The London Company Mid Cap Strategy
Manager: The London Company · Estratégia: Long only value · Geografia: US
Performance por trimestre
Posições core
Sem posições core (mínimo 3 cartas de histórico).
Temas recorrentes
Cartas publicadas
Q4 2025 2444 palavras
O The London Company fechou 2025 com a estratégia Mid Cap a render 3,2% brutos (3,0% líquidos) no quarto trimestre, contra 0,2% do Russell Midcap, com a selecção de títulos e a exposição sectorial ambas a favorecer o resultado relativo. A casa lê o trimestre como o momento em que o movimento de beta elevado que impulsionou o índice em 2025 se esgotou, permitindo à carteira recuperar terreno depois de um ano difícil. Iniciou posição na Cooper Companies, atraída pelo oligopólio das lentes de contacto e pela margem por recuperar, e alienou a Crown Castle para reafectar capital a ideias de maior convicção. Para 2026 sinaliza dinâmicas de fim de ciclo e defende prudência.
Q3 2025 1059 palavras
O The London Company publicou a carta trimestral firm-wide do T3 2025, centrada na tensão entre especulação e qualidade. As acções norte-americanas prolongaram a subida iniciada após a trégua tarifária de Abril, com o Russell 3000 a ganhar 8,2% no trimestre e 14,4% no acumulado do ano, apoiadas por um corte de 25 pontos base da Reserva Federal e pelo entusiasmo com a inteligência artificial. Os factores de qualidade ficaram para trás e as carteiras da casa não alcançaram o objectivo de captura de subida de 85-90%: Mid, SMID e Small Cap foram as que mais ficaram aquém, sendo a Income Equity a única excepção. A gestora reafirma a protecção de queda e os negócios duradouros como resposta a avaliações esticadas.
Q2 2025 2407 palavras
A estratégia Mid Cap do The London Company subiu 5,7% brutos (5,5% líquidos) no segundo trimestre, contra 8,5% do Russell Midcap, com a selecção de títulos e a exposição sectorial ambas a penalizar o resultado relativo. A casa imputa mais de 40% do atraso à ausência dos dez melhores títulos do índice e descreve a subexposição estrutural a nomes de momento elevado como travão material. Manteve deliberadamente algumas posições mais fracas, por convicção de longo prazo nos negócios. Reforçou a Dollar Tree após a venda da Family Dollar e a Churchill Downs, aliviou a Armstrong World e a Post Holdings e saiu da Skyworks perante a perda de exclusividade num componente do iPhone. Para o segundo semestre sinaliza mais tarifas e risco de recessão acrescido.