A liderança de mercado alargou-se durante o trimestre face ao rali estreito e dominado por mega caps que caracterizou grande parte dos dois anos anteriores. Os sectores cíclicos beneficiaram da resiliência económica continuada, enquanto as acções de valor e as empresas de pequena e média capitalização participaram de forma mais significativa na subida do mercado. Os mercados internacionais também subiram, sobretudo regiões com exposição relevante à cadeia global de fornecimento de IA. Para uma estratégia de valor mid-cap, este alargamento é a condição prévia para recuperar o atraso acumulado — ainda que no trimestre não tenha bastado.
Deslocação de small caps
Pillar: Estrutura de mercado · 319 cartas · 147 fundos · 7 trimestres
Como gestores articulam este tema (283 variantes)
- A vantagem estrutural do universo small e mid cap
- Aceleração de resultados em small caps com valuation discount histórico
- Adaptabilidade das pequenas e médias empresas com alavancagem mínima
- Alargamento da liderança — dispersão favorece selecção bottom-up
- Alargamento da liderança — valor e capitalizações menores voltam a participar
- Alargamento descendo no espectro de capitalizações
- Argumento de início de ciclo de superação das small caps
- Atrasos relativos seguidos de recuperações mais longas — o padrão histórico do fundo
- Avaliações atractivas em small e mid caps
- Avaliações atractivas em small e mid caps internacionais
- Avaliações atractivas nas small caps após a queda
- Avaliações das pequenas capitalizações atractivas face ao histórico e às grandes
- Bancos comunitários e micro-caps fora do radar institucional
- Bear market nas small caps — valorizações perto de mínimos históricos
- Bifurcation persistente — 10% do S&P 600 perto de mínimos de pandemia
- Bifurcação do small cap e expansão do eixo de oportunidade
- Biotecnológicas pequenas e privadas castigadas enquanto as cotadas estabilizam
- Blind spots de small-cap — PAR Technology e Timee
- Broadening dos drivers de mercado — small e mid-caps
- Broadening dos drivers de mercado — small-caps a catch a bid
- Carteira a transaccionar com o maior desconto ao valor intrínseco desde 2022
- Carteira small-cap com desconto histórico
- Composição deliberadamente diferente do índice nas capitalizações mais pequenas
- Contradições extremas de avaliação — small caps como terreno do long/short
- Crescimento de pequena e média capitalização em atraso pelo quinto ano consecutivo
- De-grossing recorde dos hedge funds a punir small/mid caps
- Desatenção de mercado em small caps cria ineficiência explorável
- Desconexão de avaliações em small-cap value
- Desconexão de preços em small-cap value e oportunidade selectiva
- Desconexão de preços em small/mid-cap value e oportunidade selectiva
- Desconexão entre fundamentais e cotações nas pequenas empresas de crescimento
- Desconto de 26% e inflexão de lucros a favor das small caps
- Desconto de avaliação das pequenas capitalizações com resultados a reacelerar
- Desconto de avaliação das small caps face às large caps
- Desconto de pequenas e médias empresas e potencial de rotação
- Desconto de small caps face a large caps desde o dot-com
- Desconto histórico das pequenas capitalizações de valor face às grandes
- Desconto histórico de small caps face a large caps
- Desconto histórico do múltiplo das pequenas capitalizações de valor face ao S&P 500
- Desconto persistente das empresas de menor capitalização
- Desconto profundo no universo small cap de qualidade
- Deslocacao das small caps — rali de baixa qualidade e desconto de avaliacao
- Deslocação SMID — alargamento de leadership fora da megacap
- Deslocação das pequenas capitalizações
- Deslocação das pequenas capitalizações — ineficiências como terreno de procura
- Deslocação das pequenas e médias capitalizações
- Deslocação das small caps
- Deslocação das small caps e o maior fosso de avaliação desde 1935
- Deslocação das small caps e ventos contrários ao estilo de valor
- Deslocação das small caps — ineficiências como terreno de caça
- Deslocação de capital em small caps de saúde a abrir oportunidade
- Deslocação de pequenas capitalizações
- Deslocação de preços e oportunidade selectiva no small e micro-cap
- Deslocação de preços nos segmentos não-IA do mercado
- Deslocação de small caps
- Deslocação de small caps e dispersão idiossincrática
- Deslocação de small caps e expansão do eixo de oportunidade
- Deslocação de small caps e value face a large caps growth
- Deslocação de small caps em Liberation Day
- Deslocação de small caps face a large caps
- Deslocação de valor a favor do small cap
- Deslocação de valor e enviesamento de baixa qualidade em small caps
- Deslocação de valor em small caps
- Deslocação de valor nas small caps de qualidade — 1999 redux
- Deslocação de valorização em smid caps — oportunidade após anos de atraso
- Deslocação e ciclo atípico das small caps
- Deslocação e negligência das SMID caps
- Deslocação em pequenas capitalizações
- Deslocação em small caps e exchanges sub-cobertas
- Deslocação em small e micro-caps subcobertos
- Deslocação em small-caps tecnológicas por rotação AI-induzida em legacy tech
- Deslocação entre especulação e fundamentais nas small caps
- Deslocação entre micro caps de qualidade e títulos especulativos
- Deslocação entre small caps de qualidade e títulos especulativos
- Deslocação estrutural das empresas de média e pequena capitalização
- Deslocação estrutural das small-caps como oportunidade plurianual
- Deslocação estrutural de small caps face a large caps
- Deslocação estrutural em small e micro-caps por ineficiência institucional
- Deslocação estrutural em small e microcaps com poucos olhares
- Deslocação estrutural entre small caps e large caps após 13 anos de outperformance large
- Deslocação extrema de small caps e value face a large caps growth
- Deslocação histórica de small caps face a large caps
- Deslocação histórica em pequenas capitalizações
- Deslocação histórica em small-caps — valorização relativa em mínimos pós-1930s
- Deslocação histórica small caps vs large caps
- Deslocação nas pequenas capitalizações — especulação, fluxos de retalho e concentração do índice
- Deslocação no small cap como terreno para alpha activo
- Deslocação prolongada das SMID caps face às large caps
- Deslocação prolongada das small caps — benchmark ~12% abaixo do pico de Fevereiro de 2021 quase quatro anos depois, apesar do crescimento fundamental real
- Deslocação prolongada small caps vs large caps
- Deslocação small cap — setup para outperformance em 2026
- Deslocações de preço em micro e small-caps globais
- Diferencial de avaliação entre grandes e pequenas capitalizações norte-americanas como anomalia sujeita a reversão
- Diferencial de avaliação entre grandes e pequenas capitalizações norte-americanas no extremo de duas décadas
- Disciplina GARP em US small cap a entregar alpha consistente
- Disciplina de qualidade perante a subida de títulos de baixa qualidade
- Dispersão de avaliações entre grandes e pequenas capitalizações historicamente ampla
- Dispersão small cap — rally em lower-quality e non-earners deixa value de qualidade para trás
- Divergencia de estilo e capitalizacao
- Divergência de capitalização e estilo na correcção
- Divergência de estilo e capitalização
- Divergência de estilo e capitalização em small-caps
- Divergência de estilo e rotação de factores
- Divergência entre fundamentais sólidos e resultados de mercado nas small e mid caps de qualidade
- Edge estrutural em hidden gems e exchanges sub-investigadas
- Empresas de menor dimensão poderiam beneficiar relativamente mais de uma eventual expansão de múltiplos
- Especulação em títulos de baixa qualidade — mispricing a favor do fundo
- Especulação mais pronunciada descendo o espectro de capitalizações
- Fragilidade do universo small e mid-cap no primeiro trimestre
- Fraqueza das small cap special situations enquanto factor de mercado
- Fundamentais de small e mid caps a virar a esquina
- Fundamentais sólidos das EGC ignorados pelas cotações
- High-beta/low-quality rally penaliza Fund — pior trimestre em 25 anos para high-beta
- Holdings em valuations atractivas — 7,7x resultados estimados, 6,2x líquidos de caixa
- Holdings em valuations atractivas — 8,0x resultados estimados, 6,6x líquidos de caixa
- Holdings em valuations atractivas — 8,4x resultados estimados, 6,8x net of cash
- Holdings em valuations historicamente atractivas
- Holdings em valuations historicamente atractivas — 7,7x resultados, 6,2x net of cash
- Inclinação para a fraqueza das small caps com balanços sólidos
- Ineficiência de preço em empresas pequenas e pouco seguidas após mudança significativa
- Ineficiência e vantagem de liquidez no segmento micro-cap
- Ineficiência estrutural dos mercados de small-cap
- Ineficiência persistente em small e micro-caps subcobertas
- Ineficiências persistentes nos cantos de nicho do mercado de small-caps
- Inflexão dos lucros das small caps a fechar o desconto face às large caps
- Interesse sustentado pelas empresas de menor dimensão e enviesamento agressivo para capitalizações menores
- Inverno persistente do small-cap value — Russell 2000 Value +5% vs S&P +10,9%
- Início de ciclo de superação das small e smid caps
- Início de novo ciclo de small caps com desconto de avaliação largo
- Junk rally em small-caps — Quality Growth com pior trimestre relativo de sempre
- Junkyard Rally — outperformance extrema de baixa qualidade em small cap
- Liderança das SMID caps — oportunidade estrutural versus trade táctico de cortes de juro
- Liderança das large caps e penalização do estilo de qualidade
- Liderança de baixa qualidade nas pequenas capitalizações desde Abril
- Liderança de baixa qualidade no small cap growth
- Liderança de mercado por títulos especulativos ligados a temas populares
- Liderança de small caps e dispersão estilo
- Liderança secular das small caps — ritmo de inovação
- Liderança secular de small caps — pace de inovação vs trade tactical
- Lower quality rally em small-cap — outperformance unprofitable >500bp no T4
- Lower quality rally em small-cap — unprofitable stocks +1500bp no trimestre
- Lucros e Fed a inflectir a favor de small value
- Micro caps em baixa num trimestre volátil
- Micro caps penalizadas pelos receios de tarifas e estagflação
- Micro e small caps de qualidade em mínimos relativos de valuation
- Micro e small-caps subseguidas sistematicamente mal avaliadas
- Micro-caps de qualidade com valorizações atractivas face a large-caps
- Micro-caps domésticos bem posicionados para 2025
- Microcaps em alta — small caps roughly even com large caps no T4
- Movimento de small e mid-cap value como sinal de rotação
- Negligência em small/mid-caps como terreno fértil de selecção activa
- Nichos como porto seguro em small e micro-caps
- O desconto imposto a quem o índice exclui
- O universo de pequena capitalização como terreno de inovação
- Oportunidade contrarian e possível repetição do início da década de 2000
- Oportunidade de valorização em small caps após anos de atraso relativo
- Outperformance incipiente de small caps após período de concentração large cap
- PAR Technology — drawdown de 44% e tese de mega tier-1 RFPs
- Pechinchas entre small caps e microcaps fora dos grandes índices
- Pequenas capitalizações a descontar já um cenário recessivo
- Pequenas capitalizações a desconto de uma geração face às grandes
- Pequenas capitalizações baratas na manchete, mas com índices de qualidade inferior
- Pequenas capitalizações baratas na manchete, mas de qualidade desigual
- Pequenas capitalizações com valor relativo preservado mas já sem desconto generalizado
- Pequenas capitalizações continuam a ficar para trás e a gestora mantém deliberadamente a descida na escala de capitalização
- Pequenas capitalizações de qualidade esquecidas e baratas
- Pequenas capitalizações de valor esquecidas — eventualmente o valor vence
- Pequenas capitalizações descontadas face às grandes com melhoria de lucros esperada
- Pequenas capitalizações em mínimos de várias décadas face às grandes
- Pequenas capitalizações melhor posicionadas do que as grandes à entrada de 2025
- Pequenas e micro capitalizações fora de favor perante os sectores dominantes
- Pequenas e médias capitalizações — avaliações atractivas e oportunidades fora do radar
- Persistência do desempenho inferior das small caps face às grandes capitalizações
- Pressão sobre as empresas mais pequenas face às mega caps
- Qualidade fora de favor — investidores venderam negócios de qualidade para financiar acções mais voláteis
- Qualidade nos micro-caps como motor de desempenho relativo
- Qualidade nos small-caps e reversão do prémio pós-eleitoral
- Qualidade não recompensada apesar de viragem rara a favor de growers estáveis
- Quality factor no 100º percentil inverso — magnitude histórica
- Queda acentuada das small caps em Dezembro e prémio das mega caps
- Queda das small caps em Dezembro e oportunidade
- Rali de momentum sem fundamentais ao longo do espectro de capitalização
- Rali inicial das small caps no pós-eleição e reversão dos ganhos
- Realização de valor em small caps de saúde via fusão e aquisição
- Realização de valor em small caps via fusão e aquisição
- Recuperação aguda favorece factores adversos a qualidade
- Recuperação de beta elevado nas small caps liderada por baixa qualidade
- Recuperação de resultados para além das mega-caps
- Recuperação do small-cap growth e do beta elevado
- Recuperação especulativa nas small e mid caps a penalizar a qualidade
- Reemergência das empresas de menor capitalização e manutenção da postura agressiva
- Regresso da amplitude às pequenas capitalizações depois do domínio das mega-capitalizações
- Regresso da qualidade e do valor nas pequenas capitalizações
- Reposicionamento das small caps e alargamento da liderança de mercado
- Resiliência das small caps e defesa de nomes especulativos
- Resiliência das small caps e do valor face ao crescimento
- Resiliência relativa dos small caps com volatilidade interna
- Retoma das pequenas capitalizações liderada por qualidade baixa, lida como comportamento de início de ciclo
- Retoma especulativa do Russell 2000 apoiada num apetite insaciável pelo risco
- Retoma especulativa do Russell 2000 liderada por empresas sem lucros e por vezes sem receitas
- Retorno relativo das pequenas capitalizações em mínimos raramente vistos
- Reversão potencial das small e mid-caps após a pior bienal do século
- Rotação de liderança para small cap value
- Rotação de regresso aos fundamentais nas pequenas capitalizações em 2026
- Rotação de volta aos fundamentais nos micro-caps de qualidade
- Rotação do tempo de investigação para médias capitalizações com pistas de crescimento mais longas
- Rotação e atractividade relativa de small e mid caps
- Rotação estrutural para small value
- Rotação estrutural para small value e primeiro inning do rebound
- Rotação iminente de large cap growth para SMID cap value
- Rotação para menores capitalizações com valor atractivo
- Rotação para pequena capitalização e cíclicos
- Rotação para small e SMID-caps face a large-caps
- Rotação para small e SMID-caps face a mega-caps tecnológicas
- Rotação para small e mid-cap value nivela o terreno pela primeira vez desde 2022
- Rotação para títulos de baixa qualidade em small caps
- Rotação para valor em menores capitalizações
- Rotação potencial de crescimento para valor a favor de small caps de qualidade
- Rotação sectorial e activos subvalorizados em sectores fora de favor com fundamentos sólidos
- Russell 2000 com retorno prospectivo de 7-10% na próxima década, acima dos 5-7% do S&P 500
- SMID caps — ritmo de inovação contra leitura táctica do ciclo
- SMID growth snapback historicamente forte pós underperformance extrema
- Selectividade e desconexão em small/mid-cap value
- Sentimento deprimido nos small caps britânicos como trampolim
- Sentimento negativo a esmagar small caps de crescimento apesar de fundamentais sólidos
- Small caps EUA — valuations deprimidas face às large caps
- Small caps atrás das large caps no pior trimestre do Russell 2000 desde o segundo trimestre de 2022
- Small caps atrás das large caps pelo lado dos lucros, apesar de avaliações mais atractivas
- Small caps avaliadas para recessão — terreno fértil para long/short
- Small caps baratas e pouco detidas, com melhoria dependente da aceleração do crescimento
- Small caps cerca de 30% mais baratas que pares de maior capitalização
- Small caps cheaper que large caps mas não cheap em termos históricos
- Small caps com desconto de 30% — ponto de entrada atractivo
- Small caps de qualidade a desconto histórico face a large caps
- Small caps de qualidade em mínimos relativos de valuation de 30+ anos
- Small caps deprimidas face às grandes capitalizações
- Small caps e value a recuperar terreno face a large caps e growth
- Small caps em correcção profunda com recessão possivelmente já descontada
- Small caps em desconto após pressão das taxas de juro
- Small caps em múltiplos historicamente baixos com crescimento a reemergir
- Small caps em recovery pós-bear-market
- Small caps em recovery — record high e low-quality leadership
- Small caps melhor posicionadas para 2025 face ao desconto de valuation versus large caps
- Small caps na valorização relativa mais baixa face às large caps em mais de 25 anos
- Small caps norte-americanas como beneficiárias do ambiente pós-eleições
- Small caps pressionadas em Dezembro com incerteza política e Fed mais lenta
- Small caps resistem — Russell 2000 sobe 0,89% contra queda do Russell 1000
- Small caps subavaliadas e subcobertas como terreno de caça preferido perante a concentração em large caps
- Small caps value com valorizações inferiores ao índice e balanços sólidos
- Small caps — desconto de valorização e estabilização de resultados
- Small caps — desconto de valorização e recuperação de resultados
- Small e micro caps com desconto próximo de 25% e aceleração de resultados
- Small e mid caps como driver de retorno relativo
- Small e mid caps de qualidade deixadas na sombra
- Small e mid caps tão baratos como nos finais dos anos 1990
- Small-cap growth como mean reversion structural após 4+ anos de underperformance face a large-caps
- Small-cap growth como mean reversion — valuations baratas e alocações no mínimo de uma década
- Smaller-caps como zona privilegiada de multi-baggers num regime de dinamismo elevado
- Sobreperformance estrutural de pequenos e médios Financials face às maiores instituições
- Sobrepeso mantido em small-caps face a índices e pares
- Subavaliação relativa das pequenas capitalizações norte-americanas descrita como oportunidade de uma geração
- Subdesempenho prolongado das small-caps como oportunidade
- Subida das small caps concentrada em beta elevado e qualidade inferior
- Subida especulativa nas small caps e liderança das large caps
- Subvalorização persistente das empresas de menor capitalização
- Terceiro ano positivo para as small caps e alargamento da amplitude do mercado
- Uma década que favoreceu o tamanho — caça feliz fora do S&P 500
- Underperformance estrutural de small caps — setup para reversão em 2026
- Universo de micro e pequenas capitalizações como vantagem estrutural
- Universo micro/small como vantagem estrutural do mandato
- Valor em small caps e cíclicas selectivas
- Valor estrutural em bancos regionais de pequena e média capitalização
- Valorizações SMID atractivas face a large caps, perto do limite inferior histórico
- Valorizações deprimidas e fundo de resultados nas pequenas capitalizações
- Valorizações relativamente baixas e fundo de resultados nas SMID caps
- Valuations SMID compelling perto do lower end histórico face a large caps
- Valuations small-cap em mínimos multidecadais vs large caps
- Valuations small-cap perto de multi-decade lows vs large caps
- Valuations small-cap perto de mínimos de várias décadas face a large caps
- Valuations small/mid cap perto do lower end histórico vs large caps
- Vantagem em small e microcaps sub-seguidas e fora do radar
- Viés de baixa qualidade entre pequenas e médias capitalizações
- Índices do sector escondem o estrago nas biotecnológicas mais pequenas
Articulação por trimestre
Articuladores
A exposição a bancos subiu para cerca de 14% do fundo no fim do trimestre, com Steele Bancorp, Skyline Bankshares e River Financial no topo. Eriksen argumenta que quase todos crescem moderadamente e transaccionam abaixo de oito vezes resultados, quando deveriam negociar em múltiplos superiores e seriam candidatos atractivos a aquisição. Sublinha ainda a dificuldade prática de comprar estas acções através de certos correctores, com parte da posição na River Financial adquirida directamente junto do banco. É a mesma ineficiência estrutural que justifica o foco do fundo em micro-caps de balcão.
A casa afirma que toda a estratégia small cap está descontada, com muitas acções severamente subavaliadas, e que estas avaliações baratas começam a ser notadas — incluindo por potencial M&A. Lucros das participadas projectados a crescer dois dígitos em 2026. O atraso do fundo (+9,51% vs +21,49% do Russell 2000) reflecte ausência deliberada de tecnológicas especulativas, não deterioração fundamental.
A gestora agradece ironicamente a distorção de estrutura de mercado provocada pelos ETFs, notando que os quadros de analistas de empresas foram dizimados nos últimos vinte anos. Sustenta que a rejeição de empresas de menor capitalização, de modelos de negócio atípicos ou que reduzem a sua liquidez através de recompras significa que deixaram de ser eficientemente apreçadas. Formaliza dois factores de desconto não económico: a Equity Yield Curve e o ETF Divide.
Apenas 25% das empresas rentáveis do Russell 2500 superaram o índice no segundo trimestre — um lembrete de que este rali recompensou o momentum mais do que os fundamentais, com small caps especulativas entre os motores do mercado. Historicamente, períodos deste tipo revelaram-se de reversão para a média, o que tem jogado a favor da casa. Temas estreitos e oscilações rápidas de sentimento criam oportunidades para investidores fundamentais de longo prazo, e em Junho surgiram sinais de alargamento do mercado e de regresso do foco aos fundamentais.
As small caps superaram as large caps e o Russell 2000 subiu 21,5% no trimestre, mas a força concentrou-se em nomes de beta e volatilidade elevados. O quintil de beta mais alto rendeu perto de 58% e gerou a maior parte do ganho do índice, e a ausência de exposição a este grupo explicou perto de 80% do atraso relativo da carteira. Mais abaixo no espectro de capitalização, apenas 25% das empresas rentáveis de pequena e média dimensão superaram o Russell 2500 no trimestre.
Tese central da estratégia explicitamente articulada na prose do fact sheet: existem oportunidades materiais em small caps abaixo de 2 mil milhões USD que ficam fora da cobertura de Wall Street e dos veículos tradicionais. Long Cast posiciona o seu edge na ineficiência destes mercados e no draw-down disciplinado de research primário (gestão, clientes, concorrência) para identificar compounders antes da descoberta institucional, citando EVI, CCRN e CCRD como precedentes.
As pequenas capitalizações subiram 21,49% no trimestre, à frente dos 15,20% das grandes, numa recuperação em que valor e crescimento participaram. O gestor lê o movimento como exactamente o tipo de amplitude que a diversificação deve proporcionar depois de anos de domínio das mega-capitalizações. Ressalva, porém, que o quadro do acumulado do ano mostra uma inversão significativa entre o valor de grande capitalização, com 16,26%, e o crescimento equivalente, com 5,33%, reflexo sobretudo da rotação do primeiro trimestre.
A Summers apresenta a fusão e aquisição como mecanismo central de realização de valor: o fundo tem, em média, uma participada adquirida por ano, com prémios entre 17% e 207%. A tese assenta na ineficiência das small caps de saúde — 44% do Russell 2000 sem cobertura de análise — onde compradores estratégicos e de private equity acabam por reconhecer valor que o mercado ignora.
A rotação continuada para acções de small e mid-cap value compensa o vento contrário do mercado dominado por large caps que o fundo enfrentou nos anos anteriores a 2026. Squire afirma não ver um ambiente de mercado próximo de um terreno nivelado para small e mid-cap value desde 2022. Ressalva, porém, que o desempenho futuro continuará a depender sobretudo da capacidade de investir numa carteira concentrada das melhores situações activistas à escala global, e não do regime de estilo.
A amplitude de revisões de resultados das small e mid caps inflectiu em alta, saindo de três anos de regime de cortes: depois de um mínimo de -28% em 2023, fechou a época de resultados do trimestre em +10%. As avaliações passaram de um prémio histórico sobre as large caps para um desconto profundo, com fusões e aquisições a ganhar força.
Em coerência com o universo small/mid-cap value benchmarkado contra Russell 2500 Value e Russell 2000 Value, a gestora enquadra a volatilidade do trimestre como ampliadora de oportunidades para investidores com paciência. A iniciação de Scotts Miracle-Gro com enquadramento de "potencial para se tornar uma franquia duradoura tipo Ariel" exemplifica o tipo de oportunidade selectiva que a equipa procura em fases de stress.
Em coerência com o universo small-cap value benchmarkado contra Russell 2000 Value e Russell 2000, a gestora enquadra a volatilidade do trimestre como ampliadora de oportunidades para investidores com paciência. Apesar de não ter iniciado nem saído de posições, a equipa reforça que oportunidades de investimento crescem quando incerteza é elevada e apetite por risco é limitado, com várias teses defendidas (Mattel, NCLH, Brink’s) onde mercado foca execução de curto prazo em detrimento de poder de lucros de longo prazo.
A gestora reafirma o caso construtivo de longo prazo para o segmento small-cap dos EUA. O Russell 2000 Index transacciona perto de mínimos multidecadais numa base relativa a large caps, enquanto os lucros provavelmente atingiram o fundo e começam a reacelerar — com estimativas de consenso a apontar para crescimento de lucros small-cap a superar o large-cap no final de 2026. Tailwinds de longo prazo identificados: aumento da actividade de M&A, melhoria das tendências de manufactura doméstica suportada por reshoring e investimento em infraestrutura, e contexto regulatório e tarifário mais favorável. O posicionamento é função do processo bottom-up e não de previsões top-down.
A liderança de mercado continuou a alargar-se: mid e small caps dos EUA mais resilientes do que a megacap de crescimento, Russell 2000 Value foi o melhor segmento (+5,0%) e cada membro das Magnificent Seven ficou atrás do S&P 500. Os gestores consideram este ambiente de maior participação e dispersão historicamente favorável à investigação diferenciada e ao seu processo bottom-up, com preços a seguir lucros e ciclos de lucro duráveis no longo prazo.
Apesar da turbulência, com o índice a cair aproximadamente 11% do pico de fim de Janeiro até ao mínimo de Março, os small caps mostraram-se relativamente resilientes face ao S&P 500. Russell 2000 fechou +0,9% no trimestre e Russell 2000 Growth -2,8%, ambos superando o S&P 500 em mais de 5,2 e 1,5 pontos percentuais respectivamente. A equipa enquadra a participação mais alargada e maior dispersão como ambiente favorável para selecção bottom-up.
