O alívio das tensões geopolíticas e a descida dos preços do petróleo são apontados como suportes centrais do avanço do mercado no trimestre — exactamente o inverso da dinâmica do trimestre anterior. A reversão penalizou a exposição energética do fundo: APA recuou com investidores a focarem-se em preços de commodity mais fracos, ignorando resultados acima do esperado. As gestoras mantêm postura construtiva, ancorando a tese em alocação disciplinada de capital, geração de free cash flow, desalavancagem activa e crescimento de longo prazo no Suriname, em vez de crescimento de volumes.
Médio Oriente e choque do petróleo
Pillar: Geopolítica · 149 cartas · 140 fundos · 3 trimestres
Como gestores articulam este tema (128 variantes)
- Alívio das tensões no Médio Oriente e reversão do trade energético
- Ataques ao Irão, petróleo em três dígitos e sensibilidade europeia
- Choque de oferta de petróleo — guerra no Irão e o Estreito de Ormuz
- Choque de oferta no Médio Oriente e impacto em cíclicos
- Choque de petróleo e Médio Oriente
- Choque do Estreito de Ormuz e impacto petrolífero
- Choque do petróleo com o conflito Irão–EUA–Israel
- Choque do petróleo do Médio Oriente e estreito de Ormuz
- Choque do petróleo do conflito do Irão a pressionar small caps
- Choque energético da guerra do Irão e cobertura via royalties de energia
- Choque energético do Médio Oriente e o Estreito de Ormuz
- Choque energético do Médio Oriente — Irão, Ormuz e backwardation
- Choque energético do conflito EUA-Irão
- Choque energético do conflito no Irão reacende o risco inflacionista
- Choque energético — Irão e Estreito de Ormuz
- Choque petrolífero da guerra do Irão — energia lidera o índice
- Choque petrolífero do Estreito de Ormuz
- Choque petrolífero do Estreito de Ormuz absorvido por um sistema que se re-encaminhou
- Choque petrolífero do Médio Oriente
- Choque petrolífero do Médio Oriente e cobertura energética
- Choque petrolífero do conflito em Irão
- Choque petrolífero do conflito no Médio Oriente
- Choque petrolífero — conflito EUA–Irão e Estreito de Ormuz
- Choque petrolífero — o gatilho macro do risk-off de Março
- Conflito EUA/Irão e preços do petróleo como driver de volatilidade em Março
- Conflito EUA–Irão e choque do petróleo
- Conflito Irão e estreito de Hormuz — chokepoint de petróleo
- Conflito Irão e mercados — reacção contida
- Conflito Irão-EUA-Israel e fixação no Estreito de Ormuz
- Conflito Irão-Israel e queda do WTI apesar da escalada
- Conflito Irão-Israel e remoção de cisne negro geopolítico
- Conflito Irão-Israel — geopolítica e impacto no sector de energia
- Conflito Médio Oriente e disrupção do Estreito de Ormuz
- Conflito Médio Oriente e energia
- Conflito Médio Oriente e impacto em mercados de capitais
- Conflito Médio Oriente e preço do petróleo
- Conflito com o Irão e choque petrolífero
- Conflito com o Irão pressiona consumo de crescimento e penaliza ausência em energia
- Conflito do Irão e impacto no petróleo
- Conflito do Irão — energia, supply chains e impacto macro
- Conflito do Médio Oriente e energia
- Conflito do Médio Oriente e exposição energética
- Conflito do Médio Oriente e impacto no preço do petróleo
- Conflito do Médio Oriente e rotação para energia
- Conflito do Médio Oriente — choque petrolífero e hélio
- Conflito do Médio Oriente — yields, petróleo, volatilidade
- Conflito do Médio Oriente, Estreito de Hormuz e petróleo
- Conflito no Irão e Estreito de Ormuz — choque de oferta e prémio no petróleo
- Conflito no Irão e choque petrolífero a favorecer energia e activos reais
- Conflito no Irão e choque petrolífero a impulsionar energia e hard assets
- Conflito no Irão e estreito de Ormuz a dominar mercados de energia
- Conflito no Irão e estreito de Ormuz a elevar petróleo e fertilizantes
- Conflito no Irão e impacto em consumo cíclico
- Conflito no Irão e rotação de mercado
- Conflito no Irão — choque petrolífero e inflação de matérias-primas
- Conflito no Irão — pico do petróleo, inflação e reconfiguração do posicionamento
- Conflito no Irão, energia e ausência de exposição energética
- Conflito no Médio Oriente a desencadear rotação para Energy e Materials
- Conflito no Médio Oriente a empurrar Energy para liderança sectorial
- Conflito no Médio Oriente a impulsionar preços da energia e liderança de Energy e Materials
- Conflito no Médio Oriente e choque nos preços da energia
- Conflito no Médio Oriente e choque nos preços do petróleo
- Conflito no Médio Oriente e choque petrolífero
- Conflito no Médio Oriente e dinâmicas energéticas
- Conflito no Médio Oriente e disparada do petróleo
- Conflito no Médio Oriente e impacto em sectores commoditizados
- Conflito no Médio Oriente e preços da energia
- Conflito no Médio Oriente e reavaliação estrutural do risco de oferta de energia
- Conflito no Médio Oriente — Ormuz dispara a energia
- Conflito no Médio Oriente — choque de oferta de petróleo
- Conflito no Médio Oriente — petróleo, Ormuz e energia
- Conflito no Médio Oriente, Ormuz e choque energético
- Confrontação directa Israel-Irão de 12 dias e ceasefire — Brent cai 9,5%
- Encerramento do Estreito de Ormuz e choque energético inflacionário
- Energia e Médio Oriente — beneficiários do conflito
- Energia midstream e bacia Permiana
- Guerra Israel-Irão e a contradição do mercado calmo
- Guerra com o Irão e choque petrolífero
- Guerra com o Irão, Estreito de Ormuz e choque petrolífero
- Guerra do Irão como segunda fonte de volatilidade — Ormuz e capacidade de refinação
- Guerra do Irão e disrupção do petróleo via Hormuz
- Guerra do Irão e energia — petrolíferas alavancadas a puxar o índice de valor, CNX e GCI Liberty como leituras próprias
- Guerra do Irão e impacto no petróleo e aviação
- Guerra do Irão e o limiar dos $85 no petróleo
- Guerra do Irão e pico dos preços da energia a travar o crescimento global
- Guerra do Irão — choque petrolífero e custos para industriais
- Guerra do Irão — energia, cadeias de abastecimento e inflação
- Guerra do Irão, choque do petróleo e ausência de Energia
- Guerra no Irão e encerramento de Ormuz elevam o petróleo e a energia
- Guerra no Irão e impacto do petróleo na economia americana
- Guerra no Irão — rotação para Energy e risco de taxas/inflação
- Guerra no Irão, Estreito de Ormuz e choque do petróleo como driver de rotação e de volatilidade
- Guerra no Médio Oriente e disparada do petróleo
- Guerra no Médio Oriente e o preço do petróleo
- Guerra no Médio Oriente e subida do petróleo e da gasolina
- Médio Oriente e estreito de Ormuz como driver do crude
- Médio Oriente e oferta de petróleo — pressão sobre energia
- Médio Oriente e petróleo — convulsão geopolítica e pressão sobre a energia
- Médio Oriente, choque petrolífero e implicações para portefólios
- Petróleo do Médio Oriente — conflito e choque de oferta
- Petróleo do Médio Oriente — contexto para gás natural USA hedged
- Petróleo e Médio Oriente
- Petróleo e Médio Oriente (guerra no Irão)
- Petróleo e Médio Oriente como catalisador
- Petróleo e Médio Oriente como driver do gás dos EUA
- Petróleo e Médio Oriente — choque de oferta
- Petróleo e Médio Oriente — driver geopolítico
- Petróleo e Médio Oriente — fecho do Estreito de Hormuz
- Petróleo e Médio Oriente — fecho do Estreito de Ormuz
- Petróleo e Médio Oriente — guerra com o Irão
- Petróleo e Médio Oriente — impacto sectorial bidireccional
- Petróleo e Médio Oriente — refining
- Petróleo e Médio Oriente — risco geopolítico
- Petróleo e Médio Oriente — tailwind para produtores
- Petróleo e geopolítica — saída da Cenovus
- Petróleo e tensões no Médio Oriente
- Petróleo em queda com perspectivas de acordo EUA–Irão
- Petróleo estruturalmente mais alto após a guerra com o Irão
- Petróleo no Médio Oriente
- Petróleo, Estreito de Hormuz e shock energético
- Recuo do petróleo com a expectativa de fim da guerra com o Irão
- Risco geopolítico no Médio Oriente — Israel-Irão
- Tensões com o Irão e risco de preços do petróleo mais altos
- Tensões no Médio Oriente e petróleo mais caro
- Tensões no Médio Oriente e preços da energia
- Tensões no Médio Oriente — Israel-Irão e impacto em crude
- Volatilidade energética — guerra no Irão e acções do governo dos EUA
- “12 Day War” Israel–Irão (Junho 2025) com cessar-fogo a 23 de Junho
Articulação por trimestre
Articuladores
A melhoria das perspectivas de um acordo EUA–Irão e as expectativas de reabertura do Estreito de Ormuz baixaram os preços do petróleo, penalizando o sector de Energia, no qual o fundo está subponderado (2,6% vs 3,8%). A HEICO, em Industriais, reportou forte crescimento de receitas não afectado pelos conflitos no Médio Oriente.
O petróleo WTI caiu abruptamente durante o trimestre, de um pico acima de 110 dólares por barril em Abril para 70 dólares a 30 de Junho. A gestora lê o recuo recente dos preços de petróleo e gás como um impulso útil para a economia, libertando rendimento das famílias para consumo fora da energia, e espera que modere a inflação a curto prazo. A vontade dos Estados Unidos e do Irão de terminar a guerra é listada entre os factores positivos para o resto do ano. Energia foi, ainda assim, um dos piores sectores do trimestre.
A guerra com o Irão fechou e reabriu o Estreito de Ormuz, danificou capacidade de refinação no Golfo e, somada aos ataques a refinarias, retirou milhões de barris diários de refinação do mercado. A gasolina voltou a superar os 4 dólares por galão e as margens de refinação estão em máximos. O gestor sublinha que acontecimentos destes não são previsíveis e devem ser enfrentados com preparação, não com antecipação.
A guerra no Irão elevou o WTI para $114 e as acções da Cenovus acima de $40, uma subida de cerca de 150% num ano não justificada pelo valor intrínseco de longo prazo. Gladiš vendeu, sublinhando a maior ciclicalidade do sector e a tendência do mercado para extrapolar tendências correntes; admite regressar em condições favoráveis.
A gestora descreve o conflito EUA–Irão e o encerramento do Estreito de Hormuz (~20% do petróleo seaborne mundial) como o segundo e mais consequente choque do trimestre, levando o crude acima de $100 por barril pela primeira vez em quatro anos. Energy foi o sector top performer do S&P 500 mas o fundo não articula posições energéticas — referência é contextual ao impacto na trajectória da Fed.
A gestora descreve o conflito EUA–Irão e o encerramento do Estreito de Hormuz (cerca de 20% do petróleo seaborne mundial) como o segundo e mais consequente choque do trimestre, levando o crude acima de $100 por barril pela primeira vez em quatro anos. Energy foi o sector top performer do S&P 500 mas o fundo não articula posições energéticas — referência é contextual ao impacto na trajectória da Fed.
A gestora descreve o conflito EUA–Irão e o subsequente encerramento do Estreito de Ormuz — ponto de estrangulamento por onde transita cerca de 20% do petróleo marítimo mundial — como a disrupção mais consequente do trimestre, com o crude a ultrapassar 100 dólares por barril pela primeira vez em quatro anos e a injectar pressão inflacionista. Reconhece explicitamente que as implicações económicas do conflito permanecem incertas, daí uma leitura mixed. Energy foi o sector de melhor desempenho no S&P 500; o fundo, sem exposição relevante, viu o sector detrair do seu desempenho relativo.
