Rowan Street Capital

Manager: Alex Kopel · Estratégia: Concentrated quality · Geografia: US · Canada

Cartas publicadas
5
Posições core
7
Temas recorrentes
3

Performance por trimestre

-40%-20%0%+20%+40%+60%+80%Q4 2024Q1 2025Q2 2025Q3 2025Q4 2025Q1 2026S&P 500: Q4 2024 +25,00%S&P 500: Q4 2025 +17,90%S&P 500: Q1 2026 -4,30%Rowan Street Capital: Q4 2024 +56,60%Rowan Street Capital: Q3 2025 +0,22%Rowan Street Capital: Q4 2025 +11,10%Rowan Street Capital: Q1 2026 -19,80%
Rowan Street CapitalS&P 500

Posições core

Temas recorrentes

Cartas publicadas

Q1 2026 2800 palavras

No 1.º trimestre de 2026, a Rowan Street registou um recuo de 19,8% face a uma queda de 4,3% do S&P 500, num portefólio concentrado de compounders de qualidade. O gestor enquadra a divergência entre preço e valor como característica recorrente — não anomalia — do investimento de longo prazo, recorrendo aos exemplos cumulativos de Meta, Tesla e Shopify para argumentar que os retornos extraordinários exigem tolerância a quedas de 30% a 80%. Iniciou posição em Constellation Software, financiada pela alienação total de Spotify, e considera a actual disparidade entre fundamentais empresariais e cotações a mais ampla desde 2022. Volatilidade é apresentada como preço de admissão, não como sinal de deterioração.

Q4 2025 3200 palavras

No fecho de 2025, a Rowan Street registou uma rentabilidade líquida de 11,1% face a 17,9% do S&P 500, num triénio cumulativo de +252% versus +78%. A carta articula quatro estudos de caso — Meta, Shopify, The Trade Desk e Tesla — que cristalizam o quadro de gestão concentrada em compounders de qualidade. Tesla, posição iniciada na primeira metade de 2025, foi o principal contribuidor (+6,8%); The Trade Desk, único detractor material (-6,9%), revelou-se um teste de carácter da liderança. O gestor reafirma a definição de risco como perda permanente de capital, não volatilidade, e a tese de que o compounding de empresas excepcionais exige tolerância a quedas significativas e disciplina perante adversidade prolongada.

Q3 2025 3500 palavras

No 3.º trimestre de 2025 a Rowan Street avançou apenas +0,22%, mas acumulou +20,4% líquidos no ano face a +14,8% do S&P 500. O triénio cumulativo atingiu +266% líquidos com composição anual de +54,2%. A carta articula a reafectação de Spotify para Tesla — única nova posição iniciada em 2025, construída em Março-Abril com cerca de 8% do capital e já a representar aproximadamente 12% da carteira após apreciação de cerca de 76%. O gestor reduziu Spotify de mais de 20% para 7,8% do portefólio e Trade Desk recuou para cerca de 4,5% após uma desvalorização superior a 50% no ano, enquadrada como teste de carácter da liderança.

Q2 2025 1700 palavras

No 1.º semestre de 2025 a Rowan Street acumulou +20,1% líquidos, prolongando um triénio raro com composição anual de aproximadamente +51,7% desde meados de 2022 e retorno cumulativo de +249%. A carta evita comentário macro e dedica-se à filosofia: nove core holdings ordenadas por antiguidade, todas com IRR superior a 20% anualizado. O gestor enquadra a vantagem competitiva como temperamento — capacidade de suportar drawdowns severos em compounders excepcionais — citando Meta com queda de 75% em 2022 e Spotify com perda de 75% no mesmo período. AI é argumento adicional para a tese: acelera o ruído mas não altera as regras da composição.

Q4 2024 1500 palavras

O exercício de 2024 fechou com +56,6% líquidos para a Rowan Street, mais do dobro dos +25,0% do S&P 500, com Meta, Spotify, The Trade Desk, Shopify e Netflix a liderar os contributos. Desde o drawdown de 2022, a carteira valorizou +217% líquidos e o gestor não cobra comissão de desempenho desde Junho de 2021. A carta reafirma a filosofia: deter um grupo restrito de negócios excepcionais liderados por fundadores-operadores, comprados a preços sensatos e mantidos durante anos. Detalha as cinco maiores posições — Meta, Spotify, The Trade Desk, Shopify e Topicus — sublinhando que o preço de entrada importa tanto quanto a qualidade do negócio.