O primeiro trimestre foi desafiante em todo o segmento small e mid-cap, com o fundo a recuar 4,6% enquanto o iShares Russell 2000 Value subia 4,9%. O gestor enquadra essa fraqueza como origem de mispricing, com os fundamentais a começarem a impor-se em Abril e Maio, e vê o segmento como terreno fértil para valor profundo idiossincrático.
Num trimestre difícil para ganhos, as small caps de valor foram uma excepção notável: o Russell 2500 Value subiu 4,8% e o Russell 2000 registou +0,9%, contra −4,3% do S&P 500. As small caps têm vindo a recuperar terreno e superam agora em base de um ano (25,7% vs 17,8%). Houve divergência de estilo marcada, com value a oferecer margem de protecção enquanto growth sofria, e rotação para cíclicos como energia, industriais e materiais. A gestora enquadra o ambiente como favorável a empresas de qualidade com balanços sólidos e histórico de lucros, face a nomes mais especulativos sem suporte de avaliação.
Eriksen articula explicitamente o pillar core do fundo em três slides consecutivos: stocks mais pequenos são mais simples, têm filings mais curtos, são menos eficientes e historicamente outperformam. Suporta a tese citando o foco de Buffett em nano-caps e micro-caps nas suas duas primeiras décadas. Eriksen invoca Klarman, Greenblatt e Templeton para reforçar a vantagem de actuar fora do alcance institucional.
Mandato concentrado em small e microcaps, com Cerro a explicitar a opção deliberada por empresas com menor cobertura, em pontos de inflexão de ciclo ou com alavancagem operacional por explorar. Posições core como KITS, REAL, EVLV, SNWV e TOI ilustram o padrão. Cerro contrasta esta abordagem com a perseguição da temática de IA em large-caps.
Após período prolongado de desempenho estreito dominado por grupo concentrado de large-cap technology e seus análogos small e mid cap, o primeiro trimestre viu retornos a alargar. Small cap outperformance continuou através da volatilidade. Notavelmente, mesmo num ambiente de subida de taxas a concluir o trimestre, áreas value-oriented, smaller cap e cíclicas superaram. Sinal incipiente de período de outperformance sustentada de small caps.
Os gestores apresentam evidência gráfica de que high quality small cap equities transaccionam em níveis relativos de valuation só atingidos duas vezes em mais de 30 anos. Argumentam que a underperformance recente foi impulsionada por compressão de múltiplos e não por deterioração de fundamentais, com as carteiras a continuarem a entregar crescimento de vendas e EBITDA superior ao Russell 2000 Growth. Citam deslocações históricas similares como precedente de períodos subsequentes de expansão de múltiplos.
A equipa mantém que os small caps de qualidade transaccionam em níveis de valuation relativa próximos de mínimos históricos, após contracção de múltiplos de base alargada. Argumentam que o atraso recente foi de múltiplos e não de fundamentais, com as carteiras a continuarem a entregar crescimento superior ao índice. Identificam a rotação de baixa qualidade das cinco semanas finais como temporária.
A equipa enquadra o trimestre como uma divergência crescente entre a solidez operacional das empresas e o desempenho das acções, com o mercado a pressionar perfis de crescimento de maior duração enquanto favorece visibilidade de lucros imediata. Sustentam que os fundamentais das participadas permanecem intactos e que os negócios de qualidade estão bem posicionados para compor valor no longo prazo, lendo o atraso como compressão de múltiplos e não deterioração de fundamentais.
O fundo mantém-se estruturalmente posicionado em small e mid cap growth (benchmarks Russell 2000 e Russell 2000 Mid Cap Growth). As quedas do fim do trimestre são lidas como desconexões entre preço e fundamentos — caso da AmpliTech, com valor empresarial de apenas 46 milhões USD, e da Sanuwave, penalizada por reacção a resultados que o gestor considera injustificada. A disciplina GARP procura converter esta deslocação em oportunidade, comprando negócios de qualidade a múltiplos deprimidos.
As small caps entraram em 2026 a prolongar o desempenho forte do final de 2025, mas recuaram em Março com a escalada das tensões geopolíticas e a acção dos EUA e de Israel no Irão. Apesar da correcção e da volatilidade acrescida, o Russell 2000 fechou o trimestre a subir 0,89%, bem à frente da queda de 4,18% do Russell 1000.
As gestoras articulam explicitamente que SMID caps são uma das três áreas onde reciclam o capital libertado das vendas, descrevendo-as como oportunidades sub-avaliadas. O reforço de Azelis (small-cap) é o exemplo materializado desta tese no trimestre.
Pilecki reitera que as participações do fundo em Financials de pequena e média capitalização voltaram a superar ligeiramente os maiores bancos e seguradoras neste trimestre. O book sectorial reflecte a convicção — banks small em 21,34% long sem short e banks mid em 15,77% net, contra exposição net contida de 6,92% em banks large (long 22,33% / short -15,41%). Os index hedges de -42,71% balanceiam a exposição beta agregada do portfolio.
O gestor sublinha a discrepância de valorização entre a Mag7 a 28 vezes resultados, o S&P 500 a 22 vezes e os índices de mid e small cap a 16 e 15 vezes. Parte da diferença é justificada pelo crescimento, mas parte resulta de fluxos passivos e da criação de moeda. As posições longas do fundo, todas em small cap e sem cobertura de analistas, procuram capturar esta deslocação de valor.
O índice ISM de Novas Encomendas entrou em território expansionista, sinal clássico de melhoria para as áreas cíclicas e de rotação para empresas mais pequenas: nos primeiros dois meses do trimestre o Russell 2000® subiu 6,2% contra apenas 0,7% do S&P 500. A equipa vê a atractividade relativa das small e mid caps como possível prenúncio de uma oportunidade mais duradoura.
Os Nasgovitz articulam a rotação de mega-cap tecnológicas para small value como tese central do trimestre, ancorada em valuações historicamente atractivas (múltiplo da carteira a 11,3x face a 17,3x do Russell 3000®), fundamentos em melhoria e ausência estrutural de institutional/retail/foreign ownership. Caracterizam o sub-investimento e a sub-detenção do segmento como base para outperform sustentado quando a aversão ao risco se dissipar.
Sweeney dedica a secção de fecho à reversão histórica entre large e small caps. Argumenta que as últimas dez décadas registaram dominância das large caps mas que o spread de avaliação entre os dois segmentos está perto de máximos históricos, num momento em que se espera que o crescimento de resultados das small caps ultrapasse o das large caps. Um ciclo de retorno à dominância das small caps representaria um vento de cauda estrutural para a estratégia.
Russell Midcap, Russell 2500 e Russell 2000 conseguiram retornos modestamente positivos no T1, contrastando com S&P 500 negativo. Contudo, no selloff de Março a especulação reapareceu down cap: cerca de 56% das constituintes do Russell Microcap eram não rentáveis nos doze meses anteriores e o índice resistiu melhor que o Russell Mid Cap (apenas 15% não rentáveis). Microcaps superaram Small Caps em quase 2x e Mid Caps em quase 3x no último ano — comportamento que a casa classifica como sideshow, não estado estável.
As Small Caps mostraram-se resilientes, com o Russell 2000 a fechar em alta enquanto o S&P 500 equiponderado ficou plano. As áreas de menor qualidade e mais especulativas revelaram-se surpreendentemente defensivas, penalizando a carteira de qualidade da casa. A gestão interpreta esta rotação como episódio de curta duração dentro de um ciclo de alargamento plurianual, e não como reversão estrutural do enquadramento das suas posições.
A carta reafirma que a Long Cast foi constituída em 2015 para investir a longo prazo em empresas de pequena e micro capitalização bem estudadas, com posições concentradas e ambição de 15% anualizados. Fisher apresenta-se como alternativa ao investimento passivo, com mais transparência e menor custo do que um fundo, e enquadra o trimestre nulo sobre um percurso de 270% acumulados desde a constituição, contra 139% do Russell 2000.
Divergência pronunciada de estilo e capitalização: value superou growth em todo o espectro (Russell 2500 Value +4,77% vs -3,52% do growth; large-cap value +2,10% vs -9,78% do large-cap growth), e as small caps superaram as large caps. Momentum elevado e beta alto lideraram, criando vento contrário à carteira orientada a qualidade.
Larga capitalização caiu 4,2% no trimestre, com forte dispersão de estilo: valor de larga capitalização ganhou 2,1% enquanto o crescimento recuou 9,8%. As small caps mostraram-se mais resilientes, subindo perto de 1%, com o valor (+5,0%) a superar largamente o crescimento (-2,8%) na família Russell. A carteira, concentrada em large caps de qualidade com inclinação a valor, esteve alinhada com a liderança defensiva do trimestre.
Divergência pronunciada de estilo e capitalização: Russell 2000 Value +4,96% versus −2,82% Russell 2000 Growth no trimestre. O padrão consistente em todo o espectro reflecte preferência por empresas domésticas menos expostas a tarifas e geopolítica. Capitalizações mais pequenas sub-performaram, criando vento contrário adicional ao posicionamento down-cap do fundo.
Tese central da carta. Lysik articula que value superou growth em ~780-1200 bps em todas as capitalizações no T1 2026 e ~1000-1780 bps nos últimos dois trimestres, com small cap value a bater large cap growth em +1700 bps. O spread relativo R1000 P/S menos R2000 P/S atingiu máximo de 50 anos no final de 2025 (>4x o nível pré-ciclo). Small caps representam apenas 3% do mercado de acções no final do primeiro trimestre, menos de metade da média histórica.
Os sectores em que o fundo tem exposição desproporcionada — saúde, consumo e industriais idiossincráticos, não alavancados à construção de infra-estrutura de inteligência artificial — moveram-se de forma surpreendentemente correlacionada e ficaram significativamente atrás dos vencedores do trimestre. Wetherald lê o desconto como oportunidade e sustenta que estas rotações acabam por reverter, altura em que os títulos fora de favor se tornam líderes de mercado. Acrescenta que o mesmo universo expõe o accionista minoritário a conselhos de administração desalinhados, como no caso Farmer Brothers.
A gestora argumenta que a carteira transacciona com desconto assinalável face aos níveis históricos, o que implica potencial de valorização tanto pelo crescimento das receitas como pela expansão de múltiplos. Acrescenta que muitos dos maiores vencedores do ano anterior foram títulos especulativos, alimentados por entusiasmo e não por receitas e fundamentais sólidos, e antecipa a reversão dessa tendência em 2026, a favor de empresas com fundamentais robustos.
Os small caps entraram em território de correcção (>-10% face a máximos) no final de Março antes do rally de 3,5% no último dia do trimestre. A correcção criou descontos materiais nas posições do fundo, com o eixo de oportunidade a expandir-se de cíclicos profundos (staffing, transporte) para alimentação, software, dispositivos médicos e peças automóveis recicladas. Cada caso é apresentado como mispricing idiossincrático.
Na secção de perspectivas, a gestora reafirma que o universo small cap dos EUA é casa de algumas das empresas e empreendedores mais inovadores e dinâmicos do mundo, e que o seu desempenho é alimentado, mais do que tudo, pelo ritmo acelerado de mudança. Ao contrário de cortes de taxas ou de uma viragem no ciclo económico, orientar-se em torno deste ritmo de mudança tem proporcionado oportunidades largely irrespective do enquadramento de mercado.
Rewey reitera tese articulada ao longo de 2025: rotação de mega-caps tecnológicas para o universo small e SMID-cap mais negligenciado. Estimativa estrutural — uma deslocação de 1% do S&P 500 equivale a ~10% do Russell 2500 Value e ~30% do Russell 2000 Value. Dados do trimestre validam: S&P -4,35%, Magnificent 7 -12,04%, Russell 2500 Value +4,77%, Russell 2000 Value +4,96%. Espera persistência impulsionada por valuations elevadas em mega-cap tech.
Apesar da viragem táctica do trimestre, mantém-se a tese estrutural da estratégia: os micro-caps de qualidade oferecem valorizações relativas atractivas face às grandes capitalizações e devem beneficiar de uma rotação de volta aos fundamentais e de negócios em pontos de inflexão. O gestor reafirma o foco em balanços sólidos, fundamentais em fortalecimento e equipas focadas na alocação prudente de capital.
O gestor recorda que durante grande parte do ano anterior o mercado premiou a especulação em detrimento dos fundamentais, com empresas deficitárias a superarem as lucrativas. Aponta o primeiro trimestre de 2026 como o início da inversão, com o Russell 2000 Value a ganhar 5,0% contra uma perda de 2,8% do índice de crescimento, um diferencial de perto de oitocentos pontos base liderado pela energia, materiais e industriais. Ressalva que um trimestre não faz um ciclo, mas considera estar nas fases iniciais da reavaliação da qualidade, da rendibilidade e da solidez dos balanços.
Apesar do desempenho superior recente face às grandes capitalizações, os gestores consideram que as pequenas capitalizações continuam atractivamente valorizadas em termos absolutos e relativos, com o desconto face às grandes a persistir na generalidade das métricas e próximo do limite inferior do seu intervalo histórico. Dentro das small caps, o segmento value continua a transaccionar com desconto significativo face ao growth, e a carteira negoceia a 10,6x lucros futuros contra 15,1x do Russell 2000 Value.
Tese central da carta. A SouthernSun argumenta que grande parte do universo de menor capitalização permanece pouco seguida e, por vezes, mal compreendida: a cobertura de analistas do lado da venda é limitada e a detenção institucional é inferior à das large caps. Daí resulta formação de preços menos eficiente e dispersão mais ampla entre vencedores e perdedores. A casa não trata estas características como ineficiências pejorativas, mas como subproduto natural de um segmento que não foi plenamente industrializado — e onde trabalho paciente e fundamental ainda produz resultados diferenciados. Acrescenta que as valorizações do segmento continuam a negociar com desconto relevante face às congéneres maiores.
Summers articula a fusão e aquisição como mecanismo central de realização de valor da carteira. A Avanos Medical, acordada para aquisição pela American Industrial Partners a 25 dólares por acção (prémio de 72%), tornou-se a sétima participada adquirida desde o início do fundo. O gestor espera que a actividade de M&A — em particular no sector da saúde — permaneça um contribuidor relevante para os retornos, validando a tese de que o mercado subvaloriza small caps que compradores estratégicos e de private equity acabam por reconhecer.
A continuação da tendência que penaliza a Small Company Fund: resultados fundamentais sólidos das Exceptional Growth Companies não são recompensados nas cotações. A gestora trata a desconexão entre desempenho operacional e preço como base para retornos futuros, à medida que o mercado venha a reconhecer os fundamentais intactos das participadas.
As acções de valor mostraram-se mais resilientes do que as de crescimento e as small caps superaram as large caps, à medida que a participação de mercado estreitava. A liderança rodou para áreas mais defensivas e orientadas para a qualidade, dinâmica relevante para um fundo de small-cap core, ainda que a selecção de títulos tenha penalizado o desempenho relativo no trimestre.
As acções, incluindo as micro caps, fecharam o trimestre em baixa depois de um período volátil marcado pelo início do conflito EUA–Irão. A gestão não extrapola uma leitura direccional do segmento: limita-se a registar a queda e a reafirmar que os fundamentos das empresas detidas, medidos pelo fluxo de caixa e pelos resultados, posicionam o fundo para um desempenho atractivo ao longo do tempo.
D'Agnillo articula na secção "Looking Ahead" que os mercados continuam a recompensar um grupo restrito de large-cap tecnológicas, enquanto small-caps permanecem amplamente ignoradas. Argumenta que historicamente estes períodos de deslocação têm criado algumas das melhores oportunidades de longo prazo. Posicionamento integral do fundo em small/micro caps materializa esta tese.
Argumento estrutural recorrente da casa. As pequenas capitalizações lagged levemente as large caps em 2025 (cerca de 19,3% vs 22,3%), uma reversão face a 2024 quando subperformaram em quase 10 pp. As gestoras consideram o universo de pequenas capitalizações fora dos EUA como rich hunting ground, especialmente para empresas underfollowed.
Em coerência com o universo small/mid-cap value benchmarkado contra Russell 2500 Value e Russell 2000 Value, a gestora enquadra valoração disciplinada e foco em marcas fortes como vias para capturar upside à medida que oportunidades se ampliam para além de mega-caps. A iniciação de Dentsply Sirona (XRAY) e o reforço de confiança em nomes como Mattel (sic — Mohawk e Gentex no detractor side) com fundamentais resilientes exemplificam o tipo de selectividade procurada.
A gestora articula caso construtivo de longo prazo para o segmento small-cap dos EUA — valuations relativas a large caps em mínimos multidecadais, com Russell 2000 Index a transaccionar perto desses mínimos numa base relativa. Tailwinds potenciais identificados: desregulamentação, taxas de imposto corporativo mais baixas, aumento da actividade M&A, continuação do reshoring de manufactura US e gastos em infraestrutura. A actividade M&A é visível na própria carteira: Chart Industries adquirida por Baker Hughes; Veeco Instruments adquirida por Axcelis Technologies; Veritex Holdings adquirida por Huntington Bancshares. A posicionamento da carteira é função do bottom-up security selection process e não de previsões top-down sectoriais.
Os gestores observam que retornos do MSCI ACWI SMID em 2025 foram conduzidos por leque mais amplo de sectores e regiões — materiais, financeiras e indústria entre os melhores. Apesar da atenção concedida a IA, IT ficou atrás do índice. Mid-cap growth foi o pior segmento e micro-cap superou todos os escalões. Padrão é construtivo para o processo bottom-up da equipa, que privilegia outcomes específicos por empresa em vez de momentum.
Small caps experienciaram o nono ano consecutivo de underperformance relativa face a large caps mas o interesse na asset class continua a construir-se. Desde os mínimos do Liberation Day, small caps outperformaram large caps. A equipa nota que a história mostra que os primeiros 6 a 12 meses pós-bear-market troughs (1987, 1990, 1998, 2002, 2009, 2011, 2016, 2018, 2020, 2023) foram períodos de forte desempenho de lower quality stocks; aproximadamente nine months no recovery, a equipa estima que estamos perto do ponto onde profit cycles voltam a liderar.
A gestora cita data MSCI Barra para argumentar que a magnitude do underperformance da estratégia é historicamente extrema: desempenho do factor de qualidade de lucros no período de 9 meses até 8 de Dezembro de 2025 esteve no 100º percentil inverso desde 1975 (data início). Beta no 1º percentil e Residual Volatility no 6º percentil. Os poucos casos onde Beta e Residual Volatility tiveram desempenho melhor ocorreram apenas durante rallies pós-dotcom e pós-COVID. Argumenta que o Fund é "out of favor" porque investors elegeram vender Quality para comprar riskier stocks — magnitude histórica do shift sugere reversão eventual.
A gestora identifica como factor central no underperformance histórico de small caps o crescimento mais lento que large caps nos últimos anos — atypical e estruturalmente reversível. Espera melhor crescimento à frente para small caps, broadening de liderança de mercado, e reversão da concentração em Magnificent Seven. Russell 2000 Growth +13,01% em 2025 vs Russell 3000 +17,15% — quarto ano consecutivo de underperformance relativo. "Profitable constituents" do Index +9,0% em 2025 vs unprofitable +29,7% — divergência factor extrema que esperam reverter.
O fundo tem 59,3% do activo em negócios de pequena e média capitalização, contra 19,2% do índice, e foi essa assimetria que explicou o atraso anual — as acções de crescimento de menor capitalização ficaram atrás das grandes pelo quinto ano seguido, e desde o início do fundo, há quase oito anos, os retornos móveis a um ano do Russell 1000 Growth superaram o Russell 2000 Growth em 81% das observações, incluindo sete dos últimos oito anos civis. A gestora mantém que estes negócios oferecem retorno atractivo face ao risco no longo prazo e lê o desconto como oportunidade, não como deterioração.
O gestor caracteriza PAR como small-cap de software não-lucrativo a digerir o overhang de uma anterior redefinição de orientação — blind spot para muitos investidores apesar de progredir para fase de desenvolvimento com mega tier-1 (que o gestor acredita ser McDonald's). Timee, em Japão, beneficia da capitulação do Mercari Hallo (que deixou a categoria após 18 meses a oferecer 0% take rate contra os 30% da Timee) e demonstra a inviabilidade de competidores capitalizados em marketplaces hyper-locais.
A gestora articula tese de broadening dos drivers de mercado para além das large-cap tech, iniciado em meados do ano. Segundo dados de consenso FactSet, espera-se que o crescimento de lucros de small-caps (Russell 2000) acelere em 2026 acima do mid-teens projectado para constituintes do S&P 500. Postura construtiva para small e mid-caps no ano que se aproxima.
Pavese identifica small e mid caps norte-americanas como tão baratas relativamente a large caps como nos finais dos anos 1990, com defensivas em mínimos plurianuais e oportunidades internacionais ainda mais atractivas. Mais de 50% da carteira está alocada a small e mid caps. Forward P/E relativo do mid cap vs large cap atinge níveis consistentes com pontos de viragem históricos significativos.
Eriksen articula explicitamente que as holdings transaccionavam, no fim de Dezembro 2025, a 7,1x resultados estimados para o ano seguinte e a 5,2x líquidos de caixa. Trailing P/E 9,6x. Weighted price-to-book 0,9. Dividend yield 1,8%. ROE esperado 13,0%. Métricas excluem caixa retida pelo fundo e adicionam back non-economic amortization aos resultados estimados. A combinação de 5,2x lucros líquidos de caixa e 13% ROE esperado articula tese de mispricing material a este nível.
Tese central da carta. Os gestores destacam que o terceiro trimestre de 2025 marcou a primeira vez em mais de uma década que small caps superaram large caps em crescimento de resultados. Consideram que o backdrop de resultados está a melhorar mesmo que os preços ainda não reflictam o shift, com pequenas capitalizações forecasted a superar materialmente as grandes em 2026. Períodos de extrema deslocação de factor e underperformance prolongada historicamente preparam o terreno para retornos forward melhorados.
A casa articula tese explícita de início de ciclo de outperformance de small caps. Estimativa de crescimento de resultados de 32% em 2026 versus 13% em large caps, combinada com desconto de avaliação de cerca de 25%, sustenta a tese. Argumentam que padrões históricos de rali de "baixa qualidade" — característico do início de novos bull markets em small caps — apoiam a expectativa de rotação para qualidade nos próximos seis a doze meses.
Depois de dois anos de crescimento negativo de resultados, as small caps cresceram perto de 9% em 2025 e projecta-se um acréscimo de 32% em 2026, contra 13% nas large caps. Transaccionam com um desconto próximo de 25% face às large caps. A casa defende que estão reunidas as condições para o primeiro ano de superioridade desde 2020.
A casa articula uma tese explícita de início de ciclo de superação das small caps face às large caps: crescimento de resultados estimado em 32% em 2026 contra cerca de 13% nas large caps e um desconto de avaliação próximo de 25%. Argumenta que a liderança de baixa qualidade típica do primeiro ano de um novo mercado em alta cede depois lugar à qualidade.
O fundo está estruturalmente posicionado em small e mid cap growth (benchmarks Russell 2000 e Russell 2000 Mid Cap Growth). A outperformance de mais de 10% sobre ambos benchmarks em 2025 (segundo ano consecutivo) é articulada como prova da eficácia do GARP discipline. Sanuwave Health (deep dive) e Kraken Robotics são exemplos de small caps com características de qualidade e crescimento subvalorizadas pelo mercado.
Russell 2000 retornou 2,19% no T4, roughly even com Russell 1000 em 2,41%. Interessante, o smallest end of the market cap range fared even better com Russell Microcap Index +6,25%. Apesar de slight negativa em Dezembro, Russell 2000 finished the year +12,81%. Vários factores suportam case para potencial ongoing strength em 2026: solid US macro backdrop, lower interest rates e increased investor optimism em torno do near-term impact da One, Big, Beautiful Bill Act.
Approach central do fundo: A-Z manual screening de bolsas globais procurando deslocações criadas por temas macro (precious-metals em 2025) ou micro-distorções (linhas incompreendidas em financial statements, disclosures negligenciados, tendências em métricas operacionais). Vê estas deslocações como persistentes em micro e small-caps porque permanecem fora dos índices, fora das narrativas dominantes e fora do radar de gestores institucionais.
A FMI documenta deslocação extrema dentro de small cap desde o fundo do mercado em 8 de Abril de 2025 — empresas sem lucros (+82,4%), com menor ROE (+79,7%), sem vendas (+83,0%) e high beta (+73,5%) dominaram o Russell 2000 (+42,4%). Apenas 10,6% dos gestores activos de small cap bateram o índice. A gestora considera estes rallies tipicamente curtos-prazos e mantém disciplina sobre qualidade, mesmo perdendo desempenho relativo no curto prazo. Stance mixed — bearish sobre sustentabilidade do rally, bullish sobre eventual reversão para qualidade.
As gestoras articulam SMID caps globais (sob 15 mil milhões de market cap) como uma das três áreas para reciclagem de capital. Listam explicitamente os nomes comprados nos últimos dois anos como evidência: Avantor, Azelis, Hoshizaki, Hirose Electric, Bio Rad, Echostar, Fortune Brands, IMCD, Nippon Paint, Rohto, Sodexo, NOV, Vail Resorts. Reforços de Azelis e novas compras de IMCD, Magnum Ice Cream e Sodexo materializam a tese no T4.
A equipa desenvolve três argumentos interligados — a qualidade em pequenas capitalizações supera historicamente quando medida em base comparável, está barata face às grandes capitalizações de elevada rendibilidade do capital, e o desinteresse dos investidores melhora o conjunto de oportunidades. Aponta saídas de 13% dos activos sob gestão na gestão activa de pequeno valor em 2025.
Pilecki destaca que as posições em small e mid-cap Financials superaram os maiores bancos e seguradoras tanto no trimestre como no ano fiscal. O book sectorial reflecte esta convicção — banks small em 20,49% long sem short, banks mid em 13,23% net, contra exposição net levada de 12,09% em banks large (long 22,25% / short 10,16%). Index hedges de -41,86% balanceiam a exposição beta agregada.
A carteira está estruturalmente overweight em empresas de menor capitalização: 45% dos activos em nomes abaixo de $54 mil milhões (12,5% no índice) e 28% abaixo de $18 mil milhões (2% no índice). Poppe argumenta que será mais fácil empresas líderes em nichos midcap dobrarem profits de $1bn para $2bn do que a Nvidia dobrar de $200bn para $400bn. Posicionamento deliberado, não acidental, com reconhecimento de que tem custado em terms relativos.