A gestora descreve o conflito EUA–Irão e o encerramento do Estreito de Hormuz (~20% do petróleo seaborne mundial) como o segundo e mais consequente choque do trimestre, levando o crude acima de $100 por barril pela primeira vez em quatro anos. Energy foi o sector top performer do S&P 500, mas o fundo não articula posições energéticas — a referência é contextual ao impacto na trajectória da Fed.
A gestora descreve o conflito EUA–Irão e o subsequente encerramento do Estreito de Ormuz — ponto de estrangulamento por onde transita cerca de 20% do petróleo marítimo mundial — como a disrupção mais consequente do trimestre, com o crude a ultrapassar 100 dólares por barril pela primeira vez em quatro anos e a injectar pressão inflacionista. Reconhece explicitamente que as implicações económicas do conflito permanecem incertas, daí uma leitura mixed. Energy foi o sector de melhor desempenho no S&P 500 e Financials o mais fraco.
A guerra no Irão domina o trimestre e mantém a energia e os metais em elevada actividade, com o WTI perto de 110 dólares. O choque penaliza a Boeing (combustível) e comprime margens da Trex, mas beneficia a Energy Transfer e dispara os volumes da CME. O gestor nota que a 100 dólares por barril o mundo encontrará muita oferta nova — postura mista sobre o preço.
A equipa enquadra o encerramento parcial do Estreito de Ormuz na sequência da guerra no Irão como o motor central do trimestre para o fundo. A forte sobreponderação ao sector de energia beneficiou da subida material dos preços do petróleo, com as posições energéticas a subirem acentuadamente e o sector a tornar-se o principal contributo relativo. A leitura é construtiva, ancorada na exposição estrutural do fundo a produtores de petróleo e gás.
As energéticas da carteira contribuíram fortemente, beneficiando dos choques do preço do petróleo associados ao conflito no Médio Oriente. A gestora reconhece os eventos geopolíticos e os riscos de custo das matérias-primas como ameaça a amplos segmentos da economia — daí uma leitura mixed — mas capitalizou-os porque as posições energéticas foram deliberadamente concebidas como cobertura natural face a riscos geopolíticos. O investimento inicial em CNQ ocorreu em 2021, com os restantes nomes adicionados em 2022 quando a capitalização de todo o sector era uma fracção do mercado total.
Conflito do Médio Oriente é apontado como driver primário do risk-off do trimestre — empurrando preços de energia em alta, perturbando cadeias globais e revivendo receios de inflação. Para SLB, a exposição internacional foi reforçada por melhoria nas condições de mercados-chave e fortalecimento da actividade offshore; perturbações temporárias em partes do Médio Oriente foram lidas como transitórias. Cessar-fogo no final do trimestre desencadeou breve rally de alívio.
Conflito do Médio Oriente é apontado como driver primário do risk-off do trimestre — empurrando preços de energia em alta, perturbando cadeias globais e reavivando receios de inflação. As gestoras posicionaram-se favoravelmente via APA, SLB e Chevron — os três top contributors. APA beneficiou da exposição upstream e da componente de gás natural; SLB com confiança crescente em condições internacionais e actividade offshore; Chevron com retorno de capital robusto. Cessar-fogo no fim do trimestre desencadeou breve rally de alívio, mas incerteza persistente.
O conflito no Médio Oriente é apontado como driver primário do risk-off do trimestre — empurrando preços de energia em alta, perturbando cadeias globais e reavivando receios de inflação. Yields de obrigações em alta pressionaram avaliações e aceleraram rotação de mega-tech para Energia e defensivos. Cessar-fogo no final do trimestre desencadeou breve rally de alívio, mas incerteza persistente reforça importância de fundamentais.
O conflito no Médio Oriente é apontado como força dominante do trimestre — sublinhando como choques externos podem reprecificar risco rapidamente. A eclosão de guerra travou o ímpeto inicial da Europa e fez subir os preços de energia. Olhando em frente, a gestora destaca que o risco de estagflação aumentou, com o choque petrolífero recente a começar a alimentar a inflação num momento de revisão em baixa das expectativas de crescimento — uma mudança relevante face a pressupostos anteriores de uma dinâmica inflacionista mais gradual.
O conflito no Médio Oriente é apontado como força dominante do trimestre, sublinhando como choques externos podem reprecificar risco rapidamente. A eclosão de guerra travou o ímpeto inicial da Europa e fez subir os preços de energia. Olhando em frente, a gestora destaca que o risco de estagflação aumentou, com o choque petrolífero recente a começar a alimentar a inflação num momento de revisão em baixa das expectativas de crescimento.
O conflito no Médio Oriente é apontado como driver primário do risk-off do trimestre — empurrando preços de energia em alta, perturbando cadeias globais e reavivando receios de inflação. Yields de obrigações em alta pressionaram avaliações e aceleraram rotação de mega-tech para Energia e defensivos. Cessar-fogo no final do trimestre desencadeou breve rally de alívio, mas incerteza persistente reforça importância de fundamentais.
A escalada no Médio Oriente e a menor circulação pelo estreito de Ormuz elevaram os preços do petróleo e a volatilidade energética. A TotalEnergies beneficiou como principal contribuidor, mas a equipa centra a tese na execução operacional e não no preço da matéria-prima.
A escalada do conflito no Médio Oriente perturbou os mercados de energia, com menor circulação pelo estreito de Ormuz a elevar o petróleo e a volatilidade. A energia foi de longe o sector mais forte do trimestre. A Antero Resources beneficiou de um pico dos preços do gás natural, à medida que os compradores globais de GNL procuraram cargas norte-americanas. A gestora sublinha, contudo, o choque de oferta imposto a uma economia já frágil.
A escalada do conflito no Médio Oriente e as perturbações nos fluxos de petróleo pelo estreito de Ormuz elevaram os preços de energia no final do trimestre. A energia foi o sector de melhor desempenho, superando o Russell 2000 Index em mais de 37%, com a concentração extrema do benchmark (top cinco títulos a contribuir mais de 100% do retorno) a reflectir a liderança energética. O fundo está subponderado a energia — o que detraiu no relativo — mas capturou parte do movimento via shipping (Ardmore Shipping e International Seaways entre os contribuidores). A gestora não toma direcção macro sobre o petróleo; sinaliza o conflito e os spillovers inflacionários como risco de curto prazo.
A escalada do conflito no Irão tornou-se condutor central do comportamento do mercado: subida acentuada do petróleo, disrupção de fornecimentos industriais e pressões inflacionistas renovadas reforçaram a rotação para segmentos sensíveis a matérias-primas e defensivos, pressionando sectores de crescimento. Consumo (Sea, Brunello Cucinelli, Wingstop) sofreu com menos turismo e petróleo mais caro; a subponderação em energia penalizou o retorno relativo.
A gestora descreve a escalada do conflito no Irão como driver central do comportamento de mercado, com acções militares e retaliações subsequentes a contribuir para subida acentuada do petróleo e a perturbar fornecimentos de inputs industriais importantes. Pressões inflacionistas renovadas reforçaram rotação para áreas sensíveis a matérias-primas e defensivas. O sector da energia subiu mais de 30% no trimestre. Baker Hughes contribuiu via força em mercados de energia.
Os gestores articulam o início do conflito do Irão como gatilho da underperformance global do MSCI ACWI (−7,2% em Março) e da rotação para energia, com retornos QTD do sector a exceder 30% nos principais índices. Disrupções recentes da oferta global de LNG são apontadas como reforço estrutural à necessidade de nova capacidade.
Petróleo de 70 dólares (preocupação com oversupply) para um pico de 118 e actuais 95 dólares (preocupação com undersupply). 20% do petróleo e GNL mundial passa pelo Estreito de Hormuz, mostly closed desde início da guerra. Normalização da oferta exigirá seis meses a um ano se a guerra terminar hoje. Shell subiu 28% no trimestre, contribuindo 193 bps para retorno desde aquisição em 2025; gestor nota desconto persistente vs integradas US.
A escalada do conflito no Irão é referenciada como driver central do comportamento de mercado no trimestre, com acções militares e retaliações a contribuírem para subida brusca dos preços do petróleo e disrupção de inputs industriais. Pressões inflacionistas relacionadas com commodities reforçaram a rotação para segmentos sensíveis a commodities e defensivos, adicionando pressão a sectores growth. O fundo tem subpeso em energia, vento contrário no trimestre.
O início do conflito envolvendo o Irão em finais de Fevereiro e o subsequente encerramento do Estreito de Ormuz desencadearam uma subida acentuada dos preços do petróleo, com o WTI a passar de 67 para mais de 100 dólares. A energia foi o sector com melhor desempenho do trimestre. O fundo estava overweight em energia, o que ajudou o desempenho: EOG Resources, Diamondback Energy e SLB foram os contribuidores de topo. A equipa aplica critérios estritos de qualidade de negócio em sectores de commodities, onde as empresas não controlam os preços subjacentes e a volatilidade pode ser significativa.
O encerramento do Estreito de Ormuz interrompeu a passagem de 20,5 a 21 milhões de barris diários, um dos corredores de matérias-primas mais críticos do mundo, impulsionando a energia como o sector de melhor desempenho. As refinadoras Valero e Phillips 66 e a Chevron superaram, com o crack spread a atingir um recorde de 88,25 dólares. A crise foi simultaneamente o gatilho da correcção do mercado — daí a leitura mista.
A gestora descreve o conflito EUA–Irão e o subsequente spike do crude até $150 por barril como o catalisador macro do trimestre. Energy foi o melhor sector do R1KG (+43,6%) mas o fundo não detinha posições energéticas — custo de 66bps em desempenho relativo. A gestora afirma explicitamente não tomar decisões de investimento baseadas na cronometragem de eventos macro, citando que no século XX o Dow Jones subiu de 66 para 11.497 (17.391%) apesar de quatro guerras custosas e da Grande Depressão.
A gestora identifica o eclodir do conflito no Irão como vento contrário macro do trimestre, com transmissão para preocupações sobre inflação, taxas e gasto do consumidor. Posições de hospitality e gaming sofreram (Hyatt -10,32%, Red Rock -12% area, On Holding -26,57%) apesar de fundamentos saudáveis: Hyatt expects unit growth 6% a 7% este ano, Red Rock continues capital investment em propriedades, On gerou crescimento +30% constant-currency em Q4 2025. Postura: ignorar ruído de curto prazo.
A eclosão do conflito com o Irão disparou os preços da energia e pressionou as avaliações dos títulos de consumo de crescimento. A ausência de exposição ao sector energético impediu a participação no rally de 26,2%, dinâmica que a gestora espera reverter ao longo do tempo.
A gestora identifica a guerra do Irão como o segundo grande motor do trimestre, com o crude a subir de 67 para 101 dólares e os juros 10y a passar de 3,9% para 4,3% até ao final do trimestre. Articula explicitamente que estes movimentos sustentaram empresas de energia e pressionaram industriais que poderão sofrer aumento de custos. O fundo, sem exposição directa a energia, sofreu vento contrário relativo material — energia foi o melhor sector do Índice (+37,7%). Tom defensivo dado o impacto adverso na composição do portefólio.
Catalisador central da volatilidade em Março. O fecho do Estreito de Ormuz, danos a infraestrutura energética regional e curtailments na OPEP elevaram o petróleo spot a cerca de 120 USD por barril, nível só visto durante o choque Rússia–Ucrânia em 2022. Os efeitos secundários — alta como input industrial e custo de transporte — moveram expectativas inflacionistas para cima, motivando repreciagem do path de taxas e cenário stagflacionista. O subponderar estrutural a Energia tornou-se o principal headwind de alocação para o fundo.
A experiência do Irão é citada como catalisador que renova a atenção sobre o subinvestimento estrutural em petróleo e gás. Schwartz não toma posição direccional explícita sobre o preço do crude mas enquadra o conflito como reforço da tese de royalties e energia upstream/midstream com call options sobre preços elevados sem necessidade de assumir cenário hawk.
