Ariel Focus Fund
Manager: · Estratégia: Concentrated value · Geografia: US
Performance por trimestre
Posições core
Temas recorrentes
- Trajectória de política monetária do Fed
- Ouro e tese monetária
- Tarifas e política comercial
- Médio Oriente e choque do petróleo
- Magnificent Seven — dispersão e concentração
- Disciplina perante drawdown
- Alocação de capital e compounders
- Capex de IA e infraestrutura de data centers
- Concentração extrema do mercado norte-americano
Cartas publicadas
Q2 2026 1150 palavras
O Ariel Focus Fund avançou 2,14% no T2 2026, ficando muito aquém do Russell 1000 Value (13,87%) e do S&P 500 (15,20%). As acções norte-americanas registaram o melhor trimestre desde 2020, suportadas pelo alívio das tensões geopolíticas, pela queda dos preços do petróleo e por resultados empresariais resilientes, com a liderança a regressar a tecnologia, semicondutores e negócios ligados à inteligência artificial. Principais contribuidores: Affiliated Managers Group, Madison Square Garden Entertainment e PHINIA. Principais detractores: APA, Prestige Consumer Healthcare e Barrick Mining. Iniciada Dentsply Sirona; saída total de J.M. Smucker. Perspectiva medida para o segundo semestre, com crescimento global modesto e desigual e liderança ainda concentrada em poucas tecnológicas de grande capitalização.
Q1 2026 1100 palavras
O Ariel Focus Fund avançou 7,30% no T1 2026, batendo o Russell 1000 Value (2,10%) e o S&P 500 (-4,33%). Trimestre marcado por forte volatilidade — o S&P 500 com o pior desempenho trimestral desde o T3 2022 — face à escalada do conflito no Médio Oriente, subida das yields obrigacionistas e rotação de mega-tech para Energia e defensivos. Top contributors: APA, SLB e Chevron, beneficiando do salto dos preços do petróleo. Top detractors: Fiserv, Bank of America e Oracle, pressionados por receios de disrupção pela IA e incerteza sobre o caminho da Fed. Iniciada FactSet (FDS); recompra de Bio-Rad (BIO); saída total de Goldman Sachs por valuation. Postura cautelosa para EUA com risco de recessão acentuado por incerteza tarifária e tensões geopolíticas.
Q4 2025 1100 palavras
O Ariel Focus Fund recuou −0,50% no quarto trimestre de 2025, ficando atrás do Russell 1000 Value (+3,81%) e do S&P 500 (+2,66%). No ano completo, contudo, avançou +20,97%, superando ambos os referenciais (+15,91% e +17,88%). Barrick Mining liderou contributos com produção mais alta de ouro, custos mais baixos e cash flow recorde. Affiliated Managers Group e Johnson & Johnson também contribuíram positivamente. Mosaic, Fiserv e Oracle detraíram do desempenho do trimestre. ADT entrou como única posição nova, defendida pela marca, recorrência de receita e parcerias com Google e State Farm. Não houve saídas. Os gestores entram em 2026 cautelosos perante volatilidade elevada, concentração de índices em mega-caps e dúvidas sobre a durabilidade do crescimento.
Q3 2025 1100 palavras
O Ariel Focus Fund avançou +20,76% no terceiro trimestre de 2025, ultrapassando largamente o Russell 1000 Value (+5,33%) e o S&P 500 (+8,12%) num trimestre marcado pelo primeiro corte de taxas da Fed do ano e por participação de mercado mais ampla. Os contributos positivos vieram de Resideo Technologies (REZI), Barrick Mining (B) e ZimVie (ZIMV). Mosaic (MOS), Prestige Consumer Healthcare (PBH) e Schlumberger (SLB) detraíram. Foram iniciadas três posições novas — Prestige Consumer Healthcare (PBH), Arthur J. Gallagher (AJG) e Fiserv (FI) — e fechadas três posições — ZimVie (ZIMV), Core Laboratories (CLB) e Bio-Rad Laboratories (BIO). Os gestores entram no quarto trimestre com posicionamento pró-cíclico, atentos a deslocações em pequenas capitalizações e cíclicas seleccionadas.