Os Nasgovitz articulam o trimestre como confirmação progressiva da tese de rotação para small value. Russell 2000® Value bateu mega-caps e o S&P 500 no T4. Profit growth de small caps em vias de superar large caps pela primeira vez em treze trimestres, num enquadramento de Fed a baixar taxas e alívio regulatório. Catorze take-privates de holdings nos últimos doze meses validam o argumento de valuação.
Os retornos do índice concentraram-se num número reduzido de emissões: as 50 empresas que mais contribuíram no terceiro trimestre renderam em média 68% com uma margem operacional acumulada de doze meses de 4%, e as empresas sem lucros tiveram, de forma alargada, desempenho superior. A DF Dent afirma não esperar acompanhar o índice nos extremos de sentimento positivo e a Segall Bryant & Hamill identifica focos de especulação excessiva no espaço das pequenas capitalizações. Esta última aponta positivos a emergir para 2026, com um impulso ao consumo vindo dos benefícios fiscais do OBBB e estímulo orçamental.
Polansky enquadra o unwind em mega-tech AI como força que pune indiscriminadamente empresas tecnológicas legacy e small-caps adjacentes, independentemente da exposição efectiva ao risco AI. Cita exemplos como Red Violet e Par Technology como "babies thrown out with the bathwater". O argumento é que esta dinâmica cria entry points em empresas com margens elevadas a múltiplos inferiores a cyclicals industriais.
Depois do desempenho superior das acções de grande capitalização face às de pequena capitalização nos últimos anos, a gestora vê maior potencial de valorização de longo prazo face ao valor intrínseco em muitas pequenas capitalizações. Sustenta que o múltiplo preço/resultados do Russell 2000 Value tem estado com um desconto histórico face ao do S&P 500 e que essa avaliação representa uma oportunidade de investimento de longo prazo convincente. Acrescenta que, no fecho do trimestre, a diferença entre os preços de mercado das posições do fundo e as suas estimativas de valor intrínseco era atractiva.
As tendências observadas nos últimos meses podem criar condições em que as empresas de menor dimensão registem benefícios relativamente maiores de uma potencial expansão dos múltiplos de avaliação, o que poderia ser favorável aos fundos face aos seus pares.
Sweeney dedica a secção "The Factors of Life" à dominância plurianual de tamanho, crescimento e momentum. Cita que o S&P 500 superou o equal-weight em 34% nos últimos três anos (acima do gap de 32% entre 1997 e 1999), que 2025 foi o quinto ano consecutivo de outperformance de large caps (igualando o recorde de 1994-1998) e que membros não rentáveis do Russell 2000 (+34,4%) superaram membros rentáveis (+8,3%). Argumenta que ETFs passivos amplificam estas dinâmicas mas que a equação se desfaz ao nível do negócio individual.
Tese estrutural articulada por buckets de retorno do Russell 2000: ~35% do índice com ganhos >20% (média +70%) vs. apenas 15% do portefólio com média +30%; 75% das posições do fundo no bucket -20% a +20% (vs. cerca de 45% no índice) com média positiva; apenas 10% em decliners >20% (média -30%) vs. 15-20% do índice com -40 a -50%. No T4, outperformance média de unprofitable vs. profitable companies no índice em pouco mais de 500 bps. As gestoras citam Fund Evaluation Group como referência de que lower quality rallies revertem swiftly and strongly.
Os gestores articulam tese de broadening cíclico em 2026 que deve favorecer small caps após período prolongado de domínio de mega/large caps. Os resultados small cap começaram a reacelerar desde o T2 2025 (confirmando previsão prévia), mas o quarter e o ano foram dominados por low-quality / high-beta rally indiscriminado pós-Liberation Day, com manager médio activo small cap growth trailing por mais de 8% no rolling 9-month — o pior intervalo registado. O setup combina reaceleração de resultados confirmada com posicionamento extremo desfavorável a quality, sugerindo reversão potencial em 2026.
O Russell 2000 subiu 12,81% em 2025 mas as pequenas capitalizações continuaram atrás das grandes, com o S&P 500 a ganhar perto de 18%. A gestora descreve uma retoma apoiada num apetite insaciável pelo risco, em que os melhores títulos foram os mais especulativos, empresas sem lucros e muitas vezes sem receitas mas com ligação temática ao investimento em inteligência artificial. O movimento estendeu-se à biotecnologia, aos títulos meme, às criptomoedas e às mineiras de ouro, prata e criptomoedas, e a janela de ofertas públicas iniciais reabriu. A filosofia e o processo mantêm a gestora afastada destas áreas.
A gestora identifica catalisador estrutural emergente para a classe small cap: após três anos de contracção, small caps registaram crescimento de resultados de +13% em 2025 e projecção de +15% para o S&P 600 em 2026, potencialmente ultrapassando o S&P 500 em 2027. Em paralelo, small caps continuam a transaccionar com desconto material face a large caps. Identifica conjunto de catalisadores favoráveis: taxas mais baixas, redução de carga fiscal corporativa, alívio regulatório, mercado de trabalho mais flexível para small caps captarem talento. Conclui que o Fundo está bem posicionado caso o mercado se alargue para incluir small caps.
Large caps avançaram 17,4% no ano e 2,4% no trimestre; small caps entregaram 12,8% no ano e 2,2% no trimestre, abaixo das large caps. Value superou Growth: 3,3% versus 1,2% no trimestre na família Russell. Factores de mercado mistos: rotação de momentum elevado para baixo e beta elevado para baixo apoiou modestamente; outperformance relativa de qualidade inferior criou vento contrário modesto à carteira orientada a qualidade.
Large caps avançaram 17,4% no ano e 2,4% no trimestre, com value a superar growth. Small caps entregaram 12,8% no ano e 2,2% no trimestre. Value superou growth: 3,3% versus 1,2% no trimestre na família Russell. Carteira concentrada em large caps (com peso notável a consumer discretionary, healthcare e financials), posicionamento alinhado com liderança de mercado do trimestre.
Large caps avançaram 17,4% no ano e 2,4% no trimestre; small caps entregaram 12,8% no ano e 2,2% no trimestre, abaixo das large caps. Value superou Growth: 3,3% versus 1,2% no trimestre na família Russell. Factores de mercado mistos: rotação de momentum elevado para baixo e beta elevado para baixo apoiou modestamente; outperformance de qualidade inferior criou vento contrário modesto.
2025 ofereceu the most higher quality small caps (S&P 600) trading near pandemic lows in the last five years — a 31 de Dezembro de 2025, 10% do S&P SmallCap 600 transaccionava por no more than a 25% premium ao mínimo desde finais de 2019. Mas most small caps remain fully valued. Mediana do profitable non- financial member do Russell 2000 a 18x EV/Operating Profit e 22x P/E. Credit spreads em tightest levels in a generation. As abysmal performers (worst stocks) tinham temas comuns: AI pressure, cyclical troughs, GLP drugs impacted. Tese contrarian em select names com normalized profitability sustainable.
Pernas articula que o número de multi-baggers entre smaller-caps nos últimos dois anos foi cerca do dobro da média de 20 anos, suportado por bases de receita menores e flexibilidade organizacional que traduzem mudanças sectoriais modestas em inflexões grandes de procura. A apêndice de temas detalha esta convicção como pilar estrutural da carteira.
Waller articula edge de "primary research" em "hidden gems" — empresas pequenas, com pouca cobertura, listadas em exchanges sub-investigadas (AIM/UK), em indústrias impopulares ou com oportunidades além de preocupações de curto prazo. Posiciona-se deliberadamente onde compete sobretudo com investidores individuais ou pequenas posições de institucionais maiores. Edge declarado como structural.
A gestora rejeita explicitamente o framing tactical de "catching the move in small caps" associado a rate cuts e turn no ciclo económico, e enquadra a oportunidade no universo small cap americano como ancorada no pace acelerado de inovação. Argumenta que o desempenho histórico do composite é fueled por este pace de mudança e que a orientação em torno desse motor structural tem provided opportunities largely irrespective do market environment.
A gestora reconhece que a perspectiva de descida de juros levou os investidores a interrogarem-se se poderiam finalmente estar no limiar de um ciclo de liderança das SMID caps, mas rejeita essa leitura táctica por considerar que não capta a oportunidade maior e de mais longo prazo. Enquadra a oportunidade no ritmo acelerado de inovação do universo SMID cap norte-americano, que descreve como tendo proporcionado oportunidades de forma fiável e em larga medida independentes do enquadramento de mercado.
A gestora sustenta que um ou dois anos melhores de crescimento de lucros é exactamente o que falta às small caps para encerrarem um período muito longo de atraso face às grandes capitalizações, e regista que as estimativas apontam para um ritmo superior ao das large caps em 2026. Nota que as small caps começaram 2026 com força, apoiadas por condições monetárias mais fáceis e por um quadro orçamental mais favorável, e que a sensibilidade destas empresas ao ciclo económico joga a favor de uma expansão que considera atrasada.
A equipa articula explicitamente que as acções de pequena capitalização permanecem particularmente deprimidas relativamente a empresas maiores, o que tem desafiado o desempenho relativo. Mantém, ainda assim, que a carteira Global Small Cap Focused Value continua atractivamente avaliada e é actualmente das mais inexpensivas entre as geografias e gamas de capitalização que a Pzena gere — tese central de oportunidade de valor.
O rali de baixa qualidade iniciado no segundo trimestre prolongou-se pelo quarto, com o quintil de menor rendibilidade dos capitais proprios a superar de novo e as empresas sem lucros — 21,2% do Russell 2000 Growth — a bater o indice no trimestre e no ano. A gestora recorda que, ao longo de 20 anos, as empresas sem lucros foram claramente perdedoras, e defende que o mercado regressara a um ambiente em que os fundamentos das empresas determinam as cotacoes. Ve o pano de fundo das small caps favoravel para 2026, com um P/E de 17,2 vezes sobre estimativas contra 22 vezes do Russell 1000 — um desconto de 25% — e crescimento de lucros estimado de 15,5%.
Rewey identifica o outperformance de small-caps no T4 2025 (Russell 2500 Value e Russell 2000 Value à frente do S&P 500 e Nasdaq) como sinal precoce de rotação. Sustenta tese com diferencial de valuations: PE estimado 2026 de 23,56x para o S&P 500 e 31,16x para o Mag 7 ETF, contra 15,69x para o Russell 2500 Value e 14,11x para o Russell 2000 Value. Argumenta com aritmética de capital: 1% do S&P 500 equivale a ~10% do Russell 2500 Value e ~30% do Russell 2000 Value se realocado.
O gestor argumenta que o desempenho dos micro-caps em 2025 foi dominado por nomes especulativos de baixa qualidade — balanços fracos, free cash flow negativo e entusiasmo narrativo — um ambiente historicamente efémero. Antecipa que 2026 marcará uma rotação de volta aos fundamentais, com micro-caps de qualidade a superar tanto pares de baixa qualidade como, em muitos casos, large-caps. Sublinha que as valuações de micro-caps permanecem atractivas face a small e large-caps.
O gestor descreve 2025 como um ano comandado por factores de baixa qualidade — empresas com lucros limitados ou negativos, posições curtas elevadas, cotações baixas e fluxo de caixa livre negativo — segundo dados da Furey Research Partners, características que procura evitar. Sustenta que estas subidas tendem historicamente a ser breves e que 2026 deverá marcar uma rotação de regresso aos fundamentais, com as pequenas capitalizações de qualidade a superarem tanto os pares de menor qualidade como as grandes capitalizações. Acrescenta que o crescimento dos lucros das pequenas capitalizações deverá ultrapassar o das grandes e que a dispersão de avaliações permanece atractiva, com desconto significativo face às grandes.
Para 2026 o gestor declara-se cada vez mais optimista quanto às pequenas capitalizações em geral e às empresas de pequena capitalização de qualidade em particular. Argumenta que o retorno das pequenas capitalizações em 2025 foi conduzido sobretudo por factores de baixa qualidade — empresas com fundamentais frágeis, fluxo de caixa livre negativo e características especulativas — num regime que historicamente se revelou insustentável. Espera que 2026 marque uma rotação de regresso aos fundamentais, com as pequenas capitalizações de qualidade a superar não só os pares de menor qualidade como as grandes capitalizações.
A concentração de grande capitalização e a atenção dos investidores criaram, na leitura da gestora, ineficiências estruturais acrescidas no universo small e micro-cap. Com milhares de empresas pouco seguidas e cobertura de análise limitada, a equipa manifesta entusiasmo com o seu conjunto de oportunidades e com a capacidade de o capitalizar. A estratégia mantém uma carteira concentrada de 25 a 35 posições, construída por análise fundamental bottom-up.
A gestora destaca que as small caps ainda não fecharam materialmente o desconto de avaliação relativa que se abriu pouco antes do actual ciclo de taxas de juro, ilustrando a observação com a evolução histórica do diferencial de PE entre o MSCI World Small e o MSCI World. O posicionamento integral do fundo em small e microcaps globais reflecte a leitura de oportunidade neste segmento.
Apesar da melhoria dos fundamentais — sete das dez maiores posições registaram revisões em alta das estimativas de receita —, as cotações estagnaram. O sentimento negativo sobre as áreas onde a gestora investe, sobretudo software, sobrepôs-se ao desempenho operacional, uma reacção recorrente desde 2021. A gestora trata esta desconexão como base para retornos futuros.
As gestoras observam um viés de baixa qualidade no mercado entre acções de pequena e média capitalização, com forte desempenho de empresas com baixa rendibilidade dos capitais próprios. Entre as acções de pequena capitalização de crescimento, as empresas sem lucros — bastante mais comuns neste segmento — foram fortemente recompensadas. Esta dinâmica de estilo constitui um vento contrário para uma carteira focada em qualidade e crescimento sustentável.
A gestora observa um enviesamento de baixa qualidade no mercado de small e mid caps, com fortes resultados para empresas com baixo retorno sobre capitais próprios e prémios elevados para acções de empresas sem resultados. A equipa contrasta esta dinâmica com o seu foco em fundamentais, sugerindo cautela face ao rali de baixa qualidade.
A gestão observa uma rotação de mercado no fim de 2025 e início de 2026: o Russell 2000 ultrapassou o S&P 500 e o Nasdaq, com industriais, materiais e consumo discricionário a superar a tecnologia. Lê esta dinâmica como consistente com crescimento económico mais forte e pouca preocupação com inflação — exactamente o pano de fundo que favorece o posicionamento do Fundo, longo em industriais e em ideias off-the-beaten-path de menor capitalização.
Cocke refere o há muito antecipado alargamento dos retornos e a mudança de liderança para as indústrias de small cap value. Reconhece que o fundo não conseguiu aproveitar essa rotação devido ao sobrepeso em software, que anulou os ganhos nas indústrias de valor, mas mantém a leitura de que o movimento subjacente do mercado favorece o seu universo.
O mercado de small caps foi liderado por empresas que as gestoras consideram de baixa qualidade — modelos de negócio especulativos, com resultados escassos ou inexistentes, ligados a temas populares. Em contraste, a carteira de alta qualidade ficou para trás, mas as gestoras argumentam que o rendimento dos lucros relativo da carteira face ao índice está perto do nível mais atractivo em pelo menos uma década.
As gestoras observam que muitos dos títulos com melhor desempenho em 2025 estavam ligados a temas de investimento populares — inteligência artificial, computação quântica, criptomoedas, energia nuclear, aeroespacial e defesa — frequentemente com modelos de negócio especulativos e resultados escassos ou inexistentes. A leitura é que essa liderança constitui um headwind directo para uma estratégia focada em qualidade, mas que a discrepância de valorização favorece o regresso da qualidade a partir deste ponto.
Os gestores vêem valor convincente em acções de pequena capitalização e cíclicas seleccionadas, muitas a negociar em níveis historicamente atractivos. Projecções de consenso sugerem que o Russell 2000 poderá superar o Russell 1000 nos próximos dois anos, com pequenas caps a transaccionarem num dos descontos mais acentuados face às large caps desde a era dotcom. À medida que esta diferença de desempenho se estreita, a posição do fundo está bem alinhada para capturar o upside.
A gestora identifica valor atractivo em acções small-cap e em cíclicas seleccionadas, muitas das quais transaccionam em níveis historicamente atractivos. O posicionamento pró-cíclico reflecte convicção bottom-up em negócios subvalorizados, em vez de previsões macroeconómicas. À medida que o diferencial de desempenho se reduz, a gestora considera o seu posicionamento bem alinhado para captar o upside. Esta tese é central à estratégia do fundo e ganha intensidade num contexto de descontos históricos.
A gestora identifica valor atractivo em acções small-cap e em cíclicas seleccionadas, muitas das quais transaccionam em níveis historicamente atractivos. O posicionamento pró-cíclico reflecte convicção bottom-up em negócios subvalorizados, não previsões macroeconómicas. À medida que o diferencial de desempenho se reduz entre small e large caps, a gestora considera o seu posicionamento bem alinhado para captar o upside, com estratégia Mid Cap Value como veículo natural de convergência.
A gestora identifica valor atractivo em acções small-cap e em cíclicas seleccionadas, muitas das quais transaccionam em níveis historicamente atractivos. O posicionamento pró-cíclico reflecte convicção bottom-up em negócios subvalorizados, não previsões macroeconómicas. À medida que o diferencial de desempenho se reduz entre small e large caps, a gestora considera o seu posicionamento bem alinhado para captar o upside, com a estratégia Small Cap Value Concentrated como veículo natural de convergência para o universo small-cap puro.
A gestora articula tese explícita de oportunidade em small-cap value, ancorada em dois pontos quantitativos: small caps a transaccionar num dos descontos mais íngremes face a large caps desde a era dot-com, e projecções de consenso (FactSet) a apontar para Russell 2000 a superar Russell 1000 nos próximos dois anos. O posicionamento pro-cíclico reflecte convicção bottom-up em negócios subavaliados em vez de previsões macroeconómicas, com vários cíclicos selectivos a transaccionar a níveis historicamente atractivos.
A gestora articula caso construtivo de longo prazo para o segmento small-cap dos EUA — valuations relativas a large caps em mínimos multidecadais, com Russell 2000 Index a transaccionar perto desses mínimos numa base relativa apesar de ter atingido primeiro all-time high desde Novembro de 2021. Tailwinds potenciais identificados: desregulamentação, taxas de imposto corporativo mais baixas, aumento da actividade M&A, continuação do reshoring de manufactura US e gastos em infraestrutura. A actividade M&A é visível na própria carteira: AZEK adquirida pela James Hardie (existente convertida em nova posição); Pacific Premier Bancorp adquirida pela Columbia Banking System; ALLETE em aquisição pendente por consórcio de private equity. A posicionamento da carteira é função do bottom-up security selection process e não de previsões top-down sectoriais.
A gestora articula caso construtivo de longo prazo para o segmento small/mid-cap dos EUA — valuations permanecem compelling face a large caps, com Russell 2500 Index a transaccionar perto do lower end do intervalo histórico apesar de ter atingido primeiro all-time high desde Novembro de 2024. Tailwinds potenciais identificados: desregulamentação, lower corporate tax rates, increased M&A activity, continuação do reshoring de manufactura US e infrastructure-related spending. A actividade M&A é visível na própria carteira: AZEK adquirida pela James Hardie (existente convertida em nova posição via JHX); Pacific Premier Bancorp adquirida pela Columbia Banking System (capital redeployado em COLB); ALLETE em aquisição pendente por consórcio de private equity. A posicionamento da carteira é função do bottom-up security selection process e não de previsões top-down sectoriais.
Kiel formaliza a adopção do Russell 2000 como benchmark primário, argumentando que small caps são a arena natural do fundo. Articula que os 13½ anos de outperformance do S&P 500 (14,4% anualizado vs 10,0% do Russell 2000) representam um stretch invulgarmente longo pouco provável de continuar. Espera reversão na próxima década com small caps a baterem large caps, sugerindo que o universo onde a carteira opera está estruturalmente posicionado para ventos favoráveis.
O Russell 2000 atingiu o primeiro máximo histórico desde 2021 e superou os índices mid e large cap dos EUA, revertendo a dinâmica do primeiro semestre. A equipa nota que os primeiros 6 a 12 meses pós-bear-market troughs (1987, 1990, 1998, 2002, 2009, 2011, 2016, 2018, 2020 e 2023) são tipicamente períodos de forte desempenho de stocks de menor qualidade. Aproximadamente seis meses no recovery actual, a equipa estima estar a meio — ou mais — do padrão antes de investidores reprioritizarem qualidade e profit cycles duráveis.
Daniel posiciona o mandato concentrado em micro/small como vantagem competitiva estrutural — divulgou que ~58% do portfolio está em empresas com market cap abaixo de $500M e que o top 5 representa ~58% da carteira. Reafirma cap de AUM em $50M para proteger o universo investível, sinalizando que o fundo não é asset-gathering machine. Os benchmarks declarados são Russell Microcap e Russell 2000.
A gestora articula que o small-cap rally foi extremely unusual — "junk" rally liderado por "hopes and prayers" meme stocks e speculative thematic plays em quantum computing, small modular reactors e eVTOL. Stocks com high measures de momentum, idiosyncratic volatility e beta tiveram outsized gains. Microcaps foram os best performers. Better returns vieram de companies com lucros negativos ou zero. As small-cap de maior qualidade — onde Fund está overexpostas — tiveram os piores três meses de desempenho relativo de sempre (cf. quote em quotes[]). Apenas dois períodos na vida do Fund (dot-com e COVID eras) experimentaram such headwind, ambos short lived. Espera-se que mercado broaden e que risk/momentum dê lugar a recognition de quality growth.
O comité argumenta que as diferenças entre o fundo e o mercado norte-americano de pequena capitalização o tornam um complemento atractivo a outras ofertas de small caps, apoiando-se em valorizações inferiores às do Russell 2000 e em empresas com balanços sólidos, perspectivas de crescimento e histórico de geração durável de fluxos de caixa livres.
Top-5 position que caiu de $71 para $40 em dois meses após resultados Q2 2025 — orientação de ARR growth reduzida de 20% para mid-teens. Dois drivers: (i) macro debilidade em customers QSR com two-thirds em negative same-store sales/traffic — fenómeno não visto fora do período COVID; (ii) pausa intencional de TASK POS deployments para focar em RFPs com três mega tier-1 QSR brands (duas top-10 globais, uma top-20). McDonald's apontado como provável: deal único poderia representar +$100 milhões ARR a 50% incremental margins versus ARR actual de cerca de $280 milhões — transformador. Probabilidade composta de pelo menos 1 dos 3 deals: 66% a 30% individual; 88% a 50%.
A gestora descreve apetite por risco a alargar para além de large-cap tech: Russell 2000 Growth ganhou 12% no trimestre, ficando apenas um ponto abaixo do Russell Midcap Growth (que subiu 13% YTD). Continua o catch-up apesar de analistas a reduzirem forecasts de EPS para constituintes do small-cap index, com biotech, microcaps e quantum computing como áreas de maior apetite. Tese consistente com o universe estratégico intencionalmente alargado a small-caps (universo de compra entre $2 mil milhões e $50 mil milhões) — alinha com a hipótese fundadora de aplicar processo small-cap a um universo mais amplo.
Eriksen articula explicitamente que as holdings transaccionavam, no fim de Setembro 2025, a 7,7x resultados estimados para o ano seguinte e a 6,2x líquidos de caixa. Trailing P/E 12,4x. Weighted price-to-book 1,2x. Dividend yield 1,5%. ROE esperado ponderado 15,4%. Métricas excluem caixa retida pelo fundo e adicionam back non-economic amortization aos resultados estimados. À data de escrita da carta os múltiplos comprimiram ainda mais para 6,8x resultados estimados e 5,2x net of cash, com P/B em 0,9x e trailing P/E em 10,6x.
Os gestores enquadram o T3 2025 dentro do pior período semestral em dataset de 25 anos para gestores activos de small cap growth, com o rali a ser paced por low-quality constituents (lowest ROE quintile +22%, non-earners +23%, no-sales +19%, lowest mcap quintile +22%, highest beta +23%). Antecipam broadening da liderança de mercado para além da infraestrutura de IA via maior certeza em política governamental, tarifas e cortes incrementais de taxas, em favor dos higher-quality businesses onde a Strategy tem maior exposição.
A casa articula tese explícita de aceleração do crescimento de resultados em small caps poised a exceder large caps em 2025 pela primeira vez em anos, combinada com valuation discount historicamente largo. Argumentam que padrões históricos de rali de "baixa qualidade" — característico do início de novos ciclos de small caps — sustentam a expectativa de transição posterior para qualidade. O Russell 2000 está em novos máximos históricos depois de subir 12% no trimestre, superando o S&P 500 (+8%).
A casa lê a superação extrema da baixa qualidade como marca do início de novos ciclos de small caps, com duração possível de até um ano e ganhos mais agudos nos primeiros seis meses. Diz-se encorajada pela aceleração do crescimento dos resultados das small caps, que acredita vir a exceder o das large caps em 2025 pela primeira vez em anos, com um desconto de avaliação historicamente largo.
A casa lê a liderança estreita e de baixa qualidade como típica das fases muito iniciais dos ciclos de superação de small e smid caps. Aponta a aceleração do crescimento dos resultados das small caps, que acredita poder exceder o das large caps em 2025 pela primeira vez em anos, com um desconto de avaliação historicamente amplo.
O long portfolio outperformou tanto Russell 2000 Index como Russell Midcap Growth Index por margem significativa em T3 2025, com YTD outperformance de +7,7% e +7,9% sobre os benchmarks. Maiores contribuidores são microcaps long-held (Kraken Robotics, Clearpoint Neuro) que beneficiaram de catalisadores idiosincráticos. Identificação de Hydreight como nova posição reflecte continuidade do processo — small cap com plataforma escalável, management forte, valoração razoável. GARP discipline articulada como fundamento.
