Ariel International Fund
Manager: · Estratégia: Long only value · Geografia: EU · UK · JP · EM
Performance por trimestre
Posições core
Temas recorrentes
Cartas publicadas
Q2 2026 3132 palavras
O Ariel International Fund subiu 21,50% no T2 2026, superando o MSCI EAFE (+10,82%) e o MSCI ACWI ex-US (+14,49%). As acções globais recuperaram com o alívio de tensões geopolíticas, lucros resilientes e investimento sustentado no ecossistema de IA, com Taiwan, a Coreia do Sul e o Japão a liderar. Top contributors: Murata, Infineon e MediaTek. Top detractors: BT Group, Orange e Algonquin. A gestora iniciou oito novas posições — incluindo Merck KGaA, Orsted, Pharmaron, Shenzhen Inovance, Sunny Optical e a recompra da TSMC — financiando-as com a saída da SUMCO por valoração e de vários outros nomes por rotação disciplinada. Postura construtiva, com a liderança de mercado a alargar- se para fora dos EUA.
Q1 2026 1950 palavras
O Ariel International Fund recuou 2,93% no T1 2026, atrás do MSCI EAFE Index (-1,24%) e do MSCI ACWI ex-US (-0,71%). O trimestre teve um arranque volátil e risk-off, marcado pela eclosão de guerra no Médio Oriente, subida dos preços de energia e pressões inflacionistas persistentes. Top contributors: Orange (ORA), SUMCO (3436.T) e Wacker Chemie (WCH.DE). Top detractors: Syensqo (SYENS.BR), Publicis (PUB.PA) e Informa (INF.L). A gestora iniciou nove novas posições, incluindo Bayer, Daifuku, ENGIE, Eurobank e MediaTek, e recomprou a Infineon, financiando-as com a saída de onze nomes por valoração ou rotação. Postura cautelosa: o risco de estagflação sobe com o choque petrolífero, mas as oportunidades de valor crescem fora dos EUA.
Q4 2025 1820 palavras
Ariel International Fund subiu 2,25% no T4 2025, abaixo do MSCI EAFE (4,86%) e do MSCI ACWI ex-US (5,05%); em 1 ano, +31,48% bate o EAFE (31,22%) mas fica aquém do ACWI ex-US (32,39%). Selecção em Industrials e Financials contribuiu; Consumer Discretionary e Health Care detraíram. Top contributors: Lasertec, Barclays, BAWAG. Detractors: Bandai Namco, Fresenius, SUMCO. Iniciadas 11 posições — Daikin (4,9%), Santander, Bank of Ireland, BMPS, TDK, CyberAgent, Horiba, Wacker, Fortum, Kuaishou, Lojas Renner. Saídas em valuation: AXA, Aptiv, BNP, Deutsche Boerse, Ebara, Emaar, JD.com, SEMCO; mais Sega Sammy. Tese central: maior risco hoje é underweight estrutural internacional, não aumento de exposição.