Penn Davis McFarland, Inc.

Manager: Penn Davis McFarland, Inc. · Estratégia: Long only value · Geografia: US

Cartas publicadas
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Posições core
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Performance por trimestre

Sem retornos publicados.

Posições core

Sem posições core (mínimo 3 cartas de histórico).

Temas recorrentes

Cartas publicadas

Q2 2026 1585 palavras

A Penn Davis McFarland dedica a carta de Abril de 2026 a dois choques encadeados. Primeiro, o receio de obsolescência por inteligência artificial derrubou o software e alastrou a serviços financeiros, corretores imobiliários, seguradoras e logística. Depois, o bloqueio na prática do Estreito de Ormuz pelo Irão abriu um buraco cumulativo de 400 milhões de barris, ainda por sentir, no fluxo global de energia, com racionamento localizado na Ásia e risco de nova crise energética na Europa. A gestora de Dallas contrapõe o domínio energético americano e avisa que estimativas de inflação acima de 4 por cento podem levar a Reserva Federal a subir juros em vez de os cortar. Na carteira, declara-se confortável com as posições detidas e iniciou a Salesforce no pico dos receios de obsolescência.

Q1 2026 1142 palavras

A Penn Davis McFarland abre 2026 com o balanço de um ano agitado: o S&P 500 rendeu 17,86% em 2025. A gestora de Dallas aponta as tarifas como travão, sobretudo pela imprevisibilidade, e espera que voltem a pesar em 2026. Do lado oposto coloca a postura mais leve dos reguladores federais e o One Big Beautiful Bill Act, que prolongou taxas de imposto baixas ao custo de mais 3,4 biliões de dólares de défice até 2034. Lê a compra mensal de 40 mil milhões de dólares de títulos do Tesouro de curto prazo pela Reserva Federal como regresso à compra de activos e avisa que a expansão da IA passou a financiar-se por dívida. Sem apetite para reforçar a exposição a IA, procura valor entre os retardatários e guarda liquidez.

Q4 2025 1174 palavras

A Penn Davis McFarland dedica a carta de Outubro de 2025 ao contraste entre um mercado em máximos históricos e uma Reserva Federal que retoma os cortes de juros. A gestora de Dallas lê o corte de Setembro como política acomodatícia imposta pela dependência de Washington de crédito barato e recorda Johnson e Nixon como precedentes da inflação dos anos setenta. Enumera sinais de sobreaquecimento — empresas de tesouraria em criptomoeda, computação quântica, SPAC, aquisições alavancadas recorde e crédito privado a prosperar — e aponta o excesso de investimento em infra-estrutura de inteligência artificial como o maior risco no seu radar. Na carteira, iniciou a Evolution AB, líder mundial de jogos de casino ao vivo em linha, penalizada por uma revisão regulatória britânica.

Q3 2025 1256 palavras

A Penn Davis McFarland abre a carta de Julho de 2025 com um paralelo com o início dos anos 70, entre o Irão nas primeiras páginas, os receios de inflação, um presidente a pressionar a Fed para baixar juros e défices que parecem insustentáveis. Desde a carta anterior o mercado caiu muito e recuperou muito, mas pouco parece ter mudado em riscos e oportunidades. Para a gestora, o verdadeiro desafio orçamental são o Medicare e a Segurança Social, 73 biliões de dólares de responsabilidades fora do balanço, e a Fed parece fazer bem em esperar: cortar as taxas demasiado para financiar o défice arriscaria reacender a inflação. Na carteira, reforçou a UnitedHealth Group, penalizada pelos primeiros resultados abaixo do esperado em quase uma década.

Q1 2025 1281 palavras

A Penn Davis McFarland, gestora value de Dallas, dedica a carta do primeiro trimestre de 2025 à transição abrupta da economia americana: décadas de despesa pública sem controlo tornaram a dívida insustentável, e o esforço de Trump para reduzir o défice — cortes federais via DOGE e tarifas — força uma desintoxicação súbita. O gestor espera recuos rápidos se os mercados sofrerem e nota que as tarifas podem ser removidas tão depressa quanto impostas. Na carteira, reforçou a liquidez: cortou duas vezes a Sprouts Farmers Market, quase decuplicada desde 2019 e a 35 vezes os lucros do próximo ano, e liquidou a Fortrea com perda, após a tese de expansão de margens descarrilar. Mantém caixa abundante a render mais de 4%, à espera de oportunidades.