Russell 2000 +12% no T3 (best quarter por margem meaningful) liderado por sentimento em torno de rates mais baixas que premiou lower-quality distressed businesses e non-profitable, longer-duration non-earners. A estratégia trailed significativamente durante a rally iniciada em início de Agosto por filtros qualitativos que excluem esses segmentos. Gestor sinaliza conforto em trailing nesse tipo de move — convicção de que valor de qualidade tende a recompensar over the long term mesmo sacrificando capture em rallies low-quality.
A equipa reúne três fontes externas para documentar que o mercado foi liderado por títulos especulativos: a Empirical Research Partners sobre a força do momentum e dos títulos com baixa cobertura de juros desde a «Liberation Day», os cestos temáticos da Goldman Sachs e o monitor de factores da Morningstar. A conclusão é que o terceiro trimestre teve o carácter de uma subida de baixa qualidade.
Pilecki mantém a sobreponderação a bancos regionais de pequena e média capitalização iniciada após as falências do Silicon Valley Bank e do First Republic. A tese: deter bancos com métricas de retorno acima da média, culturas de crédito sólidas e gestão focada no crescimento do tangible book value por acção. Estes bancos transaccionam a cerca de 8x os resultados estimados do próximo ano, contra um intervalo normal de 10x a 14x. As posições em Financials de pequena e média dimensão voltaram a superar os maiores bancos e seguradoras no trimestre, e a First Financial Bancorp é o caso de estudo da carta.
Wilk defende operar nos cantos de nicho do mercado, onde persistem ineficiências e os preços exageram o risco. Vê na carteira múltiplos negócios capazes de duplicar ou triplicar num horizonte de 3 a 5 anos, implicando TIR de 15-25% ou superior, com forte protecção de queda.
Godfrey argumenta que, à medida que os investidores se concentram em beneficiários de IA, o resto do mercado foi deixado para trás e os múltiplos de muitos negócios atingiram níveis de mínimo em base absoluta e relativa. O gestor considera que o binómio risco/retorno é significativamente mais atrativo nas partes esquecidas do mercado, onde encontra bons negócios a preços muito atrativos — a compra da Driven Brands, penalizada -25% sem notícias após o anúncio Oracle-OpenAI, é a materialização desta tese.
Os Nasgovitz articulam a confluência de dois tailwinds históricos: lucros do S&P 600 a recuperar e Reserva Federal a iniciar cortes. O índice NFIB de optimismo das pequenas empresas tem precedido rallies do Russell 2000® Value emergindo de recessões (2009, 2020); 2025 apresenta sinais semelhantes. A equipa lê o ambiente como progressivamente confirmatório da rotação para small value, apesar do trimestre individual ter ficado abaixo do índice.
Os gestores reiteram a sua tese fundadora de que os mercados de small-cap oferecem ineficiências significativas para investidores criteriosos. Essa convicção sustenta o lançamento das SPVs Liberty Park Co-Investment, vínculadas a oportunidades de risco/retorno excepcionais de empresa única que as restrições de dimensionamento do fundo nem sempre permitem aproveitar plenamente.
A liderança das acções de beta elevado atravessou todos os mercados accionistas mas foi mais pronunciada nas capitalizações mais baixas: no Russell 2000 o quintil de beta mais alto rendeu 26% contra 7% do quintil mais baixo, e no Russell 2500 20% contra 2%.
As acções voláteis e de beta elevado prolongaram a recuperação acentuada iniciada nos mínimos de 8 de Abril, com o Russell 2000 a atingir máximos históricos e as small caps a liderar as large caps. A casa atribui o movimento a empresas de baixa qualidade e com resultados negativos, valorizadas na expectativa de novos cortes de taxas da Reserva Federal, o que penalizou uma carteira orientada para qualidade. Considera estas recuperações raras, de curta duração e historicamente sujeitas a reversão para a média.
Ensaio de fecho rejeita explicitamente o framework de moat de Buffett quando aplicado a small caps. Avi Fisher argumenta que small companies ainda não são castelos a defender — são especialidades ou nichos que carecem de stewardship por equipas de gestão capazes. A metáfora central é niche-as-harbor (protegido de flotsam, com espaço para exploração e expansão) em oposição a moat-as-castle-defense. A tese ancora a estratégia: alocar capital paciente a companhias bem investigadas e bem compreendidas em mercados pequenos e ineficientes, com ambição de retornos anualizados de 15% ("five year doubles").
As gestoras articulam uma deslocação de qualidade no small-cap como sintoma de sentimento sobreaquecido: no último trimestre houve outperformance massiva — de cerca de 1500 basis points — das acções não lucrativas do Russell 2000 (mais de 30% do índice) face às acções lucrativas. Esta dinâmica, juntamente com o FOMO em large cap sem crescimento real de FCF por acção, torna improvável que o fundo acompanhe o mercado num momento como este. O posicionamento em activos reais e marcas com FCF crescente é apresentado como contraponto deliberado.
A carta regista um alargamento da participação do mercado, com as pequenas capitalizações a superarem as grandes pela segunda vez apenas nos últimos oito trimestres, e descreve uma liderança que se deslocou para as empresas que não geram resultados no seu índice, para os títulos do extremo inferior da sua gama de capitalização e para os de maior posição curta em aberto. A gestora declara-se comprometida com a identificação de ineficiências no mercado de pequenas capitalizações que produzem cotações e valorizações que não reflectem com rigor a sua avaliação do valor subjacente das empresas, abordagem que diz aplicar de forma consistente e independentemente do enquadramento de mercado.
O Russell 2000 formou mínimo a 8 de Abril e rendeu 12,39% no trimestre, com todos os sectores excepto utilities a ganharem dois dígitos, enquanto o fundo cedeu 1,58%. A gestora atribui o atraso à selecção de títulos, agravada por um mercado muito especulativo puxado por empresas de baixa qualidade e sem lucros que não detém, algumas das melhores no ano ainda sem gerar receita, a par do ressurgimento de títulos meme, muitas vezes abaixo de cinco dólares por acção, e de ganhos em mineiras apoiadas na força do ouro e da prata e em nomes ligados a criptomoedas. Declara que estas não são áreas do mercado em que investe.
A gestora observa que taxas mais baixas criaram tailwinds incrementais e que os resultados deram sinais de vida para lá dos líderes mega-cap, com uma recuperação notável dos small caps durante o trimestre. O Russell 2000 TR subiu 12,39% no trimestre, à frente do S&P 500. É uma observação contextual de estrutura de mercado, sem posicionamento direccional explícito do fundo em small caps.
A gestora regista que o fundo mantém exposição selectiva a empresas de menor capitalização, um espaço penalizado por taxas de juro mais elevadas e que continua a transaccionar com desconto significativo face aos pares large-cap. Observa um rebound notável dentro das small caps durante o trimestre e argumenta que, à medida que as valorizações normalizam e a liderança de mercado se alarga para lá da IA, estas áreas estão bem posicionadas para contribuir de forma mais significativa para os retornos futuros.
A gestora argumenta que as condições macro afectam as empresas mais pequenas mais do que os pares de maior dimensão, mas que as estimativas de resultados das small caps parecem ter estabilizado, apoiadas por condições laborais mais favoráveis, cadeias de abastecimento e níveis de inventário mais normais e perspectivas de taxas mais baixas. As small caps superaram as large caps no terceiro trimestre. Sublinha que, apesar de expectativas de crescimento de resultados semelhantes às do S&P 500, o Russell 2000 transacciona com desconto notável face ao S&P 500, criando uma oportunidade atractiva para investidores com foco no longo prazo.
As small caps dos EUA lideraram, com uma valorização de 12,4% face a 5,3% das large caps. No universo SMID, o estilo growth superou ligeiramente o value, com retornos de 10,7% e 8,2% respectivamente, segundo a família de índices Russell. A preferência dos investidores por empresas de momentum e valuation elevados — muitas com lucros limitados ou inexistentes — e o desempenho superior de acções de beta mais alto são apontados como fundamentalmente inconsistentes com a abordagem de qualidade e beta mais baixo da equipa.
Small caps norte-americanas lideraram o trimestre, com avanco de 12,4% (+10,4% YTD), recuperando de territorio negativo no inicio do ano, com value a superar ligeiramente growth. Large caps ganharam 8% (+14,6% YTD), lideradas pela retoma do tema de IA, com growth (+10,4%) quase a dobrar o retorno de value (+5,3%), segundo a familia de indices Russell. A carteira concentrada em large caps encontra-se exposta a esta dispersao de estilos.
Small caps lideraram com avanço de 12,4% versus 5,3% das large caps. No universo small-cap, growth ligeiramente abaixo de value: 12,2% versus 12,6% segundo a família Russell. Apesar da liderança de small caps em valor absoluto, a carteira sofreu por dentro: preferência de investidores por momentum elevado, valuations elevadas e beta elevado moveu factores contra o estilo de qualidade da equipa, sugerindo ambiente dominado por especulação de curto prazo e entusiasmo retalhista.
Tese central da carta. Lysik articula que small e micro-cap value registaram o trimestre mais forte desde T4 2023 e que, após uma pausa de quatro anos, as small caps retomaram momentum ascendente atingindo um novo máximo e quebrando o pico de preço de 2021. À medida que se desce para equities de baixa avaliação e índices de menor capitalização, a representação de Tecnologia cai (top 10 weight entre 10,7% e 11,7%) e os múltiplos de avaliação destes subsegmentos negoceiam a desconto significativo face ao S&P 500. A estratégia Deep Value Select negoceia a desconto superior a 70% face ao S&P 500.
Wetherald enquadra a tese central do fundo na ineficiência do segmento small/micro-cap e nas vantagens de liquidez de um fundo pequeno. Refere a intenção de limitar as subscrições a 150 milhões de dólares para capitalizar de forma sustentável este tipo de oportunidade. Ilustra a dinâmica com a ClearPoint, que transita de micro-cap para o que designa por small-cap sweet spot, e com a Stran, micro-cap sem cobertura sell-side.
Mediana do S&P SmallCap 600 a transaccionar a 25x lucros TTM (30x ex-financials). Russell 2000 essentially sem GAAP profits TTM — quando se usam adjusted numbers que omitem 'non-recurring', small caps não cumprem consensus nem geram profit growth há três anos. Bifurcation persistente — high-quality fully valued, low-quality com risco estrutural. Os gestores evitam negócios cujo desempenho estendeu para além de normas históricas com cotações que pricem o status quo de continued deficit spending. As oportunidades, segundo a tese, existem na neglected periphery — não no core do índice.
As small caps, medidas pelo Russell 2000 Growth, entregaram outro trimestre de dois dígitos (+12,2%), superando as large caps com a amplitude do mercado a melhorar — quase dois terços das empresas do índice tiveram desempenho positivo. Cupps reconhece que abraçaria condições macro favoráveis às empresas mais pequenas, mas considera que a abordagem táctica de apanhar o movimento ignora a oportunidade maior e de mais longo prazo. Defende que o universo de small caps norte-americano alberga algumas das empresas e empreendedores mais inovadores e dinâmicos do mundo.
Na sua leitura prospectiva, o gestor aborda a expectativa crescente de uma liderança das SMID caps motivada pela descida das taxas de juro. Embora reconheça que condições macro favoráveis seriam bem-vindas, recusa a abordagem táctica de apanhar o movimento nas SMID caps, por considerar que ignora a oportunidade estrutural de maior prazo. Defende que o universo SMID norte-americano concentra empresas e empreendedores particularmente inovadores e que o ritmo acelerado de inovação gera oportunidades de forma fiável, independentemente do enquadramento de mercado.
A gestora considera que as small caps continuam a ser uma área atractiva de investimento e descreve o ciclo de desempenho inferior face às large caps como longo, com as valorizações a sustentarem o segmento. Aponta o crescimento de lucros, ausente nas small caps, como a razão mais provável para inverter o ciclo em 2026.
Rewey lê o outperformance progressivo dos índices de menor capitalização no T3 2025 (Russell 2000 Value +12,6% vs Russell 1000 Value +5,29%) como sinal precoce de rotação dos investidores para fora dos large-caps. Sustenta tese com aritmética de capital displacement: reallocation de apenas 1% do S&P 500 para o Russell 2500 Value equivaleria a comprar 11% desse índice; para o Russell 2000 Value equivaleria a comprar 32% desse índice. Diferencial cumulativo de outperformance do S&P 500 sobre R2500V (+35%) e sobre R2000V (+42%) desde 16 de Março de 2022.
O gestor argumenta que a subida do mercado foi liderada por títulos de baixa qualidade e de beta elevado, num ambiente movido pela especulação. Identifica um número crescente de empresas com trajectórias sólidas de vendas e resultados rumo a 2026 — nomes que acredita liderarem o desempenho assim que os fundamentais, e não a especulação, voltarem a comandar os retornos. A volatilidade macroeconómica persistente e as disrupções sectoriais continuam a criar oportunidades para descobrir negócios fundamentalmente fortes mas subvalorizados.
O gestor considera que a dispersão de avaliações entre grandes e pequenas capitalizações se mantém historicamente ampla: enquanto as grandes tecnológicas exibem múltiplos de prémio impulsionados pelo entusiasmo com a inteligência artificial, muitas pequenas capitalizações de qualidade transaccionam a múltiplos atractivos apesar de fundamentais sólidos. Espera que essa diferença se estreite à medida que os investidores reconheçam as oportunidades nos nomes ignorados. Regista ainda um número crescente de pequenas capitalizações com dinâmica saudável de vendas e resultados a caminho de 2026, que identifica como as mais bem posicionadas quando os fundamentais voltarem a comandar o mercado.
O salto impressionante de small-cap value no T3 (+12,6% do Russell 2000 Value) é destacado pela equipa como área de potencial intrigante. A equipa considera que o movimento pode estar apenas a começar e que os mercados não estão a recompensar totalmente o potencial de lucros de muitas pequenas empresas. Vê isto como tendência a continuar consistente com leitura de que businesses individuais se movem independentemente da acção genérica do mercado.
As pequenas capitalizações entraram no trimestre a transaccionar em mínimos de várias décadas face às grandes, oferecendo suporte de valorização e potencial assimétrico à medida que os lucros recuperam. As expectativas de lucros de 2025 reforçaram-se, com os lucros das small caps projectados para expandir a mais do dobro do ritmo das large caps, reflectindo alavancagem operacional de uma retoma na indústria transformadora e no investimento de capital. O posicionamento dos investidores em small-cap value permanece leve face aos padrões históricos, o que sugere que a rotação ainda tem espaço para continuar.
O gestor descreve o ganho de +12,4% do Russell 2000 no trimestre como impulsionado não pelas empresas rentáveis e do "heartland" americano historicamente associadas ao índice, mas por equities especulativas com lucros baixos ou receitas inexistentes. Aponta que as cinco maiores empresas do índice sobem mais de 150% no ano e transaccionam acima de 500x lucros, dominadas por modelos de negócio por provar em sectores como computação quântica e defesa de nova geração. Lê esta deslocação como fonte da margem de segurança da carteira, simultaneamente sinal de risco especulativo.
A Summers articula a saída recorde de capital de fundos de saúde — cerca de 13 mil milhões de dólares em 2025 — e de small caps norte-americanas — 35 mil milhões —, em contraste com 224 mil milhões de entradas em large caps. O gestor enquadra esta deslocação como fonte de oportunidades, sustentada pela tese de que compradores estratégicos e de private equity acabam por reconhecer o valor: a ZimVie foi adquirida com um prémio de 124% durante o trimestre.
Squire identifica no trimestre o primeiro sinal preliminar de rotação para SMID cap value. O Russell 2000 superou o S&P 500 em 8,12% no trimestre pela maior margem em três anos e apenas pela terceira vez nesse período. Tese é que a rotação não decorrerá de abandono dos MAG 7 e AI mas de reconhecimento de overbought e realocação para áreas overlooked como SMID cap value. Catalisadores de aceleração: descida de taxas favorável a small caps e ambiente M&A mais activo. Squire avisa que é cedo para chamar rotação confirmada.
O risco foi favorecido no trimestre, com os retornos de fator mais elevados a virem de Beta e Volatilidade Residual. A qualidade dos lucros e a rendibilidade foram ignoradas ou penalizadas. Nos índices de crescimento de pequena e média capitalização dos EUA, os melhores retornos vieram de acções com lucros nulos ou negativos — fenómeno especialmente pronunciado no segmento de pequena capitalização de crescimento, onde mais de 20% do Russell 2000 Growth carece de lucros positivos. Esta dinâmica de estilo constitui um vento contrário para uma carteira focada em qualidade.
A gestora observa que, nos índices de crescimento de small e mid caps, os melhores retornos vieram de acções com resultados nulos ou negativos — fenómeno especialmente pronunciado no small cap growth, onde mais de 20% do Russell 2000® Growth Index não tem resultados positivos. A qualidade dos resultados e a rentabilidade foram ignoradas ou penalizadas, com preferência por títulos de beta elevado ou baixo retorno sobre capitais próprios. A equipa contrasta esta dinâmica com a sua disciplina fundamental, antecipando que esta venha a ser recompensada ao longo do tempo.
Os factores "qualidade" e "valor" caíram cerca de 20% no acumulado do ano, criando ventos contrários materiais para o estilo do fundo, enquanto a concentração de mercado atinge máximos. Cocke argumenta que qualquer sinal de fadiga no capex dos gigantes tecnológicos pode ser o catalisador que reorienta o sentimento de volta para as small caps e o software.
No trimestre, as small caps superaram as large caps e a liderança de mercado alargou-se para além das mega caps. As gestoras identificam oportunidades em sectores defensivos e cíclicos à medida que a participação se alarga, dinâmica relevante para um fundo de small-cap core.
O segmento de farmacêuticas, biotecnologia e ciências da vida — composto em larga medida por empresas em estágios iniciais de investigação e desenvolvimento, anos longe de gerar lucro — liderou os ganhos do índice micro-cap no trimestre. As gestoras, focadas em empresas de elevado crescimento e qualidade, têm exposição reduzida a esta área, o que explicou a maior parte do atraso face ao benchmark. Argumentam que a qualidade agregada da carteira face ao índice está num máximo histórico.
As gestoras descrevem um rali persistente de empresas de baixa qualidade — modelos de negócio especulativos, frequentemente com lucros escassos ou inexistentes, ligados a temas populares como IA, computação quântica, criptomoedas, energia nuclear, aeroespacial e defesa. Citam que, no trimestre, 56 títulos do Russell 2000 Growth Index subiram 80% ou mais, dos quais 82% não eram rentáveis. Argumentam que estes períodos são historicamente de curta duração e que a qualidade prevalece no longo prazo.
D'Agnillo articula na secção "Looking Ahead" que os mercados continuam a recompensar um grupo restrito de large-cap tech, enquanto small-caps permanecem amplamente ignoradas. Argumenta que este desencontro está a criar algumas das melhores oportunidades em anos. Posicionamento integral do fundo em small/micro caps materializa esta tese, com watchlist a transaccionar a descontos significativos face ao valor intrínseco.
A gestora enquadra a oportunidade em small/mid-cap value como particularmente atractiva: estimativas de consenso de lucros sugerem que o Russell 2000 poderá superar significativamente o Russell 1000 em cada um dos próximos dois anos, e as small caps transaccionam no maior desconto face às large caps desde a bolha dot-com. Em coerência com o universo benchmarkado contra Russell 2500 Value e Russell 2000 Value, a equipa acredita que o estreitamento deste diferencial recompensará a carteira.
As gestoras assinalam que estimativas de consenso de resultados sugerem que o Russell 2000 pode superar significativamente o Russell 1000 em cada um dos próximos dois anos, e que as small caps transaccionam com o maior desconto face a large caps desde o boom do dot-com. Uma vez estreitado o gap entre mega-cap growth e companhias mais pequenas, as carteiras deveriam ser recompensadas.
Os gestores articulam tese estrutural sobre o desconto de small caps face a large caps. Estimativas de consenso para resultados em vários sectores sugerem que o Russell 2000 poderá superar significativamente o Russell 1000 nos próximos dois anos (FactSet Market Aggregates). Small caps transaccionam no maior desconto face a large caps desde o boom dot-com. Os gestores acreditam que assim que o gap de desempenho entre mega-cap growth stocks e empresas mais pequenas se estreitar, os portfólios deverão ser recompensados.
A gestora articula tese explícita de oportunidade em small-cap value ancorada em dois pontos quantitativos: small caps a transaccionar no maior desconto face a large caps desde a bolha dot-com, e projecções de consenso (FactSet) a apontar para Russell 2000 a superar materialmente Russell 1000 nos próximos dois anos. Posicionamento pro-cíclico reflecte convicção bottom-up em negócios subavaliados em vez de previsões macroeconómicas. Carteira deve ser recompensada quando o gap de retorno entre mega-cap growth e empresas mais pequenas se estreitar.
A gestora articula caso construtivo de longo prazo para o segmento small-cap dos EUA. Valuations permanecem compelling face a large caps, com Russell 2000 Index a transaccionar perto de multi-decade lows em base relativa. Tailwinds potenciais identificados: deregulation, lower corporate tax rate, increased M&A activity, continuação do reshoring de manufactura US e infrastructure-related spending. A equipa experimentou some short-term volatility relacionada com políticas e legislação da administração actual, mas mantém-se mindful de riscos como reaceleração inflacionária, tensões geopolíticas aumentadas e potencial fragilidade económica US.
A gestora reitera o caso construtivo de longo prazo para o segmento small/mid-cap dos EUA — valuations remain compelling face a large caps, com Russell 2500 Index a transaccionar perto do lower end do intervalo histórico. Tailwinds potenciais identificados: deregulation, lower corporate tax rates, increased M&A activity, continued reshoring of U.S. manufacturing e infrastructure-related spending. Disclaimer simétrico: short-term volatility por políticas e legislação da administração, com riscos persistentes de inflation reaccelerating, increased geopolitical tensions e potential US economic weakness. A posicionamento da carteira é função do bottom-up security selection process e não de previsões top-down sectoriais.
Daniel mantém ~66% do portfolio em empresas com market cap inferior a $500M e reafirma os benchmarks Russell Microcap e Russell 2000 como proxy do mandato. Apesar do +32,8% líquido no trimestre, sinaliza que a strategy concentrada em micro/small "will naturally diverge from market indexes" e que períodos de underperformance virão.
A gestora articula três razões para tailwind small-cap: (1) Russell 2000 Growth 12,4% abaixo de máximos de Fev 2021 enquanto NASDAQ +50% e S&P 500 +70%; (2) next 12-month P/E do benchmark a discount face a S&P 500 há quatro anos consecutivos, contrariando o premium histórico das small-cap growth dado seu growth superior; (3) allocations a small-cap growth em mínimos de vários anos, indicando potencial mean reversion forte. Conviction explícita de que large-cap não irá outperformar para sempre.
Cliff Greenberg articula que este foi um dos melhores trimestres em 25 anos para retornos de high-beta stocks. More volatile, lower quality stocks performed well. Fund é composto por holdings high quality e lower betas, pelo que as características estiveram out of favor — hampered relative returns. Often em initial up legs de small-caps rally, Fund lags somewhat mas catches up over time. Russell 2000 Growth continua 12% abaixo do ATH de quatro anos atrás e ~9% abaixo do recent high de Dezembro 2024. Gestora believes small caps em geral oferecem great absolute value e devem experience period de relative outperformance.
A gestora apresenta a tese estrutural mais robusta do trimestre: small-caps no 5.º percentil de valorização relativa (Jefferies small vs. large), nível visto pela última vez em 2001. Russell 2000 representa apenas 5,5% do market cap do S&P 500 (all-time low) e cerca de 3% do Russell 3000 (mínimo desde os anos 1930); os 5 maiores nomes do S&P 500 valem 5x todo o Russell 2000; NVIDIA sozinha vale aproximadamente 126% da capitalização do Russell 2000, vs média e mediana pré-COVID de ~30%. Apesar dos fundamentos terem sofrido com três anos de declínio de lucros, a classe «procura ground sólido». Postura inequivocamente bullish em valorização relativa, com calibração defensiva no curto-prazo via quality bias.
Pavese articula que a flexibilidade e disposição para deter acções mais pequenas será um driver importante de retornos. Exposição a empresas mais pequenas, com valuations a sugerir retornos forward materialmente superiores, aumentou meaningfully nos últimos dois anos. O universe de empresas avaliadas entre 5 e 25 mil milhões de dólares é descrito como completamente desligado do S&P 500.
Eriksen articula explicitamente que, no fim de Junho de 2025, as holdings transaccionavam a 8,4x a estimativa de resultados para o ano seguinte e a 6,8x resultados esperados líquidos de caixa nos respectivos negócios. Trailing P/E 10,7x. Weighted price-to-book 1,6x. Dividend yield 2,5%. ROE esperado ponderado 18,9% a 30 de Junho de 2025. As métricas excluem a caixa retida pelo fundo e adicionam back amortização não-económica à estimativa de resultados; devido à incerteza da situação, Eriksen não atribui resultados nem book value a Pacific Coast Oil Trust.
O Strategy targeta SMID growth — Russell 2500 Growth Index zona natural de investimento. Aram Green articula valor da construção piramidal mantida apesar de mega cap leadership ter dominado o trimestre. Posicionamento estrutural para mean reversion significativo: tese dependente de clareza tarifária a desbloquear capital de IPO market e investimento corporativo, abrindo espaço para alargamento de leadership para SMID. Estrategy continua a olhar para novas ideias entre empresas que planeiam abrir capital e late-stage high-growth innovators.
Os gestores destacam que as large caps continuam a superar as small caps, com o rolling 10-year annualized return gap o maior on record desde a década de 1930 e as valuations relativas no decil inferior. Argumentam que, com valuation e desempenho das small caps face às large caps perto de mínimos históricos e potencial de crescimento de lucros mais rápido na segunda metade de 2025, a classe de activos está bem posicionada para um desempenho melhorado.
Os gestores quantificam o gap: Russell 2000 +8,5% no trimestre versus Russell 1000 +11,1%, estendendo a underperformance da década passada para 7,3 pontos anuais — o maior gap desde 1935. Articulam que apenas 18% dos small cap core managers bateram o benchmark segundo a Jefferies, o que reflecte a difficulty do regime corrente. Sem trying to time o reversion, mantêm conviction no eventual tipping point a favor de fundamentais e quality.
