macro direccional: Gates Industrial beneficia por produzir na e para a América do Norte, mitigando impactos tarifários directos, enquanto Generac e Alaska Air foram pressionadas por receios tarifários que abriram pontos de entrada atractivos.
A casa enquadra as tarifas como o driver central do trimestre: o anúncio de tarifas recíprocas inesperadamente elevadas em Abril provocou uma queda acentuada, revertida após a suspensão de 90 dias. As tarifas pressionaram holdings específicas — ENTG por produto de e para a China, ROST por dificuldade em prever comportamento do cliente e custo de mercadorias, e MKC, vendida por enfrentar desafio material na passagem de aumentos de custo. A casa nota que algum aumento de tarifas é provável e que isso pode impactar lucros corporativos e força do consumidor, e considera que os mercados estão a ignorar largamente este risco.
A queda abrupta de cerca de 13% do índice entre 2 e 8 de Abril seguiu o anúncio por Trump de um plano tarifário abrangente, revertendo fortemente após a pausa de 90 dias na maioria das tarifas planeadas. A gestora avisa que grande parte do impacto real e potencial da política tarifária está ainda por vir e que, historicamente, elevada incerteza de política tende a coincidir com volatilidade de mercado acrescida. Salienta o risco de reinstauração de aumentos tarifários históricos sobre bens da Europa, Japão e outras regiões caso não sejam alcançados novos acordos antes da expiração da pausa em 8 de Julho.
O forte arranque do ano no primeiro trimestre inverteu-se no segundo, com os mercados a ignorarem as tarifas do "Liberation Day" de Trump e a entrarem em pleno modo "risk on". O gestor enquadra o episódio como mais um pânico passageiro — uma queda de cerca de -19% rapidamente revertida — e usa-o sobretudo como ilustração da volatilidade emocional, sem assumir uma leitura direccional forte sobre o desfecho da política comercial.
Wilk enquadra a incerteza tarifária, a par da inflação persistente e da tensão geopolítica, como um dos principais focos de tensão sobre o mercado. Considera, porém, que a carteira tem exposição directa limitada a tarifas e que as poucas empresas tarifário-adjacentes detêm poder de fixação de preços suficiente para repercutir aumentos de custos modestos, reforçando a resiliência do conjunto independentemente da trajectória do mercado amplo.
O sentimento dos investidores passou do receio de um abrandamento induzido por tarifas para a visão mais optimista de que as preocupações com a recessão estavam exageradas, depois de a Administração Trump ter acordado reduzir temporariamente as tarifas sobre a China de um nível quase-embargo de 125% para uma taxa recíproca base de 10% durante 90 dias, com a China a seguir em baixar barreiras. A equipa nota que diferentes segmentos do mercado enviam sinais mistos — transporte e habitação mantêm consternação com a incerteza de política, enquanto capital markets e engineering & construction comercial descontam pouco ou nenhum risco. Avisa que a margem de segurança diminuiu em muitos casos e que o nível final e o impacto das tarifas não estão resolvidos.
A equipa documenta que o anúncio tarifário do "liberation day" a 2 de Abril desencadeou uma queda superior a -12% do S&P 500 em quatro sessões, com o índice a atingir o fundo a 8 de Abril em -15% no ano. A recuperação subsequente — perto de +25% em ~11 semanas até máximo histórico — é atribuída à percepção de que as tarifas serão menos draconianas do que aparentavam originalmente, com os equities a valorizar quando a Administração mostrou abertura para negociar e adiar a implementação. Resultados corporativos sólidos reforçaram a recuperação.
O desempenho dos mercados accionistas no T2 2025 foi marcado por volatilidade elevada, impulsionada sobretudo por mudanças na política comercial dos EUA. Os mercados caíram acentuadamente em Abril após o anúncio de tarifas acrescidas, em particular sobre importações chinesas. O sentimento melhorou no final do trimestre à medida que Trump adoptou um tom mais conciliatório — pausando algumas subidas de tarifas e acordando os princípios de um acordo comercial com a China. A equipa trata as tarifas como fonte de risco de curto prazo cujo efeito se atenuou, sem reposicionamento estrutural articulado.
As acções norte-americanas registaram fortes ganhos no trimestre apesar das preocupações iniciais de Abril em torno da política de tarifas da administração Trump. Os receios de política comercial dissiparam-se ao longo do período, à medida que a administração pausou ou reduziu algumas tarifas, resultando em desempenho sólido das acções. A equipa aproveitou a queda de Abril para reforçar nomes ligados à IA, capturando a recuperação subsequente e beneficiando o relativo.
Os receios tarifários dominaram a volatilidade do trimestre, com uma oscilação de cerca de 30% na carteira. O gestor enquadra as tarifas como risco macro, mas também como catalisador de oportunidades: a ACM Research beneficia das restrições comerciais que aceleram a autossuficiência chinesa, e a OMAB do nearshoring para o México.
O anúncio tarifário do 'Liberation Day' a 2 de Abril provocou uma queda de 11% no S&P 500, seguida de uma subida de 25% após o adiamento de 90 dias a 9 de Abril. Persistem tarifas-base de 10% e incerteza quanto aos níveis recíprocos finais. A gestora navega o tema bottom-up: tarifas pesaram sobre a saúde e sobre a Hasbro (fabrico na China), enquanto a Floor & Décor reduziu a exposição de custos à China e a Analog Devices é descrita como protegida pelas margens brutas elevadas.
Sweeney identifica a política tarifária da administração Trump como catalisador específico para Lifecore: Trump declarou que farmacêuticas fabricadas no estrangeiro ficarão sujeitas a tarifas de 200%, e construir e certificar nova capacidade de fill-finish pode levar 4 a 5 anos, tornando mais fácil parceria com um operador doméstico como a Lifecore. No sentido inverso, as tarifas norte-americanas sobre aço acabado criam um speed bump para o negócio de reciclagem de metais da SECURE — embora a sucata canadiana não esteja sujeita a tarifas, os compradores canadianos recuaram, sendo que a escala da SECURE lhe permite reorientar a sucata para o mercado dos EUA.
O ensaio de fecho articula uma tese macro pessimista: apesar de os mercados fazerem máximos, o gestor tem dificuldade em ignorar a probabilidade de destruição de procura iminente. Enumera motores concretos — políticas de comércio não-livre que aumentam custos de inputs, dissuasão de visitantes estrangeiros, incerteza de política que perturba decisões de investimento de longo prazo, cancelamento de projectos, redução de 12% do emprego federal e deportação de 1.500 consumidores por dia. Alerta que a força recente nos resultados pode reflectir actividade antecipada a tarifas.
Primeiro dos três temas explicitamente destacados. A carteira detém múltiplos títulos com algum impacto tarifário potencial, mas as gestoras sublinham que Mattel, PVH e FedEx estão na ofensiva com acções tangíveis (recompras, insider buying e, no caso da FedEx, um spin-off pendente). O contexto remonta ao "Liberation Day" analisado na carta anterior.
As tarifas continuam a ser um factor: títulos como a PotlatchDeltic e a Mattel podem ser afectados por notícias nesta frente, embora o impacto líquido tenha sido reduzido no ano. A compra da Becle aproveitou a deslocação do preço durante o pico da incerteza comercial EUA-México, com a equipa a ver as investidas a responder na ofensiva com recompras.
O trimestre foi dominado pela incerteza de política comercial: os anúncios tarifários do Liberation Day (2 de Abril) desencadearam um sell-off acentuado que formou um fundo em V, seguido de um rally forte após o anúncio da pausa de 90 dias (9 de Abril). O mercado concluiu que a política comercial seria bastante menos restritiva do que inicialmente temido, com o índice a recuperar cerca de 30% face aos mínimos. Para o processo do fundo — de maior qualidade e menor beta — estes rallies em V representaram um vento contrário historicamente desafiante.
A política tarifária dominou a leitura macro do gestor. Após o anúncio inicial da Liberation Day, a administração adiou a maioria das tarifas para 9 de Julho e 1 de Agosto, alcançou uma trégua com a China e acordos com o Reino Unido e o Vietname. O gestor sublinha que a autoridade para tarifas universais foi contestada nos tribunais e será provavelmente decidida pelo Supremo, tornando previsões duradouras extremamente difíceis. Apesar do risco, observa que os mercados de acções ignoraram largamente o ruído tarifário e renovaram máximos pouco depois do fecho do trimestre.
O trimestre começou com o anúncio de tarifas excepcionalmente elevadas que abalaram os mercados e desencadearam forte aversão ao risco. À medida que a administração norte-americana suavizou a posição face à pressão dos mercados, a confiança dos investidores recuperou, com uma retoma rápida dos activos de risco. O trimestre fechou ainda com tensão geopolítica no Médio Oriente, entretanto em cessar-fogo, e com o debate em torno do pacote fiscal.
O gestor identifica a imposição de tarifas ao comércio internacional como um dos principais riscos globais, a par da escalada de conflitos armados. Após o choque das medidas anunciadas pela administração dos Estados Unidos a 2 de Abril, as rondas de negociação contribuíram para normalizar os mercados. Ainda assim, alguns analistas apontam para uma tarifa média de 13% face aos 3% anteriores, estimando que cerca de 70% do aumento de preços seja absorvido pelos consumidores, com efeitos inflacionistas e de disrupção das cadeias de abastecimento.
A gestora descreve a incerteza tarifária como um wild card que ajudou a levar o mercado a território de bear em Abril antes da recuperação. Espera que a incerteza comercial persista, com mais reviravoltas pela frente, ainda que as empresas estejam a navegar o ambiente volátil com disrupção mínima até ao momento. As tarifas surgem também como a janela que abriu a oportunidade de iniciar a Amazon na fraqueza de Abril.
Os anúncios tarifários abrangentes da administração Trump desencadearam a "April swoon" que aproximou os mercados globais de bear market. A incerteza persistente sobre comércio dos EUA continua a ser o headwind mais significativo para o segundo semestre, com a expiração do reciprocal tariff pause no terceiro trimestre a tornar as empresas mais cautelosas nas suas decisões de investimento e a pressionar margens à medida que absorvem custos mais altos, potencialmente aumentando riscos de recessão.
Os anúncios tarifários abrangentes da administração Trump desencadearam a "April swoon" que aproximou o S&P 500 de bear market. A incerteza persistente sobre comércio dos EUA continua a ser o headwind mais significativo para o segundo semestre, com a expiração do reciprocal tariff pause no terceiro trimestre a pressionar margens à medida que as empresas absorvem custos mais altos, potencialmente aumentando riscos de recessão. A contracção do PIB no primeiro trimestre — a primeira desde 2022 — sublinha o custo económico tangível.
A incerteza de política comercial dos EUA permanece o principal headwind para o segundo semestre, com a expiração da pausa de tarifas recíprocas a aproximar-se no terceiro trimestre. As tarifas já pressionam margens à medida que as empresas absorvem custos mais altos, elevando o risco de recessão; a contracção do PIB dos EUA no primeiro trimestre, a primeira desde 2022, evidencia o custo económico. A GE Aerospace responde localizando supply chains e assegurando fontes alternativas de componentes.
As tarifas recíprocas anunciadas a 2 de Abril provocaram uma queda de mais de 12% no mercado, parcialmente revertida a 9 de Abril (+9,5%) com o anúncio de um adiamento de 90 dias. A casa identifica a resolução final das negociações tarifárias como o maior risco para a economia e para o mercado accionista no segundo semestre, antecipando solavancos e recuos de curto prazo e pressão sobre as margens de lucro por via de custos mais altos e da menor capacidade de subir preços.
O anúncio tarifário do «Liberation Day» a 7 de Abril reacendeu receios de recessão e pôs em causa o estatuto de refúgio da dívida pública norte-americana, empurrando os mercados para território de bear market. A pausa de 90 dias para negociações trouxe alívio imediato e uma recuperação acentuada das acções. As tensões tarifárias persistentes mantêm-se entre as incertezas macro que a equipa monitoriza, sem alterar o processo bottom-up.
O anúncio tarifário do Liberation Day, a 7 de Abril, abalou inicialmente os mercados, reacendendo receios de recessão e dúvidas sobre o estatuto de refúgio da dívida pública dos EUA. A pausa de 90 dias decretada pela administração para permitir negociações trouxe alívio imediato, com as acções a recuperarem fortemente de território de bear market. A equipa antecipa progresso nas negociações tarifárias, que poderá reduzir um travão relevante ao comércio global e à confiança empresarial.
O anuncio tarifario do Dia da Libertacao a 7 de Abril reavivou receios de recessao e lancou duvidas sobre o estatuto de refugio da divida norte-americana, desencadeando turbulencia de mercado; a administracao respondeu com uma pausa de 90 dias para negociacoes que trouxe alivio imediato. O impacto microeconomico e tangivel: a Kenvue absorveu uma nova tarifa de importacao de 145% e a Huntsman viu as tarifas sobre MDI chines a falhar a subida de precos nos EUA, desviando volume para a Asia e deprimindo precos globais. A equipa antecipa progresso nas negociacoes como possivel reducao de um overhang chave sobre o comercio global.
O anúncio tarifário de 7 de Abril, batizado 'Liberation Day' pela administração Trump, foi o evento dominante do trimestre. Reignitou temores de recessão e levantou dúvidas sobre o tradicional estatuto de safe-haven da dívida pública EUA, com mercados rapidamente entrando em território bear. A pausa de 90 dias anunciada a seguir permitiu recuperação acentuada — 23% face aos mínimos intra-período. A equipa identifica progresso provável em negociações como catalisador construtivo, mas a incerteza estrutural sobre política comercial permanece como overhang sobre confiança empresarial e comércio global.
Liberation Day caracterizada como evento de mercado, não fundamentos. Floor & Decor usado como case-study de adaptação: tarifas 2018 forçaram redução de sourcing China de 50% para <5% de vendas, com gross margins a expandir durante a transição. Estrutura competitiva relativamente reforçada — competidores menores absorvem tarifas via distribuidores enquanto Floor & Decor amplia spread de preço.
A agenda tarifária de Trump dominou o arranque do trimestre, gerando volatilidade e sinais no mercado obrigacionista de risco de recessão. A pausa anunciada a 9 de Abril desencadeou forte rally (S&P +9,5%, Nasdaq +12% nesse dia). Munro fechou shorts e cristalizou protecção em opções, repondo a exposição longa em ~97%. A casa espera mais aftershocks tarifários com o fim da pausa em inícios de Julho, mas argumenta que as tarifas, sendo 'man-made', podem ser revertidas e que a administração quer evitar recessão.
A 2 de Abril a administração Trump impôs tarifas sobre todas as importações, congelando o comércio global, antes de recuar quando as obrigações começaram a cair. A equipa não tenta prever a direcção do mercado e reposicionou-se em função da legislação em negociação: vendeu a Remitly, exposta ao imposto proposto sobre remessas, e reforçou a Camping World, beneficiária da dedutibilidade fiscal do financiamento de caravanas. A descida das tarifas vietnamitas para 10% reforçou ainda a vantagem de custo da Dream International.
Fear around tariffs em early Q2 criou volatilidade e dislocations de preço. Gestoras articulam stance mixed: tarifas em si são headwind fundamental (Nike explicitamente citada como exposed a "concerns over tariffs"), mas a dislocation criada foi tratada como oportunidade estrutural de repositioning toward names com perfis risk-adjusted return mais atractivos. Nine new purchases iniciados num único trimestre — magnitude rara — confirma directional opportunism vs headwind macro.
Receios de tarifas no início do trimestre são explicitamente referenciados como driver da volatilidade que permitiu o reposicionamento. Tarifas farmacêuticas estão também entre as fontes de pressão sobre IQVIA. Postura: tarifas vistas como deslocação transitória que cria oportunidade, não como ruptura estrutural — fundo posiciona-se para beneficiar de eventual normalização.
Optimist não toma view direccional sobre tarifas mas reconhece dois impactos materiais: (a) volatilidade Q2 desencadeada pelas "surprise reciprocal tariff announcements from Donald Trump on April 2nd" — usada como oportunidade para reforçar Carvana e Wayfair; (b) fecho do loophole de de minimis a impactar negativamente players chineses como Temu e Shein, com Wayfair identificado como potencial key beneficiary. Em Revolve, tarifas pesaram sobre o stock até redução de China-related tariffs aliviar o cost headwind.
Tariff sledgehammer dos EUA tem big pause button — Liberation Day a 2 de Abril com 145% sobre China seguido de rollbacks. Mundo aprendeu que express good faith e claim victory bastam. TACO trade emergiu como sinal popular. Os gestores notam que extreme tariffs não devem ser implementadas, mas Trump pode digging heels pelo orgulho. CRI com supply chain vulnerável (Vietname, Camboja, Bangladesh, Índia).
Liberation Day com tarifas de cerca de 50% sobre bens chineses pressionou nomes expostos à China — Alibaba em particular. À medida que EUA e China avançaram para acordos tentativos, sentimento recuperou. A gestora mantém-se construtiva em Alibaba dado múltiplo de 11,2x resultados, programa de buyback robusto e dividendo de 1% — vê empresa significativamente subvalorizada face a sum-of-the-parts.
A volatilidade de preços ligada às tarifas criou oportunidades de reposicionamento: a Pershing iniciou a Amazon a uma avaliação descontada em Abril e reforçou Alphabet e Hilton. As tarifas representam um custo superior a mil milhões de dólares para a Nike e motivaram a saída da Canadian Pacific por maior sensibilidade macro.
O plano tarifário global anunciado em Abril, mais punitivo do que o esperado, provocou a maior queda accionista desde o início da pandemia, revertida pela de-escalada subsequente e pelas conversações EUA-China. Para a saúde, persiste o limbo sobre tarifas a farmacêuticas e sobre MFN, sem actualizações da Casa Branca. A gestora nota que as empresas se sentem cada vez mais confiantes em obter alguma forma de isenção, faseamento ou compensação, com as associações da indústria (PhRMA e BIO) a procurar uma solução win-win.