A guerra com o Irão e o encerramento do Estreito de Ormuz — que transporta cerca de 20% do crude e do LNG marítimos mundiais — empurraram o Brent para perto de $120 por barril e a gasolina nos EUA para mais de $4 por galão. Reichek considera que preços de energia mais altos são profundamente inflacionários, expulsam gasto noutras rubricas e comprimem margens corporativas, com companhias aéreas a reduzir voos e empresas a adicionar sobretaxas de combustível. O ataque à LNG de Ras Laffan no Qatar retirou ~17% da capacidade de exportação offline, adicionando uma dimensão de mais longo prazo. O cessar-fogo de 7 de Abril aliviou a pressão imediata.
O gestor refere ajustamentos ao posicionamento do fundo em resposta a desenvolvimentos da Guerra do Irão. Woodside Energy, exposição directa a petróleo e LNG, contribuiu positivamente no mês de Março, alinhando-se com o prémio geopolítico esperado.
Targa Resources iniciada com tese de exposição a crescimento de produção na bacia Permiana via infraestrutura integrada de wellhead a água, com relações com os maiores produtores. 90% da margem operacional é fee-based, fornecendo cash flows estáveis independentemente dos preços de petróleo e gás. Expectativa de 20%+ de crescimento de dividendos nos próximos dois anos.
O conflito no Médio Oriente foi o catalisador imediato da queda: as acções globais caíram após os ataques ao Irão e a energia foi o único sector positivo em Março. A ausência de energia e o peso europeu penalizaram a carteira, embora Pavese sublinhe que as empresas europeias detidas têm exposição mínima ao Médio Oriente ou ao preço do petróleo. Argumenta que o aumento das tensões, independentemente de como evolua, não altera a sua avaliação dos negócios detidos.
A guerra com o Irão é o principal evento exógeno do trimestre: petróleo acima de $100/barril, Março como o pior mês para acções desde 2022 e o mercado a negociar a recessão de manual. A gestora reconhece que preços de petróleo elevados prolongados travarão o consumo discricionário e causarão um repique transitório da inflação, mas nota que a independência energética dos EUA e a mudança de regime na Venezuela mitigam a dor — e considera a rotação defensiva exagerada. O risco central é a danificação de infra-estrutura energética crítica que torne permanentes os preços altos.
Charlie Morris articula uma viragem estrutural para matérias-primas: "I cannot see a path where commodity prices are not much higher over the coming months and years." Conflito Irão estrutural, Estreito de Hormuz fechado, Houthis a atacar Israel e a ameaçar o Mar Vermelho, Ucrânia a intensificar ataques às exportações russas. Tese: matérias-primas (energia e agricultura) como cobertura mais eficaz e imediata contra inflação de curto prazo; ouro, Bitcoin, e mineiras como instrumentos de médio prazo.
O conflito no Médio Oriente desencadeou um spike de volatilidade e fez o petróleo subir dos ~60 dólares para mais de 100 dólares. Foi um tailwind forte para o sector de energia, mas a Cambiar está subponderada (única posição, ~2,5% vs 5,4% do índice), limitando o upside capturado. O encerramento do estreito de Ormuz atingiu também os fertilizantes azotados (~60% da procura global provém da região): a holding CF Industries beneficiou de inputs mais baratos e preços de venda mais altos, com a acção a subir mais de 58% — levando a gestora a fechar a posição. Sem tomar direcção macro sobre o petróleo, antecipa que energia e fertilizantes recuem quando o estreito reabrir.
A guerra no Médio Oriente empurrou os preços do crude e do gás natural para máximos de vários anos, com a gestora a estimar que 10% a 15% da oferta total possam sair do mercado global por período prolongado. Para o fundo, o evento foi um benefício directo via energia: Chevron, com forte exposição a preços spot, e Williams, beneficiária de maiores volumes no seu sistema de pipelines e do estatuto do gás natural dos EUA como fonte mais segura. Em contrapartida, os preços elevados alimentam o receio de inflação e de subida de taxas.
Os ataques militares ao Irão inverteram o optimismo e enviaram os preços da energia sharply higher, com o petróleo acima de $100/barril. A gestora nota que a curva de futuros está em steep backwardation — futuros bem abaixo do spot — e que, dado o foco da administração nos preços da gasolina e as eleições intercalares, espera uma guerra relativamente curta. Com produção dos EUA a 13,6 milhões de barris/dia e gás natural barato, os EUA estão relativamente bem posicionados. O impacto é mixed: penaliza o consumidor low-end mas beneficia energia e gás natural, com Archrock (compressão midstream) entre os top contributors.
A escalada do conflito no Médio Oriente e o encerramento parcial do Estreito de Ormuz fizeram subir o petróleo, comprimindo as expectativas de crescimento e reduzindo as avaliações dos sectores cíclicos. As economias europeias e asiáticas importadoras de energia foram as mais afectadas, e os emergentes recuaram com o desinvestimento em risco. A tese da Causeway é que o impacto é transitório e que as posições cíclicas detidas têm potencial de recuperação assim que o risco geopolítico arrefecer.
Cerro identifica a operação militar contra o Irão e o subsequente encerramento do estreito pela IRGC como o principal driver da reversão do desempenho do trimestre. Resultados materiais de Fevereiro e início de Março foram apagados pela venda generalizada desencadeada pelo conflito; posições que reportaram bem em Março foram subsequentemente vendidas no contexto macro adverso. Cerro classifica como evento que não foi previsto nem antecipado quanto à severidade da resposta da IRGC.
A guerra com o Irão é caracterizada como volatilidade no "mundo físico" paralela à volatilidade da IA no "mundo digital". Os gestores antecipam impactos negativos crescentes se as disrupções de oferta persistirem, com a Ásia particularmente vulnerável ao fecho do Estreito de Hormuz. EUA mais isolados via produção doméstica. Posicionamento beneficia via ExxonMobil (oil prices) e Williams (gás natural).
Selloff de mercado largamente atribuído a preocupações dos investidores com o conflito que opõe os EUA e Israel ao Irão. Sinais incipientes de estabilização em partes da economia industrial após quatro anos de actividade manufactureira predominantemente negativa podem ser apagados por custos energéticos mais elevados e incerteza económica. Ritmo e durabilidade de qualquer recuperação permanecem incertos dado sinais económicos mistos e spike no preço do petróleo derivado do fecho do Estreito de Hormuz. Saída de Expedia em parte por escalada do conflito a introduzir incerteza sobre procura de viagens.
O outbreak of war in the Middle East é apontado como acelerador do selloff em growth stocks que começou com fraqueza em software. O conflito EUA-Israel-Irão alimentou inflationary pressures via higher oil prices, contribuindo para subida de bond yields que pesou em higher-multiple growth stocks. As gestoras enquadram o trimestre como volatilidade elevada e dial back risk activamente.
Um choque petrolífero definiu o quadro macro do trimestre: o Brent disparou mais de 60% num único mês devido à escalada do conflito militar entre os EUA e o Irão, introduzindo incerteza sobre a trajectória da inflação e do consumo. A convergência destas forças em Março transformou um início de ano construtivo — após o S&P 500 ter atingido máximos históricos em Fevereiro — numa correcção risk-off ampla e correlacionada, com energia e valor a superar tecnologia e crescimento. Para um fundo de tecnologia global, o episódio foi um vento contrário que amplificou a rotação para fora dos nomes de crescimento.
A equipa reconhece que a escalada de tensões geopolíticas envolvendo o Irão contribuiu para preços do petróleo mais altos e retornos fortes em Energy. Energy foi o melhor sector do trimestre, com a quarta melhor desempenho relativa trimestral desde 1985. Conestoga não tinha exposição directa, o que detraiu da desempenho relativa em todos os composites. A leitura é capturada como factual sem ajustamento estratégico do posicionamento.
A escalada da guerra no Médio Oriente levou os investidores a desfazer posições de momentum sobrelotadas, sobretudo em Mega Cap Technology, e a cobrir shorts em biotecnologia. Isto conduziu uma rotação para áreas domésticas e sensíveis à energia — Industrials, Basic Materials e Energy. O underweight do composite em Basic Materials, Energy e biotecnologia foi um headwind. A leitura é factual, sem ajustamento estratégico do posicionamento.
A escalada geopolítica no Médio Oriente contribuiu para a subida dos preços da energia e para uma rotação de liderança de mercado, com a Energia a ser de longe o sector mais forte do trimestre — o quarto melhor desempenho relativo de um sector líder desde 1985 — seguida de Basic Materials e Industrials. O enviesamento da estratégia para crescimento de qualidade e a exposição a software ficaram do lado errado desta rotação. A leitura é factual, sem ajustamento estratégico do posicionamento.
A guerra do Irão é enquadrada como um choque energético global que pressiona a confiança do consumidor e as perspectivas de PIB — um vento contrário para o conjunto do mercado. Ao mesmo tempo, sustenta a tese dos Real Assets: os royalties de energia de longa duração, com destaque para a PrairieSky, oferecem cobertura contra a inflação subjacente ao choque. A leitura é mista: negativa para a procura agregada, positiva para a exposição da carteira a activos reais ligados à energia.
O fecho de Ormuz fez o Brent subir mais de 90%, mas não produziu a catástrofe de variável única: a China antecipou manutenções e virou-se para barris não-Golfo, os EUA exportaram um recorde de 8,2 milhões de barris/dia e a procura destruiu-se. O choque é real, mas a incerteza — ao contrário de 2025 — está diminuída.
O conflito no Médio Oriente e o encerramento do estreito de Ormuz fizeram disparar os preços do petróleo, com a energia a ser de longe o melhor sector do trimestre (+38%). A carteira beneficiou: Diamondback Energy e Antero Resources subiram à medida que os investidores recompensaram os produtores dos EUA pela alavancagem a preços mais altos. Ainda assim, a gestora enquadra a guerra como fonte de incerteza acrescida de curto prazo, cujos impactos económicos continua a avaliar.
A guerra no Irão e o encerramento do estreito de Ormuz fizeram disparar os preços do petróleo, com a energia a ser de longe o melhor sector do trimestre (+38%). A carteira beneficiou: as posições em produtores de exploração e produção, sobretudo ConocoPhillips e Diamondback Energy, subiram à medida que os investidores recompensaram a alavancagem ao crude. A gestora enquadra o posicionamento energético — deliberadamente de maior beta ao preço da matéria-prima — como intencional e benéfico no trimestre, mas continua a avaliar os amplos impactos económicos da guerra.
O conflito no Irão é apresentado como driver central do trimestre: fechou efectivamente o Estreito de Ormuz, corredor crítico para cerca de 20% do petróleo e gás natural mundial, e empurrou o petróleo acima dos 100 USD/barril, alimentando preocupações inflacionistas. A sobreponderação em Energia via Occidental Petroleum e Baker Hughes contribuiu para o desempenho relativo.
Um dos vectores da tese da EQT: a combinação da inflexão da procura de electricidade nos EUA, do crescimento das exportações de GNL e da disrupção no Médio Oriente pode estreitar, ao longo de cinco a dez anos, o desconto a que o gás natural americano transacciona face aos preços globais.
Após Israel e os EUA atacarem o Irão, uma rotação agressiva saiu dos cíclicos e dos vencedores do início do ano de volta para a energia e a defesa. O gestor avisa que estas guerras raramente seguem um plano e alargam o leque de resultados económicos e de mercado. O impacto nos preços de energia, nas cadeias de abastecimento e na inflação dependerá da duração da guerra e do bloqueio do Estreito de Ormuz. O fundo, sem exposição a energia ou defesa, ficou do lado penalizado da rotação, mas o gestor mantém o foco no que possui.
Operação militar no Médio Oriente desencadeou rally em energia e materiais no T1, com sector energy a liderar desempenho sectorial. Fenimore tem exposição limitada por preferência de qualidade e vendeu EOG Resources no trimestre — energy will likely not have a material, long-term weighting in the portfolio. Reconhecem o impacto positivo macro mas mantêm rotação estructural para fora do sector.
A guerra do Irão enviou um choque através dos mercados de petróleo, com energia a ser de longe o sector mais forte do índice Russell (+45%), impulsionado pela subida acentuada de preços do petróleo e gás natural. O fundo está underweight em energia, pelo que o rally penalizou o desempenho relativo — Texas Pacific Land foi um dos maiores detractores. O choque petrolífero também reacendeu receios de inflação, complicando a trajectória de cortes da Fed.
