Sequoia Strategy Composite
Manager: Ruane Cunniff Investment Committee · Estratégia: Long only quality value · Geografia: US · Global
Performance por trimestre
Posições core
Temas recorrentes
Sem temas recorrentes (mínimo 2 cartas).
Cartas publicadas
Q4 2025 5400 palavras
A Sequoia Strategy Composite, gerida pelo Comité de Investimento da Ruane Cunniff, encerrou 2025 com um retorno de 21,9% líquido de comissões, à frente dos 17,9% do S&P 500, ainda que o quarto trimestre tenha rendido apenas 0,9% contra 2,7% do índice. Rolls-Royce e Alphabet, com valorizações de 120% e 66%, foram os principais contribuidores; a UnitedHealth, em queda de 33%, foi a posição que mais penalizou o desempenho. O Comité reflectiu sobre a distinção entre inteligência e sabedoria na gestão de posições, manteve a carteira concentrada em 24 empresas (as dez maiores representam 64,1%) e iniciou posições na MSA Safety, Accenture e Align Technology, alienando totalmente a Jacobs Solutions. A rotação anual foi de apenas 9,3%.
Q3 2025 240 palavras
A Sequoia Fund, gerida pelo Comité de Investimento da Ruane Cunniff, divulgou uma carta trimestral invulgarmente breve relativa ao terceiro trimestre de 2025. O fundo rendeu apenas 1,63% líquido de comissões no trimestre, muito aquém dos 8,12% do S&P 500, ainda que mantenha vantagem acumulada no ano, com 21,59% contra 14,83% do índice. A única actividade divulgada foi de natureza operacional: o Comité reduziu as posições em Meta Platforms, Jacobs Engineering, Charles Schwab e, em menor grau, Taiwan Semiconductor, canalizando os proventos para um reforço modesto da Elevance Health e dois novos investimentos ainda não revelados. A carteira mantém-se concentrada, com a Rolls-Royce a pesar 17,3% do activo total.
Q2 2025 154 palavras
A Sequoia Strategy Composite, gerida pelo Comité de Investimento da Ruane Cunniff, divulgou uma carta trimestral muito breve relativa ao segundo trimestre de 2025. O composto rendeu 13,4% líquido de comissões no trimestre, batendo os 10,9% do S&P 500, e alarga a vantagem acumulada no ano para 18,4% contra apenas 6,2% do índice. A única actividade divulgada foi de natureza operacional: o Comité reforçou oportunisticamente a posição na ICON e reduziu a Jacobs, a Liberty Broadband e a Meta para financiar novos investimentos ainda não revelados. A carteira mantém-se concentrada, com a Rolls-Royce a representar 13,2% do activo e as dez maiores posições a totalizarem 63,3%.