Polen identifica tariff-related uncertainty como causa primária do drawdown de -23% do índice de mid-February a early April. Dissipação da incerteza desencadeou o rally de +33% subsequente. Apple eliminada parcialmente pela exposição persistente a tariffs (produtos maioritariamente made in China e shipped globally). Polen não articula posicionamento explícito anti-tariffs além da rotação de positions com exposição tariff-sensitive.
Kupperman articula que a Administração Trump terá de seguir política de dólar fraco para que as políticas MAGA funcionem. Esta lente macro sustenta directamente a tese de Mercados Emergentes e ancora o pessimismo sobre US equities. A reorientação económica via tarifas está em curso mas Kupperman avisa: Trump não suportou nem uma semana de turbulência após Liberation Day. A expectativa é de mais turbulência à medida que se tenta novamente fixar os desequilíbrios económicos — sacrificando a Middle Class para alimentar as asset bubbles.
A política tarifária do Trump 2.0 atingiu directamente a RH, que se tornou pára-raios das tarifas em Abril. Chan considera o impacto largamente mitigado: com as taxas da China e do Vietname estabilizadas, o pior cenário foi afastado, e a RH pode compensar o efeito na margem bruta com uma subida de preços de 6-7%, já implementada em Abril e Maio. Restam negociações de menor dimensão, mas o gestor vê um ambiente operacional mais limpo daqui em diante.
O trimestre foi dominado pelo choque tarifário de 2 de Abril, que desencadeou uma das quedas mais rápidas de sempre no S&P 500, seguida de uma recuperação igualmente dramática à medida que a Administração Trump recuou nas propostas mais extremas. A gestora considera que o impacto pleno das tarifas na economia real ainda está por revelar e admite mais volatilidade nos próximos meses, mas nota que as estimativas de lucros do S&P 500 estabilizaram à medida que as propostas mais agressivas foram adiadas ou eliminadas.
As tarifas do "Liberation Day" de 2 de Abril são o eixo macro do trimestre, desencadeando uma queda superior a 17% desde o pico de Fevereiro. O recuo da administração Trump em propostas mais extremas, com adiamento de tarifas para o terceiro trimestre enquanto se negoceiam acordos comerciais, permitiu a recuperação. O gestor sublinha que "o impacto total das tarifas na economia real ainda está por ver" e que mais volatilidade é possível.
Rewey rejeita cenário de tarifas recíprocas no pior nível. Quantifica impacto: importações foram 11,4% do PIB em 2024, implicando ~1% de impacto inflacionário se tarifas se fixarem em 10% (assumindo zero absorção por fabricantes/distribuidores e zero mitigação corporativa via mudança de origem de sourcing). Articula cenário benigno suportado por (a) acordo EUA-UK completo, (b) progresso com a China provável a aliviar tarifas insustentáveis, (c) moral suasion da administração em múltiplos acordos incluindo Vietname e (d) abertura para extensão do deadline de 9 de Julho. Empresas trabalham em mitigação via redirecionamento de sourcing — LAKE como exemplo via instalações USMCA. Recomenda escutar Scott Bessent como representante mais correcto sobre acções da administração.
A RGA abre o comentário com o impacto das tarifas anunciadas no “Liberation Day”. Argumenta que, a terem sido aplicadas na forma agressiva anunciada, a economia dos EUA teria enfrentado obstáculos sem precedentes e auto-infligidos. Permanece por esclarecer se o mercado forçou a reversão ou se as tarifas foram um cálculo para abrir negociações; o que é certo, para os gestores, é que existe hoje mais clareza sobre o comércio global, tornando as condições mais geríveis e quantificáveis.
Kokemor refere-se às decisões tarifárias de Trump como o gatilho da janela de maior volatilidade dos 3+ anos do Right Tail, com uma queda de mercado de cerca de 10% em 2 dias. Não articula vista direccional sobre o policy outcome em si — usa o evento como case study de volatility management e long-term thinking da base de investidores. Stance mixed/neutra: descritivo, não opinativo sobre tarifas.
A administração Trump introduziu novas propostas tarifárias durante o trimestre, com manchetes de Maio em torno de tarifas universais e de direitos expandidos sobre bens chineses a desencadear um recuo temporário, sobretudo em sectores com cadeias de abastecimento globais. O gestor reconhece o risco de volatilidade de curto prazo, mas mantém que o retorno accionista de longo prazo continuará ancorado na inovação e no crescimento durável de lucros.
A carta é escrita no meio de negociações tarifárias globais em curso, com nova informação a surgir diariamente sobre os países afectados, a dimensão das tarifas e os prazos de implementação. Dada a elevada incerteza e a imprevisibilidade dos resultados, o gestor considera mais prudente manter-se defensivo, preservando a flexibilidade para agir sobre deslocações de mercado. As tarifas pressionaram posições específicas, contribuindo para a saída da Lakeland Industries, confrontada com disrupção tarifária na cadeia de abastecimento, e somando-se aos ventos contrários sobre a Aris Water Solutions.
O T2 abriu com sell-off tarifário acelerado em Abril após o anúncio do 'Liberation Day', com much talk de inflação e recessão. Pouco depois, percepção de softening na trade policy stance da administração fuel abrupt change in sentiment, com S&P 500 a logar all-time highs e a fechar +10,9% no trimestre. Equipa antecipa continuação de questions sobre trade policy: best-case scenario como growth stocks parecem pricing, ou nova mudança de course? Défices comerciais a escalating e shift protecionista introduziram significant uncertainty que overshadow objectivos de renaissance. Investidores devem preparar-se para additional bouts of volatility.
O trimestre abriu com uma queda acentuada de 10% após o anúncio de tarifas do "Liberation Day" de 2 de Abril, que elevou o VIX ao nível de fecho mais alto desde Março de 2020, antes de uma recuperação rápida. As gestoras tratam a política comercial como fonte de incerteza a gerir, e não como tese direccional: iniciaram a Carlisle Companies com peso reduzido por cerca de 10% dos seus inputs virem da China, e dimensionaram a On Holding incorporando uma tarifa de 10% e a cadeia de abastecimento centrada no Vietname. Enquadram o realinhamento do comércio global como uma das forças de longa duração que injectam volatilidade nas valorizações e, cada vez mais, nos fundamentais de curto prazo.
O trimestre começou conturbado, com as tarifas recíprocas do 'Liberation Day' de 2 de Abril a revelarem-se mais amplas do que o esperado e o S&P 500 a cair 11% em três sessões. A administração suspendeu as tarifas por 90 dias a 9 de Abril e, a 12 de Maio, os EUA e a China anunciaram a sua própria trégua, reduzindo as tarifas para 30% e 10% respectivamente. O alívio das preocupações comerciais alimentou o melhor mês de Maio desde 1990 e impulsionou a Tecnologia e os Serviços de Comunicação. A incerteza tarifária e orçamental, somada à expectativa de cortes do Fed, levou o dólar ao pior primeiro semestre desde 1973.
Acções mostraram resiliência após sharp tariff-driven decline em Abril. S&P 500 surged 11% no trimestre, com mega-cap tech a liderar novos all-time highs e sectores mais estáveis como healthcare a lagging. Apesar do lack of breadth, a gestora acredita que market of stocks continua com desempenhos divergentes e oportunidades para fundamental investors como Sound Shore.
As tarifas reemergiram como factor de custo significativo, levando as empresas a explorar reshoring, inventários mais magros e fornecimento doméstico. O Big Beautiful Bill acrescenta uma camada de complexidade, sobretudo ao tocar na manufactura, na infraestrutura e na política fiscal empresarial. A casa enquadra ambos como criadores de vencedores e vencidos: penalizam negócios com cadeias de abastecimento expostas, como a Oxford Industries, mas favorecem as empresas capazes de se manterem ágeis e de capitalizar incentivos enquanto se isolam dos custos associados. A incerteza quanto ao alcance e ao calendário de aplicação permanece elevada.
O gestor reconhece as intrusões muito reais do macroambiente: a nova administração em Washington lançou muitas iniciativas, internas e externas, que diferem marcada e por vezes radicalmente das políticas anteriores, suscitando tanto adulação como desprezo e agitando as cotações. Décadas de experiência levam-no a focar-se na qualidade e no crescimento dos negócios como âncora face a esse ruído.
O «Liberation Day» de Abril desencadeou tarifas que abalaram acções, obrigações e dólar, com o S&P 500 a cair quase 20% face ao máximo. O gestor considera o impacto líquido nas empresas impossível de quantificar — «délfico» — e ilustra com a Copart, onde as tarifas têm forças compensatórias. A resposta é a «inacção divina»: não agir sobre aquilo que não se consegue prever.
As tarifas do «Liberation Day» e as retaliações fizeram cair os mercados nas primeiras seis sessões do trimestre, antes de a pausa de 90 dias anunciada a 9 de Abril desencadear uma recuperação em V para novos máximos. Sucessivos passos de desanuviamento — um acordo preliminar EUA-China, um entendimento em Londres e progressos com a UE e o Canadá — apoiaram a subida. As tarifas mantêm-se, porém, como fonte de incerteza: pesaram sobre a FedEx (receio de destruição de procura) e a C.H. Robinson, pressionaram as saídas no retalho exposto ao consumidor (Academy Sports, Foot Locker) e a United Airlines, ao passo que a Tapestry geriu bem o impacto.
As tarifas mínimas de 10% anunciadas a 2 de Abril, com taxas iniciais próximas de 50% para alguns países, desencadearam uma forte queda do mercado. A suspensão de 90 dias e as tréguas com a China permitiram depois recuperação. A gestora enquadra as tarifas como fonte de incerteza e volatilidade, sem alterar o posicionamento da carteira.
A gestão enquadra as tarifas protecionistas como factor de duplo sentido. A Oxford Economics estima uma taxa efectiva acima de 27% para materiais de construção importados em Junho de 2025, o que poderá elevar os custos totais de construção em 3-5%. Tal beneficia segmentos com poder de fixação de preços (industrial), justificando rendas mais altas para novo desenvolvimento, mas agrava o fardo de propriedades com elevado capex de manutenção (escritórios comuns e hotéis). Posicionamento misto: oportunidade e contra-vento de custos em simultâneo.
Loeb articula o T2 como tendo aberto turbulento com ‘Liberation Day’ e previsões de recessão iminente. Por fim do trimestre, mercado reinterpretou as propostas tarifárias iniciais como ‘trial balloons’ e táctica negocial astuta. Sentimento virou positivo, dados económicos melhoraram, datapoints favoráveis em IA impulsionaram rebote. Compras oportunísticas em mínimos e cobertura tempestiva de hedges capturaram grande parte da recuperação.
No início de abril, o regime tarifário proposto pelos EUA provocou um abalo económico significativo, com os mercados globais a oscilarem entre escaladas e desescaladas sucessivas, ao ponto de os anúncios posteriores serem rapidamente descontados. A incerteza levou muitas empresas a abandonar ou reduzir as orientações futuras e manteve a confiança do consumidor em níveis deprimidos. As industriais adotaram perspetivas conservadoras, favorecendo mercados finais de ciclo mais longo, como o aeroespacial, a defesa e as infraestruturas.
No início de abril, o regime tarifário proposto pelos EUA provocou um abalo económico significativo, com os mercados globais a oscilarem entre escaladas e desescaladas sucessivas, ao ponto de os anúncios posteriores serem rapidamente descontados. A incerteza levou muitas empresas a abandonar ou reduzir as orientações futuras e manteve a confiança do consumidor em níveis deprimidos. As industriais adotaram perspetivas conservadoras, favorecendo mercados finais de ciclo mais longo, como o aeroespacial, a defesa, os centros de dados e as infraestruturas.
O regime tarifário proposto pelos EUA no início de Abril provocou oscilações violentas nos mercados, com escaladas e desanuviamentos sucessivos a ponto de anúncios posteriores serem rapidamente descontados. A gestora trata as tarifas como factor de risco transversal, que pesou na confiança do consumidor e levou muitas empresas a suspender ou reduzir orientações, mas sem posicionamento direccional quanto ao desfecho.
O Q2 foi marcado por mercados whipsawed em deliberate fashion durante o tariff roll-out de Abril, seguido de rebound após relief extensions e deals announced. Livadas articula que no one believes harsh tariffs will be widely implemented — o risco está well reflected em valuations. A leitura do PM: lack of tariffs é um good thing pricing-wise, mas o mercado seguiu rebound demais. Upslope capitalizou sharp outperformance durante a volatilidade tarifária — driver core do +8,9% líquido do trimestre.
Volatilidade tarifária forneceu oportunidade dual no T2 — sell-off em Abril permitiu acumular em compounders descontados (Ares, Littelfuse, UNH); rally após Liberation Day permitiu vender posições rallyadas para reciclar capital. Vulcan rejeita leitura macro direccional sobre tarifas e foca-se na volatilidade como ferramenta de melhoria de margem de segurança.
As tarifas anunciadas pela administração Trump, acima do esperado, derrubaram inicialmente as acções; a moderação subsequente da postura desencadeou a recuperação. A equipa antecipa volatilidade persistente, citando incerteza tarifária e comercial para a segunda metade do ano.
Wedgewood descreve manchetes semanais ou diárias relacionadas com tarifas desde Liberation Day, com volatilidade VIX a picos históricos, índices principais a cair -20% e muitas acções a cair muito mais. O rally subsequente de +25% desde o mínimo de 8 de Abril descontou o pior em inflação induzida por tarifas e impacto em resultados corporativos. O composite foi atingido com força no curto bear market, sentido como "boot on an investors neck", e desde então recuperou modestamente face a S&P e materialmente face ao tech-heavy Russell 1000 Growth.
O choque central do documento: após o fecho do trimestre, a administração Trump anunciou tarifas de 10% sobre todas as importações, com adicionais por país para capturar a dimensão do défice comercial, seguindo-se respostas da China e da UE, volatilidade significativa e moratória de 90 dias excepto para a China. A gestora descreve incerteza particularmente elevada enquanto os mercados aguardam as negociações, está a escrutinar as participações quanto a impactos de tarifas e sensibilidade macroeconómica, e vendeu Steven Madden explicitamente para reduzir a exposição da carteira a títulos afectados por tarifas. Sem maior clareza, mantém diversidade de exposições dentro de participações de qualidade elevada.
A gestora enquadra a política tarifária como eixo dominante da incerteza do trimestre: o anúncio pela administração Trump de aumentos tarifários significativos, a divulgar a 2 de Abril, gerou receios de retaliação e de repercussão inflacionista dos custos. Estas tensões contribuíram para a entrada do S&P 500 em território de correcção. Referência contextual de mercado, sem posicionamento direccional articulado pela gestora.
A gestora descreve a escalada de tensões comerciais como factor central da apreensão do mercado no trimestre: o anúncio de aumentos tarifários significativos a revelar a 2 de Abril criou incerteza substancial entre investidores. Retaliação antecipada de parceiros comerciais complicou planos de investimento das empresas e o pass-through esperado de custos tarifários alimentou receios inflacionistas, contribuindo para a entrada do S&P 500 em território de correcção a 13 de Março.
O anúncio da administração Trump de aumentos tarifários significativos, a anunciar a 2 de Abril, criou incerteza substancial para os investidores. Retaliações antecipadas de parceiros comerciais complicaram planos de investimento das empresas, e o pass-through esperado de custos tarifários alimentou receios inflacionistas — o S&P 500 entrou em correcção a 13 de Março. Nas posições, as tarifas pesaram na Amazon (custos operacionais e consumo mais fraco) e na Nvidia (preocupações com custos), e receios de tarifas sobre baterias chinesas beneficiaram a posição short em armazenamento de baterias. A gestora descreve os factos sem articular visão direccional sobre o desfecho da política comercial.
A gestora identifica a escalada de tensões comerciais como driver central da apreensão do trimestre: o anúncio da administração Trump de aumentos tarifários significativos a revelar a 2 de Abril criou incerteza substancial, com retaliação esperada de parceiros comerciais a complicar planos de investimento das empresas e repasse de custos tarifários a alimentar receios inflacionistas. O S&P 500 entrou em correcção a 13 de Março. Nas posições, tensões comerciais e receios de recessão pressionaram acções de tecnologia financeira com exposição a crédito ao consumo, como Upstart. Stance neutral porque a gestora descreve, não toma posição directional.
A gestora descreve o trimestre como derrubado pelos receios quanto às políticas comerciais da nova administração e pela escalada tarifária que fez afundar segmentos inteiros após semanas de força. Vê o principal desafio na concentração dos holofotes numa única camada (comércio global) de uma mudança de políticas multi-camada e antecipa clareza gradual sobre o impacto das tarifas; ironicamente, muitas das empresas mais castigadas estão posicionadas para beneficiar de outras iniciativas da administração. O receio de recessão mantém os investidores cautelosos.
As tarifas de 2 de Abril excederam largamente as expectativas e a falta de clareza metodológica deixou mercados e líderes sem respostas; o S&P 500 e o Russell 2000 caíram 12,12% e 13,90% em quatro sessões. A equipa vê efeitos de curto e médio prazo a pesar no investimento e no crescimento, riscos para a primazia global dos EUA e um prémio de risco accionista mais elevado — razões para manter cautela táctica. A revisão da carteira identificou 15 posições expostas, das quais nove (cerca de 8% da carteira) serão afectadas mas devem repercutir os custos.
O gestor confessa não conseguir prever o impacto exacto das tarifas, mas defende que o grau de exposição é o que importa: as tarifas incidem historicamente sobre bens físicos e mercadorias, e a carteira concentra software e serviços. Os fabricantes detidos vendem produtos críticos que representam pequena fracção dos custos dos clientes, com custos de mudança elevados; os dois distribuidores já demonstraram capacidade de repasse de preços nas tarifas anteriores.