Os gestores argumentam que as small caps continuam a transaccionar em múltiplos de valuation historicamente baixos quando comparadas com as large caps, e que o crescimento de vendas e resultados está agora a reemergir e a acelerar após vários anos de contracção. Concluem o enquadramento declarando-se muito confortáveis com as características de crescimento de qualidade conservador da carteira, tratando a deslocação de valuation como suporte estrutural para retornos futuros.
As pequenas capitalizações continuam a negociar com múltiplos de avaliação historicamente baixos face às grandes, e o crescimento da receita e dos resultados está agora a reemergir e a acelerar depois de vários anos de contracção. É com essa combinação que a casa se diz muito confortável com a carteira.
O gestor sublinha que as pequenas capitalizações continuam a negociar com múltiplos de avaliação historicamente baixos face às grandes e que o crescimento de receitas e resultados está agora a reemergir e a acelerar depois de vários anos de contracção. É esse o argumento que sustenta o conforto declarado com o posicionamento conservador da carteira.
O gestor articula que apesar de pequenos rebalanceamentos, o regime persiste: Russell 2000 Value gerou 5% para o trimestre, Russell 2000 apenas 8,5%, mantendo a dominância de growth-oriented names. Defende que small company stocks continuam a oferecer um campo de caça excepcionalmente fértil para outsized risk-adjusted wealth creation — e que pretender prever o calendário da reversão é fútil. Invoca o paralelo com '99-'03 quando concentrated value investors brilharam enquanto as distorções index-driven arrastaram o mercado amplo para o abismo.
O desconto do S&P 600 face ao S&P 500 é o mais largo desde a bolha tecnológica, há vinte e cinco anos. A equipa nota que as pequenas capitalizações estão grosso modo em linha com a sua média histórica de valorização, enquanto o índice das grandes, dominado por empresas de crescimento, transacciona com prémio.
O gestor está sobreponderado em bancos de pequena e média dimensão, que superaram os maiores bancos e seguradoras no trimestre. Nota que as acções de pequena e média capitalização tendem a superar nas fases iniciais de subidas do mercado, uma reversão face ao primeiro trimestre, em que dominaram as financeiras de grande capitalização.
A 30 de Junho, 86,4% do peso em dólares do S&P 500 estava nas 200 maiores componentes, todas acima de 50 mil milhões de dólares de capitalização; a carteira tinha 57,0% nesse escalão. No extremo oposto, o índice tinha 2,2% do peso nas 100 componentes mais pequenas, abaixo de 17 mil milhões, contra 24,1% da carteira. Poppe assume a diferença como intencional: menos tecnológicas de capitalização muito grande do que o índice, mas mais do que a quota-parte em negócios de nicho líderes de mercado e de retorno elevado.
A carta apoia-se num estudo da Furey Research Group segundo o qual o retorno relativo a dez anos do Russell 2000 face ao S&P 500 está próximo do mínimo, tendo os três episódios anteriores sido seguidos de reversões plurianuais a favor das pequenas empresas. Miller recusa prever a viragem e insiste que a carteira não depende dela, mas afirma que o fundo beneficiaria de forma desproporcionada caso ocorra.
Wilk descreve o Russell 2000 num período prolongado de subdesempenho face às large-caps, com capital a favorecer mercados emergentes em detrimento das pequenas empresas domésticas. As condições para a recuperação — economia resiliente, avaliações historicamente baratas e mais de uma década de subdesempenho relativo — estão reunidas, mas o retorno surge aos soluços. A história sugere que o ciclo virará e que a carteira está bem posicionada para beneficiar.
Godfrey argumenta que a fixação do mercado num punhado de empresas deixou um vasto conjunto de negócios de qualidade a transacionar a valorizações historicamente atrativas. Traça um paralelo explícito com 1999, quando as small caps passaram a superar as large caps ao longo dos doze anos seguintes, e nota que os spreads de valorização actuais são quase idênticos aos de então. Identifica catalisadores potenciais: a OBBB de Trump, cortes de taxas historicamente favoráveis às small caps e qualquer desilusão vinda dos beneficiários de IA. A compra da Bio-Techne, a múltiplos não vistos desde 2017, materializa esta tese.
A equipa argumenta que os investidores não estão a receber aquilo por que pagam: negócios de maior qualidade, com margens e retornos sobre o capital superiores, transaccionam frequentemente mais baratos do que os de menor qualidade. Ao longo dos últimos 20 anos, as small caps de alta qualidade negociaram com um prémio de 5% face ao S&P 500; hoje sentam-se num desconto de mais de 10% em Enterprise Value/EBIT forward. E enquanto historicamente foram 15% mais baratas do que as small caps de baixa qualidade, esse desconto alargou para 30%. O opportunity set parece expandir-se para gestores activos e value-minded, sobretudo entre early-cycle cyclicals e small caps, que descontam crescimento económico futuro mais fraco apesar da actividade industrial a estabilizar.
Os Nasgovitz argumentam que o caso para small caps deixou de ser apenas historicamente atractivo e está a reforçar-se: os lucros do grupo, planos no primeiro semestre, deverão crescer a dois dígitos nos seis meses seguintes enquanto o crescimento dos Magnificent 7 desacelera. O desconto de 26% face às large caps é apenas a quarta vez em quarenta anos que o diferencial iguala ou excede 20 pontos.
O Russell 2000® ficou aquém do S&P 500 no trimestre, mas a equipa sustenta que o diferencial começou a estreitar-se no final de Abril e que a inflexão dos lucros é o argumento central: os lucros das empresas do S&P 600 estiveram praticamente estagnados no primeiro semestre e o consenso aponta para um salto de 11,9% no segundo, o que colocaria o crescimento das small caps em linha com o mercado alargado, incluindo as Magnificent 7, cujos lucros abrandam de forma notória. A explicação é parte estrutural — menor exposição a tarifas pela orientação doméstica das vendas e da produção, metade do peso do S&P 500 em tecnologia e aproximadamente o dobro em Industrials — e parte cíclica, com as margens das pequenas empresas apenas agora a recuperar depois de os lucros do S&P 500 terem tocado o fundo em 2023.
A partir da leitura de que a correcção é severa mas passageira, os gestores afirmam acreditar que o enquadramento se manterá favorável às acções de pequena capitalização e que continuarão a sobreponderá-las nas várias carteiras face aos índices de referência e aos pares. É a única decisão de alocação explicitada na carta, e aplica-se de forma transversal aos três fundos.
Na secção Looking Forward, Sweeney observa que as small caps no seu conjunto permanecem aproximadamente 30% mais baratas do que os pares de maior capitalização, com base em rácios de forward P/E relativos da Yardeni Research. Caracteriza esta deslocação como um headwind para o fundo nos anos recentes, mas argumenta que, a julgar pela história, em algum momento se converterá num tailwind. Acredita que os negócios e as acções da carteira estão preparados para um bom desempenho nos próximos anos.
Depois da queda acentuada do primeiro trimestre, as acções norte-americanas registaram uma subida de dois dígitos no segundo, com o Russell 3000 a avançar 11,0%, mas os estilos de crescimento lideraram o valor e as large caps superaram as small caps. A casa atribui a força recente de alguns dos nomes mais arriscados e especulativos de mid e small caps a factores alheios aos fundamentais e considera-a insustentável a prazo. A fraqueza idiossincrática em várias posições foi um obstáculo adicional ao retorno relativo, apesar de exposição sectorial favorável.
A exposição a factores de menor volatilidade e de qualidade passou de vento de cauda no primeiro trimestre a vento contrário no segundo, com beta elevado e dinâmica a liderar a recuperação pós-tarifas. A casa considera que a força recente dos nomes mais arriscados e especulativos do segmento não assenta em fundamentais nem é sustentável a prazo. A ausência das acções de melhor comportamento do índice explicou perto de um quinto do défice relativo.
Ao longo do trimestre a Southeastern observou uma quantidade preocupante de especulação em acções de baixa qualidade, citando o regresso das meme stocks e das apostas YOLO. A intersecção da indexação com acções que nunca desiludem distorce a avaliação título a título, criando preços incorrectos que o fundo procura explorar, com um P/FCF de 10-12x contra mais de 20x do mercado.
Os gestores afirmam ver mais oportunidades em small caps do ponto de vista de avaliação, dado o atraso relativo dos últimos vários anos, e esperam que os resultados das small caps acelerem a um ritmo superior ao das large caps ao longo do resto do ano. É a condição que identificam como necessária para desbloquear essa oportunidade.
A carta regista que os retornos accionistas domésticos foram positivos em todas as dimensões de capitalização e estilos, com as grandes capitalizações a dominarem as pequenas e os títulos de crescimento bem à frente dos de valor. A gestora declara-se comprometida com a identificação de ineficiências no mercado de pequenas capitalizações que produzem cotações e valorizações que não reflectem com rigor a sua avaliação do valor subjacente das empresas, abordagem que diz aplicar de forma consistente ao longo do tempo e independentemente do enquadramento de mercado.
Os gestores articulam uma tese construtiva para small/mid caps numa óptica de valorização, após vários anos de atraso relativo face às large caps. Acreditam que esta oportunidade pode ser libertada se os resultados das smid caps acelerarem a um ritmo superior ao das large caps, algo que esperam que aconteça no resto do ano. A tese é de valor relativo entre classes de capitalização, não uma aposta direccional sobre o mercado amplo, que consideram esticado.
O Russell 2000 recuperou quase toda a queda inicial, com 8,5% no trimestre e uma perda de 1,79% no ano, mas a gestora sublinha que o mercado favoreceu claramente qualidade baixa e retardatários e que a carteira não conseguiu acompanhar essa corrida. Considera o padrão típico de início de ciclo nas pequenas capitalizações, em que os títulos mais castigados sobem primeiro e mais depressa quando os investidores concluem que a situação pode não ser tão má quanto se temia. Dos três cenários que traça para o segundo semestre, dois favorecem o seu estilo.
A gestora observa que, após a contracção do primeiro trimestre, as valorizações accionistas expandiram para território acima da média, com o rácio preço-resultados forward a 12 meses do S&P 500 em 22 vezes, acima das médias de 5 e 10 anos. Em contraste, o S&P 600 Small Cap negoceia a 15 vezes, abaixo das suas médias, sinalizando uma subvalorização persistente das empresas de menor dimensão. É uma observação de estrutura de mercado, sem posicionamento direccional explícito do fundo.
McIntyre atribui grande parte do desempenho inferior do semestre à fraqueza generalizada das small cap special situations enquanto grupo. Usa como proxy o universo de empresas com capitalização inferior a 5 mil milhões de dólares que sofreram um spinoff nos últimos três anos: mediana e média de -15% no semestre, excluindo a GRAL, com apenas oito de 43 positivas. À medida que o factor reverteu em Julho e Agosto, estes títulos melhoraram para -8%, o que sustenta a tese de recuperação.
As large caps dos EUA encerraram o trimestre com uma valorização de 11,1%, com o estilo growth (+17,8%) a superar largamente o value (+3,8%). As small caps subiram 8,5%, recuperando 24,0% desde o mínimo de 8 de Abril, com o growth (+12,0%) novamente à frente do value (+5,0%), segundo a família de índices Russell. A liderança de acções de beta, momentum e valuation elevados é apontada como fundamentalmente inconsistente com a abordagem de qualidade e beta mais baixo da equipa.
As large caps norte-americanas encerraram o periodo com avanco de 11,1%, com o estilo growth a ganhar 17,8%, a superar significativamente o value, que subiu 3,8%. As small caps renderam 8,5% no trimestre, recuperando 24,0% face ao minimo de 8 de Abril, com growth (+12,0%) a superar value (+5,0%), segundo a familia de indices Russell. A carteira concentrada em large caps encontra-se exposta a esta dispersao de estilos.
Small caps retornaram 8,5% no trimestre, recuperando 24% face aos mínimos de 8 de Abril. Dentro do segmento, growth subiu 12,0% versus 5,0% para value. Apesar da liderança absoluta de small caps, a estratégia sofreu por dentro: a recuperação aguda favoreceu nomes de momentum elevado, beta elevado e múltiplos elevados — exactamente os factores que a abordagem disciplinada da equipa evita por construção. Ambiente factor headwinds materialmente adverso para estilo de qualidade e baixa beta orientado a downside protection.
Em Abril 2025, S&P SmallCap 600 caiu 28% face ao máximo — o maior drop desde Março 2020. Russell 2000 sem avanço em quatro anos mas multiplos comprimiram do pico de 2021. Median P/E do S&P SmallCap 600 profitable em 19x (22x ex-financials). Net margins medianas em +170pb sobre média pré-Covid. Universo continua bifurcado: nomes high-quality ainda fully valued; nomes low-quality com risco estrutural. Os gestores aproveitaram a turbulência via starters seleccionadas.
A gestora divulga que o fundo detém mais de 7% dos activos em quatro empresas privadas e que essa componente caiu mais de 44% em doze meses, enquanto as detenções cotadas ficaram sensivelmente na mesma. Sublinha que a comparação com os índices é enganadora, porque os índices não detêm empresas privadas. Ao mesmo tempo argumenta que a diferenciação está mais difícil do que nunca, com muitos medicamentos em desenvolvimento a perseguir o mesmo alvo, o que penaliza sobretudo as biotecnológicas com meios humanos e financeiros limitados.
O Russell 2000 Growth Index recuperou no segundo trimestre após a queda do primeiro, e a estratégia Renaissance Small Cap Growth subiu e superou o índice. A liderança concentrou-se nos segmentos de beta elevado: o ETF de alto beta rendeu 24,6% no trimestre face a −2,5% no de baixo beta, uma inversão marcada do T1, sinalizando recuperação da confiança do investidor.
Rewey antecipa rotação de investidores para fora do S&P 500 dominado pelas Magnificent 7, com sinais de individual stock selection a regressar no 1S25 (duas das M7 com retornos negativos YTD e uma flat). Sustenta tese com aritmética de capital displacement: uma reallocation de apenas 1% do market value do S&P 500 para o Russell 2500 Value equivaleria a comprar 10,6% desse índice; para o Russell 2000 Value equivaleria a comprar 33,3% desse índice. Universo de pesquisa: 5000+ equities domésticas small/SMID com cobertura analítica limitada — fonte estrutural de alpha em selection.
A carteira está inclinada para empresas de maior qualidade, tipicamente já a gerar resultados ou perto da rentabilidade, ao passo que o índice de referência foi impulsionado pela preferência do mercado por empresas de baixa qualidade, com elevado peso de posições curtas e beta alto. O gestor mantém uma abordagem disciplinada de preservação de património, aceitando ficar ocasionalmente de fora das subidas de títulos de baixa qualidade. Continua optimista quanto ao binómio risco-retorno favorável no universo dos micro-caps, onde a volatilidade macroeconómica e as disrupções sectoriais criam oportunidades para identificar activos subvalorizados.
O gestor considera que as avaliações das pequenas capitalizações estão atractivas face aos níveis históricos e às grandes capitalizações, em particular nas empresas com fundamentais sólidos e motores de crescimento seculares. Apesar do trimestre difícil, mantém-se optimista quanto ao potencial de longo prazo das pequenas capitalizações superarem à medida que as condições de mercado normalizarem e o valor fundamental for reconhecido.
A casa argumenta que o ambiente de tarifas e de transformação legislativa recompensa precisamente o tipo de negócio que procura: empresas de pequena e média dimensão com alavancagem mínima, cujas estruturas magras e agilidade lhes permitem pivotar rapidamente em tempos turbulentos. Distingue-as das grandes capitalizações pela capacidade de adaptação e pela proximidade entre propriedade e administração. Sublinha ainda que a volatilidade das revisões do índice de preços no consumidor reforça a necessidade de olhar para além das métricas governamentais e de se concentrar nos sinais reais das empresas detidas. É nesta deslocação que a casa identifica a sua vantagem.
Apesar do início difícil do ano, a Summers considera que os negócios da carteira permanecem fundamentalmente sólidos. O gestor enquadra a carteira como negociando ao maior desconto face ao valor intrínseco desde meados de 2022, com valorizações deprimidas e desempenho operacional consistente. A leitura sustenta optimismo quanto a retornos futuros e enquadra o trimestre fraco como deslocação a ser eventualmente revertida.
Entrando em Junho, fundamentais sólidos eram recompensados e fracos penalizados; depois, de 13 de Junho ao fim do trimestre, as cotações recuaram sem qualquer alteração de fundamentais. A gestora sustenta que, ao longo de vários anos, a solidez dos fundamentais e a composição dos retornos das participadas se sobrepõem às oscilações macro de curto prazo.
A gestão reafirma que a oportunidade de retorno superior das pequenas capitalizações norte-americanas, face ao mercado accionista alargado, lhe parece atractiva a uma escala de uma geração. O argumento assenta em três pilares: o período prolongado de desempenho inferior que gerou a subavaliação relativa observada hoje; a volatilidade individual mais elevada, que aumenta a probabilidade de erros de avaliação exploráveis pela gestão activa; e o volume de operações societárias no universo small cap, onde os obstáculos habituais à transacção, como a dimensão dos negócios ou a concentração sectorial, são reduzidos.
Entre os fatores de risco globais, o Beta, o Momentum e a Volatilidade Residual foram fortemente recompensados, enquanto a qualidade dos lucros, o valor e o crescimento foram ignorados ou penalizados. Nos índices de crescimento de pequena e média capitalização dos EUA, os melhores retornos vieram de acções com avaliações elevadas, lucros negativos ou baixa rendibilidade dos capitais próprios. Esta dinâmica de estilo constitui um vento contrário para uma carteira centrada na qualidade.
Entre os fatores de risco globais, o Beta, o Momentum e a Volatilidade Residual foram fortemente recompensados, enquanto a qualidade dos lucros, o valor e o crescimento foram ignorados ou penalizados. Nos índices de crescimento de pequena e média capitalização dos EUA, os melhores retornos vieram de acções com avaliações elevadas, lucros negativos ou baixa rendibilidade dos capitais próprios. Esta dinâmica de estilo constitui um vento contrário para uma carteira centrada na qualidade.
No trimestre, o mercado recompensou o Beta, o Momento e a Volatilidade Residual, ao passo que a qualidade dos resultados, o valor e o crescimento foram penalizados ou ignorados. Nos índices de crescimento de pequena e média capitalização, os melhores retornos vieram de acções com avaliações elevadas, resultados negativos ou baixa rendibilidade. A gestora contrapõe a sua disciplina nos fundamentais, temporariamente penalizada.
As small caps ficaram 7,3% atrás das large caps em dez anos, o maior fosso móvel desde 1935, com saídas de capital a bater recordes. Cocke vê as suas acções individuais materialmente subavaliadas enquanto os índices exibem espuma, e antecipa que a rotação institucional — com os hedge funds ainda curtos em small caps — pode alargar o rally se os ventos de cauda económicos se concretizarem.
Segundo a equipa, o trimestre foi um dos ambientes mais extremos a favorecer títulos de baixa qualidade na última década, criando vento contrário severo ao estilo de alta qualidade do fundo. As acções de empresas de menor qualidade superaram amplamente as de negócios de maior qualidade.
A gestora continua a acreditar que as perspectivas de longo prazo para as small caps dos EUA são favoráveis, dado que as valuations permanecem deprimidas face às empresas maiores. Acrescenta que a combinação de desregulamentação esperada e de mais fusões e aquisições deverá impulsionar as empresas mais pequenas, e que, enquanto as taxas permanecerem altas, as empresas de qualidade superior deverão beneficiar face a pares de menor qualidade — o que suporta simultaneamente a postura positiva de longo prazo no asset class e a disciplina em qualidade para atravessar a volatilidade de curto prazo.
O Russell 2000 caiu 9,48% no trimestre e chegou a estar 27,92% abaixo do máximo histórico, com a ausência do habitual «efeito Janeiro» a sinalizar fraqueza estrutural do segmento. A equipa considera que as avaliações absolutas e relativas das small caps são atractivas e que o tempo de defesa já passou em grande medida, com a carteira a transaccionar com qualidade superior ao índice (ROE médio de cinco anos de 12,2% contra 5,5%) a múltiplo equivalente (EV/EBITDA de 9,8x).
A gestora continua optimista quanto ao potencial de longo prazo do segmento small-cap dos EUA. Valuations permanecem compelling face a large caps, com o Russell 2000 Index a transaccionar perto de multi-decade lows em base relativa. Tailwinds potenciais identificados: deregulação, lower corporate tax rate, aumento de actividade M&A, continuação do reshoring de manufactura US e infrastructure-related spending. Antecipa alguma volatilidade de curto prazo com a implementação e absorção das políticas da nova administração, mantendo-se mindful de riscos como reaceleração inflacionária, tensões geopolíticas aumentadas e potencial fraqueza económica US.
A carta regista que uma tendência se manteve constante no trimestre — as small caps ficaram atrás das large caps — e que a fraqueza dos mercados se fez sentir em particular nas small caps, com o Russell 2000 a recuar 9,5%, o pior trimestre desde o segundo de 2022. A carta não converte a observação em argumento de oportunidade sobre a classe.
Na secção de perspectivas a gestora reafirma que a tese para small-cap growth permanece forte: as valuations mantêm-se baratas e a alocação dos investidores a small-cap growth está no nível mais baixo da última década, um indicador contrário. Admite não saber quando, mas acredita que estas tendências revertem para as suas médias de longo prazo no futuro, o que constituirá um tailwind para o desempenho das acções de small-cap growth.
A gestora enquadra a recuperação relativa do trimestre num padrão histórico: nos últimos dez anos o fundo atravessou quatro períodos de atraso face ao índice, com duração média de pouco mais de um ano e um défice médio de 8,5% acumulados ou 7,3% anualizados. A esses períodos seguiram-se fases de vantagem mais longas, de quase dois anos em média, com uma margem média de 27,2% acumulados ou 14,4% anualizados. O fundo volta a superar o índice em base móvel a doze meses.
As pequenas capitalizações continuaram a ficar significativamente atrás das maiores, pelo que o fundo, apesar de bater o índice de referência em 205 pontos base, ficou atrás do Russell 3000. A gestora manteve a abordagem de investir em pequenas capitalizações e reduzir as participadas maiores: comprou ou reforçou títulos com capitalização média ponderada de 4,0 mil milhões de dólares e vendeu ou reduziu títulos com capitalização média ponderada de 19,3 mil milhões, com a pontuação de dimensão medida pela Morningstar a descer.
Dado o avanço significativo do S&P 500 sobre o Russell 2000 nos últimos anos, o gestor espera a inversão na próxima década: 7-10% anuais para o Russell 2000 contra 5-7% para o S&P 500. Sobre essa base, conta continuar a bater o Russell em média por uma margem de dois dígitos — como nos últimos 5 anos, em que bateu ambos os índices — colocando os retornos do fundo bem acima de ambos.
Eriksen articula que, no fim de Março de 2025, as holdings do fundo transaccionavam a 8,0x a estimativa de resultados para o ano seguinte e a 6,6x resultados esperados líquidos de caixa nos respectivos negócios. O trailing era 9,8x, o book value ponderado 1,5x, o dividend yield 3,4% e o ROE esperado ponderado 18,5%. As métricas excluem a caixa retida pelo fundo e adicionam de volta amortização não-económica; devido à incerteza, Eriksen não atribui resultados nem book value à Pacific Coast Oil Trust.
Os gestores sublinham que o padrão de outperformance das large caps face às small caps prosseguiu, com a liderança a passar de growth para value na preferência por defesa. Apontam que a underperformance contínua e os gaps de avaliação entre small e large caps persistem, mas argumentam que, aliados a dinâmicas reconfortantes (balanços saudáveis, capital markets funcionais, inovação ainda saudável, baixo desemprego), posicionam a classe de activos para um melhor desempenho. Encorajam-se com um segundo trimestre consecutivo de melhoria do desempenho relativo da Strategy.
Os gestores observam que o Russell 2000 Growth caiu mais de 25% desde o máximo de Dezembro e que uma recessão poderá já estar embutida nas expectativas de mercado. Combinam esta deslocação com a orientação doméstica da carteira e com os ventos favoráveis de reshoring, impostos e desregulação, tratando a fraqueza das small caps como pano de fundo de valuation e posicionamento para retornos futuros, não como deterioração estrutural das participadas.
O Russell 2000 caiu perto de 11% no trimestre e cerca de 20% face aos máximos pós-eleitorais de Novembro de 2024; com o Russell 2000 Growth mais de 25% abaixo do máximo de Dezembro, a casa admite que uma recessão já esteja incorporada nas expectativas do mercado.
O Russell 2000 caiu perto de 11% no trimestre e cerca de 20% desde os máximos pós-eleitorais de Novembro de 2024. Com o Russell 2000 Growth mais de 25% abaixo do máximo de Dezembro, a casa admite que uma recessão possa já estar incorporada nas expectativas do mercado. É esse desconto que sustenta a leitura construtiva sobre o segmento.
Os hedge funds, comprador incremental de muitos nomes small/mid cap, reduziram exposição ao ritmo mais rápido desde Março de 2020, com o rácio long/short fundamental da Goldman em mínimos de cinco anos. Muitos nomes do universo de investimento negoceiam a avaliações que O’Connor descreve como a roçar o absurdo.
Em termos de manchete as pequenas capitalizações estão extremamente baratas face às grandes, mas a equipa vem avisando da relativa falta de qualidade dos índices de pequenas — muitas empresas baratas com resultados inconsistentes ou negativos, baixa rendibilidade do capital e dívida elevada. Escreve que as pequenas de qualidade continuam caras, ainda que a queda do índice tenha alargado o conjunto de candidatas interessantes.
Desde Novembro, o Russell 2000 caiu -25%, o nono sell-off superior a 25% desde a criação do índice em 1984. O múltiplo forward de 13,4x (a 4/4/25) só foi inferior na crise financeira e em meados de 2022, quando o índice tocou 11x. Godfrey contrapõe ao argumento «as estimativas têm de cair» que o mercado é prospectivo e já está a descontar esses cortes — talvez esteja a transacionar a 18x resultados de mínimo. Um regresso a 11x representaria -18% de queda adicional; a recuperação histórica para máximos em 1-2 anos equivaleria a +34% desde 4/4/25.
