Carillon Eagle Growth & Income Fund
Manager: Carillon Tower Advisers, Inc. · Estratégia: Large cap growth · Geografia: US
Performance por trimestre
Posições core
Temas recorrentes
Cartas publicadas
Q1 2026 1400 palavras
O Carillon Eagle Growth & Income Fund abre 2026 num trimestre volátil, com o S&P 500 a recuar 4,3% enquanto o Russell 1000 Value (+2,1%) superou amplamente o Growth (-9,8%) e as Magnificent Seven caíram 11,2% — sinal de regresso da amplitude de mercado. A equipa (Brad Erwin, Jeffrey Bilsky, Michael Rich) destaca Corning, Chevron, Williams, Analog Devices e AT&T como principais contribuidores, com o conflito no Médio Oriente a impulsionar energia; Microsoft, Abbott, Broadcom, IBM e Accenture detraíram, penalizadas por receios de abrandamento em software e capex de hyperscalers após o novo modelo da Anthropic. A gestora mantém convicção na IA a longo prazo, mas alerta para o risco de subida de taxas se a energia permanecer elevada.
Q4 2025 1820 palavras
O Carillon Eagle Growth & Income Fund encerra 2025 num enquadramento de S&P 500 a +2,7% no trimestre e +17,9% no ano, com a equipa (Brad Erwin, Jeffrey Bilsky, Michael Rich) a destacar resultados a impulsionar o avanço. AstraZeneca, Lam Research, Goldman Sachs, RTX e Analog Devices lideraram contribuições, enquanto Oracle, Eaton, Microsoft, T-Mobile e Home Depot detraíram. A gestora projecta EPS do S&P 500 a subir 16% em 2026, vê tarifas a aliviar após nove meses desde o Liberation Day, expectativa de Fed gradualmente mais acomodatícia e estímulo fiscal do One Big Beautiful Bill Act. Mantém convicção em provedores de infraestrutura ligados ao super-ciclo de IA e em qualidade dividend-paying.
Q3 2025 1680 palavras
O Carillon Eagle Growth & Income Fund navega T3 2025 num enquadramento de S&P 500 a +7,8% no trimestre e +13,7% no ano, marcado pelo primeiro corte de taxas da Fed em Setembro e por renovada estreiteza de mercado, com Magnificent Seven a subir mais de 17% contra apenas 4,3% do Equal-Weight Index. A equipa (Brad Erwin, Jeffrey Bilsky, Michael Rich) destaca Corning, Oracle, Broadcom, AbbVie e Lam Research como contribuintes principais centrados na tese de infraestrutura de IA; Accenture, Carrier, Abbott Laboratories, Coca-Cola e Mondelez detraíram. A gestora realizou lucros e reduziu exposição a IA para nível neutro, vendo o mercado fortemente amarrado ao único catalisador de capex de IA. Avisa que tarifas começam a manifestar-se nos resultados e que government shutdown poderá pesar.
Q2 2025 1620 palavras
O Carillon Eagle Growth & Income Fund navega T2 2025 num enquadramento volátil em que o S&P 500 caiu mais de 11% até 8 de Abril, recuperou após atenuação da retórica tarifária e fechou o trimestre +10,9% em novos máximos históricos. Russell 1000 Growth bateu o Value em mais de 14% e Magnificent Seven subiu 21% contra apenas 5% do S&P 500 Equal Weight, com a tese de IA a regressar como motor central. A equipa (Brad Erwin, Jeffrey Bilsky, Michael Rich) destaca Broadcom, Microsoft, Oracle, Eaton e JPMorgan como principais contribuintes; UnitedHealth, Chevron, T-Mobile, AbbVie e Best Buy detraíram. Perspectiva cautelosa: maior risco é inflação ainda incerta de tarifas, com mercado a precificar cenário demasiado optimista.
Q1 2025 1500 palavras
O Carillon Eagle Growth & Income Fund atravessa um T1 2025 turbulento em que o S&P 500 caiu 4,3%, registando o primeiro drawdown intra-trimestral superior a 10% em mais de 28 meses. A rotação favoreceu sectores defensivos, qualidade e dividendos — energia, saúde, financeiras e consumo básico lideraram — e o S&P 500 Equal Weight bateu o índice cap-weighted em 370 pontos base. T-Mobile, Chevron, AbbVie, Abbott e IBM contribuíram; Broadcom, Hewlett Packard, Eaton, Microsoft e Oracle detraíram, pressionadas pelo choque DeepSeek e por receios de capex em IA. A carta assinala ainda a transição de gestão: David Blount reforma-se, Brad Erwin e Michael Rich assumem. Tom equilibrado: tarifas, DOGE e Ucrânia pesam, mas desregulamentação e IA sustentam optimismo.
Q4 2024 1355 palavras
O Carillon Eagle Growth & Income Fund fecha 2024 com o S&P 500 a subir 2,4% no trimestre e 25,0% no ano, o melhor biénio desde os anos 1990. O mercado manteve-se estreito e centrado no large-cap growth — as Magnificent Seven subiram mais de 65% — com metade do retorno anual a vir da expansão de múltiplos. Broadcom, Goldman Sachs, JPMorganChase, Williams e BlackRock contribuíram, impulsionadas pela IA e pelo optimismo pós-eleitoral; Eastman Chemical, Mondelez, Best Buy, Target e Prologis detraíram. Para 2025, a gestora desvaloriza o risco tarifário, vigia os receios de inflação com o Treasury a 10 anos acima de 4,5% e espera o alargamento do mercado para lá das Magnificent Seven, com dividendos crescentes como âncora.