Keys argumenta, via Acemoğlu e Robinson, que assumir o fim da liderança global americana equivale a assumir que as instituições judiciais, democráticas e financeiras não resistem a turbulência política — tese que rejeita. Reconhece, porém, efeitos quase certos: menor despesa em bens, possível recuo do investimento privado e risco de escassez dadas as cadeias dependentes de importações. Analisa caso a caso o impacto nas posições, de Lithia às ferrovias e beneficiárias como AutoZone.
O optimismo de início de ano com a nova administração foi rapidamente substituído por receios tarifários e incerteza de política, com a deterioração da confiança e a apreensão sobre uma guerra comercial global a alimentar temores de recessão. A gestora monitoriza diariamente o desenrolar dos acontecimentos e sublinha que valores são abundantes quando o ambiente de investimento parece mais desconfortável.
Os receios tarifários e a incerteza política substituíram rapidamente o optimismo com que o mercado entrou no ano, e a apreensão com uma guerra comercial global alimenta receios de recessão. As gestoras acrescentam uma nota pós-trimestre invulgar: dada a queda significativa desde o fecho do trimestre, estão a acompanhar os desenvolvimentos e a avaliar a situação diariamente, sinal da fluidez do enquadramento tarifário no momento da escrita.
Os gestores identificam os receios tarifários e a incerteza política como o catalisador que substituiu o optimismo de início de ano, com a deterioração da confiança e a apreensão sobre uma guerra comercial global a alimentar temores de recessão. A nível de posições, a REZI caiu em parte por receios tarifários, embora a gestão acredite que aumentos de preços, posicionamento de inventário e utilização diferenciada de fábricas possam mitigar a pressão de curto prazo.
O optimismo com a postura pró-negócios da nova administração foi rapidamente substituído por receios tarifários e incerteza política, com a apreensão sobre uma guerra comercial global a alimentar receios de recessão. Wall Street permanece em alerta e os mercados erráticos, com a deterioração da confiança a pesar no sentimento. A gestora trata o ruído como fonte de oportunidade de compra, não como razão para sair de risco.
Trade policy foi uma fonte principal de incerteza no trimestre, com tarifas anunciadas sobre Canadá, México e China citando imigração ilegal, tráfico de droga e roubo de propriedade intelectual, visando autos, aço, alumínio e energia. O enforcement selectivo e a implementação flexível aliviaram a ansiedade do mercado. Mais de 220 empresas do S&P 500 referiram tarifas nas apresentações de resultados e quase 15% emitiram orientação negativa de lucros. Nas perspectivas finais, a gestora nota que tarifas a empurrar preços para cima podem deixar a Fed em pausa quando a economia começa a enfraquecer.
Política comercial foi a maior fonte de incerteza do trimestre: Trump anunciou série de novas tarifas sobre importações do Canadá, México e China, citando imigração ilegal, tráfico de droga e roubo de propriedade intelectual, visando autos, aço, alumínio e energia (petróleo venezuelano). Enforcement selectivo e implementação flexível ajudaram a aliviar a ansiedade dos mercados. Mais de 220 empresas referiram tarifas em conferências de resultados e ~15% emitiram orientação negativa. Na perspectiva, a gestora articula que tarifas a empurrar preços podem colocar a Fed em pausa num período em que a economia começa a enfraquecer.
Nos primeiros meses de regresso ao cargo, Trump anuncia nova vaga de tarifas sobre importações do Canadá, México e China, com avisos adicionais à UE e outros parceiros sobre o que denominou acordos comerciais desequilibrados. As indústrias visadas — autos, aço e alumínio — reflectem foco em reshoring e política industrial. A incerteza comercial renovada leva bancos centrais a baixar projecções de crescimento e a adoptar tom mais cauteloso. No portfólio, a Cameco cai com a tarifa de 10% sobre exportações canadianas de energia — receio que a equipa considera exagerado dada a procura inelástica de urânio e os contratos existentes.
Nos primeiros meses de regresso ao cargo, Trump anuncia nova vaga de tarifas sobre importações do Canadá, México e China, com avisos adicionais à UE sobre acordos comerciais desequilibrados; autos, aço e alumínio reflectem o foco em reshoring. A incerteza renovada leva bancos centrais a baixar projecções de crescimento. No portfólio, a Cameco cai com a tarifa de 10% sobre energia canadiana — receio visto como exagerado — e a Accenture sofre com a cautela dos clientes face a tarifas e à racionalização federal.
O Presidente Trump anuncia uma série de novas tarifas sobre importações do Canadá, México e China, citando preocupações com imigração ilegal, tráfico de droga e roubo de propriedade intelectual. As indústrias visadas incluem autos, aço, alumínio e energia, em particular petróleo venezuelano. A aplicação selectiva e a implementação flexível da administração ajudaram a aliviar a ansiedade dos mercados. Ainda assim, mais de 220 empresas do S&P 500 referem tarifas nas chamadas de resultados e perto de 15% emitem indicações negativas para os resultados. A equipa trata estas dinâmicas como ruído de curto prazo que exige foco nos fundamentais dos negócios individuais.
Administração anunciou tarifas sobre aço, alumínio e automóveis, com a especulação sobre tarifas adicionais a 2 de Abril a alimentar volatilidade. Após o fecho do trimestre, o anúncio Liberation Day foi significativamente mais agressivo do que o esperado, com rondas de escalada EUA-China e pausa de 90 dias para os restantes parceiros. A equipa vê a guerra comercial EUA-China intensificada, antecipa efeitos persistentes na confiança de consumidores e empresas e está cautelosa quanto à actividade macroeconómica, agindo sobre riscos de cadeia de fornecimento (trim de Techtronic, redução de Saia).
Tema dominante da carta. As tarifas elevam o nível tarifário dos EUA ao máximo desde Smoot-Hawley (1930). O gestor lê-as como estratégia de «shock and awe» para forçar negociações, e não como política final séria, mas avisa que, tal como anunciadas, equivalem a um enorme imposto sobre o consumo (cerca de 3 biliões de dólares em dez anos) e provocarão inflação, falências de pequenas empresas e provavelmente recessão. Vê margem para melhorar termos de comércio com a Europa e a China.
O mercado começou a ceder em meados de Fevereiro quando ficou claro que a administração Trump avançaria com tariffs, vistos como inflacionários e travão ao crescimento, e a queda acelerou após 2 de Abril com anúncios mais abrangentes do que o antecipado, gerando receios de guerra comercial e recessão global. A gestora admite não ter uma boa resposta para o que se segue — demasiadas incógnitas — mas opta por olhar através do ruído macro e focar no desempenho dos negócios ao longo de um ciclo económico completo.
Na segunda metade do trimestre, os investidores perceberam que o DOGE, as tarifas e as políticas da administração seriam disruptivos e imprevisíveis, alargando dramaticamente o leque de desfechos e provocando o sell-off. O gestor analisa a exposição directa do portfólio e conclui que é limitada: a maioria das empresas vende serviços críticos, tem exposição reduzida ao governo dos EUA e os nomes não-norte-americanos vendem fora dos EUA. Espera deterioração cíclica a partir do segundo trimestre.
A gestora atribui o recuo do trimestre às tarifas recíprocas da administração Trump, que geraram receios de recessão e castigaram sobretudo as participadas mais cíclicas da categoria Real/Irreplaceable Assets. Reconhece a incerteza, mas defende que o impacto será gerível: as participadas têm vindo a compensar aumentos de custos com preços mais altos sem afectar a procura e deverão fazer o mesmo com as tarifas, parcial ou totalmente, preservando margens e cash flow. Combina esta resiliência com balanços robustos para sustentar retornos ajustados ao risco.
Schwartz enquadra as tarifas como headwind de curto prazo que deverá abrandar o crescimento, reduzir a confiança das empresas, encarecer preços e abalar as cadeias de fornecimento. O ambiente beneficiará as empresas que combinem pricing power, balanços sólidos, staying power, baixo custo e gestão capaz. Em antecipação dos anúncios tarifários, o gestor vendeu alguns negócios de retorno bom para procurar retornos óptimos, e antecipa que o impacto fundamental acabe por expor a fraqueza das empresas em carteira short.
O gestor recusa adicionar opinião ao debate macro sobre as tarifas de Trump, mas posicionou a carteira para o ambiente altamente incerto: subiu a caixa e cobriu exposição antes da Liberation Day de 2 de Abril. Vê o regime de tarifas recíprocas como potencialmente prejudicial à procura, em particular à publicidade digital experimental, e nota que as probabilidades de recessão nos EUA e as expectativas de cortes da Fed subiram após as taxas piores do que o esperado.
A perspectiva da carta é dominada pelas tarifas 'Liberation Day' de Trump, anunciadas após o fim do trimestre — uma tarifa universal de 10% com taxas mais elevadas para países específicos, descrita como a implementação mais expansiva e disruptiva desde o Smoot-Hawley de 1930. O S&P 500 caiu 10,5% em duas sessões (3-4 Abril), a maior queda de dois dias desde a Crise Financeira Global. A gestora considera a exposição directa da carteira limitada — metade são negócios de serviços — sendo o risco principal indirecto, via instabilidade económica mais ampla ou recessão.
O anúncio de tarifas generalizadas na viragem para Abril desencadeou quedas rápidas com volatilidade só eclipsada pelo crash de 1987 e pela crise de 2008. Apesar da trégua temporária EUA-China ter reanimado os animal spirits, Pavese espera front-loading significativo de fluxos comerciais a agravar desequilíbrios globais nos noventa dias seguintes e mantém-se preocupado que os custos de longo prazo das políticas actuais — preços mais altos, lucros menores e confiança danificada — demorem muito mais a materializar e sejam muito piores do que as expectativas reflectidas nos preços.
O anúncio de um plano tarifário agressivo a 2 de Abril acrescentou, na leitura do gestor, uma grande dose de incerteza económica: as tarifas podem gerar simultaneamente menos crescimento de curto prazo e mais inflação — estagflação, uma combinação muito difícil. A resposta foi cirúrgica e antecipada: vendeu várias posições e fez novos investimentos para manter a carteira tão isolada quanto possível, deixando menos de 5% directamente exposto. Admite ter subestimado a magnitude das tarifas, mas espera — sem garantia — um plano menos gravoso nos próximos 12 meses, porque a aprovação de Trump na gestão da economia está em mínimos históricos e o presidente quererá corrigi-la.
A carta dedica páginas à dicotomia esperança/medo. A esperança: tarifas como alavanca para repor comércio justo e reconstruir, na margem, base industrial americana — «reciprocal tariffs is a way to put an end to unbalanced trade agreements once and for all». O medo: proteccionismo agressivo que provoca recessão global. A fórmula de 2 de Abril — baseada no défice comercial e não nas tarifas existentes (Vietname: 46% adicionais) — é um ponto de partida «rather extreme» que apanhou o mercado de surpresa; a leitura correcta é o início de negociações país a país.
A magnitude e duração potenciais das tarifas globais sob a administração Trump encabeçam a lista de preocupações da gestora para 2025. O efeito já é visível ao nível de posições individuais: a Hewlett Packard falhou expectativas ao ajustar para ventos contrários esperados das tarifas, e a Broadcom sofreu com restrições tecnológicas acrescidas à China. A incerteza de política comercial é apresentada como factor central da escalada de volatilidade iniciada em Fevereiro e da queda de sentimento na entrada do segundo trimestre.
A incerteza em torno da política comercial dos EUA e das suas implicações para crescimento e lucros pesou fortemente no sentiment, com a retórica inflamada a elevar os riscos percebidos de uma guerra comercial global e a contribuir para a queda acentuada das acções nas últimas semanas do trimestre. O leque amplo de desfechos das tarifas anunciadas por Trump a 2 de Abril desafia as áreas cíclicas do portfólio e promete um ambiente mutado para grandes projectos de capital. Em contrapeso, a gestora está optimista de que a claridade tarifária actuará como catalisador positivo ao remover o overhang de incerteza, com pressões pontuais em posições como Deckers e AppLovin.
A incerteza em torno da política comercial americana e das suas implicações para crescimento económico e lucros pesou fortemente no sentiment, com a retórica aquecida sobre tarifas a aumentar os riscos percebidos de uma guerra comercial global e as acções a cair acentuadamente nas últimas semanas do trimestre. As tarifas anunciadas pelo Presidente Trump a 2 de Abril deixam a perspectiva para as áreas cíclicas do portfólio desafiada, com ambiente muted esperado para grandes projectos de capital enquanto não há clareza sobre taxas tarifárias futuras e duração das políticas. Ainda assim, a gestora é optimista de que a clareza em torno das tarifas actuará como catalisador positivo à medida que o overhang de incerteza é removido, com a administração a regressar à narrativa pro-growth e de desregulação.
Anúncios agressivos de tarifas viraram o sentiment e enviaram domestic equities lower no T1. Após os recentes reciprocal tariff announcements, tornou-se claro para a gestora que a administração planeia aggressively reshuffle global production and trade, acelerando uma deglobalização em curso há cerca de uma década. A direcção parece clara — higher trade barriers, surge em tariffed goods prices (esperadamente temporário) e heightened uncertainty. As acções podem levar a comércio freer and fairer, mas sticking the landing será difícil: risco de mercado subiu e o portfolio foi ajustado. O mercado não preçou totalmente os riscos de uma sustained trade war.
As tarifas e as guerras comerciais são um golpe duplo para as acções: reduzem os lucros via menos vendas e custos mais altos. A velocidade e a magnitude das tarifas apanharam os mercados desprevenidos, e a reordenação plurianual do comércio global introduz ventos contrários no curto prazo. Stance bearish quanto ao impacto macro, em linha com a cautela acrescida dos gestores.
Equities venderam-se acentuadamente no primeiro trimestre, com volatilidade a acelerar até Abril, à medida que a rotação para fora dos mega caps seguida de uma vaga de medidas tarifárias dos EUA elevou receios de abrandamento económico e inflação mais alta. Os gestores não tomam posição direccional sobre a política tarifária; tratam-na como driver de volatilidade e fonte de deslocações que criam entry points em quality names.
A introdução caótica de tarifas dominou o trimestre: 25% sobre aço e alumínio, 20% adicional sobre a China e 25% sobre a maioria dos bens do Canadá e México, com sweeping levies esperadas para o T2. As gestoras usam 2018 como guia, monitorizam supply chain fungibility e pass-through de custos junto das management teams, e quantificam exposição inferior ao benchmark — receita sourced da China próxima de 8% vs ~10% do índice; receita fora dos EUA ~45% vs 48%. Riscos ao sector do consumo especificamente monitorizados; Starbucks e Monster aguentaram bem.
Uma guerra de tarifas em escalada e a rotação para fora das tecnológicas ligadas à IA enviaram os mercados para baixo no T1, com o S&P 500 a cair 4,3%. Os gestores esperam volatilidade continuada face à incerteza geopolítica e de política económica. Mas as tarifas também criam vencedores: as tarifas sobre importações de automóveis criaram um backdrop favorável ao mercado de reparação auto, beneficiando a O’Reilly, com procura relativamente inelástica e concorrentes enfraquecidos.
A ameaça de tarifas e as mudanças de política comercial sob a nova administração Trump despoletaram volatilidade e incerteza que empurraram as acções para baixo no trimestre. A perspectiva de tarifas a aumentarem o custo dos inputs de fabrico e a deteriorarem o crescimento económico pesou directamente em industriais como Regal Rexnord e WillScot.
A ameaça de tarifas, os receios sobre cortes de financiamento e possíveis mudanças regulatórias maiores são identificados como fontes de incerteza para compradores de bens e serviços e para investidores públicos. Os gestores notam que o ritmo das mudanças propostas e a falta de clareza quanto à sua duração — em particular tarifas e tarifas recíprocas — teve um impacto inibidor sobre a actividade geral de investimento e de consumo. Reconhecem, ainda assim, potencial para algumas propostas (desregulação, reshoring) servirem de tailwinds económicos de longo prazo.
Tarifas do Liberation Day estimadas em 22% a 24%, comparáveis apenas à Tarifa de 1828 e a Smoot-Hawley em 1930 — efectivamente um imposto à importação que gera choque estagflacionário, com procura e oferta atingidas em simultâneo, preços mais altos e crescimento mais baixo. O maior tail risk é uma guerra comercial total; não há vencedores numa guerra comercial. Estimativas citadas apontam para corte imediato de 4% a 8% nos lucros do S&P 500, tratamento como choque de recessão e mais 10% a 15% de downside de mercado no futuro imediato.
Driver central do trimestre: a implementação de tarifas a Europa, Canadá e China gerou receios de menor crescimento económico e inflação mais elevada, e a especulação sobre o âmbito de aumentos futuros acrescentou incerteza, com atenção focada no anúncio de tarifas recíprocas previsto para 2 de Abril. A gestora identifica a guerra comercial com aliados tradicionais como negativo principal das perspectivas, com risco de subidas de preços no sector automóvel passadas ao consumidor. A rotação para acções internacionais motivada por receios tarifários beneficiou a exposição a títulos como a Renesas; empresas tentam mover produção domesticamente para mitigar.
A carta abre com a imposição de tarifas pelos EUA e o receio de uma guerra comercial em escalada como fontes centrais de fricção para os mercados, citando estimativa de uma instituição financeira terceira de impacto de até 1,2 pontos percentuais no crescimento do PIB americano no próximo ano. Sectores economicamente sensíveis como semicondutores e ecommerce enfrentam desafios operacionais maiores, face a áreas mais defensivas de tecnologia ou software com exposição global reduzida.
