13D Activist Fund

Manager: Ken Squire · Estratégia: Event driven · Geografia: US · Global

Cartas publicadas
3
Posições core
0
Temas recorrentes
5

Performance por trimestre

-5%0%+5%+10%+15%Q4 2024Q1 2025Q2 2025Q3 2025Q4 2025Q1 2026Russell 2000 TR: Q3 2025 +12,39%Russell 2000 TR: Q4 2025 +2,19%13D Activist Fund: Q3 2025 +8,88%13D Activist Fund: Q4 2025 +0,40%
13D Activist FundRussell 2000 TR

Posições core

Sem posições core (mínimo 3 cartas de histórico).

Temas recorrentes

Cartas publicadas

Q2 2026 5150 palavras

O 13D Activist Fund fechou o segundo trimestre de 2026 com um retorno líquido de 32,61% face a 21,49% do Russell 2000, elevando o acumulado do ano para 32,93%. Ken Squire atribui o trimestre a duas decisões: a concentração da carteira de cerca de 25-30 para 15-20 posições e a internacionalização, com cinco campanhas japonesas e quatro europeias a somar nove situações fora dos Estados Unidos. Entrou em Delivery Hero, Money Forward, Nippon Express e Synopsys, com Sachem Head, ValueAct e Elliott como protagonistas, e saiu de Acadia Healthcare, Kansai Electric, TripAdvisor, Workiva e Six Flags. A exposição geográfica ficou em 46,16% nos Estados Unidos, 27,00% no Japão e 21,46% na Europa, com cobertura cambial integral nas posições japonesas.

Q4 2025 4180 palavras

O 13D Activist Fund encerrou 2025Q4 com retorno líquido de 0,40% face a 2,19% do Russell 2000 e 3,06% no acumulado do ano contra 12,81% do índice. Ken Squire enquadra a divergência num mercado dominado por large caps e reforça que o activismo accionista atingiu máximo histórico nos EUA com 152 campanhas em 2025. A carteira rodou cinco posições no trimestre, saindo de Asbury, Janus Henderson, Match, PFG e Qorvo, e entrando em Ebara, Kansai Electric, Integer, Six Flags e WEX. Squire inaugura exposição directa ao Japão via campanhas da Third Point e Elliott e mantém viés a catalisadores activistas em mercados internacionais.

Q3 2025 3850 palavras

O 13D Activist Fund encerrou 2025Q3 com retorno líquido de 8,88% face a 12,39% do Russell 2000, mantendo divergência relativa num mercado dominado por large caps que penaliza mandatos SMID. Ken Squire articula tese estrutural para activismo accionista, citando 295 campanhas nos três anos anteriores ao Universal Proxy Card contra 370 nos três posteriores, com taxa de sucesso a subir de 73% para 88%. A carteira rodou doze posições, saindo de Air Products, Middleby, PENN, Vestis, YETI, RIOT e Kenvue, e entrando em BILL Holdings, PFG, Tripadvisor, Viasat e Workiva, com Starboard, Sachem Head, Carronade Capital e Irenic Capital como protagonistas das novas teses.