FMI Funds — Carta a Accionistas
Manager: Fiduciary Management, Inc. (FMI) · Estratégia: Long only quality value · Geografia: Global · US
Performance por trimestre
Posições core
Sem posições core (mínimo 3 cartas de histórico).
Temas recorrentes
Cartas publicadas
Q1 2026 1700 palavras
A FMI emitiu carta T1 2026 enquadrando o impacto da guerra do Irão (iniciada em 28 de Fevereiro de 2026) sobre os mercados accionistas globais. O bloqueio do Estreito de Hormuz disparou o petróleo acima de $100, gerando riscos de recessão e estagflação. As gestoras articulam a sua posição estrutural: subponderação a energia e defesa por considerações de qualidade e valorização, sobreponderação a duráveis e materiais ligados ao mercado norte-americano de remodelação habitacional, e três casos contrarian em pormenor — Huron Consulting e Booking Holdings, ambos pressionados por receios de IA considerados exagerados, e IMCD, sob pressões cíclicas vistas como temporárias. Mantêm disciplina de qualidade e valor face a um ambiente macro acutemente desafiante, recordando que correcções pós-conflitos militares têm sido historicamente curtas.
Q3 2025 1450 palavras
A FMI emitiu carta T3 2025 enquadrando um dos mercados accionistas mais caros da história dos EUA, com o Russell 2000 a subir 12,39%, o S&P 500 8,12% e o MSCI World 7,27% no trimestre. As gestoras identificam sinais clássicos de bolha — desconexão entre confiança do consumidor e do mercado, concentração em dez títulos a ~35% do S&P 500, capex de IA em trajectória de quase $400 mil milhões anuais nas mega cap e $7 biliões projectados em datacenters até 2030 contra receitas AI-native abaixo de $20 mil milhões. Mantêm a abordagem contrarian, com três posições detalhadas — OneMain, Becton Dickinson e Greggs — onde valorizações descontadas sobre activos defensivos compõem a tese.
Q1 2025 1800 palavras
A FMI publicou a sua carta de estratégia de investimento de Março de 2025 num trimestre que inverteu a longa dominância accionista dos Estados Unidos — o S&P 500 caiu 4,27% e o Russell 2000 9,48%, contra uma subida de 8,09% do MSCI EAFE. A casa lê o recuo como o início do desmonte do excesso especulativo: as Magnificent 7 perderam 16% e o momentum colapsou. Com a tecnologia a pesar mais de 30% do S&P 500 e valorizações que evocam o pico de 2000, a FMI reafirma a sua disciplina de qualidade e valor, destacando FirstCash, Allegion e Sodexo como negócios duráveis a transaccionar com desconto. Avisa que o caminho pela frente pode ser muito volátil.