Os gestores dedicam uma secção própria às ramificações das tarifas mais elevadas sobre as carteiras Conestoga, reconhecendo a dificuldade de handicap dos vários desfechos num ambiente fluido. Sustentam que as participadas estão bem posicionadas: já enfrentaram tarifas na primeira administração Trump e reposicionaram cadeias de abastecimento, têm poder de fixação de preços e produtos diferenciados que permitem repercutir custos, e balanços e cash flow sólidos. Encaram a incerteza como headwind de curto prazo gerível ao longo do tempo via pricing power e operações mais eficientes.
Carta escrita a 7 de Abril, dias após o «Liberation Day», com o índice a cair 10,4% em dois dias (EUR). Os gestores avaliam empresa a empresa as implicações ainda desconhecidas das tarifas: Linamar é o caso mais exposto (componentes fabricados no Canadá, México e Ásia vendidos nos EUA), com efeitos de arrasto sobre os concessionários AutoNation e Group 1, a Thor (chassis importados), a Samsung (cerca de 30% das receitas nos EUA), a LyondellBasell (tarifas recíprocas da China) e risco de capex para Charter e Ryanair. Nenhum negócio fica imune a retaliação, sentimento fraco e disrupção.
O’Connor lê as tarifas como um imposto regressivo cujo verdadeiro risco é a incerteza injectada no sistema, não as tarifas em si. Citando o consenso académico (Douglas Irwin), nota que tarifas raramente cumprem as promessas; o antagonismo comercial implica custo de capital mais alto e múltiplos mais baixos, embora uma moderação da incerteza pudesse revelar o reset do mercado como reacção excessiva.
O gestor coloca a estratégia tarifária de Trump no centro da incerteza de curto prazo. A pausa de 90 dias dá algum fôlego às cadeias de abastecimento, mas a leitura é de que a decisão racional para muitas empresas globais é reduzir a exposição aos EUA. Combinada com austeridade fiscal e imprevisibilidade política, alimenta a tese de recessão americana.
A nova administração desencadeou uma avalanche de atividade que deixou os mercados incertos sobre o caminho provável. Pouco depois do fecho do trimestre, Trump anunciou tarifas “Liberation Day” de efeito imediato; alguns países procuraram negociar melhores taxas, outros — notavelmente a China — retaliaram com taxas próprias. À data da carta, Trump ameaçava uma tarifa de 104% sobre a China em resposta ao aumento retaliatório de 84%. Uma guerra comercial plena entre as duas economias teria implicações vastas para muitas empresas norte-americanas em todo o espectro de capitalização.
A nova administração desencadeou uma avalanche de actividade que deixou os mercados incertos sobre o caminho provável. Pouco depois do fecho do trimestre, Trump anunciou tarifas “Liberation Day” de efeito imediato; alguns países procuraram negociar, outros — notavelmente a China — retaliaram. À data da carta, Trump ameaçava uma tarifa de 104% sobre a China em resposta ao aumento retaliatório para 84%, com implicações vastas para empresas norte-americanas em todo o espectro de capitalização.
As tarifas e a política comercial dominaram o trimestre. Pouco depois do fecho, a administração Trump anunciou a 'Liberation Day', desencadeando retaliação chinesa e a ameaça de uma tarifa de 104% à China. A incerteza pressionou nomes cíclicos como a Regal Rexnord e levou muitas empresas a anunciar investimentos nos EUA para mitigar o impacto.
A nova administração introduziu uma enxurrada de atividade que deixou os mercados incertos sobre o caminho a seguir. Pouco depois do fecho do trimestre, Trump anunciou tarifas “Liberation Day” de efeito imediato; alguns países procuraram negociar melhores taxas, outros — notavelmente a China — retaliaram com taxas próprias. À data da carta, Trump ameaçava uma tarifa de 104% sobre a China em resposta ao aumento retaliatório para 84%. Uma guerra comercial plena entre as duas economias teria implicações vastas para muitas empresas norte-americanas em todo o espectro de capitalização, incluindo aliados históricos como Taiwan.
A casa enquadra a política comercial como o principal motor da volatilidade do trimestre: os anúncios tarifários da nova administração reacenderam receios de inflação mais elevada e de uma potencial recessão, com tarifas mais agressivas do que amplamente esperado. A Fenimore nota que as suas holdings diversificaram as bases de fornecedores na sequência do primeiro mandato da administração, da COVID e da maior cautela em fazer negócios na China, estando agora mais preparadas para o impacto das tarifas — sem, contudo, serem imunes às forças económicas. A casa antecipa um caminho que poderá ser acidentado.
A queda das mid-caps de crescimento em Fevereiro e Março seguiu o optimismo pós-eleitoral de Janeiro, à medida que a nova administração avançou com uma série de acções executivas e a incerteza sobre comércio e tarifas disparou. O anúncio por Trump de uma nova tarifa elevada sobre semicondutores importados pressionou directamente nomes como a Cloudflare. A gestora reduziu o risco em industriais e financeiras face ao contexto incerto, antecipando mais volatilidade.
A abordagem whipsaw de Trump às tarifas criou um ambiente difícil de navegar: os CEOs têm pouca visibilidade — acordam com tarifas significativas um dia e nenhumas no seguinte —, travando contratações e investimento (CEO Confidence Index em mínimos). A FMI sublinha que o protecionismo tem um historial económico dismal e funciona como imposto sobre os cidadãos do país que o impõe, provavelmente inflacionário, com risco acrescido de estagflação. A OECD modela uma tarifa bilateral de 10% com quedas de PIB e subidas de inflação (EUA -0,7%/+0,7%; México -1,25%). Quatro motivos plausíveis: reshoring, atrair produção estrangeira, receita fiscal e alavancagem negocial.
As tarifas anunciadas a 2 de Abril foram muito além do esperado em alcance e severidade, com uma pausa de 90 dias a 9 de Abril a oferecer alívio apenas temporário. Ao contrário da primeira guerra comercial, focada na China, há agora poucas válvulas de escape. Os gestores avaliam a capacidade de cada empresa repercutir custos via poder de fixação de preços.
A carta abre com o choque tarifário, criticando a improvisação da administração: a política mudou na véspera do anúncio, a metodologia de cálculo das tarifas recíprocas era errada e a implementação de um dia para o outro foi uma marreta onde era preciso um bisturi. Miller recusa, porém, reposicionar a carteira para cada versão da política: nenhuma posição assentava numa reordenação do comércio mundial e duvida que as tarifas durem o suficiente para afectar prospectos de longo prazo, esperando um desfecho com tarifas moderadas de 10% ou menos.
Cerca de metade da carta é dedicada à política da nova administração, liderada pelo comércio. O protecionismo é enquadrado como uma posição tradicionalmente de esquerda: tarifas para arrecadar receita e forçar produção doméstica. Einhorn enumera problemas — um défice comercial não implica estar a ser explorado; a re-industrialização tem um longo desfasamento entre tarifa e fábrica; e a administração pode estar a subestimar a China. Conclui que as tarifas são um imposto regressivo que será parcialmente repassado ao consumidor, contribuindo para o abrandamento e, provavelmente, uma recessão.
O ensaio central da carta, escrito dias após o "Liberation Day", argumenta que a guerra comercial em escalada deverá acabar mal para todos os envolvidos e que o desmantelamento intencional do comércio livre e da ordem económica liberal é insensato e contrário aos interesses de longo prazo dos EUA. Ainda assim, o gestor desaconselha medidas drásticas como o boicote a acções norte-americanas, lembrando o enviesamento doméstico dos investidores canadianos e que os EUA representam cerca de 60% da capitalização bolsista mundial.
O declínio do primeiro trimestre foi exacerbado no início de Abril pelas medidas tarifárias punitivas anunciadas contra os parceiros comerciais. Wilk considera que a natureza errática da política torna o planeamento empresarial quase impossível, mas prefere dar tempo antes de comentar. Apenas Bel Fuse, Leon's Furniture e Natural Resource Partners têm exposição directa a tarifas, e cada uma dispõe de mitigantes — poder de repasse de custos, alavancagem negocial ou modelo de royalties.
As tarifas abrangentes de 2 de Abril sobre dezenas de países vão provocar retaliação, renegociação e nalguns casos capitulação dos parceiros comerciais, com impacto negativo no PIB global já em abrandamento. O PIB norte-americano do primeiro trimestre pode ser negativo e a confiança do consumidor deverá sofrer mais; foco em qualidade e visibilidade considerado absolutamente essencial.
A magnitude e a abrangência das tarifas surpreenderam os investidores, tal como a ausência de qualquer sinal de compromisso quando foram anunciadas. Sem modificação, serão disruptivas para praticamente todos os sectores da economia. O gestor espera negociações e acordos, mas sem aviso prévio, e antecipa mais volatilidade nos mercados accionistas globais, com os investidores a recuar até haver clareza sobre a evolução dos lucros das empresas.
Economista de formação, Godfrey confessa que esta guerra comercial lhe é difícil de compreender: a vantagem comparativa é Econ 101 e tarifas contra todos os parceiros comerciais dos EUA parecem-lhe extremas — exemplifica com Madagáscar, exportador de baunilha de baixo rendimento agora sujeito a tarifas de 47%. Cita Howard Marks («a Itália deve fazer a massa e a Suíça os relógios») e admite que nunca imaginou chegar a este ponto, pelo que não consegue prever o desfecho. A resposta é processual: remover emoção, focar-se em factos e tomar decisões de alta probabilidade.
Werres considera a agenda comercial de Trump mal concebida e prejudicial aos interesses dos EUA: tarifas são impostos sobre importações que reduzem padrões de vida e eficiência económica, antes mesmo de efeitos de segunda ordem como retaliação e degradação da imagem dos produtos americanos. Cita o Yale Budget Lab — custo de US$2.800 por agregado familiar por ano, PIB real 0,6% mais pequeno até ao 4T25 com pico de 1,0% no 2T26 — e nota que a incerteza de política económica, nunca tão alta por algumas medidas, adia decisões de despesa de famílias e empresas.
O mercado esteve positivo até Março, altura em que os investidores confrontaram a incerteza em torno das tarifas. A queda subsequente foi liderada pelas acções mega-cap de crescimento, com os Magnificent Seven a recuar -14%. A reviravolta favoreceu o valor face ao crescimento e as acções europeias face às americanas, num enquadramento que a equipa considera sustentar a sua disciplina de valor.
A elaboração frenética de política comercial pela nova administração, sobretudo em matéria de tarifas, foi o principal motor da volatilidade trimestral. A Magna International e outros fornecedores automóveis canadianos foram pressionados pelo risco de agravamento das tarifas entre o Canadá e os Estados Unidos. A equipa trata o ruído tarifário como fonte de deslocações exploráveis, mantendo a disciplina de avaliação.
O primeiro trimestre de 2025 foi marcado pela viragem de sentimento provocada pela perspectiva de tarifas. O receio de dor de curto prazo, a inflação persistente e o enfraquecimento macroeconómico empurraram os investidores do optimismo para o receio de recessão. A Adient foi penalizada pelo potencial agravamento de tarifas sobre importações do Canadá e do México, dada a sua presença industrial significativa no México. A equipa trata o impacto das tarifas como transitório, sem reposicionamento estrutural articulado.
O mercado manteve-se positivo até Março, altura em que a incerteza em torno de tarifas desencadeou uma queda de -4,7% no Russell 3000. O recuo foi liderado pelas mega caps de crescimento, criando deslocações de avaliação que as gestoras consideram favoráveis ao estilo de valor.
As ameaças, recuos e eventual implementação de tarifas sobre parceiros comerciais chave inverteram a força inicial dos mercados e dominaram o fluxo noticioso do trimestre, enfraquecendo a confiança de consumidores e empresas. Se as negociações se prolongarem por vários meses, a equipa espera que as empresas comecem a orientar para lucros mais baixos devido ao potencial abrandamento do PIB, com a Fed a responder com mais cortes do que o mercado desconta. Gestão com cautela de curto prazo.
A decisão norte-americana de impor tarifas a quase todos os parceiros comerciais no Dia da Libertação, a 2 de Abril, levantou a possibilidade de uma mudança estrutural do comércio global pela primeira vez em décadas. As negociações estão longe de terminar, deixando empresas e consumidores com visibilidade limitada e risco acrescido; o índice de confiança da Universidade de Michigan caiu para o segundo nível mais baixo desde 1946. A gestora compara o momento a conduzir sem ver através do pára-brisas: a prudência impõe abrandar.
A gestora atribui a queda do mercado quase inteiramente ao novo impulso proteccionista: tarifas de 1 de Fevereiro a México, Canadá e China, expansão a aliados e rivais, retaliação da China e da UE (défices comerciais de $295B e $235B) e o pacote do Liberation Day. Articula explicitamente que o impacto pode ser lido positiva ou negativamente consoante quem detém o pricing power na cadeia de valor e o horizonte temporal — mas sublinha que os mercados não gostam de incerteza e que as equipas de gestão hesitam em decisões de longo prazo quando os pressupostos operacionais de hoje podem ter de ser revistos amanhã.
O gestor identifica os receios de tarifas acima do esperado, a partir de meados de Fevereiro, e a incerteza sobre o impacto dos cortes de despesa no défice orçamental como os motores da queda dos mercados até final de Março. As três pernas que sustentaram o mercado em alta de 2023-2024 estão a ser abaladas pela incerteza em Washington. A leitura não é, contudo, estática: o estilo negocial da administração tende a começar extremo e a recuar para níveis mais moderados, pelo que o gestor mantém a visão em actualização permanente.
As tensões em torno da política comercial e dos cortes orçamentais federais pesaram no sentimento dos investidores ao longo do trimestre, com a confiança do consumidor a cair acentuadamente perante os potenciais efeitos inflacionistas das tarifas. A gestora considera que a política comercial da administração injectou preocupação e incerteza significativas no mercado: os investidores procuram perceber a duração das tarifas, a resposta do consumidor a preços materialmente mais altos e o impacto na economia, com as probabilidades de recessão a aumentar.
As acções caíram com o aumento dos receios em torno das tarifas e de outras políticas da administração Trump, que ofuscaram o optimismo do final de 2024. A confiança do consumidor caiu perante os potenciais efeitos inflacionistas, levantando preocupações sobre o consumo e o crescimento económico. A gestora considera que as tarifas generalizadas, tal como propostas, deverão conduzir a inflação mais alta e crescimento mais lento, com a incerteza sobre a permanência das políticas a ser especialmente difícil para empresas a tomar decisões de capital e de cadeias de abastecimento.
Deal descreve a incerteza em torno do impacto das tarifas como gerador de volatilidade extrema em acções individuais, com posições a oscilar 5% a 25% a cada título da Casa Branca desde o "Liberation Day" de Março. Recusa-se a prever o desfecho da política económica de Trump e aplica pensamento de primeiros princípios ao cabo-de-guerra entre as teses bear e bull do MAGA, concluindo que o resultado ficará algures entre os dois extremos e provavelmente menos disruptivo do que qualquer dos lados deseja. Sublinha que a trela desta turbulência é limitada pelos juros das obrigações e pela pressão dos líderes empresariais para uma desescalada.
Tema dominante do trimestre. Bastian dedica análise sectorial detalhada à "Liberation Day": SUP defendida (Mexico spared, China shift), MAGN com potencial benefício, AKA exposta a China duties (+20%), HCC vendida por 99% export exposure a China, NLOP imune ("you can't import suburban office buildings"). UNFI poderá beneficiar de food inflation. Volatilidade extrema da policy ("messaging changes weekly, daily, and hourly") justifica consolidação de posições e hedges de índice.
A incerteza tarifária atravessa a carta: quedas imediatas pós-"Liberation Day" (com outperformance relativa do fundo), ameaças tarifárias e procura fraca a pesar na FedEx, a PVH colocada na lista restrita da China com a escalada da retórica, e a Mattel protegida pela diversificação antecipada da cadeia de fornecimento. As gestoras consideram que empresas ágeis na ofensiva são recompensadas neste ambiente, embora os efeitos em cadeia tragam novos desafios.
A carta retoma a tese da carta anual de que Trump 2.0 seria diferente de Trump 1.0 — e assim tem sido. A Southeastern contrapõe os pessimistas, que vêem o início de uma reordenação do mundo ao estilo do choque da OPEP nos anos 1970, aos optimistas, para quem a dor do mercado é auto-infligida e rapidamente reversível. Sem tomar partido, observa que as tarifas recém-implementadas trazem novos desafios e incerteza, e aparou a PotlatchDeltic por ser vista como potencial vencedora tarifária.
A política governamental e a ameaça opaca de tarifas deixaram empresas e consumidores num impasse. Muitas empresas ficaram paralisadas à espera de perceber o que a política significará para os seus negócios, o que erodiu a confiança, abrandou o investimento empresarial e baixou as expectativas de lucros para os próximos trimestres. Os dados do consumidor mostraram sinais de abrandamento, com o crescimento do consumo, o crédito automóvel e a dívida de cartões como potenciais preocupações.
As tarifas são o fio condutor da atribuição do trimestre. Do lado positivo, a gestora nota que as três seguradoras no topo dos contributors foram favorecidas por perfis de procura defensivos e exposição limitada a tarifas. Do lado negativo, a Nike enfrenta custos acrescidos por produzir predominantemente no estrangeiro, a Agilent sofreu com receios de tarifas retaliatórias na indústria de life science tools, e Texas Instruments e Danaher recuaram com a incerteza de procura ligada à política comercial americana. A gestora trata as tarifas como headwind real mas gerível ao nível de cada posição.