Tese é de impacto macro material — bloqueio do Estreito de Hormuz (~20% do petróleo e GNL globais) gera maior disrupção da oferta da história global do petróleo, com petróleo acima de $100 e potencial para subir significativamente se o conflito se prolongar. Implicações: pressão sobre consumo de baixos rendimentos, margens empresariais sob compressão por custos de inputs e transporte, risco de inflação de 2,4% para 4,0% segundo Rothschild & Co. Risco amplo de recessão ou estagflação. Stance mixed porque FMI subexposta a energia mas não usa o evento para reforçar posições.
Pilecki descreve Março como dominado pela volatilidade em torno do conflito EUA/Irão e pelo impacto económico potencial de um conflito prolongado e de preços do petróleo mais elevados. Trata o tema como contexto macro do trimestre e não como tese do portfolio — o fundo é sectorialmente concentrado em Financials e não expressa exposição direccional a energia, pelo que o conflito surge sobretudo como fonte de volatilidade de curto prazo.
Tema central da carta. Einhorn declara "we don't have a clue" sobre o desfecho e enumera quatro cenários (paz, congelamento, escalada rápida, escalada prolongada). Privilegia o reconhecimento de que o mercado já recuperou as quedas pós-início de hostilidades apesar do petróleo continuar elevado e da incerteza permanecer — leitura que classifica como assimetria desfavorável a quem subscreve recovery em V. Posicionamento: long pequeno em futuros de petróleo de Outubro (que subiu pouco — "widespread anticipation that there will not be an enduring shortage") e gross/net exposures relativamente baixos.
A eclosão da guerra no Médio Oriente provocou uma forte queda dos índices e a subida do preço do petróleo e do combustível de aviação. O gestor reconhece o impacto de curto prazo sobre a Visa — através da viagem transfronteiriça — e sobre a Amadeus, mas classifica-o como um vento contrário cíclico e não estrutural, aproveitando a correcção para comprar.
A guerra com o Irão fez o petróleo subir cerca de 59%, de 72,50 para 115 dólares por barril, com o encerramento do Estreito de Ormuz e a destruição de capacidade a apontarem para preços estruturalmente mais altos. O gestor vê o efeito inflacionista a alastrar a fertilizantes e alimentos, mas identifica um vento favorável para o solar, materializado na posição longa em Tigo Energy.
O encerramento efectivo do Estreito de Ormuz, por onde flui cerca de um quinto do petróleo e GNL mundiais, fez o Brent saltar de 72 para 118 dólares e disparar os custos de frete e o gás europeu. O fundo tem exposição nula a Energia, pelo que a ausência foi o maior travão relativo, ainda que os mercados vejam a disrupção como mais temporária do que permanente.
O encerramento efectivo do Estreito de Ormuz, por onde flui cerca de um quinto do petróleo e GNL mundiais, fez o Brent saltar de 72 para 118 dólares e disparar os custos de frete e o gás europeu. O fundo tem exposição nula a Energia, pelo que a ausência foi um travão relativo, ainda que a diferença entre o Brent à vista (+63%) e os futuros de Dezembro (+16%) sugira que os mercados veem a disrupção como largamente temporária.
Ataques aéreos US-Israel mataram líder supremo do Irão no fim de Fevereiro. Retaliação iraniana sublinhou alavancagem do regime via Estreito de Ormuz, permitindo dano económico amplo mesmo com regime enfraquecido. Brent +60% no mês — maior subida mensal de sempre. WTI acima de $100 pela primeira vez desde 2022. Disrupção também em alumínio, fertilizantes e hélio.
Um dos dois receios que o mercado enfrenta em simultâneo é o abrandamento do crescimento global provocado pela Guerra do Irão e pela subida resultante dos preços da energia. Liu enquadra-o como um choque externo negativo para o sentimento — o tipo de episódio temporário que historicamente antecede a recuperação da carteira quando as nuvens macro se dispersam.
Conflito no Irão em Março reintroduziu volatilidade e desencadeou rotação para empresas de maior capitalização vistas como refúgios relativos, energia e empresas percebidas como relativamente isoladas de pressões inflacionárias. Tailwind directo para EOG Resources e para Murphy USA via margens de combustível. As gestoras evitam prever a duração ou trajectória dos preços do petróleo, focando em fundamentais de empresa e margem de segurança no preço pago.
O conflito no Médio Oriente terá cortado o transporte de até 20% do petróleo mundial pelo Estreito de Ormuz, deslocando o foco do mercado para o risco de choque energético e interrompendo a rotação para as small caps em Março. O mesmo choque teve leitura dupla na carteira: a subida dos preços da gasolina permitiu à Murphy USA exibir a sua vantagem de baixo custo.
O início da guerra do Irão em Março redireccionou a atenção dos investidores para mega-caps consideradas safe haven e elevou os preços do petróleo e do jet fuel, pressionando Allegiant. A equipa enquadra o impacto como factor de curto prazo, mantendo a leitura estrutural de que rising commodity prices historicamente beneficiam small value após digestão inicial do choque (referência ao S&P GSCI vs Russell 2000® Value/Growth).
A campanha militar contra o Irão de 28 de Fevereiro fez disparar o Brent quase 10% na abertura e mais de 100% no acumulado, fechando o trimestre em 126,69 dólares, com queda de 5,5% do S&P 500 em Março. Werres trata o choque como pano de fundo geopolítico e fonte de incerteza económica, sem deter posições em energia; stance mixed reflecte o risco sobre a carteira sem uma aposta direccional em petróleo.
Bombardeamento do Irão a 28 de Fevereiro inaugurou a segunda fase do trimestre, com danos a instalações de produção no Golfo Pérsico e fim do livre trânsito pelo Estreito de Hormuz a fazer subir preços de matérias-primas energéticas. O sobreponderar à energia funcionou como offset à fraqueza de mercado noutros sectores.
Subida superior a 100% no Brent até ~127 USD/bbl após ataques EUA-Israel ao Irão e o subsequente encerramento do estreito de Ormuz. Mais de 20% da oferta global de crude flui pelo estreito, grande parte com destino à Ásia. Para além do petróleo, a disrupção criou choques de oferta em commodities-chave incluindo gás natural, fertilizantes à base de azoto, hélio e alumínio.
Subida superior a 100% no Brent até ~127 USD/bbl após ataques EUA-Israel ao Irão e o subsequente encerramento do estreito de Ormuz. Mais de 20% da oferta global de crude flui pelo estreito, grande parte com destino à Ásia. Para além do petróleo, a disrupção criou choques de oferta em commodities-chave incluindo gás natural, fertilizantes à base de azoto, hélio e alumínio.
Subida superior a 100% no Brent até cerca de 127 USD/bbl após ataques EUA-Israel ao Irão e o subsequente encerramento do estreito de Ormuz. Mais de 20% da oferta global de crude flui pelo estreito, grande parte com destino à Ásia. Para além do petróleo, a disrupção criou choques de oferta em commodities-chave incluindo gás natural, fertilizantes à base de azoto, hélio e alumínio.
Brent subiu mais de 100% para 127 dólares por barril após ataques EUA-Israel ao Irão e subsequente fecho do Estreito de Ormuz. Mais de 20% do crude global flui pelo Estreito, em larga medida com destino à Ásia. Para além do petróleo, a disrupção criou choques de oferta em gás natural, fertilizantes, hélio e alumínio. Sobrepeso em energia foi cobertura eficaz; energia contribuiu +49% colectivamente.
Brent subiu mais de 100% para 127 dólares por barril após ataques EUA-Israel ao Irão e subsequente fecho do Estreito de Ormuz. Cerca de 20% do crude global flui pelo Estreito, em larga medida com destino à Ásia. Para além do petróleo, a disrupção criou choques de oferta em gás natural, fertilizantes nitrogenados, hélio e alumínio. A reacção do mercado accionista foi relativamente moderada — o Russell Midcap caiu apenas cerca de 5% desde os ataques iniciais. Sobrepeso em energia foi o maior contributo positivo no trimestre.
Conflito EUA-Israel-Irão e fecho subsequente do Estreito de Ormuz são apresentados como driver primário da subida do Brent para $127/bbl (+100% no trimestre). Mais de 20% do crude global flui pelo Estreito, grande parte destinado à Ásia. Disrupção criou choques de oferta também em gás natural, fertilizantes nitrogenados, hélio e alumínio. APA e Ovintiv beneficiaram directamente do prémio geopolítico via os seus activos no Permian e Montney; Olin beneficiou via subida de soda cáustica e epoxy.
O encerramento do Estreito de Ormuz disparou os preços da energia e as expectativas de inflação, penalizando o sentimento. A carteira não participou nos retornos elevados da energia por estar subponderada — o maior detractor relativo do trimestre (-1,22pp) —, mas a subida dos combustíveis reforça a procura por eficiência e por veículos eléctricos, alinhada com a tese estrutural.
O conflito no Irão dominou o trimestre: a escalada inicial provocou uma queda acentuada das acções, um pico no preço do petróleo e uma reconfiguração do posicionamento. Na segunda metade do trimestre, o mercado digeriu os preços de energia mais altos e as suas implicações para a inflação e o crescimento. O saldo, na leitura do gestor: preços de energia mais altos pesam sobre a inflação e o crescimento, mas a resolução do conflito e a normalização do petróleo montariam um quadro construtivo.
A guerra no Médio Oriente empurrou o petróleo acima de 100 dólares por barril em Março, alimentando volatilidade e receios inflacionistas. A gestora mostra-se atenta aos efeitos económicos de preços mais altos, mas não espera que os acontecimentos perturbem materialmente a actividade económica dos EUA; considera que os reembolsos fiscais deverão amortecer o impacto da gasolina mais cara nos consumidores.
A escalada do conflito Irão–EUA–Israel e o encerramento do Estreito de Ormuz provocaram o maior choque súbito de oferta de petróleo alguma vez registado, com o Brent a saltar de cerca de 80 para mais de 113 dólares. O choque de preços da energia propagou-se à economia global, elevando expectativas de inflação e comprimindo consumidores. A energia foi o melhor sector do trimestre (quase +40%), enquanto o fundo, por exclusão de fósseis, não beneficiou dessa reavaliação.
Deal reconhece a guerra no Irão como evento muito mais sério que as tarifas e justifica o spike do petróleo, mas argumenta que a estrutura do S&P 500 e da economia americana mudou dramaticamente desde a década de 1970. Hoje mais de metade do valor do índice é big tech ou negócios IP-driven, em que os inputs primários são pessoas e compute. Os EUA são também net-exporter de energia — preços altos de petróleo impulsionam resultados energéticos e gastos no Texas, compensando o impacto inflacionário.
O início da Guerra do Irão provocou o recuo dos mid-caps após ganhos até finais de Fevereiro e um salto dos preços do petróleo. O rally das acções de Energia (+35,5% no índice) contribuiu de forma desproporcionada apesar do baixo peso do sector. O fundo não detém qualquer acção de Energia, sobretudo porque poucas empresas do sector cumprem o critério de ROE persistentemente elevado, dado o carácter capital-intensivo e a volatilidade dos resultados. O resultado foi um headwind de -1,13 na alocação — custo assumido da disciplina de qualidade.
Conflito do Irão posicionado como fonte central de incerteza com cessar-fogo frágil. Mesmo com resolução near-term (incluindo reabertura do Estreito de Ormuz e normalização do supply energético), o impacto é negative para o ambiente económico global. Sustained increases em long-term rates reflectiriam inflation risk; declines sinalizariam recession risk. O fundo referencia explicitamente o paralelo histórico com a Guerra do Golfo (1991) e a queda de Bush em 1992. Trump aponta para off-ramp ("I'm a businessman first").
A escalada do conflito no Irão em Março e a quase-obstrução do Estreito de Ormuz fizeram o crude subir mais de 75%, reacendendo receios inflacionistas e provocando rotação especulativa para energia, agricultura e indústrias de hard assets. Beneficiou directamente a Chevron e a Air Products (via hélio), mas a casa recusa especular sobre a direcção dos preços de matérias-primas.