Num trimestre de fuga para a segurança, as acções de maior capitalização superaram e as pequenas foram mais castigadas — o Russell 2000® cedeu cerca de 9,5% contra 4,3% do S&P 500, e dentro do índice de referência as large caps bateram as restantes em mais de 800 pontos base. Como as large caps são apenas 28% da exposição da estratégia, contra 72% em small e mid caps, esse padrão foi um travão directo ao trimestre. Em vez de o corrigir, a equipa fez o contrário: com as small caps a descontar mais depressa um crescimento económico mais lento, subiu o peso desse segmento em 400 pontos base para 34%, mantendo o critério de balanços sólidos e retornos elevados sobre o capital investido.
As empresas de menor capitalização enfraqueceram depois de Dezembro e acabaram o ano perto de onde tinham começado o trimestre, o que os gestores tratam como ponto de partida e não como veredicto. Com sentimento a melhorar e investidores dispostos a assumir mais risco, o enquadramento é lido como mais propício a uma reemergência destas acções — e daí concluem que a postura agressiva assumida nos fundos face aos índices de referência e aos pares se justifica.
A carta regista que os índices de large cap superaram os de small cap no trimestre, com as small caps a ficarem 5% atrás do Russell 1000 na medida da carta, e admite que as expectativas anteriores do mercado quanto a um forte ressalto das receitas e resultados relativos das small caps em 2025 possam vir a ser revistas. A gestora declara-se comprometida com a identificação de ineficiências no mercado de pequenas capitalizações que produzem cotações e valorizações que não reflectem com rigor a sua avaliação do valor subjacente das empresas, abordagem que diz aplicar de forma consistente ao longo do tempo e independentemente do enquadramento de mercado.
A gestora observa que a correcção retirou espuma ao mercado: o P/E forward a 12 meses do S&P 500 caiu de 22x para pouco acima de 20x, em linha com a média de 5 anos, e o S&P Equal Weighted regressou à média de 10 anos de 16,5x. Em contraste, o S&P Small Cap 600 negoceia a 14,3x — um desconto de 30% face ao S&P 500 e bem abaixo da sua média de 10 anos de 16,7x. É uma observação de estrutura de mercado, sem posicionamento direccional explícito do fundo balanceado.
A gestora sublinha que o S&P Small Cap 600 transacciona a 14,3 vezes os resultados forward, um desconto de 30% face ao S&P 500 e bem abaixo da sua média de 10 anos de 16,7, enquanto o S&P 500 ainda transacciona a 20,5 vezes, bem acima das normas históricas. Apesar das disrupções de curto prazo serem significativas, mantém-se optimista quanto às perspectivas de longo prazo das small caps de elevada qualidade, continuando a ver oportunidades de investimento convincentes à medida que as valorizações comprimem. Este fosso de valorização representa um ponto de entrada atractivo para investidores focados na apreciação de capital de longo prazo.
As acções norte-americanas registaram o pior trimestre desde 2022: as large caps recuaram -4,5% e as small caps caíram -9,5%. Dentro das small caps, o value superou o growth, com quedas de -7,7% e -11,1% respectivamente, segundo a família de índices Russell. Do ponto de vista factorial, as acções de momentum elevado reafirmaram a sua sequência de liderança — um travão modesto para o estilo da equipa, orientado a fluxos de retorno estáveis e valuations mais atractivas — enquanto a preferência do mercado por empresas maiores deu um ligeiro impulso relativo à estratégia.
As large caps norte-americanas recuaram 4,5% no trimestre, enquanto as small caps caíram mais acentuadamente, 9,5%. Dentro do espaço small cap, o estilo value superou o growth, com quedas de 7,7% e 11,1%, respectivamente, segundo a família de índices Russell. A carteira, concentrada em large caps de qualidade, ficou relativamente protegida desta dispersão, que a equipa regista como contexto de mercado sem articular uma visão direccional sobre o segmento.
As small caps recuaram -9,5%, subdesempenhando as large caps (-4,5%); dentro do segmento, o growth caiu -11,1% versus -7,7% no value. O estilo da equipa favorece empresas com fluxos de retorno estáveis e valorizações mais atractivas, encontradas entre os títulos de menor capitalização do índice — posicionamento que foi headwind quando as large caps superaram e os nomes de momentum elevado ultrapassaram os growers estáveis. Em contrapartida, a disciplina de valuation foi recompensada, criando ligeiro tailwind para a abordagem.
Sallen constata que o Merion Road Small Cap Fund caiu cerca de 8% num trimestre em que as empresas de pequena capitalização continuaram a ficar atrás das congéneres de maior dimensão. A observação é factual e sem catalisador identificado para a reversão do padrão.
Lysik articula que os títulos de menor avaliação continuam sub- representados nos índices passive, sub-detidos e sub-seguidos pelo mercado. O subconjunto de mais baixa avaliação negoceia perto de uma yield de lucros de 20% — cinco vezes a yield da obrigação a 10 anos e quase quatro vezes a do mercado agregado. A avaliação relativa das small caps voltou a extremos históricos após uma recessão de lucros plurianual; o drawdown actual das small cap cíclicas desde os máximos de 25 de Novembro excede o drawdown médio dos primeiros seis meses de uma recessão dos últimos 100 anos. Saída de épocas de pico especulativo (2000, 2022) favoreceu historicamente a baixa avaliação.
O S&P SmallCap 600 caiu 17% face ao máximo de Novembro de 2024 mas o membro mediano caiu 44% face ao máximo. O mercado mantém-se bifurcado — nomes low-quality fortemente penalizados, com risco de impairment estrutural; nomes high-quality ainda fully valued (mediana EV/EBIT 17x, rentabilidade mediana inalterada desde o pico da pandemia). A correcção criou janelas de starter positions em qualidade, mas o universo agregado não está barato.
A gestora argumenta que muitos investidores podem nem sequer perceber o estrago ocorrido, porque os índices sectoriais não o reflectem. O MSCI World Healthcare é composto em cerca de 45% por grandes farmacêuticas, não inclui biotecnológicas mais pequenas e tem a Eli Lilly a valer 9%; o XBI, depois do reequilíbrio do ano passado, também favorece as grandes capitalizações. O índice que reflecte a realidade é o Virtus LifeSci Biotech Clinical Trials, que caiu 40% em doze meses e quase 30% no trimestre.
Waller articula edge via primary research extensa e ferramentas quantitativas em "hidden gems" — empresas pequenas, com pouca cobertura, listadas em exchanges sub-investigadas, em indústrias impopulares ou com oportunidades para lá de preocupações de curto prazo. Posiciona-se deliberadamente onde compete sobretudo com investidores individuais ou posições pequenas de institucionais maiores.
O trimestre foi especialmente difícil para as small caps, que entraram em mercado descendente com uma queda de pico a mínimo pouco abaixo de 30%. A gestora nota que o desempenho fraco face às large caps se alargou de novo, que estas medidas tendem a inverter-se e que isso deve dar um impulso às small caps algures no futuro.
Rewey responde ao argumento dos riscos de ETFs de small caps (grande número de empresas com lucros e cash flow negativos): das 1796 empresas do Russell 2500 Value, cerca de 672 tiveram resultados negativos em 2024, e o benefício central da gestão activa é evitá-las por selecção. Sem intenção de deter o índice, vê terreno fértil de caça nas empresas capazes de gerar retornos fortes nos próximos 2-3 anos. O viés de capitalização do composto (2,54 mil milhões vs 8,76 mil milhões do benchmark) penalizou o trimestre, com large caps a superar (R3000V +1,64% vs R2000V -7,74%), mas o estilo value superou growth em ~500bps no segmento SMID.
A ênfase em empresas de maior qualidade face às do índice de micro-caps foi o principal motor do desempenho relativo positivo do trimestre, com a selecção de títulos e a alocação sectorial a contribuírem. Os micro-caps superaram brevemente as grandes capitalizações após a eleição presidencial, mas ficaram para trás no início de 2025. O gestor acredita que, à medida que 2025 avança, os micro-caps podem beneficiar de ventos favoráveis da economia doméstica e de menor exposição às incertezas globais, e que a gestão activa assente em investigação fundamental é mais importante do que nunca em ambientes voláteis.
Depois da eleição presidencial, os small-caps começaram por superar as grandes capitalizações, mas a tendência inverteu-se no início de 2025. Apesar do arranque difícil do ano nos mercados accionistas, a ênfase em empresas de maior qualidade permitiu à estratégia manter o desempenho relativo superior face ao índice de referência. O gestor acredita que, à medida que 2025 avança, os small-caps podem estar bem posicionados para beneficiar da resiliência da economia doméstica e de uma menor exposição a riscos globais, mantendo o processo ancorado em negócios subavaliados com modelos operacionais duráveis, capazes de navegar um quadro macroeconómico dinâmico.
O argumento central da carta é que o mercado sai de um pico de açúcar — uma década de taxas próximas de zero, estímulo abundante e fervor especulativo que deixou na sombra empresas de pequena e média dimensão de alta qualidade. Na transição para uma era mais magra, a casa vê a possibilidade de uma rotação de crescimento para valor semelhante à do pós-2002, capaz de iluminar small e smid caps com fundamentos robustos. Reconhece a divisão de qualidade dentro do Russell 2000 e a sensibilidade dos pequenos valores aos humores de aversão ao risco, mas é precisamente nessa deslocação que identifica a vantagem dos seus negócios de nicho.
A SouthernSun sustenta que a década de dinheiro barato e de estímulo deixou muitas empresas norte-americanas de pequena e média dimensão e elevada qualidade na sombra, e que uma rotação de crescimento para valor poderá voltar a iluminá-las como sucedeu depois de 2002. Reconhece ao mesmo tempo a divisão de qualidade dentro do Russell 2000, exposta em 1990 e em 2008, e que as small caps sofrem com particular dureza nos episódios de aversão ao risco.
Desde 2023 a gestora descreve dois vectores: cotações de novo guiadas por fundamentais — ambiente em que prospera — e episódios súbitos de sentimento negativo que interrompem essa normalização. No primeiro trimestre prevaleceu o segundo: empresas com resultados sólidos de 2024 mas previsões prudentes para 2025 foram duramente punidas. A gestora considera os cinco maiores detractores merecedores de posições grandes e mantém-se paciente.
A gestão retoma um argumento que diz repetir em cartas anteriores: as pequenas capitalizações norte-americanas ficaram muito atrás das grandes nos últimos anos e o diferencial de avaliação atingiu níveis que só encontram paralelo no período que antecedeu o rebentamento da bolha tecnológica. Nos anos seguintes a esse pico, as pequenas capitalizações superaram por margem ampla, não apenas revertendo para a média histórica mas ultrapassando-a. A gestão não faz previsão, mas admite que este período de turbulência possa funcionar como pontuação de uma tendência prolongada.
As saídas de fundos de small caps no acumulado do ano esmagaram todos os recordes anteriores, deixando uma coorte inteira avaliada para recessão enquanto as mega caps descontam segurança perpétua. Cocke vê este fosso como uma necessidade do ciclo que abriu um terreno invulgarmente fértil para long/short — a euforia alimenta o colapso, tal como o desespero dá à luz a oportunidade — e acumula discretamente compounders como a Flywire e a SharkNinja enquanto estão em saldo.
Os receios sobre tarifas, cortes orçamentais e sinais de fraqueza económica geraram temores de estagflação que pesaram desproporcionadamente nas acções das micro caps, incluindo muitas antigas líderes ligadas à inteligência artificial. Para as gestoras, a natureza indiscriminada da queda criou a oportunidade de deter qualidade a valorizações atractivas, mantendo o foco em empresas de elevado crescimento.
Ao longo dos últimos 12 a 18 meses, a White Falcon aumentou estrategicamente a alocação a empresas de menor capitalização, que representam uma fracção muito pequena dos índices de referência. Sivia considera estas áreas do mercado entre as que apresentam as oportunidades de valor mais convincentes.
Depois do pior desempenho relativo de um primeiro semestre desde 1979, as small caps lideraram o mercado no terceiro trimestre, mas a recuperação tem sido historicamente fraca. As avaliações relativas atingiram mínimos de várias décadas e os resultados absolutos e relativos deverão melhorar no ano seguinte. O gestor considera que a fase inicial de pró-risco deste ciclo atípico ficou provavelmente para trás, o que deverá apoiar o desempenho da carteira, e mostra-se relativamente mais favorável às small-mid caps do que às small caps.
A incerteza sobre as políticas da nova administração e a sinalização de um alívio monetário mais lento pela Reserva Federal empurraram as small caps fortemente em baixa em Dezembro. A gestora interpreta a deslocação como pano de fundo favorável para a sua disciplina de valor, antecipando que o estreitamento do diferencial face às mega-caps recompense as empresas mais pequenas e diferenciadas em carteira.
A incerteza em torno das políticas da nova administração e o sinal de alívio mais lento da Fed empurraram as small caps acentuadamente para baixo em Dezembro. As gestoras lêem o fosso entre mega caps e empresas mais pequenas como temporário: quando estreitar, os portefólios deverão ser recompensados.
A incerteza em torno das políticas da nova administração e o sinal da Fed empurraram as small caps acentuadamente para baixo em Dezembro. Os gestores lêem o desfasamento entre mega caps e empresas mais pequenas como temporário e esperam que o seu estreitamento recompense carteiras posicionadas em negócios diferenciados fora das mega caps.
A incerteza em torno das políticas da nova administração e a sinalização da Reserva Federal de um alívio mais lento do que o antecipado empurraram as small caps acentuadamente para baixo em Dezembro. A gestora mantém-se construtiva: a economia parece saudável, os lucros deverão ser resilientes e o estreitamento do fosso face às mega-caps deverá recompensar as carteiras small cap value.
A gestora continua optimista quanto ao potencial de longo prazo do segmento small-cap dos EUA. Valuations dentro do segmento permanecem compelling face a large caps, com o Russell 2000 Index a transaccionar perto de multi-decade lows em base relativa. Tailwinds potenciais identificados: deregulação, aumento de actividade M&A, declínio continuado das taxas de juro, continuação do reshoring de manufactura US e infrastructure-related spending. Mantém-se mindful de riscos como reaceleração potencial da inflação, tensões geopolíticas e pressões em curso no imobiliário comercial e na banca regional.
A gestora permanece optimista quanto ao potencial de longo prazo do segmento SMID do mercado americano: as valorizações continuam atractivas face a large caps, com o Russell 2500 Index a transaccionar perto do limite inferior do seu intervalo histórico, e ventos favoráveis potenciais (desregulamentação, mais actividade de M&A, declínio continuado das taxas de juro, reshoring e despesa em infra-estruturas) podem dar suporte adicional.
As small caps prolongaram no ano a série de resultados abaixo das large caps — 11,5% do Russell 2000 contra 24,5% do Russell 1000. A equipa atribui o atraso ao crescimento dos lucros e não à avaliação — as empresas mais pequenas têm alavancagem operacional mais elevada, são tipicamente mais endividadas do que as congéneres maiores e viram custos de capital humano superiores. Espera-se que os lucros do Russell 2000 terminem 2024 15% abaixo de 2021, contra 16% acima no Russell 1000. A carta não converte a observação em argumento de oportunidade sobre a classe.
O ambiente de mercado tem sido brutal para o valor em pequenas capitalizações: grandes empresas como a Starbucks negoceiam a múltiplos absurdos e injustificáveis apesar de resultados fracos, enquanto pequenas empresas que geram fluxo de caixa livre real com futuro claramente positivo ficam para morrer. Patel mantém a convicção citando a sua carta anterior: eventualmente, o valor vence.
Tese central da perspectiva. A gestora observa que os mercados de small cap estiveram piores do que estagnados — o Russell 2000 Growth fechou 2024 ainda cerca de 12% abaixo do pico de 9 de Fevereiro de 2021, um período de quase quatro anos em imobilismo, quando as empresas produziram crescimento fundamental real e rápido. Sublinha os descontos de valuation relativos entre small e large caps e antecipa um step function de catalisadores positivos — desregulação, impostos mais baixos, redução da dívida federal e energia normalizada — como tailwind poderoso para a classe.
A gestora atribui cerca de 50% do atraso relativo de 2024 ao foco exclusivo em activos de crescimento duráveis e de elevada qualidade, que estiveram fora de favor durante o ano. Descreve o mecanismo de forma directa: os investidores fizeram subir acções de qualidade relativamente inferior, mais voláteis e mais arriscadas, e frequentemente venderam participações em negócios de qualidade superior para financiar essas compras. Quanto às posições de elevada convicção temporariamente afectadas, sustenta que a sua capacidade de gerar lucros a longo prazo permanece intacta e que cada uma deverá gerar retornos compostos atractivos.
A gestora regista que as small caps ficaram atrás das large caps, estão relativamente baratas e são pouco detidas. Em Novembro recuperaram com força e superaram o mercado, na expectativa de crescimento mais rápido dos resultados e múltiplos mais altos, mas devolveram os ganhos em Dezembro com a subida das taxas. Reconhece que a superioridade das grandes tecnológicas resulta do crescimento extraordinário dessas empresas. Espera que as small caps melhorem à medida que o seu crescimento acelerar, ainda que taxas mais altas sejam um travão.
Tese central e mais original da carta. Os gestores notam que o MSCI World SMID Cap Index ficou mais de 20% atrás do índice large cap nos últimos dois anos — a pior bienal relativa do século para as small e mid-caps globais. Consideram o desempenho inferior injustificado e a sub-classe de activos bem posicionada para uma forte reversão em 2025, apoiada por uma abordagem expansionista da administração Trump e pela relativa protecção das empresas domésticas face às tarifas que se anteveem.
Eriksen articula que, no fim de Dezembro de 2024, as holdings do fundo transaccionavam a 7,7x a estimativa de resultados para o ano seguinte e a 6,2x resultados esperados líquidos de caixa nos respectivos negócios. O trailing era 10,0x, o book value ponderado 1,4x, o dividend yield 3,7% e o ROE esperado ponderado 18,5% a 30 de Setembro de 2024. As métricas excluem a caixa retida pelo fundo e adicionam de volta amortização não-económica; devido à incerteza, Eriksen não atribui resultados nem book value à Pacific Coast Oil Trust.
As small caps acumularam uma série negativa de quatro anos — a mais longa de sempre segundo a Jefferies — com os modelos de avaliação relativa perto de mínimos históricos. Em 2024 o Russell 2000 Growth rendeu 15,15%, ficando 1.820 pontos base abaixo do Russell 1000 Growth, divergência que se prolongou no quarto trimestre (1,70% vs 7,07%). Os gestores argumentam que a extensão da subvalorização, os spreads de crédito e o crescimento de lucros prospectivo apontam para que a rotação de liderança do terceiro trimestre possa revelar-se mais duradoura em 2025, com potencial para encerrar a série negativa.
As acções SMID growth continuam desafiadas face aos pares de maior capitalização — o Russell 2500 rendeu 0,62% no trimestre contra 2,75% do Russell 1000. Os gestores argumentam que uma variedade de factores, incluindo a extensão do desempenho inferior, as avaliações relativas, os spreads de crédito e o crescimento prospectivo de lucros, sugere que a rotação temporária de liderança do terceiro trimestre poderá revelar-se mais duradoura em 2025, com potencial de alargamento do desempenho do mercado após dois anos dominados por temas estreitos.
Os gestores mantêm desde o início de 2023 a convicção de que as small caps estão melhor posicionadas, agora reforçada pelo desconto de valuation. A superação das large caps ao longo de 14 anos comprimiu os rácios preço-lucro das small caps muito abaixo dos das large caps. Citando a Furey Research Partners, sublinham que um desvio de valuation tão amplo como o de Novembro de 2024 foi historicamente seguido de superação das small caps nos cinco anos seguintes em 96% dos períodos desde 1968, em mais de metade dos casos por mais de 10%.
A casa mantém desde o início de 2023 a leitura de que as pequenas capitalizações estão melhor posicionadas, com catorze anos de superação das grandes a elevar os múltiplos destas muito acima dos daquelas. Cita a Furey Research Partners, para quem um desvio de avaliação como o de Novembro de 2024 foi historicamente seguido de superação das pequenas capitalizações em 96% dos períodos de cinco anos desde 1968.
A casa mantém desde o início de 2023 que as small caps estão melhor posicionadas, com catorze anos de superação das large caps a empurrarem os múltiplos de resultados destas muito acima dos daquelas. Cita a Furey Research Partners, segundo a qual um desvio de avaliação tão amplo como o de Novembro de 2024 foi historicamente seguido de superação das small caps em 96% dos períodos de cinco anos desde 1968.
A casa mantém desde o início de 2023 a leitura de que as pequenas capitalizações estão melhor posicionadas, agora sustentada no desvio de avaliação acumulado em catorze anos de superação das grandes capitalizações. Cita a Furey Research Partners: um desvio tão grande como o de Novembro de 2024 foi seguido de superação das pequenas capitalizações nos cinco anos seguintes em 96% dos períodos desde 1968, e em pouco mais de metade dos casos por mais de dez pontos percentuais.
O sentimento em torno dos mercados de capitais do Reino Unido, dos small caps britânicos e da Vistry em particular dificilmente piora a partir dos níveis recentes, oferecendo paradoxalmente um trampolim caso as dinâmicas macro e de fluxos de capital revertam. Se o pessimismo persistir, tanto melhor: as recompras tornam-se desproporcionadamente acretivas aos preços actuais.
A equipa escreve que as acções estão em geral caras e que, de baixo para cima, tem dificuldade em encontrar empresas de qualidade com valorizações razoáveis. As pequenas transaccionam com desconto significativo face às grandes e, como classe de activos, parecem baratas, mas a comparação é difícil porque os índices de pequenas têm mais empresas com resultados negativos ou voláteis, mais bancos, menos tecnológicas e dívida mais elevada.
A carteira tem 29% do capital em empresas abaixo de 30 mil milhões de dólares de capitalização, contra 7% do índice. A justificação é tripla: as médias capitalizações bateram historicamente as grandes em períodos longos; na convicção de Poppe, empresas provadas mas ainda não maduras devem ter pistas de crescimento mais longas do que líderes estabelecidos; e muitas transaccionam abaixo do múltiplo de 22 vezes lucros esperados de 2025 do índice. O critério de selecção é explícito — modelos de negócio provados, capacidade de investir capital para gerar crescimento futuro e quotas de mercado pequenas em indústrias grandes.
A última década favoreceu as grandes empresas e, nos últimos anos, não deter o S&P 500 nem os seus maiores componentes foi um vento contrário relativo. Miller não prevê uma reversão imediata, mas nota que grande parte do desempenho do índice veio de expansão de múltiplos e declara-se feliz a caçar fora do S&P 500 a estes preços, em empresas pequenas e ilíquidas que podem «get there» — tornar-se maiores e mais líquidas com execução.
Small caps e microcaps oferecem um conjunto de oportunidades excelente para o investidor paciente, precisamente porque o ambiente de mercado favorece os maiores negócios do mundo. O value de pequena capitalização somou 14 sessões consecutivas de perdas no final do trimestre, com o spread entre o Russell 2000 e o NASDAQ/QQQ no mais largo de qualquer período de três semanas desde 1979 (-8,1% vs +2,8%). A Greystone é o anti-índice: zero empresas do S&P 500 e apenas duas do Russell 2000.
Perante o desinteresse generalizado pelo estilo de valor, a equipa posiciona-se como compradora de longo prazo e admite uma repetição do início da década de 2000, quando as small e mid caps lideraram após anos de apostas concentradas nas vedetas da nova era. O critério enunciado é objectivo: empresas com rendibilidade dos lucros a aproximar-se ou a exceder 8%.
A equipa defende que há uma probabilidade razoável de as small caps somarem um terceiro ano consecutivo de retornos positivos, sobretudo porque a amplitude do mercado parece estar a alargar-se. O argumento é de base histórica: apesar do foco recente nos sete gigantes tecnológicos, o Russell 2000® rendeu 11,54% em 2024 depois de 16,93% em 2023, e das dez ocasiões em que somou dois anos consecutivos de ganhos seguiu-se um terceiro ano positivo em seis, com retorno médio de 11,3%. A ressalva é de qualidade, não de direcção: o rali pós-eleitoral beneficiou primeiro o segmento de menor qualidade do mercado de pequena capitalização, e a convicção da equipa é que a rotação acabará por alcançar as empresas de melhor qualidade.
Depois do desempenho dramaticamente superior das acções de grande capitalização face às de pequena capitalização nos últimos anos, a gestora vê maior potencial de valorização de longo prazo face ao valor intrínseco em muitas pequenas capitalizações. Sustenta que o múltiplo preço/resultados do Russell 2000 Value está com um grande desconto histórico face ao do S&P 500 e que essa avaliação representa uma oportunidade de investimento de longo prazo convincente. Acrescenta que, no fecho do trimestre, a diferença entre os preços de mercado e as suas estimativas do valor intrínseco das posições do fundo era atractiva.
A partir da viragem da Fed, os gestores afirmam acreditar que pode ter sido finalmente atingido o ponto a partir do qual haverá interesse mais sustentado pelas empresas de menor dimensão, uma vez que os investidores estão dispostos a aumentar o seu perfil de risco agora que têm a Fed do seu lado. A tradução em carteira é explícita e transversal aos fundos: manter uma postura mais agressiva, com enviesamento para capitalizações menores do que os índices de referência e os pares. É a única decisão de alocação articulada na carta.
O gestor cita desatenção de mercado concreta na carteira: o 8-K da CCRD, que estendeu o contrato do maior cliente (+60% das receitas trailing) de 2027 para 2030 e a tarifas mais altas, demorou mais de um mês a ser reflectido no preço apesar do aumento de 86% no valor presente. O caso da MTRX é análogo — o poder de lucros latente à medida que o backlog converte em receita não está a ser apreciado ("ninguém está realmente a prestar atenção"). A cobertura esparsa permite captar valor antes do reconhecimento institucional.
Depois de vários anos a partilhar dados sobre a atractividade das pequenas capitalizações em termos relativos e absolutos, a gestora reconhece que este mercado já não está globalmente barato, ainda que continue a representar bom valor relativo. Nota que as pequenas capitalizações recuperaram brevemente o pico de 2021 sem conseguir rompê-lo. Mantém que há quase sempre bolsas de valor e de oportunidade, o que torna a selecção de títulos ainda mais decisiva.