As tarifas são identificadas como o principal factor do desempenho negativo do mercado no trimestre, erodindo a confiança de empresas e consumidores e cortando estimativas de lucros do primeiro e segundo trimestres em 2-3%. O anúncio de 2 de Abril agrava o quadro: as revisões negativas passam a reflectir menor consumo e custos acrescidos para as empresas, o crescimento de lucros de ~10% previsto para 2025 fica sob escrutínio, e a gestora passa a manter uma postura significativamente mais cautelosa, antecipando reavaliação das estimativas com a época de resultados do primeiro trimestre. Ao nível das posições, o U.S. Bancorp vigia o impacto potencial das tarifas e a venda de UPS soma o pano de fundo macro incerto à tese de saída.
O autodenominado «Liberation Day» de 2 de Abril desencadeou, segundo o gestor, uma das piores quedas bolsistas em memória recente, comparável aos piores dias da COVID em Março de 2020. A Magallanes realizou uma análise de impacto semelhante à de 2020, classificando as empresas em afectadas, potencialmente afectadas e não afectadas consoante a exposição directa dos resultados aos Estados Unidos. Apenas o fundo European tem exposição significativa: cerca de uma dúzia de empresas apresentam risco, reduzindo o potencial de revalorização de +97% para cerca de +90% e implicando uma perda teórica de valor intrínseco de apenas -3,5%.
A incerteza tarifária de Março interrompeu o arranque positivo do ano e arrastou as acções, com a perspectiva de uma guerra comercial prolongada com a China a levantar receios de reaceleração da inflação e abrandamento do crescimento. A gestora trata as tarifas como um imposto que as empresas absorvem em margens ou repassam aos consumidores em preços, espera que a maioria repasse, e alerta que a incerteza prolongada adia decisões de consumo, investimento e contratação — uma névoa que tolda as perspectivas económicas e que deverá manter a volatilidade elevada.
A gestora caracteriza as tarifas, na sua essência, como um imposto que ou as empresas absorvem (à custa de margens mais baixas) ou os consumidores absorvem pagando preços mais altos (reduzindo o consumo), esperando que a maioria das empresas passe a maior parte deste imposto aos consumidores, com pressão adicional sobre os preços no curto prazo. A perspectiva de uma guerra comercial prolongada com a China levanta receios de reaceleração da inflação e abrandamento do crescimento. A incerteza prolongada torna empresas e consumidores mais cautelosos, adiando decisões de despesa, investimento e contratação, com o GDPNow a sinalizar possível contracção do PIB.
O gestor considera que a velocidade e a escala das tarifas de Trump apanharam os mercados de surpresa, desencadeando pânico e uma venda acentuada em Wall Street. Vê a política como assente numa leitura errada dos défices comerciais, descreve um jogo de alto risco entre potências globais pago pelos americanos comuns e admite que o medo do mercado é justificado, embora trate as tarifas extremas, em parte, como táctica negocial.
A venda intensificou-se quando os investidores passaram a recear que as tarifas do Presidente Trump provocassem uma recessão generalizada, depois de o movimento ter arrancado com o momento DeepSeek. O trimestre foi o quarto pior do Russell 2000 Value desde o início do fundo. McIntyre não assume uma visão direccional sobre a economia, mas regista que certos títulos detidos negociaram de forma contrária ao esperado num cenário recessivo, como mostra a divergência entre a SHC e a GTX.
A incerteza em torno das políticas tarifárias prospectivas dominou o trimestre, pesando no sentimento dos investidores antes do anúncio pendente da Administração Trump. A equipa monitoriza os fundamentos e o impacto potencial das tarifas empresa a empresa, notando que as empresas mais pequenas tendem a ter menor exposição internacional e são por isso menos afectadas do que as multinacionais. Os grandes importadores — em particular no consumo discricionário — deverão sofrer o grosso do impacto de uma guerra comercial global; a maioria das posições de consumo do Fundo tem exposição tarifária directa mínima ou nula, e a equipa considera o posicionamento relativo forte face ao benchmark.
A incerteza em torno de políticas tarifárias prospectivas pesou no sentimento dos investidores e nos activos de risco ao longo do trimestre, conduzindo as acções norte-americanas ao pior desempenho trimestral desde 2022. A escalada do VIX desde meados de Fevereiro reflectiu a incerteza de política emanada da nova administração, especificamente sobre a perspectiva e o âmbito potencial de implementações tarifárias agressivas. No fecho do trimestre, o mercado aguardava clareza sobre o anúncio pendente. A equipa espera volatilidade contínua enquanto os investidores avaliam as ramificações económicas e geopolíticas destas políticas.
A incerteza em torno das políticas tarifárias prospectivas da administração Trump foi o factor dominante do trimestre, pesando no sentimento dos investidores e nos activos de risco e contribuindo para o pior desempenho accionista dos EUA desde 2022. O mercado fechou o trimestre cauteloso, à espera de clareza sobre o anúncio pendente. A equipa monitoriza o impacto caso a caso, sublinhando que empresas mais pequenas tendem a ter menor exposição internacional e a ser menos afectadas do que multinacionais; grandes importadores — sobretudo de consumer discretionary — deverão suportar o grosso do impacto.
Sallen descreve tarifas impostas num dia e levantadas no seguinte, sem clareza sobre se produtos estrangeiros serão taxados a 10% ou 50%. Argumenta que esta imprevisibilidade torna incrivelmente difícil gerir qualquer negócio — e o seu próprio trabalho de gestor —, justificando a redução deliberada de risco no portfólio.
A política comercial global e o agravamento do sentimento do consumidor pesaram sobre a Global-e, posição de optionality e um dos maiores detractores do trimestre. A plataforma da empresa localiza o comércio eletrónico transfronteiriço para marcas de consumo globais que vendem em mercados estrangeiros, ficando assim exposta às tensões do comércio mundial.
Referência única e instrumental: a oportunidade em LVMH existe devido aos receios recentes em torno de tarifas e do ambiente macro, inicialmente na China e crescentemente nos EUA. A gestora não toma posição direccional sobre política comercial — trata os receios como exagerados face aos fundamentais da empresa, esperando recuperação da indústria de luxo no médio prazo e crescimento de receitas suportado por inovações recentes.
O gestor recusa fazer comentário político, mas dedica a abertura da carta à inconsistência da política tarifária: um dia tarifas, no seguinte taxas reduzidas, depois a remoção das tarifas e declarações contraditórias horas depois. A incapacidade de manter um rumo consistente — em investimento, decisões pessoais ou política — inflige mais dano do que benefício. O objectivo real das políticas permanece pouco claro: o reshoring de empregos industriais parece impraticável pelo tempo e custo de relocalização, e o mercado laboral perto do pleno emprego deixa em aberto de onde viria a mão-de-obra.
Optimist não toma view direccional sobre política comercial. A carta identifica "uncertainty around global trade policy", a par de tensões geopolíticas, como driver da volatilidade acrescida do primeiro trimestre, mas afirma explicitamente que estes macro headwinds não têm impacto na filosofia de investimento de longo prazo nem nas expectativas de retorno do fundo — criam apenas deslocações de curto prazo potencialmente aproveitáveis.
As tarifas foram adiadas e diluídas várias vezes, sugerindo que a bark da administração sobre desequilíbrios comerciais pode ser pior do que a bite. A beligerância sobre México e Canadá ('51st state') alimenta incerteza empresarial e pressão de preços que pesam mais do que potencial renaissance de manufactura doméstica. Tariffs também citadas como ameaça inflacionista pelo Fed para justificar abrandar o balance sheet runoff.
O optimismo pós-eleitoral deu lugar à realidade de políticas fiscais e tarifárias incertas, que criaram volatilidade e despertaram receios de recessão. A casa sublinha que as políticas propostas estão a causar volatilidade e incerteza substanciais, espera que estas dinâmicas se prolonguem nos próximos meses e vigia a deterioração do sentimento do consumidor. Não faz, contudo, alterações significativas de posicionamento em função das directivas governamentais.
O optimismo pós-eleitoral deu lugar à realidade de políticas fiscais e tarifárias incertas, que criaram volatilidade e despertaram receios de recessão, com tarifas e conflitos geopolíticos a alimentar receios de inflação e de crescimento. A casa espera que esta incerteza e o potencial de mais políticas anti-crescimento exacerbem a volatilidade nos próximos meses e vigia a deterioração do sentimento do consumidor como sinal de riscos macroeconómicos mais amplos.
As tarifas devem alimentar a inflação no curto prazo, com repasse de custos ao consumidor, e contrariam a teoria da vantagem comparativa. Mas o gestor sublinha o padrão de recuos de Trump — espera negociação, trocas por outras prioridades e remoção tão rápida quanto a imposição, caso a economia ou o mercado sofram em excesso.
O anúncio tarifário de Abril, mais punitivo do que o esperado, provocou um sell-off em activos de risco, com receios de menor crescimento, mais inflação e maior probabilidade de recessão. Para a saúde, a exposição é diferenciada: a Eli Lilly beneficia da produção na Irlanda mas investe nos EUA; a AstraZeneca paga taxa de imposto plena e não produz na Irlanda; a managed care é centrada nos EUA, sem impacto directo; e a medtech, apesar de presença no México, mostrou-se resiliente. A gestora avalia o impacto empresa a empresa.
Incerteza tarifária dominou o trimestre e o posicionamento. Waller acredita que a vasta maioria das empresas da carteira verá pouco impacto de tarifas, uma beneficiará, e apenas duas (XPEL e Watches of Switzerland) sofrem efeito significativo — corte one-time de high single-digit a low double-digit nos lucros, com ganho de quota provável num downturn. A tarifa suíça surpresa de 31%, entretanto reduzida para 10%, corta os lucros do grupo WOSG em c. 15% e c. 5% respectivamente. Stance mixed: headwind real, classificado como gerível e temporário.
A primeira vaga de tarifas virou a ordem global de um dia para o outro e o anúncio de 2 de Abril de tarifas recíprocas acelerou a degradação: se mantidas, as tarifas são inequivocamente más para o consumidor e a economia dos EUA no curto prazo, com regresso da inflação e redução significativa da poupança anual das famílias. A carteira tem pouca exposição directa aos efeitos de primeira ordem — empresas orientadas para software e serviços, não para produtos — mas os efeitos de segunda ordem da queda de confiança de consumidores e empresas reduzirão a procura, à qual a carteira não é imune. O poder de fixação de preços das participadas deve compensar pressões inflacionistas; a recessão é vista como cada vez mais provável.
A política tarifária da Administração Trump, oficializada a 2 de Abril de 2025 como Liberation Day, surge como fonte de pressões estagflacionárias e de risco acrescido de recessão nos Estados Unidos. Este receio contribuiu para a venda da United Rentals, dada a ciclicidade do aluguer de equipamento, e para a queda de 14,6% do sector de consumo discricionário do S&P 500 no trimestre.
Chan dedica uma secção a enquadrar o "pior cenário": cerca de 22% do AUM em posições de bens de consumo, mas menos de 20% de exposição tarifária que considera directa. RH e e.l.f., em conjunto cerca de 14% da carteira, têm cadeias de fornecimento na mira das tarifas via China e Vietname; a Amazon está menos exposta e a Brunello Cucinelli absorve o impacto com margens enormes. Reconhece que não é imune — alterações permanentes ao comércio global poderiam causar imparidades significativas — mas considera-se devidamente compensado pelos riscos e nota que decisões unilaterais podem ser revertidas tão depressa como foram tomadas.
O optimismo de que a retórica tarifária de Trump seria mais aparato do que substância desvaneceu-se rapidamente, com tarifas sobre automóveis, aço e alumínio e tarifas específicas sobre México, Canadá e China. O anúncio de Liberation Day revelou-se um cenário de pior caso: tarifa universal de 10% sobre todas as importações e tarifas recíprocas sobre sessenta nações adicionais. A gestora avisa que o impacto no consumo e nos lucros das empresas pode ser significativo, que a incerteza deverá levar as empresas a travar planos de investimento e crescimento — podendo abrandar o crescimento global — e que a tese das tarifas como instrumento negocial parece cada vez menos realista a cada novo anúncio.
A gestora atribui grande parte da queda do mercado no trimestre ao aumento da incerteza sobre a política económica do governo norte-americano — alterações regulatórias propostas, questões orçamentais federais, impostos e tarifas — com o leque de desfechos possíveis a alargar-se de forma significativa. O índice de incerteza de política económica disparou acima de 300, máximo desde o início da crise da COVID em 2020, e as alterações voláteis nas tarifas propostas pesaram na decisão da Fed de manter as taxas.
Grande parte da queda do mercado no primeiro trimestre é atribuída ao aumento da incerteza sobre a política económica norte-americana — regulação, orçamento federal, impostos e tarifas — com o leque de desfechos possíveis das acções governamentais a alargar-se de forma significativa. O índice de incerteza de política económica disparou para acima de 300, o nível mais elevado desde o início da crise da COVID em 2020, e as alterações voláteis nas tarifas propostas pesaram na decisão da Fed de manter as taxas inalteradas.
A incerteza tarifária foi o tema dominante do 1T25, amplificada pelo anúncio de 2 de Abril. Rewey discorda dos comentadores que vêem Trump irredutível: considera-o um negociador muito atento a índices de popularidade, com o selloff pós-anúncio a fornecer-lhe um ciclo de audiências negativo. Enquadra as tarifas na necessidade premente de reduzir o défice orçamental: das três vias directas (subir impostos, cortar custos via DOGE, crescer o PIB), as tarifas servem a terceira ao estimular produção doméstica via relocalização de indústrias ou aumento de exportações. A administração dificilmente abandona os objectivos tarifários, mas o desfecho final é incerto; se Trump recuar dos níveis recíprocos elevados e procurar acordos, o impacto económico pode ser amortecido face aos receios de recessão do mercado.
A carta abre com as três constantes da política comercial de Trump: incerteza, mudança e uma lente transaccional aplicada a quase tudo. A incerteza de política económica atingiu máximos históricos e o início de Abril trouxe o pior período de três dias desde o crash de 1987. Os mercados recuperaram com o recuo de Trump nas tarifas recíprocas e a abertura de negociações, mas o dano ao planeamento empresarial permanece e a confiança do consumidor não estabilizou. Cada dia que passa, notam os gestores, ajuda a quantificar riscos para a economia e para as empresas individuais.
O Presidente Trump anunciou a 2 de Abril tarifas abrangentes, com taxa universal de 10% sobre todas as importações para os Estados Unidos e taxas superiores para certos países. O anúncio gerou receios imediatos de tensões comerciais globais e de pressões inflacionistas, contribuindo para a queda do mercado no início do segundo trimestre e para a ansiedade em torno das cadeias de abastecimento de semicondutores. O gestor mantém confiança nas perspectivas de longo prazo da carteira apesar da turbulência.
Escrita pouco depois do Liberation Day, a carta considera as tarifas recém-anunciadas mais punitivas do que o antecipado, com o sentimento de mercado claramente avesso ao risco e poucos lugares onde abrigar-se. O gestor nota que a administração parece comprometida em manter as tarifas anunciadas, embora a posição possa mudar consoante as reacções do mercado e o sentimento público, e que a tese de investimento poderia alterar-se materialmente numa semana. A incerteza constrange igualmente as decisões de alocação de capital das empresas, hesitantes em investir num ambiente já sob pressão.
As tarifas entram na carta pela via curta: Rowe considera que a Costco mal foi penalizada apesar da exposição a tarifas de 10% sobre cerca de 30% dos bens e ao boicote canadiano a produtos americanos, no seu segundo maior mercado fora dos EUA. Combinado com uma avaliação de 55 vezes os lucros e uma contracção económica no horizonte, o gestor montou puts como cobertura da carteira, admitindo que expirem sem valor.
Única referência tarifária da carta: a Linde, enquanto definição pura de negócio 'local', está largamente isolada da potencial reintrodução das tarifas Trump. A gestora não desenvolve uma visão direccional sobre política comercial; o pano de fundo de incerteza económica e política acrescida surge sobretudo como suporte às posições defensivas da carteira.
A incerteza em torno do compromisso do Presidente Trump em instalar e aplicar um vasto leque de tarifas foi suficiente para minar o sentimento dos investidores e encerrar a forte sequência de ganhos das acções domésticas. A equipa coloca explicitamente as questões em aberto: serão as tarifas mera táctica negocial dada a balança comercial desfavorável dos EUA? Um meio de nivelar o terreno, repatriar cadeias de fornecimento e impulsionar a indústria doméstica? Ou irão travar o comércio global, o PIB e os lucros corporativos? Ninguém sabe ao certo. As tarifas são, na prática, uma forma de tributação cujo custo adicional dificilmente é absorvido na totalidade pelas empresas, com potenciais efeitos de propagação significativos sobre a inflação.
As propostas tarifárias de Trump sobre Canadá, México, UE e China, com ameaças de retaliação, criaram incerteza para as multinacionais globais, às quais se somaram a tarifa de 25% sobre automóveis importados e a tarifa prometida sobre farmacêuticos. Os economistas reviram em baixa o crescimento e subiram as probabilidades de recessão, com o sentimento do consumidor a cair 12% em Março e dois terços dos consumidores a esperar mais desemprego — a leitura mais alta desde 2009. Os gestores notam, porém, que a agenda de reequilíbrio global pode elevar o custo do capital e a inflação, deslocando a liderança de mercado do crescimento para o value.
A mudança de política nos EUA e no estrangeiro somou ao debate sobre inflação e crescimento. A nota pós-fecho regista a queda de quase 11% do S&P 500 em dois dias após os anúncios de 2 de Abril; a equipa analisa a carteira face às tarifas propostas, reconhece desfecho longe de certo e aproveita a volatilidade com abordagem de longo prazo.
A casa dedica a secção de riscos às tarifas, em particular à China. No horizonte de seis a dezoito meses antecipa dor real: subida de custos de um dia para o outro, margens pressionadas mesmo nos negócios resilientes e cadeias de abastecimento incapazes de pivotar de imediato. O Russell 2000, muito exposto a estas dinâmicas, poderia voltar a afundar como em 2018. A saída da Polaris materializa a leitura. Mas o horizonte longo é encarado com optimismo: um mercado reordenado, com o comércio a regressar à produção doméstica, seria transformador para small caps com poder de fixação de preços e balanços magros.
