Hotchkis & Wiley Large Cap Fundamental Value Fund

Manager: · Estratégia: Large cap value · Geografia: US

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3
Posições core
1
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4

Performance por trimestre

-2%0%+2%+4%+6%+8%Q4 2024Q1 2025Q2 2025Q3 2025Q4 2025Q1 2026MSCI World Value Index: Q1 2025 +4,81%MSCI World Value Index: Q4 2025 +3,34%MSCI World Value Index: Q1 2026 +2,10%Hotchkis & Wiley Large Cap Fundamental Value Fund: Q1 2025 +5,96%Hotchkis & Wiley Large Cap Fundamental Value Fund: Q4 2025 +3,80%Hotchkis & Wiley Large Cap Fundamental Value Fund: Q1 2026 +0,36%
Hotchkis & Wiley Large Cap Fundamental Value FundMSCI World Value Index

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Q1 2026 1300 palavras

O Hotchkis & Wiley Large Cap Fundamental Value Fund (I Shares) entregou +0,36% no primeiro trimestre de 2026, ficando aquém do Russell 1000 Value (+2,10%) num trimestre marcado pela disrupção geopolítica. O sobrepeso em software (Workday, Salesforce) e seguradoras de saúde (Elevance Health) foi o principal detractor; a sobreexposição ao sector energético — APA, Ovintiv e Olin — gerou retornos colectivos de +49% e funcionou como cobertura efectiva contra o choque petrolífero. A equipa adopta postura contrarian face aos receios de disrupção por IA generativa, defendendo as posições em software pela complexidade de integrações e elevada retenção de clientes, e rejeita a leitura estrutural do mercado sobre as pressões nas seguradoras.

Q4 2025 1450 palavras

O Hotchkis & Wiley Global Value Fund (I Shares) entregou +3,80% no quarto trimestre de 2025, à frente do MSCI World Value Index (+3,34%) e do MSCI World Index (+3,12%), encerrando o ano com +23,77%. A equipa expressa cautela com a avaliação global do mercado — P/E forward próximo de 23x, no percentil 89 desde 1995 — mas sublinha que o fundo negoceia a 13x lucros forward e menos de 10x lucros normalizados. Sobreposição em software (incluindo F5), saúde e em internacionais; exposição a financeiras reduzida pelo segundo ano consecutivo. Alphabet, Warner Bros. Discovery e Ericsson contribuíram; F5, Workday e Fiserv detraíram.

Q1 2025 1000 palavras

O Hotchkis & Wiley Global Value Fund (I Shares) rendeu +5,96% no primeiro trimestre de 2025, à frente do MSCI World Value Index (+4,81%) e bem acima do MSCI World Index (-1,79%), arrastado pela queda de -14% dos Magnificent Seven perante a incerteza tarifária de Março. O valor superou o crescimento pela maior margem trimestral desde o início dos anos 2000 (+4,8% vs -7,8%). A equipa destaca o diferencial de avaliação ainda largo entre crescimento e valor (27x vs 15x sobre lucros normalizados) e que o portefólio negoceia a apenas 9x. CVS, Babcock e Siemens contribuíram; WPP, Alphabet e Workday detraíram. Exposição reforçada a sectores não-cíclicos e a acções não-americanas.