Conventum - Alluvium Global Fund
Manager: Stuart Pearce · Estratégia: Concentrated quality · Geografia: Global
Performance por trimestre
Posições core
Temas recorrentes
Cartas publicadas
Q2 2025 1850 palavras
O Conventum-Alluvium Global Fund avançou 8,5% em USD mas cedeu 0,1% em EUR no segundo trimestre de 2025, com a desvalorização do dólar a anular o desempenho subjacente. Stuart Pearce e Alexis Delloye descrevem um mercado em modo "Hunky Dory", focado em estímulo e indiferente à política errática de Trump e ao conflito no Médio Oriente. Ryanair, em alta de 29%, tornou-se a maior posição (7,9%); Universal Music subiu a segundo lugar e as duas maiores posições passaram a ser europeias. Os gestores reforçaram Dick's Sporting, LyondellBasell, Alphabet e Mastercard, reduziram HCA Healthcare e mantiveram 20 posições com 15,1% de caixa.
Q1 2025 1870 palavras
O Conventum-Alluvium Global Fund cedeu 2,4% em EUR no primeiro trimestre de 2025 (+1,7% em USD), em carta escrita a 7 de Abril, dias após o «Liberation Day» de Trump. Stuart Pearce e Alexis Delloye fizeram apenas uma transacção — reforçar Dick's Sporting em fraqueza — e seguram 18,9% em caixa como pólvora seca até as tarifas ganharem contornos. Alibaba disparou 55,3% com a procura de cloud e IA; McKesson e HCA Healthcare também brilharam. Robert Half, Thor, Alphabet e Linamar caíram com o recuo da confiança empresarial e das Mag 7. Os gestores mapeiam a exposição tarifária da carteira e apontam Linamar como o caso mais sensível.
Q4 2024 2600 palavras
O Conventum-Alluvium Global Fund subiu 1,3% em EUR no quarto trimestre de 2024 (-5,9% em USD, +5,4% em AUD), fechando o ano em +11,9% (EUR). Stuart Pearce e Alexis Delloye confessam que teriam falhado quase todas as previsões sobre a vitória de Trump: os títulos de crescimento dispararam e as Magnificent 7 renderam 14,9%. A venda integral da Capri, após o colapso da fusão com a Tapestry, custou 2,4% ao Fundo. McKesson, Visa e Alphabet brilharam; HCA caiu 26,0% com receios sobre os subsídios de saúde. Compraram Mastercard e Charter, reforçaram Ryanair, e mantêm 14,8% em caixa — sem pressa de investir.