Baron considera as tarifas anunciadas a 2 de Abril má política económica e a explicação consensual para a queda de 12% do S&P 500 em três sessões. Relativiza, porém, o nexo causal: os mercados são inerentemente voláteis e o que é apontado como culpado de um movimento brusco é muitas vezes apenas o gatilho, não a causa de fundo. O receio e o pessimismo generalizados após o Liberation Day não alteraram o posicionamento do fundo.
As tarifas propostas sobre produtos fabricados fora dos EUA surgem como um dos três factores da correcção do sector da saúde no trimestre. A exposição directa da carteira é, contudo, limitada: a maioria das participações tem cadeias de abastecimento, produção e bases de clientes domésticas, o que na leitura da Summers reduz o impacto das tarifas sobre os negócios detidos.
A abordagem da administração Trump às tarifas deixou empresas em todo o mundo sem saber que taxas são reais. Na ausência de respostas, muitos negócios travam a despesa — a Manhattan Associates reportou clientes a reduzir trabalho de serviços planeado para 2025 e a Cytek enfrenta ameaças de tarifas sobre importações. A gestora trata o tema como ruído de curto prazo cujo efeito relevante é o impacto nos fundamentais.
O T1 começou com optimismo do investidor sobre a agenda da nova administração (desregulação, política fiscal e energética, ‘DOGE’). No fim do trimestre, as preocupações com política comercial — culminando no calendário tarifário ‘seemingly incoherent’ divulgado no ‘Liberation Day’ no início de Abril — viraram o sentimento decididamente negativo. Loeb espera que a mitigação subsequente faça parte de uma táctica negocial ‘Art of the Deal’, mas nota a continuação do abrandamento em deal-making, financiamento e actividade económica.
O trimestre fechou com o mercado norte-americano em recuo acentuado e a carta nota que a perspetiva do comércio global e as suas ramificações são "fluidas". A política tarifária de choque revelada no início de abril levou a Reserva Federal e a OCDE a reduzir as previsões de crescimento dos EUA e globais, criando fortes oscilações de preços. As gestoras veem as empresas a preparar-se para maior turbulência antes da acalmia e reconhecem o potencial de novas mudanças rápidas de política, pelo que evitam reações excessivas.
As gestoras consideram um eufemismo dizer que o panorama do comércio global e as suas ramificações são "fluidos" e vêem as empresas a preparar-se para maior turbulência antes de as águas acalmarem. A incorporação de um primeiro trimestre fraco e a política tarifária da administração Trump revelada no início de abril levaram a Reserva Federal e a OCDE a cortar as previsões de crescimento, criando fortes oscilações de preços. Em alguns casos, acções dramaticamente sobrevendidas podem justificar reforços; ao mesmo tempo, reconhecem o potencial para novas mudanças rápidas nas políticas e evitam reagir em exagero.
A gestora considera um eufemismo dizer que o panorama do comércio global e as suas ramificações são «fluidos» e vê as empresas a preparar-se para maior turbulência antes de as águas acalmarem. A fraqueza do primeiro trimestre e o «shock and awe» tarifário do início de Abril levaram a Reserva Federal e a OCDE a cortar as previsões de crescimento, criando fortes oscilações de preços. Acções dramaticamente sobrevendidas podem justificar reforços, mas a equipa reconhece o potencial para novas mudanças rápidas nas políticas e evita reagir em exagero. Nas posições, as tarifas pesaram no sentimento da Boot Barn, levaram a Cactus a construir capacidade no Vietname e surgem na orientação da Regal Rexnord.
O rally entre a eleição de 2024 e a tomada de posse antecipou muitos dos benefícios esperados da nova Administração, mas, já no cargo, as renovadas ameaças tarifárias e a menor preocupação de Trump com o mercado accionista passaram a pesar nos índices. Após o Liberation Day, generalizou-se o receio de que a agenda tarifária ambígua prejudicasse a economia americana; as acções recuperaram, mas as yields obrigacionistas dispararam e o dólar, a perder mais de 10% no acumulado do ano, negoceia perto de mínimos desde 2022 — sinais pouco encorajadores. Mesmo com o recuo tarifário, a gestão vê dois desfechos prováveis: estagflação ou recessão induzida pela procura, podendo a segunda abrir caminho a uma Fed mais acomodatícia.
O realinhamento intenso das políticas de comércio global nas duas semanas após 31 de Março mudou o mundo, alinhando os mercados com o portfólio e abordagem da Upslope. Livadas não sabe como a trade war vai resolver-se, mas antecipa múltiplos mais baixos nos EUA e resultados em grande risco: menos previsibilidade e mais volatilidade implicam múltiplos mais baixos, e a confiança de consumidores e empresas — mais fraca do que em 2008 (Torsten Sløk) — augura mal para os lucros sem um U-turn rápido. O anúncio de tarifas potencialmente agressivas no início de Abril solidificou a saída de VF Corp. A actividade de portfólio acelerou em Abril com a crise.
Vision discorda das tarifas comerciais — ineficiência que transfere riqueza de produtores e consumidores para o governo — mas recusa prever desfechos numa situação "very fluid". O impacto directo nas participadas é considerado limitado: ~87% vendem predominantemente serviços e só quatro empresas vendem bens (~13%). Excepções a semicondutores protegem NVIDIA e TSMC; Tesla fabrica nos EUA todos os carros aí vendidos mas importa 20-25% das peças do México e 5-10% do Canadá; Lululemon não fabrica na China mas adquire ~26% dos tecidos na China continental, compensando com margens brutas ~59% e poder de fixação de preços. Risco de segunda ordem em Amazon, Shopify e Meta se vendedores chineses perderem acesso ao mercado norte-americano. A gestora acredita que a administração Trump não pretende desencadear uma recessão prolongada — e nota que a estratégia "draconiana" poderá até forçar renegociação alargada de barreiras comerciais mais baixas, cenário que favorece.
As revisões negativas para as SMiD materializaram-se lentamente — uma digestão gradual da política e da incerteza, não uma reacção rápida ao 2 de Abril. O consumo aguentou o pior das manchetes tarifárias, sustentado pelo crescimento da remuneração do trabalho, e Cocke espera que a administração implemente na segunda metade do ano políticas mais favoráveis ao crescimento, depois de ter concentrado no arranque as medidas negativas. Na SharkNinja, a mitigação tarifária é um manual executado há anos.
Fitzpatrick reconhece que tarifas representam net negative material para a economia mas defende que empresas com valores estáveis suportam o choque melhor que os índices. A reacção do mercado abriu oportunidades de realocação de capital com price-to-value mais favorável. Vulcan está a avaliar impacto específico nas suas posições — Stanley Black & Decker é o caso mais directamente exposto.
As tarifas e a possibilidade de uma guerra comercial mais profunda pesaram nos mercados e levantaram novos receios sobre o crescimento económico global. O carácter intermitente das ameaças tarifárias agravou a incerteza e a volatilidade. As gestoras monitorizam o panorama em mudança e, para a mão-cheia de empresas em carteira directamente afectadas, estão a dialogar com as equipas de gestão e a avaliar o impacto de curto prazo.
As tarifas e o potencial de uma guerra comercial mais profunda pesaram nos mercados durante o trimestre e levantaram novos receios sobre o crescimento económico global. Os gestores não deixam que a volatilidade associada às notícias macroeconómicas perturbe o foco nas empresas individuais, mas monitorizam o panorama em mudança. Para a mão-cheia de empresas directamente afectadas, dialogam com as equipas de gestão e avaliam o impacto de curto prazo, sublinhando a importância de investir em negócios de alta qualidade com balanços sólidos e poder de fixação de preços.
Wedgewood descreve o cracking simultâneo de divisas, dívida soberana e acções em duas semanas que nem o mais fervoroso opositor ou proponente de tarifas anteviu. O recuo é igualmente documentado: pausa de 90 dias com objectivo de tarifas recíprocas de 10%, exclusões para tecnologia crítica a 12 de Abril — mas a tarifa de 145% sobre a China é caracterizada como embargo. A equipa invoca o Reciprocal Tariff Act de 1934 de Roosevelt como precedente de esperança face ao espectro de Smoot-Hawley 2.0, lembrando que tarifas têm sido objectivo bipartidário há décadas. Auto-admissão de obsolescência: a carta pode estar ultrapassada à hora de chegar.
A antecipação dos planos tarifários da nova administração, previstos para o início de Abril, minou a confiança de investidores e líderes empresariais e provocou um recuo das acções no final do trimestre. O fundo lê a turbulência como fonte de incerteza de curto prazo, mas também de oportunidade para participações de qualidade como a Berkshire, cujo balanço-fortaleza a posiciona para tirar partido da volatilidade.
Sivia classifica o anúncio tarifário pós-2 de Abril como inesperado e difícil de racionalizar, com tarifas de até 145% sobre a China equivalentes a um embargo. Considera as medidas tão destrutivas que duvida que persistam, e inteiramente reversíveis, traçando paralelo com o choque económico da Covid-19. O stance é mixed: dano económico real no curto prazo, mas convicção de que a reversibilidade limita o impacto duradouro.
Tariffs surgem apenas como uma das preocupações no inventário de riscos de Waters, qualificadas como "illogical, inflationary, and economically destructive" — mas "OK, maybe just a bit" relevantes. O ponto central é que os riscos que mais impactam a carteira raramente são os hoje antecipados. A exposição directa das holdings a exports US é limitada; o hedge preferido é a diversificação por geografias e a preferência por negócios com balanços robustos e cash flows previsíveis, em vez de um posicionamento direccional sobre o regime tarifário.
A administração Trump prepara um plano de redução de impostos, aumento de tarifas de importação, desregulação e cortes na despesa federal. O gestor antecipa graus variáveis de sucesso e mostra-se céptico quanto à eficácia do DOGE. Algumas medidas podem favorecer o crescimento de longo prazo, mas cortes abruptos arriscam uma recessão, ao passo que reduções rápidas de impostos e desregulação podem reacender pressões inflacionistas — uma política orçamental potencialmente errática em 2025.
A administração Trump prepara um plano de redução de impostos, aumento de tarifas de importação, desregulação e cortes na despesa federal. O gestor antecipa graus variáveis de sucesso e mostra-se céptico quanto ao DOGE. Algumas medidas podem favorecer o crescimento de longo prazo, mas cortes abruptos arriscam uma recessão, ao passo que reduções rápidas de impostos e desregulação podem reacender pressões inflacionistas — uma política orçamental potencialmente errática em 2025.
A nova administração deverá criar um ambiente favorável aos negócios, com desregulamentação e extensão dos cortes de impostos de 2017, mas as tarifas de importação propostas, a serem aplicadas, poderiam ser inflacionistas e enfraquecer o crescimento de curto prazo. No caso da Atkore, o gestor considera que uma administração Trump é provavelmente necessária para uma aplicação eficaz das regras comerciais face às importações de conduta de aço do México.
A gestora reconhece que as potenciais políticas em torno de tarifas e imigração da nova administração trazem incerteza. Contrapõe, porém, que medidas favoráveis ao mercado, como cortes de impostos e desregulação, deverão apoiar o alargamento do mercado para além das mega-caps, mantendo um enquadramento líquido construtivo.
Nas perspectivas, as gestoras reconhecem que potenciais políticas em torno de tarifas e imigração apresentam incerteza, mas contrapõem políticas favoráveis ao mercado, como cortes de impostos e desregulação, que deverão sustentar o alargamento do mercado.
Os gestores reconhecem que potenciais políticas em torno de tarifas e imigração apresentam incerteza, mas contrapõem que políticas favoráveis ao mercado, como cortes de impostos e desregulação, deverão suportar o alargamento do mercado.
Potenciais políticas em torno de tarifas e imigração apresentam incerteza, mas a gestora acredita que políticas pró-mercado, como cortes de impostos e desregulação, deverão suportar o alargamento do mercado para lá das Magnificent Seven. O saldo articulado é equilibrado: incerteza política reconhecida, sem alterar a postura construtiva de fundo.
A ameaça de tarifas da administração Trump entrante poderia afectar as vendas globais de vestuário, com impacto nos volumes e no crescimento de resultados da Avery Dennison, um dos principais detractores do trimestre. Nas perspectivas, a gestora destaca que as tarifas serão um ponto focal, dado que qualquer acção pode somar às preocupações com inflação mais alta, enquanto os mercados seguirão de perto a postura da nova administração em certas políticas e o ritmo de redução de regulação.
Na perspectiva, a gestora antecipa que os mercados acompanharão de perto a postura da nova administração em certas políticas, bem como o ritmo e o nível de reduções na regulação. As tarifas serão um ponto focal, dado que qualquer acção pode acrescentar receios de inflação mais alta. Com valuations elevadas, a apreciação dos preços das acções dependerá largamente do crescimento de lucros no ano.
Na perspectiva, a gestora antecipa que os mercados acompanharão de perto a posição da nova administração em certas políticas, a par do ritmo e nível de reduções na regulação. As tarifas serão um ponto focal, dado que qualquer acção pode acrescentar preocupações de inflação mais elevada — num contexto em que valuations permanecem elevadas e a valorização accionista dependerá largamente do crescimento de resultados no ano.
Os ganhos de Novembro foram largamente apagados em Dezembro, em parte por incerteza em torno das políticas da administração entrante, como tarifas e imigração. Em sentido contrário, a expectativa de políticas pró-negócios (desregulamentação, M&A) sustentou o rally pós-eleições — exposição mista, sem posição direccional explícita da gestora.
O optimismo pós-eleitoral esmoreceu em Dezembro com receios de pressões inflacionistas das tarifas propostas e de políticas de imigração restritivas. Os receios de potenciais guerras comerciais na sequência da vitória de Trump pesaram na confiança, sobretudo para os mercados emergentes e a China. A equipa entra no novo ano com foco acrescido na incerteza política: a administração Trump deverá propor mudanças específicas e provavelmente agressivas em comércio, trabalho, despesa pública, regulação e saúde, integrando-as na avaliação de riscos e recompensas.
A perspectiva de guerras comerciais após a vitória de Trump pesou sobre as acções da zona euro e dos mercados emergentes, em particular a China. Os gestores entram em 2025 com foco acrescido na incerteza política, esperando propostas agressivas em comércio, trabalho, despesa pública, regulação e saúde, com elevado ruído a separar do sinal.
Daniel refere tariffs «que iam acontecer, depois não aconteceram, depois foram adiadas e agora supostamente vão acontecer outra vez, talvez?» como exemplo das novas incertezas de mercado. Sem posicionamento — a resposta é manter o processo bottom-up de comprar bons negócios a preços atractivos.
A gestora recomenda levar Trump a sério mas não literalmente: calcular o impacto de tarifas de 100% generalizadas é tempo perdido; o correcto é entender as tarifas como instrumento para forçar acordos comerciais e investimento directo estrangeiro nos EUA, avaliando caso a caso os impactos. Tarifas são inflacionistas na medida em que forem aplicadas (negativo), mas o pacote global de políticas é pró-crescimento.
A gestora reconhece o argumento de que os positivos da nova administração poderiam ser anulados por uma política comercial mais isolacionista — tarifas, maiores restrições à venda de tecnologia à China — e por deportações que reduzam a oferta de mão-de-obra barata. Mas desvaloriza o risco: a convicção expressa é que o ladrar será pior do que a mordida, que uma barragem de manchetes assustadoras no início do segundo mandato pode assustar o mercado, mas que no final pouco mudará, à semelhança do primeiro mandato.
Entre os riscos ao ambiente favorável, a gestora destaca potenciais mudanças nas políticas governamentais: tarifas e deportações poderão reacender pressões inflacionistas, num momento em que o progresso na inflação sustentou o início do ciclo de descida da Fed. As mudanças de política serão monitorizadas de perto.
Apesar das dinâmicas favoráveis, os riscos ao ambiente actual mantêm a equipa vigilante. Potenciais mudanças nas políticas governamentais serão acompanhadas de perto, colocando riscos notáveis na medida em que tarifas e deportações poderiam reacender pressões inflacionistas — um contrapeso às políticas pró-negócios de impostos mais baixos e desregulação que abriram a perspectiva de uma era de excepcionalismo americano liderada pela recuperação da base industrial dos EUA.
Os impactos potenciais das políticas económicas da nova administração Trump são difíceis de avaliar. A equipa dedica tempo a estudar como as tarifas podem afectar não só os holdings multinacionais mas todas as empresas do portfólio, e vê a perspectiva de menos regulação como possível benefício para muitos holdings — lembrando que, como no primeiro mandato, a retórica de campanha nem sempre chega a legislação. A saída da NextEra Energy reflecte incerteza acrescida sobre procura e subsídios de renováveis.
Entre as políticas contraditórias de Trump, tarifas e imigração são apontadas como directamente inflacionistas no cenário de subida cíclica da inflação — um risco para o qual o mercado não está posicionado e que, via yields longas mais altas, pesaria nas avaliações de mercado.
Referência ainda embrionária: ao discutir a Dick's Sporting, os gestores assinalam preocupações latentes com possíveis alterações tarifárias sob a administração Trump, apesar do conforto geral com a posição. O tema ganharia dominância absoluta na carta do trimestre seguinte.
A resolução da eleição aumentou a incerteza ligada às intenções de política comercial do Presidente-eleito Trump. Receios e especulação sobre que países serão alvos primários de tarifas provocaram movimentos de mercado no 4T, alimentaram a subida do dólar (sobretudo face a divisas emergentes como o real brasileiro) e agitam a política local no Canadá. Propostas em áreas como tarifas, impostos e imigração podem estimular a inflação — o Treasury a 10 anos subiu 78 pontos base para 4,58% no 4T. A equipa continuará a avaliar impactos de políticas, que variam muito entre negócios e indústrias.
