Pershing Square Holdings, Ltd.
Manager: William A. Ackman · Estratégia: Concentrated quality · Geografia: US · Global
Performance por trimestre
Posições core
Sem posições core (mínimo 3 cartas de histórico).
Temas recorrentes
Cartas publicadas
Q2 2026 6100 palavras
A Pershing Square Holdings de Bill Ackman fechou o primeiro semestre de 2026 com um recuo de 12,6% no NAV por acção, contra uma subida de 10,2% do S&P 500; a acção caiu 23,9% e o desconto face ao NAV alargou de 24,1% para 34,0%. Fannie Mae, Freddie Mac e Universal Music lideraram os detractores. Ackman lê o semestre como uma deslocação temporária entre preços e valor intrínseco, num índice em que quase 85% dos ganhos vieram de dois sectores ligados à infra-estrutura de IA. Foi também o período mais produtivo de sempre em novas ideias: seis entradas — Visa, Mastercard, Netflix, S&P Global, Intercontinental Exchange e Alcon — a par das saídas de Universal Music, Alphabet e Hertz.
Q2 2025 5200 palavras
A Pershing Square Holdings de Bill Ackman gerou um retorno de NAV de 15,5% no primeiro semestre de 2025, incluindo dividendos, contra 6,2% do S&P 500; no acumulado até 19 de Agosto subia 17,7%. Uber, Fannie Mae, Universal Music e Freddie Mac lideraram os contributos, com Nike, Howard Hughes e Chipotle como detractores. A volatilidade ligada às tarifas permitiu iniciar a Amazon a 25x lucros futuros, reforçar Brookfield e Alphabet e sair da Canadian Pacific. O destaque estratégico é a transformação da Howard Hughes numa Berkshire Hathaway moderna, com a Pershing a deter 47% e a planear adquirir uma seguradora de ramos reais. Ackman antecipa um pano de fundo económico forte, mas alerta para mercados eufóricos e actividade especulativa.