Greystone Capital Management
Manager: Adam Wilk · Estratégia: Concentrated value · Geografia: US · Canada
Performance por trimestre
Posições core
Temas recorrentes
Cartas publicadas
Q4 2025 6077 palavras
A Greystone Capital, gerida por Adam Wilk em estratégia concentrada de microcaps e small-caps, gerou +0,3% líquido no T4 2025 e +2,8% no exercício, aquém do Russell 2000 (+2,2% e +13,5%). Desde a inception em Q4 2019, o desempenho anualizado é de +21,9% face a +9,7% do Russell 2000. Wilk articula a tese de evitar exposição directa a IA — obstáculo reconhecido em 2025 — mantendo posições profundamente integradas em sistemas críticos (royalties de carvão NRP, ótica em e-commerce KITS, segurança contra incêndios APG, hospitais cirúrgicos MFC). No trimestre iniciou nova posição central em Shift4 Payments (FOUR), com tese centrada em arbitragem de complexidade na infraestrutura de pagamentos.
Q3 2025 1617 palavras
A Greystone Capital, gerida por Adam Wilk em estratégia concentrada de microcaps e small-caps, recuou -3,6% líquido no T3 2025 e acumula +1,6% no exercício, aquém do S&P 500 (+8,1%) e do Russell 2000 (+12,4%) no trimestre. A carta é um update breve, com poucas alterações de carteira. A detracção foi liderada por Sylogist (-30%) e Innovative Food Holdings (-50%), quedas que Wilk atribui a calendário e sentimento e não a deterioração estrutural. Reduziu Sylogist abaixo das cinco maiores posições após três anos e saiu de Bel Fuse acima do valor intrínseco. As seis maiores posições representam 75% do capital. Wilk critica os fluxos temáticos que dominam o rali das small-caps e a sobrevalorização da qualidade nas maiores empresas do mercado.
Q2 2025 1850 palavras
A Greystone Capital, gerida por Adam Wilk em estratégia concentrada de microcaps e small-caps, avançou +14,8% líquido no T2 2025 e acumula +6,3% no exercício, à frente do S&P 500 (+10,9% e +6,2%) e do Russell 2000 (+8,5% e -1,8%). Desde a constituição, a estratégia rende +236,0% acumulado, contra +211,4% do S&P 500 e +154,8% do Russell 2000. A carta assinala os cinco anos da firma com um ensaio sobre alinhamento, foco e a disciplina de fazer uma coisa bem feita. As sete maiores posições representam 80% do capital, com destaque para Natural Resource Partners, APi Group, Sylogist, KITS Eyecare e Medical Facilities. Wilk anuncia ainda o lançamento do fundo conjunto Greystone Capital Partners LP.
Q1 2025 3699 palavras
A Greystone Capital, gerida por Adam Wilk em estratégia concentrada de microcaps e small-caps, recuou -7,9% líquido no primeiro trimestre de 2025, entre o S&P 500 (-4,2%) e o Russell 2000 (-9,5%). Numa carta mais curta — a reunião anual de Março cobriu a carteira em profundidade — Wilk desvaloriza a queda e encara a volatilidade tarifária como fonte de oportunidades. Vendeu Franklin Covey, por perda de confiança na gestão, e Xponential Fitness, após resultados fracos e reexpressão de contas. Iniciou posição na KITS Eyecare, retalhista óptica de comércio electrónico liderada pelo fundador, com tese em apêndice. Natural Resource Partners, Leon's Furniture e Bel Fuse são as únicas posições com exposição directa a tarifas.
Q4 2024 6649 palavras
A Greystone Capital, gerida por Adam Wilk em estratégia concentrada de microcaps e small-caps, fechou 2024 com a conta mediana a ganhar +19,9% líquido, acima do Russell 2000 (+11,5%) mas atrás do S&P 500 (+25,0%); no quarto trimestre, +1,7% contra +0,3% e +2,4%. Wilk recusa juntar-se ao coro contra os Mag7 e reafirma a Greystone como anti-índice: zero empresas do S&P 500 em carteira e pechinchas abundantes entre pequenas capitalizações. Sylogist, Innovative Food, Limbach, Natural Resource Partners e Bel Fuse, os cinco maiores, somam mais de 65% do capital e foram os principais contribuidores do ano. Em apêndice, tese detalhada da NRP, royalties de carvão compradas a 4-6 vezes o fluxo de caixa livre normalizado.