A escalada do conflito no Irão em Março e a quase-obstrução do Estreito de Ormuz fizeram o crude subir mais de 75%, reacendendo receios inflacionistas e provocando uma rotação estreita para energia, agricultura e indústrias de activos reais. Beneficiou directamente a Murphy USA via preços dos combustíveis, mas penalizou a carteira de qualidade pela subponderação estrutural em Energia. A casa recusa especular sobre a direcção dos preços de matérias-primas.
O conflito no Irão é pano de fundo para a tese energética do fundo. As gestoras destacam que Big Oil (com Exxon a liderar) foi o principal driver do Russell 1000 Value no trimestre, mas duvidam que o valor intrínseco de longo prazo dessas empresas tenha subido 40% — referem a curva de futuros e o senso comum como contra-argumentos. A exposição preferida é via CNX, com fluxo de resultados mais hedged e qualidade superior; argumentam que o valor de longo prazo do gás natural USA "safe" subiu mais do que os 5% do preço da acção no trimestre.
O conflito no Irão é pano de fundo para a tese energética do fundo. As gestoras destacam que Big Oil (com Exxon a liderar) foi o principal driver do Russell 1000 Value no trimestre, mas duvidam que o valor intrínseco de longo prazo dessas empresas tenha subido 40% — referem a curva de futuros e o senso comum como contra-argumentos. A exposição preferida é via CNX, com fluxo de resultados mais hedged e qualidade superior; argumentam que o valor de longo prazo do gás natural USA "safe" subiu mais do que os 5% do preço da acção no trimestre.
A Guerra do Irão complicou o trimestre e impulsionou a parte energética do índice de valor, liderada por empresas petrolíferas alavancadas e sem cobertura, cujo valor de longo prazo por acção a Southeastern não crê ter subido 40%. A leitura própria da casa vê a CNX, com gás mais coberto, e o Alasca da GCI Liberty como beneficiários mal reconhecidos.
O gestor identifica o conflito do Irão em final de Fevereiro e o encerramento do Estreito de Hormuz como gatilho da correcção do trimestre, com subida do petróleo e reposicionamento defensivo dos investidores. Reconhece o impacto de curto prazo mas mantém leitura long-term de que conflitos armados raramente determinam o resultado de carteiras pacientes.
A escalada do conflito no Médio Oriente perturbou os mercados globais de energia, elevando o preço do petróleo — que subiu cerca de 77% — e reintroduzindo riscos de inflação que tinham passado para segundo plano. À semelhança das tarifas do ano anterior, o choque injectou incerteza nas perspectivas económicas, com o IPC de Março a saltar para 3,3%, o valor mais alto desde Maio de 2024. A ausência de exposição do fundo à Energia penalizou o relativo.
Escalada de conflito em finais de Fevereiro como inflection point. Petróleo +50% no trimestre por disrupções centradas no Estreito de Ormuz; choque energético empurrou expectativas de inflação para cima. Linde beneficiou pela escassez de hélio induzida pelo Estreito de Ormuz, com pricing power adicional dada a sua exposição a end-markets de electrónica, saúde e aeroespacial.
O conflito no Irão domina o trimestre. Dez semanas de guerra correm dois preços do petróleo: o Brent perto de 100 dólares nos ecrãs e 110 a 120 no mercado físico, com o IRGC a cobrar cerca de dois milhões de dólares por navio no que chama trânsito prioritário. A Massif lê o aperto de oferta como estrutural e sobrepondera os produtores noruegueses e a Harbour Energy, que geram caixa muito acima do custo.
O conflito com o Irão e o encerramento do Estreito de Ormuz enviaram o petróleo acima de 110 dólares, com preços elevados a pressionar a confiança do consumidor e o consumo discricionário — identificado como a maior incerteza de curto prazo. Operadores de energia como a Kirby beneficiam da procura, mas o efeito líquido no consumidor é negativo.
Ataques EUA-Israel ao Irão a 28 de Fevereiro com encerramento efectivo do Estreito de Ormuz fizeram disparar petróleo acima de 110 USD/bbl, desencadeando re-pricing brusco de risco a nível global. Identificado nas perspectivas como a incerteza mais significativa de curto prazo; petróleo elevado pressiona confiança do consumidor e gastos discricionários.
Guerra com o Irão descrita como "exception" entre os memes do trimestre — perturbou tendências chave e é "not a good thing for the economy, the market, or just about anything else", mas a reacção do mercado tem sido "muted". Receio de que investidores ainda não estendam os riscos da guerra ao seu logical endpoint, condicionados pelo TACO ("Trump Always Chickens Out").
Macken descreve Hormuz como geopolitical chokepoint demonstrado pelo Irão. ~45-50% das importações chinesas de petróleo transitam Hormuz; ~80% transita Malacca. Simulações militares EUA-China identificam fuel supply como factor determinante para sustentar combat operations. Macken interpreta o precedent Irão como reforço de deterrence — reduzindo a probabilidade de intervenção chinesa em Taiwan.
A guerra no Irão e o encerramento do Estreito de Ormuz elevaram o petróleo e corrigiram os negócios físicos, devolvendo boa parte dos ganhos do ano — um headwind. Em contrapartida, a Marex beneficia enormemente do aumento de volatilidade. O gestor reviu a perspectiva do petróleo e saiu da Copa, cuja exposição não coberta ao combustível se tornou um risco.
Conflito do Médio Oriente é referenciado como driver dos crack spreads alargados que beneficiam Phillips 66. Heightened geopolitical risk apontado como tailwind para refining downstream.
Conflito geopolítico é referenciado como driver mais significativo do desempenho da ConocoPhillips no trimestre. Subida de preços de energia apontada como tailwind directo para a exposição energética do fundo.
Conflito geopolítico referenciado como driver mais significativo da subida do preço da acção da ConocoPhillips. Rising energy prices due to geopolitical conflict apontados como tailwind para produtores upstream no trimestre.
Conflito geopolítico identificado como o driver mais significativo da subida do preço da ConocoPhillips no trimestre. A subida dos preços de energia ligada ao conflito é apontada como tailwind directo para produtores upstream, com ConocoPhillips destacada como top contributor único do fundo no T1.
Conflito do Médio Oriente é referenciado como driver dos crack spreads alargados que beneficiam Phillips 66. Heightened geopolitical risk apontado como tailwind para refining downstream.
A gestora identifica a guerra com o Irão como o motor da maior parte da volatilidade do trimestre: a subida do petróleo, combinada com uma resolução incerta, penalizou os activos de risco durante grande parte de Março. Reconhece explicitamente que o desfecho permanece incerto — embora a Administração não pareça querer uma operação militar prolongada, dado ser ano de eleições —, daí uma leitura mixed. Os efeitos inflacionistas do conflito complicaram ainda a trajectória da Fed.
O conflito do Irão é citado como driver de subida dos preços do petróleo em Março, beneficiando directamente Chord Energy. O rally de 3,5% no último dia do trimestre é atribuído a comentários vagos sobre potencial fim do conflito. Os gestores não tomam posição direccional explícita sobre o petróleo, mas reduziram CHRD ao aproximar-se do valor estimado das reservas.
O encerramento do Estreito de Ormuz levou o Brent a 118 dólares — um nível não visto desde 2022 e aproximadamente o dobro do consensus que esperava 58 dólares para o ano. Energia foi o único sector com contributo positivo claro, impulsionado por NE, SDRL e ET. A gestora articula explicitamente energia como diversificador antifrágil que beneficia quando o inesperado acontece.
No mês final do trimestre, o risco geopolítico dominou com o início da guerra no Irão, levantando questões sobre o que poderia significar para taxas e inflação. O evento provocou nova rotação de volta para Energy e Technology e para fora de alguns beneficiários do «HALO trade» do início do ano. A carta não refere Ormuz nem preços de gasolina; o ângulo é sobretudo de rotação sectorial e de risco macro.
Lançamento da Operação Epic Fury (EUA + Israel) em Iran e outras nações do Médio Oriente em finais de Fevereiro descrito como driver de volatilidade extrema. Best performing sectors do Russell 1000 Growth foram Energy, Materials, Utilities, Consumer Staples, Industrials e Real Estate — onde Polen tem exposição mínima por design. Headwind para o desempenho relativo, mas Polen articula que estes sectores tendem a regressar a pedestrian results.
Kupperman recusa apostar na resolução do conflito ("nobody knows") mas posiciona a carteira para beneficiar tanto de reabertura como de fecho prolongado de Hormuz. Argumenta que o mundo não pode continuar a esgotar inventários de petróleo e fertilizantes ao ritmo actual sem ruptura económica iminente, mas o seu edge não está em prever o desfecho do conflito.
A queda do trimestre concentrou-se em Março, desencadeada pelo conflito com o Irão, que fez o petróleo subir mais de 50%. A gestora descreve efeitos em cadeia sobre yields, custos de materiais, expectativas de inflação e confiança dos consumidores. Nota, porém, que os futuros de petróleo apontam para uma subida de curta duração, com preços a nove meses bem abaixo dos actuais.
Os ataques EUA-Israel ao Irão impulsionaram o WTI 76,49% para 101,38 dólares por barril, com o Estreito de Ormuz essencialmente fechado e contra-ataques a danificar instalações petrolíferas. Rewey posiciona o evento como o maior factor de impacto em acções no T1 2026. Cenário-base: resolução rápida permite à economia retomar aceleração; cenário adverso: conflito prolongado sustenta inflação e pressão de mercado. Sem articulação direccional explícita sobre o petróleo enquanto activo.
A emergência de conflito envolvendo o Irão constituiu um choque externo relevante, reflectido na subida dos preços da energia e na maior volatilidade. O gestor acredita que o ambiente pode sinalizar um reajustamento mais duradouro do risco de oferta, com implicações para inflação, rentabilidade e consumo. Posiciona a carteira para beneficiar, reforçando energia e materiais norte-americanos favorecidos pela deslocação da oferta, ainda que reconheça o vento contrário para o consumidor.
Lançamento de novas acções militares no Irão em finais de Fevereiro despoletou disparo da VIX e selloff aprofundado perante receios de disrupção sustentada dos mercados de energia. Embora o petróleo tenha recuado parcialmente e o mercado tenha registado rally agressivo no último dia do trimestre, a equipa considera a situação tenue. Energy foi o sector líder do índice (+38,12%), com Exxon Mobil e Valero contribuintes principais para o desempenho.
O conflito iniciado em final de Fevereiro 2026 levou Brent acima de 120 USD/bbl (de cerca de 70 USD/bbl pré-conflito) com disrupção do Estreito de Hormuz. Analistas avisaram sobre cenários de 200 USD/bbl se hostilidades persistirem para o Verão. Portfólio tem exposição mínima (<1%) à região e poucas empresas com sensibilidade directa a flutuações de petróleo. Foco em quality businesses com balance sheets fortes, durable cash flows e diversified end markets como resiliência.
O conflito iniciado em final de Fevereiro 2026 levou Brent acima de 120 USD/bbl (de cerca de 70 USD/bbl pré-conflito) com disrupção do Estreito de Hormuz. Analistas avisaram sobre cenários de 200 USD/bbl se hostilidades persistirem para o Verão. Portfólio tem exposição mínima (<1%) à região e poucas empresas com sensibilidade directa a flutuações de petróleo. Foco em quality businesses com balance sheets fortes, durable cash flows e diversified end markets como resiliência.
A guerra do Irão e a subida dos preços do petróleo são citadas como drivers da rotação sectorial do trimestre. Beneficiou directamente a energia (Coterra, EQT, BP), e em sentido inverso pressionou Disney e Southwest Airlines com receios de impacto em consumo discricionário e viagens. A gestora antecipa que a guerra do Irão e o seu impacto no petróleo continuarão em foco.
Os ataques dos EUA e de Israel ao Irão elevaram os preços da energia e apertaram as condições financeiras, pesando sobre o sentimento de crescimento. Os gestores classificam a duração do conflito como a variável crítica e consideram uma resolução rápida importante para uma recuperação do mercado.
