Weitz Large Cap Equity Fund
Manager: Brad Hinton · Estratégia: Large cap value · Geografia: US
Performance por trimestre
Posições core
Sem posições core (mínimo 3 cartas de histórico).
Temas recorrentes
Cartas publicadas
Q2 2026 976 palavras
A Weitz Investment Management assinala que o mercado accionista retomou a tendência ascendente no segundo trimestre de 2026, com o S&P 500 a ganhar 15,2%, depois da queda abrupta do primeiro trimestre desencadeada pela guerra no Irão. Os fundos de acções da casa tiveram retornos positivos, mas ficaram atrás do índice por não acompanharem a liderança estreita ligada à inteligência artificial. O índice de semicondutores SOX subiu 88% no trimestre e o sector tecnológico representa já cerca de 40% a 50% da capitalização do S&P 500 — concentração que a casa compara à bolha tecnológica do final dos anos 1990. Mantém exposição à Alphabet, Microsoft, Amazon e Meta, que considera razoavelmente avaliadas, e antecipa o regresso do interesse ao mercado mais amplo.
Q1 2026 880 palavras
O Weitz Large Cap Equity Fund recuou 12,04% no primeiro trimestre de 2026 (Classe Institucional, WVAIX), muito atrás do Bloomberg U.S. 1000 (-4,22%), num trimestre de rotações abruptas e vendas de software desencadeadas pela disrupção da IA. Brad Hinton e Nathan Ritz destacam a Analog Devices, a Old Dominion e a IDEX entre os contribuidores, enquanto a Microsoft, a Danaher — a maior posição — e a Salesforce lideraram os detractores. A actividade foi intensa: iniciaram um cabaz de semicondutores (ASML, Taiwan Semiconductor e NVIDIA) e novas posições na Ingersoll Rand e na HEICO, financiadas por cortes na CoStar, na Global Payments, na Oracle e na Constellation Software. Com a carteira a cerca de 75% do valor estimado, veem uma mola comprimida para os retornos futuros.