Broyhill Asset Management

Manager: Christopher R. Pavese · Estratégia: Long only value · Geografia: US · Global · EU

Cartas publicadas
4
Posições core
4
Temas recorrentes
7

Performance por trimestre

-10%0%+10%+20%+30%Q4 2024Q1 2025Q2 2025Q3 2025Q4 2025Q1 2026MSCI ACWI: Q1 2025 -1,20%MSCI ACWI: Q2 2025 +11,70%MSCI ACWI: Q4 2025 +22,90%MSCI ACWI: Q1 2026 -3,10%Broyhill Asset Management: Q1 2025 +2,80%Broyhill Asset Management: Q2 2025 +3,70%Broyhill Asset Management: Q4 2025 -1,40%Broyhill Asset Management: Q1 2026 -6,00%
Broyhill Asset ManagementMSCI ACWI

Posições core

Temas recorrentes

Cartas publicadas

Q1 2026 2786 palavras

O Broyhill Equity Composite recuou 6,0% no primeiro trimestre, líquido de comissões, contra uma queda de 3,1% do MSCI ACWI. Christopher Pavese atribui a diferença a três inclinações estruturais que se moveram em simultâneo: ausência de energia — o único sector positivo em Março após os ataques ao Irão —, metade da carteira fora dos EUA numa Europa penalizada pelo petróleo, e forte exposição a defensivas não-cíclicas que raramente sofrem em quedas. Argumenta que a correcção foi de posicionamento e não de fundamentais, com estimativas de consenso a subir enquanto os preços caíam. A dispersão extrema permitiu povoar a carteira com um ano de ideias novas — Microsoft, Smurfit WestRock, Sotera Health, Masco e Floor and Décor — e reforçar a IQVIA e o complexo de Life Sciences Tools como beneficiários, não vítimas, da IA.

Q4 2025 6312 palavras

A Broyhill Asset Management apresentou retorno de -1,4% em 2025, líquido das classes de comissões mais elevadas, contra +22,9% do MSCI ACWI. Christopher Pavese atribui o desempenho à exposição deliberada fora dos epicentros especulativos do mercado — particularmente o complexo de IA, que captou 75% dos retornos do S&P 500, 80% do crescimento de lucros e 90% do crescimento de capex desde o ChatGPT. A carta detalha seis principais detractores (AVTR, FI, FUN, BAX, NICE, VVV), formaliza três disciplinas adicionais para acrescentar a posições em queda, e enquadra a carteira em defensivas globais, pequenas e médias capitalizações, e Europa ocidental — onde a dispersão e as valorizações criam o ponto de partida mais promissor em anos.

Q2 2025 1750 palavras

A Broyhill Asset Management entregou 3,7% no segundo trimestre de 2025 e 6,6% no primeiro semestre, líquido de comissões, face a 11,7% e 10,3% do MSCI ACWI nos mesmos períodos. Christopher Pavese destaca Philip Morris e Dollar Tree como top contributors, com Avantor e Fiserv como detractors. A carta formaliza nova posição em IQVIA, consolidação do basket offshore para Noble Corporation, e saída de Charles Schwab, Tidewater e Valaris. Pavese enquadra a carteira como exposição intencional fora das mega caps, com SMID e Europa ocidental como fontes de retorno futuro num mercado descrito como recordemente concentrado e disperso.

Q1 2025 1690 palavras

A Broyhill Asset Management rendeu 2,8% no primeiro trimestre, líquido de comissões, contra uma queda de 1,2% do MSCI ACWI. Christopher Pavese destaca Philip Morris e Baxter como top contributors, com Avantor e Six Flags como detractors. A carta formaliza novas posições em Uber e Dollar Tree, um pequeno basket de três drillers offshore e a saída de Nintendo após o anúncio da Switch 2. Pavese enquadra o trimestre como viragem histórica dos activos americanos para os internacionais, com a Europa em mínimos de sentimento e fluxos, e avisa que os custos de longo prazo das tarifas — preços mais altos, lucros menores e confiança danificada — demorarão mais a materializar-se e serão piores do que os mercados descontam.