Aristotle Value Equity WM Composite

Manager: · Estratégia: Large cap value · Geografia: US

Cartas publicadas
5
Posições core
0
Temas recorrentes
5

Performance por trimestre

-6%-4%-2%0%+2%+4%+6%+8%Q4 2024Q1 2025Q2 2025Q3 2025Q4 2025Q1 2026Russell 1000® Value Index: Q4 2024 -1,98%Russell 1000® Value Index: Q1 2025 +2,14%Russell 1000® Value Index: Q2 2025 +3,78%Russell 1000® Value Index: Q3 2025 +5,33%Russell 1000® Value Index: Q4 2025 +3,81%Aristotle Value Equity WM Composite: Q4 2024 -4,09%Aristotle Value Equity WM Composite: Q1 2025 +0,78%Aristotle Value Equity WM Composite: Q2 2025 +4,88%Aristotle Value Equity WM Composite: Q3 2025 +4,33%Aristotle Value Equity WM Composite: Q4 2025 +1,45%
Aristotle Value Equity WM CompositeRussell 1000® Value Index

Posições core

Sem posições core (mínimo 3 cartas de histórico).

Temas recorrentes

Cartas publicadas

Q4 2025 2400 palavras

O Value Equity WM Composite da Aristotle Capital registou +1,45% pure gross (+0,95% net) no quarto trimestre de 2025, ficando aquém dos +3,81% do Russell 1000® Value e dos +2,66% do S&P 500. A underperformance teve origem na selecção de títulos em Information Technology, Consumer Discretionary e Materials, parcialmente compensada por contributos positivos em Financials, Health Care e Energy. Parker Hannifin e Capital One Financial lideraram contributos relativos; Sony e Uber pesaram negativamente. A equipa alienou Commerce Bancshares, Constellation Brands e Sony Financial, reorientando capital para Wells Fargo. Tese ancora-se em fundamentais individuais e disciplina face a ruído macro.

Q3 2025 2100 palavras

O Value Equity WM Composite da Aristotle Capital registou +4,33% pure gross (+3,82% net) no terceiro trimestre de 2025, ficando aquém dos +5,33% do Russell 1000® Value e dos +8,12% do S&P 500. A underperformance teve origem na selecção de títulos em Materials, Information Technology e Health Care, parcialmente compensada por contributos positivos em Consumer Discretionary, Industrials e Communication Services. Martin Marietta e Xcel Energy lideraram os contributos relativos; Corteva e Ameriprise Financial pesaram negativamente. A equipa iniciou posições em Synopsys e Wells Fargo, capitalizando a aquisição da ANSYS e o levantamento do asset cap. Tese ancora-se em fundamentais individuais e disciplina face a ruído macro.

Q2 2025 1900 palavras

O Value Equity Composite da Aristotle Capital registou +4,88% gross (+4,75% net) no segundo trimestre de 2025, batendo os +3,78% do Russell 1000® Value e ficando aquém dos +10,94% do S&P 500. A outperformance face ao benchmark de value teve origem em efeitos de alocação, com selecção de títulos ligeiramente negativa no agregado. Microsoft e Microchip Technology lideraram os contributos; Amgen e Alcon pesaram negativamente. A equipa saiu de Xylem e iniciou Uber, capitalizando a transição da plataforma para free cash flow sustentável e escala global. Disciplina ancora-se em fundamentais individuais e indiferença ao ruído macro.

Q1 2025 2100 palavras

O Value Equity Composite da Aristotle Capital rendeu +0,78% gross (+0,73% net) no primeiro trimestre de 2025, aquém dos +2,14% do Russell 1000® Value mas bem acima dos -4,27% do S&P 500, num trimestre de rotação para value. Selecção em Financials, sobreponderação em Information Technology e sub-ponderação em Health Care detraíram; selecção em Consumer Discretionary, Utilities e Energy contribuiu. Sony liderou os contributos com recordes em gaming; Adobe pesou apesar de receita recorde, penalizada por receios de disrupção por IA que a equipa contesta. Rotação de carteira relevante: saídas de Honeywell, Michelin e Millrose financiaram entradas em Air Products and Chemicals e Alphabet. A disciplina mantém-se nos fundamentais microeconómicos, não no ruído macro.

Q4 2024 1900 palavras

O Value Equity Composite da Aristotle Capital recuou 4,09% gross (4,14% net) no quarto trimestre de 2024, aquém dos -1,98% do Russell 1000® Value e dos +2,41% do S&P 500. No ano, rendeu 8,20% gross contra 14,37% do índice, num mercado dominado pelos Magnificent 7 e pela narrativa singular da inteligência artificial. Selecção em Consumer Discretionary e Information Technology e a sobreponderação em Materials detraíram; selecção em Materials e Financials e a subponderação em Health Care contribuíram. Ameriprise liderou os contributos, com activos sob gestão a crescer 22%; Lennar foi o maior detractor, penalizada pela subida das taxas hipotecárias. Sem compras nem vendas no trimestre, a equipa reafirma o ciclo completo de mercado de três a cinco anos.