Greenhaven Road Capital
Manager: Scott Miller · Estratégia: Long short equity · Geografia: US · UK
Performance por trimestre
Posições core
Temas recorrentes
Cartas publicadas
Q2 2026 4185 palavras
A Greenhaven Road Capital de Scott Miller subiu cerca de 11% líquidos no segundo trimestre de 2026, sem compensar a queda do primeiro. Miller anuncia uma alteração moderada na construção da carteira — menor concentração, mais posições com catalisadores de curto prazo identificáveis e maior disponibilidade para realizar mais-valias quando a cotação corre à frente dos acontecimentos. O corpo da carta é um exercício de percepção variante: Burford, Hagerty e Cellebrite são os três nomes onde a sua leitura mais diverge do consenso, com os processos de cartel das proteínas, a aceleração da parceria State Farm e o produto de IA Genesis como provas a realizar dentro de um ano. Quatro novos investimentos: Compass Diversified, Liquidia, AppLovin e AnaptysBio.
Q4 2025 4068 palavras
A Greenhaven Road Capital de Scott Miller recuou -2% no quarto trimestre de 2025, fechando o ano em -10%, líquido de comissões, após ganhos de 51% em 2023 e 27% em 2024. Miller estrutura a carta em torno de dois 'setups': as 'Bamboo Trees' — Lifecore e Vistry, empresas em transformação radical sem reflexo no preço — e o 'outro sapato que não cai' — PAR, Cellebrite, KKR e Burford, cujas cotações comprimiram por receios que considera improváveis de se materializar. A tese transversal é de retornos adiados, não perdidos. Hagerty, segunda maior posição, valorizou 36% e executa em pleno. No lado curto, mantêm dois processos de litigância, dois índices e nomes de consumo sobrevalorizados.
Q3 2025 4400 palavras
A Greenhaven Road Capital de Scott Miller recuou aproximadamente -9% no terceiro trimestre de 2025, com a rentabilidade acumulada do ano também em -9%, líquido de comissões. Miller atribui a divergência face ao mercado à ausência de exposição a IA, energia e chips, e ao facto de várias posições de longo prazo habitarem os bairros impopulares do software e das gestoras alternativas. A tese transversal é uma desconexão entre cotação e progresso de negócio: LifeCore, Cellebrite, KKR e PAR caíram apesar de avanços operacionais reais. A PAR, com a queda mais pronunciada, é dissecada num longo apêndice em torno dos quatro RFPs Tier-1 em disputa. Hagerty e Kingsway, em contrapartida, valorizaram. IWG, Alta Equipment e Sable Offshore foram vendidas.