LVS Advisory
Manager: Luis V. Sanchez · Estratégia: Multi strategy · Geografia: US · Global
Performance por trimestre
Posições core
Sem posições core (mínimo 3 cartas de histórico).
Temas recorrentes
Cartas publicadas
Q4 2025 1565 palavras
A LVS Advisory, gerida por Luis V. Sanchez, encerra 2025 com o portefólio Event-Driven a render 9,1% líquido (vs 8,8% do índice de high-yield bonds) e o portefólio Growth a render 6,2% líquido (vs 17,9% do S&P 500). Sanchez anuncia o lançamento de uma versão alavancada do Event-Driven, suportada por um family office e operacional desde Outubro de 2025. No Growth, o trimestre perdeu 8,2%, arrastado por Netflix (-4,04 p.p.), Power Basket (-1,60 p.p.), Software Basket (-1,50 p.p.) e Fintech Basket (-1,17 p.p.). Sanchez liquidou integralmente a exposição a software por receio de disrupção via IA e reafirma convicção em plataformas tecnológicas, que considera estruturalmente imunes ao mesmo risco.
Q3 2025 2640 palavras
A LVS Advisory, gerida por Luis V. Sanchez, reafirma na carta do 3T de 2025 a sua tese central de electricidade: a procura de energia cresce mais depressa do que a oferta, impulsionada por IA, veículos eléctricos e pela classe média global. O Growth Portfolio acumula 15,7% líquidos nos primeiros nove meses do ano, à frente dos 14,8% do S&P 500, enquanto o Event-Driven soma 10,4%. O basket de geração de energia, que reúne Talen Energy, Curtiss-Wright e Golar LNG, representa mais de 20% do Growth. Sanchez dedica a carta a uma análise aprofundada de Golar, operador de plataformas flutuantes de LNG que avalia em 95 dólares por acção até 2030, mais do dobro da cotação actual.
Q2 2025 2591 palavras
A LVS Advisory, gerida por Luis V. Sanchez, dedica a carta do 2T de 2025 a duas ideias de elevada convicção. No Growth Portfolio detalha a tese sobre a Curtiss-Wright, conglomerado industrial de aeroespacial, defesa e energia nuclear: cerca de 80% dos lucros vêm de defesa, mas o cerne da tese reside no negócio nuclear comercial, que Sanchez acredita poder quintuplicar os lucros em cinco a oito anos com a construção de novos reactores e SMR. No Event-Driven articula o tema das liquidações de biotech, empresas que negoceiam abaixo do valor de caixa líquido, ilustrado pela iTeos Therapeutics. O Growth soma 15,8% líquidos no semestre, à frente dos 6,2% do S&P 500.
Q1 2025 1730 palavras
A LVS Advisory inverte o guião na carta do 1T de 2025: em vez de compras, Luis V. Sanchez discute duas vendas para ilustrar a gestão de risco. No Event-Driven saiu da Howard Hughes em Fevereiro, com ligeiro ganho, depois de a segunda proposta de Bill Ackman — controlo sem voto dos accionistas e comissão de 1,5% sobre a capitalização — ter quebrado a confiança na liderança. No Growth recorda a venda da Icon em Julho de 2024, após a investigação revelar fragilidades nas sinergias do M&A, com o produto reinvestido na Medpace. O Event-Driven ganhou 0,8% e o Growth 0,3% no trimestre, contra -4,3% do S&P 500.
Q4 2024 2100 palavras
A carta de fim de ano da LVS Advisory celebra um 2024 forte: o Growth Portfolio ganhou 36,7% líquido, superando o S&P 500 em mais de 11 pontos, e o Event-Driven ganhou 7,5%, o melhor ano desde 2021 num ambiente hostil à arbitragem de fusões. Luis V. Sanchez antecipa 2025 brilhante para a arbitragem: a eleição de Donald Trump e a substituição de Lina Khan por Andrew Ferguson devem libertar a actividade de fusões e aquisições, como sugere a valorização média superior a 60% dos bancos de investimento especializados. No Growth, detalha três melhorias de processo: concentração com diversificação, posições experimentais de 1% a 2% e uma regra de espera de seis meses entre compras.