Matrix Asset Advisors
Manager: Matrix Asset Advisors · Estratégia: Large cap value · Geografia: US
Performance por trimestre
Posições core
Temas recorrentes
Cartas publicadas
Q2 2026 2849 palavras
A Matrix Asset Advisors descreve um segundo trimestre de 2026 de forte recuperação accionista, com o S&P 500 a ganhar 15,2% apesar de uma inflação acima de 4% e da guerra com o Irão. As carteiras de acções da casa acompanharam: a Large Cap Value subiu na casa dos quinze por cento e a Dividend Income na casa alta de um dígito. A gestora aproveitou a subida para vender a FedEx, aliviar posições sobredimensionadas no sector financeiro e tecnológico, e reinvestir em nomes atrasados de Consumo de Base, Saúde e Tecnologia sob pressão. Iniciou a Abbott e a McDonald's na carteira de dividendos. Reduziu modestamente o sobrepeso accionista nas contas equilibradas e mantém preferência por maturidades curtas.
Q3 2025 3224 palavras
A Matrix Asset Advisors emitiu o seu comentário de mercado relativo ao terceiro trimestre de 2025, marcado pela recuperação do S&P 500 (+8,12% no trimestre, +14,83% no acumulado do ano) liderada pelos sectores Tecnologia e Comunicações. A casa adopta tom cauteloso: com o índice a transaccionar a 22,8x lucros futuros — mais de um desvio-padrão acima da média de trinta anos — e as dez maiores acções a representarem 40,4% do índice, antecipa ganhos mais modestos e rotação para sectores defensivos como Bens de Consumo de Base e Saúde. As estratégias Large Cap Value e Dividend Income tiveram trimestre sólido. A casa reduziu o sobrepeso accionista e iniciou três posições de qualidade a preços deprimidos: Accenture, Constellation Brands e Lockheed Martin.
Q2 2025 2713 palavras
A Matrix Asset Advisors publicou o seu comentário de mercado relativo ao segundo trimestre de 2025, marcado por um percurso volátil: depois de cair mais de 12% na sequência das tarifas recíprocas anunciadas a 2 de Abril, o S&P 500 recuperou e fechou o trimestre em máximo histórico, com ganho de 10,94% (+6,20% no acumulado do ano). A casa mantém-se construtiva mas cautelosa — antecipa ganhos mais modestos, volatilidade elevada e rotação sectorial no segundo semestre, com as tarifas como principal risco. Foi mais activa do que o habitual: iniciou a Applied Materials, reentrou na Fiserv, saiu de UnitedHealth, American Electric Power e Dollar General, e reduziu o sobrepeso accionista para um nível mais modesto.