Polen Capital Global Growth Strategy
Manager: Damon Ficklin · Estratégia: Long only growth · Geografia: Global
Performance por trimestre
Posições core
Temas recorrentes
Cartas publicadas
Q4 2025 1944 palavras
O Polen Capital Global Growth caiu 2,5% bruto no quarto trimestre de 2025, contra uma subida de 3,29% do MSCI ACWI, num trimestre que a equipa descreve como microcosmo do ano: uma queda rápida de 5%, motivada por receios de bolha na inteligência artificial, apagada ainda dentro do trimestre. A carta atribui à Oracle quase todo o atraso relativo e aponta a preferência do mercado por crescimento de beta elevado como adversa a uma carteira orientada para qualidade. Foram iniciadas posições na Tencent Holdings e na Spotify, vendidas as participações em Sage Group, Willis Towers Watson, ICON e Workday, reforçados sete nomes e reduzidos seis.
Q2 2025 2230 palavras
O Polen Capital Global Growth subiu 8,16% bruto no segundo trimestre de 2025, atrás dos 11,53% do MSCI ACWI, numa recuperação estreita liderada pela inteligência artificial e pelos cíclicos. Damon Ficklin atribui a maior parte do atraso à exposição nula a semicondutores e ao posicionamento em serviços financeiros e saúde, e reconhece que qualidade, disciplina de avaliação e diversificação foram vento contrário. Reestabeleceram a Starbucks sob a liderança de Brian Niccol, iniciaram a IDEXX Laboratories, reforçaram Shopify, Adyen, Zoetis e Oracle, eliminaram a Globant após projecções de receitas desapontantes e reduziram nove participações. Consideram prematuro dar por encerrado o risco tarifário.
Q1 2025 2150 palavras
O Polen Capital Global Growth recuou 5,18% bruto no primeiro trimestre de 2025, atrás dos 1,32% negativos do MSCI ACWI mas à frente dos 6,8% negativos do MSCI ACWI Growth. Damon Ficklin e Bryan Power atribuem o atraso à rotação para valor e baixa volatilidade, com as Magnificent 7 a caírem 15% contra 1% do resto do índice. A actividade foi mais intensa do que é habitual: iniciaram Willis Towers Watson, Adyen e MercadoLibre, reforçaram Aon, Globant, Novo Nordisk e Oracle, entre outras, e reduziram nove posições por razões de avaliação, sem eliminar nenhuma. Consideram as tarifas más para o consumidor no curto prazo, mas recusam previsões macroeconómicas.