Hotchkis & Wiley Large Cap Fundamental Value Fund
Manager: · Estratégia: Large cap value · Geografia: US
Performance por trimestre
Posições core
Temas recorrentes
Cartas publicadas
Q1 2026 1300 palavras
O Hotchkis & Wiley Large Cap Fundamental Value Fund (I Shares) entregou +0,36% no primeiro trimestre de 2026, ficando aquém do Russell 1000 Value (+2,10%) num trimestre marcado pela disrupção geopolítica. O sobrepeso em software (Workday, Salesforce) e seguradoras de saúde (Elevance Health) foi o principal detractor; a sobreexposição ao sector energético — APA, Ovintiv e Olin — gerou retornos colectivos de +49% e funcionou como cobertura efectiva contra o choque petrolífero. A equipa adopta postura contrarian face aos receios de disrupção por IA generativa, defendendo as posições em software pela complexidade de integrações e elevada retenção de clientes, e rejeita a leitura estrutural do mercado sobre as pressões nas seguradoras.
Q1 2025 1080 palavras
O Hotchkis & Wiley Large Cap Fundamental Value Fund (I Shares) subiu +2,52% no primeiro trimestre de 2025, superando o Russell 1000 Value (+2,14%) num trimestre de forte rotação de estilo. As Magnificent Seven, mais de um terço do S&P 500, recuaram -14% colectivamente enquanto as restantes 493 acções avançaram +0,6%; o valor bateu o crescimento pela maior margem trimestral desde 2001. A saúde foi o maior contribuidor relativo — CVS, AIG e Elevance Health beneficiaram de reembolsos Medicare Advantage acima do esperado e de estabilização nos custos. Olin, Magna International e a Alphabet detraíram, penalizadas por resultados fracos e pelo receio tarifário. A carteira transacciona a 8x os lucros normalizados contra 17x do índice, sustentando a leitura contrarian de que a normalização favorece o método disciplinado da equipa.
Q4 2024 1050 palavras
O Hotchkis & Wiley Large Cap Fundamental Value Fund (I Shares) recuou -0,91% no quarto trimestre de 2024, superando o Russell 1000 Value (-1,98%) num trimestre em que o crescimento esmagou o valor — o Russell 1000 Growth subiu +7,1% e a vantagem do crescimento sobre o valor a dois anos atingiu 63 pontos percentuais, a maior desde 1979. No conjunto do ano, porém, o fundo ficou aquém (12,81% contra 14,37%), penalizado pela exposição negativa ao factor momento. F5, General Motors e Wells Fargo lideraram os contributos; Elevance Health, CVS e Olin detraíram. Com o S&P 500 a 25x lucros, a equipa mostra-se cautelosa quanto ao mercado amplo, aliviou financeiras e reforçou defensivas, mantendo a carteira perto da avaliação média histórica.