A resolução da eleição aumentou a incerteza ligada às intenções de política comercial do Presidente-eleito Trump. Receios e especulação sobre quais os países alvo de tarifas provocaram movimentos de mercado no T4, alimentaram a subida do dólar face a moedas emergentes e agitaram a política no Canadá; a Freeport-McMoRan sofreu com as tensões comerciais EUA-China.
A resolução da eleição americana aumentou simultaneamente a incerteza ligada às intenções de política comercial de Trump. Receios e especulação sobre quais os países alvos primários de tarifas provocaram movimentos de mercado no 4T, alimentaram a subida do dólar face às divisas emergentes (incluindo o real brasileiro), pressionaram a política canadiana — com a demissão anunciada de Trudeau — e levaram o Banco do Japão a pausar. A leitura é descritiva e cautelosa, sem direcção de investimento explícita.
Os analistas da Fenimore estudam políticas económicas e governamentais sobretudo para encontrar oportunidades de reforçar posições em empresas que consideram excepcionais. Nos meses mais recentes, a casa tem discutido com as equipas de gestão das holdings o impacto potencial de tarifas mais elevadas, e as respostas são maioritariamente encorajadoras. Devido às subidas de tarifas no primeiro mandato da administração Trump, à COVID e ao receio crescente de fazer negócios na China, a maioria das empresas tem agora uma base de fornecedores diversificada e capacidade de adaptação — estando, no entender da casa, muito mais preparada para a mudança desta vez.
Com Trump empossado na véspera da carta, Einhorn enumera as muitas incógnitas: eventual escassez de mão-de-obra por deportações em massa, tarifas elevadas, a possibilidade de o Department of Government Efficiency eliminar 1 bilião de dólares de despesa pública e a dúvida sobre se essas poupanças reduziriam o défice ou financiariam novos cortes de impostos. Não toma posição firme: a hipótese de partida é uma combinação de políticas favorável à produtividade e ao crescimento, mas inflacionária e pouco provável de melhorar materialmente o défice.
Tarifas e maior restrição à imigração são ventos contrários ao crescimento que arriscam alimentar a inflação e manter as taxas de juro elevadas; o alcance das tarifas e a reacção dos visados, sobretudo a China, são desconhecidos.
O resultado das eleições presidenciais dos EUA foi o maior desenvolvimento do trimestre. A equipa apresenta a agenda 'America First' de forma equilibrada: à primeira vista, taxas de imposto favoráveis, tarifas a promover a relocalização e a produção doméstica, menos regulação e um pendor pró-empresa poderiam reforçar as perspectivas das empresas de matriz norte-americana, sobretudo no segmento de menor capitalização. Em contrapartida, tarifas e controlos de imigração mais apertados podem gerar inflação não intencional, com preços mais altos em bens importados e um mercado de trabalho mais tenso. O mercado reagiu positivamente de início, mas reverteu o ganho em Dezembro perante os receios de inflação.
A agenda pró-crescimento do presidente eleito combina cortes de impostos, desregulação e expansão da produção de petróleo e gás com a imposição de tarifas pesadas às importações, sobretudo da China, e políticas de imigração restritivas. A Ironvine apoia em larga medida uma agenda pró-negócio, mas reconhece que não é isenta de inconvenientes e que a execução é matéria distinta. No imediato, a ameaça de novas tarifas sobre importações chinesas agravou a tese de saída do Dollar Tree.
Das três razões para o cepticismo do mercado obrigacionista, a perspectiva de tarifas e cortes de impostos no segundo mandato de Trump é a rodeada de maior incerteza: tarifas substanciais quase certamente subiriam os preços da maioria dos bens, provavelmente adicionando à inflação. A guerra comercial China/EUA surge também entre os receios que penalizaram a ASML no trimestre.
A carta nota uma dinâmica estranha: os eleitores voltaram a aprender quanto odeiam a inflação, mas muitas políticas de Trump, como as tarifas, são inflacionistas — tudo enquanto o mercado accionista implica que a inflação e as taxas de juro altas estão sob controlo.
A carta nota uma dinâmica estranha: o mundo reaprendeu como os eleitores odeiam a inflação, mas muitas políticas de Trump, como as tarifas, são inflacionistas — tudo isto enquanto o mercado accionista implica que a inflação e as taxas altas estão controladas. Ao nível das posições, os comentários de Trump sobre tarifas, combinados com o peso mexicano fraco, alimentaram o sentimento negativo sobre a Gruma, embora mais de 75% do valor desta esteja no negócio norte-americano.
As tarifas surgem como preocupação para o sector de saúde — a par do financiamento do NIH e dos gastos em biotech/farma — nos receios dos investidores para 2025. O gestor reconhece ainda que a economia pode enfrentar complicações comerciais e pressões inflacionárias, factores que poderiam introduzir volatilidade. A referência é cautelar e não constitui uma tese central da carta.
Risco descendente para receita e rentabilidade dos industriais norte-americanos pela ameaça de tarifas. Industriais asiáticos com vendas em USD e custos em moeda local podem ver lucros afectados em 2-15% sob tarifas de 10-20%, mas muitos conseguem deslocar cadeias e subir preços. Enovix poderia beneficiar das tarifas Trump 2.0 pela pegada Coreia/Malásia — embora seja especulação.
A eleição presidencial norte-americana foi o evento principal do trimestre. A vitória clara de Donald Trump, com maioria republicana no Senado e na Câmara, bifurcou o mercado: os EUA são vistos com economia mais forte e impostos mais baixos, enquanto o impacto de tarifas potenciais ameaça o crescimento noutras partes do mundo, incluindo a China e a Europa. A bifurcação reflectiu-se no desempenho regional, com os EUA a ganhar (Nasdaq à frente do S&P 500) e Europa e HK/China mais fracos.
A casa antecipa que o debate entre a política esperada e a realizada da nova administração será um tema persistente em 2025, com as medidas de política orçamental — tarifas e imigração — e o seu impacto conjugado na inflação, no crescimento económico e nas taxas de juro entre os principais motores dos retornos. A especulação sobre reformas aos gestores de benefícios de farmácia pesou sobre Cigna ao longo do ano.
A casa identifica os movimentos de política fiscal da nova administração — designadamente tarifas e imigração — e o seu impacto combinado na inflação, no crescimento e nas taxas de juro como um dos factores a vigiar em 2025. Antecipa que o debate entre a política esperada e a realizada seja um tema persistente ao longo do ano e mantém uma carteira equilibrada perante essa incerteza.
Kupperman articula que as políticas MAGA são provavelmente baixistas para as empresas de crescimento de múltiplo elevado para onde os investidores correram após a vitória de Trump, e que tenderão a produzir mais inflação e juros mais altos — factores negativos para a maioria das grandes capitalizações. Para que essas políticas funcionem, os EUA precisam de seguir uma política de dólar fraco, o que ancora directamente a tese de Mercados Emergentes e sustenta a exposição a activos reais. Os seus tipos de negócio — energia, terra, metais — deverão prosperar num ambiente inflacionário, ainda que o gestor reduza a exposição global para ganhar flexibilidade.
As tensões comerciais estiveram no centro das atenções e deverão intensificar-se em 2025 com a tomada de posse de Trump. O presidente eleito chamou às tarifas a palavra mais bonita do dicionário e propôs uma tarifa de 10% sobre todas as importações e de 60% sobre as importações chinesas. Permanece incerto se estas tarifas são práticas ou apenas uma ameaça para obter concessões, mas a rápida reacção do Canadá e do México a uma ameaça de 25% mostrou a eficácia da táctica. Os países com grandes défices comerciais com os Estados Unidos estão mais expostos, embora a China tenha reduzido a sua dependência das exportações para os Estados Unidos de 19% em 2017 para 15% em 2023.
Com a tomada de posse da nova administração a poucas semanas de distância, a gestora identifica vários pontos da agenda de Trump que poderão ser inflacionistas, incluindo a extensão e o alargamento dos cortes de impostos e a imposição de mais tarifas a nível global. A inflação e as taxas de juro permanecem uma preocupação, num ano em que a yield a dez anos recuou para a casa dos 4,6% depois de ter caído para o intervalo alto dos 3% na segunda metade de 2024.
A nova administração introduz riscos tarifários que condicionam a alocação sectorial: o gestor evita exposição a empresas vulneráveis a tarifas e orienta a Tecnologia de Informação e a Indústria para temas de reshoring e para operações domésticas. As tarifas surgem como um risco a gerir, embora o gestor as encare também como catalisador da deslocação de produção industrial para os Estados Unidos.
As tarifas surgem como pano de fundo geopolítico: entre disparos de aviso tarifários, Rowe nota que os EUA planeiam aumentar a sua presença em países da América Central, com a administração Trump a mostrar interesse em investir na região para conter a influência chinesa. Em vez de um risco directo para a carteira, o gestor interpreta o movimento como potencial terreno fértil de situações especiais quando ficar mais claro o que significa na prática.
Com um partido a controlar o Congresso e a Casa Branca, a equipa espera novas políticas e possíveis tarifas com impacto material em vários sectores e indústrias. A nova administração promete menos regulação, extensão de cortes de impostos, segurança fronteiriça reforçada e tarifas acrescidas — factores que podem afectar significativamente as despesas federais. A forma como estas políticas forem implementadas será determinante para défices, balanço da nação e, por extensão, taxas de juro e inflação.
Embora encorajado pelo resultado decisivo das eleições e pelo potencial de cortes de impostos e menos regulação, Sands sinaliza que o desfecho levanta preocupações com tarifas, que poderão conduzir a preços mais altos e menos concorrência, e com défices mais largos dos EUA, que podem pressionar em alta as taxas de juro. Risco enquadrado como contrapeso ao otimismo pró-negócio.
A potencial introdução de novas políticas comerciais, em particular tarifas, é apontada como uma fonte de incerteza que a casa acompanhou de perto durante o trimestre. Olhando para 2025, antecipa que os ajustes nas relações comerciais globais, sobretudo com a China, continuarão a moldar as decisões de investimento, com ênfase reforçada na robustez e diversificação das cadeias de abastecimento. A leitura é equilibrada: as tarifas são risco de curto prazo para custos e margens, mas a casa procura empresas que não só se adaptam à mudança como a transformam em vantagem competitiva.
As tarifas recém-anunciadas contra o México, o Canadá e a China serão, na leitura de Loeb, menos impactantes do que as manchetes implicam, esperando tarifas mais modestas no início da primavera via Tesouro e Comércio. Sublinha pensamento de segunda ordem e uma resposta não emocional, antecipando deslocações periódicas provocadas pela abordagem não convencional da administração.
A vitória de Trump criou expectativas de um ambiente pró-negócios e de menor regulação, mas também de tarifas protecionistas. A ameaça de tarifas futuras, combinada com receios de inflação a acelerar, levou algumas empresas a antecipar compras de curto prazo, sobretudo no consumo. No sector industrial, embora as encomendas tenham aumentado, as preocupações com preços altos e com potenciais tarifas retaliatórias dos parceiros comerciais penalizaram algumas áreas. As gestoras veem um quadro fluido, em que a política comercial é simultaneamente um estímulo e um risco.
A gestão antecipa pressões acrescidas sobre vários nomes de consumo, cujos consumidores finais enfrentam pressão descendente persistente, agora agravada por tensões comerciais internacionais e riscos geopolíticos mais amplos. A tese reforça o short estrutural em consumo: além do enfraquecimento da procura, a gestão antecipa venda por insiders e desafios continuados nos mercados finais destes negócios, após uma oferta secundária recente a desconto sobre os níveis de cotação.
O gestor analisa as tarifas de 25% sobre importações canadianas e mexicanas, anunciadas e depois suspensas por 30 dias. Conclui que uma tarifa indiscriminada é improvável, dada a integração da economia norte-americana, e quantifica a exposição da carteira: menos de 10% da receita (8,3%) é gerada no Canadá e poucas empresas atravessam a fronteira com produto. A BRP, com produção maioritária no México, é a mais exposta; Premium Brands e ATS dispõem de capacidade local para mitigar o impacto.
As manchetes incessantes de tarifas deixaram a maioria dos OEMs automóveis fora de favor, com muitos avaliados a ~1x EBITDA — uma deslocação que a Voss explora na Subaru e na Mercedes. Os contratos cost-plus da Amentum protegem num ambiente de inflação elevada, cenário-base se a administração reverter décadas de globalização. Na Euronet, os receios sobre deportações são considerados exagerados face ao que mais importa: o crescimento económico.
Rasmussen identifica as tarifas como vento contrário para empresas com cadeias de fornecimento ligadas à China. A Floor & Decor recuou com receios de que tarifas acrescidas sob a presidência de Trump elevassem custos, embora o gestor mantenha a tese intacta. A ICF International caiu com os planos de cortes na despesa governamental, mas Rasmussen argumenta que os cortes terão pouco efeito e poderão até aumentar a dependência de consultores.
A carta enquadra as tarifas prováveis da administração Trump como potencial catalisador positivo para posições específicas. Tarifas sobre o potássio canadiano poderão beneficiar a Mosaic, sediada na Florida com a maior mina de fosfato dos EUA; tarifas sobre madeira canadiana são vistas como positivas para a Builders FirstSource, que aufere margem sobre o valor total da transacção.
Posições associadas
Citações
Volatility is likely to remain high in the near term, so maintaining both defensive and economically sensitive positions is prudent as reactions to improved clarity could be significant.
"É provável que a volatilidade permaneça elevada no curto prazo, pelo que manter posições simultaneamente defensivas e economicamente sensíveis é prudente, já que as reacções a maior clareza podem ser significativas."
Uncertainty is particularly high in the current environment as the markets await conclusions from these negotiations.
"A incerteza é particularmente elevada no ambiente actual, à medida que os mercados aguardam as conclusões destas negociações."
We anticipate market volatility, driven by elevated valuations and unpredictable policy decisions from the Trump administration, will present opportunities to deploy this cash into investments with attractive risk-reward profiles.
Antecipamos que a volatilidade do mercado, impulsionada por avaliações elevadas e por decisões de política imprevisíveis da administração Trump, criará oportunidades para aplicar esta liquidez em investimentos com perfis de risco-retorno atractivos.
Six of these show minimal risk, while nine—representing about 8% of the portfolio—will be impacted but we believe are well-positioned to pass along tariff costs due to their competitive advantages, though with a potential lag.
"Seis destas mostram risco mínimo, enquanto nove — cerca de 8% da carteira — serão afectadas, mas acreditamos que estão bem posicionadas para repercutir os custos das tarifas graças às suas vantagens competitivas, embora com algum desfasamento."
For this reason, we believe it is prudent to remain near-term cautious in our overall outlook.
"Por esta razão, acreditamos ser prudente manter uma postura cautelosa de curto prazo na nossa visão global."
A Donald Trump administration is likely needed for effective trade enforcement.
Uma administração de Donald Trump é provavelmente necessária para uma aplicação eficaz das regras comerciais.
For several reasons, our companies are prepared to manage through this new paradigm.
"Por várias razões, as nossas empresas estão preparadas para navegar este novo paradigma."
My opinion is that new tariffs will not have any material long-term implications, but I could be wrong.
"A minha opinião é que as novas tarifas não terão quaisquer implicações materiais de longo prazo, mas posso estar errado."
I find it hard to believe that our judicial, democratic, and financial systems are so fragile.
"Custa-me acreditar que os nossos sistemas judicial, democrático e financeiro sejam assim tão frágeis."
Our current pro-cyclical positioning reflects our bottom-up conviction in undervalued businesses rather than macroeconomic prognostication
"o nosso actual posicionamento pro-cíclico reflecte convicção bottom-up em negócios subvalorizados em vez de prognóstico macroeconómico"
we remain measured, deliberate and actively patient—with a willingness to take advantage of volatility with an eye towards long-term gains
"mantemo-nos medidos, deliberados e activamente pacientes — com disponibilidade para tirar partido da volatilidade com um olhar para ganhos de longo prazo"
we view the weakness as cyclical, reflecting broader macroeconomic and industry volatility rather than structural concerns
"consideramos a fraqueza como cíclica, reflectindo volatilidade macroeconómica e industrial mais ampla em vez de preocupações estruturais"
"It's impossible to control tariff policies, global trade negotiations and/or how geopolitics may reverberate across the economic landscape"
"É impossível controlar políticas tarifárias, negociações de comércio global e/ou como a geopolítica pode reverberar-se sobre o ambiente económico"
the market is underestimating Mattel’s ability to unlock value from its iconic intellectual property through higher margin content, entertainment and brand extensions
"o mercado está a subestimar a capacidade da Mattel de libertar valor da sua propriedade intelectual icónica via conteúdo de margem mais alta, entretenimento e extensões de marca"
We sold Expedia Group due to a higher risk of a recession following the significant increase in global tariffs, which can be expected to reduce overall levels of economic activity.
"Vendemos a Expedia Group devido a um maior risco de recessão na sequência do aumento significativo das tarifas globais, que se espera venha a reduzir os níveis globais de actividade económica."
We sold Expedia Group due to a higher risk of a recession following the significant increase in global tariffs, which can be expected to reduce overall levels of economic activity.
"Vendemos a Expedia Group devido a um maior risco de recessão na sequência do aumento significativo das tarifas globais, que se espera venha a reduzir os níveis globais de actividade económica."
However, we believe these tariff concerns are overstated given the inelastic nature of uranium demand and the lack of substitutes.
