Blue Tower Asset Management, LLC
Manager: Andrew Oskoui, CFA · Estratégia: Long only value · Geografia: Global
Performance por trimestre
Posições core
Temas recorrentes
Cartas publicadas
Q2 2026 1701 palavras
O Blue Tower Asset Management, gerido por Andrew Oskoui, ganhou 18,91% líquido no segundo trimestre de 2026 e acumula 20,84% líquido no ano. O trimestre foi dominado pela Enova, maior contribuidor depois de ter sido o maior detractor no trimestre anterior — oscilação atribuída à incerteza regulatória sobre a fusão com o Grasshopper Bank. As posições em Petrobras e SM Energy, construídas no primeiro trimestre como contrapeso a um choque petrolífero extremo, penalizaram o resultado: a guerra do Irão perturbou menos os mercados de energia do que os analistas antecipavam. Oskoui dedica a carta aos amortecedores que travaram a subida do crude — reservas acumuladas antes do conflito, oleodutos que contornam o Ormuz e o corte de importações chinesas — e argumenta que estão perto da exaustão.
Q1 2026 1956 palavras
O Blue Tower Asset Management, gerido por Andrew Oskoui, ganhou 1,62% líquido no primeiro trimestre de 2026, um trimestre dominado pela guerra do Golfo e pelo encerramento do Estreito de Ormuz. Oskoui dedica quase toda a carta à tese de que o consenso subestima a amplitude e a duração da disrupção nas matérias-primas — petróleo, GNL, fertilizantes, polímeros, hélio, enxofre e alumínio — e sustenta que a reparação das infra-estruturas energéticas do Golfo levará anos, não meses. Em Março vendeu Air Canada, Core Molding e TFI International, reduziu a exposição japonesa e parte da Georgia Capital, e abriu Petrobras e SM Energy — a primeira incursão da casa em exploração e produção de petróleo e gás.
Q4 2025 950 palavras
O Blue Tower Asset Management, gerido por Andrew Oskoui, registou +13,15% líquido no Q4 2025 e +53,11% líquido no ano, o melhor exercício de sempre da estratégia Global Value. Enova (ENVA) e Georgia Capital (CGEO) responderam pela maioria dos ganhos — +64% e +178% respectivamente — com a aquisição transformacional do Grasshopper Bank pela Enova e a expansão de NAV por acção de 41% (em GEL) na Georgia Capital. Oskoui mantém ambas as posições, argumentando que Enova negoceia a 9x lucros consenso de 2027 e Georgia Capital continua com desconto material face ao NAV (£31,15 vs £40,93). O gestor articula tese estrutural de desempenho inferior dos títulos americanos caros face a internacionais baratos.
Q3 2025 1520 palavras
O Blue Tower Global Value, gerido por Andrew Oskoui, registou +6,02% líquido no Q3 2025 e +35,31% nos primeiros nove meses do ano, ficando ligeiramente atrás do ACWI e interrompendo quatro trimestres consecutivos de superação. Georgia Capital (CGEO) voltou a ser o maior contribuidor e passou a maior posição da estratégia. O grosso da carta é macro: Oskoui descreve a erosão do dólar como activo de reserva, com sanções, tarifas e défices a empurrarem bancos centrais para o ouro, e argumenta que a dívida ocidental — 119% do PIB nos EUA — já trava o crescimento. Conclui com o prémio de avaliação americano: MSCI USA a 23,25x lucros futuros contra 14,95x no resto do mundo.
Q2 2025 1450 palavras
O Blue Tower Global Value, gerido por Andrew Oskoui, subiu 17,66% líquido no Q2 2025 e 27,63% no primeiro semestre. Mais de um terço do ganho do trimestre veio das duas posições na República da Geórgia — Georgia Capital (CGEO) e TBC Bank Group (TBCG). A carta é integralmente dedicada à tese no TBC: maior banco georgiano com cerca de 40% de quota, em duopólio com o Bank of Georgia, com rendibilidade média dos capitais próprios de 22,4% em dez anos e 26,4% entre 2022 e 2024. O motor de crescimento é o Uzbequistão, onde a filial digital acumulou 19,7 milhões de clientes desde 2020. A posição cota a 7,47x lucros históricos contra 10,17x do índice europeu de financeiras.