O início da guerra do Irão em finais de Fevereiro fez disparar o preço do petróleo e aumentou a volatilidade e a aversão ao risco nas acções. Petróleo mais caro por conflito geopolítico eleva custos, alimenta a inflação e comprime a procura, ao mesmo tempo que sobe as taxas de desconto — pressão desproporcional sobre pequenas empresas de crescimento focadas no mercado interno. A gestora enquadra-o como factor externo aos fundamentais.
O trimestre girou em torno da campanha militar dos EUA e de Israel no Irão, iniciada a 28 de Fevereiro, e do encerramento virtual do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial. O fundo vê um risco legítimo de choque inflacionista global e de estagflação, penalizando desproporcionalmente os importadores de energia asiáticos, ao mesmo tempo que reforça a tese das suas posições de energia. Não posiciona a carteira para um cenário macro específico.
Loeb identifica a guerra em Irão como driver central da turbulência de Q1 — subida de cerca de 70% no preço do petróleo, repricing de yields por receios inflacionistas e reset de expectativas de easing pelo Fed. Postura defensiva mantida com leitura cautelosa sobre a duração do conflito e impacto em rates, inflação e crescimento.
Os Estados Unidos e Israel lançaram ataques aéreos coordenados contra o Irão em 28 de Fevereiro, que rapidamente se expandiram para uma guerra multinacional no Médio Oriente. Os preços do petróleo e da gasolina subiram acentuadamente, agravando os receios de uma campanha prolongada, de risco inflacionista e de impacto no crescimento global. O gestor regista o risco macro, embora a carteira tenha exposição directa reduzida.
O gestor aborda a relevância geopolítica do Irão no mercado petrolífero global, reconhecendo incerteza sobre a resolução do conflito sem assumir posição direccional explícita sobre o preço do petróleo.
A energia destacou-se no trimestre em meio a preocupações globais de oferta. Preços da energia mais altos, ligados a tensões no Médio Oriente envolvendo o Irão e a perturbações junto ao Estreito de Ormuz, sustentaram pressões inflacionistas e taxas mais elevadas. O fundo estava subponderado à energia, o que detractou do desempenho relativo no trimestre.
Tensões envolvendo o Irão e disrupções perto do Estreito de Ormuz são referenciadas como driver de subida de preços do petróleo. TechnipFMC (FTI), posição não-benchmark, beneficiou directamente. Energy emergiu como sector destacado a nível global "amid global supply concerns".
A secção macro Strait of Hormuz War é dedicada à narrativa do conflito desencadeado pela Operação Epic Fury (28 de Fevereiro). Brent passou de 70 para cerca de 100 dólares e o Treasury 10Y subiu de 3,96% para 4,30%, mas a reacção do S&P 500 ficou em apenas 1% de queda. Wedgewood enquadra o impacto como historicamente moderado dada a redução estrutural da dependência norte-americana de crude do Golfo Pérsico, mas reconhece risco de escalada com pedágio de 1 USD por barril ou 2 milhões por navio se o IRGC obtiver soberania sobre o Estreito.
As tensões geopolíticas no final do trimestre, sobretudo as que envolveram o Irão, acrescentaram incerteza e contribuíram para as oscilações do mercado, com os investidores a ponderarem preços do petróleo mais altos e o impacto mais amplo na economia global. Captado como contexto macro, sem posição direccional explícita do fundo.
Manager descreve a acção militar dos EUA contra o Irão como tradeoff macroeconómico: benefício para regiões produtoras dos EUA mas headwind para inflação do consumidor. Mais cauteloso que o mercado quanto à velocidade de normalização dos preços do crude — espera normalização mais lenta que o consenso assume.
Sivia trata a guerra do Irão como o outro grande evento do trimestre. O base case é não alterar dramaticamente a exposição: historicamente as guerras não alteram o rumo do mercado e são ligeiramente estimulantes. A excepção é a energia — abaixo de $85/barril o mercado ignora a guerra, acima torna-se um problema, drenando consumo e, no pior cenário, provocando recessão. Permanece vigilante quanto a inflação do lado da oferta.
Tensões no Middle East escalated sharply com Israel e Irão a engaging in direct missile exchanges — most overt confrontation in decades. Sucessão de precision strikes em key Iranian figures e military sites, bem como U.S. airstrikes em nuclear infrastructure, elevou fears of a broader regional conflict. Após 12 dias de guerra, foi alcançado cessar-fogo no final do trimestre, deixando uncertainty over its durability. Apesar do heightened geopolitical risk, WTI crude oil caiu 8,9% no trimestre.
Tensões no Middle East escalated sharply com Israel e Irão a engaging in direct missile exchanges — most overt confrontation in decades. Sucessão de precision strikes em key Iranian figures e military sites, bem como U.S. airstrikes em nuclear infrastructure, elevou fears of a broader regional conflict. Após 12 dias de guerra, foi alcançado cessar-fogo no final do trimestre, deixando uncertainty over its durability. Apesar do heightened geopolitical risk, WTI crude oil caiu 8,9% no trimestre.
A gestora documenta escalada acentuada com Israel e Irão a trocar mísseis directamente — confronto mais aberto em décadas. Strikes de precisão sobre figuras-chave iranianas e sites militares e strikes dos EUA sobre nuclear infrastructure fuelled fears de conflito regional mais alargado. Após 12 dias de guerra, cessar- fogo foi alcançado late no trimestre, easing immediate tensions mas leaving uncertainty sobre durabilidade. Apesar do risco geopolítico elevado, WTI crude fell 8,9% no trimestre — sinalizando que mercado descontou rapidamente o risco de supply disruption.
As tensões no Médio Oriente intensificam-se com Israel e Irão a envolverem-se em troca directa de mísseis — a mais aberta confrontação em décadas. Sucessão de ataques de precisão a figuras iranianas e infra-estruturas militares, bem como ataques aéreos dos EUA a infra-estruturas nucleares, fomentam receios de conflito regional alargado. Após 12 dias de guerra, é alcançado cessar-fogo no fim do trimestre, aliviando tensões imediatas mas deixando incerteza quanto à durabilidade. Apesar do agravamento geopolítico, Brent crude cai 9,5% no trimestre, sinal de mercado discontando rapidamente o evento.
As tensões no Médio Oriente escalam significativamente no trimestre, com Israel e Irão a envolverem-se em trocas directas de mísseis — a confrontação mais aberta em décadas. Uma sucessão de ataques de precisão a figuras-chave e instalações militares iranianas, bem como ataques aéreos dos EUA a infra-estrutura nuclear, alimentam receios de conflito regional mais amplo. Após 12 dias de guerra, é alcançado um cessar-fogo, aliviando tensões imediatas mas deixando incerteza sobre a sua durabilidade. Apesar do elevado risco geopolítico, o WTI cai 8,9% no trimestre. A equipa não tenta antecipar o tempo de execução nem o impacto de curto prazo destas dinâmicas.
Conflito directo entre Israel e Irão em Junho elevou camada geopolítica adicional sobre infraestrutura energética e shipping lanes críticos. Cessar-fogo brokered pelos EUA a 23 de Junho aliviou pressão imediata mas o gestor sublinha que a situação “remains tense”. Mencionado contextualmente como mais uma fonte de volatilidade no semestre, não accionado em posições nem em tilt energético.
A gestora considera o ataque cirúrgico dos EUA às instalações nucleares iranianas em Junho como "um dos sucessos de política externa mais consequentes deste século" e — mais relevante para investidores em equities — como removendo um cisne negro material da agenda de preocupações. Cessar-fogo tenue em vigor à data da escrita; negociações a decorrer. Estabilidade resultante na região teria implicações positivas para risk assets globalmente.
Geopolítica Middle East roubou headlines do trade no final do T2. Após expiração de 60-day window para Irão retornar à mesa negocial, Trump autorizou ataques militares a três sítios nucleares no país; Irão lançou missile strikes retaliatórios contra alvos Israelis e base US no Qatar (sem casualties). Ceasefire anunciado por Trump, ainda holding. Combined com OPEC unwinding production cuts mais cedo, energy sector ficou -7,6% no T2 com ConocoPhillips e Diamondback Energy ambos top detractors via combinação de macro concerns e supply increase em weaker demand environment.
A gestora dedica um parágrafo à guerra no Médio Oriente e ao papel acrescido dos EUA em Junho, com os ataques a três instalações nucleares iranianas, a retaliação do Irão e o cessar-fogo subsequente. A energia foi um dos poucos sectores no vermelho no trimestre (-7%), especialmente penalizada pela convulsão geopolítica e pelo anúncio da OPEP de antecipar a reversão de cortes de produção, que pressionou Diamondback Energy.
A gestora cita a guerra no Médio Oriente e os ataques dos EUA a instalações nucleares iranianas como tema geopolítico dominante de Junho. No entanto, o efeito sobre a carteira foi negativo: a energia foi um dos poucos sectores no vermelho no T2, e Civitas Resources foi pressionada pela combinação de receios macroeconómicos e pelo anúncio da OPEP de desbloquear cortes de produção, aumentando potencialmente a oferta num ambiente de procura mais fraca.
Terceiro tema destacado. As energéticas registaram volatilidade significativa no trimestre, impulsionada pela guerra no Irão e por várias acções do governo dos EUA. A tensão no Médio Oriente beneficiou os fósseis e ajudou a normalizar spreads de refinação. As gestoras mantêm-se satisfeitas com as acções de criação de valor que CNX e HF Sinclair tomam a partir de posições de força.
A equipa contrasta o impacto destrutivo da guerra com a reacção paradoxal do mercado: Israel destruiu activos militares iranianos descritos como "outrora temidos, impenetráveis", parceiros militares e proxies terroristas ficaram inertes ou destruídos, B-2 bombers voaram non-stop meio mundo e destruíram activos nucleares do Irão. Petróleo e VIX caíram em vez de subir. Novo bull market em acções — "Impossível? Não. Irreal. Oh, boy!" — articulação irónica da desconexão entre eventos geopolíticos extremos e reacção benigna de classes de activos.
Posições associadas
Citações
The resulting supply shock sent crude prices surging past $100 per barrel for the first time in four years, injecting potential inflationary pressure into an economy the Federal Reserve (Fed) had been carefully guiding lower.
"O choque de oferta resultante empurrou os preços do crude acima de 100 dólares por barril pela primeira vez em quatro anos, injectando potencial pressão inflacionista numa economia que a Reserva Federal (Fed) vinha a orientar cuidadosamente em baixa"
The second, and more consequential, disruption arrived in late February with the outbreak of the U.S.–Iran conflict and the subsequent closure of the Strait of Hormuz — a critical chokepoint through which roughly 20% of the world's seaborne oil transits.
"A segunda, e mais consequente, disrupção chegou em finais de Fevereiro com a eclosão do conflito EUA–Irão e o subsequente encerramento do Estreito de Ormuz — ponto de estrangulamento crítico por onde transita cerca de 20% do petróleo marítimo mundial"
The resulting supply shock sent crude prices surging past $100 per barrel for the first time in four years, injecting potential inflationary pressure into an economy the Federal Reserve (Fed) had been carefully guiding lower
"O choque de oferta resultante disparou os preços do crude acima de $100 por barril pela primeira vez em quatro anos, injectando potencial pressão inflacionária numa economia que a Reserva Federal vinha cuidadosamente a guiar para baixo."
The resulting supply shock sent crude prices surging past $100 per barrel for the first time in four years, injecting potential inflationary pressure into an economy the Federal Reserve (Fed) had been carefully guiding lower.
"O choque de oferta resultante empurrou os preços do crude acima de 100 dólares por barril pela primeira vez em quatro anos, injectando potencial pressão inflacionista numa economia que a Reserva Federal (Fed) vinha a orientar cuidadosamente em baixa"
The second, and more consequential, disruption arrived in late February with the outbreak of the U.S.–Iran conflict and the subsequent closure of the Strait of Hormuz — a critical chokepoint through which roughly 20% of the world's seaborne oil transits.