"Contudo, acreditamos que estes receios tarifários são exagerados dada a natureza inelástica da procura de urânio e a ausência de substitutos."
hyperscale commitment to outsized AI capex plans among growth-oriented SaaS technology companies, and the resilience of broader consumer spending trends as both individuals and companies front-loaded imports ahead of tariffs
"compromisso hyperscale a outsized AI capex plans entre growth-oriented SaaS technology companies, e a resiliência dos broader consumer spending trends à medida que indivíduos e empresas front-loaded imports antes das tariffs"
Rather than react impulsively to every macro headline or try to time short-term market moves, we focus on what is analyzable and enduring: the long-term fundamentals of the companies we own.
"Em vez de reagir impulsivamente a cada manchete macro ou tentar antecipar movimentos do mercado de curto prazo, focamo-nos no que é analisável e duradouro: os fundamentais de longo prazo das empresas que detemos."
the average effective U.S. tariff rate of 17% is significantly elevated compared to the 2–3% level at the end of 2024.
"a tarifa efectiva média dos EUA em 17% está significativamente elevada face ao nível de 2-3% no fim de 2024."
Trade wars are good and easy to win
"As guerras comerciais são boas e fáceis de ganhar" — Donald Trump, presidente dos EUA (post em rede social no início do ano)
Trade wars are good and easy to win
"As guerras comerciais são boas e fáceis de ganhar" — Donald Trump, presidente dos EUA (post em rede social no início do ano)
Meanwhile, AutoZone has had a tough time navigating the tariff minefield, its earnings per share slipping 1% and the stock returning a modest 6%.
"Entretanto, a AutoZone teve dificuldade a navegar o campo minado das tarifas, com o EPS a escorregar 1% e o stock a retornar uns modestos 6%."
That consensus we think is too sanguine.
"Pensamos que esse consenso é demasiado sanguíneo."
TACO is the slogan: Trump Always Chickens Out.
"TACO é o slogan: Trump Always Chickens Out (Trump acobarda-se sempre)."
early April’s “Liberation Day” marking a low point for the Index, which was down as much as 20% year-to-date
"início de Abril com «Liberation Day» a marcar um ponto baixo para o Índice, que esteve em queda de cerca de 20% no acumulado do ano"
Unexpectedly high tariffs announced on “Liberation Day” started the second quarter with a bang sending the Volatility Index (VIX) surging to levels last witnessed during the pandemic and financial crisis.
"Tarifas inesperadamente altas anunciadas no «Liberation Day» começaram o segundo trimestre com estrondo, fazendo disparar o Volatility Index (VIX) para níveis vistos pela última vez durante a pandemia e a crise financeira."
Overall, the setup supports a continuation of what some call the K-shaped economy, meaning those with higher incomes and significant personal assets stand to do well while those with lower incomes and fewer assets may struggle.
"No conjunto, o setup suporta uma continuação do que alguns chamam K-shaped economy, significando que aqueles com rendimentos mais altos e activos pessoais significativos têm potencial para sair-se bem, enquanto aqueles com rendimentos mais baixos e poucos activos podem ter dificuldades."
Real and present risks to earnings did emerge, primarily from tariffs and the increasing threat of global trade wars which induced a substantial decline in business confidence.
"Riscos reais e presentes para os resultados emergiram, primariamente devido a tarifas e à ameaça crescente de guerras comerciais globais, o que induziu um declínio substancial na confiança empresarial."
Tariffs are unlikely to have a meaningful impact on utility earnings given they service domestic catchments and are not directly exposed to international trade.
"As tarifas dificilmente terão um impacto significativo nos lucros das utilities, dado que servem catchments domésticos e não estão directamente expostas ao comércio internacional."
Such volatility spikes are often real world tests of portfolio resilience.
"Estes picos de volatilidade são frequentemente testes do mundo real à resiliência da carteira."
This environment requires us to take a more agile and adaptive approach toward managing our portfolio.
"Este ambiente exige uma abordagem mais ágil e adaptativa na gestão da nossa carteira."
we are encouraged that consumption trends for the brand remain healthy and management is already seeing shipment growth recover in the current quarter.
"estamos encorajados que as tendências de consumo da marca permanecem saudáveis e que a gestão já vê o crescimento de envios a recuperar no trimestre actual."
In consumer discretionary, tariffs on auto imports created a favorable backdrop for the auto repair market.
"Em consumer discretionary, as tarifas sobre importações de automóveis criaram um backdrop favorável para o mercado de reparação automóvel."
we are encouraged by early signs of recovery and normalization in corporate decision making, setting the stage for a more constructive environment heading into year end.
"estamos encorajados por sinais iniciais de recuperação e normalização na tomada de decisão corporativa, definindo o palco para um ambiente mais construtivo a entrar no fim do ano."
The economic uncertainty on the horizon — tariffs working their way through the economy, potential inflation and the whirlwind of policy changes — look like a storm worth bracing for.
"A incerteza económica no horizonte — tarifas a trabalhar a economia, inflação potencial e o whirlwind de policy changes — parece um storm worth bracing for."
Where supply is constrained and demand is inelastic, inflation turns from a headwind into a tailwind.
"Onde a oferta é restrita e a procura inelástica, a inflação deixa de ser headwind e passa a tailwind."
The continued threat of tariffs imposed by the United States on other countries. As we approach the end of the 90-day pause on "reciprocal tariffs," we are starting to see the administration reengage in tariff conversations with trading partners.
"A ameaça contínua de tarifas impostas pelos Estados Unidos a outros países. À medida que nos aproximamos do fim da pausa de 90 dias em \"reciprocal tariffs,\" começamos a ver a administração reengage em tariff conversations com trading partners."
U.S. equities rebounded sharply during the second quarter, following significant volatility during the first quarter. Technology stocks posted robust returns, as evidenced by the MSCI World Information Technology Index, which returned 23.18% for the quarter.
"Equities americanas recuperaram fortemente durante o segundo trimestre, na sequência de volatilidade significativa no primeiro trimestre. Acções tecnológicas registaram robust returns, como evidenciado pelo MSCI World Information Technology Index, que retornou 23,18% no trimestre."
the point of no return may have already passed
o ponto de não retorno pode já ter sido ultrapassado
the rational long-term response from businesses and investors alike is clear: hedge against the U.S., not towards it.
a resposta racional de longo prazo de empresas e investidores é clara: cobrir contra os EUA, não a favor.
Fears and speculation around which countries will be primary tariff targets sparked some market shifts in Q4.
"Receios e especulação sobre que países serão alvos primários de tarifas provocaram alguns movimentos de mercado no 4T."
As we write, President Trump has threatened a 104% tariff on China in response to its retaliatory increase to 84%.
"No momento em que escrevemos, o Presidente Trump ameaçou uma tarifa de 104% sobre a China em resposta ao seu aumento retaliatório para 84%."
Shortly after the quarter concluded, Trump announced a raft of tariffs to go into effect immediately on what he dubbed “Liberation Day.”
"Pouco depois do fecho do trimestre, Trump anunciou um conjunto de tarifas com efeito imediato no que apelidou de “Liberation Day”."
As we write, President Trump has threatened a 104% tariff on China in response to its retaliatory increase to 84%.
"No momento em que escrevemos, o Presidente Trump ameaçou uma tarifa de 104% sobre a China em resposta ao seu aumento retaliatório para 84%."
Shortly after the quarter concluded, Trump announced a raft of tariffs to go into effect immediately on what he dubbed “Liberation Day.”
"Pouco depois de o trimestre terminar, Trump anunciou um conjunto de tarifas com efeito imediato no que apelidou de “Liberation Day”."
Execution of the Trump agenda, meanwhile, continued to add fuel to the uncertainty fire, heightening the appeal of perceived “safe haven” assets like gold.
"A execução da agenda Trump, entretanto, continuou a alimentar a fogueira da incerteza, elevando o apelo de activos percebidos como "safe haven" como o ouro."
The changes are much more radical than those under the first Trump administration.
As mudanças são muito mais radicais do que as da primeira administração Trump.
Trade posturing has largely given way to pragmatism, which should mean the continuation of tariff policies that are less severe than feared in April 2025.
"O posicionamento comercial deu largamente lugar ao pragmatismo, o que deverá significar a continuação de políticas tarifárias menos severas do que as receadas em Abril de 2025."
We expect negotiations and agreements so that Americans can continue to buy groceries, diapers, cars, and services. However, we do not expect that to be telegraphed, and we anticipate further volatility in global stock markets.
«Esperamos negociações e acordos para que os americanos possam continuar a comprar mercearias, fraldas, carros e serviços. Contudo, não esperamos que isso seja anunciado com antecedência, e antecipamos mais volatilidade nos mercados accionistas globais.»
markets do not like uncertainty. Management teams are reluctant to make long-term business decisions in an environment in which today’s operating assumptions may need to be revised tomorrow.
"os mercados não gostam de incerteza. As equipas de gestão hesitam em tomar decisões de negócio de longo prazo num ambiente em que os pressupostos operacionais de hoje podem ter de ser revistos amanhã."
These broad-based tariffs, as currently proposed, will likely lead to higher inflation and slower economic growth.
"Estas tarifas generalizadas, tal como actualmente propostas, deverão provavelmente conduzir a inflação mais alta e a crescimento económico mais lento."
we saw fit to add Analog Devices stock back to the portfolio on April 4th at under $170 per share after having just sold it in February for over $240.
"achámos acertado voltar a comprar acções da Analog Devices a 4 de Abril, abaixo de 170 dólares por acção, depois de a termos vendido em Fevereiro acima de 240."
reducing its China cost-of-goods-sold exposure from 50% in 2018 to an expected low to mid-single-digit percentage by the end of 2025.
"reduzindo a sua exposição de custo dos produtos vendidos à China de 50% em 2018 para uma percentagem esperada de um dígito baixo a médio até ao final de 2025."
The market sell-off that followed the Liberation Day tariff announcements on April 2nd formed a V-type bottom that was followed by a strong rally after the April 9th announcement of a 90-day pause.
"O sell-off de mercado que se seguiu aos anúncios tarifários do Liberation Day a 2 de Abril formou um fundo em V, seguido de um rally forte após o anúncio de uma pausa de 90 dias a 9 de Abril."
We do believe valuations are becoming more attractive given the recent pullback, but we now maintain a significantly more cautious stance given the amplified uncertain macro outlook resulting from the new tariffs.
"Acreditamos que as avaliações estão a tornar-se mais atractivas dado o recuo recente, mas mantemos agora uma postura significativamente mais cautelosa dado o panorama macro incerto amplificado que resulta das novas tarifas."
the dollar’s ongoing decline reflects growing doubts about “U.S. exceptionalism,” as erratic policy moves from the Trump administration fuel further uncertainty.
"a queda contínua do dólar reflecte dúvidas crescentes sobre o 'U.S. exceptionalism', à medida que movimentos erráticos de política da administração Trump alimentam mais incerteza."
but for the time being this protectionist act will greatly benefit the clear-cut #1 domestic manufacturer
"mas, para já, este acto proteccionista beneficiará substancialmente o fabricante doméstico número um claramente identificado"
We would suggest that the market became more defensive by favoring some of the largest stocks in the equity markets, because of the uncertainty surrounding the potential fiscal policies of the second Trump administration and of the uncertain monetary policy from the Federal Reserve (the Fed).
"Diríamos que o mercado se tornou mais defensivo ao favorecer algumas das maiores acções dos mercados accionistas, devido à incerteza em torno das potenciais políticas fiscais da segunda administração Trump e à incerteza sobre a política monetária da Reserva Federal (a Fed)."
The market has begun to grapple with policy expectations from a new presidential administration. We expect the debate between expected and realized policy to be a persistent theme in 2025.
"O mercado começou a confrontar-se com as expectativas de política de uma nova administração presidencial. Esperamos que o debate entre a política esperada e a realizada seja um tema persistente em 2025."
That change was driven primarily by the addition of SharkNinja, a maker of home appliances. We believe that the company has multiple levers for growth even with tariff uncertainty due to its international expansion and continued portfolio innovation.
"Essa mudança foi motivada sobretudo pela adição de SharkNinja, fabricante de electrodomésticos. Acreditamos que a empresa tem múltiplas alavancas de crescimento mesmo com a incerteza tarifária, graças à expansão internacional e à inovação contínua de portefólio."
We are taking advantage of the substantial volatility to add risk selectively through highquality companies while being mindful of the uncertainty around the potential scope and duration of policy changes.
"Estamos a aproveitar a volatilidade substancial para adicionar risco selectivamente através de empresas de elevada qualidade, conscientes da incerteza quanto ao alcance e à duração potenciais das mudanças de política."
Should current initiatives overly disrupt the economy or stock market, we expect the administration to backtrack swiftly.
Se as iniciativas actuais perturbarem excessivamente a economia ou o mercado accionista, esperamos que a administração recue rapidamente.
In either case, tariffs can be removed just as quickly as they are imposed.
Em qualquer dos casos, as tarifas podem ser removidas tão depressa quanto foram impostas.
I think this trade works if governments return to pro-growth policies, or the US Dollar weakens enough that EM energy demand can increase
"Penso que esta aposta funciona se os governos regressarem a políticas pró-crescimento, ou se o dólar enfraquecer o suficiente para que a procura energética dos Mercados Emergentes possa aumentar"
Markets have been surprisingly resilient in the face of continued tariff headlines, with each new announcement seeming to have less impact on investor sentiment.
"Os mercados tem-se mostrado surpreendentemente resilientes perante os continuos titulos sobre tarifas, com cada novo anuncio a aparentar ter menos impacto no sentimento dos investidores."
the effective tariff rate in the United States has risen from an estimated 2% at the beginning of the year to an estimated 19% at the end of August, its highest level since the 1930s
"A taxa tarifaria efectiva dos Estados Unidos subiu de uma estimativa de 2% no inicio do ano para uma estimativa de 19% no final de Agosto, o seu nivel mais alto desde a decada de 1930."
the U.S. Manufacturing PMI suffered its largest month-over-month drop in over two years as business optimism deteriorated due to tariff uncertainty, rising costs, and the impact that DOGE cuts could have on employment and the overall economy
"O PMI industrial dos EUA sofreu a sua maior queda mensal em mais de dois anos, com o optimismo empresarial a deteriorar-se devido à incerteza tarifária, à subida de custos e ao impacto que os cortes do DOGE podem ter no emprego e na economia em geral."
Trump has called tariffs “the most beautiful word in the dictionary” and floated ideas such as a 10% tariff on all imports into the United States and a 60% tariff on all Chinese imports.
"Trump chamou às tarifas a palavra mais bonita do dicionário e lançou ideias como uma tarifa de 10% sobre todas as importações para os Estados Unidos e uma tarifa de 60% sobre todas as importações chinesas."
The Russell 2000 Growth Index rallied in the second quarter following a decline in the first quarter as many of the proposed tariffs announced in April were postponed until the third quarter while trade agreements are negotiated.
"O Russell 2000 Growth Index recuperou no segundo trimestre após uma queda no primeiro trimestre, à medida que muitas das tarifas propostas anunciadas em Abril foram adiadas para o terceiro trimestre enquanto se negoceiam acordos comerciais."
As the very definition of a 'local' business it is largely insulated from the potential reintroduction of 'Trump tariffs'.
"Enquanto definição pura de um negócio 'local', está largamente isolada da potencial reintrodução das 'tarifas Trump'."
At the same time, we must be aware that the outcome raises concerns about tariffs, which could lead to higher prices and less competition, and wider U.S. deficits, which could put upward pressure on interest rates.
"Ao mesmo tempo, temos de estar atentos a que o resultado levanta preocupações com tarifas, que poderão conduzir a preços mais altos e menos concorrência, e a défices mais largos dos EUA, que podem pressionar em alta as taxas de juro."
We are probably past the worst of the tariff wars, trade deals have been struck, the economy continues to expand, profit growth is substantial, and the banking system is sound.
"Estamos provavelmente passado o pior das guerras comerciais, acordos de comércio foram fechados, a economia continua a expandir-se, o crescimento de lucros é substancial e o sistema bancário está sólido."
As we enter 2026, the global landscape continues to evolve, shaped by trends toward national economic resilience and shifting trade dynamics.
"À medida que entramos em 2026, o panorama global continua a evoluir, moldado por tendências de resiliência económica nacional e de dinâmicas comerciais em mudança."
Yet markets have a remarkable way of absorbing those concerns, pricing them in, and forecasting improvements.
"Ainda assim, os mercados têm uma forma notável de absorver essas preocupações, de as incorporar nos preços e de antecipar melhorias."
Global markets whipsawed in the ensuing tariff tantrum and subsequent de-escalations to the point that later tariff announcements were often discounted quickly.
"Os mercados globais oscilaram violentamente no abalo tarifário que se seguiu e nas desescaladas subsequentes, ao ponto de os anúncios tarifários posteriores serem frequentemente descontados com rapidez."
We are awaiting the Supreme Court decision on the Trump Administration tariffs.
"Estamos a aguardar a decisão do Supremo Tribunal sobre as tarifas da administração Trump."
if we can select high-quality companies with prudent management teams, we expect them to steer through tariffs or any other unpredictable challenge better than their competitors.
"se conseguirmos seleccionar empresas de alta qualidade com equipas de gestão prudentes, esperamos que atravessem as tarifas, ou qualquer outro desafio imprevisível, melhor do que os seus concorrentes."
Tariffs and the potential for a deeper trade war weighed on markets during the quarter and have raised fresh concerns about global economic growth.
"As tarifas e o potencial de uma guerra comercial mais profunda pesaram nos mercados durante o trimestre e levantaram novos receios sobre o crescimento económico global."
Uncertainties such as these (particularly of this magnitude) challenge investors’ and business leaders’ confidence, resulting in a pullback from equities heading into quarter end.
"Incertezas como estas (particularmente desta magnitude) minam a confiança dos investidores e dos líderes empresariais, resultando num recuo das acções na aproximação ao fim do trimestre."