Emerald Wealth Partners Growth Equity Strategy

Manager: Emerald Wealth Partners AG · Estratégia: Long only growth · Geografia: Global

Cartas publicadas
2
Posições core
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Temas recorrentes
4

Performance por trimestre

-15%-10%-5%0%+5%Q4 2024Q1 2025Q2 2025Q3 2025Q4 2025Q1 2026Bloomberg World Growth: Q4 2025 +1,90%Bloomberg World Growth: Q1 2026 -7,00%Emerald Wealth Partners Growth Equity Strategy: Q4 2025 +3,10%Emerald Wealth Partners Growth Equity Strategy: Q1 2026 -9,20%
Emerald Wealth Partners Growth Equity StrategyBloomberg World Growth

Posições core

Sem posições core (mínimo 3 cartas de histórico).

Temas recorrentes

Cartas publicadas

Q1 2026 2000 palavras

A Emerald Wealth Partners Growth Equity Strategy recuou −9,2% gross (−9,4% net) no T1 2026, abaixo do índice Bloomberg World Growth (−7,0%), embora tenha resistido melhor do que vários indicadores de crescimento como o Magnificent 7 (−12,0%), o e-commerce (−11,1%) ou as comunicações (−9,6%). O trimestre foi dominado por duas questões de AI — a bolha e a disrupção do software — e pela guerra Irão–EUA–Israel, que despoletou uma rotação para energia e defesa. O gestor mantém o overweight em AI, argumentando que a correcção reduziu riscos sem apagar a oportunidade, e defende que a AI não vai devorar o software crítico de missão. A única iniciação foi a Booking.com, financiada por reduções em semicondutores (Applied Materials, Tokyo Electron).

Q4 2025 2100 palavras

A Emerald Wealth Partners Growth Equity Strategy registou +3,1% gross e +3,0% net no T4 2025, contra +1,9% do índice Bloomberg World Growth, levando o YTD para +16,7% gross (+16,0% net) face a +18,6% do benchmark. O comentário articula uma tese central de "balancear" a oportunidade AI com a subida dos riscos de bolha: contributores Q4 foram semicondutores de equipamento (Applied Materials, ASML, Tokyo Electron), Alphabet e Thermo Fisher; detractores foram Oracle, ServiceNow e Uber. Movimentos estratégicos materiais: iniciações em Tencent, Alibaba, TSMC e Nvidia, reforços em Fortinet, Oracle e Meta, e saídas em MSCI, Revvity e Agilent. O regresso selectivo à China (after field trip de três semanas) e o reforço da tese de custom silicon (Broadcom, ASICs) são as duas apostas mais articuladas.