The London Company Large Cap Strategy
Manager: The London Company · Estratégia: Large cap value · Geografia: US
Performance por trimestre
Posições core
Sem posições core (mínimo 3 cartas de histórico).
Temas recorrentes
Cartas publicadas
Q1 2026 1352 palavras
O The London Company emitiu comentário trimestral sobre o T1 2026, marcado pela queda de 4,3% do S&P 500 — o pior trimestre desde 2022 — e por dispersão sectorial após anos de domínio das mega-caps tecnológicas. As estratégias Large Cap e Income Equity produziram retornos absolutos positivos contra benchmarks de referência em terreno negativo, beneficiando da rotação para fora do tema da Magnificent 7 (que recuou cerca de 11% em base ponderada). Mid, SMID e Small Cap ficaram aquém devido ao subponderamento estrutural em Energia, que se tornou vento contrário pontual após a escalada do conflito no Irão em Março. A casa interpreta este episódio como pausa, não fim, do alargamento de mercado iniciado no final de 2025.
Q4 2025 2637 palavras
O The London Company fechou 2025 com a estratégia Large Cap a render 0,4% brutos (0,2% líquidos) no quarto trimestre, contra 2,4% do Russell 1000, com a selecção de títulos e a exposição sectorial ambas a penalizar o resultado relativo. A casa atribui o atraso à liderança estreita do mercado e ao facto de os factores de qualidade, para os quais a carteira pende, terem sido vento contrário enquanto volatilidade e valor lideravam. Saiu de Fiserv depois de accionar o stop-loss, reforçou Norfolk Southern, Chubb e Republic Services, e aliviou Alphabet para respeitar o limite de 10% por posição. Olhando para 2026, sinaliza dinâmicas de fim de ciclo e defende protecção de queda através de retornos sobre capital estáveis e balanços conservadores.
Q3 2025 2299 palavras
A The London Company publicou o comentário trimestral da estratégia Large Cap referente ao T3 2025, período em que a carteira subiu 6,2% líquidos (6,3% brutos) contra uma valorização de 8,0% do Russell 1000. A carta apresenta duas formulações da atribuição: primeiro identifica a selecção de acções como obstáculo ao retorno relativo, parcialmente compensado por exposição sectorial positiva; depois afirma que o atraso foi inteiramente determinado pela exposição sectorial. Ajudaram as subponderações em Cuidados de Saúde e Imobiliário; penalizaram a subponderação em Tecnologias de Informação e a sobreponderação em Financeiras. A gestora saiu da Bruker, depois de a acção atingir o limite de perdas definido, e iniciou posição na Equitable Holdings. Descreve mercados concentrados e caros, com pouco espaço para expansão de múltiplos.