FPA Crescent Fund
Manager: First Pacific Advisors · Estratégia: Multi strategy · Geografia: Global · US
Performance por trimestre
Posições core
Temas recorrentes
Cartas publicadas
Q1 2026 900 palavras
O FPA Crescent registou −1,55% no primeiro trimestre de 2026 e +16,06% nos últimos doze meses, captando 80,3% do retorno do MSCI ACWI com exposição líquida média ao risco de 63,8%. A exposição manteve-se estável face ao final de 2025, mas houve actividade material: os maiores reforços foram Azelis, distribuidora europeia de químicos especiais small-cap, e Becton Dickinson, tecnologia médica norte-americana. As duas maiores vendas recaíram sobre Alphabet e TE Connectivity, posições detidas há mais de uma década e actualmente favorecidas pelo mercado pela exposição à inteligência artificial. As gestoras descrevem rotação dos capitais libertados para SMID caps, nomes internacionais e saúde, sectores onde encontram avaliações mais razoáveis. Glencore e Aon foram discutidos como contribuidores nos últimos doze meses.
Q4 2025 2700 palavras
O FPA Crescent registou +3,09% no quarto trimestre de 2025 e +17,65% nos doze meses, contra +3,29% e +22,34% para o MSCI ACWI, com exposição líquida ao risco de 65,8%. As gestoras articulam reciclagem activa de capital — Alphabet e Comcast foram reduzidas, IMCD, Liberty Broadband, Magnum Ice Cream e Sodexo entraram como compras novas, Azelis e Becton Dickinson foram reforçadas. Microsoft é dissecada como exemplo do que deixaram passar: vendida em 2020, valorizou substancialmente; agora a 30x resultados, requer crescimento incremental equivalente à soma de Oracle, SAP, Salesforce, ServiceNow, Nintendo, Workday e Snowflake combinados para justificar o múltiplo. Os gestores antecipam volatilidade de mercado mas recusam-se a apostar no momento exacto.
Q3 2025 1300 palavras
O FPA Crescent registou +5,54% no terceiro trimestre de 2025 e +15,32% nos doze meses, contra +7,62% e +17,27% para o MSCI ACWI. A exposição líquida ao risco contraiu para 62,4%, abaixo dos 65,5% do T2 e dos 68,5% do T3 2024. A carta é breve e foca-se em cinco posições que afectaram o desempenho — Alphabet (subida de dezassete vezes desde a compra inicial em 2011, opção sobre Waymo), Citigroup (melhoria de ROTE num enquadramento regulatório mais favorável), JDE Peet's (acordo de aquisição por Keurig Dr. Pepper), IFF (turnaround sob nova gestão, potencial duplicação do preço) e CarMax (decepção operacional mas valuation a 12x resultados estimados com insider buying). Não houve compras nem reforços no trimestre; sete posições foram reduzidas.