"A segunda, e mais consequente, disrupção chegou em finais de Fevereiro com a eclosão do conflito EUA–Irão e o subsequente encerramento do Estreito de Ormuz — ponto de estrangulamento crítico por onde transita cerca de 20% do petróleo marítimo mundial"
Energy Transport is a tollbooth on the energy highway—mission-critical pipelines moving natural gas to power-hungry regions.
"A Energy Transfer é uma portagem na auto-estrada da energia — pipelines críticos que transportam gás natural para regiões ávidas de energia."
Anything less than a global disaster from the War in Iran will be a positive outcome.
"Qualquer coisa aquém de um desastre global da Guerra no Irão será um resultado positivo."
Boeing's stock was hit hard by the Iran war due to skyrocketing jet fuel prices and the threat to key customers like Qatari and Emirrati Air.
"As acções da Boeing foram muito penalizadas pela guerra no Irão devido à disparada dos preços do combustível e à ameaça a clientes-chave como a Qatari e a Emirati Air."
The Houston-based independent oil and gas company saw its shares move higher during the quarter primarily due to the spike in oil prices.
A empresa independente de petróleo e gás sediada em Houston viu as suas acções subir durante o trimestre sobretudo devido ao disparar dos preços do petróleo.
These energy investments were designed in part to serve as a natural hedge in the face of geopolitical risks should they arise.
"Estes investimentos em energia foram concebidos em parte para servir de cobertura natural face a riscos geopolíticos caso estes surjam"
TotalEnergies, one of the world’s largest energy companies, was the top contributor for the quarter.
"A TotalEnergies, uma das maiores empresas de energia do mundo, foi o principal contribuidor do trimestre."
digits, reflecting the Iranian conflict and the corresponding rise
"dígitos, reflectindo o conflito iraniano e a subida correspondente"
from AI data center power needs. Late in the quarter, Antero
"das necessidades de energia dos data centers de IA. No final do trimestre, a Antero"
energy prices tied to the conflict in Iran and disruptions to oil
"preços de energia ligados ao conflito no Irão e a perturbações no petróleo"
About 20% of the world’s oil and liquefied natural gas goes through the Strait of Hormuz, which has been mostly closed since the war started.
"Cerca de 20% do petróleo e gás natural liquefeito do mundo passa pelo Estreito de Hormuz, que tem estado mostly closed desde o início da guerra."
The outbreak of conflict involving Iran—and the subsequent closure of the Strait of Hormuz—triggered a sharp rise in oil prices, with West Texas Intermediate crude moving from $67 to over $100.
"O início do conflito envolvendo o Irão — e o subsequente encerramento do Estreito de Ormuz — desencadeou uma subida acentuada dos preços do petróleo, com o crude West Texas Intermediate a passar de 67 para mais de 100 dólares."
The crack spread hit a record $88.25 per barrel of oil in March.
"O crack spread atingiu um recorde de 88,25 dólares por barril de petróleo em Março"
Our portfolio does not have any direct energy exposure, which was a headwind for the Fund during the quarter.
"O nosso portefólio não tem qualquer exposição directa a energia, o que constituiu um vento contrário para o Fundo durante o trimestre."
The escalation of conflict in the Middle East acted as a key catalyst for heightened volatility across global markets during March, with conditions among the most unsettled seen in recent periods.
"A escalada de conflito no Médio Oriente actuou como catalisador-chave para a volatilidade acrescida nos mercados globais durante Março, com condições entre as mais agitadas vistas nos últimos períodos."
We believe higher energy prices are deeply inflationary, crowd out spending elsewhere, and squeeze corporate margins.
Acreditamos que preços de energia mais altos são profundamente inflacionários, expulsam gasto noutras rubricas e comprimem as margens corporativas.
We have never been directly invested in energy since inception, which was close to 11 years ago.
"Nunca estivemos directamente investidos em energia desde a inception, há cerca de 11 anos."
We are bottom-up stock pickers who invest in companies and management teams—not countries, sectors, or macro factors.
"Somos stock pickers bottom-up que investem em empresas e equipas de gestão — não em países, sectores ou factores macro."
with oil sitting in triple digits, geopolitics still in flux, and recorded crowding in US benchmarks trading at record valuations
"com o petróleo em três dígitos, a geopolítica ainda em fluxo e a aglomeração registada nos índices dos EUA a transaccionar em valorizações recorde"
I cannot see a path where commodity prices are not much higher over the coming months and years.
"Não vejo um caminho em que os preços das matérias-primas não estejam muito mais altos ao longo dos próximos meses e anos."
The oil shock changed everything.
"O choque petrolífero mudou tudo."
Iran (and the ensuing rip in commodity prices) was the spark for a risk-off trade.
"O Irão (e o consequente salto nos preços das matérias-primas) foi a faísca para um trade risk-off."
We estimate that 10% to 15% of total supply could be removed from the global market for an extended period.
"Estimamos que 10% a 15% da oferta total possam ser removidos do mercado global por um período prolongado."
Yet similar to last year’s equity market pivot following Liberation Day, investor optimism abruptly turned to uncertainty following military strikes on Iran that sent energy prices sharply higher.
"Contudo, à semelhança do pivot do mercado de acções no ano passado após o Liberation Day, o optimismo dos investidores transformou-se abruptamente em incerteza na sequência dos ataques militares ao Irão que enviaram os preços da energia acentuadamente para cima."
The Iran War Weighed On European and UK Banks Valuations
"A guerra do Irão pesou nas avaliações dos bancos europeus e do Reino Unido"
The pace and durability of any recovery remain unclear given mixed economic signals and a spike in oil prices driven by the closure of the Strait of Hormuz.
"O ritmo e a durabilidade de qualquer recuperação permanecem incertos dado sinais económicos mistos e um spike no preço do petróleo derivado do fecho do Estreito de Hormuz."
As market volatility rose during the quarter with the Iran conflict, we continued to dial back risk by trimming strong recent performers to redeploy the proceeds into more attractive ideas.
"À medida que a volatilidade de mercado aumentou durante o trimestre com o conflito do Irão, continuámos a dial back risk trimando recent performers fortes para redeployar os proceeds para ideias mais atractivas."
an oil shock, with Brent crude surging over 60% in a single month due to the escalating military conflict between the United States and Iran, introduced meaningful uncertainty around the trajectory of inflation and consumer spending.
"um choque petrolífero, com o Brent a disparar mais de 60% num único mês devido ao conflito militar em escalada entre os Estados Unidos e o Irão, introduziu incerteza significativa sobre a trajectória da inflação e do consumo."
rising geopolitical tensions, including the escalation of conflict involving Iran, contributed to higher oil prices and strong returns across energy-related equities
"tensões geopolíticas em escalada, incluindo a escalada do conflito envolvendo o Irão, contribuíram para preços do petróleo mais altos e retornos fortes em acções relacionadas com energia"
the escalation of the war in the Middle East prompted investors to unwind crowded momentum trades
"a escalada da guerra no Médio Oriente levou os investidores a desfazer posições de momentum sobrelotadas"
Energy was far and away the strongest performer, followed by Basic Materials and Industrials
"a Energia foi de longe o sector mais forte, seguida de Basic Materials e Industrials"
Last year we argued that tariffs themselves weren’t the market’s concern; uncertainty was. This year, the script has flipped: The oil shock is real, but uncertainty is far diminished.
"No ano passado defendemos que não eram as tarifas em si a preocupação do mercado, mas a incerteza; este ano o guião inverteu-se: o choque petrolífero é real, mas a incerteza está muito diminuída."
advancing 38% as oil prices rose sharply due to supply concerns following the closure of the Strait of Hormuz.
"a avançar 38% à medida que os preços do petróleo subiram acentuadamente devido a receios de oferta na sequência do encerramento do estreito de Ormuz."
The conflict in the Middle East is creating elevated near-term uncertainty, and we continue to evaluate the war’s broad economic impacts.
"O conflito no Médio Oriente está a criar uma incerteza acrescida de curto prazo, e continuamos a avaliar os amplos impactos económicos da guerra."
President Trump authorized military strikes on three nuclear sites in the country.
"O Presidente Trump autorizou ataques militares a três instalações nucleares no país."
energy (+38%) was by far the best-performing sector, with oil prices rising sharply as global supplies have been impacted by the closure of the Strait of Hormuz.
"a energia (+38%) foi de longe o sector de melhor comportamento, com os preços do petróleo a subir acentuadamente à medida que a oferta global foi afectada pelo encerramento do estreito de Ormuz."
The war in Iran is creating near-term uncertainty in markets.
"A guerra no Irão está a criar incerteza de curto prazo nos mercados."
The conflict in Iran disrupted global energy markets and effectively closed the Strait of Hormuz—a critical transportation corridor in the Persian Gulf for roughly 20% of global oil and natural gas supply.
"O conflito no Irão perturbou os mercados energéticos globais e fechou efectivamente o Estreito de Ormuz — corredor crítico de transporte no Golfo Pérsico para cerca de 20% do abastecimento mundial de petróleo e gás natural."
such wars have the nasty habit of not sticking to any plan.
"tais guerras têm o péssimo hábito de não se cingirem a plano nenhum."
The Iran war sent a shockwave through oil markets and was viewed by investors as having the potential to dampen growth and stoke inflation in the broader U.S. economy.
"A guerra do Irão enviou um choque através dos mercados de petróleo e foi vista pelos investidores como tendo o potencial de travar o crescimento e alimentar a inflação na economia mais alargada dos EUA."
March was dominated by volatility around the U.S./Iran conflict and the potential economic impact of a prolonged conflict and higher oil prices.
"Março foi dominado pela volatilidade em torno do conflito EUA/Irão e pelo impacto económico potencial de um conflito prolongado e de preços do petróleo mais elevados."
fossil fuel price shocks are a wonderful gift to producers in the short term but are terrible for those producers in the long term.
"os choques de preços dos combustíveis fósseis são um presente maravilhoso para os produtores no curto prazo, mas terríveis para esses produtores no longo prazo."
When the Strait of Hormuz closes and oil prices double, our portfolio companies are not casualties of the disruption. They are the beneficiaries, because they represent the alternative that the world is now scrambling to build faster.
"Quando o estreito de Ormuz fecha e os preços do petróleo duplicam, as empresas da nossa carteira não são vítimas da disrupção. São as beneficiárias, porque representam a alternativa que o mundo se apressa agora a construir mais depressa."
With so little downside priced in, we are willing to risk missing out on a possible recovery to position ourselves to play more offense, should one of the downside scenarios materialize.
"Com tão pouco downside descontado, estamos dispostos a arriscar perder uma possível recuperação para nos posicionarmos para jogar mais à frente, caso um dos cenários de downside se materialize."
However, the stock has been pressured by macro concerns, specifically the risk of a global slowdown and rising oil prices stemming from the conflict in the Middle East.
"No entanto, a acção foi pressionada por preocupações macroeconómicas, especificamente o risco de um abrandamento global e a subida do preço do petróleo decorrente do conflito no Médio Oriente."
In contrast, improving prospects for a US–Iran agreement and expectations for a reopening of the Strait of Hormuz brought oil prices down, weighing on the Energy sector.
"Em contraste, as melhores perspectivas de um acordo EUA–Irão e as expectativas de reabertura do Estreito de Ormuz baixaram os preços do petróleo, penalizando o sector de Energia."
Recently, we reallocated capital from other airline exposure into ALGT to ensure we held the name that had the most compelling risk/reward outlook, even if its story is masked by near-term macro headwinds centered on fuel costs.
"Recentemente, realocámos capital de outras exposições ao sector aéreo para a ALGT, de modo a garantir que mantínhamos o nome com o perfil risco/retorno mais atractivo, mesmo que a sua história esteja mascarada por ventos contrários macro de curto prazo centrados nos custos de combustível."
we don’t believe rising geopolitical risks have derailed the long-term rotation into small and value.
"não acreditamos que os riscos geopolíticos crescentes tenham descarrilado a rotação de longo prazo para small e value."
Although there are many things to be concerned about as an equity investor – from the Strait of Hormuz to AI-driven disruption – I’m optimistic about how our portfolio will do over the coming years.