A gestora dedica uma parte substancial da carta ao desconto das small caps: catorze anos de atraso face às large caps, valorização relativa mais baixa em mais de 25 anos, desconto de 29% face ao S&P 500 e de 6% face ao índice equiponderado — apesar de estimativas de crescimento de resultados para as pequenas empresas a ultrapassar as large caps nos próximos anos. Nota uma mudança de tom nas conversas com as equipas de gestão, com pressões inflacionistas substancialmente aliviadas, e confiança das pequenas empresas em máximos desde 2021. Continua a reforçar as posições em small caps e iniciou posição na Clearfield.
As small caps subiram inicialmente nas semanas seguintes à eleição, na expectativa de que as políticas da nova administração dessem vantagem a empresas mais pequenas e de orientação doméstica. Esses ganhos pós-eleitorais acabaram revertidos até ao fecho do ano.
O mercado virou a favor de growers estáveis face a títulos de momentum elevado no final do período — uma ocorrência rara nos últimos anos e favorável ao estilo da estratégia. Contudo, a qualidade não foi amplamente recompensada: empresas com lucros negativos superaram, enquanto as de elevado retorno sobre o capital investido ficaram atrás do mercado mais amplo. O estilo da equipa favorece empresas com fluxos de retorno estáveis e valorizações atractivas, encontradas na extremidade de menor capitalização do índice.
Wetherald enquadra a base de activos reduzida como vantagem competitiva no espaço small/microcap: sem limitação de market cap, conseguindo construir posições em nomes abaixo de 100, 50 e até 25 milhões de capitalização com custo de impacto virtualmente nulo. O fundo procura nomes demasiado pequenos ou fora do radar para a maioria dos institucionais, mas com trajectória de crescimento que pode levar a maior reconhecimento e propriedade institucional.
A gestora considera que as avaliações das empresas do universo de pequena e média capitalização se mantêm atractivas e continua a identificar oportunidades de investimento promissoras e fora do radar. O fundo é descrito como bem posicionado para 2025, focado em empresas de crescimento de qualidade que já demonstram aceleração de lucros e preparado para uma recuperação económica e para a descida das taxas de juro.
As small caps continuam a ficar substancialmente atrás das large caps, com o S&P 500 puxado pelos nomes habituais. Ainda assim, de 10 de Julho ao final de 2024 o S&P SmallCap 600 rendeu 9,6% contra 5,1% do S&P 500. O gestor considera as small caps o seu terreno de caça preferido — subcobertas e baratas — e vê aí um setup promissor, reforçado pela ausência quase total de cobertura em nomes como a Beyond e a Donnelley, onde sente ter vantagem.
Os múltiplos agregados do small cap permanecem elevados — mediana EV/EBIT de 17,5x para constituintes lucrativos do S&P SmallCap 600, perto de máximos históricos. Os lucros agregados do Russell 2000 só voltaram a níveis pré-Covid, enquanto o S&P SmallCap 600 EPS continua -30% abaixo do pico de 2022. A dispersão cria oportunidades idiossincráticas em cíclicos OOF (staffing, trucking) e em activos com valor patrimonial subjacente, mas o universo agregado não está barato.
A gestora declara-se optimista quanto ao crescimento de resultados por acção das empresas da carteira e quanto às valorizações relativamente baixas das acções de pequena capitalização. Considera que os fundamentos deverão melhorar, dada a evidência crescente de que 2024 terá sido o fundo de resultados das small caps em geral, e que o mercado de fusões e aquisições poderá continuar a melhorar.
A gestora declara-se optimista quanto às perspectivas de crescimento de resultados por acção das empresas da carteira e quanto às valorizações relativamente baixas das acções SMID. Considera provável que os fundamentos das empresas continuem a melhorar, dada a evidência crescente de que 2024 terá sido o fundo de resultados das SMID caps em geral, e admite que o mercado de fusões e aquisições possa continuar a melhorar sobre os ganhos iniciais de 2024.
Rewey vê negligência significativa e sub-afectação a small e mid-caps. Responde ao argumento dos riscos dos ETFs de small caps (muitas empresas sem lucros): das 1804 empresas do Russell 2500 Value, 652 tinham resultados negativos nos doze meses até ao 3T24, restando 1152 rentáveis. O benefício central da gestão activa é evitar as não rentáveis por selecção. Sem intenção de deter o índice, vê terreno fértil de caça nas empresas capazes de gerar retornos fortes num horizonte de 2-3 anos, e espera que a rotação para small e mid-cap de valor continue em 2025.
O universo do fundo são empresas com capitalização abaixo de mil milhões de USD, subseguidas e fora do alcance institucional. Huguley descreve a primeira visita presencial a uma equipa de gestão que não recebia um investidor em pessoa há muitos anos, e argumenta que algumas empresas estão simplesmente subvalorizadas porque permanecem por descobrir. A diligência de estilo private equity em micro-caps públicas é a vantagem estrutural articulada.
Os micro-caps começaram a superar as grandes capitalizações após a eleição presidencial, mas terminaram o ano para trás devido à sinalização de menos cortes pela Reserva Federal. O gestor acredita que o mercado subestima a probabilidade de cortes adicionais, o que deverá favorecer os micro-caps. A ênfase em empresas de qualidade e o foco em nomes domésticos posicionam a estratégia para beneficiar de ventos favoráveis da economia interna e de menor exposição às incertezas globais à medida que 2025 avança.
O gestor articula que empresas grandes vêem mudanças significativas rapidamente reflectidas no preço, enquanto em empresas pequenas e pouco seguidas tal nem sempre acontece. Quando uma mudança material ocorre, é por vezes simples determinar o novo valor intrínseco lendo filings e press releases. Esta ineficiência é a fonte central de alfa do fundo e enquadra as duas maiores posições previamente não divulgadas.
A casa descreve vários mercados finais a atravessar contracções cíclicas e vê nesses dias mais escuros uma grande oportunidade para investidores de longo prazo aplicarem capital. Reafirma a prática de rotação sectorial, deslocando capital para áreas de oportunidade enquanto mantém uma disciplina rigorosa de gestão de risco, e procura activos subvalorizados em sectores que podem estar fora de favor mas têm fundamentos fortes. A experiência acumulada nestas indústrias é apresentada como vantagem na selecção de small caps de nicho com balanços flexíveis e equipas de gestão adaptáveis.
A gestão declara-se convicta de que o diferencial invulgarmente amplo entre as avaliações das grandes e das pequenas capitalizações acabará por comprimir-se para níveis mais próximos das normas históricas, e invoca precedentes de reversão para a média a partir de relações de avaliação igualmente extremas que foram muito favoráveis ao desempenho relativo das pequenas capitalizações. Acrescenta um segundo termo de comparação: o universo norte-americano de pequena capitalização pode estar barato não só face às grandes capitalizações mas também face às avaliações a que empresas não cotadas têm sido adquiridas.
A investigação fundamental profunda em SMID caps, vista como área cada vez mais negligenciada do mercado, está no centro da estratégia. O gestor argumenta que é mais fácil influenciar a percepção de mercado em micro e small caps e que o mandato flexível permite procurar as melhores oportunidades a nível global.
O quartil mais barato de acções está mais barato do que em 2014 e o mais caro muito mais caro — divergências que a Voss considera o terreno natural do long/short. A tese central para 2025 são fusões e situações especiais em small caps, após dois anos de fluxo de negócios anémico, e já rendeu três aquisições no livro longo (SolarWinds, Converge, Playa), com mais empresas da carteira esperadas como alvos.
As small caps norte-americanas subiram consideravelmente após as eleições de Novembro. Um ambiente de menos regulação, cortes de impostos e crescimento económico potencialmente mais forte poderá ser favorável às empresas norte-americanas — em particular às de menor dimensão. A gestora considera as condições de negócio geralmente favoráveis, ainda que com bolsas de fraqueza no consumo, e sente-se confortável com as empresas em carteira num enquadramento em que os fundamentais podem voltar a contar mais.
Crença fundacional da estratégia all-cap: investir em empresas de todas as dimensões oferece o conjunto de oportunidades mais amplo e algum isolamento quando a liderança de mercado roda entre categorias de dimensão. As pequenas e médias empresas do fundo tiveram bom desempenho em 2024 e superaram os índices Russell de pequena e média capitalização. O fundo espera que períodos de outperformance de small e mid caps — como a breve rotação do terceiro trimestre de 2024 — proporcionem ventos favoráveis relativos face ao índice de referência.
A carteira deslocou-se ainda mais para os segmentos de valor e de menor capitalização. Sivia procura sempre oportunidades com expectativas e avaliações baixas, encontrando-as hoje em empresas mais pequenas deixadas para trás na subida do mercado. Reconhece que o momento certo é o aspecto mais difícil: é incerto quanto tempo levará até outros investidores reconhecerem o valor.
Posições associadas
Citações
We also believe that a combination of expected de-regulation and increased mergers and acquisitions should boost smaller companies.
"Acreditamos também que uma combinação de esperada desregulamentação e de mais fusões e aquisições deverá impulsionar as empresas mais pequenas."
We continue to believe that the long-term outlook for US small-cap stocks is favourable as valuations remain depressed relative to larger companies.
"Continuamos a acreditar que as perspectivas de longo prazo para as small caps dos EUA são favoráveis, dado que as valuations permanecem deprimidas face às empresas maiores."
Markets continue to reward a narrow group of large-cap technology companies, while small-caps remain broadly ignored.
"Os mercados continuam a recompensar um grupo restrito de empresas tecnológicas de grande capitalização, enquanto as small-caps permanecem amplamente ignoradas."
Thus, we see no reason to chase any rallies. However, the time has come to begin thoughtfully positioning the portfolio for the rebound that will ultimately follow.
"Assim, não vemos razão para perseguir subidas. Contudo, chegou o momento de começar a posicionar cuidadosamente a carteira para a recuperação que acabará por seguir-se."
we believe the early risk-on stage of this atypical cycle is likely behind us, which should be supportive of portfolio performance.
Acreditamos que a fase inicial de pró-risco deste ciclo atípico ficou provavelmente para trás, o que deverá apoiar o desempenho da carteira.
Regardless of the macro/geopolitical backdrop, there is always something working somewhere
"Independentemente do enquadramento macro/geopolítico, há sempre algo a funcionar em algum lado."
Long-time readers of our letters are familiar with our emphasis on the relative merits of smaller-cap companies and the attractive opportunity set, especially outside the U.S. markets.
"Os leitores antigos das nossas cartas estão familiarizados com a nossa ênfase nos méritos relativos de empresas de menor capitalização e no leque de oportunidades atractivo, especialmente fora dos mercados norte-americanos."
this represents a sharp reversal from last year when small caps underperformed by nearly 10.0%.
"isto representa uma reversão acentuada face ao ano passado, quando as pequenas capitalizações subperformaram em quase 10,0%."
the potential to become an enduring, Ariel-like franchise and a compelling long-term investment
"o potencial para se tornar uma franquia duradoura tipo Ariel e um investimento atractivo de longo prazo"
small cap stocks are trading at their biggest discount to large cap shares since the dot-com boom
"as acções de small cap estão a transaccionar com o maior desconto face às de large cap desde o boom do dot-com"
Consensus earnings estimates across a variety of sectors suggest the Russell 2000 Index could significantly outpace the Russell 1000 Index over each of the next two years
"Estimativas de consenso para resultados em vários sectores sugerem que o Russell 2000 Index poderá superar significativamente o Russell 1000 Index nos próximos dois anos"
Our current pro-cyclical positioning reflects our bottom-up conviction in undervalued businesses rather than macroeconomic prognostication
"O nosso posicionamento pró-cíclico actual reflecte a nossa convicção bottom-up em negócios subvalorizados em vez de prognóstico macroeconómico"
small caps currently trading at one of the steepest discounts to large caps since the dot-com era
"small caps actualmente a transaccionar num dos descontos mais acentuados face a large caps desde a era dot-com"
Our pro-cyclical positioning reflects bottom-up conviction in undervalued businesses rather than macroeconomic forecasts
"o nosso posicionamento pró-cíclico reflecte convicção bottom-up em negócios subvalorizados em vez de previsões macroeconómicas"
Sphere's Las Vegas venue and its scalable franchise potential represent a compelling long-term opportunity that remains meaningfully undervalued
"o recinto de Las Vegas da Sphere e o seu potencial escalável de franchise representam uma oportunidade atractiva de longo prazo que permanece materialmente subvalorizada"
small caps currently trading at one of the steepest discounts to large caps since the dot-com era
"small caps actualmente a transaccionar num dos descontos mais acentuados face a large caps desde a era dot-com"
Our pro-cyclical positioning reflects bottom-up conviction in undervalued businesses rather than macroeconomic forecasts
"o nosso posicionamento pró-cíclico reflecte convicção bottom-up em negócios subvalorizados em vez de previsões macroeconómicas"
Our pro-cyclical positioning reflects bottom-up conviction in undervalued businesses rather than macroeconomic forecasts
"O nosso posicionamento pro-cíclico reflecte convicção bottom-up em negócios subavaliados em vez de previsões macroeconómicas"
small caps currently trading at one of the steepest discounts to large caps since the dot-com era
"small caps actualmente a transaccionar num dos descontos mais íngremes face a large caps desde a era dot-com"
"small cap stocks are trading at their biggest discount to large cap shares since the dot-com boom"
"small cap stocks transaccionam no maior desconto face a large caps desde a bolha dot-com"
"Our current pro-cyclical positioning reflects our bottom-up conviction in undervalued businesses rather than macroeconomic prognostication"
"O nosso posicionamento pro-cíclico actual reflecte convicção bottom-up em negócios subavaliados em vez de prognóstico macroeconómico"
the market is underestimating Mattel’s ability to unlock value from its iconic intellectual property through higher margin content, entertainment and brand extensions
"o mercado está a subestimar a capacidade da Mattel de libertar valor da sua propriedade intelectual icónica via conteúdo de margem mais alta, entretenimento e extensões de marca"
deregulation, lower corporate tax rate, increased M&A activity, continued reshoring of U.S. manufacturing, and infrastructure-related spending
"deregulation, taxa de imposto corporativo mais baixa, aumento de actividade M&A, continuação do reshoring de manufactura US, e gastos em infraestrutura"
Valuations remain compelling relative to large caps, with the Russell 2000 Index trading near multi-decade lows on a relative basis.
"Valuations permanecem compelling face a large caps, com Russell 2000 Index a transaccionar perto de multi-decade lows em base relativa."
deregulation, lower corporate tax rates, increased M&A activity, continued reshoring of U.S. manufacturing, and infrastructure-related spending
"desregulamentação, taxas de imposto corporativo mais baixas, aumento da actividade M&A, continuação do reshoring de manufactura US, e gastos em infraestrutura"
Valuations remain compelling relative to large caps, with the Russell 2500 Index trading near the lower end of its historical range
"Valuations permanecem compelling face a large caps, com Russell 2500 Index a transaccionar perto do lower end do intervalo histórico"
a rare instance in which small caps posted gains
"uma instância rara em que small caps registaram ganhos"
deregulation, lower corporate tax rates, increased M&A activity, continued reshoring of U.S. manufacturing, and infrastructure-related spending
"desregulamentação, taxas de imposto corporativo mais baixas, aumento da actividade M&A, continuação do reshoring de manufactura US, e gastos em infraestrutura"
Valuations remain compelling relative to large caps, with the Russell 2500 Index trading near the lower end of its historical range
"Valuations permanecem compelling face a large caps, com Russell 2500 Index a transaccionar perto do lower end do intervalo histórico"
we maintain our belief that, over time, stock prices are driven by earnings
"mantemos a convicção de que, ao longo do tempo, os preços das acções são conduzidos pelos lucros"
Market leadership broadened during the quarter compared with the narrow, mega-cap-driven rally that characterized much of the past two years.
"A liderança de mercado alargou-se durante o trimestre face ao rali estreito e dominado por mega caps que caracterizou grande parte dos dois anos anteriores."
we maintain our belief that, over time, stock prices are driven by earnings, and durable profit cycles remain the most reliable source of long-term outcomes.
"mantemos a convicção de que, ao longo do tempo, os preços das acções são impulsionados pelos resultados, e os ciclos de lucro duráveis permanecem a fonte mais fiável de outcomes de longo prazo."
As I wrote last quarter, eventually, value wins.
"Como escrevi no trimestre passado, eventualmente, o valor vence."
Atai Capital is not designed to be an asset-gathering machine
"a Atai Capital não foi desenhada para ser uma máquina de angariação de activos"
From December 8 through December 31, the Fund outperformed by 635 basis points, with the Fund's style biases, specifically Earnings Quality, Beta, and Residual Volatility being positive drivers of results.
"De 8 a 31 de Dezembro, o Fund outperformou em 635 basis points, com os style biases do Fund — especificamente factor de qualidade de lucros, Beta e Residual Volatility — a serem drivers positivos dos resultados."
Profitable constituents in the Index (based on FY1 earnings estimates) were up 9.0% for the year, while unprofitable constituents were up 29.7%.
"Constituintes lucrativos do Index (baseado em estimativas de lucros FY1) subiram 9,0% no ano, enquanto constituintes não- lucrativos subiram 29,7%."
The setup for 2026 is solid.
"O setup para 2026 é sólido."
beating the Index 68% of the time on a rolling 3-year basis, 67% of the time over rolling 5-year periods, and nearly 80% of the time on a 10-year rolling basis.
"batendo o Index 68% do tempo numa base rolling de 3 anos, 67% do tempo em períodos rolling de 5 anos, e quase 80% do tempo numa base rolling de 10 anos."
We believe this offers a great opportunity for long-term investors to invest in small- and mid-cap growth businesses at attractive prices.
"Acreditamos que isto oferece uma grande oportunidade para investidores de longo prazo investirem em negócios de crescimento de pequena e média capitalização a preços atractivos."
Since the Fund’s inception almost eight years ago, the one-year rolling monthly returns of the Russell 1000 Growth Index have outperformed the Russell 2000 Growth Index 81% of the time including seven out of the past eight calendar years.
"Desde o início do Fundo, há quase oito anos, os retornos mensais móveis a um ano do Russell 1000 Growth Index superaram o Russell 2000 Growth Index em 81% das observações, incluindo sete dos últimos oito anos civis."
We are optimistic about the potential of value stocks in general and believe the Brandes Small Cap Value Fund remains well positioned from a long-term risk/reward perspective.
Estamos optimistas quanto ao potencial das acções value em geral e acreditamos que o Brandes Small Cap Value Fund continua bem posicionado numa óptica de risco e retorno de longo prazo.
we continue to see a broadening of market drivers beyond large-cap tech that started mid year
"continuamos a ver um broadening dos drivers de mercado para além das large-cap tech, iniciado em meados do ano"
The Jefferies small vs. large valuation model shows small-caps in the 5 [th] percentile (1=cheap, 99=expensive), a level last seen in 2001.
"O modelo de valorização Jefferies small vs. large mostra small-caps no 5.º percentil (1=barato, 99=caro), nível visto pela última vez em 2001."
At >$3.8T in market capitalization, NVIDIA (NVDA) is the S&P 500’s largest company, which currently equates to roughly 126% of the entire Russell 2000’s market capitalization. To put this in perspective, the pre-COVID mean, and median was ~30%.
"Com mais de $3,8 mil milhões de milhões de capitalização de mercado, a NVIDIA (NVDA) é a maior empresa do S&P 500, o que actualmente equivale a aproximadamente 126% da capitalização total do Russell 2000. Para colocar em perspectiva, a média e mediana pré-COVID eram de cerca de 30%."
Dislocations across small and mid-cap equities continue to create inefficiencies, particularly in situations involving management change, misunderstood business models, or temporary operational headwinds.
As deslocações no universo das acções small e mid-cap continuam a criar ineficiências, sobretudo em situações de mudança de gestão, modelos de negócio mal compreendidos ou dificuldades operacionais temporárias.
We are expecting the forward return of the S&P 500 to be 5-7% over the next decade, and the Russell 2000 (IWM) to be 7-10%.
"Esperamos que o retorno prospectivo do S&P 500 seja de 5-7% na próxima década, e o do Russell 2000 (IWM) de 7-10%."
Nearly all the community banks are modestly growing and trading at less than eight times earnings, and we believe they should trade at higher valuations, and would be attractive acquisition candidates.
"Quase todos os bancos comunitários crescem moderadamente e transaccionam abaixo de oito vezes resultados, e acreditamos que deveriam negociar em múltiplos superiores e seriam candidatos atractivos a aquisição."
we are bullish companies with strong tailwinds, and while, unfortunately, the tailwinds here are mass shootings, they don't seem to be coming down anytime soon, which allows EVLV to continue compounding
"somos bullish em empresas com tailwinds fortes e, embora infelizmente os tailwinds aqui sejam tiroteios em massa, estes não parecem estar a abrandar tão cedo, o que permite a EVLV continuar a compounding."
REAL operates in its own unique category (second-hand luxury) that is growing almost twice as fast as regular luxury (11.6% vs 5.2%).
"REAL opera na sua própria categoria única (luxury second-hand) que cresce quase a um ritmo duplo do luxury regular (11,6% vs 5,2%)."
The ClearBridge Small Cap Growth Strategy outperformed its Russell 2000 Growth Index benchmark during the first quarter, reflecting strong stock selection across multiple sectors, particularly in industrials and consumer staples amid increasing uncertainty around AI disruption and uneven retail spending trends.
"A ClearBridge Small Cap Growth Strategy superou o seu benchmark Russell 2000 Growth Index durante o primeiro trimestre, reflectindo selecção forte de acções em múltiplos sectores, particularmente em industriais e consumer staples num contexto de incerteza crescente sobre disrupção AI e tendências irregulares de retail spending."
The Russell 2000 returned 8.5% for the quarter compared to the 11.1% of the Russell 1000 Index, extending its decade-long underperformance that has left it 7.3 points behind the Russell 1000 annually — the widest performance gap dating back to 1935.
"O Russell 2000 rendeu 8,5% no trimestre face aos 11,1% do Russell 1000 Index, prolongando uma década de underperformance que o deixa 7,3 pontos atrás do Russell 1000 ao ano — o maior gap de desempenho desde 1935."
After two years dominated by a narrow handful of narrative themes and challenges, we could see a broadening out of market performance.
"Após dois anos dominados por um punhado estreito de temas narrativos e desafios, poderemos assistir a um alargamento do desempenho do mercado."
the long-anticipated broadening of market leadership beyond Mega Cap stocks may be delayed rather than derailed, as some have feared
"o tão antecipado alargamento da liderança de mercado para além das mega caps pode estar adiado em vez de descarrilado, como alguns temiam"
we believe the underlying fundamentals of our portfolio companies remain intact, and we continue to focus on owning high-quality businesses with durable growth characteristics
"acreditamos que os fundamentais subjacentes das nossas participadas se mantêm intactos, e continuamos a focar-nos em deter empresas de alta qualidade com características de crescimento durável"
high quality small cap equities are currently trading at or near historically low relative valuation levels, following a period of broad-based multiple contraction
"small caps de qualidade transaccionam actualmente em níveis de valuation relativa próximos dos mínimos históricos, após um período de contracção de múltiplos de base alargada"
profitable, high-quality companies held up reasonably well early in the quarter, but this was ultimately overwhelmed by a low-quality rally that persisted through the final five weeks of the period
"as empresas rentáveis e de alta qualidade resistiram razoavelmente bem no início do trimestre, mas isso acabou por ser sobreposto por um rally de baixa qualidade que persistiu ao longo das cinco semanas finais do período"
the market backdrop highlighted an increasing divergence between fundamental business performance and stock market outcomes
"o pano de fundo do mercado evidenciou uma divergência crescente entre o desempenho fundamental dos negócios e os resultados no mercado accionista"
Declining markets have historically provided a favorable relative tailwind for our strategy given our emphasis on high-quality, durable growth businesses and strong downside capture
"os mercados descendentes têm historicamente proporcionado um tailwind relativo favorável à nossa estratégia, dada a nossa ênfase em negócios de crescimento durável e de alta qualidade e na forte captura de queda"
I believe shares are worth north of $6 (210% upside) once the company can prove out gross margins and scale their 5G ORAN business.
"Acredito que as acções valem acima de 6 USD (210% de potencial) assim que a empresa comprovar as margens brutas e escalar o negócio de 5G ORAN."
The primary driver of our relative underperformance had to do with the nature of the rally and performance coming from areas of the market we tend not to own
"O driver primário da nossa relative underperformance teve a ver com a natureza do rally e com o desempenho vindo de áreas do mercado que tendemos a não deter."
The market is offering us a paradox that is sometimes seen in deep value stocks: the stock price has risen by a large margin, but the valuation remains very similar to 18 months ago.
"O mercado está a oferecer-nos um paradoxo que por vezes se observa em deep value stocks: o preço da acção subiu por uma margem larga, mas a valuation mantém-se muito semelhante à de 18 meses atrás."
Macro volatility, narrative shifts, and policy uncertainty can obscure underlying fundamentals, creating security-level pricing distortions.
"A volatilidade macro, as mudanças de narrativa e a incerteza política podem obscurecer fundamentos subjacentes, criando distorções de preço ao nível de cada título."
Our entire strategy is discounted, in our estimation, with many stocks severely undervalued. These cheap valuations are beginning to get noticed in a variety of ways, including potential M&A.
"Toda a nossa estratégia está descontada, na nossa estimativa, com muitas acções severamente subavaliadas. Estas avaliações baratas começam a ser notadas de várias formas, incluindo potencial M&A."
Most of the fund’s underperformance can be attributed to a lack of holdings in lower-quality technology businesses that are tied to data center buildouts.
"A maior parte do atraso do fundo pode ser atribuída à ausência de posições em negócios tecnológicos de menor qualidade ligados à expansão de data centers."
harvest gains from long-held positions and recycle the proceeds into what we perceive to be undervalued opportunities, namely, SMID caps, international names, and healthcare
"realizar mais-valias em posições antigas e reciclar os proceeds para o que percebemos serem oportunidades sub-avaliadas, nomeadamente SMID caps, nomes internacionais e saúde"
The mid teens P/E on the SP600 index and for our portfolio strike us as quite reasonable but not absolutely cheap.
"O múltiplo na casa dos quinze no índice S&P 600 e na nossa carteira parece-nos bastante razoável, mas não absolutamente barato."
We know that outflows from actively managed small value have accelerated and reached -13% of assets under management in 2025.
