Hotchkis & Wiley Mid-Cap Value Fund
Manager: Hotchkis & Wiley team · Estratégia: Long only value · Geografia: US
Performance por trimestre
Posições core
Temas recorrentes
Cartas publicadas
Q1 2026 1466 palavras
O Hotchkis & Wiley Mid-Cap Value Fund (I Shares) registou +6,74% no primeiro trimestre de 2026, batendo o +3,68% do Russell Midcap Value Index. O sobrepeso e a selecção de títulos em energia foram o principal contributo positivo, com as posições energéticas a renderem colectivamente +79% (vs +37% do índice). Kosmos Energy, APA e Crescent Energy lideraram contribuições, beneficiando do prémio de risco geopolítico após o conflito EUA-Israel-Irão (Brent +100% para 127 dólares) e do fecho do Estreito de Ormuz. Em sentido contrário, Workday detraiu por receios de deslocamento por agentes de IA, considerados exagerados pela equipa; WPP e AIG também pesaram. Tese estrutural de subaprovisionamento de crude mantida.
Q3 2025 900 palavras
O Hotchkis & Wiley Mid-Cap Value Fund (I Shares) registou +7,74% no terceiro trimestre de 2025, batendo os +6,18% do Russell Midcap Value Index. O sobrepeso e a selecção de títulos em energia foram o principal contributo positivo, com a APA Corp a destacar-se entre os principais contribuidores. Warner Bros. Discovery e Olin Corp também contribuíram positivamente — a WBD beneficiou de resultados melhorados e da potencial oferta de aquisição pela Paramount Skydance. Em sentido contrário, Fluor, WPP e Centene detraíram, pressionadas por resultados trimestrais decepcionantes e revisões em baixa. A equipa nota disciplina mantida face a um ambiente mais selectivo, com mercados em máximos históricos suportados por entusiasmo em torno da IA e pelo corte de 25 bps da Fed em Setembro.
Q2 2025 950 palavras
O Hotchkis & Wiley Mid-Cap Value Fund (I Shares) rendeu +3,63% no segundo trimestre de 2025, ficando atrás dos +5,35% do Russell Midcap Value Index. O trimestre foi marcado por volatilidade elevada: a queda de Abril após o anúncio de tarifas sobre importações chinesas deu lugar a um rally risk-on no final do período, à medida que Trump adoptou um tom mais conciliatório e um cessar-fogo surpresa entre Israel e Irão aliviou os receios. O estilo growth superou claramente o value (Russell Midcap Growth +18,2% vs Value +5,3%). A selecção de títulos e o sobrepeso em energia foram os principais detractores. Fluor, Adient e Popular contribuíram positivamente; Kosmos, APA e Olin detraíram. A energia mantém-se como maior sobreponderação sectorial.
Q1 2025 850 palavras
O Hotchkis & Wiley Mid-Cap Value Fund (I Shares) recuou -5,63% no primeiro trimestre de 2025, ficando atrás dos -2,11% do Russell Midcap Value Index. O optimismo pós-eleitoral deu lugar à apreensão: a perspectiva de tarifas, a inflação persistente e o enfraquecimento macroeconómico deslocaram o sentimento para o receio de recessão. O estilo de valor resistiu melhor que o de crescimento (-2,1% vs -7,1%). A selecção em energia foi o principal detractor; AIG, CVS e F5 contribuíram, enquanto Kosmos, Fluor e Adient detraíram. A equipa sublinha que a carteira transacciona a 6x resultados normais, contra 16x do índice de valor e 28x do de crescimento, vendo na deslocação de valuations uma oportunidade para investidores disciplinados.
Q4 2024 780 palavras
O Hotchkis & Wiley Mid-Cap Value Fund (I Shares) recuou -2,39% no quarto trimestre de 2024, aquém dos -1,75% do Russell Midcap Value Index, e fechou o ano com +3,63% contra +13,07% do índice. O valor voltou a ficar atrás do crescimento, pela sétima vez em dez anos. A vitória eleitoral e a agenda 'America First' — tarifas, relocalização, desregulação e impostos mais baixos — animaram inicialmente as mid-cap, mas o ganho reverteu em Dezembro com os receios de inflação. A selecção em energia foi o principal detractor relativo; F5, Crescent Energy e Ericsson contribuíram, enquanto Adient, Olin e Kosmos detraíram. A equipa destaca o desvio amplo entre valor e crescimento como oportunidade para gestão activa disciplinada.