Impax Global Environmental Markets Fund
Manager: Hubert Aarts · Estratégia: Long only growth · Geografia: Global
Performance por trimestre
Posições core
Sem posições core (mínimo 3 cartas de histórico).
Temas recorrentes
Cartas publicadas
Q1 2026 820 palavras
O Impax Global Environmental Markets Fund recuou 0,76% (Institutional Class) no primeiro trimestre de 2026, mas superou o MSCI ACWI, que caiu 3,20%. A selecção em tecnologia da informação e na cadeia de valor dos semicondutores — TSMC e Applied Materials — foi fonte de valor, a par dos gases industriais defensivos, com destaque para a Linde. Em termos absolutos, saúde e tecnologia detraíram: a Microsoft cedeu com receios sobre gastos em IA, a Agilent recuou com a especulação em torno da QIAGEN e a Kerry Group desiludiu. O conflito no Médio Oriente e o encerramento do Estreito de Ormuz dominaram, disparando a energia. A equipa mantém uma abordagem de 'picks and shovels' à IA e lastro defensivo em resíduos, gases industriais e utilities.
Q3 2025 987 palavras
O Impax Global Environmental Markets Fund avançou 4,55% (Institutional Class) no terceiro trimestre de 2025, atrás dos 7,62% do MSCI ACWI. A rotação do mercado para acções de crescimento acelerado e de momento penalizou a inclinação de qualidade da carteira: materiais e industriais foram os principais detractores relativos, com reavaliações em baixa em ingredientes naturais, AVAC e infra-estrutura de água. A tecnologia da informação foi o principal contributo absoluto, com a Delta Electronics a beneficiar da procura ligada à IA, e o consumo discricionário destacou-se com a recuperação da Aptiv. A equipa mantém o lastro defensivo em resíduos e gases industriais e privilegia negócios de qualidade com poder de fixação de preços.
Q1 2025 1214 palavras
O Impax Global Environmental Markets Fund recuou 1,71% (Institutional Class) no primeiro trimestre de 2025, ligeiramente atrás dos -1,32% do MSCI ACWI. A tecnologia da informação foi o principal detractor absoluto após o choque DeepSeek, com Microsoft e Nvidia em destaque negativo; a exposição a saúde (Environmental Testing & Monitoring) também pesou. Em contrapartida, a inclinação defensiva da carteira brilhou: Siemens, Waste Management e Air Liquide contribuíram, apoiados por resíduos e gases industriais. A equipa de Hubert Aarts mantém cautela de curto prazo face à incerteza tarifária de Trump, esperando mais cortes da Fed, e reafirma optimismo de longo prazo nos drivers seculares dos mercados ambientais.