Platinum International Fund

Manager: Platinum Asset Management · Estratégia: Concentrated quality · Geografia: Global

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Posições core
2
Temas recorrentes
7

Performance por trimestre

-4%-2%0%+2%+4%+6%+8%Q4 2024Q1 2025Q2 2025Q3 2025Q4 2025Q1 2026MSCI AC World Net Index (AUD): Q1 2025 -2,00%MSCI AC World Net Index (AUD): Q2 2025 +6,00%MSCI AC World Net Index (AUD): Q4 2025 +2,50%Platinum International Fund: Q1 2025 +0,20%Platinum International Fund: Q2 2025 0,00%Platinum International Fund: Q4 2025 +3,00%
Platinum International FundMSCI AC World Net Index (AUD)

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Q2 2026 4013 palavras

A Platinum divulgou em Maio de 2026 uma apresentação de actualização do ambiente de investimento e da carteira do Platinum International Fund, cuja gestão passou em Outubro de 2025 para a L1 Capital International na qualidade de sub-consultora. O quadro de desempenho reporta-se a 30 de Abril de 2026 e não ao trimestre, pelo que o retorno do período fica por divulgar. A gestora descreve mercados accionistas movidos por dinâmica de preços e não por avaliação, com o surto de capex em inteligência artificial a encobrir sinais de fraqueza no consumo e as taxas longas a subir para uma zona cinzenta mais escura. Reforçou a Nvidia e a Danaher e alienou a Salesforce.

Q4 2025 3217 palavras

O Platinum International Fund rendeu 3,0% no quarto trimestre de 2025 e 13,1% no ano civil, na classe C e líquido de comissões em dólares australianos, contra 2,5% e 12,4% do MSCI World Net Index. David Steinthal, da L1 Capital International, assumiu a gestão da carteira durante o trimestre. A gestora atribui os bons resultados do período à AerCap, à Alphabet, à Danaher e à TSMC, com a Jacobs Solutions, a Microsoft e a Uber a travarem entre 0,5 e 0,8 pontos percentuais cada. Descreve uma economia em forma de K, com crescimento a abrandar sem recessão, e mantém a carteira quase totalmente investida, com 2% de liquidez. Para 2026 espera um ambiente próximo do de 2025, com a atenção do mercado na inteligência artificial a persistir.

Q2 2025 1254 palavras

O Platinum International Fund não registou variação no segundo trimestre de 2025, contra uma subida de 6% do MSCI AC World Net Index em dólares australianos. Ted Alexander aponta como contributos a tecnologia norte-americana, com a Micron a subir 38%, a Broadcom mais de 60% e a Lam Research 30%, a taiwanesa TSMC, as energéticas Valaris e Cameco e as financeiras Allfunds e Shinhan. A Wizz Air foi a posição mais fraca e saiu da carteira em Junho por deixar de cumprir os critérios de qualidade. O gestor propõe a curva TAPS para avaliar acções de inteligência artificial, mantém mais de 20% em Grande China e admite probabilidade elevada de crise nas bolsas norte-americanas, com a liquidez a subir de 14% para 19% e as posições curtas de 7% para 14%.

Q1 2025 1150 palavras

O Platinum International Fund subiu 0,2% no primeiro trimestre de 2025, contra uma queda de perto de 2% do MSCI AC World Net Index em dólares australianos. Ted Alexander assumiu a gestão da carteira a 3 de Março e atribui grande parte do resultado aos gestores cessantes, Andrew Clifford e Clay Smolinski. Explica o trimestre por três factores, o excesso de peso na Europa e no Reino Unido, o excesso de peso na China e o reforço da defesa contra quedas em Março. A tese central é o contango do risco, que sustenta a rotação para farmacêuticas, com AbbVie, AstraZeneca, Merck e Novartis, e para bens essenciais. Realizou mais-valias em títulos chineses, fixou um peso mínimo de 2% por posição e fechou o trimestre com 14% de liquidez.