Riverwater Partners Small Cap Strategy
Manager: Nathan Fredrick · Estratégia: Long only quality value · Geografia: US
Performance por trimestre
Sem retornos publicados.
Posições core
Temas recorrentes
Cartas publicadas
Q2 2026 1592 palavras
Connor Doak usa o Mundial de 2026 para defender que a corrida à inteligência artificial se decide na infra-estrutura e não no talento: redes de transporte, geração eléctrica e centros de dados, cuja procura de energia deverá quadruplicar até 2030. A amplitude do trimestre engana. As pequenas capitalizações subiram 21,49% contra 15,20% das grandes, mas a liderança dos mercados emergentes, com 24,05%, veio da TSMC, da SK Hynix e da Samsung, ou seja, da mesma aposta em inteligência artificial sob outro nome. A única operação divulgada é a entrada do fundo NYLI CBRE Global Infrastructure (VCRIX) nos modelos de clientes, para deter a camada regulada e contratada da expansão. A carta não divulga retorno da estratégia nem posições individuais.
Q1 2026 1617 palavras
Adam Peck escreve sob o efeito do maior choque de oferta em décadas. O encerramento do Estreito de Ormuz, depois dos ataques de 28 de Fevereiro, retirou ao mercado cerca de um quinto do petróleo mundial e nove por cento do alumínio primário. A carta usa o alumínio como fio condutor — trinta fundições norte-americanas em 1980, quatro hoje — para sustentar que a guerra não criou as vulnerabilidades de abastecimento, apenas as tornou urgentes, e que a reindustrialização daí resultante não se inverte com um cessar-fogo. No trimestre, o Russell 2000 Value ganhou 5,0% contra uma perda de 2,8% do índice de crescimento, e a estratégia de pequenas capitalizações superou o seu índice de referência. Nenhuma posição individual é divulgada.
Q4 2025 3035 palavras
A Small Cap Strategy de Nathan Fredrick ficou aquém do Russell 2000 no quarto trimestre e no conjunto de 2025, penalizada pela selecção de títulos e por um mercado que premiou factores de baixa qualidade. A CNX Resources liderou os contributos, seguida da Atmus, da Black Hills, da Palomar e da AtriCure; a Grand Canyon Education, a SunOpta, a Tecnoglass, a Integer e a Warby Parker foram as maiores detractoras. O gestor estreou a BioHarvest, a Kodiak Gas e a NPK International, reforçou a Adeia, reduziu a CNX e saiu da Centrus, da HealthStream e da Integer. Para 2026 antecipa uma rotação de regresso aos fundamentais, com os cortes da Reserva Federal a favorecerem as pequenas capitalizações e os sectores cíclicos.
Q3 2025 2893 palavras
A Small Cap Strategy de Nathan Fredrick entregou retornos absolutos sólidos no terceiro trimestre de 2025, mas ficou aquém do índice de referência, penalizada pelo apetite do mercado por empresas de baixa qualidade, com lucros limitados ou negativos, posições curtas elevadas e beta alto. A Uranium Energy e a Modine lideraram os contributos, sustentadas pelo renascimento nuclear e pelo arrefecimento de centros de dados; a Palomar e a Haemonetics foram as maiores detractoras. O gestor iniciou cinco posições — Worthington, Provident Financial, Digi International, Belden e Preformed Line Products — e saiu da Crocs, da Iridium, da Vestis e da Haemonetics. Aponta o início do ciclo de cortes da Reserva Federal e a dispersão de avaliações como suportes da carteira.
Q2 2025 2329 palavras
A Small Cap Strategy de Nathan Fredrick ficou aquém do índice de referência no segundo trimestre de 2025, penalizada pela postura defensiva e pela preferência do mercado por empresas de baixa qualidade. Os materiais foram o melhor sector, com a Centrus Energy e a Uranium Energy a sustentarem o tema nuclear que o gestor liga à procura energética dos centros de dados. A Vestis foi a maior detractora, depois de queda das receitas, prejuízo e corte do dividendo. No trimestre iniciou posições na Centrus Energy, na Knife River, na HealthStream e na AtriCure, e vendeu a Magnite por falta de visibilidade sobre a recuperação do investimento publicitário.
Q1 2025 1575 palavras
A Small Cap Core Strategy de Nathan Fredrick superou o Russell 2000 no primeiro trimestre de 2025, com contributo positivo da selecção de títulos e da alocação sectorial. As financeiras foram o melhor sector, inteiramente por selecção de títulos, com a Palomar Holdings como título de melhor desempenho; os bens de consumo básico foram o sector mais fraco, penalizados pela Limoneira depois de concluída a revisão estratégica. O gestor iniciou posições na Warby Parker e na Bowhead Specialty, aparou a Iridium e a InterDigital e saiu por completo da Onto Innovation, da BRC e da PJT Partners. Redigida logo após o liberation day, a carta descreve um mercado claramente em baixa e defende postura defensiva com liquidez preservada.