Jackson Peak Capital
Manager: Patrick O’Brien · Estratégia: Long short equity · Geografia: Global
Performance por trimestre
Posições core
Temas recorrentes
Cartas publicadas
Q1 2026 1300 palavras
A Jackson Peak Capital recuou 21,0% líquido no T1 de 2026, contra -2,2% do MSCI ACWI e -1,5% do HFRX Equity Hedge Index. Patrick O’Brien atribui o resultado ao reforço da exposição a tecnologia e da exposição líquida a partir dos níveis baixos do T4, apostando no rápido progresso dos laboratórios de IA — logo antes de o conflito no Irão desencadear uma queda generalizada — e a posições event-driven que se moveram contra o fundo. A exposição líquida fechou em 36%, acima dos 25% do T4, orientada para a infra-estrutura de IA. A Core Scientific era a maior posição e a EchoStar a principal aposta event-driven, rumo à IPO da SpaceX. FIX, ZM e CRM contribuíram; SATS, BL e ENR detraíram.
Q4 2025 1320 palavras
Jackson Peak Capital fechou o T4 de 2025 em +14,0% líquido, contra +3,3% do MSCI ACWI e +1,6% do HFRX Equity Hedge Index, levando o ano completo a +82,9%. Patrick O’Brien reduziu a exposição líquida de 55% para 25%, com a redução concentrada em tecnologia após o rali especulativo do Q2-Q3. A contribuição veio de uma tese event-driven sobre Confluent, validada pela aquisição anunciada pela IBM em Dezembro, e da iniciação de uma posição em EchoStar como proxy de SpaceX em desconto face ao NAV. O gestor mantém postura defensiva sobre a direcção do mercado mas optimista quanto ao conjunto de oportunidades para a estratégia long/short em 2026.
Q3 2025 1150 palavras
A Jackson Peak Capital recuou 2,9% líquido no T3 de 2025, contra +7,5% do MSCI ACWI e +3,8% do HFRX Equity Hedge Index, mantendo o acumulado do ano em +60,4%. Patrick O’Brien atribui o desempenho relativo a um trimestre invulgarmente especulativo, em que o momentum dominou a formação de preços. A exposição líquida fechou em 55%, praticamente inalterada face aos 56% do T2. O maior contributo veio de um cabaz de seis empresas expostas à escassez de energia no ciclo de capex de IA; a Confluent, iniciada em Agosto como tese event-driven, foi a maior posição no fim do trimestre. O gestor eleva a vigilância para uma potencial correcção, considerando os índices em percentis historicamente elevados.
Q2 2025 1180 palavras
A Jackson Peak Capital avançou 24,0% líquido no T2 de 2025, contra +11,3% do MSCI ACWI e +4,1% do HFRX Equity Hedge Index, elevando o acumulado do ano para +65,2%. Patrick O’Brien atribui o desempenho à gestão da exposição líquida e a longs fundamentais e event-driven, com forte comportamento durante a queda de início de Abril. A exposição líquida subiu para 56%, de apenas 13% no T1, reflectindo o reforço de risco após a correcção. O maior contributo veio de um cabaz event-driven de SPACs, que rendeu +12,1% bruto e foi largamente liquidado no trimestre. Os longs fundamentais concentram-se em vencedores de IA (META e BABA) e em beneficiários do estímulo e rearmamento europeus, com a Siemens Energy em destaque.
Q1 2025 1250 palavras
A Jackson Peak Capital avançou 33,2% líquido no T1 de 2025, contra -0,9% do MSCI ACWI e +0,2% do HFRX Equity Hedge Index. Patrick O’Brien atribui o desempenho a longs fundamentais, a trades event-driven e à gestão da exposição líquida, num trimestre em que o Nasdaq caiu 8%. A carteira fechou Março defensiva, com exposição líquida de 17%, viés para acções internacionais e conforto em caixa perante a incerteza em Washington. No trimestre entraram a Rheinmetall e a Siemens Energy, beneficiárias do pacote fiscal alemão de um bilião de euros; já no início do T2 foi montado um cabaz event-driven de SPACs perto do NAV. TSLA, BABA e PLTR lideraram os contributos; META, AVGO e COIN detraíram.