"Apesar de haver muito com que um investidor em acções se preocupar — do Estreito de Ormuz à disrupção provocada pela IA — estou optimista quanto ao desempenho da nossa carteira nos próximos anos."
we believe the global crude market faces a risk of structural undersupply in the coming years, supporting higher oil prices over time.
"Acreditamos que o mercado global de crude enfrenta um risco de subprovisão estrutural nos próximos anos, sustentando preços de petróleo mais elevados ao longo do tempo."
we believe the global crude market faces a risk of structural undersupply in the coming years, supporting higher oil prices over time.
"Acreditamos que o mercado global de crude enfrenta um risco de subprovisão estrutural nos próximos anos, sustentando preços de petróleo mais elevados ao longo do tempo."
we believe the global crude market faces a risk of structural undersupply in the coming years, supporting higher oil prices over time.
"Acreditamos que o mercado global de crude enfrenta um risco de subprovisão estrutural nos próximos anos, sustentando preços de petróleo mais elevados ao longo do tempo."
More broadly, we believe the global crude market faces a risk of structural undersupply in the coming years, supporting higher oil prices over time.
"Mais amplamente, acreditamos que o mercado global de crude enfrenta um risco de subaprovisionamento estrutural nos próximos anos, suportando preços do petróleo mais elevados ao longo do tempo."
More broadly, we believe the global crude market faces a risk of structural undersupply in the coming years, supporting higher oil prices over time.
"Mais amplamente, acreditamos que o mercado global de crude enfrenta um risco de subaprovisionamento estrutural nos próximos anos, suportando preços do petróleo mais elevados ao longo do tempo."
There are already early signs of increased interest in electric vehicles as fuel prices rise.
"Já existem sinais precoces de maior interesse em veículos eléctricos à medida que os preços dos combustíveis sobem."
While we are mindful of the potential economic effects of higher oil prices, we do not expect events in the Middle East to materially disrupt U.S. economic activity.
"Embora estejamos atentos aos potenciais efeitos económicos de preços do petróleo mais altos, não esperamos que os acontecimentos no Médio Oriente perturbem materialmente a actividade económica dos EUA."
we do not build portfolios to predict geopolitical outcomes; we build them to endure them.
"não construímos carteiras para prever desfechos geopolíticos; construímo-las para os suportar."
We do not own any Energy sector stocks, largely due to our requirement for companies to generate persistently high return-on-equity (ROE) to be considered for inclusion in the Portfolio
"Não detemos quaisquer acções do sector da Energia, sobretudo devido à nossa exigência de que as empresas gerem uma rendibilidade do capital próprio (ROE) persistentemente elevada para serem consideradas para inclusão no Portfolio"
Should geopolitical and supply-shock volatility persist, we expect investors to refocus on quality.
Se a volatilidade geopolítica e de choque de oferta persistir, esperamos que os investidores se voltem a focar na qualidade.
history suggests that supply shocks and geopolitical events, while meaningful in the near term, rarely redefine the long-term earnings power of advantaged businesses.
a história sugere que os choques de oferta e os eventos geopolíticos, embora relevantes no curto prazo, raramente redefinem a capacidade de gerar lucro de longo prazo de negócios vantajosos.
but we think the long-term value of safe, USA natural gas went up more than that.
"mas pensamos que o valor de longo prazo do gás natural USA seguro subiu mais do que isso."
but we think the long-term value of safe, USA natural gas went up more than that.
"mas pensamos que o valor de longo prazo do gás natural USA seguro subiu mais do que isso."
we were surprised that the market has not yet connected the dots on how positive the Iran War can be for Alaska and by extension our investment in GCI Liberty.
“ficámos surpreendidos por o mercado ainda não ter ligado os pontos sobre como a Guerra do Irão pode ser positiva para o Alasca e, por extensão, para o nosso investimento na GCI Liberty.”
Escalating conflict in the Middle East disrupted global energy markets, driving oil prices higher and reintroducing inflation risks that had largely faded to the background.
A escalada do conflito no Médio Oriente perturbou os mercados globais de energia, elevando o preço do petróleo e reintroduzindo riscos de inflação que tinham em larga medida passado para segundo plano.
Investors need to start pricing a permanent, structural, geopolitical premium, and the forward curve does not yet reflect that distinction.
Os investidores precisam de começar a descontar um prémio geopolítico permanente e estrutural, e a curva de futuros ainda não reflecte essa distinção.
The argument for being constructive on oil over a five-year window does not require a demand surprise or an accelerated supply collapse. It requires only that the current fragmentation of global energy markets and ongoing geopolitical noise persist, which is the most probable single outcome on a careful reading of the evidence.
O argumento para estar construtivo no petróleo numa janela de cinco anos não exige uma surpresa na procura nem um colapso acelerado da oferta. Exige apenas que a actual fragmentação dos mercados globais de energia e o ruído geopolítico persistam, o que é o resultado único mais provável numa leitura cuidada da evidência.
Basis is the new beta. Netback realization determines who survives. Working-capital cycles have lengthened. Discount rates absorb geography first.
A base é o novo beta. A realização de netback determina quem sobrevive. Os ciclos de fundo de maneio alongaram-se. As taxas de desconto absorvem primeiro a geografia.
the U.S. and Israel launched military strikes against Iran on February 28, with the effective closure of the Strait of Hormuz sending oil prices past $110 per barrel and triggering a sharp repricing of risk assets globally
"os EUA e Israel lançaram ataques militares contra o Irão a 28 de Fevereiro, com o encerramento efectivo do Estreito de Ormuz a enviar os preços do petróleo acima de 110 dólares por barril e a desencadear uma reprecificação acentuada dos activos de risco a nível global"
AAR would love to see a ramp in defense spending and Marex is loving the volatility.
A AAR adoraria ver uma aceleração do gasto em defesa e a Marex está a adorar a volatilidade.
Never own airlines!
Nunca comprem companhias aéreas!
Rising energy prices due to geopolitical conflict were the most significant driver of the stock performance.
"A subida dos preços de energia ligada ao conflito geopolítico foi o driver mais significativo do desempenho da acção."
Conoco has some of the industry’s highest quality assets managed by a team of strong operators and capital allocators.
"A Conoco detém alguns dos activos de maior qualidade da indústria, geridos por uma equipa de fortes operadores e alocadores de capital."
Owning durable businesses at reasonable prices, holding cash when prices are not reasonable, and hedging concentrated gains is how we prepare for what we cannot predict.
"Deter negócios duráveis a preços razoáveis, manter caixa quando os preços não são razoáveis e cobrir ganhos concentrados é como nos preparamos para aquilo que não conseguimos prever."
Moreover, the war’s inflationary effects created new problems for the Fed, complicating plans to ease monetary policy.
"Além disso, os efeitos inflacionistas da guerra criaram novos problemas para a Fed, complicando os planos de aliviar a política monetária"
The war with Iran drove most of the volatility, as surging oil prices, combined with an uncertain resolution, weighed down risk assets for most of March.
"A guerra com o Irão foi responsável pela maior parte da volatilidade, com a subida dos preços do petróleo, combinada com uma resolução incerta, a penalizar os activos de risco durante grande parte de Março"
Smaller company shares retreated in the second half of the quarter as investors digested the Iran war and its impact on energy prices, cracks forming in private credit, and fears over how AI will affect certain industries.
"As acções de empresas mais pequenas recuaram na segunda metade do trimestre à medida que os investidores digeriram a guerra do Irão e o seu impacto nos preços energéticos, as fissuras a formarem-se no crédito privado, e os receios sobre como a IA afectará certas indústrias."
energy is one of the few areas of the market that benefits when the unexpected happens
"energia é uma das poucas áreas do mercado que beneficia quando o inesperado acontece"
with the onset of the Iran war at the beginning of March, there was yet another rotation back into Energy and Technology and away from some of the HALO beneficiaries earlier in the year like Materials, Consumer Staples, and Real Estate.
«com o início da guerra no Irão no começo de Março, houve nova rotação de volta para Energy e Technology e para fora de alguns dos beneficiários do HALO do início do ano, como Materials, Consumer Staples e Real Estate.»
we’re keeping equity exposures lower than normal and trying to be patient
"estamos a manter as exposições em equity abaixo do normal e a tentar ter paciência"
a surge in oil prices similar to the surge we experienced in the 1970s and 1980s is unlikely to result in the same level of negative economic effect as it did then.
"uma subida do preço do petróleo semelhante à que vivemos nas décadas de 1970 e 1980 é hoje improvável de resultar no mesmo nível de efeito económico negativo que teve então."
Events like the Iran conflict highlight why RAM aims to make time an ally in our investment process.
"Eventos como o conflito do Irão sublinham porque a RAM procura fazer do tempo um aliado no nosso processo de investimento."
We are finding increasing opportunities in energy and materials, which stand to benefit from supply disruptions and sustained pricing strength, while also selectively adding to more defensive sectors such as utilities and real estate, where earnings visibility is higher.
"Estamos a encontrar oportunidades crescentes em energia e materiais, que deverão beneficiar das disrupções de oferta e da força sustentada dos preços, adicionando também selectivamente a sectores mais defensivos como serviços públicos e imobiliário, onde a visibilidade dos resultados é maior."
the Strait of Hormuz blockade and Russian ammonium nitrate export suspensions have removed approximately 27% of global ammonia supply and 35% of global urea flows from the market, creating the tightest nitrogen inventory in years
"o bloqueio do Estreito de Ormuz e a suspensão das exportações russas de nitrato de amónio removeram cerca de 27% da oferta global de amoníaco e 35% dos fluxos de ureia, criando o inventário de azoto mais apertado em anos."
As energy headwinds mount and the AI investment cycle matures from speculative enthusiasm into more discerning capital allocation, we believe the conditions for a meaningful rotation towards quality compounders are building.
"À medida que os ventos contrários da energia se acumulam e o ciclo de investimento em IA evolui de entusiasmo especulativo para alocação de capital mais discernente, acreditamos estarem a formar-se as condições para uma rotação significativa em direcção a quality compounders."
As energy headwinds mount and the AI investment cycle matures from speculative enthusiasm into more discerning capital allocation, we believe the conditions for a meaningful rotation towards quality compounders are building.
"À medida que os ventos contrários da energia se acumulam e o ciclo de investimento em IA evolui de entusiasmo especulativo para alocação de capital mais discernente, acreditamos estarem a formar-se as condições para uma rotação significativa em direcção a quality compounders."
The critical variable, of course, is the duration of the conflict in the Middle East.
A variável crítica é, evidentemente, a duração do conflito no Médio Oriente.
In our opinion, the broad mosaic of these developments suggests a heightened and lasting global focus on energy security, likely leading to an acceleration of deepwater energy activity in places like South America, West Africa and Europe.
“Na nossa opinião, o amplo mosaico destes desenvolvimentos sugere um enfoque global acrescido e duradouro na segurança energética, conduzindo provavelmente a uma aceleração da actividade energética em águas profundas em locais como a América do Sul, a África Ocidental e a Europa.”
We don’t believe it is an exaggeration to describe the virtual closure of the transportation system through which 20% of the world’s oil passes as historically unprecedented.
“Não cremos ser exagero descrever o encerramento virtual do sistema de transporte por onde passa 20% do petróleo mundial como algo historicamente sem precedentes.”
Ongoing inflation pressures and higher energy prices linked to Middle East tensions involving Iran and disruptions near the Strait of Hormuz supported a higher-for-longer interest rate environment.
"As pressões inflacionistas persistentes e os preços da energia mais altos, ligados a tensões no Médio Oriente envolvendo o Irão e a perturbações junto ao Estreito de Ormuz, sustentaram um ambiente de taxas de juro elevadas por mais tempo."
We believe that the economy is ultimately the product of the cost of energy, the cost of capital, and the prevalence of employed citizens, with productivity gains as a wildcard of smaller import.
"Acreditamos que a economia é em última análise o produto do custo da energia, do custo de capital e da prevalência de cidadãos empregados, com ganhos de produtividade como variável incerta de menor importância."
wars don't change the market's trajectory; they are, in fact, slightly stimulative and therefore bullish for the markets.
as guerras não alteram o rumo do mercado; são, na verdade, ligeiramente estimulantes e, portanto, positivas para os mercados.