Hardman Johnston Global Equity
Manager: Hardman Johnston Global Advisors LLC · Estratégia: Long only growth · Geografia: Global
Performance por trimestre
Posições core
Sem posições core (mínimo 3 cartas de histórico).
Temas recorrentes
Cartas publicadas
Q4 2025 2480 palavras
A Hardman Johnston Global Equity registou +2,91% (net) no T4 2025, contra +3,29% do MSCI AC World Net Index — modesto underperformance num ano de resultados muito fortes em termos absolutos. A nível sectorial, Financials e Consumer Staples lideraram o contributo, com Standard Chartered, Citigroup e Estée Lauder em destaque; Industrials e Consumer Discretionary detractaram, sobretudo via Rheinmetall e Uber. O fundo iniciou cinco posições — Cameco, Citigroup, Elanco, HDFC Bank e Vertiv — e liquidou Corteva, T-Mobile e Vertex Pharmaceuticals. A perspectiva articula cautela sobre concentração disfarçada em torno do tema IA e convicção estrutural na trajectória de despesa em defesa NATO.
Q1 2025 4200 palavras
A Hardman Johnston Global Equity rendeu +0,43% (net) no T1 2025, contra -1,32% do MSCI AC World Net Index, num trimestre turbulento. Industrials e Consumer Discretionary lideraram o contributo relativo, com Rheinmetall, Howmet e T-Mobile à cabeça, enquanto Information Technology e Energy detraíram — Marvell, Vertiv e TSMC pressionados pelo choque DeepSeek. O fundo iniciou cinco posições (Rheinmetall, Airbus, Marvell, Brookfield, Infineon) e liquidou oito, num corte deliberado da exposição a saúde. A perspectiva centra-se nas tarifas do «Liberation Day», na viragem orçamental alemã em defesa e no regresso do interesse às acções internacionais, com a deslocação de mercado a criar pontos de entrada atractivos.