Stewart Asset Management Flagship Portfolio

Manager: Thomas M. Valenzuela · Estratégia: Concentrated quality · Geografia: US

Cartas publicadas
2
Posições core
0
Temas recorrentes
3

Performance por trimestre

-2%0%+2%+4%+6%+8%+10%+12%+14%Q4 2024Q1 2025Q2 2025Q3 2025Q4 2025Q1 2026S&P 500 Index: Q2 2025 +10,94%S&P 500 Index: Q3 2025 +8,12%Stewart Asset Management Flagship Portfolio: Q2 2025 +8,06%Stewart Asset Management Flagship Portfolio: Q3 2025 +4,30%
Stewart Asset Management Flagship PortfolioS&P 500 Index

Posições core

Sem posições core (mínimo 3 cartas de histórico).

Temas recorrentes

Cartas publicadas

Q3 2025 631 palavras

A Stewart Asset Management, equipa liderada por Thomas M. Valenzuela na Ingalls & Snyder, reconhece um trimestre de subdesempenho: a carteira Flagship avançou 4,30% líquidos no terceiro trimestre de 2025, contra 8,12% do S&P 500, e 4,27% no acumulado do ano face a 14,83% do índice. Cerca de metade do atraso anual é atribuído à UnitedHealth, liquidada depois de a empresa ser acusada de sobrefacturação ao Estado federal; duas posições menores, com lucros em desaceleração, foram igualmente vendidas. O gestor mantém uma leitura construtiva, defendendo que o poder de lucros look-through da carteira — quinze líderes globais como Nvidia, Broadcom, Alphabet, Parker-Hannifin e Amazon — deverá crescer cerca do dobro do S&P 500 nos próximos cinco anos.

Q2 2025 620 palavras

A Stewart Asset Management, equipa de Thomas M. Valenzuela na Ingalls & Snyder, fecha o segundo trimestre de 2025 com a carteira Flagship a avançar 8,06% líquidos, aquém dos 10,94% do S&P 500; no primeiro semestre recuou 0,03% face a 6,20% do índice. O atraso é imputado à UnitedHealth, liquidada no trimestre depois de as práticas de reembolso do Estado federal comprometerem receitas e lucros. Aproveitando a queda da semana do 'Liberation Day', o gestor iniciou Palo Alto Networks, Chipotle e Zoetis a valorizações favoráveis, e saiu com lucro de MSCI e Domino's. Mantém leitura construtiva: espera que o poder de lucros look-through da carteira cresça cerca de 17,5% ao ano na próxima meia década.