Greenhaven Road Capital

Manager: Scott Miller · Estratégia: Long short equity · Geografia: US · UK

Cartas publicadas
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Posições core
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Temas recorrentes
4

Performance por trimestre

-10%-8%-6%-4%-2%0%+2%Q4 2024Q1 2025Q2 2025Q3 2025Q4 2025Q1 2026Greenhaven Road Capital: Q3 2025 -9,00%Greenhaven Road Capital: Q4 2025 -2,00%
Greenhaven Road Capital

Posições core

Sem posições core (mínimo 3 cartas de histórico).

Temas recorrentes

Cartas publicadas

Q4 2025 4068 palavras

A Greenhaven Road Capital de Scott Miller recuou -2% no quarto trimestre de 2025, fechando o ano em -10%, líquido de comissões, após ganhos de 51% em 2023 e 27% em 2024. Miller estrutura a carta em torno de dois 'setups': as 'Bamboo Trees' — Lifecore e Vistry, empresas em transformação radical sem reflexo no preço — e o 'outro sapato que não cai' — PAR, Cellebrite, KKR e Burford, cujas cotações comprimiram por receios que considera improváveis de se materializar. A tese transversal é de retornos adiados, não perdidos. Hagerty, segunda maior posição, valorizou 36% e executa em pleno. No lado curto, mantêm dois processos de litigância, dois índices e nomes de consumo sobrevalorizados.

Q3 2025 4400 palavras

A Greenhaven Road Capital de Scott Miller recuou aproximadamente -9% no terceiro trimestre de 2025, com a rentabilidade acumulada do ano também em -9%, líquido de comissões. Miller atribui a divergência face ao mercado à ausência de exposição a IA, energia e chips, e ao facto de várias posições de longo prazo habitarem os bairros impopulares do software e das gestoras alternativas. A tese transversal é uma desconexão entre cotação e progresso de negócio: LifeCore, Cellebrite, KKR e PAR caíram apesar de avanços operacionais reais. A PAR, com a queda mais pronunciada, é dissecada num longo apêndice em torno dos quatro RFPs Tier-1 em disputa. Hagerty e Kingsway, em contrapartida, valorizaram. IWG, Alta Equipment e Sable Offshore foram vendidas.