Magallanes Value Investors, S.A. SGIIC

Manager: Iván Martín Aránguez · Estratégia: Long only value · Geografia: EU · PT · UK

Cartas publicadas
6
Posições core
6
Temas recorrentes
9

Performance por trimestre

Sem retornos publicados.

Posições core

Temas recorrentes

Cartas publicadas

Q2 2026 3000 palavras

O grupo Magallanes fechou o primeiro semestre de 2026 com +4,7% no fundo europeu, +8,5% no ibérico e -2,6% no de microcaps, acumulando desde o início +190,5%, +206,3% e +68,9%, acima dos respectivos índices. Iván Martín dedica a carta à inteligência artificial enquanto narrativa dominante do mercado, alertando que apenas cerca de 2% das cotadas conseguem quantificar o seu impacto nos lucros (Goldman Sachs) e que as valorizações descontam já um cenário excepcional. Contrapõe que a IA também cheira a massa lubrificante e petróleo: o valor está nos activos físicos difíceis de replicar. Reforça Saint-Gobain, RS Group, Persimmon e Tubacex e concretiza saídas em Aker BP (+140%), Telecom Italia (+130%) e IPCO (+330%).

Q1 2026 3500 palavras

O grupo Magallanes registou no primeiro trimestre de 2026 retornos de -1,49% no fundo europeu, +2,56% no ibérico e -3,19% no de microcaps, com acumulações desde início de +173,32%, +193,82% e +67,86% respectivamente. Iván Martín atribuiu a correcção ao choque petrolífero pós-conflito iraniano de Fevereiro e ao encerramento temporário do Estreito de Hormuz, aproveitando o desconforto para reforçar industriais castigados como Saipem (nova), Befesa, Acerinox, ArcelorMittal e Gestamp, e para iniciar Amadeus após sobrereacção a temores sobre IA. Concretizou ganhos em saídas: Telecom Italia (OPA Poste Italiane, +130%), Commerzbank (3,5x), Bankinter (3x) e Deep Value Driller (3,4x). Lê reindustrialização europeia e autonomia estratégica como motor estrutural plurianual.

Q4 2025 3200 palavras

Magallanes encerrou 2025 com retornos extraordinários — +29,02% no European Equity, +45,25% no Iberian e +23,34% nos Microcaps Europe — e acumulados desde início de +177,46%, +182,25% e +73,39% respectivamente. Iván Martín dedica a carta à reafirmação do processo de investimento perante o entusiasmo concentrado em IA, alertando para risco de bolha ao estilo dotcom. Concretizou rotação massiva: saída quase total do sector bancário europeu (CaixaBank, Sabadell, UniCredit, ING, Eurobank; redução em Commerzbank e Bankinter) com mais-valias significativas, reciclando capital para automóveis (Volkswagen, Renault, Porsche AG, Stellantis), químicas (Syensqo, Evonik, Brenntag) e adições no Reino Unido (RS Group, Persimmon). Iniciou EBRO EV Motors e Befesa no ibérico. Potencial implícito: +60% European, +45% Iberian.

Q3 2025 1900 palavras

Magallanes encerra os primeiros nove meses de 2025 com retornos de +17,2% no European, +34,6% no Iberian e +20,1% nos Microcaps (acumulados desde início de +152,1%, +161,6% e +68,9%). Iván Martín explora o paradoxo entre tensão geopolítica e máximos históricos, sublinhando o desconto de cerca de 35% da Europa face aos EUA (P/E 14,5x vs 22,5x) com bloco americano em 65% do MSCI ACWI para apenas 26% do PIB global. Reforma fiscal alemã (€500 mil milhões de infraestrutura e carve-out de defesa) e visita às industriais nórdicas SKF, Sandvik e Husqvarna sustentam a tese. Caso Zegona ilustra realização de valor por simplificação de capital. Reforço em Noble Corp, Bouygues, Volkswagen e Brenntag; redução continuada de banca europeia.

Q2 2025 1150 palavras

A segunda carta trimestral de 2025 da Magallanes regista, no primeiro semestre, retornos de +11,5% no fundo European, +25,3% no Iberian e +16,1% nos Microcaps, acima dos respectivos índices de referência e com acumulados desde o início de +139,8%, +143,6% e +63,2%. Iván Martín desenvolve o argumento de investimento em acções europeias: um desconto de cerca de 35% face aos Estados Unidos, a União de Poupanças e Investimentos e o relatório Draghi, o rótulo Finance Europe e o estímulo fiscal alemão de 500 mil milhões de euros. O gestor alerta para o risco tarifário e para a erosão inflacionista, defendendo o investimento como única forma de preservar o património. Na actividade dos fundos, reforço de industriais e químicas europeias e redução continuada da exposição a banca.

Q1 2025 1100 palavras

A primeira carta trimestral de 2025 da Magallanes, redigida sob o choque das tarifas norte-americanas de 2 de Abril, fecha o trimestre com +4,3% no fundo European, +13,3% no Iberian e +5,5% nos Microcaps. Iván Martín enquadra a Europa em despertar, com o pacote orçamental alemão de 500 mil milhões de euros, o relatório Draghi e a nova União de Poupanças e Investimentos, e contrasta a poupança europeia de 15% com os 4% dos Estados Unidos. Perante o embate tarifário, reforça posições penalizadas em vez de vender, estima uma perda teórica de apenas -3,5% no fundo European e mantém um potencial de revalorização de +97%. Adiciona a sueca Sandvik e aliena a Catalana Occidente após a OPA da família Serra.