Ariel Fund
Manager: · Estratégia: Small cap value · Geografia: US
Performance por trimestre
Posições core
Temas recorrentes
Cartas publicadas
Q1 2026 1450 palavras
O Ariel Fund recuou 1,48% no T1 2026, atrás do Russell 2500 Value (4,77%) e do Russell 2000 Value (4,96%). O trimestre foi marcado por volatilidade — o S&P 500 registou o pior desempenho trimestral desde o T3 2022 — face à escalada do conflito no Médio Oriente, subida das yields, receios de inflação e rotação de mega-tech para Energia e defensivos. Top contributors: Generac (GNRC), Sphere Entertainment (SPHR) e Envista (NVST), com tailwinds de IA, infraestrutura energética, residências e área dental. Top detractors: Mattel (MAT), Norwegian Cruise Line (NCLH) e Carlyle Group (CG). Iniciada Scotts Miracle-Gro como nova posição; saída total de Janus Henderson por valoração. Postura cautelosa para EUA com risco de recessão acentuado por incerteza tarifária persistente.
Q4 2025 1430 palavras
O Ariel Fund avançou 3,22% no T4 2025, em linha com o Russell 2500 Value (3,15%) e o Russell 2000 Value (3,26%). Em termos anuais, o fundo superou ambos os índices: 14,15% vs 12,73% e 12,59%. Top contributors: Sphere Entertainment (SPHR), Core Laboratories (CLB) e Madison Square Garden Entertainment (MSGE), via procura de entretenimento ao vivo, retoma do petróleo e poder de marca. Top detractors: Adtalem (ATGE), Mohawk Industries (MHK) e Gentex (GNTX), com pressão de execução, habitação e tarifas automóveis. Iniciada Dentsply Sirona (XRAY); zero saídas no trimestre. Postura de entrada em 2026 é cautelosa, com selectividade reforçada face à concentração estreita do índice.
Q3 2025 1180 palavras
O Ariel Fund avançou 12,39% no T3 2025, batendo o Russell 2500 Value (8,17%) embora aquém do Russell 2000 Value (12,60%). Acções norte-americanas progrediram materialmente, impulsionadas pelo primeiro corte de juros do Fed, lucros corporativos sólidos e participação alargada de mercado. Top contributors: Sphere Entertainment (SPHR), Resideo Technologies (REZI) e Paramount Skydance (PSKY), via fundamentais reforçados, beat trimestral e momento estratégico pós-fusão com Skydance. Top detractors: Mattel (MAT), Prestige Consumer Healthcare (PBH) e Manchester United (MANU), com calendário tarifário a afectar mix retalhista, recuo em eye care e correcção apesar de fundamentais sólidos. Zero iniciações e zero saídas no trimestre. Postura de entrada em T4 cautelosa mas pró-cíclica, com valor em small caps a captar selectividade bottom-up.
Q2 2025 1151 palavras
O Ariel Fund avançou 6,96% no T2 2025, atrás do Russell 2500 Value (7,29%) mas à frente do Russell 2000 Value (4,97%). O trimestre foi de extremos: as acções tombaram em Abril com o anúncio tarifário do "Liberation Day", perto de mercado urso, antes de uma recuperação notável impulsionada por entusiasmo renovado por IA, dados económicos sólidos e lucros robustos. Top contributors: Sphere Entertainment (SPHR), Adtalem Global Education (ATGE) e Northern Trust (NTRS). Top detractors: Core Laboratories (CLB), J.M. Smucker (SJM) e Leslie's (LESL). Sem novas posições; saída de Interpublic, Masco e Kennametal por valoração. Postura pró-cíclica e activamente paciente, com small caps no maior desconto face a large caps desde a bolha dot-com.
Q1 2025 1080 palavras
O Ariel Fund recuou 8,00% no T1 2025 (Investor Class), atrás do Russell 2500 Value (−5,83%) e do Russell 2000 Value (−7,74%). A maioria dos índices norte-americanos fechou o trimestre em terreno negativo: o optimismo com a nova administração deu lugar a receios tarifários e incerteza de política, e os Magnificent Seven lideraram a queda, caindo perto de −15%. A gestora inclinou-se para a volatilidade, adquirindo acções penalizadas de empresas de qualidade. Contribuidores: Paramount Global (PARA), Adtalem Global Education (ATGE) e J.M. Smucker (SJM). Detractores: Leslie’s (LESL), Bio-Rad (BIO) e Sphere Entertainment (SPHR). Iniciou Norwegian Cruise Line (NCLH) e OneSpaWorld (OSW); saiu de Royal Caribbean (RCL) por exceder o limite de capitalização.
Q4 2024 880 palavras
O Ariel Fund recuou 0,66% no T4 2024 (Investor Class), aquém do Russell 2500 Value (−0,26%) e do Russell 2500 (+0,62%). Em 2024, os mercados foram liderados pelas mega-caps tecnológicas, enquanto a sinalização de alívio monetário mais lento pela Reserva Federal penalizou as small caps em Dezembro. A gestora manteve a disciplina de longo prazo e não iniciou nem alienou posições no trimestre. Contribuidores: Royal Caribbean (RCL), Adtalem Global Education (ATGE) e Carlyle Group (CG). Detractores: Mohawk Industries (MHK), Leslie's (LESL) e Madison Square Garden Entertainment (MSGE). A gestora antevê o alargamento do mercado para além das Magnificent Seven, recompensando empresas diferenciadas de pequena e média capitalização.