"Sabemos que as saídas de capital da gestão activa de pequeno valor aceleraram e chegaram a -13% dos activos sob gestão em 2025."
The Fund’s holdings in small and mid-cap Financials slightly outperformed the largest bank and insurance companies again this quarter.
"As participações do Fundo em Financials de pequena e média capitalização superaram ligeiramente os maiores bancos e seguradoras novamente neste trimestre."
This time may not be different, but if the tide turns on relative returns between small and large-cap companies to the benefit of small companies, I believe that The Partners Fund should benefit disproportionately.
"Desta vez pode não ser diferente, mas se a maré virar no retorno relativo entre empresas de pequena e grande capitalização a favor das pequenas, acredito que o Partners Fund deverá beneficiar de forma desproporcionada."
We view the story as similar to MAMA which has been a multi-bagger for GROW since owning from $2.50 to $15 per share over the last 2 years.
"Vemos a história como semelhante à da MAMA, que tem sido um multi-bagger para a GROW desde que a detemos, de 2,50 a 15 dólares por acção ao longo dos últimos dois anos."
I think the risk/reward looks significantly more attractive in the forgotten parts of the market where we can find good businesses trading at very attractive prices.
"Penso que o binómio risco/retorno parece significativamente mais atrativo nas partes esquecidas do mercado, onde podemos encontrar bons negócios a transacionar a preços muito atrativos."
times like this are precisely when to be opportunistic, not discouraged.
"alturas como esta são precisamente quando ser oportunista, e não desencorajado."
we don’t believe rising geopolitical risks have derailed the long-term rotation into small and value.
"não acreditamos que os riscos geopolíticos crescentes tenham descarrilado a rotação de longo prazo para small e value."
If we participate in an IPO, the decision is definition-agnostic.
"Se participamos numa entrada em bolsa, a decisão é indiferente à definição."
We can’t be more emphatic about the fact that there is nothing wrong with this business.
"Não podemos ser mais enfáticos quanto ao facto de não haver nada de errado com este negócio."
Companies like Red Violet and Par Technology, one of which has legally intricate databases for transaction flows, are just a couple of the countless examples of babies being thrown out with the bathwater.
"Empresas como Red Violet e Par Technology — uma das quais opera databases legalmente intricadas para fluxos transaccionais — são apenas duas de inúmeros exemplos de bebés a serem deitados fora com a água do banho."
The price/earnings (P/E) multiple of the Russell 2000 Value Index has been at a historical discount compared to the P/E of the S&P 500 Index.
«O múltiplo preço/resultados do Russell 2000 Value Index tem estado com um desconto histórico face ao do S&P 500 Index»
Following the outperformance of large-cap stocks over small-cap stocks in recent years, we see greater long-term upside to intrinsic value in many small-caps compared to large-caps.
«Depois do desempenho superior das acções de grande capitalização face às de pequena capitalização nos últimos anos, vemos maior potencial de valorização de longo prazo face ao valor intrínseco em muitas pequenas capitalizações do que nas grandes»
These trends observed over the last few months may create conditions in which smaller companies could experience relatively greater benefits from a potential expansion in valuation multiples, which could be favorable for the Funds relative to peers.
"Estas tendências observadas nos últimos meses podem criar condições em que as empresas de menor dimensão registem benefícios relativamente maiores de uma potencial expansão dos múltiplos de avaliação, o que poderia ser favorável aos fundos face aos seus pares."
the gap between large cap and small cap valuations remains near record spreads at a time when small cap earnings are expected to outpace large cap earnings going forward
"o spread entre avaliações de large caps e small caps permanece perto de máximos históricos num momento em que se espera que os resultados das small caps superem os das large caps"
Our thesis has always been that small-cap markets offer significant inefficiencies for discerning investors.
"A nossa tese sempre foi a de que os mercados de small-cap oferecem ineficiências significativas para investidores criteriosos."
Hot hands, in our experience, revert to the mean more reliably than most people expect
As mãos quentes, na nossa experiência, revertem para a média com mais fiabilidade do que a maioria das pessoas espera
We believe this broadening story has paused —not ended —and fundamentals will eventually return to center stage.
"Acreditamos que esta história de alargamento está em pausa —não terminou —e os fundamentais voltarão eventualmente ao centro do palco."
Every compelling story has an intermission.
"Toda a história convincente tem um intervalo."
History suggests periods of high-beta, lower-quality outperformance are prone to mean reversion, a dynamic that has often served as a tailwind to our approach.
A história sugere que os períodos de superioridade de beta elevado e qualidade inferior são propensos a reverter para a média, uma dinâmica que serviu frequentemente de vento favorável à nossa abordagem.
We continue to view the recent setback as a pause in a multi-year broadening cycle rather than a lasting reversal.
Continuamos a ver o revés recente como uma pausa num ciclo de alargamento plurianual e não como uma reversão duradoura.
These rotations have historically been short-lived and we don't believe recent price action reflects a fundamental change in the long-term case for our holdings.
Estas rotações têm sido historicamente de curta duração e não acreditamos que a acção recente dos preços reflicta uma mudança fundamental na tese de longo prazo das nossas posições.
Uncovering value where Wall Street rarely ventures, delivering ten years of tax-efficient outperformance through investigative rigor and patient investing.
"Descobrir valor onde Wall Street raramente se aventura, entregando dez anos de outperformance tax-efficient via rigor investigativo e investimento paciente."
We see ample opportunities to deploy capital in these inefficient markets while maintaining our edge.
"Vemos amplas oportunidades para alocar capital nestes mercados ineficientes mantendo o nosso edge."
Our proven approach unlocks returns in overlooked small caps inaccessible through traditional vehicles.
"A nossa abordagem comprovada destranca retornos em small caps subcobertos inacessíveis via veículos tradicionais."
There are a host of reasons to be optimistic about the economy, earnings growth, and the stock market in 2026. These include a variety of tax cuts, tax incentives for capital investments, lapping the negative impact of the tariffs, easing inflationary pressures, interest rate cuts, continued investment in artificial intelligence and potentially productivity gains from these investments.
"Há uma série de razões para estar optimista quanto à economia, ao crescimento de resultados e ao mercado bolsista em 2026. Incluem uma variedade de cortes de impostos, incentivos fiscais a investimentos de capital, lapping do impacto negativo dos tariffs, pressões inflacionárias a esmorecer, cortes de taxas de juro, investimento continuado em inteligência artificial e potencialmente ganhos de produtividade a partir destes investimentos."
What we did not anticipate was the powerful low quality, high beta rally that occurred following the market bottom on 4/8 (post Liberation Day) through October of this year, leading to the most challenging environment on record for active managers.
"O que não antecipámos foi o poderoso rally de low-quality e high-beta que ocorreu após o mínimo de mercado de 8 de Abril (pós-Liberation Day) até Outubro deste ano, conduzindo ao ambiente mais desafiante de sempre para gestores activos."
We remain committed to identifying inefficiencies in the small-cap market that result in stock prices and valuations that do not accurately reflect our assessment of the underlying value of corporate enterprises.
«A gestora declara-se comprometida com a identificação de ineficiências no mercado de pequenas capitalizações que produzem cotações e valorizações que não reflectem com rigor a sua avaliação do valor subjacente das empresas.»
The fund underperformed its benchmark, the Russell 2000® Value Index, due to lagging security selection across all sectors which detracted from relative performance.
«A carta afirma que o fundo ficou atrás do seu índice de referência, o Russell 2000® Value Index, devido a uma selecção de títulos em atraso em todos os sectores, que detraiu do desempenho relativo.»
We do believe there are more opportunities in smid cap from a valuation perspective, given the underperformance over the last several years.
"Acreditamos que há mais oportunidades em smid cap numa óptica de valorização, dado o atraso relativo dos últimos vários anos."
Sticking to our valuation discipline, we are finding small cap companies with durable competitive advantages that are trading at favorable valuations.
"Mantendo a nossa disciplina de valorização, estamos a encontrar empresas small cap com vantagens competitivas duráveis a transaccionar a valorizações favoráveis."
While earnings estimates are showing signs of stabilizing and even surpassing the S&P 500 in 2027, small cap stocks are still trading at a significant discount.
"Embora as estimativas de resultados mostrem sinais de estabilização e até de superarem o S&P 500 em 2027, as acções de small cap continuam a transaccionar com desconto significativo."
within SMID caps, the Russell 2500 Value returned 4.77% versus -3.52% for growth
"dentro das SMID caps, o Russell 2500 Value rendeu 4,77% face a -3,52% do growth"
However, suffice to say, it was a strong reminder that bad things can happen in small and micro-cap land when neither the board nor management owns any meaningful stock and are not aligned with public shareholders.
"Basta dizer que foi um lembrete forte de que podem acontecer coisas más no universo das pequenas e micro capitalizações quando nem o conselho de administração nem a gestão detêm acções em quantidade significativa e não estão alinhados com os accionistas."
Hence, we are not proactively trying to make these sector bets due to any top-down view, but rather they naturally build, as we are finding much better value in business models we quite like in many sectors that are now out of favor.
"Daí que não estejamos a tentar de forma proactiva fazer estas apostas sectoriais por qualquer leitura de cima para baixo; elas formam-se naturalmente, à medida que encontramos muito melhor valor em modelos de negócio de que gostamos, em muitos sectores que estão agora fora de favor."
The vast majority of our time is not spent on buying and selling stocks - it is spent hunting for new ideas, monitoring existing holdings, and tracking developments for companies that we would like to own at some point
"A grande maioria do nosso tempo não é gasta a comprar e a vender acções — é gasta a procurar novas ideias, a monitorizar posições existentes e a acompanhar desenvolvimentos de empresas que gostaríamos de deter a dada altura"
we intend to keep the fund small by capping subscriptions at $150M in order to sustainably capitalize on exactly this type of micro-cap opportunity
"tencionamos manter o fundo pequeno, limitando as subscrições a 150 milhões de dólares, de modo a capitalizar de forma sustentável exactamente este tipo de oportunidade em micro-caps"
the liquidity inherent in our small asset base remains a key competitive advantage in the small/microcap space
"a liquidez inerente à nossa base de activos reduzida mantém-se uma vantagem competitiva chave no espaço small/microcap"
We view valuations for companies in the small and mid cap universe as remaining attractive and continue to identify promising, under-the-radar investment opportunities.
«Consideramos que as avaliações das empresas do universo de pequena e média capitalização se mantêm atractivas e continuamos a identificar oportunidades de investimento promissoras e fora do radar.»
From a Global Small & Mid Cap Fund perspective, we believe the Fund is well-positioned for 2025, focusing on high-quality growth companies, already demonstrating accelerating earnings, and is positioned for an economic recovery and falling interest rates.
«Na perspectiva do Global Small & Mid Cap Fund, acreditamos que o Fundo está bem posicionado para 2025, focado em empresas de crescimento de qualidade que já demonstram aceleração de lucros, e posicionado para uma recuperação económica e para a descida das taxas de juro.»
Last year many of the biggest winners were speculative stocks - companies fueled by hype rather than growing revenues and sound fundamentals. We anticipate that trend will reverse in 2026
"No ano passado, muitos dos maiores vencedores foram títulos especulativos — empresas alimentadas por entusiasmo em vez de receitas em crescimento e fundamentais sólidos. Antecipamos que essa tendência se inverta em 2026"
Another reason we are optimistic about our near-term prospects is that our portfolio is trading at a significant discount relative to historical levels.
"Outra razão para estarmos optimistas quanto às perspectivas de curto prazo é que a nossa carteira transacciona com um desconto significativo face aos níveis históricos"
Smaller company shares retreated in the second half of the quarter as investors digested the Iran war and its impact on energy prices, cracks forming in private credit, and fears over how AI will affect certain industries.
"As acções de empresas mais pequenas recuaram na segunda metade do trimestre à medida que os investidores digeriram a guerra do Irão e o seu impacto nos preços energéticos, as fissuras a formarem-se no crédito privado, e os receios sobre como a IA afectará certas indústrias."
the axis of opportunity has partially migrated to names that aren’t as closely tied to the economic cycle, including food, software, medical devices, and used car parts.
"o eixo de oportunidade migrou parcialmente para nomes menos ligados ao ciclo económico, incluindo alimentação, software, dispositivos médicos e peças automóveis usadas."
These days there are many pipeline drugs chasing the same target, making differentiation and commercial success more challenging than ever.
Nos dias que correm há muitos medicamentos em desenvolvimento a perseguir o mesmo alvo, o que torna a diferenciação e o êxito comercial mais difíceis do que nunca.
Despite short-term performance issues, our private holdings are making steady progress.
Apesar dos problemas de desempenho de curto prazo, as nossas detenções privadas estão a progredir de forma constante.
investors underappreciate the quality of WOSG’s business and that its economics more closely resemble a subsidiary of Rolex than a typical retailer
"os investidores subestimam a qualidade do negócio da WOSG e o facto de a sua economia se assemelhar mais a uma subsidiária da Rolex do que a um retalhista típico"
We continue to believe that WOSG is a structural winner with a long runway of high singledigit organic growth and ability to deploy capital at 20% returns
"Continuamos a acreditar que a WOSG é um vencedor estrutural, com um runway longo de crescimento orgânico de high single-digit e capacidade de empregar capital a 20% returns."
More than anything, we have found that our performance is fueled by the accelerating pace of change.
«Mais do que qualquer outra coisa, temos verificado que o nosso desempenho é alimentado pelo ritmo acelerado de mudança.»
More than anything, we have found that our performance is fueled by this pace of change around innovation. Unlike rate cuts or a turn in the economic cycle, orienting around this accelerating pace of change has reliably provided us with opportunities largely irrespective of the market environment.
«Mais do que tudo, verificámos que o nosso desempenho é alimentado por este ritmo de mudança em torno da inovação. Ao contrário dos cortes de juros ou de uma viragem no ciclo económico, orientarmo-nos em torno deste ritmo acelerado de mudança tem-nos proporcionado, de forma fiável, oportunidades em larga medida independentes do enquadramento de mercado.»
While we would certainly embrace macro conditions that lend further support to small and mid cap companies, we believe this tactical approach that emphasizes “catching the move in SMID caps” misses the bigger, longer-term opportunity.
«Embora acolhêssemos certamente condições macroeconómicas que dessem mais apoio às empresas de pequena e média capitalização, acreditamos que esta abordagem táctica, que enfatiza «apanhar o movimento das SMID caps», não capta a oportunidade maior e de mais longo prazo.»
Under the Trump Presidency, we anticipate that reduced regulatory burdens and a focus to prioritize domestic businesses could disproportionately benefit small cap companies, as they typically generate the majority of their revenue in the U.S.
"Sob a presidência de Trump, antecipamos que a redução de encargos regulatórios e uma prioridade dada aos negócios domésticos possam beneficiar de forma desproporcionada as empresas de pequena capitalização, uma vez que estas geram habitualmente a maioria das suas receitas nos EUA."
As we look to 2025 and beyond, we are optimistic about our Portfolio companies’ EPS growth outlook and the relatively low valuations for small cap stocks.
"Ao olharmos para 2025 e para lá dele, estamos optimistas quanto às perspectivas de crescimento dos resultados por acção das empresas da carteira e quanto às valorizações relativamente baixas das acções de pequena capitalização."
Under the Trump presidency, we believe reduced regulation and prioritized domestic businesses may disproportionately benefit SMID cap companies, which derive most of their revenue from the U.S.
"Sob a presidência de Trump, acreditamos que um menor encargo regulatório e a prioridade dada aos negócios domésticos possam beneficiar de forma desproporcionada as empresas SMID, que geram a maior parte das suas receitas nos Estados Unidos."
Looking to 2025 and beyond, we are optimistic about our Portfolio companies’ EPS growth outlook and the relatively low valuations for SMID cap stocks.
"Olhando para 2025 e para lá disso, estamos optimistas quanto às perspectivas de crescimento de resultados por acção das empresas da nossa carteira e quanto às valorizações relativamente baixas das acções SMID."
Unlike rate cuts or a turn in the economic cycle, orienting around this accelerating pace of change has reliably provided us with opportunities largely irrespective of the market environment.
"Ao contrário dos cortes de taxas ou de uma viragem no ciclo económico, orientar-nos em torno deste ritmo acelerado de mudança proporcionou-nos de forma fiável oportunidades em larga medida independentes do ambiente de mercado."
More than anything, we have found that our performance is fueled by this pace of change around innovation.
"Mais do que qualquer outra coisa, descobrimos que o nosso desempenho é alimentado por este ritmo de mudança em torno da inovação."
We believe the small cap universe in the US is home to some of the most innovative, dynamic companies and entrepreneurs in the world.
"Acreditamos que o universo de pequena capitalização nos EUA alberga algumas das empresas e empreendedores mais inovadores e dinâmicos do mundo."
More than anything, we have found that our performance is fueled by this pace of change around innovation.
"Mais do que tudo, constatámos que o nosso desempenho é alimentado por este ritmo de mudança em torno da inovação."
We believe the SMID cap universe in the US is home to some of the most innovative, dynamic companies and entrepreneurs in the world.
"Acreditamos que o universo das SMID caps nos EUA acolhe algumas das empresas e dos empreendedores mais inovadores e dinâmicos do mundo."
Provided individual companies can deliver on those estimates, a better year or two of profit growth is exactly what small caps need to end their very long period of underperformance relative to large caps.
Desde que as empresas consigam cumprir essas estimativas, um ou dois anos melhores de crescimento de lucros é exactamente o que falta às small caps para encerrarem um período muito longo de atraso face às grandes capitalizações.
our Global Small Cap Focused Value portfolio remains attractively valued and is currently among the most inexpensive portfolio across the geographies and market cap ranges that we manage.
"a nossa carteira Global Small Cap Focused Value continua atractivamente avaliada e é actualmente das mais inexpensivas entre as geografias e gamas de capitalização que gerimos."
Small-cap stocks remain particularly depressed relative to larger companies, and our relative performance has been challenged.
"As acções de pequena capitalização permanecem particularmente deprimidas relativamente a empresas maiores, e o nosso desempenho relativo tem sido desafiado."
The backdrop for small cap growth stocks remains favorable as we enter 2026.
"O pano de fundo para as accoes de small cap growth mantem-se favoravel a medida que entramos em 2026."
While this presents a challenging environment for our high-quality, strong business fundamentals-focused strategy, we believe that the market will eventually return to a more typical environment in which company fundamentals are the key driver of stock prices.
"Embora isto represente um ambiente desafiante para a nossa estrategia centrada em empresas de elevada qualidade e fundamentos solidos, acreditamos que o mercado regressara eventualmente a um ambiente mais tipico, no qual os fundamentos das empresas sao o principal motor das cotacoes."
The Russell 2000 Growth Index rallied in the second quarter following a decline in the first quarter as many of the proposed tariffs announced in April were postponed until the third quarter while trade agreements are negotiated.
"O Russell 2000 Growth Index recuperou no segundo trimestre após uma queda no primeiro trimestre, à medida que muitas das tarifas propostas anunciadas em Abril foram adiadas para o terceiro trimestre enquanto se negoceiam acordos comerciais."
we are seeing more individual and eclectic situations, i.e. opportunities for stock picking.
"estamos a ver mais situações individuais e ecléticas, ou seja, oportunidades para stock picking."
You are the first investor to visit us in person for many, many years.
"É o primeiro investidor a visitar-nos pessoalmente em muitos, muitos anos."
There are a few small, underfollowed companies where their low valuation makes no sense at all – they are simply undervalued solely because they are undiscovered.
"Há algumas pequenas empresas subseguidas cuja baixa avaliação não faz qualquer sentido — estão simplesmente subvalorizadas apenas por não terem sido descobertas."
River Oaks Capital has adapted to this change by making our base case assumption that the market capitalization – share price – of the companies we buy ownership in will never change.
"O River Oaks Capital adaptou-se a esta mudança assumindo como caso base que a capitalização bolsista — o preço da acção — das empresas em que adquirimos participação nunca mudará."
Small caps posted a robust 21.49%, outpacing the 15.20% from large caps in a rally that saw value and growth both participate.
"As pequenas capitalizações registaram uns robustos 21,49%, à frente dos 15,20% das grandes, numa subida em que valor e crescimento participaram."
In contrast, we believe 2026 will mark a rotation back toward fundamentals, with quality small-cap stocks outperforming not only lower-quality peers but also large-cap equities, supported by more favorable macro and earnings dynamics.
"Em contraste, acreditamos que 2026 marcará uma rotação de regresso aos fundamentais, com as acções de pequena capitalização de qualidade a superar não só os pares de menor qualidade como também as acções de grande capitalização, sustentadas por dinâmicas macroeconómicas e de resultados mais favoráveis."
In this environment, we remain focused on high-quality businesses with durable competitive advantages, strong balance sheets, and attractive valuations.
"Neste enquadramento, mantemo-nos focados em negócios de alta qualidade, com vantagens competitivas duradouras, balanços sólidos e valorizações atractivas."
we remain excited about our opportunity set and our ability to capitalize on it
"mantemo-nos entusiasmados com o nosso conjunto de oportunidades e com a nossa capacidade de o capitalizar"
the large cap concentration and investor attention has created greater structural inefficiencies within the small and micro-cap universe
"a concentração em grande capitalização e a atenção dos investidores criaram maiores ineficiências estruturais no universo small e micro-cap"
QEP was a new position during 2024 where a core profitable business had been hidden by lackluster acquisitions.
"A QEP foi uma nova posição durante 2024, em que um negócio principal rentável estava escondido por aquisições medíocres."
We uncover strategic value overlooked by public markets but that may be recognized by private or strategic investors.
"Descobrimos valor estratégico ignorado pelos mercados públicos, mas que pode ser reconhecido por investidores privados ou estratégicos."
Under-followed small caps trade in less efficient markets, creating mispricing opportunities.
"As small caps pouco seguidas transaccionam em mercados menos eficientes, criando oportunidades de subvalorização."
We have not seen a market environment approaching a level playing field for small- and mid-cap value since 2022.
Não víamos um ambiente de mercado próximo de um terreno nivelado para small e mid-cap value desde 2022.
There was a low-quality bias in the market across small- to mid-cap stocks, with strong results for companies with low Returns on Equity.
"Houve um viés de baixa qualidade no mercado entre as acções de pequena e média capitalização, com fortes resultados para empresas com baixa rendibilidade dos capitais próprios."
In our investing approach, we remain focused on fundamentals, seeking steady management teams capable of driving economic growth at their companies, which we believe will be rewarded over time by the markets.
"Na nossa abordagem de investimento, mantemo-nos focados em fundamentais, procurando equipas de gestão sólidas capazes de impulsionar o crescimento económico das suas empresas, o que acreditamos virá a ser recompensado ao longo do tempo pelos mercados."
There was a low-quality bias in the market across small- to mid-cap stocks, with strong results for companies with low Returns on Equity.
"Houve um enviesamento de baixa qualidade no mercado de acções de small e mid cap, com fortes resultados para empresas com baixo retorno sobre capitais próprios."
Something that differentiates our investment approach is our deep fundamental research in SMID caps, which we see as an increasingly neglected area of the market.
"Algo que diferencia a nossa abordagem de investimento é a investigação fundamental profunda em SMID caps, que vemos como uma área do mercado cada vez mais negligenciada."
Coming out of a multi-year industrial recession across the developed world, small-cap fundamentals are quietly turning the corner. Valuations remain inverted from a historical premium over large caps to a deep discount, while M&A and corporate action driven catalysts are picking up steam—creating a fertile hunting ground for active SMid Cap stock selection.
"Ao sair de uma recessão industrial de vários anos em todo o mundo desenvolvido, os fundamentais das small caps estão discretamente a virar a esquina. As avaliações continuam invertidas, de um prémio histórico sobre as large caps para um desconto profundo, enquanto os catalisadores de fusões e aquisições e de acção societária ganham força — criando um terreno de caça fértil para a selecção activa de acções de pequena e média capitalização."
To be clear, RXT remains a high-wire act, and we have sized this position accordingly (~2%).
"Para que fique claro, a RXT continua a ser um número de equilibrismo, e dimensionámos a posição em conformidade (~2%)."
Leadership is rotating toward more defensive and quality-oriented areas, reinforcing the importance of selective positioning and active risk management in a more volatile environment.
"A liderança está a rodar para áreas mais defensivas e orientadas para a qualidade, reforçando a importância de um posicionamento selectivo e de uma gestão activa de risco num ambiente mais volátil."
Value stocks proved more resilient than growth stocks, and small cap stocks outpaced large caps as overall market participation narrowed.
"As acções de valor mostraram-se mais resilientes do que as de crescimento, e as small caps superaram as large caps à medida que a participação geral do mercado estreitava."
By some metrics this was one of the strongest environments favoring low-quality stocks that we’ve experienced.
Por algumas métricas, este foi um dos ambientes mais fortes a favorecer títulos de baixa qualidade que já experimentámos.
We can’t predict when the period favoring low-quality companies will end. But periods of low-quality outperformance have historically been short-lived.
"Não conseguimos prever quando terminará o período que favorece as empresas de baixa qualidade. Mas os períodos de outperformance de baixa qualidade têm sido historicamente de curta duração."
For the third quarter, 56 stocks in the Russell 2000® Growth Index were up 80% or more. Of that group, 82% are unprofitable, and 57% trade at a multiple of 10 times sales or greater.
"No terceiro trimestre, 56 títulos do Russell 2000® Growth Index subiram 80% ou mais. Desse grupo, 82% não são rentáveis e 57% transaccionam a um múltiplo de 10 vezes vendas ou superior."
While performance suffered in 2025, we’re not overreacting and moving into market-leading stocks we perceive as low-quality. Instead, we remain patient.
"Embora o desempenho tenha sofrido em 2025, não estamos a reagir de forma impulsiva nem a mover-nos para títulos líderes de mercado que consideramos de baixa qualidade. Em vez disso, mantemos a paciência."
Many of the stocks that were top performers for the year were tied to popular investment themes such as artificial intelligence (AI), quantum computing, cryptocurrency, nuclear power, aerospace and defense.
"Muitas das acções que foram as de melhor desempenho do ano estavam ligadas a temas de investimento populares como inteligência artificial (IA), computação quântica, criptomoedas, energia nuclear, aeroespacial e defesa."