Horos Asset Management
Manager: Javier Ruiz · Estratégia: Long only value · Geografia: Global · EU · PT · UK · EM
Performance por trimestre
Sem retornos publicados.
Posições core
Sem posições core (mínimo 3 cartas de histórico).
Temas recorrentes
Cartas publicadas
Q2 2026 342 palavras
A carta do segundo trimestre de 2026 da Horos Asset Management é breve e quase inteiramente de enquadramento. Javier Ruiz nota que as dinâmicas assinaladas em cartas anteriores persistiram e até se intensificaram: o eixo deixou de ser o ciclo de investimento das grandes tecnológicas em centros de dados e passou a ser a repercussão desse ciclo em toda a cadeia de valor do sector, a que se soma a maior operação de entrada em bolsa de sempre, conduzida pela SpaceX. Diz manter-se preocupado com turbulência latente que o mercado parece ignorar e aceita o afastamento face aos índices como preço de não abandonar os princípios. Divulga os retornos trimestrais dos três fundos e o acumulado da equipa, sem posições nem atribuição.
Q1 2026 300 palavras
A carta do primeiro trimestre de 2026 da Horos Asset Management é breve e quase inteiramente de enquadramento. Javier Ruiz nota que o início do ano voltou a ser marcado pelo aparecimento de novas fontes de incerteza, com nervosismo e volatilidade nos mercados, e observa que, como nos últimos anos, as correcções deram lugar a recuperações rápidas, o que tende a limitar o surgimento de oportunidades verdadeiramente atractivas. Desta vez, porém, a incerteza teve um impacto muito desigual entre sectores, o que permitiu reequilibrar as carteiras e aumentar o seu potencial, com movimentos numerosos ao longo do período. Divulga retornos trimestrais de -2,6% no Horos Value Internacional, 0,7% no Horos Value Iberia e 0,2% no Horos Patrimonio. Não há posições nem atribuição.
Q4 2025 11803 palavras
Carta de fecho de 2025, publicada em Janeiro de 2026 e assinada por Javier Ruiz. Em 2025 o Horos Value Internacional rendeu 28,5% e o Horos Value Iberia 42,9%; a casa passou os 400 milhões de euros sob gestão e os 16 000 investidores, e lançou o Horos Patrimonio. Ruiz argumenta que a concentração e a avaliação da bolsa norte-americana — CAPE perto de 41 vezes, Magnificent Seven em 36% da capitalização — deixam margem de segurança quase nula, e atribui a dinâmica ao crescimento do investimento passivo e às expectativas em torno da inteligência artificial. No trimestre entraram a Zigup e a DIA no fundo internacional, saíram a Petershill e a Spartan Delta, e a Vidrala regressou ao ibérico.
Q3 2025 335 palavras
A carta do terceiro trimestre de 2025 da Horos Asset Management é breve e quase inteiramente de enquadramento. Javier Ruiz nota que o trimestre voltou a dar sinais claros do optimismo desenfreado que domina o mercado norte-americano, sobretudo nas empresas ligadas à inteligência artificial, e diz preferir manter-se à margem dessas dinâmicas quase de bolha, concentrando a exposição em geografias e sectores que ofereçam margem de segurança elevada. Divulga retornos trimestrais de 10,7% no Horos Value Internacional e 7,0% no Horos Value Iberia, com acumulados do ano de 23,9% e 31,4%, e sublinha que os resultados de curto prazo são pouco significativos face ao acumulado de treze anos da equipa. Agradece aos mais de onze mil investidores. Não há posições nem atribuição.