Smead International Value Strategy

Manager: Smead Capital Management · Estratégia: Long only value · Geografia: Global

Cartas publicadas
3
Posições core
0
Temas recorrentes
3

Performance por trimestre

Sem retornos publicados.

Posições core

Sem posições core (mínimo 3 cartas de histórico).

Temas recorrentes

Cartas publicadas

Q1 2026 1068 palavras

A carta T1 2026 da Smead International Value Strategy — intitulada "Succeeding Unconventionally" — invoca Keynes para defender posicionamento contrarian face ao consenso passivo no S&P 500. A estratégia mantém 38% em petróleo (com Cenovus, Strathcona, Tamarack Valley, Imperial Oil, International Petroleum e Occidental) numa altura em que o sector representa apenas 4,01% do índice e os preços spot convivem com curva backwardated. Em bancos europeus, defende Bawag, Unicredit, Bankinter, Barclays e Natwest após queda de 20-25% no trimestre, apoiando-se na sustentabilidade dos retornos sobre capital e nas recompras inéditas. Outras posições centradas em retornos elevados sobre capital incluem Burberry, Glencore, Frontline e Next.

Q4 2025 1142 palavras

A carta do quarto trimestre de 2025 da Smead International Value Strategy — intitulada "From Mythos to Logos: An Investor Tragedy" — aplica aos mercados a passagem grega do mito para a razão, a partir do livro de David McWilliams. As gestoras identificam três crenças em erosão: o excepcionalismo americano, sustentado pelo maior surto de capex da história dos EUA e já contestado pelo crédito que reavalia estruturas de capital mais frágeis; a Europa como caso perdido, quando os bancos do continente passaram a assumir que têm de cobrir o custo do capital, a reduzir rácios de custo sobre proveitos e a consolidar; e o "drill, baby drill", desmentido pela recusa dos produtores americanos em perfurar e pela margem de manobra reduzida da OPEP. Nenhuma posição ou retorno é divulgado.

Q3 2025 1228 palavras

A carta do terceiro trimestre de 2025 da Smead International Value Strategy — intitulada "Scaling Old Industries" — defende que escalar indústrias antigas é mais previsível do que a corrida por escala em indústrias novas, com referência explícita ao caso da IA. Na banca europeia, as gestoras descrevem a plataforma operacional da Unicredit sob Andrea Orcel e a participação parcial no Alpha Bank grego como modelo de redução de custos que eleva o retorno sobre capital do conjunto. No petróleo, o leilão da MEG Energy — colocada em jogo pela Strathcona Resources e disputada pela Cenovus Energy — serve para quantificar o valor da consolidação, com 400 milhões de dólares em poupanças anuais estimadas. Bawag e Frontline completam a lista de alocadores de capital identificados.