Springview Partnership

Manager: Guy Baron · Estratégia: Long short equity · Geografia: US · Global

Cartas publicadas
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Posições core
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Temas recorrentes
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Performance por trimestre

-10%-5%0%+5%+10%+15%+20%+25%Q4 2024Q1 2025Q2 2025Q3 2025Q4 2025Q1 2026S&P 500 Index: Q1 2025 -4,30%S&P 500 Index: Q2 2025 +10,90%Springview Partnership: Q1 2025 -1,80%Springview Partnership: Q2 2025 +17,80%
Springview PartnershipS&P 500 Index

Posições core

Sem posições core (mínimo 3 cartas de histórico).

Temas recorrentes

Cartas publicadas

Q2 2025 1950 palavras

A Springview Partnership, gerida por Guy Baron, ganhou +17,8% líquidos no segundo trimestre de 2025, elevando o acumulado anual para +15,7%, contra +6,2% do S&P 500. Desde o arranque em Janeiro de 2022 acumula +52,3% líquidos face a +37,2% do índice, a +12,8% anualizados. O fundo long/short concentrado (95,7% net long) tem em Robinhood — a posição mais lucrativa de sempre, aparada por valorização — a par de Fairfax, Spotify e Nintendo. Saiu da Seaport Entertainment por consumo persistente de caixa e manteve Mercury General e Worthington Steel, ambas em recuperação cíclica. A carta sublinha a eficiência fiscal como subproduto da capitalização de longo prazo e a concentração nas melhores ideias. Activos rondam 43 milhões de dólares.

Q1 2025 2398 palavras

A Springview Partnership, gerida por Guy Baron, perdeu 1,8% líquidos no primeiro trimestre de 2025, contra quedas de 4,3% do S&P 500 e de 10,2% do Nasdaq, com os curtos e as coberturas a amortecerem a queda dos longos. Desde Janeiro de 2022 acumula +29,3% líquidos face a +23,7% do índice. Baron dedica a carta à volatilidade, agravada pelo anúncio tarifário de 2 de Abril, e às virtudes da paciência, ilustradas pela W.R. Berkley, detida desde o primeiro dia. Iniciou posição significativa na Spotify e duas posições menores não divulgadas; manteve Mercury General, Seaport e Worthington Steel, os maiores detractores, com teses intactas. A exposição líquida fechou o trimestre em 94%.